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SEXTOU DO MBL | Renan Santos, Espectro, Impera, Lara Maximo, Daniel Macedo e Amanda Vettorazzo

Renan Santos · 19/09/2025 · 90 min · MBLiveTV - Lives do MBL
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▶ 00:00:02 ao vivo. >> Boa noite. Eh, está começando o MBL News mais arriscado da história desse desse movimento. Então, eu quero começar propondo uma oração. >> Eu sou ateu, cara. >> Tá, o Pardo vocês já conhecem, tá aqui. E a Spectro vocês também já conhecem, que ela está ali. Essa essa menina bonita aqui do meu lado, ela é a Lara Máximus. Vocês devem, alguns devem conhecer ela do Twitter, mas Lara, fale um pouco sobre você, se apresente e explique porque você é a protagonista

▶ 00:00:33 dessa valete. >> E aí pessoal, boa noite. Essa minha estreia no MBR News e também na Valete, a minha matéria é sobre o tema geral, que é sobre o declínio da Faria Lima. Então, quem assinar o Valete Plus hoje vai levar essa revista aqui que tá muito boa e >> e vai ter um date com ela. Você vai ser sorteado até um jantar com a Lara Máximus naquele roof top lá, a a baleia, não é a baleia. >> O roof toop da baleia. Rop da baleia. Quem ó, quem assinar a valete vai ser sorteado para ter um date com a Lara

▶ 00:01:04 Máximus na baleia. >> Bagulho de paulista. Top. Top. Exatamente, exatamente, exatamente. Vai ter um do meu link, ô Guilherme, coloca meu link lá. Eu tenho que bater meta. >> Coloca o meu link lá. >> Coloca o meu link. >> Não, el vai ter um bocar de link de influenciador, gente. Vai deixar, deixa o link do. O cara também precisa pagar a conta aqui. O cara é youtuber, pô. Cara, um dia sem trabalhar estour as minhas contas. Vai se [ __ ] Vai vagabundo. Ele tipo, ele é youtuber que nem você, cara. >> Não, não, pera aí. A questão é,

▶ 00:01:34 primeiramente ele faz live na kick, não é? >> Por que que você ainda não faz live na kick? >> Por que que você ainda não faz? >> Lamento, venha. Verdade. É burrice minha. Eu tenho que espectro ajude. >> É verdade. Ajuda pr >> a você tem que falar com ele. Eu não faço live não. >> Não vá pra kick. >> Por que cara? Vai pr uma merda. >> E aí daí eu esqueci pessoal. Esse aqui é o Jones Manuel. Ele se converteu. >> É. E aí galera, eu sou o Daniel. Eu escrevo sobre geração Z no substeck. A gente tá batendo quase 1000 e poucos seguidores lá. E eu sou e eu sou um

▶ 00:02:05 usuário de Twitter, tá? Então eu tô aqui por causa disso. Eu sou um [ __ ] de Twitter. >> Uário de Twitter parece que é droga, né? O usuário. >> É. É quase isso. É quase isso. Então é isso. Daniel mais conhecido como Brasilian. >> O nosso BAP, >> mano. Esse cara, tipo, é um carioca. Ele é tipo J Monel carioca. Você ouviu o sutaque de carioca, né? >> É, dá para perceber o jeito sotaque de carioca, >> só que mais bonito que o Janes Manuel. >> Claramente um sujeito que houve Arlindo Cruz, entendeu? >> Sim. >> Enfim, vamos começar aqui o papo que a gente claramenteou quatro pessoas falando merda de um especialista. Eh,

▶ 00:02:36 Impera, Renato. Impera. Tem como tancar a geração Z? Sim, a geração Z é a mais gloriosa da história. >> Porque você é um você você é um Jzy, né? Você é um fracassado. Vamos falar >> fracassado. É você. >> Vai se [ __ ] mano. >> Você é J? É. Quantos anos você tem? Ma pergunte. >> Eu tenho. Eu sou Jin. Sou Jin. >> Ele é o J. Ele é você não falou tua idade. >> Ah, evitar, né? >> Por quê? >> Cruzamento de informações. Você não dá esse tipo de dados. >> É. Olha, o cara é tipo ele procurado pela BIM. Gente, você acha que tá brincando com quem? >> A Interpol tá atrás desse homem. Então

▶ 00:03:07 assim, é melhor. >> Não é que nem eu, né? Você falou: >> "Não, mas você tu assim, você foi uma das primeiras pessoas a trazer publicamente esse debate pro Brasil com aquele documentário. >> O documentário saiu, nunca vou me esquecer disso, saiu dia 25 de dezembro. >> Sim, eu deixei muita gente triste no processo ano. >> Deixou, eu inclusive eu f delas porque eu assisti dia 2 anos. >> De que ano? >> Hã? >> De que ano? >> Ano passado. Ano passado, não sei. >> E um documentário que tá com mais de 600 milhões. 600 mil 650. mil views no YouTube. Todo mundo deve ter visto aí. Três horinhas >> e eu quero que você em 3 horas eu quero que você suscinte esse documentário em

▶ 00:03:38 um minuto pra galera entender a natureza do problema. >> Ah, a Ginzi vai pagar conta dos erros das gerações passadas >> e por isso que tá todo mundo [ __ ] >> Exato. A gente tá [ __ ] antes mesmo de começar a operar na realidade. É ponto. Tipo, antes de você nascer, você já está condenado. Onde >> é? A gente nasce nordeste. É verdade. >> Vamos lá. Tratando de São Paulo, é, não precisa dar valores. Você acha justo que você paga pelo seu apartamento? Começando por aí. >> Vamos entrar nesse assunto, né, Pirar? Porque dói, >> dói, dói. Cara, quem paga aluguel em São

▶ 00:04:09 Paulo sabe, velho. Dói, dói muito. Dói muito. É um você, você rasga dinheiro todo mês. >> Eu, eu entrei numa discussão um tempo atrás, eh, tava tando aquele debate sobre as os velhos que moram na Vila Mariana, que não querem que não aceitam o achaque das corretoras. Aí eu publiquei no Twitter, falei bem assim: "Se dependesse de mim, todos seriam expropriados e seriam levantados pré de apartamento lá, porque foram-se os velhos. Porque eu quero que jovem tenha direito a ter uma casa e formar uma família e ser feliz." Os velhos já tiveram essa oportunidade, eles fizeram de tudo para nos [ __ ] >> Ô império, sabe um negócio que eu tava

▶ 00:04:40 pensando? >> Hum >> sobre J? Nós somos uma nós não somos a primeira, mas nós somos uma das primeiras gerações que teve que mudar totalmente a nossa referência de vida adulta. E a gente tá mudando agora a nossa referência de velice. Eh, na época da pandemia, eu vou colocar um assunto para trazer esse, né? Na época da pandemia, eu lembro que saiu um dado dos Estados Unidos sobre consumo. Em 2020, 21, o item mais consumido pelos americanos foi foram móveis. E aqui no Brasil também a Magazine Luía, asções da Magazine Luía, né, estouraram nessa

▶ 00:05:10 época. Cadas Bahia também. E o segundo item mais consumido foram criptomoedas. >> Hum. criptomoeda não é remédio no meio de uma pandemia, não é um bem palpável, são criptos. E eu fiquei pensando, cara, assim, eh, do quanto desse todo esse volume treidado, do quanto isso vem de herança que essas pessoas receberam dos pais que morreram. Por que que eu toquei nesse assunto? Porque antigamente as pessoas morriam mais cedo. Então é com

▶ 00:05:41 30 anos provavelmente seus paredes tinham morrido e você tinha acesso à herança. E isso é um dinheiro relevante suficiente para você conseguir comprar um apartamento ou uma casa. Agora eles não morrem mais tão cedo. Que bom, né? >> Mas a gente não tem mais esse acesso a esse dinheiro para conseguir comprar um imóvel. Na verdade, a gente tá tendo que bancar eles e são problema ainda mais sério em países como Japão e Coreia do Sul. Eh, e a partir disso a gente também tá tendo que mudar a nossa percepção do que a velice, porque antigamente uma pessoa de 60 anos de idade já tava muito velha, tinha muitos problemas de saúde, não tinha acesso à medicina como tem hoje. E

▶ 00:06:11 agora uma pessoa de 60 anos, ela tem às vezes muito mais vitalidade do que nós que temos 30. E essa pessoa, como você falou, ela tá usufruindo de uma vida que a gente tá bancando. Ela já ela já se aposentou. vai viver uns 40 anos ainda. A gente vai, a gente vai ter que bancar toda a aposentadoria dessa pessoa, dessa população enorme que só cresce enquanto nós não temos perspectiva de alguém nos bancar, porque eh o número de nascimento só diminui. Então assim, ai gente, desculpa, não queria trazer um climão,

▶ 00:06:41 não. Certo. O dado mais extremo que eu vi quando eu tava fazendo a minha pesquisa é que em cada trabalhador chinês vai sustentar dois idosos até 2100. Dois idosos. A China deve est, a China tá arrependida da política, né? Filho >> não, com toda certeza. É, e tem um dado bem curioso, tá? Em, principalmente relação a cripto, né? Porque se a gente for fazer um retrocesso bem maior assim, a gente vai ver que em 1971 mais ou menos, foi quando o Nixon ele finalmente rompeu com a ideia de deixar o dólar vinculado ao ouro. Ou seja, vocês tinham um lastro de raridade na moeda e por

▶ 00:07:12 consequência a inflação era muito menor. Então o poder de compra naquele período, não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro, afinal de contas, o mundo todo tava 100% dolarizado e ainda é hoje, né? Então, quando teve essa quebra, inclusive é só você acessar aí, abre uma aba no Google e escreva assim: "What the fuck happened in 1971?" O que o que diabos aconteceu em 1971? Enfim, depois da quebra do padrão ouro, então meio que os jovens pararam de confiar na moeda fiduciária, na moeda Fiat, e por causa disso meio que o nosso poder de compra

▶ 00:07:44 diminuiu e em certa medida isso deixa a gente difícil comprar até um carro. Cara, um Quid hoje em dia que eu costumo falar lá no Twitter custa R$ 100.000, R$ 1.000. Então é completamente inviável junto com a expectativa de vida aumentando. Eh, a base da do INSS completamente falida, baseada no modelo do do Autovombism de hereditariedade, ou seja, a gente tem que esperar alguém morrer pra gente receber a nossa aposentadoria. Então isso gerou todo esse clima, né? Então o jovem fica descrente e uma das razões do porque a geração Z tão influente, mas tão

▶ 00:08:14 influente com criptomoedas, é exatamente essa. É uma certa discrença moeda tradicional e o modo pelo qual nossas relações acontecem. Não tô dizendo que isso é correto ou que é só salvação, mas isso mas isso meio que justifica um pouco porque tá tendo essa fuga, sabe? Eu acho que pra gente analisar corretamente esse cenário, a gente tem que perpassar que a geração Z é a primeira geração a enfrentar a crise econômica que os millennials propagaram, os boomers propagaram e a gente tá tendo que lidar com isso. Então e esse sentimento de discrença vai não só na

▶ 00:08:45 questão moral, mas numa questão monetária também. >> Como fugir dessa sensação de fracasso? Porque, cara, de verdade, se eu não tivesse, assim, eu tô sendo sincero, se eu não estivesse aqui no Mbell na missão, eu não tivesse e sabendo que minha vida tem um propósito, eu me sentiria um fracassado. >> Mas posso defender o millennial aqui? >> Chegou o milênio. >> Chegou, chegou o velho. Chegou o velho. >> Vai lá, Boomer. Vai lá. Que que a gente fez? Que eu não entendi. A gente só se fodeu. >> Usa o microfone da Lara. Usa o microfone da Lara. >> Acho que o meu tá melhor para você. >> Não, a gente não fez nada. A gente só

▶ 00:09:15 perdeu. O Milênio é o Mileno é um mau loser nesse jogo, porque ele perdeu e não reagiu. Ele tomou um soco e ficou olhando. >> É >> verdade. >> No caso, >> mas o millennio brasileiro, ele, eu gosto de martelar isso, o millennio brasileiro, ele é o mais perto do equivalente de um boomer americano, porque o Millenial teve uma pequeníssima, uma pequenina janela de, de oportunidade em que a gente tinha uma economia crescendo, uma moeda estada, >> um para um, você tinha um acesso muito facilitado a a ao ensino superior. O problema é que essa demanda de ensino

▶ 00:09:45 superior era muito pequena, a gente não precisava de tanta gente formada. Então, um monte de milênio, entrou no ensino superior, entrou no mercado de trabalho e antes mesmo de toda essa geração se formar, já tinha acabado a demanda. >> E os meninos pegaram os juros a 2% em 2020, 2021. Vocês conheceram juros, gente, há um dígito só. Então assim, para conseguir comprar um apartamento pros milênios foi muito mais fácil. >> Exato. >> Do que vai ser para nós, né? Não tem expectativa. Quantos anos? Lara, >> vai. Uai, uai. Ah, que eu tô que ninguém aqui

▶ 00:10:16 mais é millennial, não. Todo mundo vocês são zoomers. >> Só tem zoomer aqui. >> Eu sou zenial. Eu sou, >> eu sou o único milênio. >> Você é milênio. Você nasceu ontem, meu filho. >> A geração Z começou entre 95, 97. 95, 97. >> Se debate aí eu jogo para 95. >> 95 a 2010. 15 anos. >> É 95 a 2010. É, é James, né? É, >> exato. >> É, eu sou o Jes. Ey, >> então >> os velhos somos eu e o Renan.

