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GRANDE ANÚNCIO NO RIO DE JANEIRO - Congresso RJ

Renan Santos · 18/07/2026 · 169 min · Renan Santos
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▶ 00:00:00 a sensação de impunidade, insegurança não seria tão grande. Então assim, a gente tem que ter parlamentares que não tenham rabo preso com o crime organizado, seja atrelado a PCC, comando vermelho, milícia. A gente precisa fazer esse dever de casa de saber quais são as conexões de quem a gente tá elegendo, porque se tiver no parlamento com esses interesses espúrios, com esses rabos presos, não haverá nenhum tipo de efetividade eh em mudanças de lei, enfim, em fiscalização, transparência. Eu acho que a gente precisa passar pelo

▶ 00:00:31 endurecimento das leis penais em vários aspectos. E aqui eu preciso citar especialmente o Código Penal do Inimigo, né, que a gente todo mundo aqui, creio, já aprendeu basicamente qual é a defesa que o Renan Santos faz disso. Não dá pra gente ter o mesmo rito processual, o mesmo Código Penal tradicional de alguém que, por exemplo, rouba um celular na rua para alguém que domina território como faccionado, que faz lavagem de dinheiro do crime organizado em negócios que são de fachada, a gente tem que tratar faccionado como inimigo da nação.

▶ 00:01:03 E isso demanda um código penal do inimigo. Isso é les pátria. Então, para fazer isso acontecer, o parlamento tem que est alinhado com essa visão. Obviamente só vai fazer isso quem não tem rabo preso com eh esse tipo de crime organizado. A gente pode falar de outros tipos de endurecimento penal, por exemplo, a gente pode falar de redução da maioridade penal que foi debatida recentemente no parlamento e como Katagui fala muito bem, isso não é uma questão de número específico de idade e

▶ 00:01:34 sim o o tipo de crime. Se você tá cometendo um crime de ondo, se você tá cometendo algum tipo de ameaça à vida da pessoa, se você tá eh cometendo crimes que são tipificados numa categoria maior, independente da idade você pode ser preso. Então eu acho que é muito mais sobre isso do que um número mágico de redução de maioridade penal. A gente sabe muito bem que, por exemplo, faccionados estão recrutando cada vez mais cedo jovens em comunidades, em territórios dominados, onde o estado não entra, onde as leis lá não se aplicam. é

▶ 00:02:06 uma norma própria criada por eles, cerceando liberdades, obrigando a ter determinados comportamentos de consumo de serviços e produtos dentro desse território dominado. E esses jovens olham pros faccionados como alguém que cresceu na vida, que tem mais dinheiro, que tem algum nível de ostentação e acabam se deixando levar, se seduzindo até pela falta de opção que o estado oferece ali dentro diante desse cenário. Então, a gente precisa, infelizmente, endurecer as leis penais e reduzir a

▶ 00:02:36 maioridade penal para não eh se tornar impune aquele menor de idade que hoje não se enquadra na lei e que virou, infelizmente, ferramenta para esse tipo de crime organizado. >> Excelente. Brigadeiro. Ã, o Rio de Janeiro, por exemplo, que é um estado altamente problemático em relação a crime organizado, talvez o é o mais problemático da da federação, não faz fronteira, não faz divisa com Santa Catarina, né? Mas a gente ainda assim tá exportando eh bandido para lá. Queria queria muito saber o que que você pensa

▶ 00:03:06 sobre integração de trabalho policial e sobre eu vi você fez uma postagem que foi muito comentada sobre o inferno Catarina. Eu queria que você falasse um pouco sobre isso, por gentileza, meu irmão. >> Ô, Rafa, eh, apesar de não fazer fronteira, quando a gente fala de crime organizado, há uma grande integração já entre Rio e Santa Catarina, não dos governos, mas em relação ao crime organizado em si, porque Santa Catarina tem hoje um grande polo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho que se

▶ 00:03:36 localiza em Balário, Camburuú, Itapema, Porto Belo, onde o dinheiro é lavado através da constituição civil lá. Então, inclusive, volta e meia pegam tesoureiros do do Comando Vermelho. Hoje o principal tesoureiro do Comando Vermelho dizem que está em Itajaí, domiciliado em Itajaí, tá? Eh, numa favela lá. Então, Santa Catarina em questão de crime organizado, ainda a gente tá vendo a instalação, a tomada de territórios agora, então a gente consegue ainda atuar de uma forma

▶ 00:04:07 profilática, né? Agora, quando tem a uma operação como essa TV no Rio de Janeiro, um monte de vagabundo foi para Santa Catarina e se instalou lá. Então, a gente tá tendo uma rápida implantação de polos eh do crime organizado lá, principalmente Comando Vermelho, e estão tomando rápido o estado, tá? Além da questão do lavagem de dinheiro, então a integração não só das forças policiais, mas os governos trabalhando junto como um todo, eu acho

▶ 00:04:37 que é vital pra gente asfixiar, porque a gente, o problema do Rio de Janeiro não é um problema localizado. Por exemplo, eh, deve acontecer a mesma coisa aqui. A realidade de Santa Catarina é a seguinte: quem está comandando hoje os principais territórios dominados pelas eh organizações criminosas lá, são líderes do Comando Vermelho que eles trazem do Pará, do da do Amazonas. Esse pessoal tá vindo para cá para liderar pequenos exércitos em regiões. Eles estão num processo franco de expansão

▶ 00:05:07 mesmo. Então, eh é muito importante que haja uma integração total. O inferno Catarina, ele é uma uma talvez a minha principal proposta na área de segurança pública, que é a construção de um presídio de segurança máxima no meio oeste catarinense, onde vai ser os moldes de Salvador dentro do que a nossa legislação permite, o que não é muito, mas já o suficiente para ser bem pior do que qualquer outro presídio no Brasil, porque a realidade hoje dos presídios é que o preso tem acesso ao celular, pede

