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Flávio Bolsonaro fala sobre eleições e desmonta polêmicas
Flávio Bolsonaro · 16/12/2025 · 112 min · Flavio Bolsonaro
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▶ 00:00:00 Cante não tá? >> Claro que tá. Imagina gente absurdo. >> Entrando. Alguém vai microfonar? Ele >> já tá microfonando. >> Vamos embora. Deixa aí. Deixa o Flávio na tela. Deixa o Flávio na tela. >> Eu acho. Eu acho que os ânimos estão ficando. Vamos respirar. Vai dar tudo certo. >> Tá tudo calmo. Tá tudo calmo. >> Tá tudo calmo. E vai ser assim sempre pelo >> Você botou o microfone dele do TikTok? >> Colocou. OK. TikTok tá como?
▶ 00:00:31 Mais de 65.000. Isso vai >> mais de 560.000 inscritos. >> Quanto que deu do Bolsonaro? >> 580 >> 270. >> E aí? Fala bem. >> Obrigado por ter vindo, tá? Obrigado pelo convite. Que isso? Estamos juntos. >> Olá, Janaína, como vai? Tudo bem? Pegou trânsito? >> Pouquinho, né? São Paulo, não tem jeito. Fique à vontade. Você tá ao vivo. Já somos mais. Boa tarde. Boa tarde. >> Somos, somos 70.000. Quase. >> Pouco ainda. 70.00. >> Calma. Calma. >> Ele veio correndo, tadinho, ó.
▶ 00:01:02 >> E aí, que dia foi esse, cara? >> Cara, é confusão, né? Como o Brasil tá muito confuso. A gente buscando aqui ter alguma algum norte, ô Léo. E enfim, obrigado por me receber aqui no seu programa. Eu falei que assim, assim como nós falamos, a esquerda tá sempre convidada, estaremos sempre abertos aqui. Érica Hilton deve vir aqui na quarta-feira. É isso. Isso daqui é um palanque e todos seriam terão espaço. >> É, eu tava com outra programação hoje, estava lá articulando um monte de coisa no Senado Federal. >> Eu ia pra Brasília te entrevistar. É,
▶ 00:01:33 você ia pra Brasília, acabou que, enfim, teve essa confusão aí com relação ao SBT e a gente veio para cá para o que que você foi desconvidado do evento na SBT News. >> Já começa? >> Não sei. >> Ô, Léo, vamos lá. Eu eu tinha eu tava com a previsão de ir no nesse evento. Eu te confesso que eu não sabia quem é nesse evento. Para mim e a tal o presidente da República, eu estando também não vejo problema nenhum até para manifestar como o SBT sempre foi,
▶ 00:02:03 abrindo as portas para todo mundo, mostrando que não tem lado, como sempre foi com o Silvio, né? Sempre nos respeitou demais. >> Você tem uma história do Silvio junto com o Lula também lá atrás. Enfim, quem lá atrás todo mundo achava que o Lula era uma coisa, depois ele se mostrou outra, veio o Bolsonaro, o Silvio nos recebeu sempre muito bem também e assim tava tudo pronto, eu estava em São Paulo para outras agendas, conversando com o mercado, pessoal do mercado financeiro num dia, no dia seguinte tinha essa, na sexta-feira tinha essa lançamento, abertura desse SBT News. >> Uhum.
▶ 00:02:33 >> Eu tava convidado, preparado para ir. E aí recebi um um contato explicando que tinha essa ia podia causar algum constrangimento. Isso tudo. Não queriam que esse antagonismo Lula e Bolsonaro tivesse prevalecesse nas manchetes no dia seguinte porque era algo muito bacana que eles estavam fazendo, criando um novo canal de TV aberta de notícias. Então falei já entendi, >> entendeu o recado, >> não tem problema, >> não é para eu ir. E assim, eu não, eu fiquei assim um pouquinho na hora, eu fiquei um pouco chateado. >> Você ficou, >> mas aí depois quando eu vi o que tinha
▶ 00:03:04 acontecido naquele, me explica, >> olha, virou um lugar para dar palanque para uma pessoa que tá a pretexto de defender democracia, tá acabando com a democracia, um discurso mentiroso, uma narrativa falsa. Eu acho que um um canal de TV quando é aberto não tem que ser palanque político para ninguém. e acabou virando um grande comitê político de de um dos lados, como se todo mundo tivesse de olhos fechados, olha, porque tá acontecendo no Brasil, com perseguições políticas, com um interferência de um poder sobre o outro o tempo inteiro,
▶ 00:03:35 quer dizer, uma falta uma falta total de bom senso, né? Então, como assim? >> Mas senador, o o SBT também já não foi palanque para o seu pai, o seu Jair Bolsonaro quando ele era quando era presidente naquela época, não foi um palanque também? Não, não foi palanque só para ele, foi palanque para todo mundo, né? Como tem que ser uma televisão, como tem que ser o seu canal aqui. Você abriu falando que ó, tá aberto pro outro lado também, >> né? Sempre foi isso. Fiquei um pouco chateado, mas depois eu entendi que Deus estava me protegendo, que eu não para eu não participar daquele daquilo que acontece. >> Deixa eu criar uma situação hipotética, já que você não foi. Se você estivesse
▶ 00:04:06 lá, quem você cumprimentaria e quem você não cumprimentaria? >> Olha, eu acho que, pô, assim, eu sou, eu sou uma pessoa educada. >> Você apertaria a mão do Lula? >> Eu apertaria a mão do Lula, não tem problema nenhum. Agora não apertaria a mão do do Algoz do do meu pai, de tantas centenas centenas de outras pessoas, né, que são perseguidas por ele de graça, né? >> Você refere o Alexandre de Moraes, não tô assim, eu tô pedindo a Deus para me preparar porque eu tenho recebido muita mensagem, Léo, de pastores dentro da minha própria igreja, que esse é o momento de reavivamento da da população.
▶ 00:04:38 Você vê uma garotada aí buscando, buscando Deus, buscando a igreja. É momento de perdão, de tirar a palavra vingança da testa. Eu juro que eu tô pedindo oração para para ir para conseguir em algum momento olhar para uma pessoa como Alexandre de Morais, né, e perdoá-lo. Eu acho que esse é o objetivo meu. >> Agora vamos lá. >> Hum. >> Eu queria que você analisasse >> só Deus para fazer eu conseguir, né? >> Exato. >> Eu queria que você analisasse, eu sei que, enfim, >> eh, o comportamento do governador Tarcío
▶ 00:05:08 lá no na SBT. Olha só, deixa eu fazer justiça com Tarciso. Ele tava ali convidado numa numa numa condição de institucionalidade, Léo, >> no mesmo que o Lula. >> É, então assim, ele foi, fez a palavra dele, usou usou da palavra dele, mas eu me incomodo essa questão de fingir que tá tudo normal do Brasil, né? E e ali aquele aquela confraternização como se nada tivesse acontecendo, como se o Bolsonaro não tivesse preso injustamente uma pessoa com 71 anos de idade, que tem comorbidades, que o médico pede autorização para fazer uma cirurgia. que o Alexandre de Mores, invés de seguir a
▶ 00:05:38 orientação médica, pede para ele desconfia do médico e manda um outro perdo da PF checar se realmente ele precisa de cirurgia ou não. A pessoa que tá num cativeiro, tá numa cela de 3x4 trancada na cháve 24 horas por dia, aliás, 22 horas por dia, ô Léo, ele tem 2 horas de banho de sol, ele vai para um outro espaço pequenininho onde ele mal consegue caminhar, que é cimento, parede branca dos quatro lados. Uma pessoa mais uma vez que é inocente, que a gente sabe que foi alvo de uma perseguição política, uma pessoa que foi julgada pelos seus inimigos. Ele foi julgado pelos inimigos dele.
▶ 00:06:09 Imagina você tendo que responder um processo sendo julgado pelo seu algo pelo seu inimigo declarado, que todo mundo sabe. Isso é justiça, >> senador. >> Isso é justiçamento. >> Eu posso perguntar qual o estado de saúde do seu pai hoje, só explicando pros nossos telespectadores. Ele foi avaliado e parece que ele vai fazer uma precisa fazer uma cirurgia, né? >> É, ele precisa, tem que ver se o cara vai autorizar, né? >> Mas qual é a cirurgia? >> Essa dessa, essa agora eu acho que são duas hernas ignais que ele tem. Uh, >> ele tem que fazer a remoção. Parece que pode ocasionar alguma pressão sobre o
▶ 00:06:40 intestino dele, se foi o que eu entendi pela imprensa, porque eu não falei com o médico dele ainda. >> Uhum. >> Mas se Deus quiser, amanhã, terça-feira, vou estar com ele na parte da manhã e ouço dele o que que ele tá sentindo. Mais uma vez, uma pessoa que precisa de cuidados médicos permanentes e nenhuma pessoa no Brasil é tá sendo submetido a humilhação como como ele tá sendo. Olé, >> tá? Deixa eu fazer uma pergunta. Eh, o senhor é pré-candidato à presidência. Por que que seu pai escolheu o senhor? >> Olha, a gente já vinha conversando de bastante tempo. Tem que ser alguém que ele tem,
▶ 00:07:10 obviamente, a confiança, que ele sinta que é preparado. E na verdade, Léo, foi ali um todo um processo. Mais uma vez, eu eu tenho buscado me alinhar muito com Deus Deus nos últimos anos. E ouvi bastante coisa de de pessoas que gostariam aí, que falam que esse essa é uma coisa que eu tinha que fazer, que tinha que ser na minha zona de conforto e tal. Mas isso aí eu fui, eu deixo sentir no coração, na verdade, deixou ouvir do meu pai. E aí já por quatro vezes, por três vezes, ele havia dito que eu seria o
▶ 00:07:41 candidato, que ele tinha confiança em mim, dizer que eu tava preparado, porque eu fui, eu fui parlamentar por quatro mandatos deputado no Rio. Eu sou um advogado, eu sou formado em empreendedorismo em novos negócios, sou formado em políticas públicas e governos e sou PhD. em quatro, nos quro anos que uma que eu fiz, que eu estive aqui ao lado do meu pai, do presidente Bolsonaro, deu deu para aprender muita coisa com os erros e com os acertos. Então ele achando que eu estava preparado. Na penúltima vez que eu estive com ele, ele falou: "Flávio, eu tô sentindo aqui que eu tenho que falar que que é você e faço isso agora para dar uma organizada, porque tava meio que
▶ 00:08:12 todo mundo, olha, batendo um pouco cabeça aqui fora, só a esquerda jogando parada e a gente aqui se degladiando." >> Eu acho que foi necessário neste momento. É na cobrança que muitos tinham, né? Bolsonaro, você tem que decidir logo quem é que vai ser o seu indicado, porque tá cada vez mais claro que ele não tava cada vez mais claro que ele não poderia concorrer. >> Claro, senador. >> Então, Léo, eu coloquei meu nome a pedido dele e assim foi. Eu tô agora tô construindo. >> Por que por que não foi a Michele Bolsonaro? >> Pô, porque ele preferiu a mim por causa da experiência política. Eu acredito.
▶ 00:08:42 >> Tem algum raí por conta disso? >> Não, não. Eu eu sou o filho que mais me dou bem com a Michele. Não tem problema. Me dou bem com a Michele. Não tem problema nenhum. Acho que ela é uma peça importante, Léo. >> Ela é uma peça importantíssima nesse processo. É lógico que é. Ela tem uma, ela construi uma que ela vai fazer parte da chapa, não, né? >> Não, acho que é, seria um certo desperdício, né? Já tem já, já tem um Bolsonaro na cabeça de chapa. E assim, a Beija diz que naquela entrevista que eu fiz com o seu pai, >> ele admitiu que havia >> uma questão de relacionamento problemática entre um dos filhos, que era o Carlos, né? A Veja diz que o o seu
▶ 00:09:15 pai aproximou a Michele do É, tá? És >> cheguei acelerado aqui, não deu nem para tomar água rajada aqui, disparada, disparada em cima [risadas] de mim. >> A Veja diz que a o seu pai aproximou a Michele do Carlos. É verdade. >> Ô, Léo, qual que é o qual que é o pai que quer ver um filho brigando com a esposa, né, cara? Então é verdade. >> Então é verdade. Mas assim, eu acho que eu eu vejo a Micheles pedindo sempre muita orientação de Deus ali. Ela se apega nisso. As orações que ela faz ali
▶ 00:09:47 dentro de casa, a gente percebe na nas palavras dela, uma pessoa que tá buscando ali, né, ter um coração cada vez melhor. Então, partiu dela também. Alguém tem que baixar a guarda em algum momento. Eu acho que ela fez um gesto ali de aproximação já naquela manifestação no 7 de setembro em que ela chama os filhos pro lado ali dela no carro de som no momento que não estavam, eles não estavam se falando muito bem. O Carlos é Michele e faz o gesto, o Carlos aceita, enfim, eu acho que a vida é assim, né? Você tem que, [música] eu pelo menos sou assim, eu gosto de resolver as coisas sempre na conversa,
▶ 00:10:18 sempre foi o meu perfil, né? E sem precisar ir pra porrada toda hora que uma hora que cansa porrada descansões a meno que o senhor vai tratar. Sóinho. Vai fazer uma pergunta depois eu faço. Eu queria perguntar. Senador, boa tarde. Tudo bem? >> Eu queria saber qual vai ser o papel do seu pai na nas eleições com você. Como que vai ser? Como vocês vão trabalhar isso junto juntos? >> Olha, Mônica, eu eu sou eu sempre sigo a orientação dele. Ele é eu falo que ele é o dono da franquia, né? Então ele falou, tá falado >> e as pessoas vão ver um um Bolsonaro, um
▶ 00:10:49 Bolsonaro mais centrado, um Bolsonaro mais equilibrado, que que é do diálogo, que sabe fazer política, que conhece o jogo do poder em Brasília. Sempre cobraram muito isso, né? Pô, o Bolsonaro podia falar menos, o Bolsonaro podia ser menos incisivo nisso, naquilo. Quer dizer, sou eu, >> né? Então, se se >> Então só quer dizer que sou é a versão melhorada do seu pai, >> mais light, digamos assim. [risadas] Eu não sei, eu não quero falar melhorada porque eu vou sempre achar o meu pai melhor do que eu, mas eu acredito que esse perfil de mais de conversar, de buscar o diálogo, de não não ter problema de falar, inclusive com quem é
▶ 00:11:20 de esquerda, >> a minha marca no parlamento sempre foi essa, me dou bem com praticamente todo mundo e o meu meu embate sempre foi mais ali da tribuna de ir pro, né, pro pro debate mesmo, para pr para pro conflito de ideias, nunca leva pro CPF de ninguém. É, irmãos que eu acompanho o senhor realmente parece ser o mais preparado, o mais calmo, né? Mas eh me chamou atenção. Irrita, >> é não, mas não é não é essa questão. Eu não vou irritar, mas eu eh eu quero eu
▶ 00:11:50 vou falar eu espero que o senhor me entenda, eu preciso fazer perguntas. Eu leio muito sobre política. Então, eu vou falar de uma coisa que eu li, [música] eh, que o senhor saiu pré-candidato a presidente para fazer uma chantagem com Centrão. O senhor tá fazendo chantagem? >> Claro que não. Assim, a imprensa adora uma confusão também. Fala, fala que o Bolsonaro que gosta de confusão. A imprensa adora uma confusão, >> mas explica. >> E faz de tudo para causar determinada intriga, né? >> Uhum. >> E o que que acontece? Como eles têm uma essa quem faz esse tipo de notícia, eles
▶ 00:12:21 têm uma preferência pelo Lula, >> hum, >> eles buscam a todo tempo causar, né, alguma algum conflito. Então, eu me dou bem com com o pessoal que dizem ser o central, falo bem com PP, com União Brasil, com PSD, com republicanos. Eu comecei a minha vida pelo atual PP. Presidente era era o era o Francisco Dornées, o nosso professor. >> Depois eu passei, o meu pai foi eleito pelo PSL, que eu fui eleito senador pelo PSL, que hoje é a União Brasil. Eu já fui do Republicanos, que é do Marcos
▶ 00:12:52 Pereira. Quer dizer, eu eu circulo bem pela política, não tenho problema nenhum com isso. E e na minha cabeça, não é o momento de ninguém definir se tem que já lançar a candidatura própria agora ou se tem que vir com essa pré-candidatura do Flávio Bolsonaro. Então eu entendo >> o tempo deles, >> vou estar sempre aberto para conversar, porque na verdade essa eleição não vai ser sobre Lula e Bolsonaro, Léo. Essa eleição vai ser sobre qual caminho o Brasil vai querer seguir daqui pra frente. é o caminho, né, de de um governo que tá aí, que passa a mão na cabeça de bandido, que fala que
▶ 00:13:22 traficante é vítima de usuário, que veta, que que é a favor de saidinha para preso eh durante um alguém que matou um pai, matou a mãe, pode sair no dia dos pais, no dia das mães para visitar a família ou o caminho aqui de uma linha dura com bandido, isso vou ser radical, tem que ser, tem que continuar na linha do endurecimento da legislação penal, tem que falar de redução de maioridade penal finalmente nesse Brasil. Então assim, o o Brasil vai ter que escolher um caminho, ó, o caminho dos impostos da taxação ou o caminho aqui de quem vai ser obsecado por reduzir e cortar impostos.
