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Flávio Bolsonaro: "Eu posso ter lado, você, Ratinho, pode ter lado, quem não pode ter lado é o juiz"
Flávio Bolsonaro · 16/12/2025 · 27 min · Flavio Bolsonaro
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▶ 00:00:00 Olha, nos últimos dias, nossa emissora sofreu uma série de críticas incentivadas por um país dividido. Lamentavelmente, a força das redes sociais impulsionou a falsa ideia de que o SBT é uma televisão voltada para um dos [música] lados políticos, sendo esquerda ou de direita. Este é o maior exemplo que o Brasil precisa [música] urgentemente ser repensado. As opiniões, as ideologias [música] políticas respeitadas. O SBT não tem
▶ 00:00:31 lado, gente. Nunca teve. O SBT não tem partido, nunca teve. O SBT é isento transformar o momento do lançamento de um canal de notícias. [música] O SBT News em fanatismo político é uma atitude que beira ignorância. O SBT respeita os poderes constituídos, até mesmo por educação, pluralidade, convidou para essa solenidade [música] autoridade de todos os poderes, de todas as linhas de pensamento, sejam de direita, centro ou esquerda. O SBT seguirá sempre os
▶ 00:01:02 princípios determinados pelo Silvio Santos, o criador dessa emissora. Como prova disso, eu trouxe aqui no quadro convidado especial o senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência. Então, senador, eu faço aqui a primeira, pode entrar aqui o senador. O senador tá aqui. [música] Tudo bem, senador? Obrigado por ter vindo. Eu sei da correria, mas você atendeu nosso pedido. Não, a o SBT, você precisa mostrar o Brasil que o SBT não tem lado. A a televisão, nenhuma
▶ 00:01:32 televisão pode tem que ter lado. Televisão é concessão pública, gente. Não pode ter lado. Nós temos que deixar todo mundo vir aqui. Silvio Santos sempre fez isso. A verdade inteira fez isso. E não vai ser diferente agora. Senador, vou perguntar aqui. Primeira pergunta. Se você for eleito, o que que você vai fazer com o Bolsa Família? Bom ratinho, boa noite para todo mundo. Boa noite pra plateia maravilhosa que tá aqui. Eu acho que eu posso ter lado, você pode ter lado, quem não pode ter telado é juiz.
▶ 00:02:02 >> Isso tem sido um problema no nosso Brasil. Mas eu tô, peço a Deus que >> toque o coração das nossas autoridades, porque ninguém aguenta mais tanta confusão. A verdade é essa. A gente tem que focar nos problemas reais da população, como é o Bolsa Família. Eu no Bolsa Família eu vou fazer igual fez o presidente Bolsonaro. Como é que o atual governo faz? Eles mantém as pessoas dependentes do Bolsa Família. Como é que o Bolsonaro fazia? E a gente tem que voltar a fazer, ratinho. Ele dava uma porta de saída, falava assim, ó: "Se você arrumar um emprego, você que tá no
▶ 00:02:32 Bolsa Família, se você arrumar um emprego, você vai ficar mais 2 anos recebendo Bolsa Família mais o seu salário e mais R$ 200. O governo vai pagar para você arrumar um emprego. >> Sim. >> Para que a pessoa possa se acostumar a viver do emprego e não depender mais do Bolso da família. Então, o nosso sonho é esse, abraçar aquelas pessoas que precisam receber o Bolsa da Família. Diga-se de passagem. >> Uhum. >> Antes da pandemia era R$ 190 em média tinha mulheres que ganhavam R$ 50 e o
▶ 00:03:03 presidente Bolsonaro colocou no mínimo R$ 600 porque com competência tinha dinheiro no caixa para poder fazer isso. Não tinha desvio em em estatais, né? né? Não tinha que o governo focar ficar botando 20 bilhões no Caixa dos Correios de volta por causa da incompetência da roubaleira que acontece lá. Então, Ratinho, a gente tem que tratar as pessoas com dignidade e o Estado dá uma mão, dá uma alternativa para que ela possa caminhar com as próprias pernas e não dependam mais de político nenhum na sua vida. >> Muito bem, Sérgio Manando, primeira pergunta. Sérgio, pergunta tua.
