← Renan Santos, vídeos de 2025
RENAN SANTOS E GOVERNADORES! |MBL NEWS| Marcelo Brigadeiro, Evandro Augusto, Bombeiro Rafa e França
Renan Santos · 24/09/2025 · 122 min · MBLiveTV - Lives do MBL
↗ assistir na fonte original
▶ 00:00:00 né? Começamos a transmissão. >> Meu Deus, >> estamos ao vivo. >> Estamos ao vivo. >> Ao vivo que >> ao vivo, ao vivo. Então, bora. >> Olá, meus queridos amigos aqui direto dos estuddios MBL e de outros lugares ao redor do Brasil. Estamos ao vivo para o MBL News, o seu programa quase favorito da grade, tá? com hoje, assim, hoje é um programa especialíssimo, né, ainda mais
▶ 00:00:30 depois de ontem. Então vai ser um prazerzaço a gente eh trazer as discussões aqui, porque caso vocês não saibam, ontem a Procuradoriagal Eleitoral, a vamos dizer, o ente, né, que cuida de temas federais do Ministério Público Federal voltado para termos eleitorais, deu parecer positivo pelo deferimento do estatuto do partido Missão e também da dos requisitos formais que foram preenchidos por nós. Portanto, cada vez mais podemos falar enquanto partido, enquanto um grupo que vai disputar as eleições em 26. E é isso aí. É por que que hoje é muito especial?
▶ 00:01:00 Porque hoje nós estamos com as pessoas eh que estão começando a construir as nossas primeiras pré-candidaturas ao executivo em diversos estados do Brasil. Eu vou apresentar elas e hoje a gente vai debater e discutir planos e falar em problemas e soluções paraa execução, tá? Meu nome é Renan Santando, vocês conhecem. Ao meu lado nós temos o Evandro, que me corrija, policial Rodoviário Federal. >> Policial Rodovário Federal. >> Policial Rodária Federal no Rio Grande do Sul vem fazendo um trabalho de fiscalização sensacional. já arrumou briga com a classe política old school do estado dele, já tem perseguição atrás
▶ 00:01:30 dele, já tem a galera de outras cidades no estado dele, no Rio Grande do Sul chamando ele para ajudar a fazer as denúncias. Tá crescendo para caramba e tem as características e as qualidades necessárias de um líder. Estamos aqui com simplesmente França, um dos nove de Curitiba, liderança nossa no Paraná, um dos caras mais sensacionais e inteligentes que eu conheço. Ã, conheço de ele de muito tempo. Tem a nossa jornada com França remete a 2015, tá? e é um cara, volto a colocar aqui, mais inteligentes e vocês vão se surpreender muito hoje no bate-papo hoje com ele.
▶ 00:02:01 Temos o corajoso, o guerreiro, o também inteligentíssimo e um dos caras que foi um dos grandes prazeres que eu tive em conhecer coisa de um ano para cá, que é o Rafa Luz, bombeiro Rafa, liderança no Rio de Janeiro, que é policial e bombeiro e trabalha também com escolas, com crianças, trabalhos com instrução, foi um dos responsáveis pelgate de artefatos históricos ali naquele famoso incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro. do criminoso, local que era administrado pelo PSOL. Ã, tem muito a falar sobre a guerra contra o crime organizado. E um cara que hoje em dia
▶ 00:02:31 cada vez mais dispensa apresentações, vocês já conhecem ele, né? O homem que por mais que seja mestre no gilitsu, por mais que seja mestre na na arte venusiana da sedução e e do, ele é, acima de tudo, um homem corajoso e resoluto na defesa das suas ideias, eh, e que briga e arranja, vamos dizer, grandes tretitas e discussões no nome daquilo que acredita. Um dos grandes personagens da internet brasileira, um dos caras que eu mais admiro, Marcelo Brigadeiro. E, cara, todos eles
▶ 00:03:01 pré-candidatos. Marcelo Brigadeiro em Santa Catarina, Rafa Luz no Rio, França no Paraná, Evando no Rio Grande do Sul. Primeiros nomes de uma construção ah para governo e de candidaturas da missão ao redor do Brasil. Então, coloco aqui todos como pré-candidatos, vamos colocar aqui. E hoje nós vamos debater, eh, e vamos nos apresentar mutuamente, vamos trocar ideia e vamos tirar dúvidas das pessoas sobre o que nós precisamos fazer ao redor do Brasil. Eu vou ficar aqui meio que como, posso ficar como um condutor. Tô com uma blusa que eu comprei hoje, branca e amarela, cores da missão. O fundo é preto. E aí, com base
▶ 00:03:32 nisso, a gente pode começar esse bate-papo. Alguém quer fazer uma apresentação? Quer se apresentar e aí eu vou conduzindo aí? Como vocês querem fazer? >> Fiquem à vontade. >> Fica à vontade pra turma. >> É que eu apresente. Vocês querem? Evandro, se apresente aí, conte um pouquinho da trajetória. >> Meu nome é Evandro Augusto Machado. Eu sou policial rodovário federal há 11 anos. Atuo no Rio Grande do Sul, trabalhei no Mato Grosso entre 2014, 2015, tomei posse lá, trabalhei em Pontes Lacerda, fica na fronteira com a Bolívia.
▶ 00:04:02 Rota de tráfego de cocaína, vindo pro interior de São Paulo, porto de Santos, rota de maconha subindo pro pro norte. Depois trabalhei na comunicação no Mato Grosso também pela PRF e voltei em 2016 pro Rio Grande do Sul, pra minha casa, região de Santa Cruz do Sul. A turna unidade operacional de Pantano Grande, BR290, também rota de eh fluxo grande de cargas ali também, rota de turismo dos argentinos. Estão duplicando ali a rodovia agora, mas enfim, já atrasou muito isso normal no Brasil, né? Muitos acidentes naquela região também. A gente
▶ 00:04:33 é responsável por um trecho de 280 km. São dois policiais normalmente trabalhando nesse trecho. São oito cidades. Negócio bizarro, né? sempre falta efetivo naquele trecho ali. E começamos a fazer um trabalho lá na região a partir de fevereiro desse ano, esse embate aí com com a prefeitura, né, com com a presidente da Câmara de Vereadores ali que iniciou esse embate comigo ali. Acabamos conquistando um espaço muito grande. Eh, enfim, a gente começou a trabalhar nos bairros da cidade, apresentando os problemas dos bairros, né? Não aquele negócio do ah do fascismo, do comunismo, esse esse discurso que para nós, para mim nunca
▶ 00:05:04 foi viável, né? Conversei com o Eduardo Bizoto lá lá atrás e ele me disse até que que achava uma boa ideia esse tipo de de postura de política, né? Eu até conversei com ele, pô, eu tenho que identificar a liderança do bairro, só que isso é perigoso, né? O cara vai me vai querer me vetar porque vou tomar o espaço do cara. Mas enfim, comecei a identificar os problemas, apresentei em vídeo isso e as lideranças do bairro começaram a me procurar, né, para para conversar sobre o assunto. Começamos a crescer muito nas redes e esperamos espelhar isso para outras cidades do estado, ampliar. Acabei de bater 20.000 seguidores no Instagram também, um
▶ 00:05:35 engajamento muito bom e as pessoas me identificam como uma liderança na região e a ideia é expandir isso aí pro estado inteiro, né? E deixar bem claro também que a gente tem um time sensacional no Rio Grande do Sul para formar esse grupo também já as propostas pro pro para essa pré-campanha também e tá a gente tá Vamos que vamos, vamos para cima. >> Maravilhoso. França, >> vamos subir no Brasil nosso casca grossa aí, Santa Catarina. >> É verdade, né? Vamos, vamos. Verdade. >> Maravilha. É um prazer estar aqui com vocês. Sou Marcelo Brigadeiro. Eu acredito que o pessoal já maioria da
▶ 00:06:06 galera do MBL já deve me conhecer. Sou um apoiador dos dos amigos que eu tenho no MBL já há um bom tempo e nunca nunca mais havia pensado em participar politicamente de um processo, né, diretamente assim dentro do processo político. Mas eu acho que Santa Catarina hoje enfrenta um um momento muito sério com esse problema de imigração que a gente tá tá enfrentando, o crescimento dos índices
▶ 00:06:37 de criminalidade e até o esgotamento mesmo das condições que Santa Catarina tinha. E eu percebi que era necessário, e por acreditar muito no que Renan e os demais membros do Missão vem fazendo, eu decidi que era necessário me posicionar e utilizar o a pouca notoriedade que nós temos para advogar em prol de algumas coisas têm que ser ditas e feitas aqui em Santa Catarina. Então, tô aí mais um soldado dessa missão. Aí
▶ 00:07:08 >> subimos mais um pouco. >> Bora. Luís França, 31 anos, advogado. Eh, tô nesse mundo político aí desde 2014. Eh, antes do MBL existir, eu já era um membro do MBL porque defendi os mesmos valores. 2014 trabalhei na primeira campanha do Paulo Martins, depois me juntei a MBL, eh, participei da primeira safra, digamos assim, em Londrina com o Felipe Barros, Elmero Marqués de Maringá. Aí até por por razões que eh cruzam as
▶ 00:07:40 razões do MBL, eu acabei rompendo com essas pessoas e me afastei do movimento antes mesmo deles saírem do movimento. Retornei em 2022, primeiro um convite para tocar a campanha do Renato Batista e meu pai sem falecido, não pude mudar para São Paulo na época e me foi oferecido o bettega aqui. Fizemos um excelente trabalho. eh não foi eleito porque o novo não entregou os votos, porque a soma de todos os candidatos daquela eleição do novo dava a nossa
▶ 00:08:10 votação. Então foi bem expressiva. Eh, participei 2024 de uma campanha na minha cidade natal, Sean Norte. Eh, apoiei o antigo comandante da PM lá da da minha época, quando eu morava lá ainda até 2010. E também participei da campanha do Betega. Eh, passada a eleição, ele nos convidou. Eh, então eu eu faço toda a estruturação de funil de relacionamento, estratégia, eh organização de time. Eh, nós eh fiz, começamos fazendo o que nos
▶ 00:08:40 nós havíamos nos proposto, né, que é ser aguerridos, ser investigativos e independentes. Mas quando nós nos defrontamos com corrupto no PL, o Betega decidiu que não era estratégia correta, teríamos que unir a direita. Então, nos unimos entre nós, deixamos ele com a direita lá unida, derrubamos o secretário e eh mais recentemente foram criados cargos
▶ 00:09:10 comissionados aqui na prefeitura. Eh, sob aplausos da dos vereadores de direita, né, da União da Direita, eh, sobre justificativa que seriam cargos técnicos. Então, nós eh membros, eu sou o único membro, digamos assim, dos pré-candidatos a governo, que eu sou do tecnentismo, eu sou o cara do técno, né? Eh, já dá para ver pelas minhas bochechas que eu não sou um cara da das Forças Armadas. Eh, e começamos a cruzar dados policiais com os dados de
▶ 00:09:40 nomeação. Encontramos três nomeações suspeitas. Um rapaz foi preso com um berro raspado, né? Com uma arma raspada. Obviamente não era um CAC. Outro preso com 8 kg de maconha e uma balança de precisão em casa, obviamente não era apenas um usuário. E o outro com 18 g de cocaína. Talvez ele com esse tante de cocaína ele quisesse fazer um bolo. Eh, aí tá lá na Secretaria de Governo Municipal com acesso aos dados mais sensíveis da prefeitura. E da mesma
▶ 00:10:11 forma que nós denunciamos pro Beta, que ele não não colocou em frente, eu fiz o mesmo com Paulo, que era meu herói em 2014, larguei emprego para ajudar esse cara. Eh, e ele simplesmente não deu nenhum andamento ou qualquer retorno sobre a situação das pessoas. E aí decidi expor mais uma vez e deixar meus valores acima da das minhas amizades. Eh, e hoje quero que o que o Paulo vá paraa PQP, né? E há duas semanas atrás,
▶ 00:10:41 o Júnior já me falava muito em ser candidato. Eh, eu tinha um acordo com a minha esposa de de não ser. Eh, mas achei que eu poderia ajudar eh dentro das minhas limitações de tempo e disponibilidade a candidato ao governo, porque tem tem as entradas são institucionais, né, de entrevistas, de podcasts, de debate. E eu acho que eu posso ser aí posso ajudar muito a o projeto eh encampando essas bandeiras e dando palanque aí para que o Renan tenha
▶ 00:11:11 também um um braço de candidato à majoritária aqui no estado. Então, anunciamos quarta passada, né? E hoje já tô em Londrina, então, desde segunda aí na rodagem rodamos eh eventos com apoiadores em Maringá, eventos com empresários, almoço com com classe empresarial, já apresentando o projeto com outras outros porta-vozes do movimento, né, que nós estamos fazendo essa aproximação institucional. E hoje tô aqui em Londrina para mais um encontro, para fortalecer a imagem da do
▶ 00:11:42 partido, do movimento e fazer com que cresça e seja percebido como uma alternativa de fato. >> Maravilhoso, Rafa. >> Bom, pessoal, muito boa noite para todo mundo. Luiz, brigadeiro, Evandro 01. Então, boa noite a todos. Eu sou o Rafa Luz. As pessoas me conhecem como bombeiro Rafa, né? Mas não vai ser o nome de urna, é Rafa Luz, né? Mas é porque eu sou bombeiro militar. Eu fui policial militar no estado de São Paulo, apesar de ser do Rio de Janeiro. Depois eu saí da polícia, entrei no Corpo de
▶ 00:12:13 Bombeiros do Rio de Janeiro, onde servi a maior parte da minha carreira no quartel de Copacabana. Eu sou nascido e criado em Copacabana e meu sonho de infância era ser bombeiro do quartel de Copacabana. Eu sou um adulto que realizou o sonho, o sonho de infância. Eh, no próprio Corpo de Bombeiros, a gente tinha muita dificuldade com a parte política, porque nós tivemos dois candidatos que se elegeram, né, com a bandeira do Corpo de Bombeiros e que não entregaram aquilo que a gente esperava
▶ 00:12:43 de um candidato que representa uma classe muito querida pela população, né? Eh, e um deles foi o famoso Cabo Daciolo, né? O Cabo Daciolo, quando o deputado entregou, né? não entregava aquilo que que o Corpo de Bombeiros entendia como importante paraa sua tropa. E aí é uma tropa que ficou muito machucada politicamente. Então a gente sempre tentava e tenta até hoje ah agir de maneira para ajudar pessoas a se eleger e que possam ajudar a corporação.
