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IRL | RENAN SANTOS EM CAMPINAS
Renan Santos · 04/03/2026 · 72 min · Renan Santos
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▶ 00:01:02 março de 2026. Estamos chegando próximo ao período eleitoral e claro você terá a cobertura completa no grupo Bandeirantes de Comunicação, tradicionalíssima na cobertura das eleições no período democrático, sempre sendo o primeiro debate das eleições e não será diferente nesse ano de 2026. E as eleições desse ano, em que nós vamos votar para deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente
▶ 00:01:32 da República, terá uma nova sigla na UNA, o partido missão criado a partir do movimento Brasil Livre, o MBL, que fará estreia depois de conseguir o número mínimo de assinaturas válidas exigidas pela justiça eleitoral do Brasil. O partido Missão que tem como um dos fundadores e hoje presidente, Renan Santos, líder também do MBL e já colocado como um nome para pré-candidatura à presidência da
▶ 00:02:03 República. Renan Santos é o nosso convidado presente aqui nos estúdios da Rádio Bandeirantes Campinas. Renan, obrigado pela sua atenção com o nosso ouvinte. É um prazer recebê-lo aqui no grupo Bandeirantetes. >> Um grande prazer tá aqui, uma honra. Ah, já estive rodando a região anteriormente e aqui inclusive na Band já vem como militante, agora vem como pré-candidato, tá de terno, tal, já uma vida completamente nova, mas é sempre um prazer e uma honra. >> O partido Missão se torna o 30º partido
▶ 00:02:33 no Brasil. O que é que vocês têm de diferente para oferecer em relação aos outros 29 que o eleitor já conhece? de maneira muito clara, eh, a começar pelo fato da gente ser um partido, os outros não. Na verdade, eh, a definição de partido é você defender um conjunto de ideias perante uma sociedade e você o fazer de maneira clara. Os partidos brasileiros não são partidos porque eles não defendem ideias. Se você fizer uma gincana agora, que ninguém tá nos assistindo, fala a diferença do MDB pro PSD, pro Republicanos, pro PSDB, pro Podemos, ninguém vai achar, simplesmente
▶ 00:03:03 porque eles são partidos iguais, eles são legendas. Então, de fato, o Brasil tem umas 27 legendas. que são basicamente documentos em cartório que garantem que você pode ou não pode participar de uma eleição. O PT é um partido, é um partido que eu discordo e que eu combato, é um inimigo, claro, mas ele é partido, ele defende as ideias dele mesmo quando ele perde voto com isso. O PSOL de extrema esquerda também é um partido e a missão é um partido, um partido à direita. Então isso já nos diferencia porque nós somos o único partido que foi criado para ser um partido. Hoje os partidos são criados
▶ 00:03:33 para ser legenda e para fazer negócios. Tanto que é isso. Você vê um partido que tá no governo do Tarciso e do Lula ao mesmo tempo. Faz sentido? Não faz. Então, por isso que nós temos que ter partidos de verdade. A direita hoje ela acaba sendo representada pelo PL, pela onda bolsonarista que tomou conta do Brasil nos últimos anos. Como é que vocês se posicionam em relação à direita que busca o poder novamente através da legenda do PL? >> Eh, o PL é uma banca de negócios do Remar da Costa Neto. Quem está nos assistindo tem que falar: "Poxa, eu sou
▶ 00:04:03 de direita porque eu sou contra a corrupção". Saiba que um dia você saiu às ruas contra a corrupção para pedir a prisão do Valdeiro Comar da Costa Neto, o presidente do PL. O Valdemar da Costa Neto foi preso durante um salão, ele foi preso durante o petrolão. Valdemar da Costa Neto fez parte de dos governos Lula e de uma em vários estados do Brasil o PL até hoje faz parte do governo do PP. Então achar que o PL é o PL não é nada. O PL é uma legenda de um cara que é criminoso e que ganha dinheiro com política. Agora está ganhando dinheiro usando os bolsonaristas. Antigamente ele ganhava dinheiro, por exemplo, estando no
▶ 00:04:33 governo da Dilma e gan e atuando de maneira criminosa na área de transportes. O Valdemar da Costa era famoso por isso. Então há o PL, o PL é só um depósito em que bolsonaristas concorrem, dão dinheiro pro Valdemar através do fundo do partidário eleitoral, fazem aquele barulho deles e perdem pro PT. É basicamente isso. >> Nati Luquesei, Renan Santos, presidente do partido Missão, pré-candidato à presidência da República, nosso convidado hoje no Manhã Bandeirantes. >> Muito bom dia. No início da conversa, o senhor até brincou, né, dessa transição
▶ 00:05:03 entre o militante e agora um pré-candidato à presidência do Brasil. Quais são os desafios em trazer pra população essa imagem agora de pré-candidato? Como foi essa transição e o que você trabalhou dessa imagem até então? Olha, bom, olha, essa é uma pergunta muito pessoal, porque para mim é difícil ter que andar de termo. Eu sou uma pessoa que trabalha num escritório que mais parece um startup de tecnologia, uma empresa jovem, muita gente trabalha de criando conteúdo, atuando com as pessoas e eu sempre fui uma pessoa criativa, eu sempre gostei de
▶ 00:05:34 criar coisas e eu nunca gostei da rigidez de estar arrumado e tal, mas hoje as pessoas querem, eu não posso, se eu se eu não mudar, eu vou desrespeitar uma posição que é muito importante pr as pessoas que quer ser um presidente da República. Então eu preciso mudar como pessoa também. E eu e eu me alterei. Agora nesse sentido, ser responsável e apresentar projetos responsáveis pro Brasil, a gente já fazia, a gente já fazia com uma cara jovem. Então por exemplo, o deputado federal aqui em Cataguiri, que é do nosso movimento, ele aprovou ontem no Senado um projeto que aumenta apenas para furto, roubo e
▶ 00:06:04 receptação. Ele é o deputado federal mais produtivo do Brasil, de longe mais produtivo aqui de São Paulo. O nosso movimento, ele foi responsável pelo impeachment de Russef. Sim, a nosso movimento já formou lideranças que passaram reformas ligadas à área da previdência, mudança em legislação penal no Brasil como um todo, mudanças em leis fiscais, ou seja, a gente sempre atua de maneira responsável de um com uma linguagem, com estilo jovem. Agora isso tem que se alterar. Agora é um novo momento. Eu, por exemplo, tenho mais de 40 anos também, não tenho ficando, né, com cabelo desgrenhado meu loucão, como
▶ 00:06:36 eu era quando eu era mais jovem. Então, é um processo, é um processo natural. O que eu não posso perder, porém, é o espírito de indignação jovem, do tipo, eu ver algo errado e eu ficar passivo com isso. Hoje, na política todo mundo é absolutamente cinco e ensinam para você no Brasil que para você amadurecer você precisa ficar cinco. Então você vê algo de errado, ah, é par do jogo, vou me adaptar, eu não vou perder isso. Eu vou ser o mesmo cara que quando foi fazer política contra o PT na faculdade com 20 anos, ficava pistola, ficava bravo. Eu sou esse mesmo cara, só que agora não
▶ 00:07:06 vou falar palavrões. Essa acho que é a diferença. A pesquisa ontem divulgada pelo Instituto Real Time Big Data mostra o cenário de hoje, do mês de março, início do mês de março, da preferência do eleitorado para as eleições 2026. O atual presidente Lula registra 39% de intenções de votos. O senador Flávio Bolsonaro do PL 32%. Na sequência vem em um dos cenários Ratinho Júnior do PSD com 9%, Romeu Zema do Partido Novo com
▶ 00:07:36 2%, Aldo Rebelo e Renan Santos do Missão com 2%. Como fazer esse número crescer com um partido novo, sem tempo de televisão e com os desafios diante de adversários que de um lado o atual presidente com a máquina na mão, do outro um senador que tem o sobrenome Bolsonaro para estampar na UMA. Olha, primeiro assim, eu não concordo com a metodologia do realtime data, né? Então ela não consegue captar os nossos elitores. Eh, eu já até enviei pro Instituto Minhas Críticas. Eu gosto
▶ 00:08:06 muito mais do Instituto Atlas, que tem um tipo de sondagem que foi a mais precisa, não só nas eleições americanas, eleições argentinas, eleições chilenas e nas eleições brasileiras de 22. Nessa pesquisa, eu já figuro com 3.5, quase 4% parte dos cenários. Eh, mas em ambos os casos, eu tô falando de um cara, eu no caso que veio do mais absoluto nada, que tá fazendo pré-campanha como candidato, pré-campanha como pré-candidato a presidente há três meses, eh, que sou um, vamos dizer, um dos menos conhecidos do meu próprio movimento e mesmo assim eu já empatei na realt para usar a
▶ 00:08:37 pesquisa que eu deferência com o governador de Minas, né? Então, eh, isso significa um potencial grande, dado que eu sou de longe o mais desconhecido. Dentre todos esses nomes, tirando Flávio Lula, e eu sou aquele que pode acelerar mais e crescer mais, porque meus conhecimento é muito grande. Tanto que, né, aí eu puxando para pesquisar Atlas, quando eu rodei no Nordeste, eh, eu saí de 4.1% na região nordeste que eu tinha para 5.5% no Nordeste. Ou seja, onde eu vou, eu consigo convencer as pessoas trazendo argumentos muito diferentes que
▶ 00:09:08 elas estão acostumadas a ouvir. Nossa argumentação vai por mais que estejamos à direita, a gente não fica falando aquelas mesmas besteiras da direita. A direita perde muito tempo com besteira e nós somos coisas que são concretas, que impactam a vida das pessoas. Segurança, educação, saúde, grana, emprego, injustiças, corrupção. Então, o fato da gente encarar assim, a gente mostra uma forma diferente de abordar os problemas que importam e permite que a gente cresça. >> No Brasil polarizado, dá tempo de trabalhar uma terceira via até outubro? Olha, se eu tivesse milhões na conta,
▶ 00:09:38 com certeza eu daria tempo. Com certeza eu diria para você, já estou no segundo tempo. Porque onde eu vou, eu convenço eleitores do Flávio Bolsonaro e do Nordeste convencer leitores do Lula. Só que eu não tenho jatinho. Tava agora aquele Nicolas Ferreira viajando de jatinho lá pro Brasil. Ah, é do Volcaro, não é? No fundo é até de jatinho. Eu vou rodar de carro. Na verdade, eu estou rodando. Eu rodei de Natal, capital do Rio Grande do Norte, até Fortaleza, capital do Ceará. de carro, rodeio, quase 1000 km passando pela cidade do interior. É um tipo de campanha extenuante de quem não tem, quem não tem
▶ 00:10:09 dispõe de dinheiro, justamente porque o partido nosso ele é muito novo, nós não temos grandes empresários por trás, mas onde nós vamos nós convencemos. Eu voltei agora de juiz de for para fazer uma ação de semó, vou ter de ônibus. Então vai ser assim, se isso vai dar tempo até o fim, eh, aí vai dar continu muito mais do que meus adversários diretos. O que eu sei é, se eu chegar a 10% até o final de julho, eu ganho essa eleição, porque com 10% eu abro a campanha. Aí quando eu for na Band, eu debate que é o primeiro tocando t, que é
▶ 00:10:40 a música da democracia, não tô com dúvida. Quando eu for lá naquele debate eu já vou subir de 10 para 15, eu vou acabar com o mesmo debate e aí eu ultrapasso para Bolsonaro e eu pego no segundo turno. Então eu tenho uma corrida quanto tempo? Eu realmente tenho até julho para sair de 2, 3 ou 4% variando com as pesquisas até 10. Se eu chegar 10 as 10% lição, aí é bom o Flávio Bolsonaro já se segurar. É bom o Lula prepara o marqueteiro que eu vou pegar esse cara no segundo turno. >> Nós estamos conversando com o Renan Santos, presidente do partido Missão, pré-candidato à presidência da República. Pergunta de Nati Luquess.
