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Presidente Lula faz reunião ministerial sobre El Niño

Lula · 29/07/2026 · 55 min · Lula
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▶ 00:00:00 Esta é uma reunião muito importante para os próximos meses para o Brasil, que é uma reunião em que a gente vai discutir os possíveis efeitos do Elinho no nosso país. Então, a companheira Miriam Belquió, nossa ministra chefe da Casa Civil, fez todas as reuniões que precisava ser feito e ela vai fazer uma abertura,

▶ 00:00:30 fazendo uma exposição, sabe, do quadro, sabe, do que pode acontecer no Brasil. Ela vai utilizar o tempo que for necessário, porque é uma reunião muito séria. E depois a gente então vai, essa reunião será aberta paraa imprensa. Nós temos interesse que a imprensa cubra, descubra, cubra outra vez, descubra essa reunião. Queremos que divulgue de forma positiva tudo que vai ouvir aqui, porque

▶ 00:01:00 não vai ter nada negativo. E ao mesmo tempo, depois disso, o que me dá a palavrinha, eu dou uma palavrinha e tudo pra imprensa. Aí depois a gente pede delicadamente pra imprensa se afastar e aí a gente continua a nossa reunião ouvindo os ministros falarem dos problemas. Tá bem? Então, companheira Mira Vecó, a palavra está com Vossa Excelência. Eu vou controlar o tempo, mas o meu relógio não tem ponteiro,

▶ 00:01:30 portanto fique tranquila. Obrigada, presidente. Queria cumprimentá-lo, cumprimentá-lo o presidente, vice-presidente Alkmin, meus todos os meus colegas ministros e ministras que estão nessa reunião e os presidentes das instituições também vinculadas que estão aqui hoje. Eh, eu vou fazer aqui, presidente, né? você porta-voz do trabalho que foi feito nos últimos meses pelos 24 ministérios

▶ 00:02:00 que estão aqui, eh, em que a gente vem monitorando a possibilidade de ocorrer o euninho desde o começo do ano e as ações que já foram ou estão sendo feitas ou serão ainda feitas no próximo período para minorar os efeitos eh desse fenômeno sobre sua orientação, presidente. Desde o primeiro dia eh desse governo, a gente vem tomando

▶ 00:02:30 iniciativas, medidas, implementando programas para que o nosso país seja capaz de lidar melhor com esses fenômenos, com as consequências das mudanças climáticas, né? Então, eh, essa é uma questão muito importante. Hoje, certamente nós estamos muito mais bem preparados para enfrentar o Euninho do que nós. Nós vamos ver, nós já enfrentamos nesse seu mandato eh uma ocorrência forte de Aninho. Eh, e nós então estamos muito mais preparados para

▶ 00:03:03 enfrentar essa nova edição de Auninho que deve ocorrer no segundo, a partir do segundo semestre, né? E nós nos preparamos tanto com ações estruturantes, como, por exemplo, de segurança hídrica no Nordeste, mas tem muitas outras, mas também com ações de respostas a desastres, né, a partir da experiência que a gente já viveu. E nós nos preparamos discutindo com os especialistas, portanto ouvindo a ciência, com representantes dos estados

▶ 00:03:34 e municípios, porque a responsabilidade por fazer eh por adotar medidas para melhorar os efeitos do Elninho não são só do governo federal, a gente precisa fazer esse trabalho conjunto. Então, tivemos também interlocução muito forte com estados e municípios e também com entidades da sociedade civil também preocupadas com a ocorrência desse fenômeno, né? Então eu vou apresentar aqui eh uma apresentação eh longa porque ela realmente reflete todo esse esforço

▶ 00:04:05 do governo até aqui e o que nós vamos fazer especificamente pro pro Eloninho, né? e vou dividir aqui a minha a minha apresentação, que depois eu peço que o Stucker levante eh as telas para que todos possam acompanhar. A apresentação a gente distribuirá na sequência. Eh, primeiro, como é que o que é que a ciência, o que que os organismos que estão eh identificando a elevação de temperatura no Oceano Pacífico, eh como

▶ 00:04:35 é que isso tá, a ciência tá vendo e qual a probabilidade de nós termos é o ninho eh aqui no é o ninho no mundo, né, não é só no Brasil. Quais foram as ações que nós fizemos nesses últimos anos, nesses 3 anos e meio, e quais as ações específicas que nós estamos fazendo agora para para eh o segundo semestre de 26 e o primeiro de 27. Então eu começo aqui a apresentação aqui, a estrutura

▶ 00:05:05 que eu já comentei, o que é que diz a ciência, né? Primeiro o que que é? Acho que todos aqui conhecem, mas é importante dizer, ele é um fenômeno climático que eh ocorre quando há aumento da temperatura das águas do Oceano Pacífico. Eh, e isso provoca uma alteração no clima global a partir de meio grau de aumento. tem uma média aí, né, do

▶ 00:05:38 técnicos do governo federal, vou falar deles depois. Prevenécnicos do governo federal, vou falar deles depois. Preven, ou seja, acima uma temperatura acima de 2º. Então esse é um é um consenso. Ninguém aposta que é 2,1 ou 2,8, mas todo mundo aposta que é mais do que 2% e portanto muito forte. O que é que a gente deve fazer com isso, né? Primeiro não negar a ciência e seus alertas. Nós

▶ 00:06:08 estamos fazendo isso. Segunda coisa, nós precisamos tomar as medidas preventivas e preparar respostas em parceria com estados e municípios para enfrentar os impactos da ocorrência do fenômeno. E terceiro, informar e orientar a sociedade de como proceder em cada uma das dos impactos que existe. Eles são diferentes no nosso país. Aqui tem a evolução da temperatura lá do Pacífico durante o ano de 26. Essa linha