▶ 00:13:13 Até que esse ano a gente falou: "Cara, não dá, chega, vamos nós mesmo aqui encarar". Eh, eu a gente tava conversando, tava conversando com o Evandro no off ali, como é difícil, né, para quem é militar, para quem tá numa instituição policial, colocar o nome para ser candidato, porque apanha muito, tem muita covardia, ah, fica transferido, fica sendo chamado na corregedoria. O meu candidato, pré-candidato a vice-governador, sargento Martins, é policial militar da ativa. Aliás, já vou até deixar um pedido. Sigam o Martins também no Instagram, é SGT
▶ 00:13:44 Martins 14. Sigam ele aí. O bruxo já foi chamado na corregedoria 300 vezes, não tem nem razão dele lá, mas ele é chamado. Enfim, então é é muito difícil. Mas a gente decidiu o que ia fazer. E aí eu, ã, procurei um vereador a quem nós tínhamos ajudado, já conhecia, já tinha ajudado na campanha de um outro vereador que era do nosso grupo. E aí ele acabou me apresentando o Renan e aí foi deu match, já seguia o MBL, já gostava muito, acompanhava as pessoas do partido, acompanhava a trajetória do
▶ 00:14:14 partido, mas por razões de militarismo não me envolvia diretamente. E aí eu tomei a decisão de encampar essa causa num estado muito difícil, com muitos problemas, com problemas profundos de corrupção, de segurança, de corrupção infiltrada na máquina estadual. Eu decidi encampar essa luta pelo meu estado, pela minha família, pelos meus filhos, né? Agora foi muito voto do impeachment, né? pelo meu estado, pelos meus filhos, eu voto sim, mas é isso, é por eles e e aí eu tô tô muito grato,
▶ 00:14:44 muito feliz de estar aqui. Eu vou deixar também já um abraço para toda a militância do Rio de Janeiro. Já estamos na rua, já estamos com faixa na rua, panfletando na rua quem é Renan Santos, quem é Rafa Luz. Então, muito, muito obrigado a toda a militância do Rio de Janeiro e aí especialmente aqui o William, Michel e Igor, que é quem coordenam lá junto comigo. Sábado, dia 27 agora distribuição de saquinho de Cosmo Damonte, que é uma tradição da minha família, e depois panfletaço de novo no Rio de Janeiro. >> Maravilhoso, galera. Aqui todo mundo vamos dando like na live aí. Agora vamos começar bater um papo mais
▶ 00:15:16 material aí, né? A gente, enfim, a gente tá vivendo um momento muito estranho no Brasil, tá? Eu não sei se vocês estão acompanhando, essas pesquisas estão saindo recentes. O Lula vem recuperando paulatinamente a popularidade dele e a gente sabe que historicamente todos os anos eleitorais o presidente da República sobe a aprovação. É regra. Todos os casos ouve isso. E o presidente da República sobe aprovação porque ele tá injetando dinheiro, né? faz programas sociais ali na malandragem para aumentar a capacidade de adesão popular à
▶ 00:15:47 candidatura dele. Logo, não dá para não colocar o Lula ou um sucessor completamente atrelado ao Lula no jogo. Todas as conversas que eu tive nesses últimos dias dão conta de que a articulação do bolsonarismo pra presidência da República com Tarcísio, tal, a coisa tá dando merda. Vocês devem estar acompanhando o Eduardo Bolsonaro, ele tá tipo atirando para todo lado. Ele disse que vai ser o candidato, provavelmente ele não vai ter direitos políticos para ser candidato, mas mesmo assim ele avisou que não vai apoiar, tá? Um rebosteio. E esse robosteio ele vai se refletir em todas as outras áreas,
▶ 00:16:17 tá? Eh, naturalmente as eleições nos estados também estavam sendo desenhadas como jogo de cartas marcadas. Aqui em São Paulo tava desenhado para seu derrite. Aí no Paraná o Ratinho quer desenhar eventualmente para botar o Paulo Martins ou um outro cara dele ali para tentar derrotar o Moro. Não sei como é que é o cenário de Santa Catarina. Mas o que eu tô vendo, né, e tem esse lance da pré-candidatura da missão à presidência da República é cara na cagada, na cagada da direita, como a gente é um grupo muito mais coeso, com pessoas muito mais capazes, muito mais inteligentes, pessoas mais sérias, a
▶ 00:16:47 gente vai fazer a nossa. Eles vão errando, a gente vai fazendo o nosso. E a última reunião que eu tive com a galera do mercado financeiro, as pessoas não estão vendo como brincadeira mais a candidatura nossa. Naturalmente a maior parte da população nem sabe, mas as pessoas que são formadores de opinião e eu dei uma entrevista grande pro Marketmers que tá indo super bem e o Marketmakers é um podcast que chega na galera do mercado, a galera tá aí. No mínimo esse maluco descabelado é o fiel da balança para definir quem vai ganhar o segundo turno, no mínimo. E isso já nos coloca com uma posição de poder muito maior do que a gente imagina. Tô
▶ 00:17:18 falando sério, 2% em votos válidos é no mínimo 2,5 a 3%. É basicamente o que foi a diferença da eleição entre o Lula e o Bolsonaro na última. E nós vamos fazer muito mais do que isso. Eu tenho certeza disso. Então, no mínimo, já nos vem como fiel da balança nesse jogo. E eu tô falando do jogo federal. Ora, nos jogos estaduais, eu queria jogar aqui para vocês. E aí, como é que vocês estão vendo, né? Acho que não, não para não ficar engessado, tipo, cada um fala do seu estado. Vamos falando geral, geral geral aqui agora. Um interrompendo outro. Vamos transformar mais uma roda. Mas eu queria
▶ 00:17:48 jogar essa bagaça. Me parece que tava sendo desenhado para ser um jogo assim, União, PL, Republicanos, PP, todo mundo ia ficar num xadrezinho. Ó, eu, esse estado é meu, esse é seu, aquele é do fulano. A coisa meio que vai abrir. E nisso eu acho que a gente compartido, a gente é a tal da mosca que pousou na sopa, a gente chegou sem acordo com ninguém. Eu acho que a gente vai chegar atropelando. Passo a bola aí para vocês. >> Eu deixa eu começar aqui com a devida vênia dos amigos. O seguinte, eu eu acho que o jogo tá aberto mesmo, tá? Eh, eu
▶ 00:18:19 acho que vai ser muito mais aberto do que nas últimas eleições, inclusive nas eleições presidenciais, que a gente teve ali bem claro, Lula contra Bolsonaro. Eu acho que agora surgem pelo menos mais dois caminhos. Você vai ter, lógico, o preposto do Bolsonaro e do Lula no nos estados. você vai ter do bolsonarismo, digamos assim, do Lula. E você vai ter ali alguém que vem meio que, por exemplo, aqui Santa Catarina, provavelmente a gente vai ter o Décio Lima, que é do PT, a gente vai ter o Jorginho Melo indo paraa reeleição e
▶ 00:18:50 muito provavelmente a gente vai ter o João Rodrigues dizendo que ele vai ser a terceira via. Todo mundo vai querer o alçar o posto de terceira via. Olha, eu não quero não não estou aqui nesse nessa polarização. Eu vim para salvar vocês dessa polarização. E aí eu acho que o o Missão ele entra de uma forma muito confortável como atirador, meu irmão. Atirador. A gente e foi o que me seduziu muito nessa ideia de de concorrer, é a possibilidade, eu me vejo no alto de uma
▶ 00:19:20 colina com a ponto 50 giratória disparando para cima de todo mundo. Mas é terceira via de fato, brigadeiro, porque os outros falam: "Eu sou terceira via". Mas qual é o teu histórico? Terceira via, Rafa. Deixa, deixa, >> deixa eu discordar de você. Não é >> terceira via de fato, né? >> Não é terceira via, é a única via, irmão. É a única via pelo seguinte, >> boa. >> Eh, a gente vai ter [ __ ] mentais votando em prepostos ou do Lula ou de Bolsonaro, certo? E a gente vai ver
▶ 00:19:53 pessoas desesperadas e que vendem votos indo aí na tal terceira via que vai vir aí encabeçada por alguém do centrão. Quem tem um mínimo de consciência, irmão, vai abraçar o o discurso verdadeiro de alguém que se opõe a [ __ ] toda. Eu acho que o nosso papel tem que ser de se opor a [ __ ] toda, a ao passo que a gente vai oferecer, logicamente, através do livro amarelo, do livro amarelo que tá nascendo aqui Santa Catarina e provavelmente vai nascer no estado de vocês também. A gente já tá em
▶ 00:20:24 formatação aqui. Ao passo que a gente vem oferecer soluções, mas a gente vem também combater essa [ __ ] toda, entendeu? Eu acho que é é uma eleição pra gente marcar a presença e mostrar que bicho não tem acordo com vagabundo. Você falou uma coisa, que cara que é maravilhosa e do Rio de Janeiro. Tá acontecendo um movimento tão bizarro no Rio de Janeiro, tão bizarro. Tava muito claro que ia ser Eduardo Paz contra Barcel. Aí o Barcelar decidiu da cabeça dele exonerar o Washington Reis. Cláudio Castro foi a Portugal. Nessa, nesses
▶ 00:20:55 três dias, Barceloner o Washington Reis próximo da família Bolsonaro. Cláudio Castro falou, Flávio Bolsonaro falou: "Bota de volta Cláudio Castro". Cláudio Castro não botou. Bolsonaro não se apoiar ninguém. E aí assim, então não temos ninguém na direita no Rio de Janeiro. Só que tá todo mundo querendo querendo grudar no cavalo, que é o cavalo tido como campeão, que é o Eduardo Pais. Então o Lula diz que vai apoiar o pais e o Valdemar da Costa Neto disse essa semana que apoiaria o Eduardo
▶ 00:21:25 Pais. >> Hum. >> Então assim, o negócio é tão louco no Rio de Janeiro, tá? Porque é todo mundo buscando tanto um cargo, uma secretaria, uma posição, que o Valdemar vai apoiar o candidato que disse que era um soldado do Lula. O Eduardo Paz disse isso. Então assim, a gente tá num negócio tão louco no Rio de Janeiro que não há não há. E como você falou perfeitamente, vai ter o cara que vai votar lá porque é maluco mesmo, porque não tem é é QI 80, não tem condição nenhuma, ele vai votar ali, beleza? Mas tem uma massa no Rio de Janeiro de gente que vai lá e falar
▶ 00:21:55 assim: "Cara, não dá para votar nessa galera aqui, não dá para apoiar isso aqui". E neste ponto a gente se fortalece muito. A gente tem um discurso muito reto, cara. Muito reto. Esse aqui é o meu discurso. A gente fala, você quer falar de segurança pública? Quero, quem é o seu pré-candidato a vice-governador? Meu pré-candidato a vice-overnador é um sargento de polícia militar que troca tiro todo dia na rua. Você quer falar de segurança pública mesmo? Qual o seu projeto de segurança pública? A gente tem aqui, ó, o projeto é a vida dele aqui. Você qual a gente tem livro escrito, a gente tem plano, a gente tem plano de governo, a gente tem
▶ 00:22:26 grupo de trabalho, vocês não, vocês querem vaga, cargo. Então o Rio de Janeiro tá muito doido nesse sentido, entendeu? Tem o mesmo candidato sendo apoiado pelo Valdemar e pelo Lula. Isso é muito doido. E não tem nome. Ó, Flávio Bolsonaro anunciou que ia ser pré-candidato, já morreu a história. Ítalo Marcille ia ser pré-candidato, já morreu a história. Marcele Tajiba ia ser pré-candidato, já morreu a história. O Washington Recandidato, também não se fala mais. Hoje o único pré-candidato real ao governo do Rio de Janeiro anunciado sou eu.
▶ 00:22:59 Sou hoje é o único. Porque eu não, e aí eu quero jogar uma coisa para vocês aqui também, porque eu não duvido. As pessoas acham que eu sou maluco, mas eu não duvido que o Eduardo Pais seja vice do Lula. Nesse cenário do Lula popular com chance de ganhar, eu não duvido que o Eduardo Pais seja vice do Lula. Não duvido. >> Eu acho. Deixa eu passar antes de passar a bola pro pros nossos demais guerreiros, meus vizinhos aqui, que inclusive a gente vai ter que ter muitas ações em conjunto nós três, né? Mas eh
▶ 00:23:30 eu eu vejo que, Rafa, a gente tá em extremos. Por exemplo, eu vejo o Santa Catarina como talvez o local mais difícil, porque aqui o bolsonarismo ele é muito forte e por ele ser muito forte, ele levantou uma antítese muito grande, ele renasceu o petismo. Então são dois polos muito extremos e muito bem estabelecidos. E aí eu acho que no teu caso aí é o mais louco que tem. É o é é a surubada da política. >> É verdade. É isso. É
▶ 00:24:00 >> é caótico, né? É caótico, totalmente caótico, que inclusive a a >> não dá para fazer uma análise do brigadeiro, faz uma análise do Rio de Janeiro, não dá. >> E é e é possível até das alianças se inverterem completamente aos 45 do segundo tempo. >> Tipo, pais virá o candidato da direita do nada. Ah, papais é Bolsonaro agora. Tipo quê? Não. E isso porque o pais semana passada foi no aniversário do Silas Malafaia e discursou no púlpito. Falou: "Silas, o
▶ 00:24:30 olha que ele, gente, olha o que ele falou". Ele falou, Evanda, escuta essa França. O pais falou o seguinte, >> Silas, meu amigo, há muitos anos, há mais de 20 anos, quando eu erro alguma coisa, o Silas me liga para brigar comigo. O Silas que acabou de perder o passaporte, que estava apoiando o Bolsonaro. O Eduardo Paz fal, gente, o Rio de Janeiro, é, é assim, eh, cadê o cadê o Antum, né, cara? Guanabara Mística. A gente precisa muito realmente pegar o Rio de Janeiro e fazer um estudo de caso muito bizarro, assim, o Rio de Janeiro é muito bizarro. é a é
▶ 00:25:01 literalmente o o o conceito de prostituição política. >> Isso, >> ele fica visível no Rio de Janeiro, muito visível no Rio de Janeiro. >> Bom, no Rio Grande do Sul a gente tem o tenente coronel Zuco, né, que ele só sabe amar o Bolsonaro, né, >> e ele votou pela PEC da blindagem, tá? Então esse é um, né, esse é o bolsonarista raiz, né? Então aí tem o Covate Filho, que é a dona da metade do Rio Grande do Sul, tem 192 municípios na mão do PP, que votou pela PEC da blindagem também. Esse é o jogo, né? Aí
▶ 00:25:31 tem o novo, né, que tá abraçado com o Zuco, né, que >> novo vai fazer o quê? Ele vai lançar é o Camosato, né, >> para governo. >> É, mas éato, >> é, tá, tá abraçado com o Zuco, né? >> E tem o Edgar Preto, né, que é do PT e a Brisola que é do PDT, que talvez faça uma aliança, né, até sugeriu o Paulo Pimenta também do PT. Aí o filho do Edgar Preto é deputado estadual que tá faz marcha com o MST, fica atrapalhando a gente na rodovia lá tinha esse dia, tinha 10 viaturas da Polícia Militar e nós lá junto com eles na rua tá o filho dele no meio. Então esse é o jogo lá, né? Então a gente tem um espaço muito
▶ 00:26:01 bom. vários empresários também falar de empresário se aproximando da gente também lá para conversas em várias regiões do estado e tem muito espaço para nós que o nosso discurso vai entrar, a gente vai é que nem o brigadeiro falou que a gente tem que atacar esses caras sem dó nem piedade, não é uma coisa que vocês estão falando, vocês estão dando os três cenários aí eh que eu fiz a comparação com nacional, meio que a gente tava saindo de uma coisa que assim era uma polarização blocada e e calcificada do tipo, ó, tem alguns partidos que blocaram numa ideia de bolsonarismo, outros na ideia de petismo.
▶ 00:26:31 As redes sociais não estão mais acompanhando isso. A direita tá toda rachada nas redes e a esquerda também. Gente, a as maiores figuras de rede social da esquerda hoje no Brasil são Erik Hilton e Transwk e comunistas com acho que o Jonis Manuel maior representante disso. Não são os candidatos do PT. Se eu levantar os candidatos do PT a governo, ninguém nem sabe o barulho deles, né? Ninguém nem sabe. Ô quem é o candidato do PT? Ninguém lembra direito. Os maiores homens da esquerda já estão para além do mainstream petista. E os do bolsonarismo, se eu for falar direito
▶ 00:27:02 aqui, é o Nicolas, que não será candidato a nada de relevante, né? Ele não ser candidato ao governo de Minas também não pode ser candidato a presidente. E >> ele pode ser candidato a senador, Ren? >> O Nicolas pode ser candidato a senador. >> Não, acho que não idade, né? >> Não tem idade. Senão seria, >> é, >> senão seria. Eu até ia jogar uma uma coisa que uma provocação. Eh, ficou essa conversa no bolsonarismo também de soltar candidatos ao Senado para salvar o Bolsonaro, enfrentar o STF. Mas na prática, se a gente olhar para um parlamentar que produz pouco, o Senado é o melhor lugar do mundo. Você fica 8 anos parado lá, quieto, o STF tende a
▶ 00:27:34 não mexer com você. Eh, e você não tem danos porque você só é metralhadora. você fica um parlamentar falando, então a maior parte deles não quer ser candidato a governador. O Nicolas é um exemplo disso. O Nicolas ele não vai conseguir manter a aura imaculada pelo leitor dele se ele virar governador. Para ele é melhor que seja o Cleitinho, né? Nesse jogo, eh, você tá tendo refugo de PT, refugo e o centrão soltando os candidatos. Nada a ver. Eu acho que tá rolando, ó, não quero parecer otimista, mas assim, uma conjunção das estrelas aí e tal, tá juntando um determinado
▶ 00:28:05 cenário em que a gente vai ser o discurso, desculpa o termo, mais pau duro do jogo, mas meio que de longe. Eu tô sentindo assim, eu tô fazendo sabatina todos os dias, todo dia eu tô em algum podcast, eu dou entrevista em algum lugar, todo santo dia, cara, todos os jornalistas ou todos os caras que entrevistam falam: "Cara, o único discurso novo aqui é o de vocês e é o único discurso que tem intensidade". Eu fui acompanhar os discursos lá de ratinho, de leite, o Zema. É assim, é qualquer nota. Então assim, vocês estão sentindo essa vibe, uma vibe meio de de
▶ 00:28:37 e eh os caras estão largando e eles estavam talvez achando que eh como ia fazer cada um num estado um grande acordo, tava meio que pré-definido o resultado das eleições. E eu acho que não tá. >> É, eu acho que o discurso deles tem muito rachadura, né? Porque a prática não coaduna com o discurso, né? Então que, por exemplo, eu acho um absurdo o Ratinho Júnior falar que a nova geração tem que tomar conta e ele tá tentando passar uma PEC na Assembleia Legislativa do Paraná para
▶ 00:29:07 que a idade máxima para entrar no Tribunal de Contas seja 70 anos. Aí ele vai transformar o Casa Civil dele em ser Tribunal de Contas. eh falar que é de direita e ele está há 7 anos no governo. Há uma indicação educacional da Secretaria de Educação desde 2010, na época do Requião, governador, que obriga que crianças transga escolas a garantir que as crianças trans tenham acesso ao banheiro da sua identidade de gênero. Então, no caso, o menino que se
▶ 00:29:38 identifica como menina, eh, ele obrigatoriamente ele tem que usar o banheiro das meninas, não pode usar banheiro de professores, não pode usar um terceiro banheiro. Eh, cara, é uma portaria. Por que que o Ratinho não fez nada? Porque o o Paulo Martins, por exemplo, que é o é o cavalo da direita dele, quando ficou 1 ano e 8 meses de assessor do Ratinho não fez nada. Eh, então acho que essas pessoas vão ser cobradas eh mais pelo o nosso papel vai ser esse, né? que se não tivéssemos nós ficaríamos só pelo discurso mesmo de
▶ 00:30:09 mostrar que a prática não tem nada a ver com o discurso e apresentar uma uma alternativa real, né? Nas entrevistas que eu estou dando, eh, eu sempre falo que duvidávamos de nós que iríamos montar um partido, montamos. Agora, duvidam de nós que vamos construir candidaturas relevantes e consistentes. E nós vamos montar a partir de semana que vem. né? Eu inauguro eh lives, primeiro um programa no na grade aqui do MBL e depois uma
▶ 00:30:40 live mais privada, fechada para formação e para eh estudo do plano de governo. E eu tenho certeza que eh através dos nossos dos nossos militantes, do nosso ecossistema, nós certamente vamos apresentar eh as melhores alternativas e alternativas com testosterona de fato, né? Não, eh, essas coisas manjadas, tipo o vídeo do Zema hoje de segurança pública. Aquele vídeo é uma, aquilo é uma vergonha, cara. Aliás, assim, vamos soltar uma resolução já pros nossos governadores. Eu espero que vocês gostem
▶ 00:31:10 da resolução. Está proibido gravar vídeo [ __ ] sobre segurança pública, né, galera? É, é, é ridículo aquilo lá, cara. Aquilo lá, vocês viram, é uma vergonha aquele vídeo. É, é assim, era um boneco de inteligência artificial. Ah, olha só, nós vai pegar e vai enfrentar os terroristas do crime organizado >> e o nosso discurso, né? >> É, é. E ele pega, ele conseguiu brochar o nosso discurso >> e aí em vez dele ter a camiseta, ele imitou a camiseta prender o matô, ele lançou uma que chama polícia e justiça. >> É muito coisa mais gay possível, né?