▶ 00:11:11 >> Senhora, tem uma rede social muito forte, uma presença na rede social muito forte, então você acaba flertando muito com a geração Z, que aparece inclusive nas pesquisas, o senhor aparece muito bem colocado com a geração Z. Mas como transformar isso para conseguir chegar até as populações da melhor idade? Como conseguir através das redes sociais, que hoje não não é necessário um investimento tão grande, chegar também à população que não seja só a população Z? >> Primeira coisa é eh vindo em espaços de imprensa, como eu vim aqui hoje,
▶ 00:11:41 apresentar nossas ideias sem tratar vocês como inimigos, né? Boa parte da direita trata a imprensa como se fosse: "Ah, a imprensa é inimiga." Na verdade eu vou na imprensa e exponho. Então, tô rodando rádios ao redor do Brasil. Tem dias que eu faço cinco rádios, eh, e aí eu vou conversando e eu vou aos poucos conversando as pessoas mais velhas. A última pesquisa atas mostrou que no Nordeste o número de pessoas mais velhas que me apoiavam aumentou. Por quê? Porque eu rodei e fiz rádios basicamente dois estados inteiros, né? Eu fiz as maiores cidades do interior, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Eh, através de míia tradicional. A geração Z
▶ 00:12:12 realmente me apoia. Entre homens da geração Z. Eu estou em primeiro na pesquisa de acordo com atlas, eu tô com 34%. Aí quando é só quando é homens e mulheres, aí eu caio para 22, mas já é um número muito alto. Fotou em segundo empatado com o Flá Bolsonaro. Nesse sentido também há um uma energia que os mais novos têm de convencer seus amigos, familiares e de ir subindo a escala etária passo a passo. E como eles têm muita energia, eu acho que isso vai acontecer. O Mil na Argentina começou com esse mesmo público, o Trump começou com esse público, o para falar um cara à
▶ 00:12:43 esquerda, o Mandame em Nova York começou com esse público e o Bolsonaro começou com esse público. Então é um ótimo público para começar. E aí vamos trabalhar com ele, né? Vamos trabalhar com quem nós temos primeiro. >> Renan, a direita bolsonarista, ela é ligada de maneira umbilical às igrejas evangélicas no Brasil. E claro que isso representa uma votação massiva, importante, significativa. Como é que você pretende ter esse diálogo com o público evangélico, com o eleitor que hoje está apoiando o
▶ 00:13:13 Bolsonaro, apoiando o Silas Malafaia e que não vai votar no Lula em hipótese alguma. Você consegue de alguma forma trazer esse eleitor sem ter essa relação umbilical que o bolsonarismo tem com o eleitor evangélico? Eu acho que sim. Eu acompanhei as eleições de 2018 de perto e o Bolsonaro ele cresceu no universo evangélico sem precisar ter conexões com o universo evangélico, com com os cabeças. Houve um momento que o Flávio Rocha, que ele era o empresário da Rachouro, que eu era próximo dele,
▶ 00:13:43 tinha, vamos dizer, planos de construir junto com as principais lideranças evangélicas, mas elas não conseguiam nem controlar o próprio eleitor, porque o eleitor foi atrás de uma outra opção que era o Bolsonaro à época. É, hoje quando você pega nas pesquisas e vê a parte de religião, eh, realmente os evangélicos gostam bastante de mim também. sem eu precisar ficar fingindo coisas. Eh, tem uma Bolsonaro é evangélico, não. Bolsonaro é católico, não. E você fala que ele é cristão, ele joga lá que ele é cristão de maneira genérica. Eh, eu sou católico, mas eu cuido de uma agenda que
▶ 00:14:13 é de interesse dos evangélicos no Brasil em muitos termos e eles vão concordar comigo em muitos termos. O que eu não vou fazer e que para mim gera respeito, é eu não vou fazer o que a esquerda fez no com o Lula naquele carnaval ridículo de fazer piada com pessoas conservadoras. com aquela lata de conserva lá, negócio de mau gosto. Ao mesmo tempo eu não vou ser condescendente com pastor pilambre. E aí eu vou dar um exemplo. Tem pastor que tá envolvido no escândalo do banco master. Ou tem uma das igrejas que é inclusive que Nicolas frequenta aquela igreja na
▶ 00:14:43 Lagoinha, nada contra os fiéis, mas o chefe da Lagoinha que é o André Valadão, está ligado com aos dois homens que foram presos, o Vorcai e o Zé. Eu vou falar e eu vou alertar o pessoal da comunidade deles. Olha, suas lideranças estão erradas. Eu acho que as pessoas conscientes que não querem ser tratados como bicho, essas pessoas vão falar: "Não, esse cara me trata como alguém que merece ser respeitado, ele tá me alertando, então eu vou fazer isso. Eu não vou tratar uma pessoa que é evangélica como um imbecil. E por tanto a esquerda trata ele como imbecil porque o demoniza, quanto à direita eu trato imbecil porque trata como massa de manobra. Eu não vou fazer isso.
▶ 00:15:15 >> Um dos seus projetos é a destabilização e a gente sabe que dentro da favela é onde nasce a nossa identidade cultural. Como você pretende fazer isso sem que a identidade cultural do nosso povo seja acabar? >> Olha, eu discordo perempitoriamente de que a nossa identidade cultural nasce da favela e que se nasce algo em termos culturais da favela, esse algo ele precisa ser profundamente alterado. Por mais que a gente romantize, tipo Cartola, eu adoro Cartola, o Cartola veio da favela no Rio de Janeiro, um grande poeta. Pois bem, o a existência do Cartola justifica a existência de um
▶ 00:15:45 arranjo eh urbanístico em que milhões de pessoas vivem sem esgoto, controlados pelo clorizado. Não. Mas eu tenho certeza que se houvesse um bairro bom, Cartola existiriaria fazer arte de qualidade. Hoje a arte, vamos dizer, arte de massa que surge da favela não é o cartola. A arte de massa é o memo do rodo, é oan. é gente que produz música, que teste loas ao crime organizado e que defende na prática, vamos dizer, uma objetificação da mulher tão humilhante, a mulher como um pedaço de carne, a mulher como um ser submetido ao crime, que é um desrespeito à mulher, ao pai e
▶ 00:16:16 à mãe que tá ali. Então, eh, a cultura da favela, eu defino não apenas que a favela começa arranjo urbanístico, mas a cultura da favela precisa ser profundamente alterada. Hoje, né, se eu fosse ser um esquerdista, o esquerdista diz que é o seguinte: a cultura serve para justificar as relações materiais. Eu vou me comportar agora como um esquerdista. Eu não sei dizer, a cultura que sai da favela, ela serve para justificar o sistema de relações em que o crime manda nas pessoas. Um cantor como posto do Rodo, que diz que você todos os homens vão sair com todas as mulheres aí, com as meninas daquele bairro, menores de idade inclusive,
▶ 00:16:46 porque eles têm armas, que é o que eles cantam naqueles baires, justificam a ascendência, a liderança que os criminosos têm naquela comunidade e o terror que eles geram. Portanto, nós temos um programa, claro, para desfavilizar o Brasil. São R$ 900 bilhões deais pra gente acabar com esse modelo arquitetônico e urbanístico fracassado e que gera pobreza e que reflete pobreza que a favela. Só que nós temos que tornar também a favela um lugar que cria uma cultura de confiança, uma cultura em que as pessoas cuidem do seu bairro, que as pessoas se sintam protegidas e partes parte do estado brasileiro. Eh, hoje, por exemplo, essa
▶ 00:17:16 cultura da favela, ela gera, por exemplo, a gravidez na adolescência desproporcionalmente mais alta lá. Então essa cultura tá sendo boa paraas mulheres que moram na favela, essa cultura tá sendo boa pro menino que quer estudar e que mora na favela? Não. Então eu eu o nosso ataque à favela como instituição é ataque a um modelo também cultural. Por isso que eu eu discordo de você nesse elemento. Há coisas boas que surgiram dali, mas eu tenho certeza que essas pessoas talentosas que estavam ali poderiam criar isso em outro modelo, um bairro. Vou dar um exemplo. A gente, o
▶ 00:17:46 samba em São Paulo, ele não é, não surgiu da favela. É, se tinha tinha os corti o samb o Barosa, >> mas o V vai tem quase 100 anos vindo de um quilombo que é o quilombo Saracura. >> Mas o quilombo não é uma favela. O quilom quilombo favela é uma favela. >> A Bela Vista é uma favela. >> A Bela, a região da Bela Vista bairro pobre, mas não é uma favela. Favela é uma coisa diferente. Favela é favela. Eu tô falando a Doniran Barbosa, se eu pegar a origem do SAM em São Paulo, não era favela, era bairro pobre. É diferente de uma favela. O que eu quero
▶ 00:18:17 dizer? Você justificar a criação da cultura através de um arranjo social muito ruim não é bom. Não é bom nem para quem cria cultura e nem para quem mora naquele lugar. Isso vale pra música sertaneja, que também expõe a mulher da mesma forma, que também sexualiza adolescentes e fala sobre bebido alcoólica. Eu >> não acho que a música sertaneja ela faça isso na mesma intensidade do que o MC Pose do rolo. E eu também não acho que a música sertaneja seja utilizada para justificar o crime organizado. Crime organizado. Hoje você tem os MCs que