▶ 00:05:39 iFood, É, é loucura. Em Santa Catarina isso acontece. O cara pedir iFood, cara, de dentro da prisão, entendeu? Então, eh, mas o básico, como você falou, como deveria ser qualquer presídio, tá sendo o motivo de muito questionamento e muita reclamação. Então, a gente, enquanto chefe do executivo, a gente vai ter que enfrentar a opinião pública, vamos ter que enfrentar, por vezes, o próprio judiciário para fazer a coisa acontecer. Então, a gente vai ter que ter muita coragem e eu acho que só a gente mesmo

▶ 00:06:10 para fazer o que tem que ser feito. >> Então assim, tá tá muito claro para todos nós aqui. A gente falou de várias frentes de combate a crime organizado de Polícia Federal com uma expertise gigantesca em identificação do ponto de lavagem de dinheiro do operador financeiro e como é que a gente então ali dá um tiro certeiro no coração da operação. Aí ouvimos o Hélio falar da importância dos congressistas, do senador, da emenda, da passagem de leis importantes que fortaleçam tanto o trabalho da Polícia Militar na ponta da

▶ 00:06:40 linha como o trabalho da Polícia Federal de Polícia Judiciária, né, e das próprias polícias civis, para que a gente consiga aí ah começar a acessar a mão de obra quase infinita. Quem é? Todo mundo, alguém aqui não é do Rio de Janeiro? Todo mundo aqui é do Rio de Janeiro. Alguém não é do Rio de Janeiro aqui? Perfeito. Então, todo quem não é do Rio de Janeiro, levanta a mão. Então, a gente sabe, a gente sabe aqui que a mão de obra pro crime organizado, ela é quase infinita. é uma mão de obra jovem,

▶ 00:07:11 descartável, que custa muito pouco paraa liderança e muitas vezes nem é mais do Rio de Janeiro. Nessa operação do alemão, que foi a operação mais falada dos últimos tempos, 60% dos criminosos que foram neutralizados ou presos não eram do Rio de Janeiro. Tinha criminoso do Ceará, tinha criminoso do Pará, tinha criminoso do Sul do Brasil, >> a DPF, né? a DPF e não era do Rio de Janeiro e se sentem muito confortáveis de estar em comunidades do Rio de Janeiro. >> Só só para contextualizar, a maioria

▶ 00:07:41 deve saber o que é a DPF, mas basicamente é o que possibilitou ter barricada na entrada das favelas, na entrada das comunidades. Com as barricadas ficou fácil de criminosos de alta patente das facções se castelarem dentro de comunidades do Rio de Janeiro e deitarem ordens, deitarem regras daqui para várias regiões do Brasil. E hoje, pessoal, vamos lá. A gente não aqui todo mundo que tá aqui, todo mundo que comprou ingresso, todo mundo tá aqui sentado pra gente dividir, pra gente falar, pra gente se conhecer, ninguém aqui é bobo. Ninguém tá aqui em troca de

▶ 00:08:12 um pão com mortadela, ninguém tá aqui porque é assessor de deputado. Tá todo mundo aqui porque quer tá aqui e porque acredita que é possível um Rio de Janeiro glorioso, o Rio de Janeiro dos nossos sonhos. Se quando você lê a DPF, a gente falou sobre isso já, né, Busnelo, ela não impede a operação policial, ela coloca uma série de regras que naturalmente torna muito difícil a operação, especialmente o elemento surpresa da operação. Você tem que comunicar um montão de de um montão de entidades.

▶ 00:08:46 Mas qual é o ponto principal? Quando você vê hoje o presidente da Alerge, o ex-presidente da Alerge preso porque transmitir informações sobre a operação policial a membros do Comando Vermelho, você entende exatamente que era um excelente bote expiatório você botar na conta da DPF a falta de operação. Faz sentido? Porque eu pego e falo assim: "Não, olha só, a DPF me proibiu de fazer operação, pô, eu peguei para Cristo a DPF ali."

▶ 00:09:17 Não, mas ela pode fazer operação, só que você tem que comunicar todo mundo. Mas aí você tem TH Joias preso porque vendia a arma pro comando vermelho. E o TH Joias já havia sido preso antes, tá? Ele foi eleito deputado, ele já tinha sido preso antes. Aí você tem Rodrigo Bacelar que transmitia informações sigilosas a menos do Comando Vermelho. Aí você tem Thiago Rangel, operador de de lavagem de dinheiro através de posto de gasolina. Aí você tem Márcio Canela preso portando um fuzil com uma série de

▶ 00:09:48 investigações por envolvimento com traficantes do Comando Vermelho. Então você passa a entender que existia todo um sistema preparado para que o Comando Vermelho se fortalecesse no Rio de Janeiro. E aí nós chegamos na barricada, nós chegamos no bandido que vai para Santa Catarina, nós chegamos numa operação financeira que quase não tem punição, porque é muito difícil identificar. E nós chegamos num ponto agora que eu preciso expor os policiais do Rio de Janeiro a uma operação muito dura contra o quem me organizaram. Então eu queria que falasse agora para fechar aqui

▶ 00:10:18 como vai ser a polícia do Rio de Janeiro no combate ao no enfrentamento bélico ao crime organizado a partir de 6 de janeiro de 2027. por favor. Coronel Bnelo. >> Eh, Rafa, demais integrantes aí, nosso senador, nosso governador. Eh, o Rio de Janeiro tem uma máxima que diz: "Vamos enxugar o gelo para não morrer afogado