▶ 00:31:41 >> É, >> a gente teve um caso no Rio de Janeiro e até sobre essa coisa do discurso também que vocês falaram aí, que é o caso emblemático do Wilson Witson, né? que aparecia com 1% das intenções de voto em 2018, surfando na onda do bolsonarismo, ganhou do Eduardo Pao turno, foi eleito. Vocês vão lembrar bem do discurso de Levandro, com certeza vai lembrar, né? Não vai mirar na cabecinha do bandido, vai atirar não sei o quê. >> Descendo de helicóptero comemorando a morte, lembra? >> Desceu de helicóptero na ponte. Ah, mas morreu um bandido. Vixe, morreu uma
▶ 00:32:12 pessoa, cara. Bandido morreu pessoa. O governador do estado usar de helicóptero na ponte de entró e comemorar a morte de alguém, cara. Um policial que matou alguém. Evando, você é policial? Eu fui policial. Você nunca fica feliz de matar ninguém, não, cara. Eu fico feliz de ter cumprido a minha missão. Mas entre estar feliz de ter cumprido a minha missão e ter tirado a vida de alguém, eu preferi ter cumprido a minha missão sem precisar tirar a vida de ninguém. E aí o >> além de ser um desrespeito com a tropa, né? >> Exatamente. Ele desrespeito com a tropa, com quem tá trabalhando lá, fazendo seu trabalho. >> Mas se precisar, vamos tirar também, né?
▶ 00:32:43 >> Exato. Não, exatamente. Eu não tenho problema nenhum com isso. O cara fez uma escolha. Ele fez uma escolha. Ele pegou uma arma, ele atentou contra o estado, ele fez uma escolha e essa escolha eu vou sempre priorizar a vida do policial e do cidadão de bem. E aí é isso, prendeu, matou, >> é isso. Preso ou morreu, sua escolha. Só que aí veio o ponto do discurso. Esse discurso do Vitel era um discurso muito forte, até bastante semelhante com o que a gente fala dentro, só que a gente fala isso com proposta, eu tenho projeto para isso. Ele falava, então o carioca também
▶ 00:33:13 ficou muito ressabiado e esse vai ser o discurso de todo mundo. Se o Barcelar for candidato, esse vai ser o discurso. Se o Vitel for candidata, esse vai ser o discurso. Eu vai ser não, eu vou matar, eu vou fazer, etc. E as pessoas tiveram essa experiência, elegeram o Vitsel e não aconteceu, não mudou, porque não é só isso que resolve. O plano precisa ser muito maior, muito >> tenho uma proposta para vocês que é o seguinte, eu já tô vendo na eleição presidencial que eles vão copiar o discurso. O Zema tá igual igual uma franga copiando estragando discurso,
▶ 00:33:43 caiado do mesmo jeito. Aqui no Goiás nós faz assim no Goiás, blá blá blá. Ratinho também copiando. >> Falta ver o Tarcísio, né? Que que acontece? Para funcionar esse discurso, vocês serão governadores. Para funcionar o discurso, a gente tem que ter alteração nas leis de processo penal, na na lei de execuções penais, mudar mudanças no Código Penal, acabar com saidinha, acabar com progressão, tudo aquilo que a gente já sabe. Aplicação do direito penal do inimigo, porque os caras estão falando agora: "Ah, vamos qualificar como organizações terroristas
▶ 00:34:13 o PCC, o comando vermelho." Mas do ponto de vista da lei das execuções penais e código penal, não muda tanto. Não muda tanto. O estado não tem tantos meios de ação para derrotar os caras mesmo com isso. Então a gente vai ter que criar leis para todas essas coisas e esses caras estão topando puxar esse discurso onde a gente tem que amarrar. Nós temos que incluir os crimes de colarinho branco nesses crimes que vão mandar os caras lá para Tocantins. Porque como mexe com os caras do centrão, ou seja, gente que comete crime de colarinho branco também vai pro seu respectivo secote. Inclusive o Buquell, que é a
▶ 00:34:44 inspiração deles, mandou fazer uma cadeia para político. Agora vamos incluir aí. Eu quero ver um cara do centrão vi com esse mesmo argumento. Ó, só é corrupto, cara. Corrupto. A a é vai ser igual na China. Senão, pena de morte é vai ficar 30 anos ali em Cana, nunca mais vai sair da Aí eu quero ver se eles vão. É isso aí. É guerra. Guerra. Eu Isso vai ser muito curioso pra gente trazer. Isso é uma boa armadilha pra gente jogar nesses candidatos, inclusive é o governo que tem nos estados, que também vão tentar puxar esse discurso,
▶ 00:35:15 mas na versão meia bomba. Mas vou te falar, ô Renan, o cara para para fazer um discurso desse e inspirar através desse discurso, que é o que é necessário, eh, por óbvio, esse cara tem que ter um um passado que case com discurso. Esses nomes que você citou aí, eles se acadelaram ou pro bolsonarismo ou pro petismo. Como é que um sujeito que se acadela, que se coloca numa posição de vassalagem, como é que esse cara vai fazer um discurso brabo desse que vai
▶ 00:35:46 bater de frente com alguém? Se se na hora H o cara bota o rabinho entre as pernas, secadela? É isso que tem que tem que ficar claro, entendeu? Eu acho que o grande o grande trunfo que nós temos é o posicionamento prévio de enfrentar todo mundo e bater em todo mundo, não se curvar apetismo, bolsonarismo, a central [ __ ] nenhuma, entendeu? Eu acho que é justamente esse esse posicionamento que nos une nesse momento aqui, né? Eh, é isso que fez eu acreditar no missão, é
▶ 00:36:16 isso que fez eu querer ingressar novamente nessa guerra. E é isso que tá me dando um tesão do [ __ ] pro ano que vem. Um tesão, meu irmão, quase sexual, entendeu? >> Sexual. Demorando de bater de bater de frente com esses caras, bicho. Alguém tem que falar o que o que a gente vai falar. Tem que a gente tem que reverberar na sociedade essa fala de entenderem que chega de bandido, tanto bandido comum que nos assalta, como os bandidos de colarinho branco, que muitas vezes acabam eh fornecendo as
▶ 00:36:49 ferramentas que esse bando de vagabundo usa para ficar impune. Então, bicho, eh aquele negócio, eu acho que é uma, ano que vem é uma eleição que a gente tem que carar como uma verdadeira guerra mesmo. É porrada, é tiro, é [ __ ] entendeu? Medo zero. >> Eu tô disposto a ir pros [ __ ] meu irmão. É, [ __ ] vai ser terror e pânico. >> Eu fui a primeira pessoa que falou, Renan é testemunha, que num eventual governo, Rafa Luz e Sargento Martins, a
▶ 00:37:19 gente primeiro de janeiro vai ocupar uma comunidade e eu vou estar no terreno junto com o meu vice, junto com a, eu fui a primeira pessoa que falou isso. Eu vou estar no terreno junto com a tropa. Eu preciso est, preciso mostrar. Eu estou aqui com vocês, a gente vai vencer essa guerra. Eu tô junto, responsabilidade é minha. O comando é meu e eu tô junto com vocês. Vocês têm aqui estrutura para combater o que me organizado. Essa semana o Barcelar já falou: "A gente precisa estar junto da tropa, o comandante tem que descer e tem que estar lá junto com a tropa. Se ele não tiver junto com a tropa, ele não incentiva a tropa. Aí já então assim, é
▶ 00:37:51 impressionante como não tem discurso, não tem proposta, não tem. É a velha política, a política do centrão, política do Tom Lado da cá, que tá ouvindo a gente falar diferente. E o que você falou é fundamental. A gente fala diferente, mas a gente tem a história para provar. Então eu posso falar de ser militar no Rio de Janeiro porque eu sou. Eu posso falar de polícia no Rio de Janeiro porque o meu vice é policial no Rio de Janeiro e eu fui policial em São Paulo. O Evandro pode falar de polícia no Rio Grande do Sul porque ele é policial. Pô, a história do França na advocacia, ele pode falar sobre justiça lá. A tua história que tem uma história
▶ 00:38:22 ligada à segurança também, brigadeiro. Você pode falar, cara. O que que o Eduardo P vai falar de segurança? Tá no quarto mandato de prefeito. Agora >> ele institui a guarda municipal. Vai ser um fritador de bandido, pode ter certeza. Eu v será um fritador de bandido. >> Você entende? Então assim, a gente não tem só o discurso, a gente tem o discurso e a gente tem a pele no jogo, a gente tá dentro do jogo. Eu posso falar, todo mundo bate na Polícia Militar. Ô brigadeiro, você sabe qual é, quanto é o auxílio transporte de um policial
▶ 00:38:53 militar no Rio de Janeiro? Você sabe, Evandro, quanto policial militar ganha no Rio de auxílio transporte? >> Não faz >> R$ 100. >> Ah, tá maluco. >> R$ 100. >> Esse cara ganha auxílio transporte. Há anos. Há anos. Quando eu entrei no Corpo de Bombeiros, 13 anos há 12 anos atrás, já era R$ 100. Esse cara ganha R$ 100 de transporte. Esse cara é obrigado a fazer o RZ, o regime adicional de serviço. Ah, eu quero descansar porque eu tô cansado. Não, você é obrigado a fazer o regime adicional de serviço. Isso ninguém fala, isso ninguém traz. Você desarrancha o cara porque não tem
▶ 00:39:24 comida no quartel. Em geral, no bombeiro, a comida no quartel porque a gente fica quartelado, né? Na polícia não. O cara fica na rua. Aí você desarrancha o cara, o cara ganha R$ 150. para comer. Que isso? Isso não cumpre nem legislação trabalhista, cara. Isso ninguém fala, isso ninguém traz, entendeu? O policial militar, a gente tem uma policial militar muito famosa que trava uma luta, a sargento Louusada trava uma luta em glória com o filho dela. Ela tem dois filhos, recebeu uma covardia de um oficial, os filhos nasceram com deficiência, ela tem o Dante lá, é uma luta em glória que ela
▶ 00:39:55 tem. Ela processa a Unimed pro filho ser atendido, pergunta se tem esse suporte no hospital central da Polícia Militar e compara com quanto com qual é o orçamento que o Hospital Central da Polícia Militar consome. Brigadeiro é gigante. Não tem suporte pro filho da policial que tá todo dia trocando tiro na rua, cara. Isso ninguém fala porque ninguém vive essa realidade. Ninguém tá ali dentro. Ninguém sabe o que quer bancar 12 horas numa viatura, 12 horas em pé numa esquina. Ninguém sabe o que é isso. Eles não sabem o que essa gente sabe. Eu sei que que é para uma operação
▶ 00:40:27 de incêndio, que quer pro Museu Nacional ficar dois dias lá revirando para achar um objeto pequenininho. A gente sabe que esses caras não sabem. Evandro sabe o que é bancar 24, 48 horas que não chegou a rendição lá para impedir de passar uma carga. Eles não, eles não têm ideia do que é isso. Brigadeiro. Eles não têm ideia do que que é isso. E esse nosso discurso é um discurso verdadeiro, cara. E é isso que é isso que eles temem tanto. E é por isso que eles vão nos copiar. Só que eles não têm a pele no jogo e nós temos. França tem, cara. França largou a carreira dele para para defender o que
▶ 00:40:57 ele acreditava. Evandro tá aí tomando porrada direto da corregedoria. Você não precisava estar aqui, brigadeiro. Tu tem a vida feita, cara. Tem a vida feita. Minha, cara, eu tenho a vida feita. >> Rico transa muito, >> [ __ ] Rico, a gente a gente tá meão, a gente tá aqui por, cara. Meu irmão, por que a gente tá aqui? Diferente deles. Eu não tenho carreira política não, cara. Nunca fui candidato a nada. Por que que a gente tá aqui, meu irmão? Porque a gente tem a melhor proposta que a gente acredita nisso. Ninguém acredita mais do que a gente. Ninguém acredita mais do que a nossa militância. A minha
▶ 00:41:27 militância no Rio que ficou sábado passado num sol desgraçado com faixa aberta entregando panfleto. Cara, quem é Renaçante, quem fal ninguém acredita. Nós somos um dos únicos partidos políticos do Brasil. Ninguém acredita. Ninguém tá com a pele no jogo igual a gente, cara. Ninguém tá. E é por isso que a gente vai sair vencedor. Ainda que a gente perca, a gente vai sair vencedor. E é isso é que me motiva, cara. Exatamente igual a você. Motivação, meu irmão, de fazer o Rio de Janeiro diferente daqui a 8 anos entregar um Rio de Janeiro monstruoso. Pessoa falar: "Meu irmão, não tá dando
▶ 00:41:57 nem para morar no Rio de Janeiro de tão maravilhoso que tá isso aqui. Não tô nem acostumado a pegar o ônibus e não ser assaltado. Ou o metrô funciona? O metrô chegou em Niterói, a barca funciona, cara. Meu filho vai pra escola. Olha a escola pública que meu filho tá estudando. Olha a Polícia Militar mais equipada do Brasil. É isso que eu quero daqui a 8 anos e é isso que a gente vai entregar pra população, entendeu? Só nós vamos entregar isso. Desculpa, falei muito aqui. Não, >> não, mas falou certo, cara. Falou porque que a parada, a parada concreta é assim e de novo, eu vou voltar no vídeo do Zema, né? que é um governador que quer
▶ 00:42:27 ser candidato a presidente. Então, tem tudo a ver o que a gente tá falando aqui. Ele falou assim: "Não, agora nós vai transformar em organização terrorista lá e aí agora é as forças armadas que vão enfrentar o cu dele. Ele nem sabe o que ele tá falando. Quem vai derrotar o crime organizado serão as polícias militares. E isso quem disse são as próprias forças armadas." Então ele não entendeu nem a dinâmica. E aí eu pergunto, quem são os candidatos deles, já que ele tá se propondo a presidente da república, quem são os candidatos deles a governador para administrar as polícias para participar disso? Quando você vê, é só uns carabunda aleatório nos estados. Um
▶ 00:42:59 bando de carabunda aleatório nos estados. Um exemplo, o o Rafa, a gente tem porque a gente tem que colocar as pessoas para trabalhar aqui conosco nessa. A gente tá aqui numa torre de comando aqui. Vocês estão assistindo a gente, vocês vão entender. Ganhamos as eleições, o Rafa, no primeiro dia, e é muito parecido com assim e com o que os ingleses fizeram com os alemães no momento da declaração de guerra da da Inglaterra contra a Alemanha na Segunda Guerra Mundial, após a invasão da Polônia. Houve um bombardeiro que os ingleses fizeram contra os alemães. Um bombardeiro inóco no sentido militar, mas um bombardeio no
▶ 00:43:31 sentido de eu vou chegar lá, eu vou eu vou ganhar de você, eu vou te dar a primeira porrada, mesmo que ela seja simbólica. >> Simóica. Uhum. >> Essa é a primeira porrada simbólica. Nós temos que tocar uma primeira comunidade, mesmo que as leis necessárias a isso não estejam todas prontas, mas tem que ser o primeiro dia. E nesse primeiro dia o Rafa vai est fazendo isso no Rio de Janeiro, mas o França tem que estar lá na fronteira, na tríplice fronteira. fechando a fronteira e tirando tráfico de lá, fazendo a mesma operação lá no oeste do Paraná, lá na fronteira com o
▶ 00:44:01 Paraguai. >> Mesma coisa. >> Já falei numa live ontem e meu primeiro dia será em Guaíra. Vamos botar a polícia dentro dessas aldeias indígenas fakes, que cara é o maior cavalo de destrói da da de tróia da história do Paraná. A Itaipu está comprando terras na fronteira para índios. A partir do momento que aquilo vira terra indígena, polícia militar não entra. E o Ratinho não foi homem de falar, não, vai entrar assim e vai descer a porrada. A ordem vai ser o seguinte: bate. Se falar
▶ 00:44:31 cararro ou irro de [ __ ] pode mandar para outro lado que não é índio. Eh, e essa essa vai ser minha meu primeiro dia, com certeza. E é isso. Todos os nossos governadores têm que fazer essa ação no primeiro dia. É importante, gente, ganhar São Paulo, por exemplo, fazer uma movimentação gigante ali e a fronteira, meu irmão, o limite entre São Paulo e Rio de Janeiro fechado, controlado. Da onde vem esse fuzil pro Rio de Janeiro? Ô Evanda, ele não vem voando, meu irmão. Ele não vem de drone.