▶ 00:10:46 >> É. >> Ah, Spectro. Spectro. É >> milênio. >> E mesmo assim não comprou o apartamento ainda. >> Ah, não. Eu tô na Calma. Que isso? Mas a a saí, sinceramente, eh, uma da uma das saídas que eu vejo é pr pro Zomer não sentir tão fracassado é justamente sobre o que o Daniel escreve tranquilamente. Uma das contas mais interessantes no Twitter hoje. Disparado. >> Não, assim, eu acho que se a gente for pensar em alguma salvação e assim, se a gente for reverberar em toda a época da

▶ 00:11:16 humanidade, sempre existia alguma dificuldade, sempre existiu guerra e atrás do Michele Aad, né? A história certamente um pouco cíclica nesse sentido. E tem um exemplo que eu uso muito, foi um exemplo que eu usei no texto do Substeck, que é a história do Boécio. O Boess, ele foi um filósofo eh da filosofia antiga tardia, muito importante, sistematizou categorias e outras coisas, mas eh o que aconteceu? O Boess, ele foi preso. Eh, ele foi preso, ele tava sem liberdade dele por questões políticas inclusive, e ele tava sem

▶ 00:11:46 qualquer acesso a bens, qualquer acesso à mercadoria, ele tava sem acesso a absolutamente nada. fazendo um paralelo similar e dado as devidas proporções, usando um pouco da hipérbole, dada a situação atual que a geração Z tá. Mas qual foi a saída do Boess? O Boess estava preso, estava sem nada e ele começou a olhar para dentro de si e ele começou a tentar se perguntar não só sobre o sentido da vida, mas sobre um propósito maior. Enquanto o Boécio era preso, ele também era torturado. Em entre as torturas dele, ele escreveu um livro chamado Consolação da Filosofia. E

▶ 00:12:16 esse livro é belíssimo. É uma é uma ódia à própria filosofia. como se a filosofia se encarnasse e conversasse com ele numa forma de diálogo. E ele encontrou contentamento frente às ações externas. E o que eu quero dizer com isso, tá, para para não tomar muito tempo, é que muitas vezes os fatos externos vão estar ruins, mas muitas vezes é como você interpreta esse fato externo e sobre o que esse fato externo vai propiciar para você dentro de um aspecto de interioridade. Então, talvez um quid esteja custando R$ 100.000 e você não tem um carro, mas qual a perspectiva que você tá olhando sobre isso? Você pode pegar essa perspectiva e usar da tese do

▶ 00:12:47 dancing in the chaos, dançando no caos e a partir disso você usar para elevar ou se provar e crescer, né? E aquela velha tela de oportunidade, né? >> Você é tipo um coach pr para milên [ __ ] de coach. Vai se [ __ ] irmão. Respeita o filósofo. Bahia. >> Não, mas porque, por exemplo, ele falou da, a gente falou aqui da da falta de perspectiva. Vocês acham que alguns apegos, como por exemplo, pessoas da minha geração, t um apego muito grande à Palestina. Então é muito comum você ver meninas da minha geração, tipo: "Ah, a

▶ 00:13:17 Palestina livre" e ela não, tipo, [ __ ] a Palestina, entendeu? Vocês, vocês acham, vocês acham que esse tipo de pauta, esse tipo de coisa, eh, no fim é uma acaba sendo um subterfúgio pra pessoa ter algum algum combustível, algum motivo? Eu vou dar minha opinião sobre essa história e acho que eu vou levar um tempinho. Pois bem, eu gostei do fio que tu trouxe em relação a censo de propósito e tal, porque assim, ó, já faz um tempo, né, que existem essas gerações sucessivas de jovens que vêm e revolucionam tudo. Eles criam certas

▶ 00:13:48 revoluções culturais e comportamentais e depois essas pessoas amadurecem, criam família e seguem a vida de um jeito cíclico e, enfim, típico. Isso é relativamente comum e na verdade é natural por uma questão de amadurecimento do córtex perfontal. As pessoas elas experimentam muito mais, elas querem fazer coisas diferentes elas são muito mais curiosas e tal. OK? Isso é natural. A questão é que hoje o tecido social de crenças foi completamente desintegrado. As pessoas já não se reconhecem mais umas nas outras. Não

▶ 00:14:19 existe mais nem mesmo cultura de massa, porque antigamente ainda tinha. Hoje nem isso mais tem. que dava certa unidade. >> Exatamente. Que dava uma certa unidade para as pessoas. Então, o que que existem? Certos nichos muito específicos em que as pessoas estão tentando encontrar senso de propósito através do compartilhamento de determinadas crenças, mas é tudo de modo muito limitado. >> Uhum. >> E aí, veja bem, uma das coisas que eu acho muito importantes e que eu, enfim, andei pensando recentemente é em relação à necessidade das pessoas no geral

▶ 00:14:49 formarem famílias, tá? A questão é o seguinte, a maior parte das pessoas na história da humanidade não fizeram grandes coisas. É natural, é assim que é. Então, a maioria das pessoas, elas simplesmente cresceram, amadureceram, formaram famílias, criaram suas famílias, morreram e etc. e assim sucessivamente ao longo de milênios. O problema é essas pessoas já não estão mais podendo fazer o que era básico e que dava senso de propósito para que elas tivessem motivo para viver. Uhum. >> Então, muitos desses jovens eles estão delirantemente famintos por um motivo

▶ 00:15:21 para morrer ou matar. >> Sim. >> Entendeu? E pelo menos, né, analisando numa perspectiva mais cristã, tu poderia encontrar um motivo transcendental muito valioso que faz com que tu queira morrer por uma causa, pelo menos. Mas muitos desses jovens são coptados por movimentos radicais e radicalizantes que fazem com que eles acreditem: "Eu tenho algo para matar, eu tenho um inimigo para combater, porque é isso que dá sentido pra vida deles." Aí uma coisa que eu tava comentando outro dia com amigo em relação a revoluções, não que os revolucionários não tivessem

▶ 00:15:51 famílias, mas geralmente os que têm família não querem uma revolução porque são pessoas que têm motivo para viver. São pessoas que se sentem acolhidas e se sentem apegadas ao muro que protege os seus filhos na escola. É uma pessoa que se preocupa se o filho vai ter algo para comer no outro dia. É uma pessoa que se preocupa se a sua filha vai ser ou não estuprada durante uma guerra civil. Então esses jovens, como eles não têm um apego com o mundo real, com a conexão, eles estão dispostos a abandonar absolutamente tudo. Não. E assim, hoje

▶ 00:16:21 em dia, se você for falar com o jovem da geração Z, ele de fato acontece isso com ele. Ele não tem senso de propósito, ele não tem senso de sentido. Então fica muito fácil você ser seduzido por um discurso extremamente radical, >> porque o discurso radical, por definição, ele vai dar senso de sentido. Não que esse senso de sentido seja correto, >> mas ele se aproveita disso, né? Então eu acho que a do vazio da vida da pessoa. E aí tem o caso da Palestina, tem o caso do Ramas, tem o caso de um caso que eu acho que é principalmente pra pra galera

▶ 00:16:51 da minha idade, catolicismo. Você acha que esse essa nova trend católica já é uma coisa do tipo, ok, eu talvez essa seja a única forma que eu tenha de ter uma família estável >> e tentar alcançar isso que você falou? Porque assim, você pode conceber o catolicismo como fenômeno de massas, a crença católica como fenômeno de massas. >> Eu penso que são movimentos diferentes. Tem do rapazinho lá, do adolescente que faz edit católico na internet e é muito que converte muito gente, >> um zé ruela. Não, tudo bem, mas

▶ 00:17:22 >> minha amiga da cheia foi convertida por católico. A questão é que existe mais, >> ela tá fazendo catequese. >> [ __ ] >> existe a diferença, >> cara? Não deixei. Tá fazendo catequese, velho. Eu desculpa. Existe a diferença entre um sujeito que, enfim, se converteu e converte outras pessoas através de edits enfim, sei lá, nas redes sociais. E existe também aquele outro tipo de católico que é de fato >> aquele que está introduzido naquela tendência do casamento tradicional, da tradife, do marido provedor, esse tipo

▶ 00:17:52 de coisa. são pessoas diferentes. Porque esse do Edite, ele ainda é um jovem perdido, confuso, que não necessariamente acredita, mas ele quer acreditar porque ele precisa acreditar, porque talvez seja a única coisa que mantenha ele funcional, miseravelmente, insignificantemente funcional. Agora, essas outras pessoas que entram na tendência do coach, da família tradicional, não, essas pessoas elas são funcionais razoavelmente. Então são pessoas que já têm filhos, por exemplo, que t um trabalho, que vão na igreja, que conseguem conversar com uma pessoa

▶ 00:18:23 desconhecida na rua, sabe? são pessoas que talvez estejam chegando em um resultado semelhante, mas os caminhos delas são muito diferentes. >> Eu acho que assim, querendo ou não, a religião ela vai ter algum grau de cultura de massificação, aquilo que a gente estava falando mais cedo, justamente porque ela dá em algum grau esse senso de propósito. E ao meu ver, isso é uma questão assim meio que ontológica. E o que eu quero dizer com isso aqui é da da própria condição humana você querer buscar algum senso de transcendência ou deixar uma marca no sentido um pouco mais sensível material para gerações futuras. meio que todo mundo deseja isso em algum grau. Se não

▶ 00:18:53 fosse assim, a gente seria assimilar talvez animais, a a vacas, cavalos ou coisa do tipo. Então, eu acredito que em algum grau pode acontecer isso que você tá falando, espectro de ser só eh indo na onda ou algo de tipo, mas eu também acredito que pode sim ter esse senso. Eu acho que que é muito difícil a gente quantificar isso, porque podem existir pessoas que estão indo pro catolicismo, como você falou, com esse senso muito aprumado de que querendo deixar algo maior no mundo ou querendo procurar algo maior. E eu acho que no caso da geração

▶ 00:19:24 Z em específico, isso tá muito forte e esse senso de procura tá maior e por uma relação de causa e consequência, sabe? Alguns estão indo pro catolicismo, outros estão indo para pro movimentos radicais, mas eu acho que isso aqui é uma tecnologia que funciona, é uma tecnologia funcional. Entendeu? E eu penso que e mesmo que sendo ou não, como eu poderia dizer, genuíno, sendo ou não algo que depende da cultura de massa ali, a questão é isso vai funcionar realmente para manter o sujeito funcional e avançando, progredindo com um pouco mais de esperança em relação ao

▶ 00:19:54 futuro? Para mim isso que importa, né? >> Antes, antes de continuar, pessoal, entrem na valete que você tá sabendo a promoção que eu fiz? >> Não. >> Pois é. Ó, quem entrar na valete vai ter um date com a Lara. vai sortear uma pessoa para ter um de com a Lara naquele roof top lá da Faria Lima, a baleia. >> Ah, é baleia sim. É, vai ter um date de com a Lara lá. A gente vai sortear uma pessoa que entra hoje na valete para ter um dente com essa bela moça aqui. >> Vamos, vamos pagar assim, a casa pagará um drink pro, pro >> Pronto, tá aí, ó. Você vai, você pode

▶ 00:20:25 ganhar um dente com a Você pode deixar de semel. >> Nossa, eu acho que vouar, eu quero ganhar um drink. Amiga, vou assinar. >> Tem nada a ver comigo. É pelo drink. Então, >> o cara, mano, vai receber o valet Plus, os brindes do Valet Plus, vai concorrer com um date e a gente ainda paga o drink. >> Mas daí sim, >> pessoal, mas tem mais uma coisa também que eu queria falar ainda sobre o Wallet Plus. Eh, a gente vai lançar agora um curso de investimentos para iniciantes.

▶ 00:20:55 Então, se você não sabe como começar a investir, mas você começar a investir o seu dinheiro em ações, fundos imobiliários, não deixa mais seu dinheiro, não deixa mais seu dinheiro parado, no caso, na conta corrente. Eu tô gravando um curso pro Valallet Plus de investimentos para iniciantes do zero ao máximo, que é o nome do curso por causa do meu sobrenome. Máximo belo nome, >> o Jot que deu a ideia desse nome. comentário ali, coitada da Lara, vai sair com um maluco esquisito, com algum doidinho, né, Lara?

▶ 00:21:25 >> Vai sair com Incel da Genz. >> É, mas esse curso e a gente vai abordar temas como ações, fundos imobiliários, fundos de investimento, renda fixa, como investir lá fora. Então o curso tá bastante rico, tem muita coisa e quem entrar no Valet Plus vai ganhar a revista e também vai ter acesso a esse curso >> e vai ser ser sorteado para sair com a Lara. Um salve aí pro Novos Clássicos. E é isso. Eh, fala o que que você queria falar. Você queria dar um dar um ponto? >> Eh, em relação ao que a Glenda tá falando, Glenda, eu tenho lido alguns

▶ 00:21:58 alguns conteúdos sobre o que estão chamando lá fora de epidemia da solidão. >> OK. >> E aí teve um, saiu recentemente um, o balanço do Only Fans. Cara, o Holly Fans é assim, é a empresa mais lucrativa que eu já vi. Uhum. >> Os caras t menos 50 funcionários e tem uma receita de mais de 70 B de dólar ao ano. É absurdo quanto esses caras fazem dinheiro com e tem uma base de clientes que tá quase tá em quase 400 milhões de pessoas. Então isso é mais que a população dos Estados Unidos.