▶ 00:10:52 o Rio de Janeiro não vai morrer. O Rio de Janeiro não vai se afogar. O Rio de Janeiro tem capacidade de dar uma resposta qualificada, profissional e a altura da demanda que for preciso. E essa demanda, ela vai começar pelo exemplo, o exemplo do governador que não vai ficar no palácio. O gabinete do governador vai ser dentro do alemão,

▶ 00:11:23 dentro do complexo da maré. dentro do complexo da Penha, dentro do complexo da Pavuna, nós não podemos mais aceitar e não vamos permitir que se tenha uma beligerância a nível de guerra mundial, de grandes palcos de guerra, Ucrânia, Oriente Médio, na cidade do Rio de Janeiro e não

▶ 00:11:56 fazermos nada, ficarmos encastelados. Então, a primeira atitude nossa vai ser o nosso gabinete, ele vai ser dentro do complexo do alemão ou da maré ou então vai o o nosso governador, o nosso vice-governador, vai de um lugar ou vai pro outro. Nós não podemos mais aceitar o Rio de Janeiro como purgatório da beleza e do caos.

▶ 00:12:27 Aqui é só beleza, não vai ser mais o caos e muito menos purgatório, porque nós temos um estado lindo, uma cidade maravilhosa, nós temos um povo criativo, nós temos um povo capacitado e essa é uma resposta única que nós temos que dar. E quando nós dermos essa resposta com firmeza, com força e com energia, nós vamos colher tudo o que nós

▶ 00:12:58 vamos plantar. Se nós plantarmos energia e força, nós vamos colher energia e força positivas. Nós não podemos mais passar a mão na cabeça de quem quer que seja. Não podemos mais passar a mão na cabeça do deputado, do senador, do governador. Não temos mais capacidade para o erro. Então a nossa resposta ela vai ser profissional, ela vai ser a altura. Quem

▶ 00:13:28 não gostar que vá embora ou então que morra, porque nós não vamos ficar aqui passando mão e dando abraço em afogado. Nós não queremos morrer afogados e não vamos morrer afogados. Então, a minha mensagem é muito clara e muito simples. Fique no Rio de Janeiro quem tá disposto a viver o Rio de Janeiro como uma cidade maravilhosa, como um estado maravilhoso, como um estado capaz de se transformar e como um

▶ 00:14:01 estado capaz de construir uma paz e uma igualdade para todos. Nós não podemos mais criar as nossas crianças preparadas para a guerra. Nós temos que criar as nossas crianças preparadas para a paz, para o desenvolvimento e para a construção de um bem comum a todos. Hoje o Rio de Janeiro vive toda essa fragmentação e a segurança pública é o viés de união contra tudo que é ruim e tudo que é mal

▶ 00:14:33 que assola o nosso estado. Então a nossa resposta ela vai ser forte, firme, precisa e com tiro de precisão. Muito obrigado, Rafa. Rafa, Rafa, a gente tem mais um tempinho. >> Tem. Eu queria perguntar pro Igor, cadê o Igor ou William para alguém da organização? >> Porque eu tava com o painel de horários aqui. Se aquela televisão é o tempo que

▶ 00:15:03 tem ainda de painel. >> Vocês tem 18 minutos. Eu posso posso complementar um pouco? Na verdade, eu vou complementar com algumas coisas que eu aprendi com o próprio coronel Busnelo. Eh, porque a gente pensa muito no tiro porrada e bomba, né? Como o Rafa falou no início aqui do painel. A gente fala muito de Código Penal do Inimigo, a gente fala muito de bater de frente com faccionado, com miliciano, retomar território. Isso é fundamental. Sem a guerra, infelizmente, que se faz necessária, a gente não vai conseguir

▶ 00:15:33 ter efetividade. Beleza? Isso é ponto pacífico entre todos nós, sabendo que teremos dores, teremos percalços, teremos problemas sérios durante esse processo de enfrentamento, mas amporados, por exemplo, na opinião que saiu de quem morava no próprio complexo do alemão durante a última mega operação policial, que 88% dos moradores eram a favor de operações como aquela,

▶ 00:16:03 porque o sentimento de que não há mais ele é majoritário. Beleza? Mas a gente tem aqui dois casos de estudo, especialmente no estado do Rio de Janeiro, que eu acho que é a hora a gente tá maduro o suficiente enquanto sociedade, enquanto políticos tomadores de decisão, de aprender com o que foi feito lá atrás na época do projeto Favela Bairro e de aprender com o que foi feito um pouco depois

▶ 00:16:34 na chamada UPP. Vocês devem lembrar aquelas cenas quando retomaram território, instalaram a unidade de polícia pacificadora e vagabundos foram expulsos do morro. Vocês lembram daquelas imagens aéreas, provavelmente, ou a maioria de vocês, qual foi o problema? Por que nem um nem outro foram efetivos no final do dia ao meu ver? E por favor, Rafa e Busnelo, me me complementem, eh, se eu deixar de desejar aqui. Mas o Favela Bairro, ele dignificou a vida das pessoas dentro da

▶ 00:17:04 comunidade, conseguindo ter oferta de asfaltamento, calçamento, iluminação, esgoto, serviços públicos básicos que não haviam antes. Então, dignificou a vida das pessoas, só que conviveu paralelamente com o crime organizado, fingiu que aquilo não tava acontecendo, que aquilo não tava crescendo. Já napp foi pro enfrentamento, tirou o crime organizado no primeiro momento, o poder

▶ 00:17:34 paralelo no primeiro momento. Só que com passar do tempo, mesmo com os bravos policiais fazendo tudo que podiam naquelas unidades de polícia pacificadora, foi retornando a vagabondagem, foi retornando os faccionados. Por quê? Porque não dignificou a vida nas comunidades, não ofereceu a expansão da presença do Estado e dos serviços públicos, como por exemplo foi feito no Favela Bairro. Tá na hora da gente juntar as duas experiências, aprender