▶ 00:18:47 fazem isso. >> Mas o crime organizado tá na Faria Lima também, né, candidato? O crime organizado Tanafaria Lima através da Reag que é ligada ao PCC pra gente dar bem os nomes aos bois e eles têm que ser presos. Agora eu não sei se tem um cantor sertanejo que tá defendendo a Reado. Se me mostrar eu vou pedir a prisão de todos eles. Eu eu adoraria pedir. Eu eu Olha só eu gosto mais de samba do que boa parte do setan. Mas não vai resumir muito a cultura da favela a um MC apenas a um tipo de cultura, porque por exemplo, a mangueira do cartola continua fazendo cultura. >> A mangueira do cartola continua fazendo cultura. Dito isso, a Mangueira trabalha
▶ 00:19:18 para bicheiro também, que é ligado ao crime organizado. Até aí o carnaval do Rio de Janeiro é ligado a Biro. E eu também não vou justificar a existência das favelas por causa da existência da mangueira. O o problema que a gente vai sempre incorrer é como há um estado paralelo que se instala na nas favelas, todas as expressões culturais vão terminar no fim do dia ligados à expressão do crime, que é uma expressão de poder. E há no final do dia uma romantização. Houve agora uma ótima série da Globo lá, o V que é escrito. >> Uhum. As pessoas saíram romantizando, pô, o bicheiro é o nosso gangster
▶ 00:19:48 italiano, pô, o bicheiro é um bicheiro criminoso. No final do ano, no final do dia, tô falando de um bicheiro que contratou o Adriano da Nóbrega ou o miliciano para assaltar adversários dele, para matar adversários dele. Então, este tipo de modelo cultural não pode, vamos dizer, eh, ser utilizado como muleta paraa manutenção de um modelo político, que é o modelo do crime que se instala nas favelas, que faz mal para as pessoas. Então isso tem que ser desconstruído. E a gente por vezes e eh a gente é condescendente com uma coisa
▶ 00:20:19 por causa da outra do tipo, não, mas se eu perder a favela e a poesia da favela, cara, ninguém ali tá ligando pra poesia da favela se a favela continuar matando gente, as pessoas querem sair da favela. Tanto que aqui em São Paulo especialmente há uma parte dos artistas que ficam famosos, eles saem da favela e vão morar em Alfavil, que é um condomínio fechado. Então eu não acho que uma coisa justifica a outra de maneira alguma. como fazer então a cultura chegar até essas camadas mais pobres da sociedade? >> Eu acho que a gente tem que permitir que as pessoas, existe uma coisa que chama famosa pirâmide de Maslow, né, que é a pirâmide de prioridades que as pessoas
▶ 00:20:49 têm, que vai do começo da sua existência, sua alimentação, sua segurança, até chegar no fim seu bem-estar, a sua autoestima. uma pirâmide de prioridades. Ou seja, você não tem como pensar em bem-estar ou produzir cultura quando você tem medo de morrer. A maior parte das pessoas nos bairros mais fores brasileiros, eles têm mais medo do que pessoas de outras regiões, porque elas vivem num ambiente de insegurança. Uma pessoa que mora numa favela, ela não tem um título de propriedade. Em geral, quem tem a autoridade, quem tem o poder na favela, ela determina se a pessoa fica naquele lugar ou não. São inúmeros os casos das pessoas são obrigadas a sair de uma casa
▶ 00:21:19 porque o traficante mandou sair daquele lugar. meninas que são obrigadas, isso especialmente no Rio de Janeiro, isso é mais forte os lugares, a ter que sair do do bairro que ela mora, porque um traficante se engraçou por ela e ela não quer e ela tem medo de ficar naquele lugar. Para você alterar isso, então para você produzir cultura de verdade, porque você tem pessoas talentosíssimas aqui no universo, não só pessoas talentosas paraa cultura, tá falando pessoas talentosas para ser empreendedores. A Paraisópolis em São Paulo é um assim é um é um uma máquina produtora de novos negócios. A própria Rocinha tem novos negócios. Como fazer
▶ 00:21:49 isso? Aumentar lei e ordem. urbanismo decente, recuperação, recupação daqueles lugares, oferecimento de propriedade para aquelas pessoas, casas decentes, as pessoas poderem aí sim comendo direito, sem medo de ser assaltado, sem medo do traficante, trabalhar, produzir. Algumas vão se dedicar à cultura, outros empreendedorismo e essas pessoas vão aflorar. Então, é um papel do Estado em trazer essas pessoas, essas comunidades para o Brasil. O desafio e hoje a minha provocação é essas pessoas são brasileiras. O Brasil trata essas pessoas como titulares de direitos. Elas
▶ 00:22:20 não têm direitos a nada. Então elas não são sequer brasileiros nesse sentido. A gente precisa agora vai repatriar 23 milhões de brasileiros e aí eles vão trazer a cultura e de uma maneira melhor do que eles fazem hoje, com mais condições do que eles fazem hoje. >> Nós estamos conversando com o Renan Santos, presidente do partido Missão, pré-candidato a presidente da República nas eleições 2026. Tatuo um assunto que estará em pauta certamente nas eleições, é o projeto de lei que termina com a escala de trabalho 6 por1. Qual é a sua posição? Qual é a posição do partido Missão em relação a esse projeto? Nós, diferente do restante
▶ 00:22:50 da direita, somos contrários a qualquer legislação trabalhista que ingesse a capacidade das pessoas contratarem, informarem, vamos dizer, se suas relações entre privados, no sentido de que hoje essa legislação que eles estão tendo passar um projeto populista do governo Lula que vai gerar mais desemprego e vai gerar mais a redução da produtividade do Brasil, da capacidade de geração de riqueza do brasileiro. Hoje, num país que tá perdendo espaço na economia global, especialmente no setor industrial, isto é um suicídio. A a Federação dos Indústrias estava falando
▶ 00:23:20 numa redução num prejuízo de 180 bilhões por ano. O que estão falando não só da da do final da carga da escala 6 por1, a gente tá falando em redução das horas de trabalho num país em que as pessoas para sobreviver estão fazendo bico além do trabalho normal. Isso é apenas loucura. O que eu quero dizer para todo mundo é o político falar para você que você vai trabalhar menos e vai continuar ganhando igual, ele tá mentindo para você. E é mentira. O Brasil tinha que focar, na verdade, em flexibilizar as relações de trabalho e tornar o Brasil mais produtivo, porque a pessoa ganha mais
▶ 00:23:50 por hora trabalhada. Outra coisa que o Brasil devia fazer é parar de gastar tanto custeio e fazer com que um dos gargalos de tempo que os políticos não gostam de falar se reduza. Que qual o gargalho de pente? O gargalho de transporte. A pessoa que mais sofre na na escala 6 por1 é a pessoa que mora numa periferia de uma grande cidade e tem que gastar 2, 3 horas num ônibus ou num metrô para ir chegar no seu emprego, que é geral no serviço, no comércio. E não é num grande contratante. Quem contrata pessoa em geral se cobre um é um pequeno comerciante que já paga taxas de juros altíssimas, que já tá quase quebrado, tá no gargalo. Esse comerciante, esse essa pessoa que se
▶ 00:24:21 desloca até o comerciante, ela gasta muito tempo através de um sistema viário falido, porque o país tem incapacidade de investir em infraestrutura. Quando a gente olha o dia dessa pessoa, em geral, ela sai de uma favela, ela vai sair de um bairro ruim. Essa pessoa, ela é ferida, ela sofre um dano na vida dela por todos os outros erros do Estado brasileiro. E dizer que é apenas essa escala que é o problema, é apenas apontar a ponta do iceberg para falar que o problema é isso. Isso é ilusão, isso é mentir pr as pessoas. Isso vai gerar desemprego, isso vai gerar informalidade, isso vai gerar problema e
▶ 00:24:51 vai gerar inclusive pressão inflacionária. O Brasil não tem nada a ganhar com essa mentira, que é uma mentira populista que vai passar em ano eleitoral. E vou falar para você até profetizar aqui para usar um termo engraçado que vai passar com o apoio da direita, porque a direita não tem coragem de vir pro debate público. A gente falou do PL agora h pouco, os deputados do PL não vão falar desse assunto. Os deputados do PL votaram a favor do Val Gá do Lula, que é uma política populista ano eleitoral do Lula. Eu vou falar: "Ah, mas você vai perder voto com isso? Eu prefiro perder voto sendo honesto do que ficar mentindo pr as pessoas". Eu não vou vir aqui na
▶ 00:25:21 rádio mentir para vocês. Então vou falar. Minha posição é contar sobre isso. O Kem Catagueir, que é nosso deputado, vai votar contra isso, vai mostrar que as pessoas estão sendo enganadas por isso e que tem outras maneiras das pessoas eh eh ganharem mais dinheiro e viverem melhor. E não é que eu defendo a escala 6 por1. Eu então eu só defendo, não quero que as pessoas trabalhem s dias por semana, é que as pessoas estão tendo que trabalhar sete dias por semana porque as pessoas estão vivendo mal, os produtos estão caros e e a hora delas, a hora de trabalho delas tá valendo pouco. Tem uma razão disso acontecer. tem uma razão do do 30 40% do que elas consomem no mês, do produto que