▶ 00:13:52 >> Mas o senhor não vê nenhum benefício que a gente tem que analisar. O senhor é senador, o senhor desde 2002 [música] o senhor é deputado, né? Depois o senhor virou senador. O senhor acha que não houve nenhuma melhora, não há nada que o senhor veja no governo Lula, nos governos do PT, não só do Lula, que tenha sido benefício, que que tenha beneficiado a pessoa mais pobre no Brasil? Porque o senhor sabe que nós vivemos num país onde a maioria é pobre, a desigualdade é gigantesca. Então eu quero saber, não existe nada. Ah, se eu
▶ 00:14:23 for eleito presidente ano que vem, o senhor não, o senhor vai jogar tudo que foi feito porque pelo que o senhor tá falando, o senhor acha que tudo que foi feito foi ruim. Ou o senhor vai pegar alguma? Porque a mania no Brasil é isso também, né? De jogar. Então é isso. Então é, então então você então o senhor vai jogar tudo que foi entendi. Claro que não. Claro que tem coisa que dá para aproveitar. Agora quem é que triplicou o valor do Bolsa Família? Jair Bolsonaro. Era R$ 190 em média. Tinha gente que ganhava R$ 50, passou para no mínimo R$ 600. com o Bolsonaro. E mais, o que que o Lula faz? Olha, o Lula quer deixar as
▶ 00:14:54 pessoas dependentes, dependentes eternamente do Bolsa Família. O que é que o Bolsonaro fez que o Lula acabou? O Lula acabou com esse programa do Bolsonaro. A gente vai voltar, se Deus quiser. Quem conseguia o emprego ficava mais 2 anos ganhando o Bolsa Família além do salário dele com a carteira assinada e mais R$ 200. O Bolsonaro dava um prêmio para quem conseguir emprego, entendeu? pra pessoa poder ir desmamando. Olha, eu consigo agora com com trabalho levar, pô, mais comida para minha casa, eu posso passear com a minha família mais vezes, eu posso pagar, né,
▶ 00:15:25 um plano de saúde pro meu filho, eu posso, enfim, fazer o que eu posso, posso ter autonomia que só os R$ 600 não não dão para essas pessoas. E cada vez com essa com o que o governo Lula faz de de aumento da taxa de juro, isso reflete em aumento de preços. os R$ 600 hoje compra muito menos do que comprava com com o presidente Bolsonaro. Então a gente tem que voltar com essa mentalidade de que as pessoas possam caminhar com as próprias pernas. Sabe qual é o meu sonho? >> Hum. >> Eu quero que as pessoas parem de
▶ 00:15:55 depender de político. Esse é meu sonho. Possam trabalhar, ter a própria empresa, conseguir um bom emprego para não depender de político nenhum. Tem gente que precisa e essas pessoas têm que ser abraçadas pela gente. >> Deixa eu te falar, >> já somos mais de 90.000, estamos caminhando para 100.000 pessoas na na live. Obrigada, gente. >> Deixa eu te falar uma coisa. Você falou uma frase, não sei se posso chamar de você, senhor? >> Por favor, olha, você, cara. Op. >> Ok. É que me chamou muita atenção >> pro bem ou pro mal. Que você falou que tem um preço.
▶ 00:16:25 >> Ah, tá. Tá. >> É >> que preço é esse? >> É um preço de assim, o que que eu falei? Olha, eu posso questionando se eu ia manter minha candidatura até o final ou não. Eu falei: "Olha só, tem uma chance de eu não ser candidato, que é se for Jair Messias Bolsonaro." Esse era o meu preço. Justiça. Meu preço é justiça. >> Que ele saia da cadeia. >> Só que esses poucos, esses, essas poucas horas que eu joguei essa frase, seja elegível, >> ele tem que ser livre e ele estar nas urnas, porque para mim é o que é tudo
▶ 00:16:55 que eu queria. >> Olha, o presidente vai ser o candidato vai ser o Bolsonaro. Deixa o pau cantar na urna. Lula Bolsonaro. Quem tiver mais voto, quem for melhor leva, né? >> Uhum. Uhum. Esse era, foi nesse sentido que eu coloquei, mas a imprensa nas poucas horas que eu passei, depois que eu falei esse propósito, não foi movimento, não foram dois movimentos, foi um movimento único. Eu falei isso, deixei o pau cantar e no final eu no mesmo dia eu eu esclareci que esse era o meu preço, ou seja, eu não tinha preço porque eu só quero que a justiça volte a valer no nosso país também para o meu pai, o presidente Bolsonaro. >> Não significa que assim, existe um
▶ 00:17:26 movimento que diz que o Tarcísio vai ser candidato. O senhor apoiaria o Tarcíio e deixaria de ser candidato? Olha a partida. >> Tarciso continua amigo. >> O Tarcis, eu acho ele um cara fenomenal. Aliás, acabou que eu não não terminei de falar dele aqui daquela daquela situação no SBT que o pessoal tava aqui acelerado ainda, né? >> A gente tava acelerado, mas [risadas] calma >> porque tem uma tinha tem aquela aquela parte dele aplaudindo o Alexandre de Moraes. E eu sinceramente quando eu vejo o o a cara do Tarcío quando tá aplaudindo assim, tá completamente desconfortável, não é não é um aplauso,
▶ 00:17:56 né, de de de afirmação, de de concordância. É meio cara, é protocolar assim, sabe? Então >> o senhor aplaudiria? Então >> eu não aplaudiria não. Não aplaudiria. Eu eu eu tinha levantado ele embora se eu tivesse lá. >> Ah, é? >> Eu não ia ficar lá ouvindo aquele monte de mentira, hipocrisia, de pessoas que a pretexto de defender a democracia estão esculhambando a nossa democracia. >> O senhor então não aceitou a presença ou o discurso do senhor Alexandre de Moraes? >> A presença ele pode ficar não, ele foi convidado assim como eu também havia sido convidado. Agora eu não entendi
▶ 00:18:26 porque que dá palavra para ele, né? Mas enfim, aí foi foi um critério lá da >> Senador, o senhor falou do Tarcísio, eu quero saber o seguinte. O Ratinho Júnior, que é o filho do Ratinho, que é do PSD, que é do Cassabe, né? O Cassab tá sempre ali no meio da política. Eh, ele tá, algumas pesquisas dizem que ele tá com 8%, enfim. O senhor apoiaria o Ratinho Júnior? >> Olha, o meu nome, o meu nome é o único que tá colocado de verdade como pré-candidato, é o meu, né? >> Então tenho que perguntar para ele se ele me apoiaria. E eu, Sim, eu quero de público agradecer. >> Aham. Bom, o tanto o Ratinho quanto o
▶ 00:18:58 Zema, quanto o Tarcísio, quanto o Caiado, todos eles, quando o meu nome foi colocado, disseram, fizeram mensagens e elogiosas e respeitosas à minha candidatura e agora o momento é de trocar ideia, de conversar, de fazer análise de cenário, >> porque os partidos vão começar a a a fazer um um um uma um cálculo >> Uhum. >> nos estados, é, você tá com o Flávio Bolsonaro, ajuda ou atrapalha. Em vários estados vai ser positivo, em vários estados não vai ser tão bom assim. Então é uma decisão que eles vão ter que tomar internamente. >> O Ratim Júnior é é governador no Paraná.
▶ 00:19:28 >> No Paraná. Faz um excelente trabalho. Como que senhor acha do trabalho dele? >> É um trabalho exemplar como é o do Tarcío, como é o do Caiado, como é o do Z. Olha que problema bom que a gente tem, cara. Tem um monte de nomes bons que vão estar unidos contra o PT em 2026, seja no comecinho da campanha, seja no segundo turno. O fato é que, mais uma vez, eu tenho certeza que todos esses nomes vão estar juntos para que o Brasil escolha o caminho da prosperidade e não o caminho das trevas com o Lula. >> Tá, deixa entender. Só um minutinho, Mônica, diretora,
▶ 00:19:58 >> o Metrópolis deu agora SBT cancela a participação de Flávio Bolsonaro no programa do Ratinho. Tá certo isso? Não está. Mas o Metrópolis deu. >> O senhor recebeu alguma ligação? >> Não, não. Vim para cá e daqui eu vou para lá direto. >> É >> bom. Quem que quem quem me convidou foi o Ratinho, né? Eu acho que isso aí é furado, mas vamos aguardar >> aqui. Calma aí, rapidinho. Oi. Fala. >> Ah, desligou. E >> parece aqui. Eu tô sem óculos.
▶ 00:20:30 >> Tá sem óculos. Põe aí o óculos. >> É um novo senador 44 [risadas] de óculos. Tá vendo? Viu quem é, né? >> É, eu eu gravei um vídeo para explicar porque que eu estava ainda, >> porque o seguinte, estão afirmando aqui que ele cancelou, sim. Tá. >> É, estão afirmando segundo segundo aí a informação, seria um vídeo que eu gravei no aeroporto que eu tinha que dar alguma satisfação porque eu estava indo, né? Porque se tem, tá todo mundo. Era o, era o vídeo do Zezé do Zezé de Camargo que tava ali >> que gerou toda aquela polêmica. Inclusive eu fiz um vídeo falando o
▶ 00:21:01 seguinte: "Olha, eu concordo que ele possa ter ficado indignado, mas esse momento que eu quero fazer o gesto, olha exatamente o gesto de quê? Mostrar que eu quero ir, que eu quero mostrar o ponto de vista, que não tem que demonizar uma grande emissora como SBT." >> É, ele usou a palavra, senador, que é uma é uma coisa, saiu como ofensa prostituir, achar que ele ele usou senador. Eu sei que a gente foi um exagero, que sen ainda mais se falando das filhas do Silvio Santos, né? Então, é óbvio que que não é uma coisa legal, não deveria
▶ 00:21:31 falar, deveria pedir desculpas por isso. A gente entende a indignação dele, né? Mas enfim, a gente a minha ideia é exatamente ir para lá para mostrar para uma parte grande dos cidadãos brasileiros que a gente não tem que tratar qualquer divergência dessa forma com com intolerância, com pancadaria, né? Então assim, se agora é verdade que há houve o cancelamento da minha ida lá no SBT, né? Assim, eu lamento porque aí >> vamos ver ao longo do programa a gente vai receber informação, a diretora tá atrás disso, ok? Bom, >> a gente tá ligando para para todo mundo
▶ 00:22:01 agora, ligando pro diretor do do Ratinho. Liga pro Ratinho. Eu tô, eu falei com o Ratinho hoje. >> A gente tá ligando para todo mundo, senador. A gente a gente quer saber se o senhor vai ou não para. >> Vamos falar aqui de futebol. O corintiano, vai. Corinthiano. >> Ô, Ratima, tudo bem? Tô aqui com o Flávio. >> Eh, a gente, a gente tá recebendo informação que foi cancelada a ida dele, o seu programa. Você me fala aí se foi cancelado ou não, por favor. Só para saber quanto tempo a gente pode ficar aqui ao vivo, que tá bombando a live. >> Deixa eu te falar uma coisa. O ministro Morais,
▶ 00:22:31 ele foi livrado das sanções dos Estados Unidos. >> Isso mostra um enfraquecimento >> da família Bolsonaro. >> Não, porque olha só, ô Léo, as sanções que foram impostas ao Brasil, tanto para ele na Baganin como as sobretaxas de 40% sobre os nossos produtos que eram exportados para lá, >> não foram uma vontade, uma manipulação de do Eduardo Bolsonaro. >> Ele explicava o cenário que tava acontecendo no Brasil. O Trump sabe disso e o o interesse do Trump sempre foi nas empresas e cidadãos americanos que estavam sendo perseguidos pelo Alexandre Moraes. Por isso é que ele foi
▶ 00:23:02 sancionado com a lei Magninsk. E ninguém entendeu nada quando ele meteu aquela taxação em cima do Brasil, né? Nunca tinha falado disso, não sabia nem que isso estava na mesa. É, >> né? Então assim, do mesmo jeito que ele põe, só quem coloca as sanções é que pode tirar. N pelos critérios dele, ele tirou. >> Mas is >> OK. Essa sua resposta é uma resposta mais formal. Mas o senhor ficou chateado? Não é que eu fiquei chateado, assim, fiquei chateado quando houve a taxação em cima dos produtos brasileiros, que eu acho que não tinha nada a ver, não era esse o caminho, né? Mas é óbvio que a gente fica buscando, ô, Léo, algo que possa ser feito, porque aqui no Brasil parece que você não tem
▶ 00:23:32 mais a quem recorrer. >> Mas, senador, você não acha que isso pegou, isso pegou mal? Porque assim, >> isso foi explorado contra nós. É verdade. Agora, o que eu falar para você, foi explorado contra nós essa questão do do do conflito do dos Estados Unidos com o Brasil, né? Mas agora eu uso a mesma frase que o ministro, hoje ministro Zanim, que era o advogado do Lula, usou na época lá atrás que ele falava que o Lula tava sendo perseguido, que não tinha mais a quem recorrer aqui. Então, qual foi a frase do Zanin lá fora >> quando ele foi buscar os tribunais internacionais? Vem aqui porque no Brasil não há mais eh estão cessaram
▶ 00:24:04 todas as formas de você consolidar os direitos humanos pro Lula, pro Lula. Então eu vim aqui fora buscar ajuda, >> mas ele não pediu taxação, >> não. Mas ele foi ele foi buscar ajuda de de associações internacionais, tribunais internacionais. >> Houve os deputados do PT que foram lá para fora para pedir um monte de coisa para na Europa para países do Oriente Médio. Eduardo nada mais fez do que foi levar uma uma realidade do ponto de vista nosso do que tá acontecendo no Brasil com relação aos direitos humanos. E aí o governo Trump tomou uma medida que achou que achou cabível naquele momento, né? Como agora acreditar que o
▶ 00:24:34 Eduardo manda no Trump, manipula o Trump, né? Mas o senhor não acha que isso enfraquece a sua candidatura? >> Não tem nada a ver com a minha candidatura não. De forma algum >> não. Tem o apoio do presidente americano. >> Não, não tem. Assim, eu acho do jeito que as coisas estão aqui no Brasil hoje, é, é, eu nem sei se é tão bom assim ter o Trump colado aqui com a minha imagem, >> né? Ainda mais depois desse momento do que aconteceu aqui. Óbvio que é a maior democracia do mundo que eu respeito. Eu quero, né, tenho a proximidade com eles. Eu quero ter uma relação com os Estados Unidos. Se a população lá na frente me
▶ 00:25:04 escolher como o seu representante para comandar esse país, é o é o é o é o o país que vai ter que eu quero ter as melhores relações para em benefício do Brasil também. Assim como o Trump vê o lado dos Estados Unidos, eu tenho que ver o lado aqui do Brasil. >> O senhor não acha que se o se o seu pai tivesse aceitado a derrota das eleições de uma forma natural, como o senhor mesmo falou, pode ter, teria essa esse problema ainda no Brasil? Porque o Brasil hoje tá dividido, senador. É muito chato ver famílias brigando,
▶ 00:25:34 amigos brigando. E aí quando alguém fala em golpe, eu não tô dizendo isso, quem fala golpe foi o STF. Ele foi condenado e ele tá preso por isso. É, as pessoas tomam partido, né? Elas ficam infladas, né? Inflama. O senhor não acha que se ele tivesse aceitado a derrota, nosso país estaria diferente hoje? Porque perdeu hoje, pode ganhar amanhã. Sim, mas assim, eu posso ter lado, você pode ter lado, Léo pode ter uma preferência política. Quem não, quem não pode ter preferência política é o judiciário, né? >> E foi o que aconteceu na eleição. O Alexandre de Moraes, enquanto presidente
▶ 00:26:04 do TSE, ele desequilibrou aqui. Calma aí. >> Mas senhor acha que ele não, o seu pai não, não tentou dar o golpe? >> Claro que não. Golpe como eu te explico aqui um monte de situações que aconteceram que era exatamente o contrário. Ele quando acaba a eleição, ele vira assim para um discurso ali dentro da avorada com Ciro Nogueira do lado, fala assim: "Eles vão sentir saudade de nós, pô. Quem vai sentir saudade é sinal que ele não vai ficar". Ele grava um vídeo pedindo para >> Oi Ratinho Léo, tudo bem? Fala >> tá confirmado, Flávio, hoje
▶ 00:26:34 >> tá confirmado. Confirmadíssimo. >> Então tá. Ele tá aqui. >> Ô Ratinho, tô aqui no Léo. Daqui a pouco eu tô aí pra gente bater um papo, tá bom? Obrigado pelo convite mais uma vez. >> Obrigado, querido. >> Um abraço. Fica com Deus. >> Valeu. Abraço. Tá confirmado. Então essa notícia do do Metrópolis não procede. >> Então sobe aí. Tá confirmado, Flávio foi uma checagem ao vivo. >> É melhor, né? >> Eita, >> concorda que ele me ligou, eu liguei, retonei. >> É isso. E ele atendeu. Foi ótimo. >> É isso. [risadas] >> É isso. Com com cara, com cara. >> Deixa eu falar só porque negócio de
▶ 00:27:05 golpe. Então assim, te deu o exemplo, ele ele ele faz uma transição pacífica pro outro governo. Ele nomeou o comandante do exército escolhido pelo Lula. Como é que alguém quer dar um golpe? bota o comandante da tropa inimiga para para para o governo dele ainda. Ele faz uma live dia 30 de dezembro antes de ir paraos Estados Unidos falando pro pessoal: "Olha, tira isso da cabeça, não tem tudo ou nada. O mundo o mundo não vai acabar dia primeiro de janeiro, né, quando o Lula ia tomar posse. Vamos continuar fazendo nossa parte. Não vamos nos igualar o PT.