▶ 00:18:04 com os erros e os acertos, porque nem tudo foi errado, e, finalmente começar comunidade a comunidade, uma por vez estado presente nunca mais deixar esse câncer retornar. Essa é minha pitada de contribuição. Vai, posso contribuir? >> Pode, pode, vai. >> Ô, Rafa, primeiro eu tô eu tô tendo uma um momento nostálgico aqui. Eu curti muito isso aqui. Tinha, tinha uma festa chamada Moonight, lembra? E nessa época

▶ 00:18:34 da Moonight, alguém aqui curtiu a Moonight aqui? Não, só você, né? Não, tem gente que tá com vergonha. Não é possível. Oi, DJ Sadan. Era possível vir aqui, eu tinha 16 anos, curtia a Monite aqui, eu ia andando de noite, voltava duro igual um coco, não tinha dinheiro para nada, voltava andando até Botafogo, sem me preocupar. Na minha época isso era possível. Mas por que que eu tô falando isso? Vocês estão aqui hoje, como o Rafa falou, vocês estão aqui por uma uma causa, né? Eu acho que tá todo mundo de saco cheio da realidade do

▶ 00:19:04 Brasil e do Rio de Janeiro, especificamente. E a gente tem hoje, de fato, com o Rafa, uma possibilidade real de mudança que não tivemos nas últimas décadas. Por que que o Rio chegou onde chegou? Por n motivos. E quando a gente fala da criminalidade, eu trabalhei em projetos sociais desde sempre aqui. Eu trabalhei, fiz projeto social no Morro de Santa Marta, dando aula de luta, dei aula de luta dentro da favela da Rocinha também,

▶ 00:19:34 projeto social no Morro do Salgueiro. E eu vi o outro lado. E foi lá nesse foi na Rocinha, no Salgueiro, que eu ouvi o pessoal que liberava a gente para entrar para dar aula. Tu tem que pedir pro vagabundo para tu subir para dar aula. E você ouvia deles dizer que tinha o acerto com o governador do estado. Olha que loucura. Para fazer o seguinte, o governador colocava o secretário de segurança para fazer uma mega operação na zona sul, globocop, não sei quê,

▶ 00:20:06 paraa droga chegar na zona norte. Aí dia seguinte, mega operação na zona norte, a droga chegava na zona sul, desviando a tensão. Então assim, não adianta se você não colocar um cara que tenha coragem, que é o caso do Rafa, vontade de fazer, vocês vão ficar reféns dessa realidade a de eterno. E tende só a piorar, vem piorando muito. Eu falei que eu curtia sair daqui andando até Botafogo. A gente não tá falando de muito tempo atrás, não, 20 e poucos anos. Isso é um espaço

▶ 00:20:36 curto de tempo para ver como se eh eh eh se foi esse tempo no Rio de Janeiro. Hoje as pessoas estão, o cara do Uber que me trouxe, mostrou, levantou a camisa, três marcas de tiro, 2022 linha vermelha, arrastão, fecharam, ele entregou o carro, o cara olhou para ele, não gostou, deu três tiros nele, pô. Então assim, isso aqui já é um cenário de guerra. Talvez a última chance que tenham de colocar alguém decente é esse ano. Então, que cada um de vocês saia daqui

▶ 00:21:07 sabendo que vocês vão ter uma missão muito forte de convencer os outros a conhecerem o Rafa, conhecerem o projeto da missão. Vocês precisam trabalhar pelo futuro de vocês e da família de vocês. Isso aqui não é, de repente lá em Santa Catarina, o pessoal não precisa se puxar tanto que a situação não tá tão feia. Mas aqui é questão de sobrevivência. vocês vão ter que sim ir para pra guerra para ajudar esse cara, porque o futuro do estado depende de verdade desse ano, tá? Eu queria complementar para mostrar

▶ 00:21:38 a importância de ter uma pessoa correta na frente do executivo. >> Vai, Caio, por favor. >> E pessoal, que o Marcelo Brigadeiro citou agora é pura verdade, tá? A gente tá caminhando para virar um lar do estado. Eu estive no Acre participando de uma operação contra o comando vermelho e lá eu tive a oportunidade de investigar um mega empresário que movimentava todo o financeiro do comando

▶ 00:22:09 vermelho no Acre. E sabe o que que ele tava fazendo com todo esse poder capital que esse esse poder econômico? Ele estava financiando prefeituras do estado. Inclusive ele ia sair como vice vice-prefeito de um de uma cidade no Acre. Ou seja, o tráfego, pessoal, ele traz muito dinheiro e esse poder econômico, eles estão começando a se infiltrar nas prefeituras. A Baixada Santista hoje, ela é completamente, o PCC está completamente infiltrado na Baixada

▶ 00:22:40 Santista hoje. Se a gente não começar desde agora colocar pessoas que tenha coragem, não só tenha são íntegros, né, isso aqui a gente não preciso nem questionar, mas que tem a coragem de enfrentar o crime organizado como deve ser enfrentado. E não só com tiro porrado em bomba, como todo mundo falou aqui, mas com inteligência, o Brasil ele vai caminhar para o na estado. Então a gente é preciso mudar e mudar rápido, pessoal. >> Obrigado, Caio. Pessoal, queria agradecer a presença de todo mundo aqui comigo nesse painel. Ho, obrigado, meu

▶ 00:23:10 irmão. A luta vai ser grande, a gente tá junto. Obrigadeiro. Sucesso Santa Catarina. Cai, obrigado por ter vindo, Rosnelo, meu irmão. E importante dizer que daqui a pouco nós em breve nós teremos um anúncio importante aqui que eu quero que vocês tomem com o maior carinho possível e saber que a gente não vai desistir do Rio de Janeiro. Enquanto a gente não resolver o Rio de Janeiro, a gente vai lutar até o fim. Covardia e fraqueza. >> Salvaram ningém. >> Nunca salvaram ninguém. Obrigado, gente. Obrigado.