▶ 00:25:51 elas compram ser imposto. É aí que ela tem que trabalhar mais. Se 15% fosse imposto, ela não precisava trabalhar mais tanto. Então tem um problema muito claro e a gente só tá fingindo que o problema é a é a hora de trabalho do empresário malvado. Se mentira. >> No caso de educação, quais são os projetos que o senhor pensa em implementar? Se existe alguma lacuna, algo que você queira já desde o início do mandato tentar encabeçar? >> Duas coisas. a gente investe mais no ensino superior do que ensino básico e
▶ 00:26:21 não dá. É como você construir a casa pelo telhado e não pela fundação. Então a gente tem que focar muito em ensino básico e em uma coisa bem clara. A gente tem que pegar experiências de sucesso. O Mississippi estado dos Estados Unidos tinha uma das piores educações dos Estados Unidos. Muita gente usava argumentos racistas. Ah, não, não, a população lá. O que que o governo do Mississippi há acho que quatro qu se anos atrás começou a fazer? investiu no método fônico, o bom velho método fônico que você aprender eh de maneira clássica, como todo mundo faz, usaram o método fônico e
▶ 00:26:52 trabalharam de maneira muito rígida para que a escola formasse até os seus 10, 11 anos de idade um aluno, que o aluno soubesse ler, escrever e falar e recitar de maneira perfeita. Ao adotar esse método fônico e e fazer famoso de volta ao básico, voltar pra base, eles começaram a fazer alunos que tinham uma base muito sólida. E aí quando eles começaram a parar as provas comparativas entre os Estados americanos, o Mississippi saltou pros três melhores lugares dos Estados Unidos como um todo. O famoso fazer o básico, prima do Brasil, a gente não tá fazendo o básico. O novo ensino médico, inclusive a gente
▶ 00:27:22 chegou a apoiar como uma ideia boa, não deu certo. Os professores não estão conseguindo e atender uma demanda. Os professores estão, pô, vou ter uma matéria nova aqui, o aluno vai escolher. O aluno sai mal formado sem escrever e ler direito do ensino básico e vai pro ensino médio que não funciona. Então nós vamos voltar tudo pro básico. Vamos ler, escrever a autoridade do professor em sala de aula, muita autoridade do professor. Hoje o professor perdeu essa autoridade. Proibir celular em sala de aula, proibir redes sociais para menores de 14 anos. Isso tem um impacto educacional enorme. Tem um livro, recomendo para todos, geração ansiosa,
▶ 00:27:52 Jonathan Height, que mostra que isto aqui, especialmente nas meninas, gera muita ansiedade. Isso impacta no desempenho escolar das pessoas, tá? ter políticas de desempenho voltado paraa educação. Então, as escolas que estão tendo desempenhos melhores nos provões, SAEB é um deles, mas a gente tem que instituir mais provões todos os anos, recebem mais dinheiro e os diretores das escolas tm desempenho pior são substituídos. Não dá para manter um diretor de uma escola tocando uma escola que tem um desempenho ruim, você tem que trocar gestão. É assim numa empresa, tem que ser assim numa escola. Fomentar a participação dos pais junto à atividade escolar. E uma das coisas que é um
▶ 00:28:22 projeto que a gente protocolou inclusive na Lespito legal que é o seguinte: a família de um aluno que tira notas altas e aí nós vamos identificar para isso, a família recebe um auxílio. Eu não concordo com o pé de meia que você tem que dar um dinheiro só pro cara e cumprir presença. Cumprir presença é obrigação. Nós vamos ajudar os alunos que têm notas altas e vamos ajudar essa família a ver valor na educação. Porque um dos problemas grandes aqui no Brasil é você pega qualquer ranking nacional e ou municipal estadual de preocupação das pessoas com problemas, vem saúde primeiro, corrupção, segurança. Educação
▶ 00:28:53 vai lá para quinto, sexto lugar. Educação não está na pauta de prepações brasileiros. O problema se você não arrumar educação, a coisa não anda. Então a gente tem que criar sistemas de incentivo para que a família veja educação com prioridade. E aí a gente foca na base para que esse aluno possa se inserir mais para frente numa universidade sem precisar se go de cota. Se a gente dá oportunidade para esses alunos desde o começo crescerem e terem bom desempenho escolar, esse aluno irá performar bem no vestibular e vai vencer um aluno de classe média que estudou no escola. >> Renan, pra gente finalizar, qual o projeto para o deputado federal Kim
▶ 00:29:23 Catagui? Ele vem candidato a governador, a senador, mantém como candidato a deputado federal? É pergunta difícil, viu? Pergunta difícil. Gosto muito, assim, ele para mim é o melhor deputado federal do Brasil, que tem um trabalho que é monumental. Ele é um exemplo pros outros. do nosso time e nós vamos eleger uma bancada robusta agora na seleição ao redor do Brasil. E todo mundo fala, todo mundo ao redor do Brasil, quem fica com a gente mais uma de líder da bancada pra gente aprender com você. Eh, ao mesmo tempo quem aparece de pesquisa que vai de 6 a 12%, né? E é tentador quem
▶ 00:29:56 concorre ao governo porque o quem seria um governador monumental mesmo. Muita gente falando: "Não, essa seleção já é do Tarcío". A real, eu como dirigente partidário, eu acho que o K deputado federal com a nossa primeira bancada, seria sensacional. Você é sensacional. E ele teve sozinho por dois mandatos. Tava lá ontem sozinho, eh, cumprimentando ao Columbado o projeto dele, sabe? É, dói um pouco no coração, fala: "Pô, vou tirar ele agora que ele vai ter um time". Mas essa é uma decisão que cabe a ele. O Kim é um cara que o que ele falar
▶ 00:30:26 eu sigo e ele é um ele é mais novo do que eu, mas para mim ele é um professor. Então é uma decisão que cabe a ele. >> Nós conversamos com o Renan Santos, presidente do partido Missão, pré-candidato a presidente da República aqui no nosso Manhã Bandeirantes. Renan, muito obrigado pela sua atenção com o nosso ouvinte e espaço sempre aberto pra gente falar também sobre os projetos e certamente falaremos muito mais nesse ano de 2026, o ano das eleições federais. Muito obrigado, um prazer. >> Um rápido intervalo na volta. Amanhã Bandeirantes segue com os destaques aqui
▶ 00:30:56 na rádio Bandeirantes Campinas. Obrigado. Obrigada. Prazer uma gelada cor em cima de mim. Muito prazer, viu? Obrigada. >> Tudo bem? Ele vai ser ao vivo, >> foi ao vivo na rádio e vai uma parte jogo de internet. >> Hoje em dia não existe mais não existe
▶ 00:31:27 ficar, né? Ao vivo, não tá sempre para sempre gravado >> eu tô fazendo IRL, eu fico ao vivo o tempo todo, cara. >> Ao vivo. É isso. >> Estamos ao vivo aqui ainda [risadas] toda hora >> tipo um reality show, né? Ele >> tá dormindo. Tá ao vivo. >> Eu já fiz um domingo, ficava a câmera ligada, tudo escuro e tinha tipo assim 180 pessoas. Adotar [risadas] que delícia fazer um vídeo dormindo. >> É o fim da privacidade. É o Black Mirror mesmo. Obrigado. >> Prazeros. >> Obrigado pela atenção. >> Tchau. Tchau. Obrigada gente
▶ 00:31:58 >> de boa. Coitado. Tava toda mutuado. >> Valeu. Tchau. Tchau. Parabéns. Ob. >> Valeu. Foi bem legal. Boa. >> Até mais. >> Muito bem. >> Ô, legal. Foi muito legal, hein? Ótimas perguntas. Pessoal, like na live. Quer junto lá agora ou não? Ah, is diretor acho que não, né? Aí faz uma s. >> Então, cadê o senhor Mateus?
▶ 00:32:31 >> E aí? Beleza? >> E aí? Beleza, turma? Me sigam aí de novo. >> Beleza. >> Bom, pessoal, ele vai ter uma reuniãozinha ali. Agora a gente vai continuar a nossa live com alguém aqui. [risadas] >> Olá, olá, oláudo. >> Oi, oi, oi. R. Tudo bem? >> Tudo bem? >> Tudo bem. >> Bom dia todo mundo. Aqui a gente tá em Campinas e o presidor tá lá. Vai lá, vai lá. [risadas]
▶ 00:33:01 >> Acho que a gente vai junto agora. Ele vai descer, né? Pr desce. >> Parece que vai ter uma uma segunda entrevista aí. >> A entrevista ainda não. Não, ele vai tá com a o diretor da rádio comigo sem. >> Hã? >> Que que foi? >> Você vai tá com o diretor da rádio ali. >> Ah, tá. Vai, vai conversar. >> Vai. Vê ali se intervencional aí. S fora. >> Ó o bravo. >> Caraca, aí sim, hein. A gente tá tá ao vivo já. se apresente.
▶ 00:33:31 >> Caraca, meu nome é Mateus, sou portavz MBL Campinas. A gente tá acabando de sair da >> Não pode, né? >> É, então, então vamos, vamos, vamos embora. >> A gente tá saindo da Band agora. Aí você já vocês já mostraram a estrutura que que tem aqui? >> Legal que >> mas aqui é é gigantesco aqui. >> Maravilhoso. >> Aí tá pessoal do núcleo aqui. Aqui, ó. Sakai, o coordenador de Campinas. A gente tá saindo aí. O Renault tá lá na entrevista.