▶ 00:06:39 horizontal no zero é aquela média de 30 anos que eu comentei no início. A gente vê que até maio a gente tá abril, mais ou menos, meados de abril a gente tava menos do que zero, ou seja, menos do que a média temperatura. comum aí no aí de abril para maio a gente já entrou no fraco, já aumentou meio e vem aumentando em junho e em julho. dia 11 de junho,

▶ 00:07:09 internacionalmente, os órgãos de os órgãos técnicos aí estabeleceram oficialmente que as condições paraa ocorrência do nasceu a criança, como tá dizendo padilha aqui, eh, que as a deve ocorrer é o ninho esse ano mesmo e a e a tendência é que ele seja muito forte. Como é que são os impactos que devem ser monitorados aqui no Brasil? Em cada região do Brasil, os impactos podem são

▶ 00:07:39 diferentes, né? Os efeitos do eho são diferentes. Em azul, que é o norte e o Nordeste, a tendência é seca. No amarelo, que é o Centro-Oeste e o Sudeste, é atraso das chuvas e no Sul é chuvas acima da média. Então a gente vê que o efeito é diferente para cada região do país. No norte a gente precisa verificar eh garantir, né, os impactos podem ser redução do acesso à água para consumo e para produção, eh piora a navegabilidade

▶ 00:08:10 dos rios porque diminui a vazão, incêndios, risco de isolamento das das comunidades e eh desabastecimento de água, combustível e alimento. ocorre entre deve ocorrer entre agosto e dezembro no Nordeste, pois eu vou detalhar isso. os impactos, a o que se espera pelas avaliações que nós estamos fazendo hoje é que eh seja nas áreas agrícolas produtivas o maior impacto, especialmente lá no Matopiba, região do

▶ 00:08:42 serrado, lá do Mato Grosso, Tocantins, Piauí, Bahia, no Sudeste, eh, o risco é de incêndio e grandes ondas de calor. Eh, o período tudo é pode acontecer, tá certo? de setembro a dezembro, no Centro-Oeste, incêndios e impactos em áreas agrícolas produtivas de julho a outubro e no Sul, enchentes e deslizamentos no período de julho a dezembro. Então essa a partir do nosso trabalho aqui com especialistas e os

▶ 00:09:14 ministérios são o que a gente espera e com são os impactos com os quais a gente tem que lidar no próximo período. Eh, eu falei aqui, essa então a primeira parte, quer dizer, é inequívo que haverá um um einho. É bastante provável, 85% que ele seja eh muito forte, eh 90 e tantos que ele seja forte. Então, vai acontecer e esses são as principais preocupações que a gente tem que ter para enfrentá-lo.

▶ 00:09:45 É, como eu disse no início, nós já desenvolvemos um conjunto de medidas desde que chegamos, porque um dos assuntos eh prioritários que o presidente sempre nos eh nos está nos orientou é a questão das mudanças climáticas, a posição do Brasil em relação a ao acordo de Paris no cumprimento Brasil das nossas metas, enfim, a gente o Brasil fazer a sua parte paraa preservação do planeta. Eh,

▶ 00:10:15 e por isso, desde o primeiro dia, nós estamos nos preparando cada vez mais, eh, com políticas, com pessoas e com muito trabalho para tá ser capazes de lidar estruturalmente e conjunturalmente com esses fenômenos, eh, que é o que tá escrito aqui, tá certo? Então, como eu disse, a gente tá mais preparado do que nós estávamos quando chegamos aqui em 23. Eh, aqui tem uma lista, são sete, eu acho, de investimentos, eh, que a gente

▶ 00:10:46 vem fazendo nesse período e que são fundamentais para que a gente esteja eh capaz de inventar e de eh enfrentar esse fenômeno. Então, aí tem a lista, mas eu vou pegar cada um deles na sequência. Então, investimentos em prevenção e combate a incêndio. Primeira coisa, nós aumentamos muito o número de brigadistas, né? Hoje a gente tem 4000, mais de 4.400 brigadistas do IBAMA e do

▶ 00:11:16 CMB, que é a tropa, digamos, federal que combate incêndios, né? Preparada, treinada para fazer isso com equipamentos e tudo mais. Mas além desses 4400, na relação com estados, municípios, a gente os apoiou, vou falar na sequência, com recursos do fundo da Amazônia, eh, e que a contrapartida é que eles treinem mais 5.000 eh brigadistas nos seus estados para que se juntem aos 4.00 federais. Com isso, a

▶ 00:11:47 gente tendo um número maior de brigadistas, tá certo? Então, tanto em em brigadistas, bombeiros, nas comunidades tradicionais, nos assentamentos, a gente tem essa capacitação para que eles possam eh porque isso já se demonstrou que o primeiro combate é muito importante e, portanto, ter gente no local que não precise se deslocar é fundamental para que a o combate ao incêndio se dê. Aqui é o são os recursos do fundo da

▶ 00:12:17 Amazônia em que eh nós doamos pros estados eh da Amazônia Legal em verde, que são nove estados, e o em laranja, os do serrado e Pantanal, que são cinco estados e mais o Distrito Federal, 500 veículos, quase 34.000 1000 equipamentos eh de uso individual e a reforma de 30 bases operacionais para poder estruturar o trabalho dos brigadistas, porque não basta ter o cara treinado, eu preciso

▶ 00:12:47 ter esses equipamentos. Então isso tudo foi doado para os estados a partir do do fundo Amazônia pra gente estruturar todo esse trabalho. Isso não começou para esse auninho, né? Começou lá desde 2023. Aqui tem uma uma imagem da entrega de viaturas, que aí tem carro de bombeiro e vários tipos de viaturas para viabilizar esse trabalho. Você fala hora aqui.