▶ 00:23:59 Vem aqui, ó. Fala galera, boa tarde de novo para vocês aí. Agora a

▶ 00:24:29 gente vai ter um painel falando de livro amarelo e a nossa missão. E agora a gente vai elevar o QI desse palco aqui com Kim Cataguiri, Artur do Val e novos clássicos.

▶ 00:25:05 س

▶ 00:25:37 São, >> tá funcionando. Tá funcionando. Po, boa tarde, pessoal. É um prazer estar com vocês aqui, ver a casa cheia assim de cariocas, fluminenses, eh, prestigiando o projeto, né, dando atenção que a gente tanto precisa nesse ano. Eh, enfim, é um prazer dividir o palco com Kim Cataguiri, um grande

▶ 00:26:07 ídolo, grande nome e do MBL, enfim, na nossa história, Artur Doal, também da mesma forma, icônico, polêmico, único. E o meu amigo Eduardo Pessoa, fiel, fiel parceiro, escudeiro, enfim. Hoje a gente vai falar um pouco sobre o livro amarelo e as oportunidades, eh, a necessidade de uma preparação ideológica, a construção partidária, eh, de militância. Esse é um evento muito importante, eh, por conta disso. Exatamente. Então, eh, enfim,

▶ 00:26:37 queria passar a bola. Vocês quiserem se apresentar também, Artur Kim, quiserem falar um pouco sobre a construção coletiva, programa ideológico do partido Missão. >> Oi, boa tarde, pessoal. Primeiro lugar, obrigado por vocês estarem aqui. Ah, vamos lá falar um pouquinho de livro amarelo. Eu acho que que uma coisa que nos define, eu acho que é uma coisa que une todo mundo que tá aqui, que é o tal do

▶ 00:27:09 espírito do livro amarelo. É engraçado quando eu falo do espírito das coisas, pessoas falam: "Você é espírita, cara". Não, eu estou falando daquilo que está, é o subtexto, é aquilo que não está escrito, é aquilo que está ah, ah, permeando as almas de quem vai escrever que vai estar escrito. Uma das coisas que está no livro amarelo e que tá em cada um de vocês aqui e é o que fez a gente chegar até aqui é esse senso de identidade, tá? que não permite que a

▶ 00:27:41 gente seja como os nossos oponentes, ainda que os ou ainda que os nossos oponentes por muitas vezes foram muito maiores do que a gente. Por que que eu tô falando isso? Eu vou eu vou eu vou trazer um exemplo aqui do Rio de Janeiro, né, de outra grande figura que vocês estão produzindo, né? Não é uma figura tão relevante, mas eu acho que serve de exemplo do que eu tô querendo passar aqui para vocês. Com certeza vocês

▶ 00:28:12 sabem, né, da existência de um cara chamado André Marinho. Pois é, o André Marinho, cara, para mim, né, o fato dele dele, novamente, eu não tô falando que é uma figura muito relevante, mas é uma figura muito importante pra gente entender o que a gente não quer ser. O André Marinho é o tipo de cara que ele tinha tudo para dar certo. Tudo. O André Marinho é rico, o André Marinho é bonito, André Marinho é bem relacionado, André Maurinho fala bem e o André

▶ 00:28:42 Marinho é um fracasso. Ao passo que este grupo aqui não era para ser isso. Quando vocês pegam a capa do livro lá, Um bando de desajustados que derrubou a Dilma, você vê lá o Renan que nem terminou a faculdade, o King quase jubilou. O, não tem uma pessoa ali, né, em inglês se fala easy on the, né? Não tem uma pessoa que ele tem um um rosto minimamente

▶ 00:29:12 bonito. E esses caras não só derrubaram a Dilma, mas construíram a base do projeto, que hoje vocês fazem parte, que vai construir uma coisa bem-sucedida, que é uma nova identidade nacional. E por que que eu tô dizendo isso? Quando você não tem alma, quando você é uma pessoa que você não tem autenticidade, você olha a corrente majoritária e você se atrela a a ela. Falar isso no Rio de Janeiro é muito importante, por

▶ 00:29:43 desculpa, gente, vocês podem apontar lá para Pernambuco, vocês podem apontar lá pro pro ABC paulista e falar que é o berço do lulismo, que é o berço do petismo, mas vocês são o berço do bolsonarismo, tá? Daqui surgiu Jair Bolsonaro e talvez o maior patrimonialismo contemporâneo de direita conservador que a gente conhece, tá? E por que que isso acontece, cara? E eu acho muito emblemático que nasça no Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro que é

▶ 00:30:13 importantíssimo paraa nossa identidade nacional, tá? Isso nasce porque, infelizmente, como o Brasil é um país que não não faz uma ódia suas figuras, não tem orgulho da sua própria história, não tem orgulho de ser o que é, a gente se apega a um monte de coisa ruim, achando que é boa. O crescimento do bolsonarismo e e essa coisa escrota de você ter uma figura popular e várias pessoas ao redor orbitando aquela popularidade, aquele puxa-saquismo,

▶ 00:30:44 aquela coisa horrorosa. é tudo que a gente não quer ser. E por que que eu comecei aqui mostrando, né, o que aconteceu com o André Marinho? Todos vocês que estão aqui, em algum momento da vida de vocês, vocês decidiram não abrir mão do que vocês verdadeiramente são, tá? para apoiar um projeto que era maior e aparentemente melhor sucedido se ele não representasse o que você é dentro de si próprio. Eu falei do André