▶ 00:45:01 Da onde vem esse fuzil pro Rio de Janeiro? Rio de Janeiro só tem saída pro mar, para São Paulo, pro Espírito Santo que divisa com Minas. Da onde vem esse esse fuzil? Então a gente precisa ganhar São Paulo e fechar lá assim, a operação começa agora. >> Alguns dizem que vem caques, né? >> É, qual é? Vem, é, vem do CAC. Imagina, >> pô. Ô, qual é a burocracia aqui? Tem que assinar onde aqui o negócio? É que hora que é? 6 hor da manhã. Vamos 6 horas da manhã que é militar. Alvorada é 5 horas da manhã. 6 horas da manhã assinar aqui. Vamos embora, tropa. Vamos embora. Uf,
▶ 00:45:32 passou. Vamos embora. Fecha a fronteira lá com São Paulo. Fecha a fronteira com o Espírito Santo. Não passa nada. Todo mundo revistado. Vamos embora. E aí a gente segue. E aí São Paulo fecha a fronteira com Paraná, fecha a fronteira com Santa Catarina. E aí, meu irmão, a gente começa a sofocar e fala o demanem. Cadê o dinheiro? Quem tá recebendo? Por que que tá recebendo?Onde tá esse dinheiro? Quem é que tá ganhando? Aí na Faria Lima. Então é na Faria Lima que a gente vai. Ah, na venda presidente Vagas é lá que a gente vai também. E vamos bater duro, cara. Por isso que é importante que a gente ganhe todo mundo. Tem que ganhar o Brigadeiro Santa Catarina, tem que ganhar o França no Paraná, tem que ganhar Evandro no Rio
▶ 00:46:03 Grande do Sul, tem que ganhar o Renan para presidente, pô. Porque o plano é muito grande, gente. O plano é muito grande pra gente não ganhar e não ter a chance de mudar as coisas. O plano é muito grande. A gente precisa ter a chance de ganhar e de mudar. E essas coisas têm que se acontecer aí com Camitante para que a a os caras sintam. Você enforca, por exemplo, a maior parte da rota que vem para São Paulo, que vai pro Porto dos Santos, que é a rota principal do PCC, é a tal da rota caipira que passa pelo estado de São Paulo e ela vai pro Mato Grosso do Sul. Então tem que ter gente na fronteira do Mato Grosso do Sul, tem as cidades entrepostas no estado de São Paulo que
▶ 00:46:33 tem que ter operação abafa ali, aí tá rolando operação. Isso tudo no primeiro dia, depois os dias seguintes, aí entra tal da das Forças Armadas, nós temos que fazer arcos de corporação entre dos governadores pra gente mandar, ó, manda o pessoal do do do meu Deus do céu, daqui de São Paulo, [ __ ] da rota, para ajudar vocês aí no Rio se precisar de efetivo. E deixa a força armada fazendo operação aqui. pega a presidência da República para meter decreto. São as polícias. A gente tem que juntar as polícias e as polícias dos estados tocarem as operações que vão
▶ 00:47:04 derrotar o crime. A o a as polícias brasileiras elas estão há décadas enfrentando de maneira injusta, com menos equipamento e com a imprensa em cima delas o crime organizado. Quem tem que ter a glória da vitória tem que ser as polícias. E nós temos que dar os meios para as polícias vencerem essa guerra. Quando os caras jogam discurso, ah, as forças armadas, forças armadas serão forças auxiliares nesse jogo, meramente auxiliares. Quem vai vencer essa guerra serão as polícias. Quem vai lavar e purificar as ruas com sangue desses bandidos malditos serão as polícias. E nós temos que ter as nossas candidaturas em todas as instâncias,
▶ 00:47:36 oferecendo para as polícias os meios de ação para que essa guerra seja vencida. Porque a gente tem que dar a vitória e a glória na guerra para quem sangrou nesse período todo, especialmente depois da maldita construção de 88, quando a gente vê a a rampa do crime, né? O crime estoura mesmo no Brasil e o morticío são nos anos 90. Os anos 90 foram o inferno. E aí, cara, a coisa se estabiliza ali. A gente está lidando com uma situação que os nossos avós não lidavam nos anos 50. Então, se é esse o jogo, >> tem dia execuções penais, né? Uma
▶ 00:48:07 loucura. É, por exemplo, são eles tem que vencer assim a a as candidaturas tm que ressoar essa dor que as polícias têm e as polícias vão ser viver pela primeira vez um tipo de suporte político que eles nunca tiveram na história do Brasil. E aí, cara, é banho de sangue no nos criminosos. E eu tem que falar nos termos corretos, banho de sangue mesmo. Temos que passar a rapa nos caras e isso vai dar poder político para vocês fazerem a outra parte do governo de vocês, que são as reformas do ponto de vista da competitividade para tornar os estados [ __ ] do ponto de vista
▶ 00:48:37 econômico. >> Isso é uma coisa que >> eu tô escrevendo o artigo com >> Oi, toca aí, França. Vai lá. Eu tô escrevendo o artigo com Orlando e a gente faz o Lelo com o Bolsonaro. Entre a farda e o pijama, o Bolsonaro escolheu o pijama, que eram cheio de militares ali, mas militares eh do exército que poucos tiveram o histórico de combate e muitos ali, a vida inteira foi oficial tomando o que e outro jogando dominó no clube militar de Brasília. Os nossos
▶ 00:49:08 não, os nossos não podem ser assim. Tem que ser gente eh da linha de frente que colocou a pele em risco, como o Rafa falou, >> o brigadeiro falou e o Rafa também pele em risco e também no discurso, né? Eh, o lembrando que o Zoco ele não coloca pele em risco. Quando ele era deputado do estadual, ele votou contra a Brigada Militar, tá? E agora votou a PEC da blindagem. Aí, qual vai ser o discurso dele para enfrentar o crime organizado, né? Ô, e uma coisa importante, gente, é que isso aqui é óbvio que a gente tá
▶ 00:49:39 falando numa live, isso aqui não é uma apresentação de plano de governo, até porque nem poderia. >> Então assim, porque às vezes eu posto algumas coisas no Instagram, a pessoa diz: "Ah, você é muito fraco". Falou: "Gente, pelo amor de Deus, você espera realmente que num vídeo de um minuto no Instagram eu te apresente um plano que tá sendo construído há uma década por 200 pensadores diferentes?" É impossível. Então assim, isso é hater, ex, >> é claro, mas assim, considerem, por favor, isso aqui não é um discurso infantil, assim, a gente não vai no dia primeiro pegar o marm sair atirando por aí. Existe, obviamente, um planejamento para isso, existe uma proposta para
▶ 00:50:09 isso, muita coisa tá sendo pensada, muita coisa é trabalhada em bastidor. Pelo amor de Deus, gente. A gente fala aqui porque a gente tá aqui colocando para fora o sentimento que a gente tem dentro. Mas é óbvio que tem para a gente sabe no Rio de Janeiro, por exemplo, que fazer uma operação de uma comunidade desloca marginal para uma outra comunidade da mesma facção. E aí eu tenho um aumento de criminalidade e mais confrontos naquela outra região. Então não dá para ser simplesmente assim, vamos tomar aquele lugar. É óbvio que isso precisa ser feito com muito planejamento, com cerco tático preventivo. Isso precisa ser feito com
▶ 00:50:39 monitoramento do deslocamento do marginal. Quais são as comunidades que serão ocupadas para ele não se deslocar? com pouca gente dentro do possível, sabendo para quem não tem vazamento de informações. É uma coisa muito grande, gente. Existe um trabalho de inteligência muito grande que as pessoas não sabem nem dizer o que que é o trabalho de inteligência policial. Evandro, todo mundo diz assim: "Ah, vamos investir em inteligência, tá bom? O que que é inteligência policial?" Me explica o que que é inteligência policial. Então, assim, não levem isso aqui. Quem tá assistindo a live, considerando que is é um discurso infantil lloyd. Isso aqui é uma live. Nós estamos pré-candidatos aqui
▶ 00:51:09 conversando sobre problemas e falando as nossas indignações muito mais pessoais do que profissionais e de candidato. Então, considerem isso, pessoal. A gente sabe o que vai, vocês estão falando com profissionais aqui. O Evandro, então, talvez seja o maior profissional de segurança pública desse grupo que tá aqui. A gente sabe o que a gente tá falando, o que a gente tá fazendo. Não leva impression. Para te ideia do tamanho do problema, Rafa, o próximo governador do Rio Grande do Sul vai pegar uma dívida de 133 bilhões, uma polícia civil com 50% efetivo
▶ 00:51:40 >> e 15 facções espalhadas, porque o Eduardo Leite não fez enfrentamento, tu sabe, né? O número de homicídios é um é só um um uma das métricas, né? Eu não acho que é a principal, inclusive, né? Tem várias métricas lem de longe, né? >> É, não é? >> E o crime organizado, ele tá na política, né? Já tá no executivo. Uruguaiana sabe disso, né? Eu tô vendo que tem gente uruguaiano no aqui no chat. >> É aqui aqui ô ô Evando e Rafa e França, aqui em Santa Catarina eu vejo que eh a tarefa é menos em glória nesse sentido, né? A gente tem a gente tem uma
▶ 00:52:11 remuneração boa para pros oficiais e até pras praças mesmo. É um é um dinheiro que dá um uma vida digna. Então existe um plano de carreira muito bom aqui na Polícia Militar. Eh, agora o grande problema aqui é o seguinte, é que tem que ter ser feito de uma forma profilática, porque está aumentando aos poucos a criminalidade aqui. Conforme apertarem de fato Rio de Janeiro, São Paulo, a vagabundagem vem para cá, >> já tá se instalando aqui, né? E cada vez
▶ 00:52:44 mais, conforme for apertando mais para cima, a galera vem se instalando aqui a vagabundagem. Tem algumas células já do PCC, do comando vermelho aqui que não tinha. Aqui antes era o PGC que mandava. Agora você já tem essa essas células se infiltrando aqui de outras facções. E tem que ser feito um trabalho em matéria de segurança pública profilático e sobretudo com ações interestaduais. E eh é impossível você falar de uma uma ação efetiva na área de segurança pública aqui se não tiver envolvido Paraná e Rio
▶ 00:53:16 Grande do Sul também. Sim, >> tem que tem que ser em conjunto. >> O Ministério Público Ros 90 teve a >> só uma parte rapidinho. >> O Ministério Público do Rio Grande do Sul levantou 37 cidades já com membros do PCC inteligência ou fisicamente. Houve uma ação em Caxias do Sul, no aeroporto, onde estouraram um carro forte. Uma das facções gaúchas, né, entregou a inteligência e o PCC entregou o armamento, uma P50, inclusive, que levou a óbit um um brigadiano. Então, estão trabalhando em conjunto já. Deve
▶ 00:53:46 ter mais de 40 cidades hoje com inteligência do PCC no Rio Grande do Sul. >> Sem dúvida. >> Temos que achar nosso gatinho. >> Nos anos 90 teve >> Uhum. >> Pois é. Nos anos >> nos anos 90 teve uma iniciativa da CPI do narcotráfico que foi feita no Senado e foi replicada nos estados. Eh, eu tenho eu tenho um tio que não é de sangue, mas é um tio de coração, inclusive o que eu ajudei a elegência norte, que ele eh tava no Gaeco da época, né? não era o Gaeco e e ele
▶ 00:54:16 participou. Eu acho que a gente tem que pensar algo nesse sentido já e desmobilizando e é uma justificativa até eh que é boa para pros nossos eh candidatos a federal estadual, né? Eh, seria uma porta de entrada boa aí para apresentar como início da solução, né, pessoal? Vamos lá. Olha o time que tá debatendo aqui, né? Pelo amor de Deus, hein? Nenhum novo membro no Valet Plus. Desculpa, Rena, mas é meu sonho. É meu
▶ 00:54:46 sonho. Eu gosto muito de falar isso. Nenhum novo membro entre no valet Plus. Você não sabe que você tá perdendo, né? Olha aqui se quatro candidatos, pré-candidato a governador aqui falando e não temos nenhum ainda novo membro no Valet Plus. Então entre no Valet Plus que você não vai se arrepender. Eu mesmo sou membro do Valet Plus, então não entra. Então entre. Esse curso de filosofia, aliás, eu comprei e é top demais esse curso de filosofia, porque senhores, eu eu sou pedagogo, né? Sou, além de profissional da área de segurança, eu sou pedagogo e tô me formando em filosofia agora também,
▶ 00:55:17 cara. Assistir esses dois falando aí, o o Paulo Cruz e o Ricardo é um negócio assim, é fenomenal. Então, cara, vá pro Valet Plus, entre, por favor, vocês não vão se arrepender, de verdade. E aí a gente tá falando umas que bacana, eu tava, eu terminei agora recente o MBA em política defesa e segurança pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, né? A escola período de guerra fica ali na Urca no Rio de Janeiro, né, onde ficam todos esses militares dessa maneira que você colocou, né, França, >> alguns já condam dominó, néudo, enfim,
▶ 00:55:48 eles estão ali, a escola per de guerra maravilhosa, assim, >> o nível do do ensino, incrível demais, mas cada vez que você via as pessoas falando, você falava: "Cara, o problema é muito grande". Cada cara que venha a falar, se fala, gente, o problema é muito grande, é transfronterismo, é muito imenso o problema que a gente tem, muito imenso. Então assim, e quem tá assistindo a live precisa entender que a missão traz uma solução pautada em muito estudo, em muito planejamento, não é uma solução fonte vozes da minha cabeça e que a
▶ 00:56:18 gente precisa eleger essa galera que tá aqui, mas também eleger deputado federal da missão, eleger senador da missão, para que a gente consiga efetivamente trabalhar no Rio de Janeiro com a legislação nova, com uma nova legislação que me dê base para trabalhar, gente. O Martins tava comentando comigo outro dia, né, Renan? Ouviu tava com a gente no congresso lá que ele uma vez por semana prende o mesmo cara, né? Ele tava comentando com a gente lá. Uma vez por semana ele prende o mesmo cara, ele prende o cara, >> você decora o nome do cara, né? >> Nossa, é exatamente. Fala, pô, meu irmão de novo, ele é, vou lá. Aí, pronto, prende o cara de novo, cara. Toda semana ele prende o mesmo, cara. A gente teve o
▶ 00:56:50 o marido da Márcia Tiburri, né, que é juiz, que soltou um cara que tinha cometido delito 86. Tu viu essa brigadeiro? O cara cometeu o crime 86 vezes. Aí ele foi solto, cometeu o 7º crime. Aí o juiz falou: "Não, mas eu não tinha como prever que ele ia delinquir, >> não podia praticar futurologia, >> néiciente, né, pro cara. >> Quem poderia imaginar que esse cara ia delinquir de novo, né? 86 vezes. >> Olha, mais de mais de 90% das prisões que eu fiz era reincidente.
▶ 00:57:20 >> Impressionante. Impressionante. >> Deixa eu perguntar uma coisa para vocês aí. Gostaria de ouvir a ouvir de vocês também. Lógico, acho que segurança pública é um tema que vai tomar conta do do debate público daqui para frente. Ano que vem, então, vai ser algo muito falado, porque é um é um dos uma das grandes mazelas do Brasil, né? Eu acho que é meio comum em todas as áreas, em todas as regiões. Eh, tirando segurança pública, quais vocês acham que são os outros grandes desafios? O o Rafa
▶ 00:57:52 tá ferrado no Rio é tudo desafio, né, meu irmão? Tudo desafio >> aí lá. Mas sei lá, se tivesse, vocês tivessem que pontuar outra, sei lá, outros dois pontos agudos graves, que que merecem uma atenção maior por parte do gestor que for assumir a cadeira, aí se Deus quiser, será vocês. >> Paraná, eu sei de cabeça, segurança pública, infraestrutura e saúde. Boa que economia, economia, segurança, fora a segurança pública, né? Eh, pô, um
▶ 00:58:23 déficit de 133 bilhões é complicado, né? Inclusive com restrições para concurso, para como é que vai fazer para repor os quadros da Polícia Civil? Tem tem todo um processo ali com o Supremo Tribunal Federal, foi feito um pedido, né, para para recálculo dessa dívida, né? É muito difícil. infraestrutura também, as enchentes lá causaram destruições bizarras no Rio Grande do Sul e a saúde sempre filas que só aumentam o tempo todo. Eu acho que ess os blocos principais do Rio Grande do Sul. >> É o mais machucado em termos orçamentários é o Rio Grande do Sul, né?