▶ 00:34:02 Mas é, agora a gente tá esperando. Vamos ter que mostrar uma figura famosa ali embaixo. >> Vamos, vamos, vamos. >> Uma figura muito famosa gravar aqui. >> Pede like na live aí. >> Dá like na live, quem tá assistindo, dá like na live.
▶ 00:34:32 Por aqui. Aqui, ó. >> Caraca. >> Nossa, esse daí é bom. Esse daí é bom. Caraca. >> Será que tá chegando hora do almoço. >> Será? >> Tá chegando h. >> Será que vai ter então? Será que vai ter um bom bom almoço hoje? >> Será que será que ele consegue fazer um bom almoço pra gente hoje? >> Eis a eis a questão. >> Tá bom de imitação. >> Nossa, pior que eu sou ruim. >> Será que tem? [risadas] Você é bom de imitação, Rusia? >> Cara, eu consigo fazer, consigo fazer o
▶ 00:35:02 Lula. >> Consegue? Você consegue fazer o Lula? Faz o Lula aí para nós. >> Não, mas na live eu tô com vergonha de fazer na live. >> Não, eu confio. Eu confio. >> Pera aí. Companheiros e companheiras do Brasil, >> eu vim aqui oferecer para vocês uma picanha. É isso. >> Não, ficou boa. Ficou boa a imitação. Ficou boa. Ficou boa. >> Mateus, você teve um vídeo viralizado para esses dias que você tá fazendo onde você tava. que você fez >> o da Unicamp. A gente foi lá na Unicamp para expor a situação que tava acontecendo lá. Aí tem uma biblioteca
▶ 00:35:32 que o pessoal da Unicamp foi lá e pichou ela inteira. Aí a gente foi apagar as pichações que teve nessa biblioteca. Só que assim, a gente foi e o pessoal começou a ir para cima da gente. A gente não falou com ninguém deles lá, né? Tipo, nem para provocar nem nada, mas o pessoal decidiu ir para cima. >> Aí >> deu aquele fuso >> que que tava fechado lá. Ah, tinha figuras de pronome neutro lá, de torzes, tinha tinha várias coisas lá, mais para dentro, mais para dentro do instituto tinha, nossa, tinha várias
▶ 00:36:02 coisas lá que que tava pichadas, só que a gente decidiu ficar na parte de fora lá mesmo, mas mesmo assim deu aquele fusu todo na parte de fora da universidade ainda. >> Caramba. >> Mas fazer aqui a acontece. Fora que aí depois o pessoal vai lá, fica achando, achando ruim que a gente vai fazer esse trabalho. Só que meu, a gente já ajuda bastante o Unicamp, né? Tem as próprias emendas do Kim que a gente destina lá, né? Mais de 15 milhão e meio para Unicamp, pro HC da Unicamp,
▶ 00:36:33 pro Emocentro, fora as doações de sangue que a gente faz com com núcleo lá, né? A gente reúne o pessoal para para ir lá doar sangue. E eu acho que é essa atitude de doar sangue também, inclusive, eu acho que é uma das atitudes mais honrosas que você pode fazer. Você deu sangue? >> Oi? >> Você dou sangue? Doe aí. Doei lá também. Doei. Mas é bom. >> Mas é >> é bom. >> Quer falar também? >> E aí, que que você tem para falar pra live? >> Cara, eu acho que tá sendo muito legal o
▶ 00:37:05 Renan vir aqui conhecer nossa cidade e fazer esse apoio aqui pro Mateus, nosso candidato aqui de Campinas. tá trabalhando >> pré-candidato. >> Ah, >> pré-candidato. Pré candidato. >> Você prandato quê? >> Deputado estadual por São Paulo. >> Au. >> A gente tá tá fazendo um trabalho, né? E na na Unicamp, inclusive, a gente bate bastante nessa pauta, porque a Unicamp ela é estadual, né? Então a gente pega bastante essa pauta em Campinas, né? Tipo, a gente conseguiu, nossa, viralizar a situação de de da
▶ 00:37:35 Unicampinas inteira praticamente, mas a gente vai focando aí. Ah, é, fora as invasões que teve em Campinas, né, teve teve bastante gente que viu também, né, que que que acontece? Eles invadiram o pessoal da Olga Benário e do MLB. Eles invadiram uma um prédio no centro de Campinas e eles invadiram uma casa no Parque Industrial, que é um bairro mais afastado. Aí essa casa tem piscina, tem eles ficam fazendo churrasco no final de semana e o prédio eles voltam lá durante a semana que é que é no centro. Então
▶ 00:38:06 eles vão trabalhar lá e eles ficam trabalhando durante a semana e final de semana eles vão fazer churrasco. Então é tipo, a gente sabe o >> ajudar as mulheres. >> Ah, é tipo eles usam a as mulheres, as famílias de baixa renda para ficar morando de graça e cobrando aluguel ainda por cima desse pessoal. Mas assim, é um pessoal que não quer, não quer saber de de pagar conta. >> Agora fala pro povo pra gente como é que tá o centro de Campinas, >> tá? Ah, o centro de Campinas. Fala, fala
▶ 00:38:36 aqui pra gente como é, como é que tá o centro de Campinas. >> Tá complicado, hein? Cheio de mendigo, muito roubo de celular. >> Tá feia a coisa, muito lixo. >> A gente vai sair à noite, por exemplo, tem um monte de gente que reclama. Por exemplo, as pessoas não conseguem sair na rua à noite porque tem um monte de morador de rua, né? E a gente, tipo, não tem segurança nenhuma em Campinas, né? É o pessoal de todas as cidades ao redor, né? Os prefeitos, eles pegam,
▶ 00:39:06 jogam os moradores de rua em Campinas e, tipo, não tem um um controle sobre isso aí. Agora tá para além do centro, tá começando a aumentar nos outros bairros também, mas é completo absurdo. Fora o lixo, a pichação. >> Ah, é fora o lixo, a pichação, né? Se a gente pega lá o centro, tem um monte de pichação lá do PCC, por exemplo, né? fazendo apologia o crime organizado. Aí inclusive a gente até pegou algumas para apagar também, mas é é complicado. É complicado. Qual
▶ 00:39:38 que é a sua declaração lá do dia da Unicamp? Você que tava filmando lá? >> Cara, foi muito legal ver. Não, eu não posso falar isso não. Talvez eu possa falar, mas na verdade tem uma uma outra declaração para fazer em relação à que você estava falando da >> da invasão, né? Sim. Sim. >> Quer dizer, da invasão, não, dos mendigos. >> Uhum. que aqui em Campinas dá para ter um outro esporte, tipo para as Olimpíadas, né, que é basicamente na 13 de maio, que é uma rua bem importante aqui, que é como se fosse uma, como é que é o nome daquela rua em São Paulo
▶ 00:40:08 que é tipo a 13, que a >> Nossa, esqueci, esqueci. É, >> hã, >> o que acontece lá, >> cara? É porque tem a catedral e aí, tipo assim, é uma rua que não é uma rua, basicamente o pessoal é tipo como se fosse um calçadão, o pessoal fica passando, ela tem, é cheio de mendigo. Daí >> é é quase isso. >> E aí de noite fica cheio de mendigo, tipo assim, enfiliradinho. Daí d para você fazer tipo um esporte de ficar pulando mendigo. É, >> é novo esporte aqui da cidade.
▶ 00:40:39 >> É, não é complicado. É complicado porque se a gente pega, nossa, no centro à noite, é, é, é que não dá pra gente colocar umas imagens para vocês verem aqui agora, mas se a gente pega a parte central não tem nenhuma loja que fica sem mendigo na frente, né? Vai um monte de um monte, um monte monte. A a única exceção é quando tá chovendo e que eles vão pro alberg, né? Mas é e é aquilo, eh, a gente não consegue internar compulsoramente o morador de rua porque
▶ 00:41:10 o médico ele não vai dar o laudo, né? Então é complicado. Interessante. Você falou: "Não, qual que é a parte de São Paulo que tem isso?" Aí o pessoal no chat falou umas 10 partes diferentes de São Paulo que tem isso assim também. Não é difícil. Exatamente. >> Mas é, a gente tá aqui esperando o Renan sair da entrevista. Projeto sábado conserva pessoal. Seu Mateus, fala o seguinte, ó, faltam
▶ 00:41:41 menos de 300 pessoas filiadas na missão vai ter 14 filiados. >> Ó, já tá quase, já tá quase já, hein? Então, quem quem não for filiado na missão ainda, por favor, se filipir, porque a gente já tá quase batendo 14.000 filiados. Então, >> missão.org. missão.org.br. Tá faltando pouco. Tá faltando pouco. Logo a gente já passou o P, na verdade, né? >> A passou o P, não passou. >> A P é o o último partido que foi formado no Brasil, que é um partido socialista.
▶ 00:42:12 E a gente já passou eles também em menos de três meses. Menos de três meses. Ah, o ó, posso fazer uma propaganda aqui? Eu tô quase batendo 100.000 seguidores. Então, eh, quem tá assistindo na live, se puder me seguir lá no Instagram, tá quase 100.000. Mateus.Campinas comth thh. É, >> é difícil focar aqui, mano. >> É difícil. Repete aí, Mateuscinas.