▶ 00:13:18 Aí um segundo bloco, medidas contra o desmatamento e financiamento climático, também fundamental. Então, a redução do desmatamento em todos os biomas, queda de 50% na Amazônia, 32,5 no sererrado e 63% no Pantanal, fundamental para eh reduzir o impacto das mudanças climáticas. Também fizemos o plano de ação de prevenção e desmatamento para todos os biomas. Eh, a outra coisa fundamental é a política nacional do

▶ 00:13:50 manejo integrado do fogo. Parte dos agricultores usa o fogo para começar a fazer o seu plantil. Então, eh, ter um trabalho todo de capacitar para fazer isso com menos risco e mecanizar, que eu vou falar na sequência, é fundamental pra gente evitar focos na agricultura. Além disso, eh, estamos fazendo o processo de restauração florestal e de concessões florestais. todas medidas estruturantes pra gente eh lidar com a mudança do clima. No financiamento climático

▶ 00:14:21 também, né, nós tivemos uma mudança grande de escala. Eh, o Fundo Clima e o Ecoinveste, eh, linhas de financiamento importantes pro financiamento climático, alcançaram 180, quase 180 bilhões de reais desde o do primeiro ano do seu mandato, presidente. Só o fundo clima eh agora em 2025 são 35 bilhões num único ano. É uma um aumento bastante grande. E a esses ainda se somam o fundo Amazônia, a

▶ 00:14:52 plataforma Brasil de investimento climático e o fundo de florestas tropicais para sempre. Ou seja, todas iniciativas importantes e estruturais pro combate às mudanças climáticas. Investimentos em segurança hídrica. Aqui também todo o investimento do gigantesco eh integração do São Francisco é fundamental para garantir a água no semiá. Então são quase 5 bilhões agora. fórum que já foi gasto antes em eh

▶ 00:15:22 investimentos complementares como Ramoldo Apoldo Salgado e assim por diante, né? O que se que se espalha nos vários estados do Nordeste, atendendo 12 milhões de pessoas beneficiadas. garantir água de maneira perene para essa população. A mesma coisa a segur além do São Francisco, nós temos mais 10 bilhões de investimentos em segurança hídrica no Nordeste. Nós temos 2800 km de canais e adutoras sendo construídos.

▶ 00:15:53 eh novos reservatórios que vão eh garantir um armazenamento de mais 2,2 milhões de m³ de água, 162 barragens que já existem, mas que têm pequenos problemas que estão sendo recuperadas para eh cumprir melhor o seu trabalho e mais de 172.000 1 cisternas, ainda completando todo o trabalho de mais de 1 milhão de cisternas que fizemos em momentos anteriores. Não sei o que aconteceu com o mapa aí, mas para cada

▶ 00:16:23 um dos estados aconteceu algum problema aí, mas no papel tem. eh com todos os estados com investimentos para segurança hídrica lá no Nordeste. Eh, além do tradicional, né, Valde, operação carro pipa, que nesses 3 anos e meio eh eh foram investidos 2,1 bilhões e que atende 1.600.000 1000 pessoas todo mês para garantir abastecimento de cisterna, como a gente vê aí na foto, e garantir

▶ 00:16:55 que as pessoas tenham eh chegue perto de si o abastecimento de água. No norte nós também estamos fazendo investimentos porque especialmente nas pequenas comunidades eles têm um rio que passa do lado, mas não tem água potável para tomar, né? Então a gente são quase R 600 milhões de reais investidos aí nos vários estados paraa água nas comunidades rurais, para sistemas sanitários eh em individuais ou para

▶ 00:17:27 pequenas comunidades, eu vou mostrar depois. E também água para eh áreas indígenas, ou seja, chegando nas pequenas comunidades do norte, o abastecimento de água. Aqui eu tenho essa solução dos acessos à água. eh, adaptadas aí à realidade do norte, eh, que pode ser um sistema autônomo só para uma casa ou um sistema comunitário pro conjunto pequeno de casas. Aqui a gente e aí a gente aproveita que tá levando a água, no caso individual com captação de

▶ 00:17:59 chuva, mas a gente aproveita onde não tem já faz banheiro e fossa, da mesma maneira o comunitário que é um pouquinho maior que esse, que usa inclusive energia solar pro bombeamento da água. Então são iniciativas importantes de e estruturais, tá certo? Para que não dependa num período de fenômeno como é o ninho, de ter que levar a água como a gente chegou a levar a água de avião em 2023, 24. Investimentos em energia. Aqui é

▶ 00:18:30 importante, Alexandre vai poder falar melhor, mas quando secam os rios lá no norte diminui os reservatórios de energia, então produz energia. elétrica. Se produz menos energia elétrica, sistema nacional precisa começar a funcionar. Nós temos que ligar a térmica. Ao ligar térmica, eh, você vai precisar de óleo diesel. Vou falar isso depois. Como é que nós estamos lidando com isso? primeiro diversificando a matriz de energia,

▶ 00:19:01 porque aí se eu tiver, se eu depender menos de energia eh hídrica, eh não vai ter problema quando tiver algum tipo de seca e o fenômeno do Elninho. E garantindo a expansão da transmissão de energia, porque aí eu levo energia do lugar que tem para onde não tem. E por isso nós estamos fazendo esses esse dupla lógica de investimento. Com isso são 225 bilhões que a gente tá fazendo. São duas ITipus que que nós estamos

▶ 00:19:33 investindo para garantir essa diversificação da nossa matriz e ficar menos dependente da energia hídrica. Investimentos em dragagens. Nós também nesses 3 anos e meio mais de 900 milhões. Por que que isso é importante? Porque na hora da seca a gente se faz dragem, evita isolamento de comunidades e na hora de chuva, se o rio tiver desobstruído, eu minoro risco de enchente. Então nós temos feito nesses 3