▶ 00:27:36 A gente é contra depredação de patrimônio público, fechar a rodovia." Ele fala como é que alguém que e o golpe, a narrativa de golpe, ela ela é colocada como se ele tivesse com a intenção de criar um caos no estado para depois fazer alguma espécie de intervenção. O estado de sítio, estado de defesa. Ele não era mais presidente. >> Mas como é que o senhor explica o 8 de janeiro, então quando Brasília foi de >> Na minha cabeça, eu acho que foi alguns infiltrados do próprio governo Lula que fizeram isso. O Lula não trabalha domingo, né? Dia 8 de janeiro foi um domingo. Ele resolve pegar um avião do
▶ 00:28:06 nada de sábado para domingo e vir aqui para Araraquara em São Paulo para ver como é que tinha sido os impactos de uma forte chuba que tinha acontecido 10 dias antes. Você vê o Lula fala quem é que facilitou a entrada das pessoas no Palácio Guanabara. Bom, quem tinha as chaves, não era o Bolsonaro, era, achei que tinha as chaves, era o pessoal do governo Lula. O ministro dele, José Múcio, ministro da defesa do Lula, falou que tinha familiares deles, familiares do ministro lá em Pernambuco, se não me engano, na porta de quartz também, porque o processo eleitoral é que foi mal conduzido pelo Alexandre de Moraes.
▶ 00:28:37 A revolta das pessoas foi com a forma como isso, com a eleição foi desequilibrada pela atuação do TSE. Você lembra? Missão dada é missão cumprida. Aham. Lembro, >> né? Você lembra disso? Quer dizer, são as coisas que vão, você vai juntando as peças do quebra-cabeça e na verdade o Bolsonaro foi uma vítima e continua sendo a maior vítima de todo esse processo, porque golpe é uma coisa impossível de sentar de pé. Você acha aquela senhorinha que tava com a Bíblia na mão, Léo, >> ia sentar na cadeira de presidente da República, ia começar dar ordem e todo mundo aqui ia obedecer ou ia chegar a
▶ 00:29:07 polícia e arrancar ela de lá e prender como aconteceu? Uhum. >> Então não é assim, é impossível que esse contexto que aconteceu resultasse em uma em uma ruptura do estado democrático de direito, mas a forma como tá sendo conduzido, um atropelo total, né, por parte em especial de uma do do desse ministro do Supremo, o Brasil chegou nesse ponto e onde o próprio judiciário tá caindo em descrédito, que é muito ruim pra democracia. >> O senhor mostra um discurso bem mais moderado, né, em relação à imprensa. >> Sim, por suas respostas. É, o senhor não
▶ 00:29:37 vai usar um discurso de enfrentamento em relação qual é a sua relação de fato com a imprensa? Toda a imprensa >> não. Com a com a imprensa. >> Olha, pode perguntar pros colegas de vocês. Sempre foi boa, respeitosa. Eu sei que eu não sou a preferência política de grande parte da da redação, como vocês falam, né? A redação é canhota com força, né? >> Mas isso é um problema pro senhor? Olha, eu não não deveria ser para assim, para mim não é de verdade. Agora deveria ser para o para pro veículo de imprensa que perde credibilidade quando um um esse profissional resolve carregar na tinta
▶ 00:30:09 com fins políticos, com ele começa a a colocar no papel ou versões narrativas e não publica os fatos. Então assim, é uma por isso que grandes grandes veículos de comunicação acabam caindo um pouco em descrédito, porque hoje, como o Léo fez aqui, ó, >> Uhum. >> Infração de segundo e ao vivo, ele desmente. Uma fake news. >> Como é que o o centrão apoia o Tarcísio? >> Como é que senhor vai reverter isso? >> Eles fazem um cálculo, eles, a grande maioria faz um cálculo, como o mercado financeiro também faz, de que o
▶ 00:30:40 candidato Tarciso teria mais chances de derrotar o Lula do que o candidato Flávio Bolsonaro. Esse é o cálculo que eles fazem. Então eles estão numa zona de conforto, né? E e pregavam muito, sempre pregaram muito, uma união da direita, pressionavam o presidente Bolsonaro, Léo, para escolher logo um candidato que que viria no lugar dele à presidência da República. Então, quando ele toma a decisão, que é Flávio Bolsonaro, e pega a grande parte deles de surpresa, é óbvio, é o momento agora de o a caçamba do caminhão vai acomodando o o melão enquanto vai
▶ 00:31:10 andando, né? >> Ah, pegou muita gente de surpresa. >> Então assim, que qual é qual o meu papel? Meu papel é mostrar que eu tenho condições como eu sei que tem, como as pesquisas já mostram que tem, né? Empate inclusive com o Lula em segundo turno, tá? E com essas ideias novas, porque o Lula é um produto vencido. Acabou. O Lula é um cara analógico, é um cara que ninguém aguenta mais, é um cara que tá rancoroso, com ódio no coração, que usa a máquina pública para perseguir os outros. Isso tem que acabar. >> Mas é impressionante a maneira como ele lida bem, né? Ele ele
▶ 00:31:42 circula bem o Lu. >> É, ele ele mente com VM e muita gente acredita, né? >> Mas ele circula bem. Eh, ponto de vista. Ele p Ele ele paga bem também uma parte aí que não, enfim. >> Não, mas ele você tá falando circula bem onde? Na aqui ou fora do Brasil? >> Porque assim, não, não. Tô falando aqui no Brasil. >> Ah, porque fora também ele é bem recebido. >> Sim. >> Ah, sim. Lá no, lá no, é, nas ditaduras da Venezuela, lá nos terroristas do Ramaz. >> Ele é super bem recebido. Ele manda o Alkim pra posse do ditador lá do [risadas] na Arábia Saudita. Bom, >> eh, enfim, ele quer quer abraçar o
▶ 00:32:13 companheiro Maduro aqui no Brasil para fugir, >> mas o Trump abraçou ele. >> O cara o cara frauda uma eleição na Venezuela que foi comprovada a fraude com voto impresso, né? Uma palavrinha que você não pode nem falar muito aqui, senão civ, né? Um comprovante e físico ao lado da oreletrônica foi o que desmascarou a eleição na Venezuela. E o Lula faz o quê? O PT reconhece a eleição do Maduro, que eles são a favor da ditadura. Então ele se ele ele se relaciona bem com aqueles países que são comandados pelo foro de São Paulo, né, que o Brasil ajudou com dinheiro nosso,
▶ 00:32:43 recurso público dos nossos impostos, ele acaba ajudando outros presidentes a se elegerem em outros lugares. >> Eu entendi. Mas o Trump abraçou ele? >> Não, abraçou quem? >> O Lula. Pelo menos foi o Trump deu um tapinha lá. >> Abou. Eu só não vi ainda o que é que o o que é que o o Trump botou na mesa que o Lula ainda não entregou, que tem que entregar, né? Senão pode dar ruim. O, eu queria saber qual vai ser o seu comportamento em relação ao STF, caso o senhor seja eleito. >> Olha, eu acho que a gente tem que, o caminho tá sério, tá pela política. Não tem jeito. Esse país tem que voltar a respeitar a Constituição, tem que voltar a respeitar a lei. É só isso. A gente
▶ 00:33:15 tem que a lei tem que valer para todo mundo. Você não tem que eh usar a lei para proteger bandidos e usar a lei para para torturar a lei para ela condenar para condenar inocentes, como é o caso do presidente Bolsonaro. Então assim, hoje banalizou as interpretações. Eu acho que tem sim que haver um um uma redemocratização do nosso país. Isso só vai acontecer pelo Congresso Nacional, que é quem faz as leis. Eu acho que não tem a a não tem que ter uma briga institucional, não tem que ir pro confronto. Eu me eu converso bem, as
▶ 00:33:45 pessoas me colocam numa prateleheira ali em Brasília, Léo, com relação a a essa postura institucional que é uma prateleheira de respeito, mas assim, tem que respeitar também o poder legislativo que hoje não tá sendo respeitado. >> A Mônica P tem uma pergunta agora lá da redação. >> Eu queria falar sobre segurança pública, senador, que é algo que me interessa muito e eu sei que é uma das bandeiras do senhor, né? Eh, você encontra o senador, o que pode fazer de concreto para mudar o que a gente vê hoje, que assim, a sensação que eu tenho como cidadã que as leis, tudo que acontece
▶ 00:34:16 protegem muito mais os bandidos do que os cidadãos de bem, né? >> Você tem razão, Mônica que a gente já fez muito. Eu fui o relator do projeto de lei que acabou com as saidinhas em feriados de marginais. Eu sou autor da PEC mais antiga que tem no Congresso para redução da maioridade penal. A gente acabou de aprovar um grande pacote de antifacções que contou ali com algumas ideias de projetos de lei que eu tinha que a gente conseguiu colocar num num numa lei só para provar de uma vez que vai acabar com essa porta giratória
▶ 00:34:47 de audiência de custódia. Esses marginais sabe que estão aí roubando telefone do celular todos os dias. Os caras rouba dois, três, cinco por dia, vai às vezes mais de duas vezes preso no mesmo dia pra delegacia e sai na audiência de custódia com essa mudança na lei que a gente tá fazendo, isso não vai mais acontecer. A gente tá colocando uma pena gigantesca para o simples fato de um marginal pertencer a uma organização criminosa. Então, se ele pertence ao PC, se ele pertence ao comando vermelho, independente de quais os crimes aqui ali são praticados, ele
▶ 00:35:17 já vai partir de uma pena mínima de 15 anos, se não me engano, que é o que tá no projeto de lei. A gente criou um crime autônomo de porte ilegal de fuzil. O que que é isso? Hoje em dia, um traficante de drogas que é pego com fuzil, Léo, ele responde pela pela pelo pelo crime de tráfico de drogas e pega o aumentozinho da pena por causa do fuzil, porque infelizmente o judiciário começou a interpretar, Mônica, que esse crime do porte legal de fuzil era absorvido pelo crime de tráfico de drogas. O que que a gente fez na lei? Olha, você vai responder pelo crime de tráfico de
▶ 00:35:48 drogas mais o crime de de tráf de de porte ilegal de fuzil com a pena mínima de 20 anos. Então assim, e a gente tá aumentando as penas pros crimes de milícia. Tem uma série de miras que foram feitas já nesse pacote que nós já aprovamos. Vamos ver agora se o Lula vai vetar ou se ele vai transformar em lei. Que eu tenho a convicção que muito em breve esses marginais saindo do convívio em sociedade com a gente vão roubar muito menos, vão assaltar muito menos, vão assaltar muito menos porque vão estar presos. E aquele
▶ 00:36:19 marginal que resolver enfrentar os nossos policiais vão ser neutralizados. É isso que a gente tem que colocar também na legislação, porque é assim, em qualquer lugar do mundo, a gente tem que resgatar a autoridade dos nossos policiais e o marginal tem que entender que ele tem que respeitar sim, tem que ter medo da polícia assim e o policial que neutraliza um marginal desse não tem que ser investigado, tem que ser condecorado. E é isso que a gente vai continuar defendendo. >> Janina, como é que tá o chat? O chat tá empolvorosa. Eu ia fazer uma pergunta, mas eu olho aqui. Ah, porque tem muitos
▶ 00:36:50 fãs dele aqui. 94 e >> eu sei que é 94.000. Vou falar 94.000. E aqui estão assim, tando parabéns, >> estão me criticando porque eu tô fazendo muita pergunta. Não, >> não, não critica lá não. >> Eh, Léo Dia sensacional, porém precisa mudar algum da equipe, tipo eu. [risadas] >> Léo Di não pessoal. par sendo super bem tratado aqui. >> Olha, eu sou a gente a gente trata bem as pessoas. Sim, senhor. Me desculpa se
▶ 00:37:20 eu sou, mas eu tenho, >> eu tenho que fazer pergunta e a gente tem um roteiro. Só que assim, quando o senhor fala, ah, Venezuela, eu tenho que falar mais o Trump, eu tenho que falar, senhor. Entendi, senhor. Tá acostumado? >> Não, eu sou só te mostrando que você tá errado. Tá aqui debatendo. >> Não, mas a gente mas a gente se entendeu. >> É só que o tom não precisa ser um tom agressivo. Amiguinha, >> amiguinha. Tá, toca aqui. Ele é 30 de abril. Eu vi que ele não é a pergunta. >> Você é taurino? >> Sou taurino. >> Ah, você é taurino? Eu também sou taurino. >> Mostrando o microfone aí, galera. Tá, >> tem problema mostrar o microfone.
▶ 00:37:50 Microfone existou. >> Ah, desconectou. Não tá bem aí, diretora? Tá funcionando bem. Deixa eu te falar. Mônica quer falar também. Eu queria que você visse perguntas aí no chat. >> Ah, gente, pessoal, mande perguntas. Vocês estão mandando só elogio. Mande perguntas, por favor. >> Fala aí se eu sou bonito ou se eu sou feio. Fala. >> Eu tenho uma curiosidade de vida pessoal. Pode, >> po. É, vai. Não, é tranquilo, é tranquilo. [risadas] Eu sei que você tá super acostumado, mas como toda essa super exposição, essa porrada que tem de todos os lados, enfim, como se impacta na sua vida pessoal? Como você se protege, protege
▶ 00:38:21 as suas filhas? >> Mônica, com muita fé, joelhinho no chão, eh, cobertura espiritual, pedindo a Deus para nos para nos ajudar, porque não é fácil, >> é muita pancadaria, como você falou. E eu acho que eu encaro isso também como uma guerra espiritual que a gente vive, tá? Tem muita gente que trabalha espiritual. É, tem gente que trabalha com coisas ali que não não mundo espiritual que não são legais. >> Entendi. >> É, que pedem o mal pras pessoas, né? Que fazem alguns rituais para pr para que as pessoas >> Acho, acredito. >> Eu acho que não. Eu tenho certeza que existe esse mundo, né? Que eu que eu
▶ 00:38:52 entendo como mundo do mal, vamos colocar assim. Então assim, eu busco a minha fé, né, para me proteger das pessoas que querem o meu mal, que buscam o mundo espiritual para fazer mal a mim, a minha família. >> Com orações, com leitura. Eu sou, eu sou evangélico. Eu sou evangélico. >> Eu sou, comecei na igreja batista. Hoje eu tô na comunidade das nações, lá com o pastor Pedro, como JB, frequento, >> minha família também. É isso que eu acho que isso que fortalece minha família e protege, porque seu irmão postou >> que é meio chocante do seu pai com
▶ 00:39:23 soluços, >> né? O senhor o senhor sabia que ele ia postar? >> Não, não sabia assim. Na verdade, o Carlos posta o vídeo porque assim tava indignado, né, com esse negócio do Alexandre de Moraes ficar duvidando do médico do do meu pai, cara. O Leandro Cheni que é um médico renomado aqui do do Einstein, dos melhores hospitais do Brasil. Então o médico quando fala alguma coisa, o juiz tem que obedecer, não tem que duvidar do médico, né? Então para mostrar que ele realmente tá com esse problema que virou crônico, porque o cara dorme, o cara dorme com soluço,
▶ 00:39:54 cara. A gente, a gente com soluço acordado já é ruim. Você imagina ele dormindo, e esse é o nosso medo, ele dormindo, ele tem algum refluxo, broncoaspirar e o líquido do estômago para o pulmão, isso resulta em morte. Então essa é a preocupação nossa. A gente não quer que meu pai morra na cadeia e parece que tem gente que quer que ele morra na cadeia. Então o Carlos solta esse vídeo para exatamente para mostrar ali que, pô, olha, é grave o problema, vamos tratar com seriedade. >> Naquela, naquela entrevista que eu fiz lá em Brasília, você tava presente, >> sim. Eu vi uma preocupação muito grande da equipe dizendo que assim, se ele
▶ 00:40:24 fosse, ele não tinha sido preso ainda, que se ele fosse preso, vocês tinham uma preocupação enorme em relação à vida dele. >> Sim, sim. >> Eu queria teria qual o grau de preocupação que você tem em relação a quanto tempo seu pai ficar permanecendo? >> Olha, tentaram matar o meu pai com uma facada na campanha de 18. >> Claro, eu tenho preocupação com a minha agora. Já tô reforçando a minha segurança. Então assim, vou me proteger além da da cobertura espiritual que eu busco, fazer minha parte aqui também reforçando a minha segurança e eu tenho >> Sen com segurança? >> Ando estão aqui fora, estão aqui.