▶ 00:42:43 Faltam 400 seguidores para bater 100K. >> Show de bola. >> Falta pouco. Falta pouco. >> 100.000, hein. >> 100000ag. >> É, é. Prometi que eu ia pagar uma pizza pro pessoal quando bater 100k. Vou ter que pagar uma uma pizza. >> Posso vir também? >> Oi. >> Posso vir também? >> Pode, pode. Lógico. [risadas] >> A gente pode falar onde é o almoço aqui pr adaptância aparecer lá. >> Pode. Onde vai ser o almoço? >> É no Shopping Dom Pedro. Ixi, às 13 horas. Então é isso, ó pessoal, então o
▶ 00:43:13 seguinte, façam ele bater 400 seguidores hoje. Mais 400 seguidores >> que eu tô aqui em Campinas e paga pizza para mim. >> É isso. >> Campanha de inscrição. >> Campanha de inscrição pro Mateus.Campinas. Ele tem que bater 100.000 seguidores. Ele paga pizza para todo mundo. Pessoal tá aqui, ó. Fora esse pessoal aqui. Tem mais uma galera lá em cima. Pizza para todo mundo, hein. >> Vai dar. Vai dar prejum. Então tá combinado. >> Bom pessoal, isso. Estamos com 13.700 e alguma coisa filiados na missão. Falta
▶ 00:43:44 menos de 300. Filemissão.org.br. Vamos bater 14.000 filhadas logo em breve. Quer falar? >> Vamos fazer a P passar vergonha. Vamos se afiliar à missão, hein? Conto com vocês. >> É isso. Você pode fazer uma afiliação paga para nos ajudar. Tem vários planos para você escolher. Ou você pode filiar gratuitamente e fazer um pix valor para pix@tartidobissão.com e apenas pessoas físicas. Beleza. >> A gente tem uma pré-candidata aqui pela cidade de Paulíia também que tá com a
▶ 00:44:14 gente. >> Paulí, por favor, virar aqui a câmera. >> Tudo bem, galera? Sou pré-candidata a deputado estadual pela cidade de Paulíia. Vou pré-candidata, eu sou Ingrid Cardoso. Me siga nas redes. Vou est aí postando bastante conteúdo para vocês, tanto da cidade de Paulíia quanto cidades mais votadas do interior, que é da onde eu venho. Eh, minhas pautas principais serão basicamente e questões de eh parte de infraestrutura, né? Mobilidade urbana. Sou arquiteto urbanista. Então,
▶ 00:44:44 eu acho que eh hoje a gente tem muito problema nas cidades e a gente tem que resolver. Não dá para deixar conectar. Valeu. Obrigada. Qual o seu Instagram? >> Ah, me sigam nas redes sociais. Todas as meus minhas redes são @ingridcardosp. >> Calma aí. >> Fica, fica fica meio longe que senão não direito. >> Me sigam lá, vou postar bastante conteúdo para vocês. >> Oi, foi. >> Qualquer coisa me mande um direct que eu respondo todo mundo. Valeu.
▶ 00:45:14 >> Ah, não. Vou ter que passar aqui pro pro Zé, nosso coordenador aqui do núcleo também. Ele cortou o cabelo, então tipo, ele ele entrou pro clube dos carecas. Que você tem a falar >> sobre o quê? Exatamente? >> Sobre a situação da Unicamp lá, por exemplo. >> A situação da Unicamp é assim, é o o básico, né? O pessoal lá tem uma visão extremamente ideologizada à esquerda. Da última vez a gente foi lá para fazer a reforma das paredes lá e o pessoal veio para cima, arrebentou tudo, roubou rolo,
▶ 00:45:44 quebraram uma câmera do pessoal da equipe do Piauí lá e assim é deplorável. Inclusive, para você que é de Campinas, eh, logo mais a gente vai ter novidade, porque a gente vai fazer um evento lá na Unicampo, então não posso passar datas, as informações ainda, mas a gente vai fazer um evento lá. Inclusive o o Sakai estudou ciência da computação no Unicamp também lá. >> É a coisa feia lá, mas quem é de direita no Unicamp é complicado. >> Já tá preparado para panfletar no bandejão evento do MBL?
▶ 00:46:14 >> Vamos lá, a gente vai disfarçado. [risadas] >> Vai disfarçado de comunista. É, é vem, a gente vai colocar para passar nas salas de aulas lá no fich para para panfletar. Então, né, em relação ao fish, eh, no nosso último vídeo, eh, saíram várias notícias falando que a gente que foi lá agredir os alunos e, gente, como é que você tá pintando aí do lado do nada passa uns alunos e você quer bater eles não faz tipo menor sentido. O, a verdade
▶ 00:46:45 é que eles estavam pintando e eles vieram para cima e a mídia inteira tá distorcendo isso assim, não faz nem sentido. Tentaram roubar o material também. É, eles tentaram roubar, se vê no vídeo, eles viram tinta, eles não chegaram nem para conversar ou explicar o por que não pode pintar aquilo ali, sabe? Eles só chegaram na violência. Exatamente. >> Não tem, tipo, a gente vai focando para fazer esse
▶ 00:47:16 trabalho para expor a situação, mas é aquilo, é a Unicamp é estadual e se a gente entrar no que vem todo dia, todo, toda semana a gente vai estar lá no Unicamp para fiscalizar a situação. Mas é, estamos no foco. >> Eh, a gente tem o tema também da desfavelização, né? >> Eh, a gente tá fazendo um estudo aqui em Campinas. Porque a gente tem muitas favelas aqui, né, eh, que se originaram ali na região do Osié, Campo Belo e que
▶ 00:47:46 a gente tá considerando que é um caso de sucesso aí, de desfavelização. Então, eh, fiquem atentos aí. A gente tá fazendo os estudos. A gente tem, eh, membros nossos do MBL Campinas que moraram nesses bairros, que conhecem bastante a história. Talvez, se der, a gente pode dar uma passada lá, né? Se, >> se o Renan, Renan quiser te dar uma conversada aí, >> dá uma passada para conhecer os bairros de Campinas. >> E fora isso, hoje em Campinas 12% da população tá em situação, tá em em
▶ 00:48:18 situação de de comunidade assim, de favela. Então é uma situação que a gente precisa resolver. Fora a população de rua também que vai aumentando cada vez mais, né? O o tem um um índice que a gente tem que tem mais de eh 10.000 moradores de rua, se não me engano, pelo >> tá mais de 2500, mas é bastante registrado. Registrado, mas isso é de 2022, de um tempo para cá, aumentou drasticamente o número de moradores de
▶ 00:48:48 rua na cidade. Mas é, é aquilo, os moradores de rua, eles precisam voltar da cidade onde eles vieram, como o Artur Dubal falava nas propostas de campanha, porque eles precisam voltar para onde eles têm os laços afetivos, né, para onde eles cresceram, para onde eles têm, né, o vínculo com a cidade. Não adianta a gente pegar e jogar um morador no centro de Campinas que ele não vai conseguir se ressocializar, né, porque ele vai est com os outros moradores de rua, eles vão continuar naquela situação. Então é um completo absurdo, né? E o prefeito de Campinas não faz absolutamente nada para resolver isso, que é o prefeito Saed. O quê?
▶ 00:49:21 >> Também sobre criminalidade, a prefeitura ela tem mapeado todos os pontos em onde tem mais roubo e pergunta se o prefeito faz alguma coisa, não faz absolutamente nada. a gente já tentou enviar eh verbas através do Kim, né, com o Mateus para a cidade para eh ajudar na segurança, mas eh depende muito também do prefeito fazer alguma coisa. Como é que eles sabem o ponto principal onde tem mais roubo, não tem uma câmera, não tem uma
▶ 00:49:52 patrulha ali no meio. Então assim, é um descaso tremendo o que que eles fazem com o povo de Campinas, porque assim, é, são regiões principais da cidade e é para mim é incabível um negócio desse continuar. >> Ó, a gente tem, por exemplo, o Gustavo que ele morou lá no Oziel também. Qual que é a situação do bairro hoje? A situação do bairro é precária, né? O pessoal cultura muito muito feia, né? O pessoal criminaliza
▶ 00:50:23 demais as coisas, ponto de droga em tudo que é lugar. >> Sim. >> Então não é legal, né? Uma pessoa criar sua família lá, criar as crianças de lá. >> Então é, a gente vê como meta sair de lá, poder ir para outro bairro, só que é complicado, né? Campo Belo, Oziel, Jardim Fernanda, Campo Grande, são lugares que a gente vê que a cultura tá cada vez mais enraizada e pior, né, com o tempo passando. >> É, >> exatamente isso é a prefeitura que tem que abordar no tema de desfavelização,
▶ 00:50:53 que o Renan vem batendo bastante, inclusive, né? >> Exatamente. É muito mais fácil você manter a esperança para conseguir o voto do que você poder resolver as coisas, né? Sempre que é um voto constante, vendendo esperança, e o pessoal sempre, infelizmente, cai nisso, né? Exatamente. Exatamente. É, a gente vai focando para mudar essa situação lá. Por exemplo, se a gente pega o pessoal da invasão, eles foram nesse bairro aí que o Gustavo falando que era o Oziel para para como que que dá para falar? Tipo
▶ 00:51:23 que eles estavam recrutando, dá para falar, né? Eles estavam recrutando o pessoal para para invadir o prédio no centro da cidade. Então, para além deles fazerem essa prática por si próprios, eles estavam incluindo eh usando famílias de baixa rinda para fazer isso, >> indo de porta em porta, falando que ajudando, né, a conseguir ganhar um movimento a mais. >> Sim, sim. >> Aí passar aqui pro pro nosso presidente. >> E aí, aí, que que você achou, Rizão, da entrevista? Foi da >> Foi da hora, não foi? >> Eu gostei. Caral,
▶ 00:51:53 >> os caras tentaram dar uma jambrulhada. Não, mas mas eu gostei. Foi foi uma uma questionada sincera. >> Sincera boa. >> Uma resposta boa também. >> Boa, boa. Maravilhosa. Renzão, vou atrás agora? >> Vou vou atrás. pra gente, >> claro. Hum.
▶ 00:52:29 >> Valeu, valeu, valeu. >> Tá desse lado. >> Não, >> quer que tira o carro? Não, Maz fica pulando um lado pro outro. >> Decide, mano. Você vai cada hora para um lado. >> Deixa eu virar a câmera para nós aqui. Aí, agora >> para eu passar o endereço pr os cara. >> É Brasil Campinas. >> Brasil Campinas. Perdão, perdão. >> É rádio. >> Rádio.