▶ 00:20:05 anos e meio quase R$ 900 milhões deais investidos em dragagens, investimentos em prevenção a desastres provocados por chuvas intensas. Então, para isso, com o novo PAC, nós temos investimentos de quase R 19 bilhões de reais paraa drenagem urbana e paraa contenção de encostas em todo o país, né? A gente vê que todas as regiões do país tem, claro, que com maior concentração na região Nordeste, na região Sudeste e na região Sul. Aqui

▶ 00:20:36 esses recursos foram destinados aos estados e municípios para que eles façam essas obras estruturantes para proteger as cidades dos efeitos de da das chuvas intensas, seja eh nos córregos, seja nas encostas. O Rio Grande do Sul é um caso especial. Com o desastre enorme que teve em 24, nós garantimos recursos, né, Daril? Cadê o Daril? nós eh garantimos recursos para que o

▶ 00:21:08 estado pudesse se preparar para eventos posteriores. E nós fizemos isso de duas maneiras. A primeira ao permitir que o estado não pague a dívida por 3 anos e a segunda que eles deixem de pagar os juros do período. Com isso, né, eh foi criado o FUNRGs para fazer ações de adaptação climática, de tornar o estado mais capaz de enfrentar os efeitos da mudança do clima. Eh, a previsão

▶ 00:21:41 de que o estado, esse fundo, receba 15 bilhões. Até junho, ele já recebeu 9,4 bilhões, porque o resto vai receber até 2027. Desses 9,4 bilhões, o estado eh gastou até agora 5,8. Então, ele gastou 60% do recurso que entrou até agora. ele ainda tem 40% desse recurso disponível para fazer eh essas ações de adaptação

▶ 00:22:11 climática. Além disso, nós colocamos mais R$ 6 bilhões deais num outro fundo chamado Firess para garantir que eles façam obras estruturantes. Lembra aqueles dicks que que romperam ou estavam abertos na época da enchente? exatamente para rompor a eh recompor aquela proteção, mas também para fazer outras obras complementares para evitar ocorrências futuras, como aquela que ocorreu em 24.

▶ 00:22:43 Eh, os nossos órgãos eh também trabalharam na melhoria dos equipamentos para prever coisas. Então, o SEMADENM, que tem equipamentos poluiométricos para monitorar o volume de chuvas, ampliou essa a quantidade de pontos de medida de chuva. Então, nós tínhamos em junho, em janeiro de 23, 992 pontos, eh ampliamos para mais 435 municípios e tá previsto

▶ 00:23:13 até julho do ano que vem chegar a 100, mais de 1800 municípios. Da mesma forma, o IMET expandiu e modernizou a rede de estações meteorológicas, também fundamental para fazer os alertas que a gente eh tá emitindo. Eu vou falar deles na sequência. Então, em janeiro a gente tinha, de 23, a gente tinha 567, instalamos 158 novas estações, tão previstas mais de 220. E tão importante

▶ 00:23:43 quanto aumentar a quantidade é a mudança de tecnologia, porque saiu de uma coisa que o técnico tinha que sair, sei lá, de Porto Alegre para ir numa cidade no interior do Rio Grande do Sul para ver a medida e agora isso é digital e pode ser visto à distância. Isso tudo nos prepara melhor para qualquer fenômeno que vá acontecer. Investimento em resposta a desastres. Toda vez que acontece um desastre, vai lá a Defesa Civil, certo, Valdez, para

▶ 00:24:14 fazer o atendimento humanitário, que é lá cesta básica, eh, abrigo, colchão, enfim, aquele primeiro atendimento para as pessoas desalojadas, ações de restabelecimento pra cidade voltar a funcionar, então voltar água, voltar energia, eh tirar escombro da rua paraa cidade minimamente voltar a funcionar e as ações de recuperação. às vezes tem uma ponte que foi destruída, uma estrada que também foi destruída. Esse é um papel importante da Defesa Civil. Aqui a

▶ 00:24:44 gente tem a evolução dos reconhecimentos federais que se tornaram muito velozes. Eh, né, Valdez, às vezes no mesmo dia que o estado ou município pede, eh, bem sumário, como diz o o ministro. E aqui eu tenho o número de reconhecimentos federais. A gente vê que o de seca é maior do que o de chuva, né? Acho que a maior parte das pessoas deve ter a ideia de que o de chuvas seria maior, mas na verdade o de seca é maior do que o de chuvas.

▶ 00:25:14 e uma inovação importante adotada aí pelo Ministério da Integração Regional, que foi o Defesa Civil Alerta, né, que é o recebimento dos alertas dos de que todo mundo que a gente tá aqui se baseando na ciência, eh, antecipando o que pode acontecer, estamos podendo avisar cada cidadão que a área onde ele tá corre riscos e que ele tome, se ele tá numa área de risco, que ele saia, enfim, que ele tome as providências. Uma coisa que a gente começou estado a

▶ 00:25:45 estado, mas hoje já cobre o Brasil inteiro e a gente já tem mais de 2.500 alertas eh emitidos desde agosto de 2024. Com isso, acho que a gente mostra que o tanto que nós trabalhamos para enfrentar esse tipo de fenômeno, nós não estamos parado, estamos trabalhando naquilo que é no desastre que acontece, mas também apostando no futuro, fazendo investimentos que minoram os riscos eh desses impactos. o que que nós estamos

▶ 00:26:15 nos, como nós estamos nos organizando e que medidas eh nós já adotamos ou eh vamos adotar para enfrentar essa edição do Elninho? Primeiro, nós estamos desde que começou a se falar no assunto, monitorando a situação. E como é que a gente faz isso? A gente faz isso a partir de uma sala de