▶ 00:03:34 >> Ô, senor Ratinho, ô senador. Eh, eh, senador, deixa eu falar uma coisa pro senhor. Esse negócio de de e eh esquerda e direita tá tão, tá tão assim perigoso que quando alguém pede uma informação, eu falo: "Vai reto sempre". [risadas] Mas, ó, deixa eu falar uma coisa agora séria. Como é que a gente, como é que a gente pode acabar com essa divisão, com essa polarização? Porque realmente eu eu eu não vivia, eu vivi uma época muito não tinha nada disso. Hoje em dia famílias estão brigando, o pai não fala
▶ 00:04:05 com o filho, o filho não fala com o pai, a os irmãos não se falam. Você chega numa turma, aquele cara que é teu amigo das antigas, daqui a pouquinho ele ele não fala mais com você. Como é que a gente pode acabar com essa polarização no Brasil? Bom, Sérgio, em primeiro lugar, eu fico feliz ratinho, de estar aqui, porque no momento difícil que que passa a minha família, em função do que passa o meu pai, tá num programa aqui com com essa alegria, né, com essas pessoas que têm aqui o trabalho maravilhoso de levar alegria para quem tá nos assistindo, em especial na pessoa dessa figura que é o Serginho, que é um
▶ 00:04:36 cara que é histórico. Essa essa é é a memória que a gente tem do SBT. >> Sim. Então eu tô aqui hoje, Ratinho, pô, em memória a a história do Silvio Santos, em memória a as pessoas que construíram isso aqui, a sua família, que eu conheço as filhas do Silvio, conheço o coração de quem ajudou a construir a respeitabilidade, a credibilidade do SBT e também em homenagem a você, que é uma pessoa que eu respeito demais e ao nosso público. Como é que acaba com isso, Serginho? Eu acho que é pelo exemplo, porque
▶ 00:05:08 principalmente as maiores autoridades desse país, elas se elegeram dizendo o quê? Vou buscar a pacificação, vou acabar com essas confusões. E na prática o que que acontece? Não só o discurso de ódio continua, mas as práticas de ódio continuam. Hoje parlamentares de centro direita são perseguidos, ratinho. E não é por causa de corrupção, é por causa do que eles falam. Por isso que eu te falo que a gente pode ter lado, a plateia pode ter lado. Quem não pode ter lado é juiz.
▶ 00:05:39 Imagina, você tem uma causa do SBT, vai ser julgada por um juiz que tem uma proximidade com concorrente. Você vai achar um julgamento justo? Não vai. É isso que passou o Bolsonaro. Ele foi condenado pelos seus inimigos. Então esse tipo de coisa, Serginho, enquanto a gente não respeitar a Constituição, a legislação e não e o exemplo, enquanto o exemplo não vier de cima, eu acho que vai continuar essa confusão. E como sempre pediu assim, Bolsonaro, você tem que ser mais centrado, tem que ser mais equilibrado. Eu acho que eu já sou assim por natureza e quero que as pessoas me percebam dessa
▶ 00:06:10 forma como alguém que tem os mesmos princípios do Jair Bolsonaro, mas só que tem uma forma diferente de colocar as coisas e de explicar olhando no olho de coração aqui aberto. >> Sônia Lima, >> eu. Boa noite, Flávio. >> Boa noite, >> tudo bem, >> meu amor? Deixa eu te falar, desculpa falar, meu amor. O senhor, vamos tratar com todo o respeito, o senhor acabou de dizer, né, que faria como o seu pai em relação Bolsa Família. Teria alguma coisa que você faria diferente do seu pai caso seja presidente?