▶ 00:52:59 >> Nossa, tá um calorzinho agora, hein? Vai ter que colocar o cinão ficar pitando. >> Sim senhor. Deixa eu falar daqui o bo. Deixa eu dar uma uma geraldona. Pessoal like na live. Estamos ao vivo de Campinas cumprindo a agenda com o senhor Renan Santos que agora está dando só esparecida no celular. Estamos no carro com o senhor Rafa Macris que tava com a gente lá em Ju de Fora, né? >> Tava. Foi bom lá né meu? >> Foi bom. Foi bom. Ei, balançou aqui.
▶ 00:53:30 >> Ô, você não acredita na volta. >> Fala, >> vocês pegaram e como que foi quase perderu o ônibus lá, Renan? >> Vocês correram, pegaram tempo lá? >> Foi a gente pegou assim, nós somos os últimos a entrar no ônibus. Eh, e foi isso. Pior parte foi o o caminho de volta, porque e você sabe que eu não tenho frescura com ar condicionado. Pelo contrário, eu gosto de ar condicionado bem forte, geladão, só que eu não levei blusa e tava muito forte. E eu e o Piauí ficamos basicamente passando frio, congelando. Eh,
▶ 00:54:01 >> o Riso tinha essa jaquetinha da missão, então o Riso beleza. O Oliver também tava, tinha uma jaqueta, tava beleza, mas mesmo eles estavam com um pouco de frio. >> Você nemou pro presídio da jaqueta Riz? >> Não. >> Aí eu morri. >> É, [risadas] o cara gosta da gente é suas horas >> por cima. Aí, veja só como eu sou fofo. Que se registra que eu sou fofo. Quando nós paramos num posto grau, eu fiz questão de achar um cobertor ou uma manta. Achei e não comprei apenas uma, comprei duas. Eu mandei pro Gabriel Piauí, que se encontrava em posição
▶ 00:54:32 fetal, passando frio em posição fetal. É, é assim, encaixado como um bebezão na na poltrona dele. Aí eu tomo isso. Ele, meu Deus, meu presidente, muito obrigado. >> Esse cara que vai cuidar do Brasil. Ah, >> já as ações mostram quem são as pessoas, né? >> Pois é. Pois é. Eh, então eu gosto de cuidar de gente, eu cuido de povo, especialmente se o povo for Gabriel Piauí, [risadas] >> especialmente se ele atacou alguns flanelinhas por aí, né? É,
▶ 00:55:04 >> não. E e a gente a gente deixou vocês lá no no ônibus e começamos a voltar pra Americana. >> 8 horas de viagem, >> 10 horas da noite. A gente viu lá no ex a gente ia chegar tipo 5 horas da manhã em Americana. Isso que a gente tinha saído 5 horas da manhã no mesmo dia. >> Dirigindo na madrugada. Fomos dirigindo. A gente andou umas 3, 4 horas, não aguentava mais, velho. Um tava quase dormindo aqui, o outro quase dormindo ali. >> Paramos num hotel que tinha 134 anos de idade. >> Ah, é >> macabríssimo. Piso de madeira, velho. Parecia mal
▶ 00:55:35 assombrado. >> O cachumbá. Cidade >> Caxambu. >> Caxambu. Cidade de Caxambu. >> Muito bonita a cidade de Cachambu. Aliás, >> mano, é, é uma cidade meio histórica lá, velho. >> É. E paramos nesse hotel, um cara veio destrancar a porta lá pra gente, R$ 189 a diária. >> E velho, o hotel parecia de de filme mal assombrado. Acordamos 5 horas da manhã no dia seguinte e seguimos viagem. Mas foi bom. Passa passa um um feedback aí das duas primeiras entrevistas, Renan.
▶ 00:56:06 Hoje começamos na Jovem Pan e agora Band de Campinas é Rádio Bandeirantes, né? e vai paraa TV daqui a pouco. >> Olha, o do da Jovem Pan ã falamos muito do caso Vorcaro que tava mais quente e no final eu falei sobre propostas. Eh, um debate muito mais analítico ali, né, no na na PAN, na na Band, cara, eles foram fizeram uma sabatina de candidato ali, né? começaram a falar, era basicamente sobre mim e
▶ 00:56:37 fizeram perguntas boas e fizeram perguntas difíceis e a moça mandou assim: "Ah, a cultura do Brasil veio da favela, eu disordei, abriu uma boa trocação ali, que nem que deu para trazer legal. A alguém aí no chat assistiu a entrevista ou não? Como ela passou na rádio? >> Alguém assistiu? Fala aí, pessoal. >> Assistiu, assistiu já link tudo da Band. Quero saber o que o pessoal achou da Band, porque ali o pô o cara mandou vai, pô. Falei: "Puta, vou ter que falar do samba, né? São Paulo, túmulo do samba".
▶ 00:57:07 >> E os caras bateram o pé lá que o samba é de favela, né? Cultura de favela. >> É. Aí eu até acho que é dito isso, não tem que ter favela, né? [risadas] >> Vamos fazer alguma outra analogia nesse sentido, tipo alguma coisa boa que existe e que não deve existir a outra. Ah, vamos dar um exemplo. Eh, vamos te pegar um exemplo. Tipo, o samba é bom, o samba vem da favela, mas não é por conta disso que a favela deve
▶ 00:57:37 existir. >> Brutalismo soviético é bom, mas veio da União Soviética. E não é por causa do brutalismo que a União Soviética tem que existir. >> Exatamente. >> Pronto. >> Exatamente. Ó, o pessoal elogiando, ó. Assisti, achei os jornalistas meio estúpidos. É desse desse tipo de entrevista que eu gosto. Pessoal, daqui paraa frente, meu, o Renan vai ser confrontado pelos jornalistas, não vai ser é Renan, vem aqui, apresenta suas propostas e tal. O papel do jornalismo sério, querendo ou não, é oferecer esse
▶ 00:58:09 contraponto, né, Renan? e de de forma respeitosa, claro, mas fala, e isso e aquilo eh eu não concordo com essa proposta sua. Explica mais como você vai viabilizar os 900 bilhões de reais para desfavilizar o Brasil, entendeu? Como que você vai prender e matar bandido sem mexer na Constituição? Entendeu? S o papel do jornalismo é esse. >> Sim, sim. Já teve umas boas no Ceará, me apertaram bastante. Eh, e aqui deram uma
▶ 00:58:39 apertada, vai ter é um processo e conforme eu cresço em pesquisas, que aí as pessoas vão conhecer o que eu falo, aí vão tentar procurar falhas no discurso e tentar dar aquela espetada, né? Pau, plau. >> E uma coisa muito legal que a gente tá fazendo agora e que eu tenho certeza que isso vai refletir na na intenção de voto do Renan nas pesquisas é justamente bater na mídia tradicional. Porque a gente é muito forte em internet, a gente é muito forte em redes, em Instagram e Facebook, a gente
▶ 00:59:10 tá Vai dar uma caprichada mais, Rizo, como que tá? >> Ou a gente tá lançando os mesmos conteúdos nossos no no Face? >> Tá andando lá, passinhos bem devagar, mas tá andando, >> tá? Então a gente tá hoje mais fora na internet. Ao passo que a gente faça tudo que foi feito no Nordeste, Renan, nos outros estados do Brasil, você vai atingir um público que não te conhece. >> Sim. >> E com esse discurso forte de falar verdade paraas pessoas, cara, você vai pegar eleitor de todos os os candidatos.
▶ 00:59:42 Hoje você pegou eleitor do Lula no Nordeste, por exemplo. >> Sim. É é é a tese nossa, assim, cara, olha só, se a gente montou um partido que é novo, ele tem que ser novo em tudo e ser brutalmente honesto. É. É, tem um valor muito grande para algo que é novo. Imagina você chegar novo e falso. >> Um partido que é novo e ele já tá mentindo, ele tá fungindo. >> Nasce morto. >> É, >> nasce morto. Hoje e não tem um político no Brasil que tá disputando essa eleição, que consegue passar essa
▶ 01:00:12 mensagem brutalmente honesta. >> É >> qualquer você, você vê na cara do cara que ele tá falando algo que ele não acredita. >> Enrolation. O enrolation. Oi. E como é que vai fazer essa coisa? Sabe, ratinho, a questão da desfavorização. Olha, eh, essa é uma questão que a gente tem que trazer o povo para conversar e aí junto com as pessoas, chama comunidade, chama a sociedade civil, a gente formula uma proposta conversada a quatro mãos, em que a gente vai poder olhar para esse problema e pensar uma solução que contempla todas as partes, entendeu? Essa seria a resposta. E uma resposta do Zema para isso.
▶ 01:00:44 Zem, olha, eu vou olhar aqui. Solta o Bolsonaro. Solta o Bolsonaro. É isso. >> E do Lula >> só vai falar mal da favela. Que lugar que você vai fazer um sambinha? Quem não gosta de tomar uma cachacinha num sambinha numa roda de samba na favela, né? Eu gostava na época que eu era operado, você sabe que eu fui encontrar um companheiro, aí ele sempre vai falar o companheiro Palhares que tá morava numa numa comunidade lá no Rio de Janeiro. Ele me chamou para uma feijoada. A feijoada da dona Neusa era
▶ 01:01:15 boa demais. Eu tomei uma cachafinha e não tem como, não tem como se tu não ficar feliz comer uma feijoada, tom uma cachacinha numa favela. Então eu acho que você tem que ver que se eu levar o botijão de gato na favela, a pessoa vai ser feliz. Você não sabe como é feijo uma pessoa que mora e tem uma caixa assim, tem um gás para cozinhar, faz feijoada e toma café da manhã e café da manhã. É isso. [risadas] >> E o cara não para, ele vai falando, ele vai falando, vai, mano. Sabe o que o Lula faz? Ele vai gerando várias referências emotivas na pessoa que a pessoa, eu gosto de uma cachacinha. Não,
▶ 01:01:45 não, pô, é legal comer uma feijoada ali, n, referência solta. É, ele vai soltando. Ah, é legal. É legal, pô. Nossa, aí do nada é, eu tô comendo três vezes ao dia, né? Tal. É porque tem que tomar café da manhã, tem que fazer as refeições, manteiga na favela, aí você vai tomar pouco, aí vai tomar um cachacinha com tabadão, quer umas cachacinha no fim de semana, sabe que cafezinho coado, cafezinhoado. Aí tipo uma costelinha, pega aquela gordurinha, passar na farinha, aí você come farinha, velho, sempre tem, mano.