▶ 00:22:29 E esse é o dado, né? E aí algumas pessoas têm feito análise sobre isso e sobre o que um fenômeno que também tá acontecendo na no Ocidente e no Oriente que no Japão já tem um nome que se chama Ricky Comori. >> Isso, exatamente. >> Que é aquele fenômeno que existe desde a década de 90, né? >> Desde a época, eu ia falar desde a época da crise do Japão, que foi na década de 90. E eu sempre acho que toda a crise econômica acaba impactando a sociedade eh de uma forma eh de uma forma mais

▶ 00:23:01 grave assim. >> E esse volume de jovens do Japão que largam tudo para morar sozinhos e não tem hábitos de higiene, não querem mais arrumar emprego, não querem estudar, tem aumentado muito. >> Ah, foi assim que eu montei o >> tá. Pois então, ó, em relação a esses Rick Comori, tem um detalhe, >> tem um detalhe bem assustador assim, porque muitos desses jovens, na verdade,

▶ 00:23:32 eles nem moram sozinhos, tá? Muitos deles vivem com os pais ainda, eles têm 30, 40 anos. Eles não saem mais de casa, eles vivem realmente sem qualquer hábito de higiene. E os pais chegam ao ponto de sustentá-los por todo esse tempo de improdutividade e eles enviam comida por debaixo da porta porque eles não saem do próprio quarto, >> entendeu? Eles ficam fazendo todas as suas necessidades, absolutamente sozinhos, isolados dentro do próprio quarto também em alguma medida por conta da sociedade eh japonesa que é extremamente exigente, é extremamente

▶ 00:24:03 hierarquizada, muito restrita em relação à certas expressões da individualidade, por exemplo. Mas tem uma coisa aí que eu acho que é bem preocupante e acaba entrando na minha seara que é sobre os incéus, certo? Questão é o seguinte, ameaça atenção, hein? CL tá no chat ali para dar dicas de sexo para incel >> Eu comocel não sei, tá? Não sei como é que faz. Eu sou um dos representantes dos pessoal, pessoal do Twitter sindicato dos incéus trouxe o

▶ 00:24:33 representante. >> É um homem sensível. Isso >> é muito bom. >> Eu sou a xuxa dos incé. Somente eu posso dar esse tipo de dica. Mas veja bem, >> sou incel. A questão é o seguinte, >> #el, >> como como eu tava falando anteriormente, em relação à necessidade da formação de uma família, porque ela dá senso de propósito de responsabilidade e conexão com a realidade, certo? A questão é, esses caras não estão saindo nem de casa para, sei lá, passar por rituais de passagem muito básicos assim. Então, eles não saem para ir numa balada, eles não dão um beijo numa guria na escola,

▶ 00:25:04 eles não são humilhados, eles não são provados, estressados em absolutamente nada. tudo esse tipo de coisa que eu mesma passei. Eu tenho certeza que a maioria de vocês aqui já passou, >> certo? O problema é que inclusive o Jonathan Height ele trata sobre esse assunto porque a internet ela tem um impacto diferente na cabeça das meninas e dos meninos. Ela costuma ser mais danosa pros meninos do que pras meninas. >> Você acha? >> Não. Uma questão do que eu acho. Esse é um >> Nossa, acabou tudo. É. >> Acabou. Acabou. Não, pessoal, é o seguinte. É o seguinte.

▶ 00:25:35 que tem um Mega Zord aqui, vira uma super live, tá? Então você aí que entrar no Valete Play, você pode escolher a mulher que você vai ter um date. Se vai ser com a Lara ou com a Amanda Pir que você tá ou com a pardinha ali, ó, com a paradinha que a promoção é a seguinte, se você entra na na live, você ganha valete e você ganha pode ser sorteado para um date de date com a Lara >> para deixa ela aceitar. >> Mas agora você vai poder escolher só >> não, mas eu vou falar uma coisa. A primeira vez que eu entrei numa live que eu caí de gaifa na minha B, eu só fui

▶ 00:26:05 conversar com o Renan e me colocaram no sofá. >> Então bora bora >> aí. Aí o Renan falou assim: "Bom, se bater sei lá não sei quantos, vai com um livro com assinatura com o telefone da manga." >> Meu Deus, lembro disormal. É padrão. >> Como assim, gente? >> Tá tudo certo. É padrão. E aí realmente eu coloquei meu telefone. Aí >> alguém, ele mandou uma mensagem, respondi ele: "Você colocou o seu telefone certo?" Falei: "Claro, né? colocar o telefone errado. Então assim, bem-vinda. >> É, eu gostei que numa sexta-feira aleatória a gente montou o We are the

▶ 00:26:36 world do que temárias pessoas. >> Nossa, é uma aberração de fato. >> Isso aqui é uma quimera >> mano assim >> é uma quimera is >> mano. O R falou que era para ter quatro. >> O Rizo vai pessoal Ro vai ter um infarto, tá? Riso falou que era para ter quatro pessoas. Ó, foi pros caralhos aqui. Foi pros [ __ ] >> Tem que ajustar aí, ó. Aí, ó. >> Ah, tá atrás da Glenda. Quadro aqui. >> Tá, tá num quadro. Tá num quadro. E aí, gente? Eu já, já não sei mais o que

▶ 00:27:07 fazer. >> Para atualizar quem chegou agora, o tema da live de hoje é Jenzy. A gente estava falando sobre a epidemia da solidão e a Glenda entrou num assunto do grande Jonathan Heide. Publicou >> Merreiro. Você, você é um homem céu? >> Não, >> você não é homem. Falei muito de J hoje numa entrevista com Renato Império que vai ao ar no Valete Plus, viu? Tá bem bacana. >> Recomendo. >> É valete aqui. >> Não. Aí agora sim. Agora virou tudo isso de gente zero valete plus. É sacanagem, galera. Entrem aí, assinem a Valet,

▶ 00:27:37 assinem o Valallete Plus, vocês vão levar a nova revista Valete da Faria Lima, que tá fantástica com texto de Lara Massa >> e escolher a mulher que ele vai, porque assim, vou atualizar da promoção, quem quem entrar na live vai ver um sorteio, essa pessoa vai poder escolher se ela vai criar um de com a Spectro, com a Lara ou com a Amanda. Nossa. Ou com o Renato Impera. >> Ou com o Renato Impera. Ou com a pardinha. Ou com a pardinha. Ou com a pardinha. Aquela pardinha, mano, de fé, >> mano. É uma sólida pardinha, velho. Uma sólida pardoca.

▶ 00:28:09 >> Pois bem, vou continuar meu assunto aqui, tá? Em relação ao que eu tava comentando contigo sobre essa distinção, né, do quão danosa é a internet mais pros guris do que para as gurias. Uma dessas razões é que os meninos eles ficam obsessivamente conectados e eles param de sair de casa, né? Passar por aqueles rituais de passagem que eu falei anteriormente e as gurias não, elas continuam indo pra rua, elas continuam saindo, elas continuam estudando, se qualificando e se desenvolvendo profissionalmente, tanto quanto emocionalmente. O problema é >> femininoisto. >> Não, não, mas a questão é desenvolvendo, eles

▶ 00:28:40 estão falando, fal, ó, eu tô tentando ajudar. Eu tô tentando ajudar. Você tá certo. Saiu última, a última pesquisa de acesso à universidade nos Estados Unidos e no Brasil tem mais mulher na universidade do que >> homolvendo. Só que tem uma outra questão que é mais importante do que isso, que é a questão do desenvolvimento interpessoal desses caras. Porque essa mulher, ela vai estar com 30 anos e ela vai tentar interagir com o cara da idade dela, entre aspas, né? Mas ele não vai ter o mesmo desenvolvimento, amadurecimento

▶ 00:29:10 interpessoal, emocional que ela teve, porque ele ficou atrasado em casa durante todo esse tempo. Aí em algum momento, ele tem aquele momento assim: "Ah, de ruptura, preciso encontrar uma mulher, eu quero formar uma família, eu quero ter filhos, etc." Mas eles já não convergem mais, eles não conseguem porque não há a conso desenvolvimento. E aí muitos desses caras, eles ficam frustrados, ah, porque as mulheres são exigentes, etc. A questão é a seguinte, o poder de seletividade sexual da mulher é muito maior. As mulheres são seletivas por uma questão evolutiva, certo? Portanto, os homens precisam gerar

▶ 00:29:41 interesse nas mulheres para que elas queiram se relacionar com eles e, portanto, formar uma família. O problema mais difícil que a gente tá tentando resolver agora é que os homens da nossa geração são improdutivos, disfuncionais e não conseguem se equilibrar e equivaler com o desenvolvimento psicológico, emocional dessas mulheres. Então, só para finalizar o raciocínio. Então, veja bem, se essa mulher ela não respeita esse homem, ela não admira. E se ela não admira, ela não o deseja, ela

▶ 00:30:11 não vai querer se relacionar com ele. Então, primeiro, assim, uma das coisas mais básicas, os homens precisam votar a ser produtivos, funcionais e capazes de se relacionar com as pessoas de modo complexo e convergente com o desenvolvimento e amadurecimento emocional das mulheres. Assim, elas vão voltar a ter respeito por eles, admiração e, portanto, desejo e interesse de fato. >> É, eu concordo com isso. concordo quase que com 90%, mas como eu tava falando mais cedo, eh, eu acho que os ritos iniciáticos vão continuar acontecendo,

▶ 00:30:41 eles só vão mudar de direção. >> Talvez os homens eles passem a fazer outro tipo de ritos iniciáticos que não eram comuns anteriormente. Só que eu eu >> tipo atentado na escola, tô brincando, tá? >> Não, em cerem certa em certa medida é um rito iniciático, mas por perversão de polos. Sim. E ele é uma questão que ele vai ser purificado em certo sentido. O rito vai continuar acontecendo. Ex. Exato. Exato. Inversão de polos. Só que eu acho que a geração Z, os homens da geração Z não tem desculpa para isso, porque como eu tava falando mais cedo,

▶ 00:31:11 no caso do Boess, o Boes não tinha acesso a nenhum bem, a nenhuma matéria, não tinha acesso a nada. Concordo completamente. >> E ele e ele conseguiu transcender transcender em algum grau. E o que é que os homens da geração Z podem fazer, cara? Praça tá livre aí para você fazer atividade física e se desenvolver em algum grau e aprender algo com exercício físico. Livro a roda. Sim, ainda assim pai acalou o cara no manifesto dele, >> mano. Não, porque assim, posso fazer, eu posso >> não continue >> não. Enfim, tem livro a rodo aí na

▶ 00:31:41 internet por baixo das archives. Você pode transcender aí a sua a sua mediocridade >> por um conteúdo extremamente acessível. Eu não tô dizendo que você vai ter sucesso material com isso, mas quem disse que sucesso material é mais importante? >> Mas ó, tem uma coisa, >> desculpa se ele é um filósofo, um >> coach. Pera aí, pera aí. Não, não. Ó, eu e tu somos coaches em céus, tá? Eu sou eu tô tentando puxar esses guris pelo cabelo. Ai, eu sou sua >> eu, eu posso fazer tudo isso ainda se eu não vou comprar um carro. Se eu comprar

▶ 00:32:11 um carro, vai ser um quid. >> Não, eu concordo. Eu concordo. Mas veja comigo. >> E que mulher vai querer casar com um cara que só pode comprar um quid? Se esse fosse os maior, se esse fosse o maior, não, não, se esse fosse o maior problema da humanidade, >> não é dinheiro, homem, >> cara. É recurso, é perspectiva de vida, cara. A gente vai, a, a gente vai passar a vida morando de eu sei o que que importa. >> É, fui refutado aqui agora. Foi refutado. Lugar de fala. >> Eu eu acho que eu acho que o Pirajá tá levantando um ponto importante, mas pensa comigo, pessoal. Se dinheiro fosse a coisa mais importante, os países com

▶ 00:32:42 maiores índices de depressão do mundo não eram os países mais ricos, não eram com maior IDH. Não, isso só t dar errado. Isso é dado errado. Desculpa, eu >> corir. Mas, ou seja, eh, ricos não cometeriam suicídio, por exemplo. O ponto principal continua sendo o mesmo, só a ilustração que que muda. Mas assim, se você tem acesso a bens, você tem acesso a essas coisas, mas você não busca um propósito maior na sua vida, quando você chegar nos seus 50, 60 anos, na sua vida, vai ficar vazio. >> E o problema vai estar acontecendo. E eu acho que a geração Z po pode inverter isso, tá? A gente, a gente não tem acesso a bens materiais, a gente não tem acesso a essas coisas e, e se o que

▶ 00:33:12 sobrou pra gente foi buscar um propósito maior de vida, é que a gente se apegue nisso. Por isso que eu acho que os homens são indesculpáveis, sabe? Não, assim ó, essa >> eu acho que é uma situação difícil porque >> eu plenamente contigo em relação a o quão mais miserável economicamente foi a humanidade no passado, até recentemente a gente deu um boom nos últimos 150 anos, simplesmente foi absurdo. A questão é por que que essas pessoas estão com tanta dificuldade de enfrentar? Aí tem esse aspecto que tu trouxe que é esse desfaccelamento de

▶ 00:33:43 propósito compartilhado em que as pessoas estão ali o tempo todo reafirmando o que elas em grupo concordam, certo? Então porque como eu falei antes, antes pelo menos havia a cultura de massa, certo? Hoje em dia não existe mais nem isso, tá tudo completamente fragmentado. Então esses jovens eles têm a dificuldade primeiro de se retroalimentar em relação às próprias crenças. Eles se sentem inúteis e é uma das coisas mais importantes que o homem precisa sentir. Ele precisa se sentir útil. Realmente é muito importante. >> Essa é literalmente a palavra mais

▶ 00:34:14 utilizada em cartas de suicídio de homens. A palavra inútil. >> Sério? Interessante. >> A palavra mais utilizada. >> As mensagens que eu recebo de suicidas à procura de ajuda. É, >> nossa, >> eu também recebo. >> É, eu também. Engraçado. É, eu sou inútil, sou um merda, eu vejo que não sirvo para nada. homens eles precisam se sentir úteis e é um senso de propósito. E olha, inclusive um nos últimos podcasts que eu fiz com o Ricardo que ele me perguntou qual que era o sentido da vida para mim e para mim é ser útil e não buscar a felicidade. E é esse um

▶ 00:34:45 outro problema também porque veja bem, eu sou ateia, secularista e tudo mais, né? Mas eu penso que é uma bobagem buscar felicidade. Eu acho uma mesquinharia, além de que ela impossível, né? Se a gente for falar pelo menos do conceito do fenômeno que é regressão à média, que é algo que acontece na sua mente psicologicamente, o que que significa? Se eu recebo agora de salário 1.00 e o mês que vem eu recebo 3.000, eu vou ficar muito feliz, certo? Mas dali um tempo, eu tenho a regressão à média. Eu volto a me sentir da mesma forma que eu me sentia quando eu recebia R$.00.