▶ 00:40:55 >> Ah, eu ia perguntar isso. Eles v >> eles estão aqui, tá? Então assim, a gente é uma coisa ruim, né? Atrapalha a minha privacidade, >> né? Eu quero passear com as minhas filhas pra gente ir no carro conversando, não dá. Tem que ter alguém na escolta ouvindo a conversa. Quer dizer, isso restringe. >> Senador, tem duas razão, só deixa acabar de falar. É, então acho que assim eh eh porque meu pai tem a preocupação sim, nós temos também, mas >> de que aconteça alguma coisa com relação à vida dele lá, se coloca ele num presídio normal, por exemplo, né? Se tiver uma rebelião, podem buscar, podem
▶ 00:41:25 fazer a rebelião para a para acabar o serviço e começaram lá em Ju de Fora com a facada. O meu pai não tá comendo nada, nem bebendo nada que venha, que seja fornecido ali por terceiros. >> Não é desconfiança de policial federal, mas ele não sabe qual a origem daquela comida, qual a origem daquela água. Porque a família vai toda semana, todo dia, de manhã, de tarde, de noite, levar a comida que ele consome, levar o líquido que ele bebe, não consome, até porque a dieta dele tem que ser especial por causa do fluo intestinal. Mas também tem medo. >> Mas tem esse medo, claro que tem. Eu também tenho. Eu tenho medo. Eu tenho medo, verdade, tenho medo. Porque essas
▶ 00:41:56 pessoas, >> como é que o senhor vive? Só para entender, o senhor não pode sair daqui para um restaurante? >> Não, eu posso. Eu vou. Agora onde ele tá. Não, >> você concorda? Não, eu, eu eu tenho da vida social >> assim, eu tenho que ir para um restaurante com segurança, com escolta. né? Enfim, eu não deixo de fazer essas coisas. Vou pro cinema, tenho que me programar para ir junto a junto junto à escolta, tem que ir de carro blindado. Dependendo do local que você vai, você vai com a segurança mais reforçada ainda. >> Mesmo em Brasília. >> Mesmo em Brasília. Mesmo em Brasília. >> Posso fazer pergunta aqui do chat? Porque só só mais uma coisa aqui, porque olha, olha os exemplos que tem no mundo.
▶ 00:42:27 Sempre quando tentam assassinar alguém que tá colocando uma candidatura, alguém que tá na posição estratégica num país, sempre a vítima é alguém de direita. Então eu não vou baixar guarda, eu vou vou me cuidar porque esse é o modos operante da extrema esquerda em vários locais do mundo, né? E aqui no Brasil tentaram matar meu pai, o cara era um ex-integrante do PessoL. É um partido político, Léo, né? Tentaram matar o Trump lá nos Estados Unidos, tentaram matar um monte de gente, um monte de lugar e sempre a vítima é de direito. Então é uma preocupação real que eu tenho e tô tomando meus cuidados. >> Senador, vou fazer duas perguntas já direto. Acabou de sumir aqui. Eh, um tá
▶ 00:43:00 perguntando: "O que que o senhor acha do Nicolas?" Eh, Rafael Moreira tava perguntando o que que o senhor acha do Nicolas e me fugiu aqui. Eu acho que é a Cláudia que perguntou. Cláudia, você me corrija. O senhor falou, tá gostando da entrevista, do jeito que o senhor tá falando, mas eh não concorda com o fato de que o seu irmão não atrapalhou a sua, não pode atrapalhar a sua pré-candidatura? >> Não. Vamos por parte. Primeiro Nicolas, eu acho que ele é uma uma das maiores revelações da política brasileira, um
▶ 00:43:31 cara de direita, tá junto com a gente, leal, e que virou e virou uma grande referência, em especial no público mais jovem, né? Então, para o Nicolas, eu eu acho que ele é um, né, um é um diamante bruto nosso ali, que vai [música] sendo lapidado, cada dia ele vai estar melhor e também tem um papel muito importante nessas eleições de 26, né? Eu conto muito com ele. E aí com relação ao meu irmão, ele fica, você tem que entender que ele tá numa situação, tá longe da família. Ele foi para passar uma semana com uma mala com a família nos Estados Unidos, quando percebeu que ia ser
▶ 00:44:01 sacaneado, que ia ter o passaporte apreendido, que logo logo estaria preso também, mesmo sem ter cometido crime nenhum, opta por ficar lá, quer dizer, muda completamente a vida dele. Ele tá à distância vendo o pai passando pelo que tá passando aqui no Brasil. Os filhos deles, os filhos do Eduardo, a GG e o Kik, não podem conviver com o pai, com o avô, melhor dizendo, com com meu com o meu pai. O meu pai não pode conviver com esses dois netos. Quer dizer, é uma situação muito muito ruim, é muito
▶ 00:44:31 estressante e ele tá lá fazendo o que ele acha melhor para alcançar essa essa a liberdade aqui no nosso Brasil, algum nível de normalidade que a gente sabe que não existe. Então o Eduardo foi um dos maiores entusiastas quando meu pai anuncia o meu nome como pré-candidato. Foi o primeiro ali a manifestar todo o apoio, suporte e eu tenho certeza que ele vai me ajudar muito ainda nessas agendas internacionais que eu terei que fazer, porque ele é um craque nessa área. >> Aliás, o que o senhor faria diferente do seu pai? Eu acho que assim, eu eu com relação à imprensa, eu acho que por
▶ 00:45:02 eu ser por eu ter esse perfil, eu conversaria mais >> mais conciliador, >> mais conciliador. Eu acho que ele tinha que ter mostrado as coisas boas do governo dele e com propaganda, inclusive, né? Não desse jeito absurdo como o Lula faz, mas dando mais publicidade, porque não adianta, isso faz parte do processo de consolidação das políticas públicas que são boas pro governo, boas pra população, >> né? e acho que teria comprado menos briga, tanta briga ao mesmo tempo. >> Então, se a gente pedisse pro senhor apontar um erro >> estratégico do governo Bolsonaro,
▶ 00:45:32 >> eu acho que esse >> não é do Bolsonaro, mas do governo Bolsonaro, um erro, qual foi o maior? Para mim foi a a comunicação mesmo, >> a comunicação, >> porque ele fez tanta coisa boa e comunicou errado e e acabou que a população entendeu de uma forma diferente ou ele deu motivo para distorcerem o que ele tava falando. Olha, a maior fake news dessa campanha foi aquela aquela de ele simulando falta de ar na pandemia, como se ele tivesse zombando das pessoas com doença. Aí você vai ver o vídeo, era o contrário. Ele tava brabo com o ministro da saúde porque o ministro da saúde falava: "Ó, espera sentir falta de ar para depois ir
▶ 00:46:03 pro hospital". Aí ele fez aqui, olha, vai esperar ficar desse jeito para ir pro hospital. Não, vai logo, sentiu o primeiro sintoma, vai pro hospital logo para ver se o médico não faz algum tratamento que vai salvar sua vida. Vai, vai esperar ficar sem faltas de ar e ir pro hospital para morrer. Não, >> mas às vezes usar as palavras erradas, >> entendeu? Mas aí você viu como é que pega um recorte, pega um recorte. É, o que vale hoje é muito recorte. Mas a Mônica tem uma pergunta, depois eu quero fazer uma outra pro senhor. >> É uma pergunta do nosso super chat, tá? É o Antônio Braga. Ele pergunta: "Flávio, aqui na Bahia a máquina petista
▶ 00:46:33 é muito forte. Como você pretende expandir os votos da direita no meu estado e no Nordeste?" >> Olha, com a verdade, né? Você que mora na Bahia, vocês são governados pela esquerda há 20 anos. O que que melhorou na sua vida? Olha como é que tá a sua segurança pública. Você consegue sair na rua? Você tá vendo a sua cidade ser dominada por narcoterroristas? Você tá conseguindo emprego? Você precisa do Bolsa Família de R$ 600 para ter o que comer? E você acha isso bom? Então você vai ter, você vai ter dois caminhos. Você você costuma, costumo ver
▶ 00:47:04 muita gente da Bahia falando o seguinte: "Ah, eu devo tudo que eu tenho ao Lula". Aí você vai ver o que a pessoa tem, a pessoa mora numa palafita, o filho dela brinca numa numa vala a céu aberto na porta de casa. Ela não consegue arrumar emprego. Quando arruma emprego, ela não tem uma creche para deixar o seu filho, a sua filha para poder ir trabalhar em paz. No meio do caminho, ela pode tomar pistolada na cabeça porque querem roubar o celular e a bolsa dela e o governo não faz nada. Quer dizer assim, ou vocês são sadomás loquistas, quem tá votando na esquerda, né, no governo que tá aí, ou você vota
▶ 00:47:34 no outro governo que é oposição, que é o caminho que nós vamos querer levar, não só paraa Bahia, mas para todo o Brasil de ordem e de prosperidade, que é o que eu vou perseguir todos os dias. Léo, eu não tô fazendo isso por um projeto pessoal. Eu não coloco o meu nome porque ah, quer manter o Bolsonaro, né, na na em evidência. Não é nada disso. Eu tô com uma uma eu tenho uma uma reeleição pro Senado muito bem encaminhada no Rio. Eu tô em primeiro nas pesquisas no Rio. Podia ser candidato a senador, >> sim. Chance grande de me reeleger. 8 anos fazendo o que eu gosto. Eu amo ser
▶ 00:48:04 senador. Eu sou advogado também, sou empresário, mas eu amo ser senador. Tô saindo da minha zona de conforto porque para mim eu sou a pessoa mais preparada e com a consciência do que eu tenho que fazer para mudar, transformar o Brasil de verdade do que os outros. Senão eu ficava na minha zona de conforto. >> Senador, >> Bahia é um desafio. >> É um desafio porque a gente precisa abrir os olhos dessas pessoas. E cada vez mais eu vejo eh pessoas que são nordestinas, que são humildes. E assim, a gente fala nordestino, Léo, mas se você for lá em Queimados, no Rio de Janeiro, assim, é a mesma condição
▶ 00:48:35 desumana de que essas pessoas vivem, é tão pobre quanto, né? Tem vários locais nos interiores dos estados, longe das capitais, nas periferias, como a gente chama, que vivem como pessoas vivem também no Nordeste. Então, assim, com a verdade, eu tenho eu tenho a certeza que eu vou abrir os olhos dessas pessoas. Eu vejo o vídeo, o vídeo deles, eu vi o último muito legal, um cara falando, chamando o Bolsonaro de colírio. Bolsonaro, você é meu colírio, né? Por quê? Porque você abriu meus olhos. Eu voltei a enxergar depois que você trouxe a verdade e eu pude acompanhar pela
▶ 00:49:05 internet um, não. Enfim, eu acho que esse é o caminho, a verdade. O senhor pretende se aproximar de alguma liderança nordestina para se aproximar do Nordeste? Lógico, política, política se faz assim, Léo, e assim entendendo se em determinado momento é bom ou ruim ou tá muita evidência, se é melhor eu tá em menos em menor evidência para [música] que o projeto contra o PT, contra essa esquerda nefasta, ele perca naquele estado. Então assim, eu não tenho nenhum problema de olhar estado por estado, ver qual é a melhor estratégia pensando no
▶ 00:49:35 plano nacional pra gente ganhar governo federal, mas que os estados também consigam se libertar dessa dependência do governo do PT. entender a o seu desafio maior é nordestinos, mulheres e mais pobres. >> Não, eu acho que assim, eh, pelo que as pesquisas indicam com as mulheres, eu te confesso que eu tenho dificuldade de entender porque isso é o que a gente vê em pesquisa qualitativa, é talvez o jeito mais incisivo de falar, aquela coisa mais machão, não sei quê, pode afastar um pouco as mulheres. Eu acho
▶ 00:50:05 que isso eu consigo amenizar um pouco, >> né? Porque eu sou da conversa, eu sou do diálogo, trato bem. Pai, o senhor é bem mais a menos. >> É. E a outra coisa são as pessoas menos escolarizadas. É um recorte importante. E aonde o Lula fala, né, que ele próprio assume. Olha, aí o Lula que falou, não fui eu. Não sei. >> O Lula, o Lula assume, o Lula fala que não pode investir em educação porque as pessoas começam a ficar mais inteligentes, questionam mais o governo dele e param de votar no PT. Ele fala isso,
▶ 00:50:35 >> pô. E a saída do Brasil é oo contrário, tá pela educação. Sabe qual que é meu sonho, Lé? O que que me motiva de verdade, cara? Assim, tem a molecadinha que tá no crime, essa tem que ser pau, não tem jeito. Não vou admitir que um moleque de 14 anos olhe para você, queira te botar uma um revólver na sua cabeça para levar o seu anel, levar o seu brinco. Tem que ser tratado como bandido que ele sabe o que tá fazendo, então tem que responder na lei como um adulto. Concorda? Beleza? Agora aquele menor de idade que realmente não tem oportunidade, com meu sonho, cara, é pegar na mão desse moleque, vai aprender português, matemática, ciências, vai
▶ 00:51:07 aprender empreendedorismo, matemática financeira e eu vou pegar na mão desse moleque, Léo, eu vou levar até ele ter uma carteira de trabalho ou ele abrir a própria empresa dele para não depender de político nenhum. É isso que tá faltando. Isso sabe por que que não fazem? Porque demora tempo isso demora 10 anos, 15 anos. Portanto, um dinheiro que eu vou botar aqui agora na educação básica só vai dar resultado daqui a 10 anos. Então, no governo de um outro presidente da República. Então, qual tem sido a regra? Não bota dinheiro para
▶ 00:51:37 essa molecada, porque tem muito recurso para educação, mas é investido para formar militante e não para formar cidadãos. Esse é o ponto. >> As as mulheres eh não votam eh você lê a pesquisa, a hora que você lê, né, destrinche a pesquisa, [música] as mulheres não gostam de violência, né? Elas acham que essa coisa de violência, não só de segurança, mas de incentivar o uso à arma, né? Elas não gostam desse discurso forte, né? Porque muitos homens usam isso para ter vê no chat isso aí, ó. Mulherada no chat. Fala aí como é que
▶ 00:52:07 você é isso. >> Não, no chat chat. Não é assim no chat. Tô falando das pesquisas, senador. O senhor entendeu? nas pesquisas. Não, não, mas o senhor falou de pesquisa também. Destrinchando, destrinchando as pesquisas, você entende que as mulheres não gostam de violência. E destrinchando as pesquisas também o senhor vê que os mais escolarizados é que votam na esquerda. Então eu gostaria que o senhor explicasse um pouquinho isso contar. Não, não, ao contrário, éo contrário. >> Eu eu vi eu vi escolarizado. Eu vi os mais escolarizados votando na esquerda, mas se não for isso, depois eu me corrijo. Mas me fala primeiro dessa
▶ 00:52:38 questão da violência. Eu fui perguntar porque qual é a câmera minha aqui levar essa aqui. Você que é mulher tá me assistindo aí agora, >> pode fechar nele. >> Se tem se tem um estuprador na sua casa, >> você quer ter uma lei para falar que esse estuprador, né, tem que ficar e tem que morrer na cadeia, tem que ser punido ou você quer ter uma arma para você se defender e dar um tiro no meio de um vagabundo desse que invade a sua casa e vai te estuprar na covardia? Isso é ser violento ou isso é defender direitos humanos pras vítimas? Falou assim: "O meu raciocínio é muito simples, Léo. Eu vou tratar a minha
▶ 00:53:10 campanha quando, né, meu nome é uma formalidade eleitoral, né? Quando meu nome foi escolhido pelo partido para ser o candidato à presidência da República. E dessa forma que eu vou encarar a segurança pública com firmeza. É diferente de violência. Eu não tô defendendo enfiar porrada em ninguém, torturar ninguém. Eu tô defendendo que a gente tenha uma mentalidade que proteja de verdade as vítimas, em especial as mulheres. Porque os caras são covardes. Por que que o cara prefere assaltar uma senha oridosa? Porque vai, oferece menos resistência. Se ele tem uma casa que ele vai assaltar e sabe que naquela casa tem
▶ 00:53:40 uma arma, uma pessoa legalmente armada ali, ele vai preferir assaltar esta casa ou a casa do lado, entendeu? É, é, é o senso de oportunidade que o que o marginal tem. Então, a gente não tem que ter pena, não. É pau mesmo. >> Deixa eu falar uma coisa, vou tocar num assunto delicado. Pode. >> Hum. >> Vai, manda brasa. >> O senhor foi questionado já diversas vezes sobre a evolução do seu patrimônio. >> Uhum. sobre a franquia de chocolates e sobre a compra de imóveis de alto valor. Eu queria entender qual é o seu patrimônio e por essa evolução tão
▶ 00:54:10 rápida. >> Eu em 16 anos de política, era eu tinha quatro mandatos de deputado. Nunca teve uma vírgula contra mim. Bastou Jair Messias Bolsonaro se eleger presidente da República para começar esse inferno em cima de mim. Porque é natural do sistema. Eles querem, eles procuram deixar você sempre refém de alguma situação. Olha, quebraram o meu sigilo bancário 11 anos para trás. Imagina se pegam a sua conta bancária, a sua vida financeira 11 anos para trás. Você tem que explicar tudo que você fez. Fizeram isso comigo. O que que acharam? Nada.