▶ 00:06:41 >> Olha, eu acho que ele era muito incompreendido várias vezes. Ele falava algumas coisas de uma forma quase sempre reagindo, tá, Sônia? Mas que acabava sendo deturpado, interpretado como se fosse uma agressão, um ataque institucional. Eu acho que o que eu melhoraria é a comunicação. Acho que é uma coisa que eu faria diferente. Eu tô na vida pública há 22 anos. sempre tive um excelente relacionamento com a imprensa. Respeito muito o trabalho dos jornalistas que trazem à luz coisas que
▶ 00:07:11 muitas vezes os porões ali do do poder omitem. E aí o que a gente pede mais uma vez, acho que a imprensa também tem um papel importante no do distensionamento de todo esse atrito, porque invariavelmente, pelo menos com a gente, é o tempo inteiro buscando uma coisa ruim para falar e desumanizando as figuras como a do presidente Bolsonaro. Então, acho que todo mundo tem um pouquinho de responsabilidade, pode dar sua cota de contribuição e melhorar e a o nosso convívio e respeitando as
▶ 00:07:41 diferenças. >> Dan Brandes, sua pergunta. Oi, Flávio. Boa noite. >> Boa noite. >> Eu queria, você acabou de falar, né, que você tem aí uma carreira, né, uma trajetória de 22 anos na política. Acho que não sei se era um pensamento se candidatar à presidência da República. >> Isso vai acontecer, né? Já aconteceu. Eu queria saber se tem alguma coisa eh se existe alguma possibilidade de você desistir dessa candidatura. O que faria você desistir nessa altura do campeonato? >> Ô, Dan. O que faria eu desistir seria
▶ 00:08:12 Jair Messias Bolsonaro livre e nas urnas para se candidatar à presidência da República. Eu só tô entrando nessa porque ele não pode fazer e ele me escolheu porque entende que eu sou uma pessoa preparada, uma pessoa de confiança, uma pessoa que tem a mentalidade e a coragem para fazer o que tem que ser feito dentro da lei. Eu acho que o caminho que a gente tem que buscar sempre é o da política. É uma coisa que eu amo fazer, que eu sei fazer. Eu entendo o jogo do poder em Brasília. As pessoas me colocam numa prateleheira de que sabe tratar as coisas com respeito,
▶ 00:08:43 jogando na bola. E mais uma vez, quando a gente obedece aquela aquele livrinho da Constituição, as coisas voltam pro lugar. É isso que tá precisando no Brasil. Tá tudo desregulado. A gente precisa de uma redemocratização de verdade, Ratinho. >> Muito bem, Bet Go. >> Bom, boa noite, Flávio. Eu ia fazer uma pergunta, mas você acabou de responder de onde veio essa decisão da sua candidatura, né? Eu quero saber se você tem visitado o Bolsonaro. >> Pois é, você sabe que eu tenho, como é que ele tá o Bolsonaro hoje? Ele tá
▶ 00:09:14 numa, num quarto de 12 m², trancado na chave 22 horas por dia. Ele pode sair por 2 horas para tomar aquele chamado banho de sol, mas é um espaço menor do que esse, bem menor do que isso aqui de cimento, parede branca. Não tem uma flor para ele olhar, não tem uma planta para ele para ele, ele para ele conversar, né? se ele quisesse, uma pessoa inocente que não cometeu crime nenhum e eu tenho 30 minutos por semana para falar com ele. Então, tô aqui com você hoje. Vou pegar avível porque o horário meu de visita é amanhã, de 9 às 11 da manhã e
▶ 00:09:46 vou lá para dar um abraço dele, nele, levar o moral dele e sempre pedindo a Deus que cuide da saúde dele, da cabeça dele, porque eu tenho certeza que o projeto de Deus para ele, para essa nação, é muito grande e ele tem um papel importantíssimo nisso, uma relevância gigantesca. que ele mostrou pro Brasil que tem um caminho a ser seguido, que não é o caminho da corrupção, que não é o caminho de passar a mão na cabeça de bandido, que é um caminho diferente desse de dizer que traficante é vítima de de usuário, que é um caminho diferente desse de querer fazer uma
▶ 00:10:17 política de desencarceramento. A gente tem que ser linha dura na segurança pública. Ninguém aguenta mais tomar pistolada na cabeça, eh, ciclista morrendo por causa de celular, mulher morrendo porque não quis dar uma bolsa para um marginal menor de idade. Então a gente tem que ser muito duro, muito firme, reduzir a maioridade penal, deixar a legislação penal mais dura e esse é o caminho que a gente vai buscar oferecer pro Brasil, por exemplo, na segurança pública. Pedirin, deixa eu ver isso. >> Boa noite, senador. >> Boa noite, D. Então eu eu queria saber o seguinte,