▶ 00:35:15 >> Então, uma pessoa que ela não tem um senso de propósito transcendental, em que ela fica buscando sucessivamente a felicidade, ela nunca vai se sentir satisfeita. Então ela vai acumular riquezas, ela vai acumular patrimônio, ela vai acumular body count, por exemplo, e ela nunca vai se sentir, >> nunca vai ser saciada, >> saciada de verdade e muito menos preenchida em um sentido mais profundo. Porque assim, uma coisa é a felicidade que ela é temporária de certa forma, em que tu busca um modo de viver em que a sua vida é confortável. E outra situação

▶ 00:35:45 é você buscar o inferno, você buscar o sofrimento e ao longo desse processo, todo inferno que tu vence tu sente melhor. Porque existe um significado nesse sofrimento. >> Existe um valor perene e transcendental nesse sofrimento que torna esse sofrimento e essa dor prazeroso, >> não é? E é o que o Vctor Frankel fala no no em busca do sentido, né? Você pode, o Vitor Frankl foi um, >> nossa, tu citou um excelente, >> é um excelente. É, ele foi um médico psiquiatra preso em campo de concentração nazista, era torturado e tal, mas ele buscou sentido no sofrimento dele e ele conseguiu prazer e

▶ 00:36:16 não pensou em suicídio em nenhum momento. Enfim, fica a dica desse livro em busca de sentido. Então, pô, se esse cara conseguiu ter sentido na vida, por que a gente também não consegue? Aplicando técnicas similares e, no caso, aplicando a logoterapia dele, outras coisas, né? Eu acho que o ponto acaba sendo esse. E só retomando a ideia que você falou, Spectro, sobre os homens não terem mais essa noção de ciclo iniciado, te falando mais de uma perspectiva masculina, >> principalmente quando o homem ele tá entrando no ambiente universitário, ele tá entrando em outro lugar, ele não tem mais uma principalmente esse jovem da geração Z que tá na internet consumindo

▶ 00:36:46 conteúdo de política, ou seja, ele já tá um pouquinho fora da curva. Esse cara, ele não consegue ser integrado num núcleo social da universidade porque vai ter só o DCE para ele. Ou se ele quiser outro lado vai ser um culto evangélico que às vezes não se encaixa tanto com ele. Ele não consegue ser integrado numa comunidade, numa comunidade, sei lá, de eh a sociedade dos poetas mortos, sabe? Ele não consegue ter essa vivência um pouco mais sensível. Essa referência eu não tava esperando. >> Ele não consegue ter essa vivência um pouco mais sensível. Então o que sobra para ele é voltar pro ciclo da internet e ir para grupos e entrar em canais de

▶ 00:37:16 Discord e entrar em canais de Discord e uma coisa vai levando a outra. >> Então sobra uma coisa pro Betinha. >> É, >> não, eu quero muito pouco. >> Até determinaridade. A >> fazer uma pergunta específica. Quais refúgios que existem tipicamente pras pessoas dessa geração aqui no Brasil e se a missão seria uma delas? >> Nossa, >> aí eu vou deixar alguém para da missão para responder. Vou responder, eu vou responder. Ex, existem resp. >> Sim, sim. É uma baita pergunta. É uma baita pergunta, só que tristemente hoje em dia esses locais estão na internet, principalmente para homem, tá? Como a

▶ 00:37:46 Spectro falou, mulher ainda consegue socializar, sim. >> Mas homem ele tá ficando na internet. >> Eu eu vi um dado que só um exemplo completo, esporte o esporte era uma coisa que >> Então era esse o ponto que eu ia trazer assim, é mais o propósito do esporte físico e presencial, né? >> Qual que é a origem? >> Qual que é a origem do escotismo? Por exemplo, >> o Bald Powell, ele foi um veterano de guerra na Inglaterra. Quando ele voltou pra capital, ele percebeu que tinha uma multidão de jovens jogados, marginalizados, sem

▶ 00:38:17 propósito e vivendo de uma forma marginal e inconsequente. E aí ele desenvolveu aquilo que a gente entende hoje como escutismo. E inúmeras meninas também ficaram interessadas, como era um período de muito maior segregação, ele foi obrigado por pressão, não exatamente por conta do que ele queria, que um escotismo feminino também fosse criado, que foi criado desenvolvido pela irmã dele. E aí em pouco tempo já tinham milhares de escoteiros ao longo do país.

▶ 00:38:47 Então assim, ele tentou desenvolver, inclusive o que eu escrevi foi aqui, nossa, foi nessa edição aqui, ó, fazer a propaganda desse texto aqui, ó, da valete dessa edição, tá? O título é: A mulher que pisou no mundo dos homens e tropeçou. E aí eu desenvolvo algumas coisas que as mulheres podem aprender com os homens, mas uma masculinidade mais tradicional, como por exemplo, dever, paciência e resiliência psicológica. E são coisas que tu vai aprender no escotismo tanto quanto em atividades esportivas, como a Amanda comentou. >> Uma dica para homem, tá? É gil gitso,

▶ 00:39:18 arte marcial, >> então olha como é que o futebol, >> eu acho que cois em equipe melhoram ainda mais. Eu ia mencionar um negócio que tem no livro da geração ansiosa do Vamos lá. Eu queria virou a não pode ser isso. Calma aí, calma aí, calma aí. Vamos, vamos organizar que também não pode virar várias conversas paraas ao mesmo tempo. Calma aí, >> não é porque senão tô como roxo aqui. O riso já tá no meu pé. O riso já tá no meu pé. >> Não, mas sério, pr para além da filosofia desse papo de filosofia, quais são os exemplos reais que um jovem

▶ 00:39:48 brasileiro tem hoje para buscar esse subterfúgio? Tipo, >> eu vou falar sério, tá? esporte. E aí eu uso >> não que por ex como não para além do esporte, por exemplo, um jovem hoje em brasileiro, ele busca refúgio no catolicismo e tipo o lance da corrida, vestir a meia azul e correr no meiocão e vestir a meia azul é um é uma espécie de refúgio. A missão é uma espécie de refugio. >> Pens com certeza estamos todos aqui no desesperados buscando um senso de propósito. >> Mas é também tem uma coisa, a nossa geração é muito preocupada em performar.

▶ 00:40:19 Tudo virou performance. O Beong Chuan falou muito sobre isso naquele livro A Sociedade do cansaço, que é um livro excelente. Você vai ler ele em três, 4 horas porque ele é muito curtinho. Uhum. >> Mas ele fala que antigamente a gente vivia uma sociedade em que a gente chegava no nosso trabalho, o nosso trabalho acabava 5, 6 horas da tarde e a gente tinha aquele horário ali entre 9 e 6 da tarde com o nosso chefe. A gente ia para casa conseguir e conseguir se desligar do nosso trabalho e viver a nossa vida com a nossa família ou sozinhos. Agora, na nossa sociedade de

▶ 00:40:51 performance, a gente tá sempre preocupado em mostrar o que a gente tá fazendo. Então, antes, eh, um, existiam as pessoas famosas na revista Caras, na Globo, e agora todo mundo quer ter uma fama em alguma coisa. Todo mundo faz questão de performar nas redes sociais, mostrando aonde tá comendo, que atividade física tá fazendo. >> Eu acho que tem algo que é continua sendo a questão do senso de propósito. Por quê? >> Sente de comunidade também, tá? Porque veja bem, se tu tem um porquê, não importa o como.

▶ 00:41:21 E o que eu percebo é que nessa última geração, as últimas pelo menos, são muito frágeis em relação ao sofrimento e a frustração. São pessoas que na primeira frustração, no primeiro conflito ou derrota, eles desistem com muita facilidade. Eu vou dar um exemplo, tá, dos incéus ali que estão sempre no meu canal. Cara, quando não real assim, quando eles vem me pedir conselhos de como se desenvolver, de como eles vão se relacionar e tal, e aí eventualmente eu falo de alguma situação de natureza romântica, cara, assim, eu juro para

▶ 00:41:51 vocês, parece que eu tô falando para eles, sei lá, casarem com jacaré, sem mentira, eles ficam amedrontadíssimos em relação a isso. E aí eu sempre escuto um ou outro dizendo: "Nossa, eu odeio me apaixonar. É a pior coisa do mundo. Eu jamais faria isso de novo na minha vida." E sei lá, o sujeito tem 15 anos, isso aconteceu uma, duas vezes, entendeu? E eles são adolescentes. A questão é que isso é natural, faz parte do seu desenvolvimento, inclusive lidar com frustrações amorosas, inclusive em lidar com >> tomar risco, né? Tomar risco é algo extremamente masculino. Exato. É

▶ 00:42:23 extremamente masculino. >> Só que o problema é que eles não têm mais um porquê para tomar esses riscos, entendeu? Eles não têm um senso de propósito, uma crença que faz com que eles acreditem. Isso vale a pena. E aí a gente vai ver direto na internet eles falando: "Mulheres não valem a pena, família não vale a pena, a sociedade não vale a pena". Foi >> não. Não é. Mas você não acha que esse lance do risco tem algo a ver que parte dessas pessoas eh passaram uma parte muito muito importante de suas vidas dentro de um quarto na pandemia? Sim, isso influen

▶ 00:42:53 >> elas não tiver elas não tiveram direito à socialização e elas cresceram e sobre um medo de uma doença que poderia literalmente te matar a qualquer momento. >> Cara, a Mas eu não acho que é só isso. Desculpa te interromper. >> Não, também acho que não seja isso >> não. Mas assim, eu vou dar um exemplo de um amigo, tá? Uma evidência anedótica. >> Ele tava na época com uns 24 anos mais ou menos, e nós estávamos na casa de um outro amigo nosso. A gente ia fazer um jantar, certo? E aí eu percebi que ele estava embaraçado para cortar um tomate. Eu vi que eu que ele não tinha

▶ 00:43:25 habilidade em cortar um maldito fucking tomate. E aí eu já tinha conversado sobre a vida dele e ele falou que ele teve uma vida perfeita, que os pais dele foram amorosos, etc. Mas que ele era deprimido e cansado e com um determinado vazio existencial, etc. o sujeito não conseguia cortar a porcaria de um tomate. Então, veja que não é somente sobre correr grandes riscos, é correr riscos comuns à vida de todos os seres humanos e que já são suficientes para te

▶ 00:43:55 dar um senso de alta eficácia, que inclusive é um outro conceito da psicologia, que o esporte também dá, que fazer compras no supermercado também dão, mas esses jovens já não tm mais isso. Por quê? Porque os pais acreditam que a sociedade é violenta, que ela está degradada e degenerada e que os pais querem fazer o possível para que esses filhos não sofram. Mas eu sou uma defensora do sofrimento. Sim, os seus filhos precisam sofrer. É uma questão de amadurecimento, é inevitável. Não há como ultrapassar fases, certo? É, tem outro fator que o foi até o Pessoa que

▶ 00:44:25 colocou no Twitter, eh, eu acho que faz umas cerca de duas semanas atrás, quem quiser vai lá no Twitter do Pessoa e vê, eh, se você for pegar a curva tanto de homens quanto mulheres em relação ao espectro político, hoje em dia tá cada vez mais >> separado, né? tá indo mais separado. E para esse jovem que já não faz parte desses ciclos iniciáticos que eram como a turma do futebol ou a turma que >> brincar na rua, >> é, brincava na rua, >> como ele não tem mais isso e ele vai se radicalizando na internet, fica muito mais difícil para esse jovem que o único contato social que ele tem é com a

▶ 00:44:56 turminha do Discord ou é com Twitter, ele abordar uma garota. É que tem uma questão também, >> já já é uma coisão tão distinta que >> nossa, é verdade. A a fonte de hormônio, dopamina, ela não tá, ela está nas redes sociais. >> Ah, Amanda, explique para um jovem. Pera aí, pera aí. Vamos lá, Amanda. Então, assim, a a fonte de de dopamina, dessas coisas, ela ela vem da rede social. >> Amanda, você como uma pessoa que não passou desse drama, tem um jovem nesse momento com medo de chamar a menina que ele gosta para sair. Explique para esse jovem o que ele tem que fazer. Explique para esse jovem como tratar uma mulher,

▶ 00:45:26 por favor. Nossa, bom, é muito simples, né? Você liga para ela e fala assim: "Você vai fazer o que daqui a pouco?" >> Nossa Senhora. >> Nossa, >> os milênios entregando a imagem. Não sou, eu não sou ligona não. Pior que eu não ligo pr ninguém. >> Ela não liga, ela não liga, não liberar um ligão. Eu falo: "Para de ligar pr as pessoas". Mas é que isso é sinal de geração mais velha, né? Cara, que é que liga hoje em dia. Tudo bem. Ok. >> Não, mas da Amanda é válido. Você tem que chegar nela.