▶ 01:02:17 >> Isso é E e uma uma cara, galera, imagina o nosso Renan Santos no debate contra esses dois. E a gente tava falando inclusive com o diretor da Band aí sobre essa questão de debate, né, Renan? Sim. >> A gente teve uma conversa aí com eles, eles foram super legais com a gente, eh, e eles são bem abertos, né, para todo mundo. E ele falou da importância da da TV Bandeirantes no debate público e que, infelizmente, hoje a gente tem candidatos que vão nos debates só para
▶ 01:02:49 gerar corte pra internet. Vocês viram o Maral aí, o que ele fez na última campanha? O cara simplesmente não responde absolutamente nada do que é perguntado para ele, foge de todas as perguntas, sabonete e e usa aquele espaço que era para debater ideias para gerar corte pra internet ou fazer qualquer outro tipo de coisa e fugir das perguntas. Eh, o objetivo nosso é jogar o Renan dentro desses debates para ele com o microfone na mão convencer as pessoas e as pessoas entenderem que a
▶ 01:03:19 gente tem o melhor projeto pro Brasil. Como que você acha que tá, Renan, a nossa possibilidade para com esse crescimento que a gente vai ter daqui paraa frente nas pesquisas, a gente participar realmente debate da Band, debate da Globo, debate da Record, esses debates importantes que atingem todos os brasileiros mesmo. Eh, qual que é a possibilidade de real? Eu acredito muito nisso, mas fala um pouco pro pessoal dessa ideia aí da sua participação nos debates.
▶ 01:03:49 >> Primeira coisa, o Sonoli falou: "Cara do seu lado conduz a conversa melhor que todos que sentaram aí". Pois é, o Macris indo muito bem como condutor aqui do do do nosso IRL. Eh, eu acabei te elogiando e esquecendo que ia falar mesmo. Como é que é parar debate? >> A nossa programação daqui até o início da campanha para poder participar dos debates. >> Baita pergunta. Dito isso, a gente acabou de chegar no nosso destino. >> Então vai ficar pra vai ficar pro próximo episódio. Que que é o que que é onde nós estamos indo? >> Rádio Brasil Campinas. >> Rádio Brasil Campinas. A rádio do
▶ 01:04:21 Brasil. >> Mas fazer o seguinte, Renanzão, eh, a gente pode ficar mais uma meia horinha aqui com o pessoal e depois fechar para eu detalhe. A gente amra e depois volta de tarde. Pode ser. >> Lógico. Vamos atrapalhar. >> Que que vocês acham aí? Tem que deixar o tutu com o público dele, né? Coitado, mano. De novo os cara falando que eu pareço Fernando Diniz, velho. eu eu tirei o boné que os caras tava reclamando que eu só só usava boné. Agora estão reclamando do topete. Agora estão falando que eu pareço Fernando Diniz. velho. velho, >> cara. Fala alguma coisa que presta aí,
▶ 01:04:51 meu. >> Cara, triste porque virar transformu. >> É que é tipo um ataque. É igual eu ficava pistola quando eu era jovem que falava que eu parecia o Caio Blá, aquele ator da Globo >> que da novela um anjo caiu do céu. Eu ficava sendo chamado de anjo e eu não pareço Cai Blá, a pistola cara. Por que eu fiquei bravo com Cai ficar bravo com Din sabe? Não, uma coisa >> é uma coisa. Mas meu. >> Mas vamos lá. Aqui agora a gente acabou de chegar na rádio Brasil. Vai ter link,
▶ 01:05:22 alguma coisa. Será ao vivo aí? Riso. >> Na minha programação não estava que era ao vivo, mas caso seja, a gente >> se for ao vivo a gente deixa aí para vocês irem acompanhando. Se não for, às vezes eles optam por não pedir para não gravar, né, Rizu? >> É, é melhor não gravar, né? Depois a gente bota aqui na redes pro pessoal assistir. Que não a gente grava ao vivo. O negócio que eles vão lançar depois. É verdade. Daí a gente deixa deixa alguém aí para ir ir acompanhando.
▶ 01:05:53 >> Parece um galo de briga, >> Prefere assim pegar uma Parece Santana. Fala palavrão que nem o Fernando Dinis. Tem alguém de Campinas aí assistindo? >> Porcaro foi preso. O Fabiano Zé já se entregou, tá?
▶ 01:06:23 >> Ó, tá toda a galera aqui do do MBL. Cada vez, cada rádio que a gente vai e TV aparece mais gente, hein. Se você é daqui de Campinas e quiser vir para onde que a gente tá? Rádio Brasil. >> Rádio Brasil na irmã Serafina. >> Irmã Serafina. Isso, >> irmã Serafina, ó, galera, dá um oi aqui. >> Isso aí, irmã Serafina, tem que [risadas] decidir onde vai ser o almoço, hein? Porque a gente tem que chamar a militância para >> Ah, é? E aí, onde que a gente vai pro almoço? Que que você gosta de comer? >> Ai, eu acho que eu tô pensando num
▶ 01:06:53 pratinho bem brasileiro. >> Brasilidades. Brasilidades. Patinho brasileiro. E vocês aí? >> Ah, cara, eu topo qualquer coisa aí. Já tá bom. >> Mac churrasco. >> Mac ou churrasco ou prato brasileiro. >> Não, mas >> Mateus aqui, ó. Fala, >> já que é qualquer coisa aqui, aceita, vamos lá do bom prato então comer lá. [risadas] >> Bom prato. >> Ó, obrigado. >> O Rizo já fez toda a recepção aqui, né,
▶ 01:07:23 Rizo? Olá, bom dia. >> Bom dia. >> Ó que estrutura legal aqui, hein, meu. A gente faz guarda os equipamentos antigos, né? Aqui, ó. Cat, cara. E eu sou da época que isso aqui era útil, tá? Um disquete, >> lembra quanto que cabia num disquet
▶ 01:07:55 >> aqui? Olha, tá aqui tá falando que é 2 HD, tá? Mas eles eram 13 MB ou 3 MB. O disquet era muito pequenininho. Eh, o disquet era chamado de flop disc. Flop disc. >> Que mais a gente tem de coisa antiga? >> Ah, opa, opa, >> procurando o Renan aqui, ó. >> Tudo bom? Arquibancada, viu? Arquibancada. >> Tudo bem? [risadas] Beleza, tudo bemada? >> É, a gente tem essa. >> Como que eu viro a câmera aqui? >> Tá aparecendo terminal central 6 da
▶ 01:08:25 >> Ah, pronto. >> Só vou ajeitar aqui, >> tá? Pode pegar um cafezinho enquanto isso. >> Café Expresso. Essa máquina é boa, hein, Saeco. >> Ó, ó o cara malandro para fazer café é o cara que vira para cá, ó. A chavinha no curto ou não é? Tudo bom? Tô aqui operando a máquina dele e dando dicas aqui pra live. Go cafezinho aqui, ó. Deixa eu pegar esse. >> Copo grande. Copinho grande. Vai bem. >> Copinho grande. Aí solta o curto aqui, ó.
▶ 01:09:00 >> Aquelas máquinas que faz aqueles barulheira brabo. >> É igual o computador quando você tava na internet, lembra o fax moden que tinha no computador. >> Quem consegue segurar essa câmera aqui? Daí a gente fica com o microfone, >> ó. Ouvi o cheiro. Ou >> ó. >> Vapa, >> mais do que suficiente.
▶ 01:09:30 Formou a famosa crema aqui por cima um pouquinho, né? >> Nosso amigo Fernando também gosta de uma crema. >> Tá bonito. Eu vou vou fazer um para mim também. Gostoso. Bom, gostoso. Deixa eu pôr aqui. >> Oi. Quero que você passa muito propaganda para cá. >> Faltam menos de 300 filiados pra gente bater 14.000, >> pessoal. Faltam menos de 300 filiados pra gente bater 14.000 filiados. Com certeza tem pessoas na live que não estão filiadas. Se filia agora a partir
▶ 01:10:00 de missão. Vamos comemorar hoje os 14.000 filiados. 14.000 km. Aliás, que em outro momento a gente vai poder comemorar? 14.000 filiados, né? >> Exatamente. Exatamente. Assim, é, é. É. Porque só depois com 14 milhões de filiados, então é um momento único. E o filiado número 14.000, eu vou dar um presente para ele. >> Pode, >> pode. Não sei. Não é isso, não é compra. Vou dar um presente sem um valor, sem valor pecuniário. É um valor sentimental. Por eu vou dar um um beijo para ele. >> Hã, Renan, vamos.
▶ 01:10:32 >> Vamos. >> O rapaz vai gravar também se você autorizar. Não quero atrapalhar vocês. É entrevista ou >> não? É gravado. É gravado. Mas pode, mas pode gravar, não tem problema nenhum. >> Ele vai lá, né? >> Tem gente que prefere que >> só encerrar aqui. Pessoal, muito obrigado pela audiência. A gente volta mais ou menos umas 6 da tarde. Como é gravado, a gente prefere não transmitir. E é isso. Depois eu boto o link para vocês assistirem. E é isso, pessoal. Fica agora com em detalhe. Ana Hering, deixa eu ver se a Ana Hering está de olho aqui na live. >> Não, não, a gente não vai filmar porque
▶ 01:11:02 como é? >> Cadê a senhora Ana Hering? Você que entrou em contato comigo? O Mateus. >> Mateus. Aí amanhã o programa você o arquivo, tá? >> Então quando é gravado, a gente prefere prestigiar o pessoal que gravou e depois bota o link para vocês. Beleza? É isso. Acompanha a agenda aí. Vamos ficar em Campinas o dia inteiro, praticamente. Depois vamos para então >> aqui perto. Oi.