▶ 00:31:16 Marinho agora, vocês viram que ele fez aquele vídeo humilhante faz alguns meses do lado do Flávio, né, falando que não, meu irmão, você tem que ver aqui, meu irmão, que estamos juntos aqui, né, para combater o PT, a esquerda, não sei o que lá. E no final do dia, depois dessa humilhação, depois do pai dele ter sido humilhado pelo Jair Bolsonaro, pelo Flávio Bolsonaro, por todos os irmãos, por toda a família, o cara se rastejou e no final das contas o Flávio sequer o

▶ 00:31:47 apoiou. O Flávio ainda lançou outro agora. E por que que eu tô trazendo isso para vocês? Quem hoje em 2026 está com a gente aqui e passou pelo inferno com a gente, passou por 2019, quando a gente recusou participar de uma manifestação que estava atrapalhando uma reforma importantíssima pro país, que era a reforma da previdência, que era uma reforma impopular e precisava do Congresso e precisava da articulação de pessoas que a gente não gosta. Quando a

▶ 00:32:18 gente se recusou em maio de 2019 a participar de uma manifestação que era a favor do fechamento do Congresso e do STF, uma coisa, uma coisa ridícula, uma coisa que era contra o Rodrigo Maia, que era o principal articulador da principal reforma fiscal do governo Bolsonaro. Quando a gente se recusou a fazer parte dessa coisa [ __ ] esses caras colocaram toda a força deles contra a gente e a gente teve que se reunir e falar: "E agora que a gente faz? Porque nós estamos derretendo de fala.

▶ 00:32:49 O MBL perdeu 400.000 seguidores no YouTube. Eu perdi 100.000 seguidores em um dia. A gente se reuniu e a gente teve que tomar a decisão. E a gente tomou a seguinte decisão. Nós vamos ser o que a gente realmente é, independentemente da popularidade que está acontecendo agora. A gente vai enfrentar essa batalha mesmo que a gente morra no caminho. E a gente fez isso. A gente comeu o pão que o diabo amassou. E a gente não só

▶ 00:33:19 sobreviveu, mas a gente cresceu sobre isso. Eu tô aqui com o pessoal dos novos clássicos que eles gostam muito dessas intelectualidades e muito se fala do antifrágil. Nós somos o antifrágil. Quem que é o frágil? O frágil é aquele que no caos ele acaba, ele se destrói. Quem é o resistente? Aquele que resiste ao caos. Quem é o antifrágil? Aquele que se beneficia do caos. Quando a gente decidiu ser antifrágil, quando a gente decidiu apostar numa tese que ninguém acreditava, nós entendemos que o caos

▶ 00:33:51 viri. Nós entendemos que o projeto bolsonarista era um projeto falido, era um projeto de pessoas falsas, era um conjunto de projetos individuais que não tinha como formar uma elite pensante política. A gente falou: "Esse caos vai vir". E instintivamente a gente nem fez essa conta. A gente sentiu isso. A gente decidiu apostar contra essa corrente que ainda que fosse majoritária, tá? Era uma corrente errada, era uma corrente ruim. E o que que aconteceu? Nós não

▶ 00:34:22 sobrevivemos, nós crescemos a partir desse caos. E por que que eu tô falando isso? Quando eu olho vocês aqui, eu vejo um monte de carioca muito diferente daquilo que proporcionou o estado de vocês seu berço do bolsonarismo. Vocês são muito diferentes dos Andrés Marinhos que estão por aí. Vocês são muito diferentes dessas pessoas nojentas, falsas, fracas, homens de geleia que jogam fora suas convicções, decidem

▶ 00:34:52 humilhar muitas vezes a própria família em nome de um negocinho aqui que eu vou me beneficiar, uma paradinha que eu vou pegar, um carguinho, um salarinho, um likezinho, uma popularidadezinha. Eu vejo aqui um monte de gente que abriu mão de apoiar o projeto majoritário para não abrir mão de ser o que verdadeiramente é. Eu sei que vocês, ao longo dessa trajetória, vocês enfrentaram a galera olhando para vocês. E o Quem já vai me xingar aqui, porque

▶ 00:35:22 eu tô falando isso em todos os estados, e vocês enfrentaram o primeiro discurso do bolsonarista que ficava te chamando de traidor e falando aquelas coisas não sens enfrenta outro discurso que é o discurso mais difícil de de enfrentar, que é o discurso do su cético. Eu brinco que é o discurso Emílio Surita. Posso só pedir uma coisa antes? Eu não sei se é impressão minha, eu não sei se é coisa do local, mas a minha impressão é que tem 1 milhão de pessoas falando ao

▶ 00:35:52 mesmo tempo. Cara, posso pedir um favor aqui, pessoal? Vamos parar de falar todo mundo agora. Não adiantou. Tá adiantando pessoal, ó, atenção. Aqui faz muito eco. Vamos evitar falar, por favor. Vamos lá. Voltando, o discurso que vocês vão enfrentar é o discurso do suético. O que que é o discurso do super sético? Eu brinco que é o discurso Emílio Surito. É o discurso

▶ 00:36:23 de quando você vai no pânico, aí o Emílio faz o seguinte: "Ah, olha lá, olha lá o sonhador aqui, ó, o jovem na política, mas vai chegar lá, vai ficar igual aos outros, né? A gente sabe como é que funciona esse sistema. Chama o break, chama o break." Aí você fica com aquela cara de merda, tipo, ah, entendi, eu sou um idiota, eu sou um sonhador aqui. Você vai enfrentar não mais o discurso bolsonarista, porque o discurso bolsonarista virou um discurso full [ __ ] O cara para defender o Flávio hoje, ele tem que abrir mão de qualquer cognição. O cara tem que falar que o