▶ 00:45:56 arrisca. >> Mas pr os caras eles não sabem nem o que falar, eles não sabem. É o seguinte, como ele esse maluco, calma aí. Então vamos lá. Tá perfeito. Então vamos lá. Então assim, não. Ok. Então dê um coraçãozinho primeiro no story dela porque hoje em dia >> não. Pera aí >> ó. Ó, isso é usada. Não. Ó, antes de vocês procurarem uma mulher, vocês primeiro precisam se qualificar enquanto homens. A mulher vai vir por tabela. A >> mulher vai te procurar. Então >> não imagina. Imagina. Eu vou falar, pera

▶ 00:46:26 aí. Eu gostaria de falar nos partes, >> não é ligar. Então beleza. Você não vai nem ter o telefone dela, nem para mandar um WhatsApp, porque ele não chegou nesse nível de trocar o WhatsApp com ela. Posso dar uma opinião nesse assim? Nós nós somos nós somos os mais velhos aqui. Os ansios. >> É, mas eu tô quietinho. >> Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Primeira coisa, tem que ligar. Eu acho. Tem que ligar. >> Ligar. >> Tem tem >> tem que ter >> causinha de Discord. Mano, me ligar é [ __ ] velho. Mano, ligar é red flag.

▶ 00:46:57 >> Cara, eu odeio pessoas que ficam ligando. É chato. Falar falar o que eu acho. Moleque tem que >> qualquer moleque, >> ele tem que parar de usar o subterfúgio de xavecar nas redes sociais. >> Primeiro, o moleque tem que fazer igual, cara, minha geração fazia, que é ficar xavecando em série na rua. >> Ah, não é, não existe o responder story. Dá bebida. Óbvio, >> não existe o responder story, porque assim, para um cara ter, para um cara ter um telefone hoje, tem que pegar o

▶ 00:47:27 telefone no Instagram da mina. >> Não, Pirajá, mas vamos começar do início. Que que o cara tem que fazer? Ele tem que ter o mínimo de higiene, faz a [ __ ] da barba, tira o meio da sobrancelha, >> corta o cabelo, >> cara. Coloca um shape, vai pra [ __ ] da >> E aí você começa a conhecer a menina que você tem que ser o Artur do Val, entendeu? Que o trabalho dele, o trabalho dele é ficar lá na academia malhando gluten. É isso.

▶ 00:47:58 A Lara tem visão porque ela sabe que ela pode ser a vítima do encontro, >> cara. Vamos lá, vamos continuar os dois mais velhos. >> O que a Lara fez é o seguinte, ela acabou de dar um corte pro Headcast. Ah, olha só, digníssimo ali, ó o cara. Que que você quer mais? Ele tem que ter um shape, comprar o carrão do ano. Tá pronto recorte, eu vou te falar. Não, o moleque não precisa de muita coisa. O moleque de 19 anos. >> Se tiver iniciativa já tá na frente. Muito na frente. É iniciativa, cara de

▶ 00:48:28 pau e vontade de de dar risada de si próprio. >> Eh, testando xaveco e vai colando e tomando fica isso com os amigos também. Quero uma brincadeira que eu faço de contar brincadeiras fica com os amigos. >> Eu tinha um amigo é muito tímido, >> pegava na época era muito dinheiro, R$ 50 notas de cinco. Falava: "Me traz R$ 50 de notas de que você é tímido". R$ 50 notas de cinco isso, sei lá, 2004, 2005 era dinheiro. Era dinheiro, galera. >> Aí ele me dava, eu falava: "A cada

▶ 00:48:59 garota que você chavecar, eu te devolvo cinco". >> Aí o cara, a cada garota XVC devolvo cinco. >> E aí a gente ia fazendo isso. E aí o cara tinha que xavecar. Aí ele, ai que medo. [ __ ] foi engraçado. Vou te ajudar. Aí você vai com o amigo >> e vai. Aí o cara vai percebendo, ele vai meio que, vamos dizer, desumanizando no sentido positivo da coisa. se existe sentido positivo, ele vai a garota, >> não é dessensibilizando, eu acho que faz mais dessensibilizando, mas também assim o desumanizando no sentido que a garota ali, >> ela não é assim a pessoa que vai julgar

▶ 00:49:30 a a natureza do ser dele, ela só uma pessoa que ele conheceu ali e sabe, ela é um ela é um instrumento para ele treinar ali. Essa é a real. Vai puxar uma xavecadinha. >> Amanda, você você aprova esse método? Você aprova isso? >> Gente, pelo amor de Deus. Era assim >> na minha época matinê assim. É porque é porque assim, acho que hoje em dia não existe matinê. Sei lá, na minha época maior velha, né, meu? Tinha matinê e aí exigia essa gamificação assim e realmente à não era nem de ficar, mas era meu, quantas minas você vai colar? Nossa, duvido não. E e aquele duvido

▶ 00:50:00 também é legal, ó. Meu, tem uma mina, mano, eu duvido, eu duvido. Você vai, >> mano, eu duvido, eu duvido. E >> posso falar? O cara colava uma mina na gata, tomava bota e moleque >> pelo menos dois foi >> e ele chegava na amiga dela depois também. Porque assim, tem muita gamificação na internet por causa de joguinho, mano. Faz o joguinho na vida real, faz essa gamificação na vida real assim, chama os amigos e fala assim: "Vamos hoje fazer um desafio, quem cola ou quem pega mais número de telefone, quem pega mais Instagram, sei lá, ninguém me fica." É, é, é um truque de

▶ 00:50:31 você assim sair, não precisa sozinho ir pra guerra, você junta seu exército, vai pra guerra com o seu exército e lá vocês vão encontrar tropas inimigas. >> Era o que eu fazia quando era jovem. Você sai com seus amigos, você bebe com seus amigos, você chava com seus amigos. Um vai pegar bem p fulana no final ninguém vai ninguém vai pegar ninguém no final. Mas rolou a história >> agora. Vamos lá nós da geração Z. Pera. Você aprova esse método? >> O problema do Incelzinho é que ele sequer tem amigos. >> Acabou aí. Acabou.

▶ 00:51:02 >> Ó o seguinte todo mundo tem ele cresce. Ele ele basicamente ele toda, toda a vida dele foi criada dentro de casa. >> Teu um amigo também fica difícil, viu? >> Envelopado da da sociedade. Então >> tá. Então entra na academia MBL. Então >> ele precisa, ele precisa o o Incelzinho, primeiro, tem o primeiro passo desse cara é que ele não consegue manter contato social. Ele tem essa a barreira é que e como ele fica autocentrado, ele basicamente fica conversando com ele mesmo o tempo todo, ele acha que as pessoas estão o julgando, mas nade

▶ 00:51:33 importa com ele. Então o >> o primeiro passo que esse cara tem que dar é conseguir um amigo, porque sequer ele tem isso. Esses caras, a gente tem uma geração de pessoas que não tem nenhum amigo. Eu puxei esse dado quando fui escrever MOC >> e a maior parte das pessoas, cara, 30% da geração Z não tem nenhum amigo. e entre homes. >> Mas isso a gente vê bastante assim no nos militantes. Às vezes a pessoa vai sozinha num ato nosso, né? E aí forma, por isso que forma um grande um grandíssimo >> Então é um hubecta as pessoas. Esse é o

▶ 00:52:04 ponto. >> Tem tem uma característica, pode ser religião, pode ser os amigos da escola, mas tem uma característica em comum do céu. Religião também. >> Eu tinha muitos amigos ali da cate, >> não assim, normalmente quem é de igreja evangélica só sai com pessoas de igreja evangélica. >> Não necessariamente, mas é mais comum. Não, mas você, eu acho que se você romper o, vou sair de casa e vou ter uma pessoa, você vai rompendo isso pouco a pouco, você vai ver que as pessoas elas não mordem. >> Sim, sim. >> Eh, nossa, isso é excelente, gente. Inclusive, ó, eu gostaria que vocês pesquisassem sobre o que eu vou falar, que é dessensibilização sistemática. É

▶ 00:52:34 um conceito da psicologia em que, pô, mas tá pior que eu pensava, precisando ter um amigo. >> É assim, é, na verdade, é uma técnica de desenvolvimento em que tu vai dando passos cada vez maiores em relação à medida do quanto tu sente suficientemente capaz de exercer, executar aquela tarefa. Então, em algum momento, tu fica apavorado, sei lá, de conversar com a caixa do supermercado. Mas tu vai aos poucos. Primeiro tu sai da sua casa e dá oi pra moça ou o moço do elevador. Depois tu fala com o porteiro. Depois sai de casa e tu fala

▶ 00:53:05 com a mulher do caixa. E assim, ó, >> uma coisa que é muito comum dos autistas, eu acho que dos autistas, dos incelos que tu deve saber é que o autismo, não, então o autismo é é uma característica, é um traço muito pervasivo nesse fenômeno do inccel. A questão é por que antes isso não era tão prejudicial, digamos assim, para criação de amizades, início de relacionamentos amorosos. Existiam tecnologias sociais para isso. Então eles eram empurrados de casa, querendo eles ou não. Então tinha igreja, como vocês falaram, tinha a kermesse, tinha a escola, tinha o

▶ 00:53:36 trabalho que não era home office. A pessoa era literalmente obrigada a sair de casa e interagir com os outros. Então as pessoas eram treinadas querendo ou não a se relacionar. Hoje absolutamente não existem mais tantas tecnologias para conseguir sair de casa. >> E é culpa dos pais também, porque tem os pais e é no detalhe. E aí sei lá, tem pa >> e esse bagulho de videogame, vamos falar, >> não sabe o que que é. Não, para além disso, não, para além disso, é no dia a dia, assim, por exemplo, o pai, o filho fala assim: "Ah, vai tá no restaurante,

▶ 00:54:06 ah, eu quero uma Coca". Aí o Aí o pai: "Ah, ele quer uma Coca, mano, pede a Coca". Porque é de verdade, assim, os pais eles fazem tudo. A pessoa nem pede. Sei. É que assim, >> mas é porque eu acho que antigamente as pessoas deixavam os outros fazerem mais as coisas. Agora tá muito protetor. Ah, não. Ali não dá para atravessar. A resposta tá tudo aqui. >> Não, eu discordo que é só isso. Não é só isso. >> Qual que é o seu ponto com qual ponto com videogame? Deixa el Não, não. Isso é uma muleta, cara. Isso é uma muleta que te tira de um convívio social que tem seu algum grau de desconforto e te entrega para um negócio

▶ 00:54:38 muito confortável que você fica vendo as coisas que você gosta o tempo todo. Então você tá, cara, você tá num lugar que a pessoa assistindo o negócio no YouTube ou arrastando ou escrollando ou conversando com alguém que ela não conhece. E aí você chega em casa, seu YouTube tá na TV, aí pá, isso acontece comigo. Eu, mano, eu se eu me deixar solto, eu o dia a passa inteiro eu fico vendo conteúdo alheio. Aí não treinei, não fui, não saí, não fiz nada. E isso é com todo, gente, isso é com todo mundo. A gente tá falando de celma. Vou jogar uma coisa aqui que vai jogar e os velos bolsonaristas que estão totalmente

▶ 00:55:09 preso, >> tudo preso dentro da bolha, não tem mais convívio social. E a solidão e a solidão deles, ela é ela é, vamos dizer, recomposta por uma revista, >> vendo live da revista Oeste. Ela não é igual em céu. A a diferença é que ela não é jovem, só que >> você tem um fenômeno análogo com uma pessoa muito velha >> e uma pessoa muito nova. Mas a diferença é que esse velho ele já constituiu família em algum grau, entendeu? Ele já tá sendo útil em isso só reforça o que eu tô falando, >> porque mesmo, vamos dizer, o tecido

▶ 00:55:39 social pré-estabelecido dele, ele não foi capaz de manter essa pessoa e ehectada >> conectada e ele vai lá e ele é isolado e ele fica rodando em falso nessa [ __ ] aqui. E por que que isso aqui é muito forte no Brasil? é o terceiro país que mais usa rede social no mundo. >> Então, se ele é o terceiro país que mais usa rede social no mundo >> e a gente vê esse fenômeno não restrito a a só o cara novo, porque se a gente pega o velho, o caso do velho é bizarro. É é é bizar. >> Mas você acha que ele sofre tanto quanto um um guri? >> Ele sofre, a família sofre junto porque a família também rompe os laços, aí fica