▶ 00:10:47 todas as vezes, ou quase todas as vezes, ou duas 10 ou 10 vezes, eh, que eu ouvia seu pai falar quando ele estava no cargo de presidente da República, ele sempre falava que o país estava dentro das quatro linhas da Constituição. Claro que esse quatro linhas, a gente sabe que é uma eterna e fácil, facíima referência aos campos de futebol. Eh, mas eu eu sempre fico me perguntando
▶ 00:11:19 se por acaso essas quatro linhas a que ele se referia, não as verdadeiras, eh teriam sido esquecidas pela nova administração que o país tem. Qual é a sua opinião a respeito disso? E se o senhor voltasse ao voltasse não, se os Bolsonaro voltassem ao poder, o que seriam essas quatro linhas e como é que
▶ 00:11:49 o senhor as restabeleceria? Décio, acho que o país não vive hoje respeitando as quatro linhas da Constituição. Na minha opinião, a gente tem uma máquina pública voltada para perseguir adversário político. Hoje você tem 70% dos parlamentares que respondem a processo no Supremo. Ratinho, não deputados 70% dos parlamentares que respondem a processo no STF não é por corrupção, é por falar. É isso. É interpretado. Você criticar uma decisão de um ministro é
▶ 00:12:19 interpretado como um atentado contra a democracia. você pedir eh mais transparência e segurança no processo eleitoral, você tá tentando contra a democracia. Então tá tudo errado. Tão jogando fora das quatro linhas. Sim, o que não aconteceu no governo do presidente Bolsonaro. Agora, como é que eu acho que resolve isso? Mais uma vez, é na política e no voto, porque cada vez mais a população entende que ao escolher um presidente da República, ele não faz nada sozinho. Tem que votar num deputado, no senador, que siga a mesma linha. Qual é o papel do Senado? é o
▶ 00:12:49 Senado que teria que fazer esse controle, essa corregedoria do STF. E hoje não faz por quê? Porque não tem número suficiente ou muitas vezes não tem vontade ou muitas vezes não tem coragem. O fato é que o papel que o Senado deveria desempenhar não desempenha. E isso quem pode dar resposta é o eleitor, escolhendo aquelas pessoas que pensam, né, como aquele candidato a presidente que você vai escolher. Então eu acho que isso é é mais um legado do presidente Bolsonaro que hoje você sabe como funciona as
▶ 00:13:21 entranhas do poder em Brasília, você sabe os nomes dos ministros do STF, você não sabe escalar a seleção brasileira de futebol, então política virou um assunto de de bar, isso é muito saudável na nossa população. E é isso que a gente pretende fazer, fazer sempre com a verdade, olhando no olho, sem medo de represáalhas, porque o Brasil precisa disso, de alguém que, de fato, enfrente isso, não de forma belicosa, mas de forma assim aberta, conversando, esclarecendo, porque a gente não tem que ir atrás de voto, a gente tem que ir atrás de conscientizar a população. Isso
▶ 00:13:52 que eu procuro fazer. >> Eu vou te fazer uma pergunta. Caso você seja eleito, caso você seja eleito presidente da República, como é que você vai lidar com com o Supremo Tribunal Federal? responder não. >> Como é que senhor vai lidar? >> Eu vou repetir a pergunta. Como é que caso o senhor seja eleito, como é que o senhor vai lidar com com o Supremo? >> Eu sempre tive uma relação respeitosa. Eu eu da família, enquanto meu pai foi presidente da República, eu sempre busquei distensionar essas relações. Então, conheço pessoalmente, a grande
▶ 00:14:22 maioria deles, eles me conhecem qual a minha forma de trabalhar. Eu acredito mais uma vez que a solução tá na política. A lei tem que voltar a ser cumprida nesse Brasil. Não dá pro Congresso Nacional tomar uma medida lá, por exemplo, de acabar com o IOF em cartão de crédito, que foi que o governo Lula aumentou o IOF. O Congresso vai, derruba, não chega de imposto. Ninguém aguenta mais imposto. É tesouraço nos impostos, como eu pretendo fazer. Vai ser tesouraço nos impostos, tesouraço na corrupção. Entra na minha rede social @flávio Bolsonaro que vocês verão como é
▶ 00:14:52 dessa forma que a gente tem que voltar a fazer a legislação ser cumprida, Ratinho. Porque hoje hoje a gente tem um congresso que tá >> amedrontado, tá preocupado com as coisas que são são feitas ali para parece que precisa deixar as pessoas amarradas de alguma forma para ter o controle sobre o legislativo. A gente tá discutindo um projeto de lei que trata de anistichia, já virou dosimetria, quer dizer, uma redução das penas. E quem tá impondo o