▶ 00:36:53 Queiroz era rachador, mas o Flávio não sabia, que as escolas das filhas do Flávio estavam sendo pagas em dinheiro por um rachador. Mas do Flávio não sabia que os funcionários do Flávio sacavam 90% do salário em dinheiro. Mas isso é uma coisa normal. Que a Coppe do Flávio era a única loja que em dia de pagamento de funcionário da LERG faturava um monte em dinheiro, mas era uma coisa normal. Você já foi pro pro discurso total dissonância cognitiva, você já assumiu que você é um [ __ ] Esse discurso

▶ 00:37:23 está mais fácil de enfrentar. você vai enfrentar um outro discurso que é o seguinte: ah, política é tudo merda mesmo. Eu vou falar um negócio para vocês, cara. Quando eu comecei a fazer vídeo no YouTube e quando meu canal começou a crescer, a política entrou na moda. Era uma coisa meio meio chique eu chegar na minha escola e falar: "Pô, eu tenho um canal de YouTube que fala de política. Eu vou me candidatar na próxima eleição". As pessoas me olhavam com ar de quem ia transformar o Brasil. Pô, esse cara vai mandar o Brasil, velho. Pô, que coisa louca. Agora a J

▶ 00:37:56 que é a melhor geração de todas, tá? Lidem com isso. É a melhor, tem seus problemas, mas é a melhor geração de todas. A Jinzi, quem não está envolvido com política, acha meio crinjola. Acha meio ó lá, ó lá, ó, vai lá, vai lá, vai lá brigar. Você é direita ou esquerda? Uma coisa meio meio idiota você ser um político hoje em dia. Você vai enfrentar esse discurso, cara. Porque esse cara, ele olha as gerações passadas e ele vê como os sonhos das gerações passadas se

▶ 00:38:27 tornaram só sonhos, como eles falharam, como os sonhos dos nossos pais foram transformados em coisas absolutamente ridículas e iguais ao que a gente sempre denunciou. O discurso da direita hoje é o mesmo discurso do Centrão, irmão. O o Flávio Bolsonaro essa semana falou que ia dar celular de graça pra mulher. É isso. A proposta do cara é dar mais bolsa família, [ __ ] Entendeu? Essa J nasceu num mundo de ultra informação e ele já viu como é cringe você acreditar em político. É esse o discurso que você

▶ 00:38:58 vai enfrentar. E aí o que que eu vou pedir para cada um de vocês? E essa é a hora que você vai chegar pra geração Z e você vai mostrar para ela que ela pode ser transformadora. O mundo inteiro está se transformando politicamente a partir da geração Z. É uma geração, como eu falei, tem seus problemas. É uma geração que é mais isolada. É uma geração que transa menos, é a geração que menos transa a geração Z, é a geração que mais tem doenças mentais, mas é a geração mais curiosa, é a geração que mais sabe

▶ 00:39:29 lidar com combo de informações, é a geração que ousa entender as nuances do que está acontecendo, não aceita simplificação barata, não aceita discurso caro, não aceita o resumo. quer entender a nuance, quer entender o detalhe. E aqui que você vai falar para esse cara, meu irmão, deixa eu te falar uma parada. A política é dominada por um monte de cara do centrão e por uma casquinha ideológica que fica vendendo que é de esquerda ou de direita. Isso

▶ 00:39:59 aqui não representa o que eu sou, não representa o que você tem que ser. Essa geração, porém, tem um partido chamado missão, tem um movimento chamado MBL, que é interessante para [ __ ] É a coisa mais interessante em toda política ocidental. Nós temos um aplicativo para falar de cultura. Nós temos diversos canais de pessoas muito sábias que falam diversas coisas importantes para você se tornar um ser humano melhor. Nós temos uma revista impressa e é um grupo de realização. Nós realizamos o impeachment

▶ 00:40:32 da Dilma. Nós realizamos isso. Eu fui para uma eleição à prefeitura de São Paulo, um partido minúsculo, sem tempo de TV, sem fundo eleitoral e eu fiz 10% o mesmo número do Celso Russomano apoiado pelo Bolsonaro no auge na época. E mais, este movimento criou o bendito partido. Você pode chegar para esse seu amigo cético que vai te falar que você só um sonhador. Você vai falar: "Me fale um grupo político que não tem que ficar

▶ 00:41:02 batendo na porta de cacique partidário para escolher a sua chapa, para escolher os seus nomes." Nós fizemos isso sozinhos. Não teve apoio de grande empresário, não teve apoio de Ministério Público, não teve apoio de centrão. Nós brigamos com todos esses caras, com os veículos de imprensa e contra a maré, nós realizamos a coisa mais difícil de você fazer, que é criar um partido. E hoje nós vamos ter sim um candidato à presidência da

▶ 00:41:32 República, que é puro sangue nosso. Então você tem que ter orgulho de ser o que você é. Você tem que vestir essa camiseta sem ter um pouco de medo de parecer cringe, porque você não é porrá, você é um sonhador realizador. Você ousou sonhar e você ousou seguir o teu plano. Então eu quero que a partir de hoje todo mundo que decidiu perder um sábado para falar de política, passe os próximos dias. Nós só vamos conseguir se vocês fizeram isso falando do seu

▶ 00:42:02 projeto em todos os ambientes. Você tem que compartilhar vídeo do Renan todos os dias. Você tem que compartilhar o vídeo do Busnelo todos os dias. Você tem que falar do teu projeto todos os dias, porque nós temos um prazo para isso. O prazo é daqui poucos dias. Nós não temos nem dois meses para que a gente realize o maior sonho de todos, que é chegar lá. Então eu quero que vocês a partir de agora lembrem de quem vocês são, do que fez vocês estarem aqui, apesar de todos os ventos contrários. E