▶ 00:58:53 Assim, e e tinha tem toda aquela lenda que o Leite resolveu, >> né? Porque, na verdade, o o Temer deu renegociação para todo mundo e deu um respiro, né, para esses estados, pro Rio Grande do Sul, para Minas, mas estão quebrados, estão [ __ ] eles só rolaram a dívida e tiveram respiro. Nada, adiou o pagamento, só segurou por 3 anos. Exatamente. >> E vinculado a CELIC ainda. Exato. >> No Rio de Janeiro, brigadeiro. Eh,
▶ 00:59:26 até é até difícil começar. A gente tem além do bom, problema de segurança é o principal problema e naturalmente impacta eh outras áreas muito importantes pro estado, né? Mas eu diria que mobilidade urbana é um grande problema no Rio de Janeiro. A gente não consegue fazer a a droga da linha do metrô na Gávia, cara. Assim, não consegue fazer uma estação de metrô, assim, é impressionante. A gente tem um problema das barcas, a gente tem um fluxo muito grande de pessoas que são de
▶ 00:59:56 Niterói, São Gonçalo, e vem trabalhar no Rio de Janeiro. A ponte Niterói não sustenta mais. Então, a gente tem um problema de mobilidade urbana muito grande, um problema de educação muito grande, uma evasão escolar gigante naquela naquilo que compete ao estado, né? É o ensino médio, o ensino médio técnico, eh, em alguns lugares, anos finais do ensino fundamental, dois. Eh, então a gente tem um problema de educação, porque nós temos muitas escolas em áreas que são áreas deflagradas, então na aí é segurança impactando a educação, mas eu acho
▶ 01:00:26 educação um grande problema do Rio de Janeiro. Ah, em termos de saúde, a gente tem questões, a gente tem algumas estruturas bacanas no estado, eh, mas a gente e tem a dívida, né, que é um grande limitador de tudo, né? O Rio de Janeiro tá no regime de recuperação fiscal. Eh, isso aí é um limitador. Bem-vindo, Renan, primeiro membro aí no Valet Plus. Então, a gente tem um limitador que é o a o regime de recuperação fiscal, inclusive para concurso, né? Dá para fazer concurso, especialmente nas áreas mais críticas, né? Eh, a gente, eu, por exemplo,
▶ 01:00:58 defendo ciclo completo de polícia e fazer ciclo completo de polícia tem um impacto orçamentário, então tem uma dificuldade de fazer ciclo completo de polícia, ã, por causa por causa disso de impacto, dificuldade de investir em infraestrutura. Agora, o plano que a gente tá montando paraa infraestrutura, que obviamente não vou falar para não para não dar tom de campanha sem poder, é absurdo, assim, porque a gente tá montando, as pessoas que estão junto comigo montando o plano de mobilidade urbana no Rio de Janeiro, é um negócio absurdo que você olha e fala assim: "Gente, como é que ninguém pensou nisso antes?" Então assim, para mim, hoje eu diria:
▶ 01:01:29 "Segurança principal problema, mobilidade urbana e educação são os principais problemas do Rio de Janeiro, sem obviamente contar a dívida gigante que o Rio de Janeiro tem. >> 11 bilhões, tá? 11 bilhões. >> É, meu irmão, Deus te abençoe. >> 133 aqui, pô. É >> 133. A minha missão não é tão em glória não. Aqui aqui um grande problema que a gente tem em Santa Catarina é tirando a segurança pública. Ela entra inclusive logicamente tirando ali Florianópolis e
▶ 01:02:00 alguns outros algumas outras cidades maiores. A segurança pública que ela é muito mais no sentido profilático, acredito eu, de impedir que a coisa se agrave, né? a gente tem problema sério com drogas aqui, que envolve logicamente segurança pública, mas outros fatores eh também você tem que incluir outras outras secretarias juntos, porque eh e tem que tá fazer um trabalho, cara, de de resgate dessas pessoas que é muito complicado de fazer. E logicamente com a
▶ 01:02:30 migração, com a imigração que a gente tá tendo aqui, tá tendo cada vez mais gente morador de rua, coisa que não tinha. Então esse é um problema sério que a gente tá tendo aqui. Infraestrutura aqui é um problema grande. A gente tem o Oeste muito por diante ali na a parte do agro e uma dificuldade de escoar essa produção enorme. E tem pack, sai pac, entra governo, sai governo e uma dificuldade incrível de fazer a coisa acontecer. E a gente >> brigadeiro, só
▶ 01:03:00 >> pode falar >> um comentário sobre isso. Uma vez eu moro aqui em Curitiba, lá em Curitiba e muita gente Chapecó vai estudar lá, né? Uma vez eu fui levar um amigo meu para Chapecó. Que estrada horrível. Chapecó não, Joaçaba. Que estrada horrível, velho. >> É impossível ali, cara. Impossível. Tem como >> as estradas, desculpa, >> não, não. Tipo, é, é sobre isso. Brigadeiro. Eles arrumaram aquela estrada que liga Blumenau a ao Porto em Itajaí. Hum. Tá uma merda
▶ 01:03:30 >> ainda. Ainda tá uma merda. Ainda não chegou nem em Blumenau de forma completa. E o o projeto era ir até oeste, né? >> Sim. >> Inclusive com um projeto do ex-governador do Moisés, que inclusive tive uma conversa boa com ele hoje, é um cara que vai que vai me municiar com muita informação, muito estudo que ele tinha. o cara fez uma excelente gestão aqui. O projeto que ele tinha, só como ele não foi reeleito, não conseguiu
▶ 01:04:00 fazer, era justamente de inclusive ao lado da 470, que é que é essa, em parceria com o governo federal, inclusive ia ter uma estrada de ferro que ia ligar ligar o oeste até os nossos portos aqui navegantes e tajaí e seria uma mão na roda para essa galera lá do Oeste que tem uma dificuldade e acaba encarecendo muito o custo do fret. E aí você entra em algumas épocas do ano mesmo, festa e finais de ano, final de ano, é impossível transitar por ali. É impossível.
▶ 01:04:31 >> Então é um desafio muito grande que Santa Catarina tem e a qualificação da mão de obra também, né? Embora a gente a gente tem aqui um índice de desemprego ficando comparado com os demais estados, é muito confortável, né? e até historicamente falando, mas a qualificação é um grande problema. É um grande problema. As cidades vem crescendo muito, vem se desenvolvendo bastante, há necessidade de mão de obra qualificada e uma grande dificuldade encontrar essa mão de obra. Então é algo
▶ 01:05:02 que também tem que ser trabalhado. >> Deixa eu fazer uma pergunta para vocês. Perdão. Fazer dentro da >> perdão. Fala Rena, fala. >> Não, não. Antiguidade p, pelo amor de Deus. Antiguidade é p nada mudou. Não tá chovendo para cima ainda, por favor. >> Tá bom. Então, que falar de Santa Catarina, eh, porque é muito bizarro. Você tá tendo uma aquela a BR que passa ali pela pelo litoral, quando você sai, tá em Florianópolis, todas aquelas cidades, né, balneário, tá tá conurbando as cidades ao redor. Então, a o que era
▶ 01:05:32 uma estrada virou uma avenida. Hoje, quando você passa em Balneário você tá passando uma avenida. Não é mais uma estrada. >> E aí, como é que você pode misturar turismo com carga? como num estado que é agroexportador e exportador de produto industrial. >> É meio loucura isso. A a parte de infraestrutura de Santa Catarina é ridícula. É ridícula. E são aqueles problemas que em que o Brasil é doentil que não sobra dinheiro para investimento. A gente não tem capacidade para investir em infraestrutura. E aí você pega um estado que tá tipo assim, tá tá empurrando, ó, quero exportar,
▶ 01:06:02 quero vender e não consegue. Cara, eu lembro dessa história dessa rodovia e que precisa precisa ligar e táí pro interiorzão e tal. E os caras não conseguem terminar. Aí os catarinenses votaram no Bolsonaro, todo mundo. Não, o Bolsonaro vai ajudar. Vou lembrar do Tarcísio aqui. Ajudou [ __ ] nenhuma. Tarciso ficou inaugurando ponte de madeira na PQP, no lugar onde teve eleitor, onde proporcionalmente, talvez foi o lugar mais votado do Brasil, especialmente ali naquele vale do Vale de Tajaí que pega alemãozada ali, Blumenau e tal. Meteram [ __ ]
▶ 01:06:33 >> É, >> meteram [ __ ] Para quem é de Santa Catarina, sabe do que a gente tá falando aqui. É bizarro um lugar que tá gerando PIB. Não tem investimento em infraestrutura nenhum ali. >> Pois é. E aí a gente teve uma, a última grande obra foi ali um uma nova, uma nova rodovia que fizeram derivando da BR101 ali na altura de governador Celso Ramos para tentar tirar um pouco do trânsito. Melhorou alguma coisa. Foi obra do Moisés, mas como você falou, Renan, teve um grande problema que é o seguinte, o Moisés, que era um cara fez uma excelente gestão aqui, como
▶ 01:07:06 ele não prestava vassalagem a Bolsonaro, ele ficou 4 anos sendo completamente eh que imaginam, >> completamente ignorado pelo governo federal, né, em tanto em sentido de recurso e até quando ele queria tocar as obras com recurso do estado, ele era bloqueado. Eu lembro disso. O governo federal cagou e tinha uma escolha política. Não a toa gente lembrar, porque o Tarcío vira governador de São Paulo. Como eles tinham medo, uma paura do Dória, o governo federal não inaugurava obra nenhuma em São Paulo. O
▶ 01:07:36 Tarcío virou governador de São Paulo colocando São Paulo em último lugar no ranking de investimento do governo federal, infraestrutura. Eles selecionavam onde era interessante ali e como o centrão tomou, eles começaram a investir no Nordeste. Legal. O Nordeste precisa de investimento. Mas onde o PIB tá demandando mais não é lá >> o PIB. Você for pegar assim, cara, São Paulo, você fala pegar a conexão São Paulo Rio, a estrada, a gente passar por aquela Serra das Araras, tem uma serra que é um absurdo. Os dois maiores PIBs do Brasil teriam
▶ 01:08:07 uma serra, uma serra que assim para passar por ali é meio é ridículo. É ridículo. >> Manda, manda, manda. Ah, cara, assim, Renan, pelo menos falando, cara. Gente, eu vou ser candidato a, sei lá, vereador de Tribobó, tá? Porque Rio de Janeiro é uma aqui a gente tava índice de desemprego no Rio de Janeiro no segundo trimestre é 8,1%. E aí, qual é o grande lance disso? Fala assim: "Pô, mas tá faltando emprego?" Não falta. Você vai, você vai na rua, você vê lá opção de emprego, falta
▶ 01:08:38 realmente mão de obra qualificada para aquele emprego. Esse é um ponto, tá muito lincado com educação também. Agora vocês falaram de um ponto de infraestrutura. As principais commodities do Rio de Janeiro, que o Rio de Janeiro produz, exporta, as principais são petróleo e gás natural, cana de açúcar, em terceiro lugar mandioca, a terceira po do Rio de Janeiro, sério. >> Ah, e depois café e frutas em geral são as comodit Rio de Janeiro. Petróleo de gás, OK, vai bem. cana de açúcar. A nossa cana de açúcar
▶ 01:09:08 no Rio de Janeiro, ela é 43% menos rentável do que a cana de açúcar de São Paulo, por exemplo. A a nossa mandioca, apesar de ter ser terceiro maior commote do Rio de Janeiro, tem uma dificuldade imensa de ter preço competitivo, porque a gente não consegue, brigadeiro, escoar a produção. >> Uhum. a nossa custa muito mais caro porque a gente não consegue escoar a nossa produção. Então assim, não tem como a gente falar de Rio de Janeiro melhor, de Rio de Janeiro próspero, de Rio de Janeiro grande. Então assim, eu vou matar o bandido, sim, eu também vou
▶ 01:09:38 matar o bandido, mas eu também preciso pensar o seguinte, eu tenho um agricultor familiar aqui que produz mandioca, que é a terceira maior commodity do Rio de Janeiro, ele não consegue esquar a produção. A estrada que leva da capital ao porto do Açur, que opera com 1 quinto da sua capacidade, é uma estrada de mão única. >> Eu já fui lá. É, é uma piada aquilo. >> Isso é ida e volta. É uma estrada que tem caminhão para caramba, acidente para caramba. É até federal, né? Ô, ô, Evandro, >> é até federal. É a BR101.
▶ 01:10:09 >> É que vai, é que vai pro Espírito Santo, que vai pro Porto do Açu. É uma via. Ô, brigadeiro. E aí, caminha? Como é que eu expor? Como é que eu vou escoar essa produção? Cara, eu tenho baia de Guanabara gigantesca. Eu não consigo escoar a produção de cana de açúcar por ali. Eu não consigo escoar a produção da terceira maior comot do Rio de Janeiro, que é a mandioca, pela Bahia de Guanabara. Eu tenho que subir por doçu. Aí a estrada é uma porcaria. Me explica, cara. Me explica como é que a gente tá falando do Rio de Janeiro próspero, grande do Rio de Janeiro, do Rio de Janeiro que se coloca na posição da
▶ 01:10:39 capital cultural do Brasil e quer se colocar na posição de capital econômica do Brasil. uma baita metrópole, cosmopolita, que recebe turista, etc., se eu não consigo escoar a produção de cana de açúcar e isso fazer ela custar ser 43% menos rentável que a cana de açúcar de São Paulo. Então, sabe, a gente a gente precisa sair um pouco dessa infantilidade e dessa discussão boba. Ah, porque não sabe, porque cara, assim, tá muito claro, a gente precisa falar de saneamento básico, cara. Poxa, tá falando de commod, mas eu vou
▶ 01:11:10 contar uma história para vocês aqui. Eu peço desculpas que eu falo muito, peço peço perdão. Eh, mas eu fui atender uma ocorrência num lugar que vocês todos conhecem comida chamado cidade de Deus. >> Lógico, >> né? Uma uma uma favela no Rio de Janeiro, uma comunidade no Rio de Janeiro. Tem umas áreas melhores, mas tem áreas muito pobres, de gente realmente miserável. E a gente tava procurando a casa da pessoa que precisava de atendimento. A gente não conseguia sequer achar a casa. Aliás, essa semana teve que é um outro problema do Rio de Janeiro, que são as barricadas. Para mim, em termos de
▶ 01:11:41 segurança, é o principal problema do Rio de Janeiro. A gente teve um incêndio em Campinho que o bombeiro não conseguiu subir por causa das barricadas. O incêndio chegou numa creche e não conseguiu subir por causa de barricada. Então esse é um problema. Mas enfim, a gente procurando a casa ali não achava. A gente parou a ambulância, falou: "Cara, para a ambulância aqui que a gente precisa fazer contato com o solicitante para achar. A gente vai ficar rodando, não vai achar." Nesse momento, cara, é até difícil falar. Nesse momento saiu uma criança de dentro de um um barraco assim, não tô querendo ser ofensivo à casa dela, mas era um barraco.
▶ 01:12:11 >> Uhum. >> Feito de lona, de propaganda e tudo. Ela saiu, ela pegou um balde, ela fez cocô e xixi no balde e jogou no rio. Cara, aquilo me impactou tanto, tanto, tanto. Falei: "Cara, como é que essa criança compete com os meus filhos, por exemplo? Qual Qual é o futuro dessa criança? Qual é o futuro desta criança numa área dominada por criminosos que não estão nem um pouco preocupados com eles? num lugar que o estado não chega e que ele
▶ 01:12:41 precisa, ao invés de estar na escola aonde ele vai provavelmente só para comer, porque ele não tem condição de desenvolver uma estrutura acadêmica na vida dele. E ele está fazendo cocô e xixi num balde, numa favela, numa comunidade que fica na Barra da Tijuca, dos o segundo bairro mais caro do terceiro bairro mais caro do Rio de Janeiro, só perde pro Lebão e para Panema. Sabe que o problema é muito profundo, cara. Problema é muito profundo, brigadeiro. É muito, é muito difícil, cara. É muito
▶ 01:13:11 difícil. Então assim, ou a gente realmente vai se unir aqui, galera? A gente precisa salvar o Rio de Janeiro. A gente precisa, a gente precisa realmente se mexer aqui e entender que a gente tem criança fazendo cocô num balde, cara. >> Uhum. >> Ao invés de estar na escola, ao invés de estar tendo chance de competir, aí não tem. Aí chega lá, eu não tenho esse jovem no futuro, porque a gente precisa pensar política, olhando pro futuro. E esse é um outro problema. Todo mundo quer a solução imediata. Não tem solução imediata pro Rio de Janeiro, nem para lugar nenhum. A solução passa por um processo muito longo, muito difícil, de muita de cara de de cortar
▶ 01:13:43 muito na pele, de cortar muito gasto, de investir corretamente o dinheiro que tem. É uma solução que a gente vai começar a colher no longo tempo. As pessoas querem tudo pro imediato e não tem nada imediato nisso pra gente daqui a quando esse jovem chegar lá pro mercado de trabalho, qual é a preparação desse jovem brigadeiro? >> Não vai ter, pô. >> O que que ele zero? >> O que que ele sabe fazer? Vai pegar um subemprego, coitado. Vai, vai, vai ficar carregando batata no Seasa, alguma coisa, entendeu? E aquele e aqueles que não t e aqueles que tem mau caráter, cara, é mão de obra pro crime, ó. Aqui,
▶ 01:14:14 ó. >> O Peta não me pro crime organizado, bicho. Ele vai dizer: "Pô, tá faltando com na tua casa". Tranquilo, pô. Fica só paradinho para mim aqui, ó. Polícia veio, tu sobe a pipa, desce a pipa aí. Quando a polícia vier, tá aqui, ó, 50 prata para tu comer, já leva uma quentinha pra tua mãe lá. >> É isso aí. O jovem bacana, ele vai subir na bicicleta do Itaú e vai entregar um iFood lá, não vai fazer a correria dele. O jovem mau caráter, o jovem que tá desesperado, que não tem nem estrutura cognitiva para entender o que tá acontecendo. É mão aqui, cara. É, é mão beijada pro crime organizado. >> É a força de reposição do crime. É óbvio.