▶ 00:56:11 totalmente alienada. >> Examente. E esse assim a a tão tão esperando assim muita muito velho que tá tão solitário que pra família assim, ah, [ __ ] já manda pra casa de repouso, ele mesmo vai porque ele tá aqui, ó. O cara, o cara já tá numa causa de repouso. >> Todo velho do outro dia, do 8 de janeiro. É tudo velho tava sozinho. Muito sozinho. >> Eles foram sozinhos para lá. >> Eles foram sozinhos uma grande aventura em conjunto >> e agora estão, >> agora eles estão fazendo um crochê na cadeia. >> Eu tenho de achar que a gente tá

▶ 00:56:41 complicando essas discussões. É, é um pouco mais simples do que a gente imagina. Não, eu eu concordo que assim, mas mas assim, pr para o jovem fazer aquilo que vocês estavam falando, ah, chega na menina e tal, talvez a gamificação seja uma solução, mas pensa comigo, esse jovem, como o Império falou, ele não tem nem amigo. Talvez ele saiba que ele tem que fazer essas dicas que vocês estão falando. [ __ ] >> quem disse que é assim para é geral? >> Não, não. A gente tá falando de um recorde, estou falando do jovem. Você tá falando do jovem? É, não é porque o ponto era não tem de

▶ 00:57:12 fato, mas o dado do império f império é 30% 30% não tem amigo não tem amigo. Então então assim, ao meu ver, o problema para ele conseguir uma garolha, ele tem que dar dois passos para trás, sabe? Porque talvez ele não, ele não, ele não tem o ímpeto de chegar na garota, talvez ele saiba que ele tem que chegar, mas ele não >> Ó, eu vou dar um exemplo aqui em relação a uma mudança que aconteceu na Alemanha, tá? Se não me engano foi nos anos 90. Até os anos 90, mais ou menos, a Alemanha formava todos os playgrounds das crianças com aqueles típicos americanos. Então era tudo feito de

▶ 00:57:43 borracha, de EVA, tudo com pontas arredondadas em ambientes super planos. O que que isso gerou? Crianças extremamente entediadas e com baixa resistência à frustração. E aí o que que a Alemanha fez? trocou os playgrounds e começou a construir esses playgrounds nas ladeiras, em barrancos, brinquedos feitos de metal, de madeira e com pontas e com muita instabilidade. Isso fez com que as crianças tivessem mais senso de alta eficácia, com que elas se sentissem mais seguras, independentes, com capacidade de lidar

▶ 00:58:14 com frustração. Então, mesmo que elas caíssem, se arranhassem, torcessem o pé, elas continuavam tentando. Isso as mantinha ocupadas por mais tempo e com um senso de independência maior. Então eu concordo contigo que realmente não é só faça isso, tu tem que dar vários passos para trás antes, porque os pais realmente eles têm medo de deixar essas crianças sozinhas. E é um outro aspecto que o Jonathan Height aborda também, que atualmente as últimas gerações elas têm medo de deixar os próprios filhos sofrer e se arriscar.

▶ 00:58:45 Eles querem evitar ao máximo que eles se frustrem, que eles tenham problemas, que eles lidem com conflitos, que eles sejam humilhados, etc. Mas não há como ultrapassar, dar saltos em relação às fases da vida. Então agora vou falar, ó, Renan, a questão é o seguinte: se o sujeito querer sair de casa e começar a abordar um monte de mulher aleatória na rua, essa mulher vai olhar pensar mental. Não, não, não. Eu acho que você tá exagerando, ele não vai nem conseguir fazer isso.

▶ 00:59:16 É muito, é, é a dar esse passo é muito difícil. O incentivo é muito baixo, porque ah, eu vou me colocar em risco, vou porque ele só ele ele só conversa com ele mesmo, então ele vive pensando ele mesão aqui, quando ela não tá acostumada e habituada a interagir socialmente, ela fica esquisita, estranha, ao ponto de tu interagir com ela e tu pensar: "Meu Deus, você é muito estranho" e gera desconforto, as pessoas ficam assustadas, é desagradável. Gente, no

▶ 00:59:47 mercado de trabalho você vê isso, o pessoal que trabalha só de casa, é full home office, é muito diferente de quem tem que sair para trabalhar. [ __ ] e eu não tô falando no sentido assim, eu quero te humilhar e no sentido pejorativo, mas é um fato. E isso piora se o sujeito tem traços autistas, ele é áspergá que >> E aí pensa aí, o sujeito, ele quer ir numa balada, mas ele é estranho. Desculpa, vou ter que fazer isso, tá? O sujeito >> deixa eu colocar aqui. Calma, calma, calma. Mostra

▶ 01:00:17 >> que que você tá fazendo. >> Não, o sujeito ele é todo encurvado e ele anda estranho, ele se movimenta estranho, ele tem um cabelo estranho, ele tem uma roupa estranha e ele fala estranho. Então tudo bem, ele pode até ter todo o impulso do mundo, gamificação, ele pode ter recompensa financeira, mas não vai valer a pena porque ele é muito desajustado. >> Mas não é, mas ele não, ele não pegaria ninguém nunca esse cara. >> É, esse cara não pegaria ninguém nunc. Esse cara tá >> assim, eu acho não, ele tá meio anulado no jogo. >> Não, mas ele pode achar uma estrinha assim também. >> O problema é que a estranha não sai de casa.

▶ 01:00:47 estranhas também. >> É lógico, o pastor arruma lá na igreja isso assim e ele estaria insistindo no num no cenário social mais comunitário, se ele tivesse uma igreja que alguém ia casar ele com esquisitinha e ele ia ficar lá esquisito. >> Gente, eu vi eu vi um casalzinho ontem no Medidal, os dois bonitinhos assim, eles tipo 500. mil likes assim, sempre tem uma tampa pra panela, né, gente? >> Ou seja, vai sobrar algo beta, né? mesmo é muita vitimização. Nossa, não posso. Eu concordo que tem vitimização.

▶ 01:01:18 Não, eu concordo, mas os dados mostram que a galera tá se isolando, entendeu? Então, então vai isolar cada vez mais. >> Eu concordo com Renar [Música] não rapidão. Tem um ponto também, tirar telas das escolas é um é um comecinho, porque assim, antes era tudo liberado, agora assim, gente, calma. Isso aqui tá dando problema assim, a gente tá identificando que existe um problema >> e tá tirando um pouquinho. Acho que pode ser que as que melhore depois um pouco. >> Eu já acho que o ideal é proibir rede social para menores de 16 anos.

▶ 01:01:48 >> Eu concordo com >> você vai [ __ ] minha base de seguidores. Pararamente >> aí acabou nosso público. >> Fora, ó. >> Ah, usa outra coisa, sei lá, usa YouTube. Pronto, consome pelo YouTube. >> Eu acho que assim, é simples de resolver o problema, mas assim, não está acontecendo, sabe? Essas coisas, essas coisas simples, entre aspas, ah, vai falar com a garota, gan fica e tal, é simples, mas o pessoal não faz. Então eu acho que a pergunta tem que ser essa, por eles não estão fazendo e que ferramentas a gente pode dar. Eu ainda ainda passo na tecla que a culpa é dos pais. Assim, gente, eu vi, eu vi um estudo falando que os pais hoje vão na

▶ 01:02:19 entrevista de emprego com os filhos. >> Sim, >> gente, pelo amor de Deus. Que que é isso? >> Por qu botar aqui? Eu só vou botar o especialista aqui. Ô, mestre. >> Nossa, acabou tudo agora. >> E aí, >> está ao vivo aqui na live? >> Quem é? Artur, >> Artur, >> eita, >> rapidinho, bem rapidinho, rapidinho. Não, a gente táa falando aquela coisa assim que os moleques hoje não colem ninguém, são tudo um zé bunda. >> E eu a gente tava falando, minha tese, não tem muito tipo, ah, uma crise de sensibilidade. É assim, é muita gente presa no celular, aí fica [ __ ] e não cola em ninguém. Que que você ah, falar com com o rei

▶ 01:02:50 aqui, com o cara que inclusive tem informações sobre isso. Que que você me diz? >> Qual o conselho? >> Mas é óbvio. O lance é o seguinte, cara. O que acontece hoje é que as pessoas, como elas estão muito presas a interações virtuais, elas não sabem como agir em interações reais, inclusive pessoas que têm potencial para serem bem-sucedidas às interações reais. Então, às vezes você pega uns moleques que o cara é presa, o cara tá bem, o cara é legal, só que ele não consegue no ao vivo desenvolver uma performance porque ele serviço não tem experiência,

▶ 01:03:20 as interações. E outra, existe um, eu não lembro quem falou isso, não sei nem foi o brigadeiro, não lembro onde eu vi isso, que é o seguinte, quanto melhor você é na na em em fazer meme, em mexer em rede social, pior você é na interação da >> Não tô entendendo. >> Alô, >> ô, mas é verdade, cara. Quem é muito bom de meme, quem é muito bom de algoritmo, quem é muito bom de no às vezes geralmente é muito ruim na vida real, cara. As pessoas não têm experiência, as pessoas não saem. >> Obrigado. Agora tô me sentindo bem porque eu sou ruim nessas coisas.

▶ 01:03:50 >> Uma pergunta, você acha que você acha que o homem ele precisa ser tipo super bombado e saber lutar para fazer isso ou ele precisa se tipo se capacitar antes? Não, mas mais é o seguinte, você fazer exercício físico e você ter uma segurança eh física faz com que você tenha mais autoconfiança em tudo que você vai fazer. Inclusive isso, cara, isso isso eu posso falar pessoalmente do que aconteceu comigo. Eu sempre fui um cara muito baixinho, muito magrecelo, né? Eu era o cara que eu era, eu nasci para apanhar de todo mundo e eu falei:

▶ 01:04:21 "Não, eu vou ficar forte, vai ser mais difícil para mim, mas eu vou ficar forte, eu vou aprender luta e eu vou encarar todo mundo." E isso me deu segurança para fazer outras coisas. Outra coisa também, quando você se envolve em competições de uma forma geral, principalmente competições físicas, ah, fazer, sei lá, um propão, de qualquer outra coisa, você ensina o seu corpo a lidar com adrenalina. E o momento que você vai fazer uma e no momento que você quer ser chegua, a sua adrenalina sobe. Então, quando você aprende a lidar com aquele banho de

▶ 01:04:51 adrenalina que te dá, quando você vai fazer alguma coisa diferente ou inusitada ou ousada, você começa a ter muito mais controle das suas ações, né? Eh, e isso e isso às vezes, cara, tá muito ligado a sinais não verbais. Você vocês sabem quem é o Guilherme Batilani? Lógico. Conheço, conheço. >> É o Guilherme Batilani, ele me falou uma coisa, a gente foi no motocross junto, ele falou uma coisa muito que, cara, como é que eu nunca tinha reparado isso? Ele falou: "Cara, uma das coisas que mulher presta bastante atenção, intuitivamente, sem saber, sem perceber,

▶ 01:05:21 é coordenação motora." E é verdade, cara. Se uma pessoa meio meio descoordenadão, eu sou descoordenadaço, >> por isso que você não acha que >> você não é tanto, você não é tanto. O o você acha que você é descordado, mas você não é. Por exemplo, o fato de você tocar guitarra é um exercício de coordenação, né? Agora, por exemplo, você jogando bola, você já não é atraente, cara. Você parece uma velha, parece uma velha, lógico. >> Entendeu? Então, assim, é, é é você tem que desenvolver coisas que façam com que você eh eh desenvolva inclusive a sua coordenação motora. E o ato de falar e gesticular de uma forma coerente faz com

▶ 01:05:53 que você tenha uma um sinal não verbal. Bom, tanto que quando você tá muito inseguro, muito nervoso, os seus três jeitos mudam. A sua voz fica trêmula, sua boca fica seca, você se você gesticula de uma forma desproporcional, ou de mais ou de menos. Então, a segurança, você se sentir seguro, ela passa sinais que às vezes você nem percebe, você não calcula, mas você tá passando esses sinais. E você ser forte, você ser eh um cara competitivo em termos físicos, faz com que você tenha essa segurança e você eh eh eh

▶ 01:06:24 transborde isso de uma forma que você nem perceba, entendeu? >> Ó, eu só vou fazer aqui uma uma breve uma breve eu vou abrir uma discordância aqui do mestre, tá? Acho que ele mandou muito bem, acho que o Artur ele estabeleceu um novo parâmetro para as discussões aqui. Eu liguei, não resolvi chamar um profissional >> do Cheguetão. >> Mas eu que queria comentar sobre isso. Falei Amanda. >> Amanda. É, >> é. Tá bom, galera aqui hoje. >> Tá bom, galera. Tem umas 10 pessoas na live, >> né? O que eu ia te falar o seguinte, é porque assim, eh, fica aparecendo para pras pessoas que para um, para um garoto

▶ 01:06:54 que tá assistindo que ele tem que fazer uma série de tarefas físicas, tipo comece a malhar. Trabalho, parece que dificulta muito, né? Jogre, bota uma camiseta mais ou menos limpa. É >> mais ou menos. O Renan falou mais ou menos limpa. >> A atividade física ela não é não. Você não precisa ser bombado para colar em alguém. Não é esse o fato. Se você começa a fazer alguma atividade, vamos supor, você começa a jogar tênis, você não vai ser bom. >> É, mas eu vou dar um exemplo, Artur. Vamos dar, vamos, vamos dar um exemplo. >> Vamos real. >> Vamos pegar um cara que trabalha com a