▶ 00:54:41 Ouviram dezenas, mais de 40 ex-assessores meus. Sabe qu sabe quantos falaram que eu fiz alguma coisa errada, que eu pedia dinheiro para empregar ou pedia para devolver dinheiro? Zero. Nenhum. Ô, Léo, eu nunca nunca começou um processo criminal contra mim. Você acredita nisso? Nunca começou. Foi aquela espuma toda com a imprensa batendo sem parar. Nunca iniciou um processo criminal contra mim. Então, assim, a maior e maior prova de idoneidade da minha vida, que o meu patrimônio é compatível com a minha renda foi essa investigação. Eu sou
▶ 00:55:12 acusado de comprar uma casa em Brasília. Cara, eu fui no banco, peguei um financiamento, amigo. Você tá entendendo que me acusam de ter comprado uma mansão? >> Essa essa esse imóvel de alto valor é essa casa. >> Essa casa em Brasília que inclusive uma uma deputada do PT >> entrou foi quase 6 milhões na época. Uma deputada do PT entrou contra mim na justiça e não tem dois meses foi arquivado. Mais uma prova de que eu sou uma pessoa honesta e correta. Digo mais, ó, vocês que estão me assistindo, eu vou ser o eu vou fazer um tesouraço em várias áreas. vai ser tesouraça, começar
▶ 00:55:43 com a corrupção que a gente vê no governo Lula. Isso é que faz as pessoas que precisam do governo se darem mal. Porque quando fala que bota um, o Lula bota o advogado dele para ser o presidente dos correios, daquele grupo prerrogativas, sabia que o Correios era presidido pelo grupo prerrogativas, advogados do Lula? Rombo de R bilhões de reais, Léo. Aí tem que o governo pegar e botar R bilhões de reais lá nos correios para fechar a conta. É um dinheiro que não vai para construir, por exemplo, uma habitação popular. Sabe quantas casas
▶ 00:56:14 dava para construir com R$ 20 bilhõesais? 134.000 casas. Você que vive, você que vive de aluguel hoje >> e cobra do governo uma ação para você ter a sua casa própria, sabe por que que você não tem? Porque o governo Lula faz isso aí, ó. Desvia o dinheiro. Então vai ser tesouraço na corrupção, vai ser tesouraço em impostos. O governo Lula cria cria ou aumenta impostos, Léo, um imposto a cada 37 dias. Isso é surreal, isso é revoltante. Tem que ter tesouraço
▶ 00:56:44 também na parte de imposto. Então assim, é assim que eu pretendo encarar, se Deus quiser, tive a oportunidade. >> Mônica, tem pergunta super chat, né, Mônica? >> Super chat é um assunto que muito nos interessa, que são redes sociais. O Gustavo Lima, não é o nosso Gustavo Lima, outro Gustavo Lima, ele pergunta o seguinte: "O presidente Bolsonaro está proibido de acessar o Instagram. Você pensa em usar o Instagram dele para propaganda política ou está proibido de qualquer um usar? >> Não, pela, né, pela decisão, né, algo que também não tá na lei, mas ele, o presidente Bolsonaro, suas redes estão
▶ 00:57:14 bloqueados. Eu quero aproveitar a oportunidade, você que segue o Jair Bolsonaro em todas as gente, passe a seguir o @fláviobolsonaro em todas as, porque ali a gente vai continuar mantendo viva não apenas a imagem do Bolsonaro, mas todos os princípios que ele ajudou o Brasil a se orgulhar novamente de Deus, pátria, família, liberdade. Ali você vai ver a verdade. Então siga aí o @FlávioBolsonaro. Eu espero que em breve as redes do meu pai estejam desbloqueadas. Se o senhor não for candidato em 26.
▶ 00:57:45 Vamos trabalhar com essa hipótese. Só, só uma brincadeirinha, pode ser? >> É uma hipótese impossível, mas vai lá. >> Vamos embora. Vamos fazer aquelas brincadeiras de internet, sabe? >> Depende, né? Mas >> Tarcísio ou Ratinho Júnior? >> Dois bons nomes. Não vou, não tenho, não vou escolher. Não vou escolher. >> Po, escolher. Tarcísio ou Caiado. >> Ah, não vou escolher nenhum desses. Isso é tudo Flávio Bolsonaro. >> Flávio Bolsonaro. >> Ô senador, ele >> só abre mão para um. Só abre mão para um. Qual? >> Jair Messias Bolsonaro. >> Sério mesmo? >> Olha só. E a gente vai ver esse vídeo em
▶ 00:58:15 abril, em junho. E aí? >> Aí vocês vão ver lá que vai ser o Flávio Bolsonaro ou Jair Bolsonaro. >> Senhor está garantindo. Olha aquela câmera de garant aqui, ó. Eu estou garantindo. Flávio Bolsonaro só abre mão da candidatura, da pré-candidatura à presidência da República para Jair Messias Bolsonaro. Portanto, teremos Bolsonaro nas urnas em 2026. >> Ah, o sobrenome vai tá, né? [risadas] Ô senador, eh, um dos problemas do senhor do do seu pai >> foi a pandemia, né? A pandemia, muita gente eh a a vacina demorou para chegar.
▶ 00:58:48 Eh, havia um discurso sim contra a falando que a COVID era uma gripezinha. A gente viu isso, senador. Eh, o senhor é a favor da ciência, o senhor faria diferente do seu pai? >> Olha, eu primeiro vamos fazer uma, vamos resgatar a verdade aqui. >> Ah, o senhor falou, é, pode falar. O o foi o Bolsonaro que garantiu vacina para todo mundo, tá? Todo mundo que tomou vacina aqui, quem comprou foi Jair Messias Bolsonaro. Ele só falou o seguinte: "Quem quiser tomar, toma". Quem não quiser não toma porque ele não queria vacina obrigatória, porque de fato essa vacina não foi testada antes
▶ 00:59:19 de ser usada nos seres humanos. Isso é um fato. E a preocupação dele como líder da nação era com os efeitos colaterais disso. Então olha só, >> hã, >> ele alertou aí, que eu acho que foi o ponto que ele podia ter melhorado, ele alertou os efeitos colaterais e tal, tal, tal. botou a posição dele, comprou as vacinas, quem quis tomar, quem quis tomar, tomou, tava lá disponível. Ele continua insistindo em em falar, enfim, em falar contra a vacina. Agora eu tomei vacina para COVID, eu tomei duas doses de Astrazênica. >> Uhum. >> E hoje em dia Astrazênica saiu de
▶ 00:59:50 circulação por causa dos efeitos colaterais. Você tá me entendendo? >> Senhor, teve algum? Olha, eu a eu não, mas a minha esposa teve um problema no coração. Eu nunca vou saber se é da vacina ou se é do vírus da Covid. >> Eu senti, eu senti, ela ela teve, eu senti uma, >> uma, eu às vezes ten um problema de lembrar nomes que eu não, isso não acontecia comigo. Eu já não sei se a idade que tá chegando, né? ou se alguma coisa relacionada 44 senador. >> É, eu já não tô mais novo para ser
▶ 01:00:20 chamado de jovem, nem tão velho para ser chamado de idoso. Eu tô no meio barro, meio tijolo. >> Mas assim, eh, então assim, o Brasil na COVID com o presidente Bolsonaro teve o PIB maior do que o da China. Quando que você viu isso? Tem, tu tem 35 anos, Léo. >> O PIB da China sempre foi marco do Brasil na pandemia com o presidente Bolsonaro. O PIB do Brasil foi marco da China. A inflação no Brasil foi menor do que a inflação nos Estados Unidos. Nós batemos aqui recorde de carteira de trabalho assinado, 100 milhões de carteira de trabalho assinado com o
▶ 01:00:50 Bolsonaro pós pandemia. Então a economia voltou em ver, como o Paulo Guedes sempre dizia, nós viemos referência no mundo na parte econômica com relação à COVID. Nós fomos elogiados pela Organização Mundial de Saúde, aquele T do Zanão, pela forma como foi conduzida aqui a a pandemia pelo presidente Bolsonaro. Então olha só, a o Bolsonaro matou 700.000 pessoas. Não, morreu gente nos Estados Unidos, morreu gente na China, morreu gente em tudo quant é lugar. E a culpa das pessoas que morreram nesses outros países é do Bolsonaro ou é do vírus? E por que que
▶ 01:01:20 só aqui no Brasil a culpa é do Bolsonaro? Então foi uma narrativa que foi se consolidando e mais uma vez eu acho que essa super exposição é uma uma uma possibilidade que eu tenho, é uma para poder esclarecer todas essas situações com verdade, trazendo aqui fatos e dados. Senador. Eh, eu assisti, eh, foi o Dória, a primeira vacina a gente soltou fogos aqui em São Paulo quando Dória trouxe o seu o seu pai não queria essa vacina porque era a vacina da China, né? Depois veio a do Butantã.
▶ 01:01:50 Foi no dia 21, depois é que chegou pro Brasil, 21 de janeiro. >> Foi no dia 17 de janeiro. >> Janeiro, depois é que chegou. Primeiro aqui foi o Dó assistiu. >> Prim vacina. A primeira vacina aplicada no mundo foi em 8 de dezembro, se não me engano, na Inglaterra. >> Tá, mas eu falo >> portanto ó, 8 de dezembro, né? Virou o ano 17 de janeiro. Assim que a Anvisa autorizou, homologou a vacina, no mesmo dia tava sendo aplicada uma vacina no braço do do primeira brasileira que foi uma vacina comprada pelo presidente Bolsonaro. Mas que o Dória subiu no palanque na né, para botar máscara, chorar. Ô meu Deus, que bonitinho. Se
▶ 01:02:22 apropriando de uma coisa que ele não fez. >> Então isso é só é bom restabelecer a verdade. >> Deixa eu fazer uma pergunta. Eh, porque é o seguinte, só voltando à questão do SBT News, que o Fábio Faria está negando que qualquer pessoa tenha tenha desconvidado o senhor. >> Eu não falei o nome do Faria em momento nenhum. >> Não, não. Qualquer pessoa do SBT disse que ninguém chegou pro senhor e falou para não ir. Ah, >> não falo com todas as letras, mas eu sou, eu não sou burro, né? Eu eu compreendi, mas também não tô falando
▶ 01:02:53 que foi Fábio Faria. Não, >> não, né? >> O senhor mantém relação com Fábio? Não, eu gosto dele, não tenho problema nenhum com ele. Mas assim, que Deus ilumine ele na condução desse desse SBT News, que, pô, peço a Deus que seja um canal importante de comunicação, um canal de verdade e de verdade >> que traga os fatos, que não sofra prepões externas como vários sofrem hoje em dia, né? Porque o jornalismo é isso, né? O bonito do jornalismo é isso, né? Não ter medo de falar, >> é >> de divulgar o fato. Enfim, eu acho que é isso é que traz a credibilidade para um veículo, isso que vai fazer o veículo
▶ 01:03:23 crescer. Carla Zambelli, o senhor quer comentar a renúncia dela? Carlos Abel, para mim uma perseguida política como tantos outros, como é o presidente Bolsonaro, como é o Eduardo Bolsonaro, mais uma vez carregaram na tinta nas condenações sobre ela, então assim, ela ela foi numa numa tentativa desesperada de ir pra Itália, tá lá presa. Eu fui visitar a Carla dentro do presídio lá na Itália, tá na cela, tá na tranca também, com pessoas ali que são perigosas no mesmo na mesma cela que ela ou no mesmo andar que ela que ela se
▶ 01:03:54 encontra. E mais uma vez, eu peço aqui de público mais uma vez pro governo italiano, que é quem vai ter a palavra final sobre se deporta ela pro Brasil ou não, que mantenha a Carla na Itália, porque ela é uma cidadã italiana, ela é uma perseguida política e se acontecer dela voltar para cá, vai estar jogando ela, né, de volta pras mãos do seu algós aqui e ela não vai ter um julgamento justo. >> Mas senador, o senhor é a favor de quem comete crime? Olha, claro que eu sou eu sou contra quem comete crime, mas assim,
▶ 01:04:24 a gente tem que entender em que condições está acontecendo com relação a esses crimes políticos que a gente tá falando aqui, né? Porque assim, tô te falando, Jair Bolsonaro tá preso, cometeu algum crime, não. >> Mas a Carla Zambella, ela invadiu eh o Ministério da Justiça com hacker. Isso foi comprovado. Ela foi condenada por isso e ela foi condenada também por por uma deputada federal que quase 1 milhão de votos. Ela foi condenada por perseguir armada um opositor aqui em São Paulo. Ela cometeu crime. Ela foi
▶ 01:04:54 condenada por esses dois eh senador. >> As duas situações aqui, ó. Uma foi a palavra de um hacker mentiroso de Araraquara contra ela. Tem nada no processo lá que indique mais. A vontade de condenar uma bolsonarista prevaleceu, foi condenada aqui. E o outro foi um cara que veio para cima dela, ela foi se defender. Aí a forma como ela ela agiu, eu acho que foi excessiva. É verdade. >> Prejudicou demais. Eu acho que teve pode ter o que mais prejudicou eleição do seu pai, >> mas o que mais prejudicou foi foi a atuação do TSE que foi completamente parcial, desequilibrada durante a
▶ 01:05:26 campanha. Então você veja as duas situações da Carla. Para mim se fosse um julgamento justo que ela tivesse passado, ela ia ser absorvida dos dois. >> Alexia mandou uma atualização aqui de uma pergunta que eu ia fazer. PL suspende apoio a Ciro Gomes após críticas de Michele, porque o Ciro Gomes lá no Ceará, provavelmente vai ser candidato a governador do Ceará, tentou se aproximar do PL e a Michele foi contra porque o Ciro Gomes ofendeu muito o seu pai nas palavras dela. O senhor é contra essa união do PL lá no Ceará com
▶ 01:05:56 Ciro Gomes? >> Olha, eu acho que ali o que eu critiquei foi a forma como aconteceu, né? Uma lavagem de roupa suja em público >> e o que estava sendo construído ali no Ceará. E óbvio que o Ciro, ninguém ama o Ciro, né? O Ciro é um cara que, enfim, não vou nem ficar adjetivando, mas sempre foi contra a gente, né? Fala, comete calúnias o tempo inteiro contra a gente, mas ali o que tava sendo conversado era uma alguma união, né? Alguma formatação contra o PT, porque é o momento que o Ciro tá contra o PT no Ceará. Então, como é que a gente consegue, sem ferir os nossos
▶ 01:06:28 princípios, ter alguma força, alguma composição que ajude a derar, derrotar o governo do PT no Ceará? Isso era isso que estava acontecendo. >> Não tinha absolutamente nenhuma decisão tomada. que o presidente Bolsonaro tinha autorizado, o André Fernandes, que é a nossa o nosso presidente do PL no Ceará, nossa maior liderança no estado, um moleque brilhante, né, que tem um futuro, né, tenho certeza, um futuro muito muito promissor pela frente na política. O Bolsonaro tinha autorizado ele a fazer essas tratativas, estavam
▶ 01:06:58 conversando e aí, enfim, a coisa veio à tona dessa forma e acabou paralisando tudo lá. >> Olha só, a principal notícia hoje, agora nesse momento nos sites do Brasil, eu queria que o senhor comentasse, OK? Caramba. Vai. >> O ministro Alexandre de Moraes determinou a Secretaria Judiciária do STF que envie todos os documentos necessário necessários para extradição de Ramagem. O deputado federal Alexandre Ramagem quer comentar. >> É mais um perseguido político também. Você vê, né? Não tem um de esquerda, né? Não tem um aí que tá sendo tá sendo
▶ 01:07:28 processado por corrupção, por ter roubado dinheiro público, né? Por ter feito qualquer coisa de errado, de verdade grave. é sempre uma perseguição para um campo político e é um cara que se prova que não tem limite. Ele ele ele tinha que ser candidato uma vez na vida para ele ver como é difícil o voto, para para ele ver como é que é difícil ganhar, conquistar confiança de um eleitor para te dar essa procuração para você representá-lo no Congresso Nacional como deputado federal, como senador, porque ele hoje em dia, ô ô ô, Léo, os
▶ 01:07:58 deputados parlamentares são caçados muito mais facilmente que na dita, na chamada ditadura militar. Nem no regime militar acontecia essa caça as bruxas, como acontece, né? As pessoas saíam do país, o pessoal da esquerda explodia aeroporto, sequestrava, matava, a Dilma roubava fuzil em quartel, ia ia fazer roubo de carga lá na Baixada Fluminense com o marido dela. Todo mundo foi o quê? antiado, >> senador. >> A gente está fazendo anichia para essas pessoas apenas falaram ou criticaram alguma coisa no Supremo ou criticaram
▶ 01:08:29 alguma coisa no processo eleitoral e tá esse barata voa que eu acho que é o que eu falo que a gente tem que buscar alguma normalidade, uma redemocratização, porque enquanto continuar essa perseguição, o Brasil não vai conseguir ter um convívio eh aceitável ali, saudável entre quem pensa diferente. Senador, talvez a comparação não tenha sido tão justa, porque na ditadura militar, tanto do militar que terminou em 85, quanto a do Getúlio, as pessoas não poderiam falar como o senhor tá falando aqui. Se fosse contra o governo, o senhor seria preso. >> Falou foi, sabe quando é que a Globo,
▶ 01:09:00 sabe quando é que a Globo foi criada? A Globo foi criada em 1965. >> Eu sei. >> O regime militar começou em 64. A revista Veja foi fundada em 1968 dentro do regime militar. Então assim, eu não quero ficar fazendo defesa. É óbvio que houve os excessos, é óbvio que o Brasil foi para um caminho ruim, porque foi o da radicalização, >> né? E vai e vai agravando, agravando e chega num ponto de ter ali, >> ninguém aqui a favor da ditadura, >> entendeu? Ninguém a favor de ditadura. Então eu não quero que isso aconteça de novo com o meu país. É por isso que eu fico buscando o tempo inteiro alertar as pessoas, fazer o meu trabalho lá no
▶ 01:09:30 Congresso Nacional para que a gente volte à normalidade, porque não dá para não dá para negar que a gente tá em uma situação de anormalidade no Brasil hoje, né? A gente pode falar de rachadinha mesmo. >> Pode perguntar, pode perguntar o que você quiser. Um pouco batido o assunto, mas vamos embora. >> É batido, mas a gente [risadas] sabe que isso vai voltar à tona, não sabe? >> Vai, vai. E é bom, é bom a gente falar agora para as pessoas entenderem aqui. Obrigado pela oportunidade. >> É isso. Porque mesmo não tendo tido nenhuma consequência judicial, eh, ainda ficou muito no imaginário popular a questão da rajadinha. O senhor acha que
▶ 01:10:01 as pessoas não associam o senhor a isso? Mas >> associam. Mas o que eu vou fazer? Eu tô tô explicando. Acabei de falar para você que eu fui investigado 11 anos para trás. Minha vida financeira. O que que acharam? Nada. Ouviram dezenas de de ex-assessores meus. O que é que falaram? Teve alguém que me delatou, alguém que falou que eu pedia dinheiro para alguma coisa? Ninguém. zero. Ao contrário, né, do Lula, que as pessoas falavam que devolvia dinheiro contra o Lula, é o Palosse dizendo que dava dinheiro pro Lula dentro de caixa de sapato, dentro de avião no aeroporto aqui em São Paulo.