▶ 01:14:44 >> [ __ ] você tá maluco, cara. E só nós temos plano para isso. Imagina isso. Isso no nível federal vindo de cima, Renan Santos, presidente vindo de cima, o peso da máquina federal auxiliando os estados brasileiros. Cara, >> você tá doido, cara. Vocês não acham que essas zonas de eh zonas de conflito ou zonas muito pobres em que há a formação dessa desse capital humano pro crime organizado, todas as escolas têm que ser militarizadas eventualmente, se não federalizadas, todas militarizadas. Vocês acham OK isso aí? Porque para mim
▶ 01:15:15 me parece o natural. Hoje você consegue saber de onde vem a força de reposição do crime. Jovens, homens mais pobres, com famílias estruturadas. Você tem o mapa de onde estão essas pessoas, você sabe o nome é o RG dessa pessoa, o CPF no mínimo da mãe, você sabe onde elas estão, você sabe como tá. E como o Evandro falou, eh, como é esse jovem depois vira reinistente, é um número pequeno de rapazes, mas é um número constante, é uma força de reposição constante. Eh, não deveria ser um um
▶ 01:15:45 foco nosso assim, militarizar essas escolas e ter um acompanhamento pedagógico, psicológico muito pesado no sentido pesado de presença, né, não de opressivo, eh, com esses rapazes. Eu digo mais, >> meu único receio é >> deslocamento de efetivo. Esse é o problema de muita escola militar e talvez a gente fique com muito militar dando aula e pouco combatendo crime. E eu aqui eu não sou de família militar,
▶ 01:16:15 né? Mas eu fiquei eh amigo de do dos militares que comandavam minha cidade. E quando eles mudaram para Curitiba, eu mudei também. Eh, eu sou uns dois anos mais velho, então, eh, quando eu mudei para cá, eles eles mudaram pro colégio da polícia aqui mesmo, o CPM. E então assim, eu conheço muita gente que por histórico militar acabou virando militar também, né? E, cara, eu tenho assim dos meus amigos, 1/3 deve est lotado em colégio CPM aqui no Paraná agora. E eu
▶ 01:16:46 acho que essas pessoas estariam melhor alocadas se estivessem na rua, de fato, principalmente no alto do vigor, né? Tô falando de gente de até 34 anos, não mais do que isso. Então, eh, a expansão desenfreada das escolas militares, eh, me traz esse receio de você tá deslocando bons policiais com eh vitalidade lá em lá em cima para para outras atividades. >> Eu acho que você pode trabalhar até como com o pessoal que já tá aposentado,
▶ 01:17:18 inclusive na >> reserva >> é na reserva traz de volta. E eu acho que que isso é importante porque primeiro primeira coisa que essas crianças nessas áreas vulneráveis precisam é disciplina, ordem e disciplina, primeira coisa. Mas eu acho que só isso não é o suficiente. Eu acho que seria interessante também trabalhar com as escolas em turno integral e oferecer uma série de de oficinas. E aí eu eu tenho eu tentei fazer eu eu tive à frente aqui da como diretor de
▶ 01:17:49 esporte da Fundação Catarinense de Esportes, a gente coordenava aqui 295 municípios e eu tentei implantar um projeto, mas esbarrei na burocracia. E aí é logicamente você tem que ter uma, você tem que ter parceria com as assembleias para conseguir desburocratizar e tornar isso mais fácil. você tem uma série de de porque assim, eu entendo o seguinte, que nesse nesse ponto que o Renan falou, eu vejo o esporte como uma grande ferramenta. Por quê? Se você pegar um um grupo aí de 50
▶ 01:18:21 moleques, fala assim: "A, quem quer assistir uma aula de física, uma aula de matemática, ninguém vai querer assistir." Se tu chegar pros 50 moleques, falar assim: "Que que é fazer uma aula de futebol, um jitsu alguma coisa?" os 50 vão querer. Então você pode iniciar eh eh proporcionando a eles também a prática esportiva e depois num segundo momento, você vincular a permanência deles na prática esportiva a um bom rendimento nas aulas. Dessa forma você consegue um resultado satisfatório. Então, pode ser feito alguns alguns convênios com federações
▶ 01:18:51 de judô, de gitso, de artes marciais que são valorosas no sentido de passar disciplina e e valores, né, princípios que hoje estão tão escassos, principalmente nessas áreas, para você ter professores nessa, aí, inclusive professores da própria comunidade, porque acontece aí você passa a ter referenciais positivos da própria comunidade trabalhando ali dentro e disputando como referencial. com o vagabundo que passa uma droga,
▶ 01:19:21 entendeu? Então, esse cara recebendo um salário digno, esse cara trabalhando com a molecada, conhece a realidade da comunidade e passa a ser um referencial positivo na vida dessa molecada. Então, eu acho que o esporte, na verdade, eu eu não consigo entender o esporte desassociado da educação, tá? Perfeito. >> Eu acho, eu acho que essa segregação, esporte de um lado, educação do outro, eu não, de fato, eu não consigo entender. Para mim tinha que ser algo único.
▶ 01:19:51 >> Obrigadeiro. Vou falar como pedagogo agora, tá? Eh, eu acho a Escola Cívico-Militar uma opção bastante interessante, mas não acho que deva ser a única opção. Acho que ela pode ser uma alternativa para aquelas famílias que desejam educação muito mais formal e muito mais colocada dentro de uma forma. Então, pedagogicamente falando, os alunos das escolas cívico-militares tem escolas cívico-militares, o colégio militar é uma escola cívico-militar excepcional,
▶ 01:20:22 entrega resultados incríveis, mas tem prova de seleção, né? Uma escola pública diferente, né? A Fundação Osório no Rio de Janeiro entrega resultados excepcionais, enfim, mas escola cívico-militar, estadual, pública, gratuita, que você não tem que fazer prova de acesso. Eu acho que ela pode ser uma uma alternativa, dado que muitos jovens eles já vem do ensino, aí falando como estado, já vem do ensino fundamental com uma defasagem muito grande de aprendizado e terão muita dificuldade no ensino médio, tá? Eh,
▶ 01:20:53 então você colocar todo mundo dentro da mesma forma, pode ser que você não consiga suprir as demandas pedagógicas daquele aluno. >> Uhum. >> Vai ter aluno que vai embora, que vai chegar lá, vai despontar, vai gostar da disciplina, vai adorar, etc. Vai ter esporte e vai embora. Então, eu acho que a escola cívico-militar ela é importante, tendo também a opção da escola tradicional, né, aquela que não é cívico-militar. E aí a família entendo a demanda do seu aluno ou o próprio a própria direção pedagógica, entendendo a demanda daquele aluno, fala: "Olha, você
▶ 01:21:23 tem perfil para escola cívico-militar, quer ir para lá?" Bacana. Você tem perfil paraa escola mais tradicional, que tem uma abordagem pedagógica que vai se adequar a você e você vai para aquele lugar. Agora, como esporte, brigadeiro, eu falei isso num outro MBL News que eu participei. Cara, eu tenho um sonho real, assim, real. Primeiro dois. Primeiro que se eu for governador do Rio de Janeiro, todas as minhas sextas-feiras pela manhã, eu estarei numa escola estadual diferente, fazendo um clube do livro. Será minha agenda de sexta-feira de manhã. Eu vou a uma escola fazer a leitura de um livro com
▶ 01:21:54 aqueles jovens e vamos debater aquele assunto. Então, toda sexta-feira minha agenda da manhã será essa. E um outro ponto é o o potencial atlético dos nossos jovens é gigantesco. Como é que os nossos jovens não estão estourando de ganhar bolsa pra universidade americana, pra universidade canadense, bolsas de atleta e até bolsas acadêmicas? brigadeiro. A, o meu, a minha a minha ideia é ter um plano, é ter um plano é que você vai
▶ 01:22:25 ganhar em Santa Catarina. Se você não ganha Santa Catarina, não ganha aqui, você vai coordenar esse plano aqui, cara, que é pegar os jovens das escolas públicas, prepará-los durante os três anos de ensino médio academicamente no esporte, exporte de alto rendimento e eles conseguirem assim que terminar a o ensino médio, serem considerados para bolsas de estudo nas universidades americanas, canadiensas, universidades de fora do Brasil. Meu sonho é terminar o primeiro ano de governo com 50 jovens com bolsa e atleta e 50 jovens do Rio de Janeiro
▶ 01:22:56 que estudaram escolas públicas do Rio de Janeiro com bolsas acadêmicas e universidades americanas, inglesas, francesas ou canaisas. Esse é o meu sonho. E o meu sonho pra frente é pra frente ter um jovem que estudou numa escola pública do Rio de Janeiro ganhando um prêmio Nobel de ciência. >> Esse é teu sonho, cara. Se você, se você e os demais colegas me permitirem, eu queria compartilhar com vocês um projeto que a gente iniciou aqui em Santa Catarina e que eu faz parte de uma ideia
▶ 01:23:27 que eu sugeri ao senhor Eduardo Bananinha em 2017. Eh, é um modelo, mais ou menos o modelo americano onde você tem, porque, vamos lá, qual que é o grande problema? Eu acho que vocês vão concordar comigo, onde o grande problema hoje de manter o jovem na sala de aula é que ele não vê. O jovem quando eu falo é da desses dessas áreas vulneráveis, tá? Ele não vê uma possibilidade de mudança de vida, uma mudança relevante na sua vida através do estudo. Então a motivação
▶ 01:23:58 dele é muito é muito pequena. Ele olha pro lado, vê o companheiro que falta aula passando uma droga, ganhando um dinheiro, ele fala: "Pô, vou estudar aqui para ganhar R$ 2.000, R$00 de salário". Que que acontece? O que que a gente iniciou aqui? Quando eu tava na na fundação de esporte aqui, eu fiz uma conversa, existem dois grupos aqui que coordenam todas as as instituições de ensino superior privado. São dois grandes grupos de de universidades e faculdades aqui de Santa
▶ 01:24:28 Catarina. Eu chamei esse pessoal para conversar e falei o seguinte: "Olha, eu enquanto fundação de esporte eu quero botar dinheiro do governo e montar uma [ __ ] liga universitária, mas uma [ __ ] liga universitária aqui com transmissão ao vivo, onde você vai lá e você vai expor a logo da tua universidade, não sei por quê. Se você estimula a disputa entre essas universidades, eles vão querer os melhores atletas. Se eles vão querer os melhores, os melhores atletas, irmão, não vão estar em Ipanema e no Leblon. Não adianta. Exato.
▶ 01:24:59 >> Tu vai pegar um playboyzinho de panema Leblom, gordinho, que come bolacha, fandango, vai botar com o moleque desse criado no ódio, na rocinha para disputar uma corrida de 100 m raso, esse moleque no ódio, ele vai, >> ele vai dar de 1000. >> Então o que que você faz? você começa de cima para baixo a criar uma a criar uma rede de recompensa, onde você começa a ter num segundo momento a própria família do moleque do favelado falando: "Não, o senhor, o senhor vai sim pro
▶ 01:25:30 colégio e o senhor vai sim pra escolinha de vôlei, de basquete à tarde, quando tu tiver de bobeira, ao invés de ficar de bobeira na rua." Porque ainda que as suas notas não sejam nota 10, se você tiver uma nota, OK, mas você for um [ __ ] jogador de vôlei, um [ __ ] eh corredor, você vai garantir uma vaga na universidade, você vai poder ser médico, coisa que eu jamais vou ter condição de pagar para você. Então, quando você e e não é difícil, tá? Quando eu conversei com esses dois
▶ 01:26:00 grupos que representavam aí 30 e poucas instituições de ensino, todos adoravam, ador adoraram a ideia, falaram: "Caralho, que irado, [ __ ] a gente vai poder expor, então sim, só que vocês vão, eu quero que vocês destinem, a gente vai fazer um estudo e vocês vão destinar uma quantidade x de vagas que eu vou oferecer, porque aqui a gente tem, isso é uma coisa que tu tem que implantar aí, Rafa, que São Paulo já tem. Santa Catarina é o é o sistema esportivo mais avançado do Brasil, tá? que a vanguarda do esporte disparado. A
▶ 01:26:30 gente tem Olimpíadas eh eh estudantis, a gente tem jogos abertos e e com uma participação monstruosa. Santa Catarina está na vanguarda do esporte, mas ele acaba sendo eh tem uma um problema muito grande que a gente tem nossos jogos abertos e não tem uma grande liga universitária, que é o que falta para colocar pro jovem ver todo o processo e entender que ele vai, [ __ ] a família tem sonho de ter um médico, nunca nunca vai ter um médico. A faculdade de medicina é R$ 12.000. Esse moleque não
▶ 01:27:00 tem condição de fazer um cursinho, não vai passar para o FRJ para uma. Então esse moleque fica pelo caminho. Agora se ele for um bom jogador de basquete, de repente ele não consiga chegar numa Olimpíada, mas vai servir para ele ser um médico, ser um engenheiro e dar uma vida digna para ele, pra sua família e se tornar um referencial positivo dentro da sua comunidade. Aí a gente começa a mudar a realidade de fato, entendeu? E não é difícil, Rafa. Não é difícil plantar isordo. De acordo de acordo. E
▶ 01:27:30 >> e cultura de excelência ela arrasta. Se o cara eh é apresentada uma cultura de excelência no esporte, isso vai passar para para outras áreas da vida. Eu sou um exemplo disso, assim, eh, eu sempre fui fui acima do dos meus colegas de de turma, eh, mas sempre fui muito, mas muito muito muito muito irresponsável. Eh, não gostava de estudar, eu era o rei da bagunça, digamos assim. >> Uhum. A partir do momento que eu entrei no vôlei, até pelo meu tamanho, né, não
▶ 01:28:01 tinha mínima capacidade de ser jogador de futebol, eh, cara, eu fui moldado pelo meu técnico Juliano Trindade. Até durante a minha vida atlética eu tive bastante problema com ele, né, que ele tinha síndrome de Bernardinho, ele queria pegar no colarinho, tal, e eu ficava maluco com isso. É, então a gente acabou se estranhando bastante quando quando eu jogava, mas cara, eu devo minha vida hoje a esse cara, a esse cara. E eu estudei minha vida em colégio
▶ 01:28:31 público, eh, da rapaziada que estudou a vida inteira comigo e conseguiu altos cargos, digamos assim, ser médico. Eh, tem dois que eu me lembro que foram viraram médicos, mas porque sempre tiveram essa cultura, tiveram de família mesmo assim, apesar de de ser filho de um de um intelectual, meu pai era bem intelectualizado. Eu não tive essa disciplina em casa, porque o meu pai era intelectual, mas não era disciplinado. E
▶ 01:29:01 e eu e a minha a minha salvação foi necessariamente o esporte. >> Legal. >> Posso só só só falar um negócio rapidinho. Entrou dois Valet Plus. Todo mundo que tá no Valet Plus hoje ganha duas revistas Valete, a do mês passado, desse mês. Lindona. A essa aqui é inclusive o modelo novo da Valete, tá? >> E voltar porque essa discussão tá assim, tá dando maior liga aqui. Essa live tá bem boa. Posso te falar, tá bem melhor do que imaginava essa live, tá? A gente tem que transformar uma live regular, porque o que vai acontecer é uma live que tá sendo assistida por militantes do MBL ao redor do Brasil. Uma das
▶ 01:29:32 primeiras coisas que vão acontecer nas pré-candidaturas a governo é essa turma começar a se reunir, a gente começar a estrurar, estruturar time de militância e em pouco tempo vocês ter um time de militância real trabalhando nas pré-campanhas em todos os estados de vocês. Você for puxar aí do Rio de Janeiro, da região da serra, lago, a capital, baixada, você vai encontrar time. Mesma coisa no Rio Grande do Sul. A gente tem gente nossa em todos os estados. Agora é, a gente vai começar esse processo de aglutinação. E uma coisa que tá muito legal é que a gente tá já pensando em propostas. Eu ia jogar
▶ 01:30:02 isso, eu eu um um pegar um estudo até depois posso passar pro operador. Tem alguns estudos que demonstram uma correlação direta entre baixa inteligência e cometimento de crime violento. E também existem estudos que mostram uma correlação muito forte. Essa é talvez a mais forte de todas entre ausência paterna e cometimento de crimes violentos. Então, a gente tá falando de um garoto que já não seria brilhante, que não vai eventualmente passar numa grande faculdade, por diversas razões.