▶ 00:26:45 situação com 24 ministérios que estão aqui hoje e com nove salas operacionais com temas específicos que se relacionam com esses 24 ministérios. Então, sobre incêndio, sobre saúde, sobre estiagem, sobre prevenção eh de e resposta a desastres, sobre energia, sobre combustível, agricultura, segurança e assistência. Ou seja, a partir daquele mapa que eu mostrei com azul, laranja e não lembro qual é a outra cor, né, de

▶ 00:27:16 qual quais são os riscos que a gente corre em cada região do país, foram construídas essas salas temáticas e a sala de situação como o espaço dos ministérios para estabelecer as ações que devem ser executadas. E como é que a gente faz isso? A partir de dados, a partir do monitoramento da situação e a partir dos alertas que seguem a partir disso, né? Então, a gente trabalha, é baseado na ciência e a gente conta para fazer isso com o IMP, com previsão climática, o IME, o IMET com

▶ 00:27:47 monitoramento meteorológico, SEMADEN para os alertas de chuva, a Ana que que eh eh monitora os nossos rios com o Serviço Geológico Brasileiro e com a Defesa Civil. Então nós temos, a gente funciona dessa maneira para chegar numa avaliação do que deve ser feito. Quais são os pilares fundamentais para estruturar o nosso trabalho? Primeiro, os dados. Por isso, esses órgãos todos

▶ 00:28:19 que eu já citei aqui, tão fazendo relatórios mensais que dão os dados e as previsões em relação ao Ninho, com base no que a gente mapeia os riscos, antecipa ações e protege especialmente as populações mais vulneráveis. Eh, como eu disse lá no começo, não basta o governo federal, então a gente precisa primeiro, fizemos muitas reuniões com especialistas para entender, consolidar o entendimento do

▶ 00:28:50 que do como nós devíamos trabalhar, mas também fizemos diálogo com as entidades da sociedade civil, especialmente através da secretaria geral, mas não só, e também através do Conselho da Federação da Secretaria de Relações Institucionais, reuniões com os estados e com as associações municipalistas para alertar do problema e discutir o que é que deve ser feito por estados e municípios. O que que para nós eh o que é que nós discutimos com estados e

▶ 00:29:21 municípios que seriam papéis que eles deveriam eh eh realizar em conjunto com o governo federal? Primeiro, a estrut desculpe, primeiro a estruturação da Defesa Civil e da governança local. Então, os planos de contingência e mapeamento de áreas de risco local, saber aquele lugar que vai cair, já se preparar antes do que do que

▶ 00:29:51 aconteça, emissão de alertas e mobilização das equipes locais e declaração da situação de emergência ou calamidade. e também tem que gerir seus reservatórios para decidir se tiver racionamento, se tiver escassez, se ele faz eh racionamento, qual ele, se ele vai priorizar as pessoas, as indústrias, como é que ele distribui a água disponível, além de manter os seus próprios sistemas. em relação aos incêndios, as brigadas estaduais e

▶ 00:30:22 municipais, que eu já coloquei aqui antes, fiscalização para evitar mais queimadas e apoio ao manejo integrado do fogo aí durante a eh que os agricultores usam para fazer o plantil. Na saúde, é preparar a rede para atender eh os problemas que podem adiros, desastres em geral, mas no caso de calor extremo e fumaça é uma coisa específica. e também a vigilância epidemiológica e os planos

▶ 00:30:52 de contingência hospitalar. Certamente Padilha falará disso na sequência. eh segurança alimentar, identificar os mais eh vulneráveis, distribuir cesta básica, seja as próprias, seja as que o governo federal envia, eh também o abrigamento da população quando ocorre desastre e fazer obras de infraestrutura que mexam eh definitivamente com o problema, como contenção de encosta e eh drenagem de córregos e etc.

▶ 00:31:24 Eh, que que nós estamos fazendo de combate à prevenção e a incêndios que a gente ainda não tinha feito, né? Qual é a evolução que nós estamos trabalhando agora? Ao identificar os impactos, nós, essas os pontinhos brancos e vermelhos são os pontos onde eh eh historicamente tem incêndio no Brasil quando há um problema desse tipo, tá? O que que são as bolinhas maiores em verde aí? são aqueles as áreas que a gente identificou

▶ 00:31:55 com que é 1 2 3 4 5 e 6, que são duas áreas no Pará, uma no Mato Grosso, uma no Mato Grosso do Sul, uma no Maranhão e outra em Tocantins. São as áreas que a gente identificou o maior risco de incêndio. Então, se lá é o maior risco de incêndio, vamos concentrar mais recursos eh naquela área para combater, se apareceu o incêndio. Então, a gente botou mais eh veículos lá, eh duas vilas operacionais, 19 helicópteros, 18 aviões, inclusive de

▶ 00:32:26 lançamento de água, eh, e aviões também de transporte, né? Com isso a gente, com mais os brigadistas que a gente tem, mais os que os estados montaram, nós temos uma estrutura para enfrentar e esse risco que tá colocado. A mesma coisa a gente fez pros assentamentos rurais. Escolhemos 20, que também se julgou ter maior risco de incêndio, incêndios grandes,

▶ 00:32:58 né? que risco de incêndios sempre tem, mas incêndios maiores. Então aqui uma mobilização dos assentados, eh, verificando locais de risco e fazendo planos territoriais de ação, discutindo com eles como evitar o problema, formando agentes locais para evitar os incêndios, eh ajudando na mecanização para que eles troquem a queima por roçagem e gradagem com máquina, né? Então, melhorando e