▶ 01:10:32 Pessoas fizeram acordo de de de leniência em que empresas devolveram bilhões de reais que foram roubados da Petrobras comigo. Não teve nada disso. Então, mais uma vez, eu eu nunca sequer teve início um processo criminal contra mim, Léo. Então, óbvio que isso aí, olha como é que a narrativa faz um estrago na imagem da pessoa, porque quais foram os maiores escândalos de corrupção do Brasil? 2003 foi o Mençalão, governo Lula. 2007 Petrolão, presidente Lula. 2023,
▶ 01:11:03 roubo dos aposentados do INSS, que é o presidente Lula de novo. Então, o que que eles fazem? Eles tentam me colocar na mesma prateleira de Lula, mas não tem como. Os governos do PT são os mais corruptos da história do Brasil. Não tem como querer me colocar na minha prateleira. E eu mais uma vez, Léo, obrigado a oportunidade para que para eu poder esclarecer isso sempre. >> É isso. Agora a gente tem uma pergunta da Mônica. Agora só para avisar o senhor que já chegamos a 100.000 pessoas. >> 100000. Senador, olha aí o senhor, hein? >> Obrigado aí. Obrigado pelo espaço aí, galera. >> Eu tô esperando aqui a pergunta do super
▶ 01:11:33 chat. Qual que é? Tá, o chat tá perguntando se você pretende chamar o Paulo Guedes caso você seja eleito. >> Olha, eu não sei se ele quer também, né? tem que saber, né? >> Eu sou um fã, eu sou um fã incondicional dele, o que eu tenho dito, porque agora que começam oléu essas essas tratativas de plano de governo, de ouvir os especialistas em cada área e obviamente que eu vou querer ouvir o Paulo Guedes, então não tá no momento de escolher nomes ainda, tá no momento de você montar essa plataforma. O que eu garanto
▶ 01:12:04 na parte econômica é que eu vou montar um time de pessoas padrão Paulo Guedes, que vão ter autonomia para fazer o que tiver que fazer para botar um freio de arrumação nesses gastos públicos que o Brasil tem hoje, tá? E que é um troço assim, o governo Lula é pródigo, gasta muito mais do que tem >> e para fechar conta o cara aumenta imposto, aumenta imposto, aumenta imposto, taxa, taxa, taxa, taxa, quer dizer, ninguém aguenta. Chega uma hora que todo mundo começa a fazer o quê? Só negar. E é o que tá acontecendo com o Brasil a partir de agora. Uma hora é tanto imposto que as pessoas param de
▶ 01:12:35 pagar e a reclaração vai começar a cair e é colapso nas contas do Brasil. >> O que não pode cair é nosso chat. Se inscreva [risadas] no nosso canal, é Léo Dias TV. Somos 100.000. Continue aí essa entrevista não tem hora para terminar ou tem, Léo? >> Vamos ver. O público vai decidir. Deixa eu te falar uma coisa. >> Ratinho, ratinho. >> Vamos, vamos. Mas a gente vai liberar o [risadas] seu ratinho. Quanto tempo? Vê quanto tempo ele precisa ir até Que hora você tem que estar no SBT? >> Tá vendo aqui? Ele que tá me segurando, he? >> Não. Que hora você tem que estar no SBT? Ele falou para mim que eu tenho que chegar lá 15 pras, começa 15 pras 10 na noite. >> 15 pras 10. Ah,
▶ 01:13:05 >> é, mas daqui até lé quanto tempo? Tá, >> é rapidinho. Essa hora eu só falo o seguinte, quanto mais cedo o senhor sair, pior o trânsito. São [risadas] Paulo, São Paulo é bravo. >> Quanto mais tarde vai est tranquilo. Deixa eu só falar uma coisa. Óbvio que o senhor não vai querer falar nomes, mas eu queria um perfil. Vamos escrever um perfil pro seu vice. Seria uma mulher ou seria um homem? Seria um do sul ou um do Nordeste? Seria um do da senhor, vamos trazer um perfil. O que que o senhor preferiria? >> Olha, com relação com relação à mulher,
▶ 01:13:35 o que que eu posso te falar? Eu pego o meu gabinete. Meu gabinete é 60% são mulheres >> e em cargos de comando, tá? A minha a minha chefe de gabinete é mulher, a chefe do meu jurídico é uma mulher, a chefe do meu orçamento é mulher, a chefe do legislativo. Assim, por agora eu tô fazendo uma análise aqui, eu não tinha nem pensado, é tudo assim, é tudo mulher que manda no meu gabinete. E quem é que manda na minha casa? A minha mulher. Quer dizer, eu eu eu adoraria ter uma vice-mulher, porque eu acho que dá um tom ali de mais humanidade, de mais
▶ 01:14:05 delicadeza. Não adianta. O perfil da mulher, via de regra, é aquela que sabe se relacionar melhor com outras pessoas, né? Que trata com mais carinho, com mais humanidade. O o homem via de regra, é o quê? é o trabalho mais braçal, trabalho mais bruto. Então acho que ter uma vice agregaria em muito a uma a uma chapa minha e sem dúvida alguma ajudaria nesse estilo, né, de uma mulher com esse perfil, uma pessoa competente sempre e que possa me ajudar nessa parte política de gerir um país tão grande como o
▶ 01:14:36 nosso, seria muito bem-vindo. >> Michele Bolsonaro não seria uma ótima vice? >> Olha, a o problema da de ser a Michele é porque acaba não somando muito na na parte eleitoral, é mais uma Bolsonaro, né? E e ela tem uma boa cotação para virar senadora. >> Ah, é pelo >> Então ela viu acha que ela vai vir senadora? >> Não sei. Esse seria o assim seria o ideal, mas aí tem que perguntar para ela se ela vai querer entrar. Isso é próximo a ela, né? >> É assim, eu a gente incentiva, né? Eu acho que é é um caminho pela liderança aquela vem Senado no Distrito Federal. >> Eu acho que sim. >> Vamos lá. O que que senhor acha do
▶ 01:15:06 apagão de São Paulo e da Enel? Senhor é contra ou a favor da privatização dos serviços como energia, água? E o que o senhor pode fazer para ajudar a população num caso como esse? Digamos que o senhor fosse presidente hoje, São Paulo, que ainda nem se recuperou de um apagão. Se o senhor andar pelas cid, pela rua à noite, o senhor vai ver várias ruas apagadas. >> Não, eu tava aqui semana passada, tava tava num lugar que tava sem luz, né? >> Tava de manhã, a gente não chegou a a
▶ 01:15:36 comer a luz comer a luz de velas, né? Mas >> matinha agora sou a favor das privatizações. >> É >> sim. água, luz, >> mas o modelo aqui você não pode eh eh condenar o instituto de privatização em si. Você tem que ver, ali o caso a caso, em que condições aconteceram essa privatização, né? Quais foram ali os critérios para você escolher uma empresa que vai prestar um serviço público, tem experiência? Pô, tem a capacidade financeira para fazer investimento, tem o planejamento para para aumentar os investimentos, para modernizar, por
▶ 01:16:06 exemplo, a questão da da rede elétrica? tem uma previsão de de um um estudo de impacto de quais são os maiores problemas que resultam na queda de luz. É o quê? é árvore que não é podada, é os fios que têm que ser subterrâneos. A empresa que vai ganhar vai ser obrigada em 10 anos a transformar todos os fios que estão hoje suspensos em fios submersos para que não aconteça mais esse problema de ter uma ventania, cair uma árvore, derrubar o poste e faltar luz para todo mundo. Então, depende do modelo de privatização. Mas eu tenho para mim o seguinte, é sempre melhor você buscar, é, o ideal é buscar sim a
▶ 01:16:38 iniciativa privada, porque normalmente quando é uma empresa estatal ela acaba virando um cabide de emprego, ela acaba tendo menos responsabilidade com o dinheiro público porque acha que o dinheiro não é dela e começam a gastar de uma forma irresponsável muitas vezes. Então eu sou a favor de privatizações. Imagina se se o correio fosse privatizado, por exemplo. >> Só acha >> a gente eu sou a favor da da privatização do cor >> no primeiro ano do seu governo, você já privatiza o correio? Eu eu eu acho que assim é uma coisa para se estudar, mas eu sou a favor >> porque é muito melhor você privatizar, você vender para alguém do que botar um
▶ 01:17:09 monte de companheiro ideológico para presidir uma estatal importante como essa para ficar desviando dinheiro público. Pô, 20 bi de prejuízo, meu irmão. A conta quem paga é a gente. Mais uma vez é um dinheiro que não chega para que para para que o o ente público vá árvore para que o ente público coloque os fios subterrâneos invés dos dos fios suspensos. É o dinheiro que falta para essas coisas básicas, ele escoua aonde? No ralo da roubalheira. Então é tesourada na corrupção, que é o que a gente vai fazer. >> Mas o senhor tiraria a Inel daqui?
▶ 01:17:39 Porque deixa eu só colocar um um uma informação aqui que a gente tava discutindo na minha casa. A Inela italiana, ela era uma empresa estatal italiana, agora só 23% dela é estatal. Então, uma eh uma empresa que era estatal na Itália comprou uma empresa brasileira, porque a aqui a eletro a esta Eletropaula era os Estados Unidos, né? A empresa norte-americana vendeu para pra italiana. Eu não sei nem o que dizer. Eu não sei
▶ 01:18:09 porque eu fiquei sem luz, então eu não sei nem o que dizer. >> Primeiro primeiro ponto pacífico pro serviço tá uma porcaria, né? Esse é um ponto. Agora, como é que a gente, porque esse é um problema que você não vai resolver assim da noite pro dia, né? Como é que você ameniza o sofrimento de quem tá sentindo falta de luz? É você pegando essa empresa, ó, você vai ter que investir não sei quantos bilhões a partir de agora para fazer assim. Você vai contratar mais gente para fazer isso. Você vai fazer, eu tenho um planejamento aqui que se você não cumprir, você vai tomar multa, você pede a concessão. Esse é um caminho. Ou o caminho é, ó, vai embora daqui, vamos
▶ 01:18:39 ver como é que a gente vai gerir essa empresa agora. vão fazer uma licitação para daqui a um ano ver qual é a empresa que vai assumir esse serviço. Então acho que as autoridades ali têm que fazer essa conta e pensando sempre no que é melhor pro pra população, pro consumidor final, que somos nós que pagamos impostos e sustentamos essa máquina toda. >> Eh, qual seria o senhor toma posse hoje? OK. >> Sim. >> Presidente do Brasil, qual seria o seu primeiro ato? >> A pergunta no chat. >> Qual seria o meu primeiro ato? Vocês estão antecipando uma coisa que 10 vezes presente não ser.
▶ 01:19:09 >> Obrigado, Léo. Obrigado pelo obrigado pelo seu apoio. Eu sei que você se emociona comigo aqui [risadas] ao seu lado, né? >> Não sabe por que eu me lembro que quando tem uma química quando entrevistei seu pai [risadas] as pessoas criticaram porque eu chamei muito presidente. Presidente, presidente, presidente. >> Ah, mas é uma um respeito à função. É >> ao carro que ele teve, >> né? Se o Michel Temer sentar seguir, você chamar ele de presidente também, porque é um ex-presidente da República. >> Então, qual seria a minha primeira medida? Olha, eu eu acho que eu tomaria alguma medida assim antes até de começar
▶ 01:19:39 o governo, já em dezembro, depois das eleições, né, com resultado anunciado, que seria que seria encaminhar um grande pacote de medidas >> para o de modernização da máquina pública, de corte de gás pro Congresso Nacional, porque é isso, Léo, que eu acho que vai ser o primeiro freio de arrumação que vai, primeiro vai estancar essa sangria de gasto de recursos públicos e depois vai trazer credibilidade e segurança jurídica para que os investidores metam dinheiro aqui. aqui, porque o investidor tem que vir para cá, botar um dinheiro, seja internacional ou os investidor, os
▶ 01:20:09 empreendedores nacionais, Léo. É isso que vai gerar emprego, é isso que vai fazer as pessoas pararem de depender do estado, pararem de depender de governo. Tem um monte de medida que você consegue fazer para você atrair empresas para perto de onde a população mais carente, principalmente mora, usando a mão de obra de quem mora naquela localidade. Então, assim, tem que ter coragem para fazer isso, tem que ter independência, tem que ter orçamento para fazer isso. E mais uma vez, quem vai gerar esses empregos não vai ser o poder público. Quem vai gerar esses empregos vai ser a
▶ 01:20:39 iniciativa privada. Que tem gente aí que tem bilhões em fundos internacionais que rendem negativo. É juro, é juro abaixo de zero. Os caras estão perdendo dinheiro. E por que que não bota dinheiro aqui no Brasil? Para construir grandes hotéis, para construir grandes parques, enfim, para investir em tecnologia que vai trazer mais segurança pública pra população. Porque o Brasil tá perdendo a credibilidade. Porque o cara bota o dinheiro dele aqui amanhã. Amanhã o governo Lula vai cria um imposto novo, cria dois impostos novos, muda a regra de direito trabalhista, daqui a pouco vem o Supremo, dá uma
▶ 01:21:10 canetada, muda todo o entendimento que tinha. Cara, isso é uma loucura. >> Senhor, não acha que >> quem s consciência vai botar o dinheiro dele aqui no Brasil? É isso que a gente tem que mudar. >> Mas o senhor não acha que os mais ricos têm que pagar mais impostos? É assim no mundo todo. Eu >> acho que acho é assim no mundo todo. E não tem que demonizar como se quem tivesse dinheiro nesse Brasil fosse algo perverso, fosse algo do mal. Não, esses caras que geram emprego, gente. E óbvio que eles têm que ter o lucro deles. Agora, olha a quantidade de do qual o percentual da da receita dessas grandes empresas é pago de imposto.