▶ 01:30:33 Boa parte da inteligência, ela é herdada geneticamente, mas também entra no caso daquele daquela daquele menino que o que o Rafa descreveu, alimentação muito deficitária na primeira infância, doenças parasitárias na primeira infância, um desenvolvimento cerebral eh prejudicado. Isso faz com que essa pessoa tenha um desenvolvimento escolar prejudicado, cognição prejudicada. E aí os estudos mostram o K, o Kemin é bem fera nisso, K puxou isso, que esses meninos que vão se tornar a mão de obra mais barata do crime, essa força de reposição barata, eles vão muito jovens pro crime e não ganham nada. Não ganham nada. O cara
▶ 01:31:05 ganha, tira menos de R$ 1.000 no mês e trabalhando pr os caras. Eles são uma força semcrava novamente pela condição familiar, pela revolta toda de uma vida que foi frustrante e por terem uma baixa capacidade cognitiva. Onde eu quero chegar? Esses caras vão precisar de um acompanhamento escolar diferente. E esse acompanhamento escolar é que é perceptível ali, vai se dar muito nessa geração de disciplina, porque o cara tem que compensar eventualmente esse déficit com muita disciplina e a disciplina gera
▶ 01:31:35 isso. Oferecer trabalho técnico ou esporte, que que umas coisas que vocês estão levando, porque o esporte faz com que esse cara deixe de ser um estorvo no sentido e acabe com as forçações. Ele passa ser um sujeito realizado. A realização que ele procura no crime, ele passa a encontrar em outros meios. né? E esse novamente esse essas pessoas existem, elas têm RG, algumas não tm CPF, mas tem RG, tem a é é fácil de detectar onde elas estão e você consegue dar esse acompanhamento na ponta. Eu acho que o efeito que a gente tem, né,
▶ 01:32:05 esse efeito, como é que posso colocar da do trabalho educacional na base nesse rapaz e é um menino homem, né? Não é o crime violento raramente é cometido por mulheres. Você vai ter mulher que faz parte da estrutura do crime, mas mais a estrutura burocrática. o homem faz o ele é o cara que comete o crime violento. Cara, não tá difícil a gente detectar e ter um trabalho integrado para isso. E aí tem a outra ponta que é como identificar os super talentos, né, ou os meninos talentosos que ã tão excedendo limite numa sala de aula e são limitados pelo um sistema educacional que a gente
▶ 01:32:36 tem que é muito frágil, né? O Guto tem um projeto que entrou aqui que identifica quem são esses rapazes e oferece rapazes e moças, né? E aí os caras que estão com essas notas mais altas, você oferece bolsa em escolas particulares de alto nível para já você oferecer não apenas um um ensino melhor, pro cara aproveitar a potencialidade dele, mas para ele se inserir em outros meios sociais, que faz diferença também até em termos de imaginação, de possibilidades dos caras. E a galera da Meiuca, o que que vocês pensam? A galera que não é nenhum, >> só tem que tomar cuidado aí para não
▶ 01:33:07 criar muita tábata nesse processo, né? que a Táta foi é bem isso. >> Eh, eh, até trazendo um exemplo fora do esporte, hoje eu tomei um café com um cara que eu já conheço há muito tempo. Ele era vinculado à Confederação Nacional do Jovem empresário e ele ele se ele sempre foi católico, mas ele ele teve uma conversão mais séria, digamos assim, nos últimos anos ele entrou na obra no Opus Day e aqui a no Paraná a obra tem três escolas que é a Mananciais
▶ 01:33:39 em Curitiba, tem uma em Cascavel e tem em Londrina que são nomes distintos e eu não vou me lembrar o nome. Esse cara que que ele fez? eh, ele colocou os filhos na o filho, né, o filho homem na na Opus, eh, na escola da OPS e a vida do moleque foi transformada. Ele ficou tão impactado com isso que ele falou: "Cara, eu preciso criar uma empresa eh para tomar gestão da primeira infância do dos municípios e aplicar o mesmo método. O que esse cara tem feito em pequenas
▶ 01:34:09 cidades do Brasil é uma coisa impressionante. Impressionante. não é algo, eh, vamos dizer, é uma educação secular, é, não há envolvimento religioso necessariamente, mas apena, apenas o, o encaixe, digamos assim, pequenos encaixes, o que ele tá economizando de dinheiro e gerando de resultado positivo para as crianças na ponta é um negócio assim de tirar o chapéu, tirar o chapéu mesmo. E é algo que a gente pode pensar em replicar a
▶ 01:34:42 partir da da experiência dele, né, que foi totalmente empreendedora, foi da cabeça dele e tá tendo resultados maravilhosos. >> Ô Renan, a gente, eu entendo que a gente vai ter, como o Brigadeiro falou, um a gente vai descobrir talentos atléticos gigantescos, atletismo, vôlei, futebol, mais ainda, enfim, diversos tipos. jovens que têm condição de serem profissionais no futuro ou de pelo menos garantir uma vaga numa universidade, enfim, vida. A gente tem aquele jovem que tem o o desempenho acadêmico
▶ 01:35:12 maravilhoso e vai buscar de repente uma outra escola, enfim, com um desempenho melhor. Mas a gente tem a Meiuca, que é a grande maioria das pessoas que não tem um talento absurdo pro esporte, não é 80%. Beleza? >> Para mim, o grande diferencial do sucesso desse jovem é identificar o que que ele gosta de fazer e dar a ele oportunidade de ser o melhor naquilo que ele gosta de fazer. E aí a gente precisa entender uma reestruturação e aplicar uma reestruturação muito grande no ensino médio. Então vou lá, esse jovem adora cozinhar. Um curso da Lecordon Blur
▶ 01:35:42 custa uma fortuna no Rio de Janeiro. Mas às vezes eu tenho um curso técnico de gastronomia bacana, esse cara vira um chefe de cozinha e importante e estuda e vai trabalhar fora e traz pra gente e vira um professor. Às vezes esse cara vai ser o melhor mecânico do bairro dele e vai ter uma vida digna e vai sustentar a família dele e vai depois virar um professor. às vezes esse cara, sei lá, vai ser o melhor vendedor de imóveis do município dele. Então, é identificar e aí esse é o grande trabalho, é você olhar pra massa
▶ 01:36:13 e na massa você conseguir identificar as habilidades individuais e trabalhar essa habilidade individual de maneira que esse jovem saia do ensino médio para um para um estudo mais específico ou já pronto para integrar o mercado de trabalho sabendo o que ele tá fazendo dentro de uma área que ele gosta de fazer. Não adianta ele terminar o ensino médio todo e falar: "Cara, tá, e agora, pô? Não vi nada que eu gostava no ensino médio aqui, mas me mandaram fazer um curso de mecânica aqui. Eu nem gosto de mecânica, eu nem sei nada de mecânica, não. Mas e a gente tem, por exemplo, Palácio do Brocoyó do Rio de
▶ 01:36:44 Janeiro, fica na era a residência de verão do governador, fica na Bahia de Guanabara, cara, um elefante branco, ninguém vai lá, etc. Aí eu falei, cara, imagina se a gente transforma isso, faz uma parceria e transforma isso num hotel, num resort escola bacanérimo. Então o jovem vai para lá, ele trabalha, ele faz aula de gastronomia, ele tem aula de turismo e hotelaria, ele tem aula de de comércio exterior e etc. Ele vira um um baite do negócio. Quantos jovens que estão nessa área não aproveitariam aquilo ali. Então assim, mas o grande lance é olhar para cada
▶ 01:37:14 jovem do estado do Rio de Janeiro e falar: "Meu filho, o que que você é bom? o que que você gosta, o que que você quer fazer e da estrutura parar de olhar como massa e olhar como indivíduo. >> E a escola é que tem esse papel, Renan. É a escola que tem esse papel. Mas aí precisa ser um ambiente limpo, precisa ser um ambiente com professor valorizado, com plano de carreira do professor, com estrutura para esse professor. E ali a gente se identifica e, ó, direciona o jovem, entendeu? a real parar com essa [ __ ] que foi
▶ 01:37:45 criada uma indústria picareta baseada nisso, que é indústria da venda do diploma da unibunda da un esquina e e fazer as pessoas não terem medo de falar: "Vou fazer a [ __ ] de um curso técnico". Todo mundo, ai Alemanha é lindo. Mais de 50% dos alunos da Alemanha saem com curso técnico. Alemanha. >> Preciso da universidade. Curso técnico, [ __ ] Curso técnico. >> Isso aí que o Rafa falou. Isso. Isso aí, Rafa, dá para fazer através de PPP, porque o que acontece >> ao mesmo ao mesmo tempo ao mesmo tempo
▶ 01:38:15 que o estado tem a necessidade de dar um caminho para esse jovem para que ele não caia na criminalidade, não aumente eh eh o custo com segurança pública, etc., eh as empresas elas têm a necessidade da mão de obra qualificada também. Então, se você faz através de parceria público-privada, você consegue montar, sei lá, eh, galpões em escola. E essa esse lance que você falou para descobrir tem uma experiência muito, muito interessante aqui de Balneário Camburu
▶ 01:38:45 que a gente fez do projeto Oficinas. Eu eu ajudei ali só através de de aconselhamento mesmo, que o o ex-prefeito Fabrício era muito amigo, que consistia em você apresentar, você expor a criança aos as diferentes modalidades esportivas. Então isso é, por exemplo, se você pega ali no durante um bimestre, você pega toda segunda-feira você vai expor a criança, sei lá, mecânica, terça-feira culinária, quarta-feira a alguma outra coisa, quinta-feira outra coisa e aí no próximo
▶ 01:39:16 mêre você troca e expõe ela a as cinco outras possíveis profissões. E você vai faz um sistema de rodí e ao final do ano ela foi exposta ali a 20 opções. E aí ela pode então escolher: "Olha, eu gostei dessas 20, eu gostei mais dessa aqui, eu gostei mais dessa aqui." E aí você, de repente, num segundo ano você já encaminha ela para um um galpão escola desse, entendeu? Aqui a gente fazia isso com a as modalidades. Então, se segunda-feira vôlei, terça-feira
▶ 01:39:46 basquete, quarta-feira futebol, quinta-feira, não sei o quê, e você entendia qual que era a a o talento maior e o que que a criança gostava mais de fazer e depois você encaminhava ela paraa referida escolinha. Então acho que dá para fazer dessa forma através de PPP e dá para fazer um rodíziio onde essa criança vai, esse jovem vai estar exposto ali a diversas eh profissões diferentes. >> Sem pressa, sem mediatismo, começa no primeiro ano do ensino médio, apresenta aqui são essas opções, no segundo ano você se aprofunda, no terceiro ano você forma esse cara, isso, >> forma esse aluno, vai embora, entendeu?
▶ 01:40:16 >> E só para os cursos técnicos, a gente a gente vai só perguntar, esses cursos técnicos, eles formam a pessoa numa valência, numa determinada habilidade? Você falou: "Ah, o cara vai trabalhar como mecânico". a a chance desse cara depois se tornar um empreendedor, um pequeno empreendedor, ele monta a oficina dele, é alta, ele tem cursos técnicos de exposição. Esse cara vira um gerador de emprego. É aquela massa que não é assalariada que tem, por exemplo, nos Estados Unidos, daquela classe média intermediária prestadora de serviço que ganha bem, que é aquela coisa que os caras fazem até mesmo: "Ah, o piscineiro ô você piscineiro nos Estados Unidos".
▶ 01:40:47 Sim, o cara vai e depois a junta alguns imigrantes, morta uma empresinha para três, quatro piscineiros e sai ganhando grana, compra cá, eu tenho vida digna. Aqui no Brasil parece que esse tipo de coisa pela cultura bacharelesca e pela pelo sistema de incentivo que foi criado no governo Lula, não. Foi un, todo mundo vai pra faculdade, nem tinha professor para atender isso. Aí saiu formando e analfabetos funcionais com diploma. Isso fracassou. A gente tem que saber, mano, vamos dar um pé para trás, respira, calma. curso técnico, um cara que começa a trabalhar e começa, ah, não, agora vou
▶ 01:41:18 estudar, por exemplo, vamos supor, o cara fez um curso técnico no SENAI, aprende a operar um torno, é bom naquilo? Desenho técnico digital, pá, ele pode dar um salto naquele, como acontece com muita gente. Essa carreira do cara que sai do a operação da máquina para depois ser um projetista acontece para [ __ ] Isso é um clássico no universo da metalúrgica brasileira, então, e no mundo também. [ __ ] é, é, é, é propiciar esse comecinho de carreira. A ideia é que um garoto vai sair analfabeto funcional da escola, ele vai fazer uma faculdade de relações
▶ 01:41:48 internacionais. Meu amigo, você não vai ser um diplomata, sabe? Você não vai passar no Itamarati ou vou fazer agora um curso ah de engenharia química. Beleza. Se você é um menino que você não vai conseguir se empregar, você não vai, você não vai lá para, sei lá, trabalhar numa engenharia de química de precisão ou ir para trabalhar na Petrobras, me desculpa, você não vai ter aqui a carreira, o salto, o processo, não dá para dar um grande salto. Tem um processo de construção de carreira. Isso foi arrancado a cabeça das pessoas dentro daquela ideia tosca e baixarelca de que arrumei um um diploma, vai vir um
▶ 01:42:20 empregão e o empregão white color, né? O empregão, o emprego Não, não, meu velho, não é essa trajetória e nem tem que ser. Quanto mais? Hoje eu tava hoje eu tava dando entrevista aqui em Londrina e me fizeram uma pergunta sobre industrialização da região, tal, e eu entrei muito naquele discurso combatendo, né, que o melhor programa social é o emprego. Melhor programa social não é emprego, melhor programa social é a riqueza. Porque o que que acontece hoje em dia? Eh, nós temos uma um sistema tributário
▶ 01:42:53 que ele não deixa as empresas crescer e aí você cria todo um sistema de incentivos fiscais, de créditos tributários, que faz com que ah o papel do político é achar uma grande empresa que vai montar uma grande indústria e o ganho paraa sua exatamente com um monte de emprego. Só que daí chega lá a formação intelectual e educacional do cara não tem nada a ver com o emprego que tá lá. E aí fica unicamente o cara batendo prego martelo, uma demanda de trabalho gigantesca. Curitiba, por exemplo, hoje tá com déficit de 18.000
▶ 01:43:25 empregos, então não tem gente para colocar. Eh, por isso até o debate da da imigração em Curitiba eh é até um pouco difícil ser feito, porque, óbvio, tem muita eh muitos migrantes, mas eh tem demanda para trabalho. Então, a gente tem que trocar a lógica, velho. Eh, a lógica da linha startup mesmo. você não precisa criar um grande projeto pro cara, eh, ou, ou deixar o cara rastejando, o cara não sabe ler nem escrever e depois ele vai receber um treino do um treinamento do Sebrai, do
▶ 01:43:56 SENAI para trabalhar numa grande empresa. Isso nem existe mais. É muito melhor você ensinar uma especificidade pro cara. Essa especificidade, ela eh pode ter aplicações múltiplas. Eh, e a partir desse momento ele vai se encontrar no mercado de trabalho, vai começar a trabalhar, vai abrir uma pequena empresa e ao invés de ser mais um empregado, esse cara vai ser uma uma fonte de riqueza, uma uma fonte de empregabilidade. Eh, essa lógica que a gente tem que mudar. >> Então, isso eu acho isso também tá muito lincado a a a uma questão de vaidade que
▶ 01:44:28 tá tá na raiz da construção da nossa sociedade, né? Então aquela pessoa que tinha mais visibilidade, tinha uns escravos, né, no Rio de Janeiro, enfim, império, eh, que eram conhecidos como tigres, né, que eles carregavam a urina do senhor deles e aí eles ficavam manchados da urina, chamados de tigres, né? Então, quanto mais escravos tigres você tinha, mais importante você era, etc. Enfim. Então, especialmente no Rio de Janeiro, é muito forte, é a cultura do eu preciso mostrar
▶ 01:44:58 que eu tenho, é essa cultura muito de narcocultura também, da posse, etc. Então eu preciso virar pesso falar assim: "Cara, olha só, um diploma de ensino superior é maneiro, mas o que que vai dar mais dignidade para você? é tu ter esse diploma aqui ou tu sair daqui trabalhando, podendo pagar tuas contas, podendo gerar um valor para sua família, podendo criar o seu filho com dignidade. Você não precisa do seu diploma de nível superior para isso. Esse curso técnico aqui vai te garantir isso aqui. O que tem de emprego sobrando em indústria é brincadeira. Então assim, isso aqui vai
▶ 01:45:28 te garantir isso. Então é é um trabalho também de mudar a cultura das pessoas, de tirar vaidade do que eu tenho um diploma universitário, então assim, aí eu tenho um nível superior aqui, etc. quando e aí no fim do dia ela tá lá batendo na porta, procurando emprego e vai competir com um cara que fez um técnico e vai ficar de fora e esse cara que fez o curso técnico vai conseguir essa essa vaga. Então é um trabalho bastante grande também de entender esse jovem, entrar na cabeça desse jovem e falar: "A gente tá aqui para te ajudar a você ser o que você quiser dentro daquilo que você gosta de fazer e que
▶ 01:45:59 tem condições de fazer". >> Sim. É, hoje você abre uma vaga para >> você abre uma vaga para administrativo, aparece 20 pessoas. Dessas 20, metade não sabe ler e escrever. É verdade. Abre um cargo para torneiro, torneiro mecânico, não aparece ninguém, velho. >> E não é porque, óbvio, tem tem a questão conspicua que você falou, eu estudei isso no mestrado, eh, se não me engano, Thomas Dribling, eh, de
▶ 01:46:29 parecer que o o trabalho intelectual ele é mais importante do que o, o manual. É, mas também tem o problema que essas pessoas nunca tiveram acesso, velho. Eles estão aí nesse sistema francês de de criação de intelectuais. Cara, para que estudar sociologia, irmão? Não é que sociologia não seja importante. Eu sou um cara que eh estudei em nível de pesquisa, de mestrado. Eu sei eu sei que há áreas da sociologia que são muito importantes. Eu inclusive as uso dentro do meu do meu trabalho político. Mas
▶ 01:46:59 velho, vamos voltar pro básico. As pessoas têm que no mínimo saber ler e escrever. Eh, ler, escrever e fazer conta de matemática. A partir do momento que o cara tem um um racional matemático na cabeça dele, ele pode voar, velho. É outra parada. Mas como que você vai ensinar geografia pro cara ou física pro cara se o cara nem entendeu a [ __ ] da tabuada? Velho, não tem condições, bicho. Não tem condições. >> É, maor parte da população brasileira, ela não tem proficiência em matemática no sentido de garantir seus próprios direitos, né? Isso foi uma análise feita
▶ 01:47:31 por ter que pegar onde sei o que já me passou, mas é uma fonte gringa. E o que que isso quer dizer? que essa as pessoas não conseguem se defender na hora de uma negociação de preço simples, tipo, fui na padaria, eu posso ser passado para trás, eu não consigo calcular, por exemplo, quanto é o empréstimo bancário que eu tô pegando, eu não consigo comprar a prazo nada, né? Isso tem a ver inclusive com o spread bancário, com juro bancário, o problema se torna cavalar quando a gente vê assim e as valências mais básicas não estão preenchidas. O isso que vocês falaram do trabalho administrativo, né? Eh, o
▶ 01:48:02 trabalho administrativo eh que as pessoas sonham, não, eu quero para trabalhar no no setor do meio da área intermediário dentro de uma empresa, que eu trabalho, né, sem sujar a mão na graxa, tal. >> É, as pessoas sequer sabem inscrever para ocupar esses esses espaços. É muito desempenador. O Brasil é uma máquina geradora de advogados. >> Eu vou botar 95% dos advogados não sabem escrever. Os advogados formados no Brasil não sabem escrever. E se der um texto com alguma complexidade, eles não vão conseguir interpretar o texto. E não tô exagerando, não é? Nossa, não vou não
▶ 01:48:32 tirei da cabeça. Eu eu estudei em direito mesmo na faculdade que eu fiz, que a San Fran, ela tinha tinha gente, não sabia escrever. Assim, a habilidade em saber escrever e entender o que você está lendo é uma habilidade cada vez mais rara. E quando a gente pega aquelas caras que passam nas unisquinas e se me tornei advogado, quero trabal, o cara não tem condição, cara. O cara não tem condição. Esse cara só ficou com um endividamento. >> É assustador isso aí. >> E e a gente tá frente a um paradoxo porque são exatamente esses cargos que
▶ 01:49:03 são mais visados são os primeiros que vão morrer com a revolução da inteligência artificial. >> Sim. Sim. >> E paralelo a isso, cara, a humanidade, eu tô falando da do conhecimento humanístico, digamos assim, ele vai ser cada vez mais raro, mais importante, velho. >> Sim. Então assim, por mais que a questão administrativa ela não seja mais um ponto eh de ganho imediato de de trocas direta, digamos assim, eu dou meu trabalho, recebo meu salário, porque esses empregos vão simplesmente sumir.