▶ 00:15:23 que que pode ou não pode ser aprovado é um ministro supremo. Isso é uma interferência de poder. Tá errado. >> Vou aproveitar fazer mais uma pergunta que é importante porque muita gente me pergunta isso. Vários empresários brasileiros estão saindo do país, indo agora pro Paraguai, agora indo ao caminho de caminho da Bolívia também, né? Estão saindo do Brasil, estão colocando suas empresas. Primeiro foram, estão indo pro Paraguai, agora pegaram o caminho da Bolívia. Eu não sei porque o caminho da Bolívia deve ser por causa de imposto também. Você tem algum caminho para esses empresários deixarem de sair
▶ 00:15:54 do país? >> Sim, o caminho, mais uma vez é o tesouraço, cortar imposto sem pena, como fez o presidente Bolsonaro, desburocratização, segurança jurídica, parar de olhar pro empreendedor como se fosse um demônio, alguém que enriqueceu porque roubou alguém. Não são essas pessoas que geram os empregos. Quem tem que gerar emprego não é o poder público, não é o presidente da República, o poder executivo, é aquele empresário que arrisca o seu dinheiro para abrir o negócio. E ali é que você começa a gerar
▶ 00:16:25 emprego. E mais, a gente tem que pegar, o meu sonho é transformar pela educação. Como é que a gente vai fazer isso? Porque tem aquela molecadinha que vai pra vida do crime, que é ruim. Ali tem que ser pau, ligadura. Lei para eles, mas a grande maioria dessa molecada que tá em escola pública, por exemplo, dá aqui sua mão, cara. Eu quero pegar na mão dessa molecada. A gente vai trazer desde o ensino básico. Vamos andar, andar, andar, andar, andar até chegar o cara a ter >> a carteira de trabalho dele ou a própria empresa. Essa mentalidade que a nossa
▶ 00:16:56 garotada tem que ter de estud estudar tecnologia da informação, ciência, tecnologia, matemática, português, ciências, >> acabar com nem isso que precisa estudo e nem trabalha. Tem que acabar. A garotada tá estudando, ratinho, fica preocupada, tipo assim, não tem expectativa de futuro, acha que nunca vai conseguir um emprego, nunca vai conseguir abrir a própria empresa. Então essa mentalidade que cabe ao poder público fazer e isso que a gente tem que fazer no campo ed >> Sérgio Bando, tem mais alguma pergunta? Ô senador, eh eh você tava falando aí da segurança, o que você acha dessa frase?
▶ 00:17:26 É bandido bom ou é bandido morto? Olha, o bandido que enfrenta a polícia tem que ser neutralizado mesmo. E o policial que mata ou que neutraliza esse marginal que tá armado com fuzil, ele não tem que ser investigado, ele tem que ser condecorado. Porque graças a Deus, Serginho, a gente ainda tem pessoas nas nossas polícias que se dispõe a colocar a vida deles em risco pela nossa. Quem já sofreu um assalto aqui? Quem já passou por uma situação de ser vítima disso, tudo que pede é para ficar vivo. Pea, pede a Deus para ficar vivo em
▶ 00:17:57 primeiro lugar, em segundo lugar para ter um policial perto para poder defender essa pessoa. Então a gente tem que proteger esse serv esse esses servidores públicos, essas pessoas da segurança pública, tá? Então assim, bandido bom é bandido morto. Se ele tiver desafiando o nossos nossos policiais, como aconteceu no Rio de Janeiro recentemente, um monte de cara armado de fuzil no mata de madrugada, não tavam fazendo turismo, tava ali esperando a polícia chegar para matar o policial, para defender aquilo que eles acham que é o território deles. Então
▶ 00:18:28 essa mentalidade a gente tem que encarar com coragem, com firmeza. Aí sim é para ser radical nessa pauta da segurança pública, porque foi assim que deu certo em todos os lugares do mundo, acabar com a impunidade. Agora é a vez da Sônia Lima. >> Eu vou pegar a carona aí um pouco nessa pergunta. Eu queria saber o que você faria com a segurança pública para mudar tudo isso? >> Primeiro a gente tem que reconquistar os territórios. Qual o primeiro território que a gente tem que reconquistar? Os presídios. O estado nem nos presídios
▶ 00:18:58 manda hoje, Ratinho. A gente tem que reconquistar esse território. Tem que construir presídios. Sim, já estamos fazendo um monte de mudança na lei penal que vai endurecer. Aqueles marginais que são mais perigosos, que andam de fuzil, que estão aí roubando, estuprando, batendo em mulher, esses caras têm que ter cadeia para eles mofarem lá. E quando eles saem do convívio social, eles estão praticando menos crimes nas ruas. Isso a gente já está fazendo. E mais uma vez, para que não haja essa usina fabricando bandidos o tempo inteiro, o caminho é esse que eu