▶ 00:33:29 melhorando a produtividade, provavelmente também a Fernanda vai poder falar disso e também eh com ações de fortalecimento da produção com recursos do fundo Amazônia. Outra coisa são os trechos críticos das rodovias federais. as rodovias são um dos eixos de propagação de incêndio importante. Então aqui no mapa a gente tem do amarelo pro laranja e pro vermelho os locais também com maior risco de incêndio que já ocorreram e que

▶ 00:33:59 podem ocorrer de novo. Então aqui a gente tem várias ações operacionais do DENIT e da Polícia Rodoviária Federal para menorar os problemas decorrentes disso, eh, capinando vegetação para evitar que o fogo se propague, eh, fazer faixa sem vegetação para não sair de um de um bloco pro outro fica mais difícil de propagar. Eh, educação ambiental para as comunidades lindeiras, segurança viária, quando começa o incêndio tem

▶ 00:34:30 fumaça. Então, é importante a Polícia eh Rodoviária Federal orientar o o tráfego o tráfego nas rodovias para eh evitar acidentes e também a Polícia Rodoviária Federal entrar para eh tentar evitar incêndios e especialmente os criminosos, né, com fiscalização, disponibilidade de aeronaves. Aqui nós temos que ter eh em momentos

▶ 00:35:02 especialmente de desastre, quando começa os efeitos mais fortes do Elon Ninho, a gente precisa ter aeronave para combater incêndio, para abastecimento de alimento ou combustível, para resgate de pessoas e para deslocamento das equipes de uma área para outra. E aí a gente tem uma estratégia progressiva de acionamento de aeronaves que lá em 2023 a gente não tinha, não tinha aeronave, a gente só apelava ali pro ministro Múcio nos

▶ 00:35:33 ajudar com as aeronaves das Forças Armadas, tá certo? Eh, agora não, a gente conseguiu construir a partir desse trabalho. Eh, nós temos contratos ativos, então o IBAMA e SEMBI tem sete aeronaves permanentes e o contrato permite acionar mais 31. A FUNAI tem 80.000 1 horas de voo contratadas e a a Polícia Rodoviária Federal também tem 10 unidades aeronaves permanentes. Além disso, nós temos uma ata de registro de

▶ 00:36:04 preço, ou seja, a gente pode ir lá e contratar imediatamente, não precisamos licitar, de mais 130.000 horas de voos, se for necessário, a gente tem como acionar. e temos sempre o Ministério da Defesa sempre alerta e disponível para nos ajudar nesses momentos. Além disso, também temos a parceria dos estados, que tem mais nove aeronaves que podem ser acionadas para essas funções, né? Mato Grosso do Sul, Pará, Distrito Federal,

▶ 00:36:36 Rio Grande do Norte, Piauí, Rio Grande do Sul e Bahia. Segurança híndrica. Além de fazer todas as obras que nós estamos fazendo, no Nordeste não tem previsão de ter escassez nos reservatórios do Nordeste. Então, aparentemente, disso nós estamos livres. Eh, o nível é considerado adequado, 53%, que é o nível dos nossos reservatórios, é considerado adequado para essa época do ano. E o São Francisco tá cheio,

▶ 00:37:07 então a gente pode bombear eh para pros canais do PISF, né, do da integração do São Francisco para levar a água que hoje se o se o São Francisco baixar muito, a gente não pode bombear água. Então, aparentemente, do ponto de vista da escassez hídrica, eh, nós não temos essa esse grande problema. Mas como vocês lembram, né, o amarelo era eh, ou tempo quente ou atraso de chuvas. Então, aqui no Nordeste tem o risco do atraso das

▶ 00:37:38 chuvas que pode trazer impactos negativos, mas tudo indica que nesse segundo semestre não tem problema, nós vamos ter que enfrentar isso lá em 2027. Para isso, nós estamos monitorando a situação, né? E vamos acionar o que for necessário, o carro pipa ou o que for necessário quando o problema aparecer, além de fazer manutenção em reservatórios para reduzir perda de água junto com estados. Na região sul, já tá chovendo no Rio

▶ 00:38:08 Grande do Sul, muitas ventanias, destelhamentos e e tal. Então, nós estamos com o sistema de alerta eh de chuvas para avisar a população eh em áreas de risco. Está já sendo funcionando eh perfeitamente. A Defesa Civil já tá no Rio Grande do Sul e tá em prontidão permanente. Eh, estamos fazendo com estado e municípios ações corretivas em barragens e dices. e pro Rio Grande do Sul já expliquei o fundo e que foi criado com o recurso da dívida e

▶ 00:38:40 dinheiro do AGU mesmo para que eles possam fazer as ações de possam reagir aos impactos do Elninho no Sudeste, eh, em primeiro lugar, nós estamos monitorando, observando o que tá acontecendo, vendo as variações de temperatura. Eu lembro, Sudeste é eh incêndio e muita e aumento de de temperatura, grandes eh focos de calor. Eh, então nós estamos monitorando para ver o que tá acontecendo. Temos uma

▶ 00:39:11 preocupação especial e por isso estamos também monitorando de perto eh eh a as bacias aí eh das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Campinas, porque elas são todas interligadas. no final do ano passado já passou muito perto de uma de uma crise forte, né? Ficou ali no limitinho, não passou por um trz. Eh, então nós estamos eh vendo com muita atenção para não ter uma crise de abastecimento nessas regiões do país.