▶ 01:07:25 gente, o Lobato. >> Coitado, mano. >> O Lobato vai, ele pegou as coisas, os kits de Lobato dele e foi para uma praia riponga. >> Ele não precisa fazer o exercício dele, ele vai lobatar. Cal, >> calma, calma. Mas o, calma. O lobato, ele, o Lobato tem uma outra curva. O Lobato, mas o Lobato ele é muito seguro em ser aquele cara estiloso que ele é. Ele é naturalmente um cara estiloso. Ele tem umas tatuagens legais, ele tem um cabelo muito louco, ele usa umas umas umas,

▶ 01:07:55 como é que chama? Umas jaquetas loucas, ele ele vende aquelas paradas dele lá. Então ele é um cara que ele tem ele tem algo a dizer, entendeu? O lobato é algo que tem ele tem algo a apresentar. O que eu tô dizendo é o seguinte, se você é um moleque em cé que você não tem nada a ser apresentado, tipo, se alguém pegar tua diz interessante, >> vai vai fazer >> e você precisa, você precisa, você precisa passar porque assim, ó, é o seguinte, se você pega um cara super excêntrico, pega um cara que, mano, ele

▶ 01:08:26 lê muito, ele é um cara meio excêntrico, ele é não sei o que lá, esse cara não necessariamente ele vai ser um cara que vai transparecer segurança. Só que se alguém der a chance de botar um holofote na verdade dele, talvez ele tenha muito a dizer sobre algo interessante, entendeu? O problema é que hoje as pessoas têm muito pouco a dizer sobre qualquer coisa que seja minimamente interessante e além disso, além disso, elas não têm a maquiagem, que é você eh ter o bom ter jeito, você saber

▶ 01:08:56 conversar. Então, se você não tem nada, você precisa desenvolver alguma coisa, cara, né? No fim do dia, cara, você não vai eh eh porque eu vou dar um exemplo para você. Se você pega, por exemplo, uma coisa super nerd em céu, o cara que ele é super bom em jogar algum jogo bem tipo do Kim lá, o joguinho da cartinha dele lá, >> for tipo >> o top 10 do Brasil, mesmo você sendo, entre aspas, você tem uma capa de vacilão, se alguém botar a lupa em você, você falar: "Não, [ __ ] mano, eu sou top 10 nesse jogo X aqui". Vai ter

▶ 01:09:26 alguma fã daquele jogo? É >> [ __ ] Vol, voltou pra fã. >> Voltou fal. >> É o seguinte, cara, olha só. verificado do Instagram. >> Se a gente soltar aí o o o o esse cara, esse cara sem o celular dele, sem as beds no joguinho dele, eh, numa balada, ele não vai ter como se virar. Eu acho que a gente tinha que voltar. >> Não, não, mas mas mais ou menos, cara. Porque o que eu tô dizendo é o seguinte, se esse cara tiver, o meu ponto é, se esse cara tiver algo a dizer sobre alguma coisa que seja minimamente

▶ 01:09:57 interessante, ele já tem alguma ferramenta. >> Concordo. Eu tô tratando de um caso grave, casos de de caras que assim, eles não têm nada a dizer sobre nada, entendeu? É um >> Eu vou dar um exemplo para você. Vou dar um exemplo para você. O o meu amigo lá que eu sempre falo, eu tenho um amigo que é bonitão, já tentei agitar ele até pra Amanda, tá? Ele é um cara bonito, é um cara legal, tal, só que ele, cara, >> ele não, ele não tem, ele não tem coisas interessantes a serem ditas. Então, onde que ele, onde que ele força a mão? Ele tem um shape da hora, tipo, mano, o cara

▶ 01:10:28 é um [ __ ] de um atleta, corre para [ __ ] treina para [ __ ] ele tem um shape muito bom e isso dá certa segurança para ele falar: "Ó, tenho algo a ser apresentado, entendeu? Eu tô falando num caso como esse, sim, você tem que fazer". Agora você falar assim, [ __ ] é fundamental, você só consegue e eh se destacar se você for bombado? Claro que não, [ __ ] Pô, você tem inúmeros casos e não, inúmeros casos. >> Ó, eu vou eu vou te dar um exemplo porque assim, o o eu era um moleque também bem feioso aí na adolescência. Eh, só que eu não segui

▶ 01:10:58 o seu caminho da da musculação e tipo, mano, eu me virei, >> mas tinha meninas estranhas no na balada que tava eu saia nor não nem ia para balada, eu ia pra balada convencional. Você ia para uma bala convencional e ia nas normas na mina que estudava no maen. Isso >> tipo nunca tive problema. É que antigamente isso não era problema mesmo pros neres e assim sempre assim também tem uma coisa, sempre existe nerds também >> assim que eu era eu era bom de papo blá blá blá falador >> mas assim sempre existia o nerd que era

▶ 01:11:28 mais difícil >> já er >> mas sempre o e o nerd tinha uma nerd também esse é o ponto assim o popular cola popular >> e sempre tem uma nerdzinha al >> fazer o seguinte vamos fazer o seguinte se você tiver eh eh se você tirar se você tirar da equação elemento de préconhecimento, quanto de dinheiro esse cara tem, quem é esse cara na sociedade. Se você pegar pessoas X e jogar num campo de batalha para falar Xavec e mulheres, qual é a habilidade que vai

▶ 01:11:58 fazer o destaque? Ou a beleza física ou ou a habilidade verbal, a comunicação. >> Então o Renan, ele tem a super habilidade de comunicação. Renan é super inteligente, ele é super comunicativo. Então tira você, você não, você não é exemplo para ninguém, né? desse jeito. >> Não tô brincando. Mas se se você pega um cara muito bonito, falando sério, você pega um cara muito bonito, você não pode usar porque >> dá para usar diferença. O cara é muito

▶ 01:12:28 bonito. Você pega um cara muito rico também não dá. Você pega um cara que ele é muito famoso, também não dá. Então esqueçam essas referências. Vamos a partir do do seguinte do seguinte standndar. o seu carácter. Ele não tem habilidades de comunicação, ele não é um cara bonito, ele não é um cara rico, ele é um cara que ele tá assim, ele tá no vale da do vale dos comuns. >> Ele tá no vale dos comuns para este cara ter alguma segurança para desenvolver alguma ferramenta para ele conseguir e eh e eh andar pra frente e progredir

▶ 01:13:01 cansada já. Chega aprendí que eu preciso gravar o >> Mas o lance é o seguinte e eu acho sim que o cara tem que fazer atividade física porque isso traz, eu não tô falando que o cara ficar bombado, assim, a atividade física ela traz segurança. Segurança é fundamental para o ginho. >> Boa. >> Maravilhoso, senhor Tutu. Muito obrigado. >> Muito obrigado. Grande aula. Parabéns. >> Sem corrtex para frontal.

▶ 01:13:31 É que eu falei antes, né? >> Isso resolve o problema dos seus dos seus betinhas, >> seus 30% >> resolve que resolve. Então >> eu não sei, cara. É esse é o ponto. É uma solução é muito individual. >> Eu penso que a solução é a que nós trouxemos, eu e tu, qual que é o seu nome mesmo? >> Daniel. Eu acho que é um aspecto anterior, porque, ó, vou trazer aqui o meu exemplo, tá? Evidência anedótica. >> Fiz balé dos por dois 10 anos, tá? Comecei dos 12 e eu fui até os 22, duas vezes por semana. E assim, morava no

▶ 01:14:01 interior do Rio Grande do Sul, fazia chuva, fazia sol, fazia temporal, era extremamente frio, eu ia a pé e eu sofria bullying lá. É um ambiente bem competitivo. Eu diria que assim, o balé ele consegue reunir o mais tóxico da masculinidade e o mais tóxico da da femininidade ao mesmo tempo. >> A disciplina >> é é a disciplina, a estrutura e a ordem da masculinidade e, né, a exigência. E aí tu tem aquela competição hostil e ataque de reputações da feminidade. Então é um ambiente

▶ 01:14:31 realmente bem difícil, estressante de passar. E eu era muito tímida nessa época, muito tímida. Eu era corcunda, eu era evangélica, minha mãe era me reprimia muito comportamente. E eu era gótica também, eu era toda esquisita assim, nossa. E eu era nerd também. Ah, assim, foi um acúmulo de coisas e tal. E cara, as minhas colegas não gostavam de mim, elas me davam apelido, elas iam quando eu cometia algum erro, etc. >> Você ficava com alguém nessa época? >> Jamais. Claro que não. Eu perdi meu bebê, na verdade, com 13 anos. Aí depois eu fui beijar de novo com 15 e aí depois

▶ 01:15:02 eu fui beijar de novo com 17. >> Tarde? >> Sim. Nossa, eu perdi o meu >> É, achei que ela ia falar assim: "Nossa, eu perdi meu bebê com 20." Não, não, mas é que é diferente porque era era ó é que é uma coisa, é um beijinho, entendeu? Porque as minhas amigas elas já tinham namoradinhos vários, entendeu? E eu não tinha ninguém. >> Mas você era toda estranha? >> Eu era toda nessa época de 18 anos, você tinha pegava alguém ou não? >> Aí eu já tinha alguém, entendeu? >> Calma, calma. Eu só, só deixa eu chegar na, na questão do balé, porque assim, ó,

▶ 01:15:33 eu acho que esse é um aspecto que os jovens não têm mais, que é serem colocados em situação de risco, mesmo que eles não queiram, porque eu estava lá porque eu queria. Mas a questão é que depois de muitos anos, com sei lá, 20 e poucos anos, 30, eu percebi o quão aquilo foi necessário e indispensável pra minha formação, porque eu me eu me tornei muito mais independente, muito mais corajosa, muito mais tomadora de riscos. por exemplo, lidar com frustração. Tu passava, sei lá, meses ensaiando para uma coreografia, chegava no dia, num campeonato e tu perdia >> e tu ia, tu seria humilhada, certo?

▶ 01:16:03 Muitas das meninas elas choravam, elas se sentiam mal, etc. Sei lá, tu vai numa apresentação e tu esquece uma sapatilha. Que que a minha professora dizia? Volta para casa, não quero nem saber, vai a pé atrás da sua sapatilha. Porque todas teriam que ficar sem sapatilha. >> Exatamente. Cria casca, tu cria senso de comprometimento com o coletivo também, porque não importa só você. E é bizarro porque isso acontecia mesmo quando as gurias se odiavam. Então ainda que eu odiasse você pirajá dançando balé comigo, eu não iria quer que tu se fodesse durante a apresentação, porque nós éramos um corpo,

▶ 01:16:34 >> tá? >> Entendeu? Então eu penso que tem esse aspecto anterior ainda, que é o esporte e ser colocado em risco em uma situação constantemente estressante de competição. >> Não, pode falar, fala, fala, fala, fala, fala, pode, fal. Não, é só completando o que a Spectro falou e eu acho que o que o Artur tava falando mais cedo contribui com o que a gente tava falando antes. A gente já tava falando sobre a importância de você usar o esporte não como um fim em si mesmo, mas como meio para você testar adrenalina, como ele falou. Acho que isso é importante. E o jovem de hoje, a gente volta para esse problema que a Spect tá comentando, ele

▶ 01:17:04 não tá fazendo isso, tá? É fácil para ele fazer? É fácil. Ele tem acesso a essas coisas, só que ele não faz. Eu acho que a pergunta, tem coisas anteriores que ele não tem, ele não tem as outras ferramentas. Ex. Ele não tem as outras ferramentas dos pais. >> Sim. É sim. em certa medida assim. E eu acho que a pergunta que tem que fazer é por por os jovens estão fazendo isso? Eu acho que a gente tá chegando numa conclusão e é quais ferramentas a gente tem que dar para eles para que uma delas achentão tem que ensinar os pais. >> É. >> E aí vai e a culpa vai pros millennials. >> Então a culpa é dos millennials.