▶ 01:21:41 Essa nova reforma tributária vai, o Brasil vai ter o imposto IVA, o imposto mais caro do mundo, 29%. Além de tudo que já pagam hoje, o governo ainda vai querer meter 29% no bolso do Monde e principalmente daqueles dos do dos profissionais liberais. é médico, advogado, é o pessoal que trabalha na área de saúde, que trabalha com segmento de turismo, de serviços. Esse pessoal que vai sofrer pagando imposto, porque essa mentalidade, ah, o cara é rico, vou tomar dinheiro dele. O que que acontece na prática em todos os
▶ 01:22:11 países do mundo, aonde você vai para uma linha de taxar o chamado super ricos, os caras simplesmente tiram o dinheiro deles daqui >> e vão embora, >> porque é muito ruim pro Brasil, vão embora e levam juntos. A gente, a gente viu nos últimos últimas semanas, últimos meses, vários casos de feminicídio no país. Vários. Chocantes. >> Sim, >> chocante. >> Dá raiva, né, cara? Você fica com vontade de entrar no vídeo e pegar o cara no pau. >> Exatamente. O que que o senhor pretende fazer para combater a violência mulher e o que o senhor acha da lei Maria da Pen? >> Não, eu acho que é necessário. A gente
▶ 01:22:41 votou lá, aumentou a pena máxima para famílis para 40 anos. No Brasil era era de 30 no máximo. Foi foi essa lei que a gente a gente mudou para deixar a pena mais dura para quem comete feminicídio para 40 anos. Já foi já rompemos uma barreira que existia de limite de penas no Brasil. Quer dizer, começou pelo feminicídio. Acho que esse tem que ser o ponto. Agora, não dá para ser tomar ter uma lei rigorosa e não proteger as mulheres de verdade. Foi no governo do presidente Bolsonaro, o maior multirão da história para prender esses
▶ 01:23:13 vagabundos que se acham, né, malandrões, fortões, que são agressores de mulheres. A ministra de direitos humanos, a Damari, junto com a Polícia Federal, o presidente Bolsonaro, promoveram a maior num curto espaço de tempo, maior quantidade de pessoas presas por agredirem mulheres. Porque pro cara chegar ao ponto de matar uma mulher de uma forma covarde, como a gente tá vendo aí, várias coisas vão acontecendo nesse meio tempo. Ô, Léo, o cara começa ofendendo, o cara começa, né, puxando um cabelo, agredindo verbalmente, agredindo
▶ 01:23:43 fisicamente. Tem sinais ali que vão acontecendo que se a mulher tiver instrumentos que ela confie, que garantam o anonimato dela e que vão na prática resultar no afastamento desse vagabundo covarde de perto dela, ela vai usar. Então, a gente tem que ter uma lei rigorosa, como nós já temos hoje, mas nós temos que ter mecanismos ali policiais que garantam de verdade a segurança dessas mulheres, que elas possam fazer a denúncia antes que chegue até ao ponto drástico de um de um covarde desse matar uma mulher para que
▶ 01:24:13 ele fique muito tempo preso. >> Tá? Pergunta, Mônica. >> Não, eu perguntava pegar um gancho nisso. Para isso, a redução penal, você vai lutar por isso, né? >> Eu sou a favor também, Mônica, porque não dá mais. O nosso código é de 1940. O adolescente daquela época era um. O adolescente hoje de 16 anos, hoje já é um galalau, que se ele entrar aqui nesse estúdio, ele ele bate em mim no Léo junto aqui. Se a gente não tiver armado, a gente não vai conseguir armado >> reagir. Eu tenho porte de arma, >> mas ano armado. >> Eu tenho porte de arma, né, para proteger minha casa, minha família, a minha integridade física, né, porque a
▶ 01:24:44 gente sabe que nesse mundo tá muito cruel, muita gente covarde e na hora de que e na hora que acontece um problema, >> é importante você ter instrumentos para se defender. Eu acho que eu atiro bem. Já eu faço, isso é permanente, né? Uma das críticas do governo de quem não concordava com o governo do seu pai era isso, que se liberou posse a porte de armas. Essas armas foram acabar, foram parar a nas mãos de traficantes. >> É isso. É o que é o eu quero saber a sua
▶ 01:25:15 opinião, porque quando você libera >> tem que ter um controle, né? Não pode ser assim, né? Vai, >> vamos lá, ó. Sabe qual foi o governo onde teve uma queda recorde de taxa homicídio no Brasil? Hum. >> Você conhece um cara chamado Jair Messias Bolsonaro. Eu sei que assim é o filho falando, as pessoas são suspeitas, mas só em 2019 >> a taxa de homicídio no Brasil caiu 17%. Nunca tinha acontecido isso na história. E foi concomitante, Léo, a quantidade de registros de CAC, os caçadores, atiradores, colecionadores que foram
▶ 01:25:45 autorizados pelo governo. Era mais gente ilegalmente armada e os índices de criminalidade despencaram. >> A gente acabou com essa falsa narrativa de mais armas, mais violência. Não, mais armas nas mãos de vagabundos, mais violência. Mais armas nas mãos das pessoas que legalmente atendem aos requisitos legais. Menos violência. >> Eu vou ler perguntas aqui que estão mandando pro meu WhatsApp. Pode ser, >> pô. Não, já já desistiram de botar no chat que ela não consegue mais acompanhar.
▶ 01:26:15 Não é muit É isso mesmo. Eu tenho amigo jornalista mandando as perguntas. Tem uma lá da Espanha, Patrícia, espera um pouco, eu vou conseguir daqui a pouco. Lê [risadas] a sua, né? Essa, essa >> é só só vai ter pergunta ruim. Vai. >> Não, essa >> eu não tô conseguindo ler. >> Posso ler? Você não vai ficar bravo comigo não, né? A gente tá ao vivo aqui. Tu já botou, já me fez um teste aqui com com ratinho, comigo ao vivo aqui agora. Olha só, em 2016 você teve uma queda de pressão no debate que a Band realizou com os candidatos à prefeitura do Rio de
▶ 01:26:46 Janeiro. Muita gente se pergunta hoje se o senhor vai amarelar no debate com Lula para a presidência. >> Eu vou atropelar nos debates se vocês vão ver, [risadas] porque eu realmente tive um problema de saúde, né? Muita gente faz, eu não sei, eu tava no ritmo de campanha muito frenético, não tava me alimentando bem, não tava bebendo, bebendo água. Ah, mas agora foi no agora foi na na >> canetinha. >> Ah, eu não achei não, hein. Eu achei que você deu uma engordadinha. >> Não, olha isso. Olha aqui. Olha aqui. Olha aqui. >> Eu perdi quase, eu perdi quase 20 kg, né?
▶ 01:27:16 >> É, olha isso. Ol is >> assim, Léo, só para falar do debate, foi o momento ali que eu passei mal de verdade, senti uma tontura e tal, deu um blackout na na na mente. Tanto é que depois eu participei de outros debates e foi tudo bem, não teve problema nenhum, mas fica aí a zoação, não tem jeito, né? Faz parte. >> Só vou conseguir, só vou conseguir rebater indo bem nos debates. Que é o que eu vou fazer. Ô, ô, senador. Atlas da Violência 2025 registra a menor taxa de homicídios no Brasil em 11 anos. O Brasil registrou em 2023, em 2023 a menor taxa de homicídios dos últimos 11
▶ 01:27:47 anos. 2025, tá errado, foram 4.025 >> 45.747 mortes, o equivalente a 21,2 casos por 100.000 habitantes. É uma informação passada pelo governo federal, mas acho que todo o governo passa essa informação, né? Inclusive a do senhor, a do seu pai. >> Mas isso aí, mas o Mas isso aí foi são dados públicos. Você podem podem pesquisar em 2019 foi essa a queda de 17% na taxa homicídio. Eu defendo o padrão buquelê para segurança pública aqui no Brasil para deixar bem claro. >> Qual o padrão? >> Padrão buquelê é o Salvador. Os caras
▶ 01:28:18 tinham, era o país mais violento do mundo. Eles tinham essa taxa, essa taxa de homicídio era de 138 por grupo de 100.000 habitantes. >> Eles passaram para 1.4 agora que eu estive lá há um mês. Como é que eles fizeram, Léo? É, é o retorno, é retomada de território, como precisa acontecer no Brasil hoje em dia, porque hoje em dia o traficante não vive mais só de vender cocaína e maconha e essas coisas, não. >> O traficante começou a adotar prática de explorar o trabalhador. Então ele assim acontece lá no Ceará, os caras
▶ 01:28:48 expulsaram todo mundo de uma de um bairro para o bairro ser deles. Ou então eles ficam ali mantendo as os trabalhadores, as pessoas honestas, tomando dinheiro de aluguel, sabe, Léo? Ó, tu tem que para você ter sua barra quente de cachorro quente para vender aqui na comunidade, tu tem que vai ter que pagar R$ 50 por semana. Para você manter o seu barrozinho aberto, você vai ter que pagar tanto por semana, o seu, o gás que você vai usar vai ser o gás que eu vou te vender, que é um gás mais caro. Então a gente tem que libertar essas pessoas. E como é que foi em El Salvador? Eles começaram, o primeiro território que eles recuperaram foi a
▶ 01:29:19 cadeia. Hoje o estado não tem nem a cadeia, cara, que era para ser um território sem questionamento. Não pode falar no celular, tem um regime aqui que é rigoroso, eles passaram por um processo isento, foram condenados. Vamos cumprir aqui o seu, vocês vão ter os seus direitos, mas vocês vão ser presos, vocês vão pagar a pena integralmente a que vocês foram condenados. A partir daí a gente precisa no Brasil hoje construir muito presídio, cara. Precisa do de uma construção gigantesca de presídio. Por
▶ 01:29:49 quê? Porque tem mais de 600.000 mandados de prisão em aberto hoje no Brasil. Pessoas que estão por aí andando pelas ruas, continuam cometendo os crimes, assaltando você na rua, te roubando no sinal de trânsito, matando um ciclista por causa do celular, matando uma mulher por causa da bolsa dela. Então, essas pessoas estão soltas, muitas delas com mandado de prisão em aberto. Tem tem que constituir presídio, sim. tem que ter vaga para as pessoas ficarem presas e a partir daí com a nossa legislação mais rigorosa também manter essas pessoas
▶ 01:30:20 mais tempo longe do convívio social, principalmente essas mais violentas. >> Tem gente aqui no chat perguntando se você é a favor da prisão perpétua. >> É prisão perpétua ela hoje é inconstitucional. Eu já fui a favor de pena de morte. Hoje eu não sou mais também. >> Não, >> não, não sou. Porque eu acho que todo mundo de algum jeito, né, tem que ter oportunidade de de se redimir, de ter uma, enfim, por mais que a gente a gente tem a convicção que tem pessoas que tem um perfil que não adianta, não vão se arrepender nunca, mas que tem que não precisam ir para um paredão pra gente dar uma resposta pra sociedade,
▶ 01:30:51 mas tem que ficar bastante tempo presas para refletirem e pararem de de reiteradamente cometer crimes aqui nas ruas. >> Essa essa sua mudança sobre esse >> eu acho que a gente vai amadurecendo, né? Eu eu entrei >> Mas tem a ver com a sua religião >> também, Léo. Eu eu eu me elegei a primeira vez. Eu tinha 21 anos de idade, né? >> Hum. Muito bom. Assim, cara, a gente a gente quer, pô, é quer ir quer quer ir pra pancada, a gente não compreende muito as coisas. Você >> começa a amadurecer, você casa, né? Você já tem que deixar de ser menino, passar a ser homem, >> filho. >> Você vira pai. >> Então isso é um processo natural do ser
▶ 01:31:22 humano. E hoje com 44 anos, obviamente que eu que eu amadureci bastante, já tem outras percepções sobre temas que antigamente eu pensava diferente, né, >> senador? Eh, voltando à questão do presídio, enfim, uma viu como ela tá mais suave, >> tá? BFF vai virar minha BF. [risadas] >> Vai sair, vai sair fazendo coraçãozinho. >> Gente, eu tava nerv Não, eu não, eu tava incisiva, não é porque senador, eu tenho assim, vai ser assim com esquerda, vai ser assim com direita. Eu gosto de política.
▶ 01:31:52 Olha o pessoal tá falando. Olha que o pessoal tá falando. >> É, vai sim. Eu quero, [risadas] eu quero ver quando a Érica Hilton vier aqui se vocês vão, vão ser inquisitórios ou vão ficar quietinhos. Eu vou ser, eu vou ser. Eh, então e se eu fui, senhor, me desculpe, porque eu tenho que perguntar, >> né? Não é uma questão se eu vou votar no senhor, se eu não vou isso aí. [risadas] Não sei não. Eu não tô falando, o senhor que tá dizendo. Mas por falar em segurança, eu quero dizer o seguinte, o senhor não concorda com a prisão do seu pai. O senhor não acha que houve
▶ 01:32:22 tentativa de golpe, mas ele foi condenado. Ele foi condenado e estava usando uma tornozeleira. pouco. Mês passado ele rompeu essa tornozeleira com um artifício que eu não esqueci o nome. >> Ferro de solda. >> O quê? >> Ferro de solda. É um negócio quentinho que você vai, ele não rompeu a tornzeleira, né? Ele queria abrir a caixinha. Ele não meteu a tesoura para fugir. >> Ele abriu, ele meteu na caixinha para tirar a caixinha, porque ele tava achando que tinha um, algum uma escuta ali. >> Escuta. >> E como ele misturou alguns remédios, >> mas ele achou, mas tava sozinho. Ninguém
▶ 01:32:52 falou para ele não mexer. >> Tava sozinho. Ele ele misturou remédio, fez confusão mental. Isso aí, a ciência, até o pessoal que gosta de falar que a gente é negacionista, a ciência mostra que a mistura desses remédios causa uma confusão mental. Ele já tava com esse troço na cabeça. De repente foi o >> Mas é uma mania de perseguição. >> De repente foi um estalo que ele deu para poder abrir ali e ver se tinha, porque se tivesse podia ser que ele que o processo dele mudasse de rumo, entendeu? Acho que foi isso, eu acho que foi isso que passou na cabeça dele. >> Não mude rumo. Se inscreva no nosso canal >> Léo Dias TV. Eu fiquei mais calma que eu
▶ 01:33:23 acho que é porque eu tô com fome. A que ele falou que ia pedir a pizza e eu tô com fome. [risadas] >> Ped pizza. Tá, daqui a pouco a gente vai ter pizza. Ai, >> senhor. Obrigado. >> A gente tá caminhando daqui a pouco pro fim. São 20:16. Eu quero agradecer a audiência de todos, agradecer o Flávio. A gente tem mais perguntas do chat, né, Mônica? >> Tem. Eu queria saber o que que ele achou daquela passeata de ontem no Rio de Janeiro com tantos artistas, até porque assim, eu preciso falar que >> a a gente tem a sensação que assim, você falar, se você é artista, você falar que você é de esquerda, tal, você é cool,
▶ 01:33:54 você é do bem, caso contrário, não. Parece que a gente precisa, eu posso falar por mim, enfim, eu não sou [música] política, enfim, você ser de direita parece que você tem que ter vergonha de falar que você é de direita, né? Nós jornalistas, quero saber o que que você achou de ontem. Não assim, eles ao tempo, eles precisam chamar artistas paraas poucas pessoas que estavam nas ruas ontem se sentirem à vontade de ir. Diferente das nossas nas nossas manifestações, né, que são sempre espontâneas. Esses artistas, grande parte deles vivem de dinheiro público
▶ 01:34:24 para conseguirem sobreviver. Então, com a gente, as pessoas iam pra rua para ver quem o Bolsonaro, cara. Então assim, é completamente diferente a o o que o que estimula a pessoa a ir pra rua nas nossas manifestações é de verdade sentimento de patriotismo, de mudança, de quem não quaduna com corrupção, de quem quer que bandido pague pelo pelos seus crimes, tudo ao contrário do que acontece com o governo com o governo atual. Então assim, eu acho que foi uma primeiro foi um fiasco de quantidade mesmo com artistas mesmo com artistas convocando. As pessoas não vão para falar de política, vão para ver
▶ 01:34:54 um show no artista querido por ele, né? Não ten nenhuma dúvida. A gente tem um super chat. Deixa eu falar uma coisa só um minutinho. É porque como a gente tá falando de artista, veio uma pergunta aqui também muito importante, que o seu pai acabou com o Ministério da Cultura e transformou em secretaria. Como é que será o seu governo em relação à cultura? Nesse momento que o cinema nacional tá ganhando vários prêmios internacionais, >> tá bombando, >> o senhor pretende investir ou cortar investimentos na cultura? E o que que o senhor acha da lei Ranê? Ô Léo, o
▶ 01:35:24 investimento em cultura traz resultado social. >> Claro, >> dá e o dinheiro público que é colocado lá é acaba sendo revertido em recursos ainda benefícios pra sociedade, geram muitos empregos o que não tem o controle do que é feito com o dinheiro público. É isso que tem que mudar. Então acho que o meu ponto de vista é esse. Você tem que ter um algum incentivo em especial para aqueles artistas que são de menor porte, que precisam falava, né, >> que precisam de algum estímulo ali, mas assim que montem projetos que sejam bacanas, né, que resultem no interesse
▶ 01:35:55 das pessoas assistirem o espetáculo, enfim, não vai acabar com minist prestem conta disso, né, porque é dinheiro público mais uma vez. Então assim, os artistas que estão me assistindo, não vai ter, não vai ter confusão, briga, caças bruxas, corte de recurso, né? perseguição >> nem perseguição. Eu acho que é um é um segmento importante da da população. E você vê, a gente agora tá fazendo um filme do presidente Bolsonaro >> inglês. >> Em inglês, quer dizer, >> porque são artistas, né, que estão fazendo, porque na verdade foi uma uma é
▶ 01:36:25 uma uma produção internacional, começou com começou lá fora nos Estados Unidos com um roteirista que é americano, com o o projeto inicial foi com artistas americanos. Eu acho bom porque aqui, >> olha, é curioso, o presidente que não apoiou a cultura lançar um filme sobre sua vida. >> Não, isso que eu vou te falar, olha a importância de você humanizar, você mostrar o seu ponto de vista, a verdade sobre o Jair Bolsonaro, que eu tenho certeza que vai impactar muita gente através de um filme, através da cultura. >> Mas esse filme é pro Brasil ou pro
▶ 01:36:55 mundo? >> É pro mundo. É um filme para o mundo. É um filme pro mundo e sem R$ 1 de dinheiro público. Tudo dinheiro privado. >> Para quando é? >> Ah, pro ano que vem. Não sei, não tem uma uma data de lançamento. Não, não sei se vai ser antes das eleições, porque mais ou menos é é uma é uma, eu acho que vai ser, mas >> é uma produção americana, é um filme americano. >> E vai tá é para onde? Tipo, cinema, streaming, >> vai ser vai ser cinema, né? E aí eu não sei como é que vai ser as negociações ali pra frente. Eu não posso também dar muitos detalhes que a gente tem contrato de produção independente ou tem uma
▶ 01:37:25 produtora por trás, uma grande? >> Não, não tem uma produtora grande, acho que é uma produtora pequena, né? é o Mário Fres que tá realmente fazendo essa esse esse >> roteiro. >> Esse não é o roteiro, esse projeto foi o Mário Frias >> foi idealizado por ele, foi enfim, foi tocado por ele e >> mas é bom, >> eu sei que tem todas as reservas de ele ter na sua cabeça, ele ter acabado com a cultura no Brasil, acho que não aconteceu, não foi isso, né? Se perguntar para vários produtores culturais menores, eles gostaram do governo do presidente Bolsonaro, mas enfim, não. E aí não quer dizer que isso se reflita em votos, mas
▶ 01:37:55 >> mas houve um movimento, né, senador? Tem, mas assim, você vê os artistas, né, estavam lá fazendo movimento contra as queimadas na Amazônia no governo Bolsonaro e agora a Amazônia lambendo em chamas, os artistas tudo quietinho. Quer dizer, fica a impressão que eles só faziam porque era contra o presidente Bolsonaro, estavam insatisfeitos com os os recursos públicos que não chegavam para eles. E agora como chega em abundância, a Amazônia pegando fogo não tem mais problema. Então assim, é isso que a gente tem que ter o cuidado, ô, ô, Léo, porque o dinheiro que público quando ele é utilizado, ele tem que ser
▶ 01:38:25 verter alguma coisa positiva paraa sociedade. Não vou ficar tem que ficar pagando e militante com dinheiro público, né? O cara quer fazer militância, o cara vai viver >> com dinheiro com com recursos privados, investimentos privados nas obras, né, que ele pretende participar. >> Tem uma pergunta do super chat que eu perdi, diretora. É essa aqui? É pizzaria do Rio de Janeiro. >> Pizaria. Calma gente, >> não cubre aqui não, né? >> Calma gente. É o RDC. >> Ela trocou por uma pizza, ó. [risadas] >> É o R RDC Barber. É um barbeiro. Eu
▶ 01:38:57 tenho uma pizzaria no Rio de Janeiro, dou emprego a 12 pessoas, porém não sou legalizado por causa dos impostos. O que o senhor fará para ajudar os pequenos empresários? >> Olha, podem contar comigo primeiro. Eu vou dar tesourada nesses impostos todos. Essa reforma tributária que o Lula fez, ela tem que ser toda revista, tem que ser atualizada, porque a nossa mentalidade tem que ser redução de impostos. O que é que o Bolsonaro fez? Ele fez desburocratização. A pessoa para abrir um um comércio desse, um meio, né, um microempreendedor individual.