▶ 00:39:43 Eh, a partir desse monitoramento, a gente tem uma gestão coordenada e uma e uma estratégia conjunta para garantir o abastecimento de Rio e São Paulo aí, porque essas bacias são interligadas, você tem como jogar água para lá e para cá, dependendo eh de onde tiver menos água. E na hidrovia do Paraguai, nós também vamos fazer essa gestão para evitar problemas lá na bacia do Paraguai. Energia elétrica [roncando] aqui, como eu falei, eh, com a escassez

▶ 00:40:15 nos reservatórios, há uma queda na na geração de energia hidrelétrica, tem que acionar as termoelétricas e, portanto, a gente tem que garantir diesel pras termoelétricas. lembrar que no norte, tô falando do norte aqui, eh nós temos um número pequeno de rodovias. As grandes eh eh uma parte importante do da distribuição de combustível vai pelos rios. Se os rios também baixam, então aqui tem um ponto eh sensível que a gente tem que

▶ 00:40:48 monitorar. Já vou falar sobre óleo diesel na sequência, que é exatamente aqui. Então, a gente faz todo o monitoramento dos estoques de combustível na região, tanto de gás como os demais combustíveis, eh com atenção especial na geração termoelétrica para exatamente mitigar o desabastecimento, porque senão a região toda é muito penalizada. Então, o objetivo permanente aqui da sala de energia é identificar o

▶ 00:41:19 ponto crítico e garantir eh os estoques em níveis seguros para não prejudicar seja as pessoas, seja a atividade econômica lá na região norte. Outra coisa é a necessidade de distribuição de cestas básicas, né? Então a gente tá, em primeiro lugar antecipando a entrega de 160.000 cestas básicas que a gente tradicionalmente distribui eh através do MDS, né, Wellington. Eh,

▶ 00:41:49 nós estamos antecipando para, se der algum problema, já está na região e facilitar a distribuição, não esperar com tudo aqui e ter uma dificuldade, ter que levar, por exemplo, de avião essas cestas básicas. Então, nós já estamos transferindo essas cestas básicas para não ter esse risco que a gente viveu já em outros momentos. Além disso, nós estamos ampliando o atendimento, especialmente com mais de 350.000 cestas, fundamentalmente para povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores e agricultores familiares.

▶ 00:42:23 Estamos também ampliando o nosso estoque de arroz e de milho, né? A medida que nós vamos adotar, vamos eh ter mais 310.000 1 toneladas de arroz, porque com essas chuvas há risco de quebra na safra de arroz no Rio Grande do Sul, que é o lugar que tem, sei lá, qual é o percentual, depois vocês podem dizer isso. Eh, então para nos precaver dessa quebra da safra de arroz, nós vamos adquirir 310.000 toneladas de arroz e de

▶ 00:42:53 milho 180.000 toneladas também por eventualmente risco de quebra de safra. é para eh priorizar o atendimento no semiárido nordestino, especialmente pros animais, se eu não tô errada. É isso, Fernanda. Eh, saúde, aqui temos uma inovação também. Eh, o Ministério da Saúde resolveu criar oito centros de informação e saúde e clima nas cinco macrorregiões do país para ter mais perto de cada região a coleta de dados e

▶ 00:43:26 análise dos impactos eh epidemiológicos, ou seja, os riscos eh de eh vou chamar de doença para você, né? de doenças que podem aparecer em cada uma dessas situações em função das medidas da das várias regiões diferentes, né? Então eles vão monitorar aí onda de calor, chuva intensa, enfim, eles vão ter um olhar eh a partir dos efeitos, quais são os efeitos na saúde das pessoas e o que é que cada região tem que fazer.

▶ 00:43:59 Além disso, nós estamos expandindo e descentralizando a Força Nacional do SUS, que ela tá tava até há pouco tempo. Primeiro que a Força Nacional do SUS já foi uma inovação importante, mas ela tava tinha uma sede única em Brasília. Então agora o Ministério da Saúde criou nove bases regionais em todas as regiões do país para ter uma resposta mais rápida, apoio nas situações de desastre e um trabalho permanente com estados e municípios daquela região para que eles

▶ 00:44:30 se estruturem melhor para cumprir a sua parte eh nesse trabalho. Com tudo isso, né, com tudo que nós já eh estávamos fazendo de maneira estrutural, tudo que nós aprendemos nesse período e o que nós olhamos a partir da ciência e eh estamos propondo ou já fizemos nesse último período, eh nós estamos fazendo um reforço orçamentário para enfrentar o Elninho no valor de R 1.hão335

▶ 00:45:02 milhões deais para quê? eh 850 milhões pro milho e pro arroz, eh 337 milhões paraa prevenção e combate a incêndios, 65 milhões pro adicional de cestas de alimentos, 13 milhões paraa aquisição de alimentos pelo PAA dos agricultores da região norte, eh 45 milhões das ações eh imediatas aí da saúde e 25 milhões paraa

▶ 00:45:33 Ana pro pro monitoramento do nível dos rios. Ou seja, continuamos monitorando, mas temos também eh completar com ações para enfrentar essa essa eh essas ações pro enfrentamento eh desse einho. O que eu queria só terminar, presidente, é para dizer que eh como o senhor determinou lá desde 2023, a sua

▶ 00:46:03 equipe tá trabalhando, trabalhando duro e preparando o já preparando nesses 3 anos e agora para essa nova edição do do Elninho, as condições de enfrentá-lo da melhor maneira possível. Muito obrigada. [aplausos] Muito bom. Eu queria passar, >> eu queria passar agora a palavra pro nosso vice-presidente Alkmin.