▶ 00:19:28 brinquei aqui com o Ratinho de pegar na mão dele para evitar que essa molecada tenha como ídolos o dono da boca de fumo da da favela onde ele mora. Tem que ter como ídolo uma Raíça Leal, uma Dayane dos Santos, um astronauta Marcos Pontes, um Silvio Santos. Concorda? É isso que a gente tem que despertar nessa garotada para que eles tenham expectativa de serem alguém quando acabarem de estudar. Dan >> muito bem. Eh, o senador falou sobre o seu, a sua relação com o STF, sobre o
▶ 00:19:58 quão é importante se respeitar as leis no nosso país. E eu queria te fazer uma pergunta. Eh, se você fosse presidente hoje, você daria indulto presidencial ao seu pai? >> Com certeza. não só para ele, mas para todas as outras pessoas que foram eh covardemente justiçadas porque não cometeram aqueles crimes. O máximo que houve ali, Ratinho, foi uma depredação de patrimônio público que a gente nunca concordou e as pessoas têm que pagar por
▶ 00:20:28 aquilo. Agora, você acreditar que aquela uma senhorinha de Bíblia na mão, por mais tivesse no meio do Algazarra ali, ia sentar na cadeira de presidente da República, ia começar a dar ordem pra gente, ia todo mundo obedecer. Isso não ia acontecer, a pessoa ser presa no mesmo momento ia levado para cadeia, como aconteceu. Então não tinha como, pelo que aconteceu no 8 de janeiro, haver uma uma ruptura no nosso país, um golpe de estado, sem apoio de ninguém, sem apoio de Forças Armadas. O presidente Bolsonaro, Dani, enquanto era
▶ 00:20:59 presidente ainda, ele escolheu o comandante do exército brasileiro indicado pelo Lula. Pô, quem quer dar um um golpe armado? vai botar o comandante de uma força, o comandante escolido pelo seu inimigo. Então são várias coisas que mostram para que provam pra gente que o que tá acontecendo não só com Bolsonaro, mas com centenas de famílias que foram destruídas, pessoas que já morreram dentro da cadeia por causa de omissão do do do poder público, pessoas que estão fora do Brasil por medo de virem para cá, porque sabe que não vão responder a
▶ 00:21:29 um processo justo, vão ser justiçados, vão ser julgados pelos seus inimigos. inimigos vão ser julgados com ódio. Então, a única forma que eu vejo de a gente virar esta página de verdade é uma anistia ou como você colocou um indulto que seja dado para que essas pessoas retomem as suas vidas normalmente. >> Agora a vez da Bet Go. >> Senador, quais as prioridades que o senhor imagina pra área da saúde? Olha, para área da saúde a gente tem que fazer. O Bolsonaro começou muito bem, ele já foi o presidente que deu piso
▶ 00:21:59 nacional da enfermagem, um segmento que sempre foi até majoritariamente mais à esquerda, né, Ratinho? tinha porque tem porque quem trabalha com enfermagem, quem trabalha nessa área de atendimento ao público, normalmente tem uma sensibilidade maior, tem que ter ali uma um talento para olhar olho no olho, porque quem procura um posto de saúde tá procurando acolhimento. Então o que a gente tem que fazer é fechar mais uma vez, mais uma vez a torneira da corrupção, porque a quantidade de equipamentos que são
▶ 00:22:29 comprados, superfaturados, é, sem controle, com desperdício, tem que pagar melhor esses profissionais, como o Bolsonaro fez com relação à enfermagem. A gente tem que ter um uma atenção especial para que os nossos médicos de verdade tenham incentivos para trabalhar em lugares que são mais distantes, que ninguém quer trabalhar. Então, assim, todo mundo tem médico para caramba, mas todo mundo quer trabalhar numa capital. Ninguém quer ir paraa periferia, para o interior, para um lugar perigoso. Ninguém quer trabalhar numa UPA, no
▶ 00:22:59 local onde tem o domínio de traficantes, onde tem milicianos que mandam mandam naquele território. Então, veja como é que tá tudo intercalado. E pra gente melhorar um atendimento à nossa saúde, isso passa por segurança pública e passa por combate à corrupção. Então, assim, não é difícil de resolver, mas tem que ter boa vontade e tem que dar o exemplo. Quando o bom exemplo vem de cima para baixo, as coisas tendem a andar. Do jeito que tá hoje, o mau exemplo tá vindo de cima. Agora vamos ao décio.