▶ 01:39:27 >> Hum. >> Se a prefeitura não desse a licença em 30 dias, a licença tava automaticamente concedida pro cara começar a trabalhar legalmente, sem ter perturbação de fiscalização. A gente fez, a gente fazia eh revogaços para revogar e as normas regulamentadoras que criavam uma burocracia danada em todos os segmentos. Então, vai ter tesouraço para desburocratizar. Então o que eu tenho para falar para você é o seguinte, eu vou tirar o o estado do seu cangote, porque cada pessoa que consegue abrir a própria empresa e para de depender de
▶ 01:39:58 político, você tá se emancipando, você tá buscando a sua independência, você tá levando dignidade pra sua casa. E é isso que eu vou perseguir com todas as minhas forças para que pessoas como você que tem essa pizzaria possam ampliar sua pizzaria, possam abrir um restaurante, possam bombar de vender na internet sem a taxinha da blusinha, né? sem a você ser taxado pela sua plataforma digital. Esse é o que eu vou perseguir, corte de impostos, desburocratização para que você possa caminhar com as próprias pernas sem dependes sites
▶ 01:40:29 internacionais. Esse tem que ser para tudo. A gente a gente tem, ó, Léo, o que tem que acontecer, Léo, é ter um um ambiente de competitividade aqui >> dentro do território brasileiro, aonde de fato o consumidor final seja o beneficiado, seja o o pilar da nossa política pública. Então, se tá tendo, está chegando o produto estrangeiro muito barato aqui, em vez de você aumentar o imposto pro produto importado, que foi o caso da taxação das blusinhas, por que que você não reduz os impostos das empresas brasileiras?
▶ 01:41:00 Porque o governo só pensa em arrecadar o tempo inteiro porque não para de gastar desenfriadamente. E é isso que a gente vai mudar a partir de 2027, >> tá? >> Eh, tem uma pessoa aqui falando sobre o orçamento secreto. >> Quem são essas pessoas que estão te mandando? Deixa eu ver quem >> secet é uma prática legislativa. >> O orçamento secreto é uma prática legislativa brasileira iniciada em 2020 para destinação de verbas no orçamento público e a projetos definidos por parlamentares sem a devida identificação. >> Primeiro que é mentira, né? Não começou
▶ 01:41:30 2020 de de jeito nenhum. Essa questão de emendas parlamentares é histórico, sempre teve, né? Enfim, mas assim, o que que o que que a gente tem que defender nessa pauta? Por, por exemplo, eu sou parlamentar, eu sou o senador que mais colocou dinheiro na segurança pública do janeiro da história dos parlamentares. >> Quanto? Foram mais de 20 milhões, foram mais de 30 milhões só na segurança pública. Eu comprei viatura blindada, eu comprei fuzil pra polícia, eu comprei eh drone para poder e haver melhor
▶ 01:42:01 investigação, eu comprei equipamento pro bombeiro, eu comprei tudo com emenda parlamentar para proteger o policial, para dar mais condições de trabalho para ele, para investir em tecnologia, prestando contas. Então assim, ô Léo, as minhas emendas parlamentares, algumas delas podem até ser secretas, eu nem sei, mas eu mesmo dou publicidade porque eu quero mostrar pro público para onde tá indo o dinheiro dele. Tem dinheiro, a gente metade da nossa emendas parlamentares a gente obrigatoriamente tem que colocar no SUS. Portanto, para saúde pública, tem cidade no interior do
▶ 01:42:32 Janeiro que se não fosse emenda parlamentar minha, não tinha nem esparadrapo e gase lá no posto de saúde para atender a população. Então é o dinheiro que vai comprar um um aparelho de mamografia, vai comprar um raio X, uma ressonância magnética, é dinheiro que é usado para custeio, para comprar esses itens de primeira necessidade que a população vai precisar. é dinheiro que eu boto na BBR para dar prótese de graça para as pessoas que são amputadas, construir cadeira de rodas para as pessoas que precisam. é o dinheiro que eu boto em casas para para tratar de
▶ 01:43:03 pessoas com autismo, que também as os municípios menores têm dificuldade de botar dinheiro nisso. Então, da minha parte, o dinheiro público das minhas emendas é em em situações como essas que eu invisto. Então não pode demonizar porque com certeza as mesas emendas estão salvando vidas na ponta da linha. E nunca um governo federal que não ouve as demandas da população das de quem mora nas cidades, que é quem sente as dores e os problemas na vida real, ô Léo, esse dinheiro jamais ia ser, o governo federal jamais ia olhar que há
▶ 01:43:33 necessidade nessas cidades pequenas aonde vão parar as emendas parlamentares que eu coloco, por exemplo. Então, mais uma vez, qual o grande problema? é não ter a transparência, é não saber quem é o autor, quanto custou, para onde foi, se aquilo foi executado. É isso que a gente tem que defender, não é demonizar a emenda parlamentar. A gente pode discutir se é muito ou pouco, tá? Eu até acho que é muito, a gente pode discutir isso também, mas eu tô dando aqui um uma satisfação do que que eu faço com as minhas emendas parlamentares, por exemplo. >> Eh, eu quero saber se o senhor acha que houve transparência no governo do seu
▶ 01:44:03 pai eh sobre as emendas, sobre os tributos, o que se paga. Por que que isso que o senhor falou dos tributos impostos? Por que que isso não foi feito? >> Ah, foi feito. Foi feito. >> Pô, o presidente Bolsonaro reduziu reduziu o os impostos impostos sobre combustível na pandemia. Sei se vocês lembram, tava batendo R$ 7 R$ 8 na bomba. Ele vai abriu mão. Ele zerou os impostos, os impostos federais. >> O presidente Bolsonaro zerou os impostos de um monte de medicamentos que eram importados aqui pro Brasil na época da pandemia. Época da pandemia. >> Mas ele continuou, ele não tirou, ele
▶ 01:44:34 continuou. O meu, o o Bolsonaro não tinha aumento de arrecadação, ele virava o Paulo Guer o PG. onde é que você vai cortar imposto? E cortou e cortou em coisas essenciais, mas e em coisas superérflas e que resultaram em geração de empregos. Quando ele ele é muito ele é muito e zoado porque reduzia o imposto sobre eh veleiros, por exemplo, >> e ski, >> né? Skates, videogames, jet ski. Mas só que quando você tem uma pessoa que
▶ 01:45:04 compra um jet ski, uma pessoa rica que compra um jet ski, precisa de alguém para fazer aquela manutenção. Vai, vai contratar uma pessoa. O jet ski você tem que botar combustível, gera aumento de arrecadação para aquele município, para aquele estado. Tem a manutenção, quer dizer, tem a manutenção dele e o mesmo raciocínio para para um monte, a molecadinha aí que não consegue comprar um videogame, reduziu. É melhor ficar no videogame, no colégio ou fazendo algo que seja construtivo no videogame do que ficar na rua fazendo besteira, enrolando baseado. Então assim, a mentalidade do
▶ 01:45:34 presidente Bolsonaro sempre foi redução de impostos e ele fez, se você pegar os levantamentos aí, pode jogar no chat EPT, no governo dele houve redução de carga tributária. >> Deixa eu perguntar uma coisa. A gente tá chegando ao fim porque os seus seguranças já estão pedindo, [risadas] >> tá? Só por isso, viu, gente? >> É isso. >> Deixa eu te falar uma coisa só pra última pergunta. Pode ser? Vamos embora. >> O pastor Silas Malafaia fez um desabafo público em um tom de revolta ao falar sobre a família
▶ 01:46:04 Bolsonaro e afirmou que tem legitimidade para expor o que sabe. Em sua fala ele declarou: "Abre aspas, se tem alguém aqui que tem moral para falar, esse alguém se tem alguém aqui que tem moral, sou eu." Durante as declarações, Malafia revelou que Jair Bolsonaro chorou quando Eduardo Bolsonaro deixou o país. Segundo o pastor, o episódio marcou emocionalmente o ex-presidente e mostra um lado pouco
▶ 01:46:34 exposto da família nos bastidores políticos. Além disso, Malafa criticou duramente o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro. Para ele, a decisão foi mal articulada, feita num momento errado e sem a estratégia adequada, o que teria causado desgaste interno e externo. As falas tiveram forte repercussão política e nas redes sociais, evidenciando um rompimento de discurso entre malafaia e uma com condução atual da família Bolsonaro.
▶ 01:47:05 Olha, eu considero o pastor Silas Malafai um aliado, um amigo. Ele foi um ele foi ele fez o casamento do meu pai com a Michele, né? Ele foi o pastor que casou os dois >> aliado >> em todo esse tempo, sempre fez a defesa, botou a cara, né? Para para se expor muitas vezes para não apenas ajudar o governo para defender aquilo que ele acredita, que é a mesma coisa que a gente acredita. Eu acho um erro da parte dele ficar expondo coisas assim que são da intimidade do presidente Bolsonaro >> e que não tem nenhuma necessidade de ele fazer, de expor fragilidade de coisas que às vezes o meu pai eh, considerando
▶ 01:47:36 que era um ombro amigo, tem algum comportamento, o cara vem fala agora em público. Acho isso um erro, né? Acho que ele que sirva de de para de reflexão para ele. Aí eu não sei qual é a necessidade que ele tem de fazer isso, o que que ele ganha com isso, o que que o Bolsonaro ganha, o que que o país ganha, o que que o nosso grupo político ganha, né? Então, não vejo o porqu fazer isso. Agora, o tempo vai dizer porque eh quem vai quem vai julgar aí é Deus. Eu acho que eu fiz a coisa certa no momento certo com a orientação daquele que tem o capital político e legitimidade para escolher quem ele vai indicar na na impossibilidade do próprio Jair
▶ 01:48:06 Bolsonaro ser o candidato. E aí tem muito tempo ainda para para passar, muita água para rolar embaixo da ponte. E a gente vai mostrar que a nossa a colocação do meu nome como pré-candidato à presidência da República foi muito consciente, muito muito assim acertada e vai ser a que vai colocar o Brasil no caminho da prosperidade e vai ser o projeto que vai vencer o projeto das trevas, que é o projeto do PT. >> Perfeito. Vamos levantar. >> Bora. Eu só tenho que pegar aqui, >> tá? Cuidado, Janaína. Que susto. Tava
▶ 01:48:37 lendo o chat aqui. >> Ela tá procurando alguma pergunta. Tem mais tempo. Abracem-se, por favor. >> Aqui, ó. Tá dizendo que eu não sei? >> Obrigado pelo carinho. Você me tratou de forma respeitosa aqui. É só isso que eu peço. Vamos embora. >> Faz coraçãozinho. Faz coraçãozinho aqui, ó. >> Black and white. >> Chocolate com pimenta. >> É. [risadas] >> Ih, gente, ela vai botar nele. >> Não tem nada a ver. Eu sou uma pessoa educada. >> Vem cá, Léo. Vem cá também, Léo. Vem cá também. Dá um abraço aqui, dá um abraço
▶ 01:49:07 aqui, ó. Obrigado pelo carinho de você. >> Eu quero agradecer. Agora a gente vai deixar o senhor falar sozinho com a tela. sua câmera porque agora é o seu recado para quem está acompanhando a gente aqui. Eu quero agradecer a audiência, agradecer a sua presença e mais uma vez reiterar a nossa o fato de nós estarmos sempre abertos a quem quiser falar e quem tiver expressão política que tá aberto aqui independentemente de onde e do da linha que segue, né? Não é isso? independente do lado, a gente quer ouvir, porque a gente quer para o Brasil o melhor. É isso.
▶ 01:49:38 >> É isso. Flávio Bolsonaro, o seu sua mensagem final aqui pro seu público. >> Bom, primeiro lugar, obrigado o espaço que vocês me dão aqui. Agradecer a todos vocês que estão até agora com a gente nos ouvindo, né, batendo um papo um pouquinho sobre já programas que nós pensamos pro nosso país. Eh, podem ter certeza que eu tenho a convicção e a responsabilidade. Eu sei o que eu tô fazendo. Para mim é um projeto de Deus que tem grandes coisas para o nosso Brasil daqui pra frente. Quero agradecer a cada um de você que me encontra em
▶ 01:50:08 monte de lugar, que diz que tá orando. Eu quero pedir que continuem as orações, em especial pelo meu pai que tá lá num lugar, num cubículo, uma pessoa inocente que não fez mal a ninguém, uma pessoa que não roubou R$ 1. Enquanto vocês veem unidade solta, pessoas que roubaram velhinhos do INSS, aí tão foragidos. Inclusive, o filho do Lula, acusado de receber R$ 300.000 de mesada do careca do INSS, fugiu pra Europa. E a gente não vê o sistema atuando com tanta vemência, com tanta celeridade, como faz com o
▶ 01:50:38 presidente Bolsonaro aqui, que tá num cativeiro. A gente vai lutar muito para que ele saia muito em breve dessa situação. Mas a gente, eu tô aqui é porque eu acredito no nosso Brasil. O que o presidente Bolsonaro fez, ele mostrou que o o Brasil tem um caminho. Enfrentamos a maior crise humanitária da nossa história. Você que é vivo, nunca viu algo parecido como foi a pandemia, como foi difícil. Mesmo assim o Brasil se saiu bem. Então a oportunidade é que a gente pede, se o Brasil foi tão bem com o Bolsonaro, jogando nesse campo, né, nesse campo de lama, de vares, essas
▶ 01:51:09 dificuldades que aconteceram, pandemia, guerra lá fora, né, confusão no mundo inteiro, vamos dar oportunidade do Bolsonaro jogar no gramadinho do São Januário, aquele tapetinho liso, porque eu tenho certeza que o Brasil vai decolar e é o único, a única forma que nós temos de não afundar o nosso país. É o caminho da prosperidade contra o caminho das trevas e a solução, o destino vai tá na mão de cada um de vocês daqui pra frente. Obrigado, >> Mônica. Pô, muito obrigado. >> Obrigada, gente. Beijo, até amanhã.
▶ 01:51:39 >> Obrigado, Flávio. >> Obrigado, carinho. Tá, fica com Deus. >> Valeu, >> senador. Corre que os seus seguranças são bravos, eu acho. >> Obrigado. [risadas] Tá. Obrigado. >> É isso, gente. Fiquem com Deus. Até amanhã. >> É, pode tirar ele fora, tá tudo bem. Obrigado. Aqui >> eu ao vivo não, não. Troca lá. Valeu,