▶ 00:46:34 >> Presidente, duas palavras só. A primeira destacar que o Brasil é um exemplo pro mundo de combate às mudanças climáticas com a maior floresta tropical do mundo, que é a floresta amazônica, tendo queda de mais de 50% no desmatamento e de outro lado, nos biocombustíveis, emitindo menos eh CO2 e ajudando também no combate às mudanças climáticas. e

▶ 00:47:04 depois destacar o bom trabalho. Parabéns, Miriam pelo seu trabalho, desde a prevenção até envolvendo todos os ministérios praticamente, integrando com a federação, com estados, municípios, enfim, o importantíssimo trabalho. Parabéns. Eu [aplausos] falo sempre que palmas e vaia alguém tem

▶ 00:47:36 que começar. Então toda vez que alguém falar bate uma palma, não custa nada. Bem, ô Antônio, [aplausos] a a minha fala aqui é só para dizer que não falei de flores, é dar os parabéns ao Casa Civil. a sua equipe na CAD civil e os 24 ministérios que de forma transversal trabalharam

▶ 00:48:07 para apresentar pro governo esse estudo. Eu sinceramente não sei se houve em algum lugar do mundo alguém que teve a preocupação de fazer o tipo de preparação que nós fizemos aqui no Brasil. Eu sinceramente não acredito que algum outro país

▶ 00:48:40 tenha se manifestado com tanta preciosidade de preocupações para enfrentar o Elinho. Se ele vai acontecer de forma grave, nós estamos preparados. Se ele não acontecer, valeu a intenção de se preparar para enfrentar alguma coisa grave. O que é duro é quando acontece

▶ 00:49:10 alguma coisa que ninguém tá preparado. O governo federal não tá preparado, os estados não está não estão preparados, a prefeitura não estão preparada, a gente não tem, sabe, os instrumentos necessários, os carros dos bombeiros, a a reserva de água de comida, ou seja, então se a gente vai dar conta da crise, se ela vier, eu não sei, porque a gente não sabe o tamanho. O que eu posso

▶ 00:49:41 dizer, Miram, é que acho que nunca antes na história do Brasil a gente esteve tão preparado para enfrentar uma possível adversidade que se apresenta pela natureza. Esse é um dado. Eu não sei o que que vocês já fizeram com os governadores de estado, não sei o que que vocês já fizeram com os prefeitos. O que me deixa muito feliz com o

▶ 00:50:11 trabalho é que nós tomamos consciência, depois de muito apanhar, de que não é possível a partir daqui de Brasília a gente resolver o problema. Não é possível. Eu já fui uma vez no Amapá apagar fogo. Eu já fiquei batendo folha de mato no fogo e ele apaga no segundo e volta num segundo e volta mais forte. Parece que a gente tava soprando

▶ 00:50:42 para ele crescer mais. Ou seja, então o que tá acontecendo de verdade, e por isso nós fizemos questão que a imprensa assistisse essa apresentação, é que o Brasil está preparado. Estamos preparados pedindo a Deus que não aconteça, porque esse é o desejo, é que não aconteça. Se não acontecer o ninho, a gente pode ter uma produção agrícola melhor, a gente pode ter mais energia, a gente

▶ 00:51:14 mais reserva de água. Então a gente não quer que aconteça ao ninho. Como não está sob o nosso controle, o que nós fizemos foi nos preparar. Por isso eu queria dar os parabéns. Era importante, Mir, não sei se a gente tem jeito, sabe, de fazer uma teleconferência com todos os prefeitos do país nesse período para voltar fazer um chamamento aos prefeitos e hoje não é tão difícil fazer. Eu acho que se você pudesse fazer uma

▶ 00:51:44 apresentação dessa numa teleconferência mostrando que tá sendo preparado no Brasil, isso serviria de estímulo para que os prefeitos assumissem a responsabilidade de trabalhar junto conosco. Porque se o prefeito estiver envolvido, a chance da gente evitar desgraça é muito maior, porque ele tá no território, porque ele sabe aonde é que é o problema, ele sabe aonde pode faltar algo, ele sabe onde pode pegar fogo, ele

▶ 00:52:15 sabe onde vai ter dificuldade. E se o prefeito montar dentro das suas possibilidades, sabe, o seu exército, sabe? de de de ajuda os seus bombeiros, os seus sabe, convidar a sociedade para cuidar os fazendeiros locais, cada um se preocupar em preservar o que é seu, porque muitas vezes o incêndio acontece numa propriedade particular e às vezes o cidadão não tá nem aí, ele

▶ 00:52:46 não tá nem lá. Ou seja, então o que é importante é que esse trabalho que vocês fizeram, esse trabalho é um trabalho, eu não sei se algum momento já foi feito algo dessa magnitude e algum lugar. Agora, isso aqui, além de nos ajudar, isso aqui é um estímulo para que todas as cidades, para que todos os governadores repitam o que foi feito aqui para que a

▶ 00:53:16 gente possa estar preparado para enfrentar qualquer que seja o efeito da crise climática. Nós estamos vendo na Espanha incêndio, sabe, que jamais eles imaginaram que pudesse ter. E vocês percebe que não é por falta de dinheiro, é porque ninguém tá preparado para enfrentar a natureza. Quando ela se rebela, obviamente que no Japão agora teve um terremoto quase que na mesma

▶ 00:53:46 escala da Venezuela, mas o Japão é muito mais preparado, a casas são muito mais segura, eles já tiveram muitos outros terremotos. Então lá a desgraça é sempre muito menor do que foi na Venezuela. E aqui no Brasil, eu acho que depois desse estudo aqui e depois dessa preparação com a contratação de muita gente para trabalhar, eu acho que a gente pode ajudar outros países a partir da nossa experiência trabalharem para que a gente

▶ 00:54:19 possa enfrentar com mais tranquilidade a revolta climática. pelo transtorno que nós humanos causamos na natureza. Parabéns, Camil. Deus queira queinho fique com medo de você e não venha pro nosso lado. [aplausos] A Miram vai coordenar agora a fala dos ministros, tá? E eu queria pedir paraa nossa

▶ 00:54:50 gloriosa imprensa, sabe? deixaste tranquilamente o recinto liderado pelo ex-funcionário meu STER.