▶ 00:23:30 >> Pois é, senador. Eu eu eu uma coisa que me incomoda profundamente é o o futuro dos serviços brasileiros. Eh, quando uma estatal é deficitária, eh, e eu digo, quando uma estatal é é deficitária, é, é mais ou menos uma piada, né? >> Sempre é, né? >> Ela sempre é. >> O Bolsonaro não foi. >> Ela sempre é. país. Eh, eh, o que eu queria dizer é o seguinte, é que essa estatal, ela acaba tendendo a pedir
▶ 00:24:03 então uma privatização e é gozado que as pessoas que fazem parte, os concorrentes que entram eh para eh ganhar a privatização desses serviços que deveriam ser serviços públicos, a princípio, eh só não o são porque estão estão causando prejuízo ao estado. Eh, essas estatais, aliás, essas empresas privadas também alegando um
▶ 00:24:33 grande prejuízo, continuam não servindo a população. O que é que o senhor faria para dar um pouco de vergonha na cara dessa gente? Déo, a privatização ela só é mal sucedida quando na sua origem, quando faz um edital lá para conceder um serviço público para um alguém do setor privado explorar, quando isso é mal feito, quando isso é feito com corrupção, a gente vê isso direto aqui. Estamos vendo aqui aqui em São Paulo, acho que você tá se referindo a isso, a Enel, que foi privatizada e tá prestando
▶ 00:25:04 um péssimo serviço de de luz, né, as pessoas sofrendo com isso. Então, cabe ao poder público multar, cobrar e, se tiver o serviço ruim, tirar e botar uma outra que seja competente e se comprometa a fazer os investimentos, a investir em tecnologia para diminuir o desperdício. Uma empresa que se comprometa a fazer ligação elétrica subterrânea, ao invés de ser por poste, porque essa é a ligação, né, que tem as árvores derrubam os postes e acaba dificultando, cortando o fornecimento de energia, o que é verdade também. Então,
▶ 00:25:35 acho que vai desde o início, se uma privatização é bem feita, a tendência é um serviço eh público ser prestado de uma forma melhor do que se fosse por uma estatal. Olha os correios. Os caras pediram 20 bilhões. >> Bilhões é m >> de empréstimo para cobrar o roubo deles, né? A, os correios ele são comodados, são comandados pelos advogados do Lula, um grupo chamado prerrogativas de esquerda. Então, bota os companheiros lá, cara. Além de fazer um trabalho incompetente, ainda metem a mão. Como você falou, esses 20 bilhões dos nossos
▶ 00:26:07 impostos vão ter que ser colocado lá, Ratim pra conta fechar. Sabe quantas casas, quantas habitações populares podiam ser feit com esse dinheiro? 134.000 1 casas populares. Você que tá hoje no aluguel, saiba que o roubo nas estatais pode estar inviabilizando que você tem a sua casa própria. Então, é nesse essa comparação que o povo precisa entender e dar valor a um governo que vá zelar pelo dinheiro dos nossos impostos, que não é dinheiro público, o dinheiro tem dono e é o povo brasileiro. >> Bolsonaro, um abraço, Flávio, um abração
▶ 00:26:38 para você, dá um abraço pro teu pai. Espero que ele saia bem dessa daí, tá bom? Obrigado, >> muita saúde para ele. Obrigado por ter vindo, Flávio. >> Quero agradecer aqui ao senador Flávio Bolsonaro pela entrevista. Aproveito para lembrar que o nosso programa está de portas abertas para todas as linhas de pensamento da política. [música] O SBT sempre foi e sempre será uma emissora imparcial. Vocês se lembram que durante a a as candidaturas de presidente da República, eu entrevistei todos os candidatos sempre do mesmo jeito. E aqui vai continuar sendo assim.
▶ 00:27:09 O SBT não tem lado.