▶ 01:17:34 >> Pode ser. Então não pode ser de fato. >> Sim, >> porque cada vez mais os pais blindam e a criança fica cada vez mais pouco vulnerável. E assim, e a falta de bullying assim, sério, >> gente, a falta de bullying, ela porque >> bullying é necessário. >> Claro, porque uma hora, uma hora, uma hora a vida vai fazer um bullying com você. >> Por isso você faz bullying com >> Exatamente. Por isso que eu faço bullying com você. Por isso que você ficou forjado na guerra. >> Não é verdade, porque você vai entendendo que, ah, tudo bem, gente, eu faço, você faz e aquilo não me afeta porque aquilo era uma era uma brincadeira ou você melhora com aquilo e tal. Porque uma hora a vida vai fazer um

▶ 01:18:05 bullying com a sua cara, uma hora você vai ter um chefe, uma hora você vai ter alguém que realmente não é um bullying, aí vai ter uma cobrança real. Eu acho que o o bullying ele é preparatório. >> O problema é que o bullying hoje ele é nuclear, ele tem outra escala. Antes >> a gente sempre teve, desculpa, a eu já sofri bastante. >> O bullying antes era restrito a um ambiente, o ambiente escolar hoje você, essa pessoa que vai ser bombardeada perpetuamente com esse tipo de coisa via rede social. >> Hoje é muito pior porque a sua vida digital é tem quase a mesma relevância do que a sua vida pessoa física. Então o

▶ 01:18:36 bullying hoje ele é absolutamente só ach como as pessoas não podem fazer o bullying ali na escola, elas fazem de uma maneira virtual, eles fazem os dois lugares ao mesmo tempo. >> Porque não, tudo que acontece de bullying na escola agora chama pai, não sei o que, e o pai vai brigar com a escola e assim, o professor também não. E e assim, ó, o pai não pode, o pai não educa direito, o professor não pode educar também direito. E aí essa essa pessoa, ela fica achando que a vida é um morango e quando ela descobre que a vida não é um morango, ela fala: "Meu Deus, eu não posso sair de casa. Então >> [ __ ] >> A vida é um morango". Eu gostei sim. A

▶ 01:19:06 vida é um morango. Aí meu irmão, vida achei uma vida morango. Morango não, brother. A vida não é um morango. A vida não é uma hin numa sexta-feira que eu poderia tá bebendo, mas estamos aqui falando da dos 30% que não tem amigos. Eu acho que nós somos esses 30% sem amigos, tá? >> Nós temos amigos, pessoal. Não temos porque estamos aqui. >> Eu gosto que a gente meio que chegou a conclusões aqui nessa live, né? >> A culpa dos pais, dos professores e vamos fazer buling. Só deixa eu finalizar uma coisinha. >> O celular é uma solução. Pera aí, só deixa eu finalizar uma coisinha. Rapidinho,

▶ 01:19:36 >> rapidinho, rapidinho, rapidinho, um minuto, tá? Uma coisa que é importante que eu descobri com o especialista em educação, tá? O Brasil inventou essa história de ter escolas com turno único. >> Ao longo do planeta, o comum é passar o dia inteiro na escola. >> Isso é relevante também para forçar com que as crianças interajam socialmente o tempo todo, porque muitos dos pais eles não vão conseguir cuidar e garantir que os seus filhos estejam em um local seguro, mas também desafiador. Por quê? É porque eles estão trabalhando e eles voltam para casa destruídos, eles não

▶ 01:20:06 têm dinheiro. Então a outra solução que eu trago é escola integral, escola pública integral, >> tá? Bully escola integral sem videogame, Renan. Sem videogame. Tirar o celular. O seu filho tem que pedir, tem que pedir a Coca dele. É isso. >> Tem que pedir a Coca, Lara. Mais o qu >> os pais têm que parar de proteger tanto as crianças e adolescentes. >> Sim, sim. Não assisti Renato Impera. Acho que é uma solução. Esse cara, >> a maior parte do meu trabalho na minha live é justamente dar direcionamento

▶ 01:20:37 para minha comunidade >> para resolver esse problema. >> Não, eu acho que aqui a gente tem duas pessoas que se comunicam diretamente com esse, que tentam salvar essas pessoas. Só verdade. A gente também. Acho que sim. E acho que é isso. >> Então a gente não tá conseguindo. Então >> a gente tá a gente tá pô essa live aqui, cara. Essa live foi uma grande terapia, eu acho. Acho que muitas pessoas E saia para E é e saia para tentar pegar mulher também. Ou vá pra balada com suas amigas. Vá para uma balada. Vá para uma balada. >> Sexo, pelo amor de Deus.

▶ 01:21:07 >> Nossa, não precisa tanto assim >> não. Calma também. Spectro controle. Se controle. Calma. Verdade. >> Entre numa academia sem smartfit. Deve ter um smartfit do lado da sua casa. fazer um esporte que você tem vontade, as pessoas não mordem, elas são menos ameaçadoras do que você pensa. >> Sim. Usar menos a internet também, né? >> Isso. Assim, mas não deixa assirmális e é isso. >> Ô, vamos pros pimbas que tem umas perguntas aqui também. >> Vai, tem umas perguntas. Vai, vai levar. >> Ah,

▶ 01:21:37 >> vamos acima de 10. >> Isso, vai. >> Acima de 10. >> Luiz Guilherme mandou R$ 10. O católico de nascença que herdoua a fé dos pais é Based. O depressivo, fracassado, recém-convertido por edites de internet. é extremamente patético e não tem como simpatizar, >> não. A pessoa, a pessoa mais basic dessa live é a católica. A >> o cara tá querendo fazer gatekeeping de religião agora. >> [ __ ] você é um merda, velho. Você é um boss amigos. Você precisa de amigo, car. >> É. [ __ ] que pariu. Certeza que não levanta 100 kg no terra esse aí.

▶ 01:22:07 >> Nossa, >> mano. Eu gosto que a gente achou um Junes Manuel. Nossa, você percebeu isso, mano? É um Jones Manuel. Próximo. >> Maromba. E aí? E aí o Renan falando as pessoas na internet e ele na internet, né? Ah, o Renan na internet. >> É impressionante. É a hipotenusa. Vel trollando WhatsApp, né? >> Atenção patriotas. >> Esse vídeo do pastor Sandro aqui, ó. >> Pastor Sandro. >> Cléverson máxima mandou R$ 10. Gostei dessa turma. Veremos vocês outras vezes.

▶ 01:22:37 Acho que todo mundo aqui estará no congresso, no festival dia 28 de novembro. >> Então você verá a gente lá. Digo mandou R$ 50. A Revolução Industrial e suas consequências foram um desastre para a raça humana. Aumentaram consideravelmente a expectativa de vida daqueles que vivem em países avançados, entre aspas, mas desestabilizaram a sociedade. Tornaram a vida insatisfatória. >> Digo, você escravizaitos. Calma, discordo. Concordo. Concordo. >> Eu acho que ele já foi além.

▶ 01:23:07 >> Pronto. Próximo. Próximo. Próximo. Próximo. >> Paulo Perim mandou um pimbaço de R$ 100. Mulher jovem sem filhos tem a empatia e em excesso instrumentalizada por psicopatas. Junte estabilidade emocional mais que verbal baixo igual esquerda progressista. O feminismo de terceira onda apenas foi a instrumentalização do feminismo por psicopatas. >> Do feminino concordat. >> E aí >> ela responderá na live dela. >> É, deixa. >> Ela responderá na live dela. Tema para uma hora. Então você acha que isso aí?

▶ 01:23:39 É, exatamente. Dá um tempinho para responder. >> Próximo. Alex Alves mandou R$ 10. Que horas começa o show da banda Limão Rosa? >> Aí é com o nosso >> próximo que horas começa sexta-feira. 9 horas, mas as portas abrem 19 para as pessoas socializarem, beberem, porque não é só o show da Limão, é, é um evento. Eu vou ser o DJ, eu vou colocar as músicas lá. É um evento. Vá no show da Limão Rosa, >> bebe um pouquinho. Sei ser totalmente contra o álcool. É, tem finalmente. Finalment

▶ 01:24:09 >> calma. Não é para virar um alcólatra, >> mas uma cervejinha não bebeleta. Uma bebeleta cervejinha vaiando ali, dá uma picadinha normal, saudável. >> Melhor cerveja que votri. Eu falo isso assim, meu lema. >> Nossa, bom take. Bom take. A, [Música] >> próximo. >> Inclusive, >> Jorge Soros mandou R$ 280 e não falou nada. >> Nossa, >> caraca. Jorquente minha live. >> Nossa, palmas ele, >> palmas pro Jorge. Vai lá no meu Twitter,

▶ 01:24:39 eu tô precisando de dinheiro. Jorge Soros, volta pra minha live, por favor. >> PR. Que que ele falou? >> Nada. Palma de novo. Precisamos falar nada, só bate palma, gente. É isso aí. Acontece direto no meu canal. Quem envia mais dinheiro nunca fala nada. Quem envia R$ 5 me faz uma pergunta desse tamanho assim, ó. Enorme. Por isso que meu donate mínimo é 10, >> cara. É incrível assim. Pobre é [ __ ] >> Próximo. Próximo. Charlie Borges mandou R$ 10. A gente que é millennial fica procurando soluções, mas eu vejo cada vez mais estímulos para os incéus não

▶ 01:25:09 buscarem solução. Até influencers dizendo que está tudo bem por ser incel e que sexo não é importante. Discordo. Ou esses influencers não ouço esses caras. >> Eu fico direto falando no meu Twitter, gente. Sim, sexo é muito bom, bebê muito bom, vá em festa, conheça pessoas, viva, cometa erros, se arrependa, aprenda com eles e depois tem uma vida muito boa, funcional e produtiva. É isso aí. E outra é uma decisão da pessoa querer consumir esse conteúdo, né? É responsabilidade do outro. Então continua aquele problema. Os homens têm responsabilidade também, aquele papo que a gente tava tendo antes.

▶ 01:25:39 >> Boa. Próximo. João Víor mandou R$ 10. Sou ruim de rede social, mas não tenho dificuldade com mulher. Não tenho shape, mas luto thaai no amador e sou engraçadinho. Únicas coisas talvez atraentes em mim. O resto, tentativa e erro. 25 anos. >> Cara, vou par tentativa e erra a vida inteira. >> É verdade. A vida é assim. A vida é assim. Perfeito. >> Próximo. Sir Richard mandou R$ 20. Olá, MBL. Bom demais ver o par do Renan e a Glenda. Lembro-te dos grupos de face reunidos. Acham que podem ter um futuro pós smartphones e redes sociais? Se sim,

▶ 01:26:10 como isso afetaria os Zoomers, alfinhas e gem betas? >> Como você acha? >> O mundo pós redes sociais. Acho que vai. >> Não tem um negócio que a gloricada mais nova fechou o perfil em Instagram? Ah, low profile. Low profile. Mas tero agora umas festas de em cafeteria sem ou de manhã. >> Isso tem que acabar. Isso tem que acabar. Tem que acabar. Eu acho isso meio. Isso é coisa de faria limer. Isso é coisa de faria limível >> meu. >> É coisa de quem frequenta r top. Beleza. >> É coisa que frequenta.

▶ 01:26:40 Ah, não, gente, >> pelo amor de Deus. Sem álcool. >> Próximo. >> Certo. Ô, ô, Gui, atualiza aí. Não tem uma cerveja. Não tem como dar certo, >> pessoal. Não lerei mais pimbas, não mandei mais nada. Só quando vai pra igreja. Aí >> Serafim mandou R$ 10. Na guerra da geração Z, quem ganha? Não é ele, é outro Serafim. >> Na guerra da geração Z, quem ganha? O Cheegeta ou o mangina? Que que é mangina? >> Geração, o mangina. >> O chegueta. Que que é isso? >> Eu quero para a definição do do chegueta dele aqui. O cara que fica chegando,

▶ 01:27:12 >> chega ao vivo, >> ele consegue ganha. >> O atacante sempre ganha. Ele aumentou o grau de disposição dele. E >> o cara tem confiança. É, o cara tem confiança e a gente que é mulher, a gente sente quando o cara tá confiante. Isso também conta pontos. >> Ah, inclusive eu lembro de uma vez, desculpa, que eu saí com um cara e ele tropeçou na minha frente, mano. Ele caiu de quatro na minha frentea. >> E aí ele se levantou e eu achei incrível. Nossa, ele nem ligou. Aí eu fiquei interessada nele porque ele não ligou, porque ele caiu de carro de quatro. Ele >> não ligou. >> Ok, ok, ok. Perf. Próximo.

▶ 01:27:43 >> Bay Harbor Butcher mandou R$ 10. Hoje com Instagram as pessoas têm acesso à gente do mundo todo e o padrão de seleção aumenta muito. Antigamente a seleção se detinha ao pequeno círculo social que havia no bairro ou cidade no máximo. Caramba. >> Sim, isso é verdade. >> Mas você tem acesso a informação hoje em dia que antigamente você não tinha, entendeu? Inverte para você. >> Foi ruim pr as mulheres nesse sentido. >> Que que foi ruim pros dois? >> É >> pros dois. >> Próximo. >> Maela do mandou R$ 10, não disse nada. Valeu. >> Cláudio Andrade mandou R$ 14. Renan, eu

▶ 01:28:13 trabalho no Goiás Esport Clube. Espero encontrar vocês aqui dia 25. Tenho algumas camisas oficiais para presentear. Pô, eu, pô, [ __ ] Ele já vai falar. Eu quero. >> Eu ia falar mesmo. Sou cancudo. Rolar, eu quero. Eu quero. Se rolar um serra dourada aí, velho. >> Mas você viu começar a geração, fic até com medo de pedir. Ele ia falar eu quero. Ele acho, eu acho, acho. Enfim, mas se rolar um, se rolar um serra dourada ia ser do [ __ ] >> Maela 2 mandou mais R$ 10. Existe uma solução para os betas. As doidas

▶ 01:28:43 malucas, borderlines, borderlindas e quisofofas. Amo todas elas. >> A gente é que também é muita nomenclatura hoje em dia, né gente? É tudo de gente é muita nomenclatura hoje dia. >> Basicamente as doidinhas aí. >> O usuário de Discord mandou essa mensagem. >> É próximo. >> Luiz mandou R$ 10 planos do Missão com o Bitcoin ou criação de CBDC com blockchain. >> Ok. >> Não, mas só um detalhe, tem curso sobre criptomoeda na Valet Plus também. vai lançar agora um curso de investimento, gente. >> Então assim, assine o Valallet Plus, vai

▶ 01:29:14 levar essa revista aqui para casa. Vocês estão afiados na propaganda hoje, né? Meu Deus. Ela tava aqui só na só esperando para ela falar só para pegar o dinheirinho do povo. Boa. Tem que ser. >> Próximo. Acabou. >> Acabou, gente. >> Ó, com a sólida planilha. Uma sólida planilha essa live. Uma sólida planilha. Hora de beber. >> Obrigado, Lara. Obrigado. >> Sempre deixaram os velhos atrás. Essa geração >> foi grande aula. É isso, pessoal. Boa sexta-feira a todos.