▶ 01:49:33 As pessoas que tiverem uma formação humanística e conseguirem aplicar isso de de forma efetiva, que gere resultados materiais na sociedade, vão ser cada vez mais raros e mais importantes. >> Eh, pessoal, eu só vou pedir licença para vocês. Nós temos, marcamos às 8 horas um encontro com um MBLD aqui no eu tenho 80, 60 pessoas no nos me esperando lá. Eh, e eu eu não gosto de atrasar compromisso. Então, até agradeço a gente ter começado às 6 horas aqui, mas eu já
▶ 01:50:05 vou me retirando para para me preparar e tá lá com o povo. >> Valeu, Fran. Querem ir pro super chat? Vamosora. Abraço >> chat. Então, >> bora pro super chat então, pessoal. Lembrando que a gente vai ler aqui apenas acima de R$ 10. >> Bora >> então. Já já parem de mandar pimba, senão vai ficar muito. Hum. >> Você tirou o Franço da tela? >> Vou, vou tirar. Samuel Cunha mandou R$
▶ 01:50:36 10. Renan, uma vez que o MB vai continuar existindo paralelo com a missão, o livro amarelo, depois de feito, pode sofrer alterações ou uma vez construído, vai permanecer intacto? >> Não, não, ele vai sofrer alterações necessariamente. Ele é um organismo vivo, livro amarelo. O Fran você precisa tirar da tela. >> Sim, vou tirar aqui agora. >> Pronto. >> O José Ramos mandou dois pimbas de de R$ 5, deu R 10. Ele pediu para eu ler. Tarcísio não está roubando o lugar do Bolsonaro no establishment político. E
▶ 01:51:07 sendo o Lula, ele aglutina na persona dele tudo aquilo que o Lula 1 e do não conseguiu aglutinar e precisou por um tampão no formato de propina para se estabelecer. Todos reunidos te assistindo, Evandro. >> Valeu. >> Galchada aí, hein? Presente. Bá. É os guri, né? Os guri da catequese, né? >> Bruno mandou 3€ brigadeiro. É o cara mais [ __ ] internet. Os >> osso. Obrigado, irmão. Deus abençoe. >> Decort Show mandou R$ 10. Quer fazer o
▶ 01:51:38 suino da Flórida grunir de raiva? Chamem o sócio dele, Fernando Urit, para falar sobre Bitcoin política monetária com Felipe Hermes. Absoluto cinema. >> Sensacional. Air mandou R$ 10. tem que cortar relações com a Colômbia, de onde vem a maior parte das drogas que chega nos portos, inclusive apoiar a invasão junto com Estados Unidos para acabar com o narco estado deles. >> Lei o livro amarelo 4atro. Tratamos disso, muito disso. O Brasil tem que recuperar o poder interno sobre o seu próprio território para depois espalhar
▶ 01:52:08 e transbordar poder sobre a América do Sul. Acho que o destino manifesto do Brasil é se reforçar interiormente, virar força e aí articular uma força de segurança eh eh sul-americana sob comando brasileiro para destruir o narcováfico na América do Sul. Ficar aguardando os Estados Unidos fazer isso pra gente é patético, é humilhante. O Edn Cabral mandou $ nasci no Mato Grosso e lá o PCC está tomando conta da cidade que nasci. Araputanga. Está triste a situação dos moradores da
▶ 01:52:38 cidade. Bom, o nome é engraçado da cidade. Desculpa. Obrigado. Seria Araputanga. >> Cara, eu devo ter transado por lá já. >> Desculpa, não consegui resistir. >> Vamos terminar aqui já. >> Arlequini. Alequino mandou R$ 10. Bom dia, amigos. Bombeiro Rafa, posso fazer uma pergunta idiota? Se eu visse é conhecido como o bruxo, seria porque ele mira para um lado e atira para o outro. Abraços, fiquem com Deus.
▶ 01:53:13 >> Siga o sargento Martins SGT redes de todo mundo tá na descrição, tá? Então é só dar uma olhada aí. O Guilherme mandou R$ 10,90 e não disse nada. Tamo junto. Bruno mandou R$ 10. Trabalharei ferrenhamente na campanha do lendário bombeiro Rafa aqui em Belfar Roxo e em Duque de Caxias. Nanã, gostaria de saber se posso entrar na academia MBL agora ou tem período específico? >> Ã, tem um período específico, mas a gente já pode fazer a pré-inscrição. Já aguarde.
▶ 01:53:45 Ah, >> essa é Bay Harbor Butcher mandou R$ 10. Evandro, moro em uma cidade cortada pela RSC287. trafego todos os dias pela rodovia e é inaceitável o estado dela, tendo em vista que há em média uma praça de pedágio a cada 30 km. O que fazer? >> Bom, aí tem que ver em que termos foi assinado o acordo. Talvez seja SAS a empresa que tá responsável lá. E o governador tem que cobrar, tem que cobrar porque a rodovia é concessionada, mas cabe ao estado cobrar e ele tá mais
▶ 01:54:15 preocupado em fazer campanha, né? Ele foi lá, inaugurou 4 km de um trecho lá na de duplicação em Santa Cruz do Sul. Já tava com vários problemas lá. tava tava inundando a rodovia por falta de contenção. Algumas alguns acessos, algumas casas lá também, o pessoal tendo que manobrar em cima da pista, várias reclamações, a empresa não tomou providência e o governador fazendo campanha no Rio Grande do Sul, no Brasil inteiro e não não faz a cobrança devida à concessionária, né? Então acho que falta o governador meter uma pressão. Aí >> Bruno te mandou R$ 10. Quero ser uma
▶ 01:54:45 liderança no submundo de Belfar Roxo. Tô no bonde do Rafa, mas também vou espelhar as ideias da missão por aqui com os mais humildes. Thiago Araújo mandou R$ 27,90. Minha vida está sendo trabalhar e escutar o Renan e o Artur diariamente por umas 4 horas. Acho que precisa arrumar uma namorada, >> talvez. >> Brigadeiro. Aí, ó. Ajuda o cara. >> Pô, eu só meu irmão, não ajuda o macho assim não, compadre. Você você é namorada do cara, [ __ ]
▶ 01:55:16 >> Arrumar uma namorada pro cara, [ __ ] >> Acho que ele tá falando para dar uma dica ali para ele. >> Exatamente. Dá uma dica. >> Ah, tá. Que meu minha ajuda já é mais agressiva. >> Onça Pintuda mandou R$ 10. Sobre as estradas de Santa Catarina, entre Blumenau, Chapecó até a fronteira, as estradas foram projetadas por burros. Literalmente. Antigamente eles soltavam o burrico para subir os morros. Está aí o o resultado. >> É exatamente ali. Inclusive quando você pega ali a história ali de da região de
▶ 01:55:47 Lajes também, a ligação que tem com Pacaria no Rio Grande do Sul e tudo, era eram trajetos feitos de de burro há algumas décadas atrás. E eu acho que Santa Catarina desenvolveu muito, cara. E eu eu acho que a galera não se preparou para esse crescimento que o estado teve. >> Thiago Araújo mandou R$ 27,90. O Brasil tem tantos problemas maiores que os problemas menos importantes passam despercebidos. Os senhores acham que deveríamos criminalizar o pitbull?
▶ 01:56:21 É isso claramente é um problema menor assim. Não quero discutir isso agora, por mais que muita gente chame pitbull de tubarão terrestre. José Ramos mandou R$ 14. Evandro representa o verdadeiro Rio Grande. Reconquistaremos o orgulho de ser gaúcho. Avante. Evandro presente. >> Boa. >> Maneiro. >> Felipe mandou R$ 20. Oi. Sou de Santa Catarina, ex-bolsonarista e quero dobradinha, Brigadeiro e Renan. >> Pá, muito bom. Cuidado com essa dobradinha aí, viu?
▶ 01:56:53 >> WN Gaguiato mandou R$ 10. Precisamos de engenheiros matemáticos, físicos, fazer propaganda se inspirar na Índia nesse sentido. Programação e a formação financeira. Brasileiro é pouco estimulado, nem sabe que pode ser bom. >> É um fato. Só só comentando que boa parte, por exemplo, dos melhores engenheiros formados no Brasil vão trabalhar no mercado financeiro. Isso diz muito também de um outro problema que é não adianta só estimular o pessoal se tornar eh fazer os cursos dos STEM, né, de eh tecnologia exatas e tal. Se do
▶ 01:57:25 outro lado você não tem um estímulo ao empreendedorismo, então não tem as vagas ou a possibilidade desses meninos que fazem ITA, por exemplo, abrirem uma startup de tecnologia. É um inferno aqui. Então tem algo de muito errado que façam que esses caras vão cair, sei lá, o cara se formou no ITA e ele vai trabalhar operando bolsa numa corretora na Faria Lima. Isso tá errado. Não tem, ele não tem que tá fazendo isso. Só ele ganha mais fazendo isso. E por que que ele não tá, ele não virou empreendedor? Esse e o outro problema que não é só a parte do estímulo, é a parte
▶ 01:57:55 literalmente facilitar as pessoas abrirem empresas. >> E é isso, acabou os pimas. >> Mandei uns recados finais aí, galera. Mano, eu adorei a live, tá? Vou falar real. É, gostei para [ __ ] E eu acho que a gente tem que já na próxima ter um link, quem que seja uma landing page para tô na live, tô assistindo, quero participar do do projeto das pré-campanhas. Todo mundo vai se inscrevendo, vamos regionalizar e começar a montar equipe, cara. A gente vai surpreender todo mundo. Vocês vão ter equipe de milhares de pessoas, milhares de militantes trabalhando eh
▶ 01:58:26 nas pré-candidaturas aí pelos estados. Os nossos adversários não têm e se que tiverem vão ter que gastar, vão gastar bala. A gente vai ter essas coisas que eles não vão ter. Vamos organizar, vamos estruturar bem feito, igual estruturamos a montagem do partido. Vamos assustar todo mundo. Acho que foi essa primeira. Essa aqui é a primeira de muitas lives. >> Eu tô, quero dizer que eu tô à disposição para quando vocês quiserem marcar. Eh, tô levando muito a sério isso aí. Tô pronto para ir paraa guerra mesmo. Tô encarando isso como uma guerra. Tenho um grande prazer de ter
▶ 01:58:58 vocês aqui ao meu lado e contem comigo. Contem comigo para tudo, para qualquer hora mesmo. Vamos embora. >> Maravilhoso. >> Eu só quero falar rapidinho do car o pessoal pedindo para falar do caso de Uruguaiana. Tem uma assaltaram a Santa Casa de Uruguaiana lá várias gestões péssimas, claramente com desvio de dinheiro público, supostamente, vamos dizer assim, né? E o crime organizado chegou forte. Lá também tem as duas principais principais facções estão lá dentro de Uruguaiana, supostamente também com envolvimento com secretários, com com vereadores. E os médicos estão
▶ 01:59:28 pedindo demissão porque não pagam a folha. Funcionários não têm nem mais como pagar suas contas. Pessoas, Uruguai é referência naquela região, as pessoas estão tendo que se deslocar para outras cidades para atendimento. Não tem médico, não tem exame, não tem tratamento, tá um caos. Um vereador solicitou a abertura de uma CPI, dois vereadores assinaram e falta uma assinatura só para iniciar essa CPI. E tem deputados federais, né, que que aqueles vereadores, com os quais aqueles vereadores estão vinculados pedindo para que não assinem a CPI. Então, a gente pede até o apoio do da população lá que que puder fazer alguma manifestação,
▶ 01:59:59 enfim, eu coloquei nas minhas redes isso, né, para fazer uma pressão em cima desses vereadores por falta uma assinatura só para instaurar a CPI para investigar. Eles estão com medo de que possa puxar algum fio, alguma quebra de sigilo e vai cair uma galera lá e tem envolvimento com o crime organizado, supostamente. Só deixar esse recado aí. >> Maravilhoso. >> Pessoal, queria mais uma vez agradecer, Renan, a oportunidade, tudo que vocês têm feito por mim aí, a abertura de portas, a estrutura. Ah, brigadeiro, Ivan, uma honra dividir com vocês aqui esse espaço. Sou muito fã de vocês dois.
▶ 02:00:29 Do França também já era antes de vocês dois. Sou muito fã, realmente. Renan sabe a admiração que eu tenho por ele, o carinho por ele, pelo Renato, pelo Artur, Guto, Kim, Amanda, ã, pessoal todo aí do escritório, sempre que eu vou me recebe maravilhosamente bem. A Ana, operadora do Artur, é muito, sempre muito gentil. Dora Fernanda maravilhosa. Então, toda essa galera aí, de verdade, minha gratidão e uma vou deixar aqui de verdade gratidão ao pessoal do Rio de Janeiro que tá junto comigo, que tá acreditando, que vai pra rua militância, que distribui eh eh flyer, que estende
▶ 02:01:00 faixa no sol. Ao Martins, sigam o Martins nas redes sociais, SGT_line, Martins 14, meu pré-candidato a vez tá com apele muito em jogo pelo nosso projeto. Então, de verdade, fica meu agradecimento aqui a todo mundo que tá acreditando nisso. Vamos acreditar, galera. Vamos acreditar porque a gente tem um plano, a gente tá disposto a fazer e a gente vai realmente, como o Rena falou, surpreender muita gente. Então, muito obrigado e quem não me segue no Instagram, @bombeirfa. Fique à vontade. O Evandro, brigadeiro também. Sigam o pessoal lá porque a gente tem muita coisa bacana para mostrar. Obrigado, gente.
▶ 02:01:30 >> Obado. >> É, o link tá na descrição, pessoal. Acabei de mandar o link de todo mundo no chat aí e também na descrição, só você clicar e seguir todo mundo. Abraço e valeu. >> Obrigado pelo seu trabalho também, tá, irmão? Valeu. >> Muito obrigado, time Rio Grande do Sul. Muito obrigado, time do Rio Grande do Sul. Falou, pessoal. Até >> valeu galera.