▶ 00:42:33 eu quero que todo mundo aqui a partir de amanhã seja mais orgulhoso e mais ativo para compartilhar tudo que a gente faz, ok? É isso aí. Obrigado. Boa tarde. Primeiramente, nós vamos ganhar a eleição. Eh,

▶ 00:43:11 em segundo lugar, eu quero falar para vocês que esse é o painel sobre livro amarelo, né? E aí o Artur falou: "Ah, porque o espírito não quero saber de espírito, não quero saber do que, ah, eu não quero saber daquilo que tá escrito, eu quero saber daquilo que tá escrito, tá? Quero ver aqui que tá escrito, o que que a gente vai fazer de política pública concreta. E eu quero deixar muito claro para vocês que os outros projetos de partido,

▶ 00:43:41 os outros planos de governo parecem cartinhas do Papai Noel comparado com o livro amarelo. A gente tá falando de um projeto de 360 páginas que nós não conseguiremos protocolar no TSE porque ficou longo demais. Então, o plano de governo que vocês verão protocolados no sistema, que todos os candidatos a presidente precisam, será um resumo do livro amarelo. Não será o livro amarelo que a gente vai disponibilizar a partir

▶ 00:44:13 do nosso congresso do partido no dia 1eo de agosto. A gente entra no detalhe, a gente pega o que funcionou de melhor no mundo inteiro. Então, o que teve de melhor de lei antimáfia na Itália, a gente traz o que teve de ensino técnico na Alemanha, a gente traz o que teve de desenvolvimento de IA e de tecnologia nos Estados Unidos, a gente traz o que teve de critério de administração de cidade na China, a gente traz o que teve de fusão de município no Japão, a gente traz o que teve de investimento público

▶ 00:44:44 em qualificação de mão de obra, infraestrutura e comércio exterior em Singapura. A gente traz então tudo que tem de melhor do mundo, a gente compilou para trazer pro Brasil. em diversas áreas de diversas políticas públicas. E a gente a gente entra, eu vi recentemente, né, eh, uma entrevista da, acho que é Daniele ou Daniela, que é a coordenadora do programa econômico do Flávio Bolsonaro. E aí eu vi duas frases que para mim são muito emblemáticas da campanha dos nossos adversários. A

▶ 00:45:16 primeira perguntaram: "Você falou que vai ter uma regra fiscal que vai ser que vai ser responsável. Qual que é a regra fiscal? É baseado na dívida? é baseado no gasto, é baseado ela tão escrevendo ainda. Essa foi a primeira resposta aí depois, tá? Mas e o equilíbrio fiscal? Ela não, o equilíbrio vem da harmonia entre os poderes. Falei: "Não, não é possível que isso é um programa econômico de uma candidatura. Ao mesmo tempo, você tem o Flávio dizendo: "Não, nós teremos as operadoras de celular ao nosso lado porque a gente

▶ 00:45:48 vai dar celular de graça". Eu falei: "Não, então você tá falando que você tá atendendo a um lobby setorial, que você vai pegar dinheiro público do pagador de imposto para dar paraas empresas de telecomunicação do Brasil, que são um lixo, né? Assim, eu não sei vocês, mas eu acho o atendimento de todas, todas as operadoras horrível. Eu acho assim, o serviço prestado é ruim, o atendimento ao cliente é ruim, você não consegue cancelar. Então é é para essa galera que

▶ 00:46:20 você tem atendimento de lobby e o próprio Flávio falando que vai dar 25 bilhões de reais todos os anos paraas teles para garantir internet para 70 80 milhões de mulheres que ele tá falando. Gente, desculpa, isso é isso é o vale gás do Flávio Bolsonaro, só que ainda mais demagógico e ainda mais populista. Não é possível que, e eu acho que nosso principal desafio é o seguinte, nós

▶ 00:46:50 temos o melhor produto, nós temos a melhor pré-candidatura, nós temos o melhor plano, só falta nós convencermos as pessoas ou em outras palavras, se as emissoras de TV são supermercados e a nossa pré-candidatura é um produto, só falta a gente convencer o mercado a colocar o nosso produto na prateleira. Quando a pessoa olha, quando a pessoa tem contato, não precisa ter muito esforço para convencer

▶ 00:47:21 a você apoiar o Renan. E eu fiquei feliz também de recentemente, a gente ter anunciado o vice, o coronel Haroldo, que o coronel Haroldo ele é absolutamente complementar ao Renan, enfim, ele é muito diferente de mim. a experiência, uma pequena experiência pessoal que eu tive com ele e que para mim ficou muito claro a diferença e como ele é complementar e como ele ajuda. A primeira experiência que nós tivemos

▶ 00:47:51 num num evento público com Haroldo, já pré-candidato à vice-presidência, foi em Belo Horizonte. E aí eu fiquei ali no saguão do hotel junto com ele. Depois peguei o Uber pra gente ir até o evento do saguão do hotel até o caminho do Uber, até dentro do Uber, até sair do Uber. Ele abordou todas as pessoas do caminho e entregou o cartão com QR code pro Instagram do Renan. Eu não faço isso e eu não

▶ 00:48:22 pensaria em fazer isso. Ele é um cara, ele é um cara, ele é um, enfim, ele é um coronel que matou muita gente na vida dele, muito bandido. E ele é um cara fofo. Ele ele ele é um coronel fofo, né? E e é um sujeito que não precisa dar explicações sobre a sua dureza na segurança pública, não precisa dar explicações em relação à sua coragem, né? Ele é um cara que ficou conhecido porque teve um teve um um sequestro,

▶ 00:48:53 tinha um bandido com a arma na cabeça de uma refém. Ele foi lá e se colocou no lugar da refém. Essa é a história, uma das histórias que marcou a vida dele. Então, ele não precisa de nenhuma credencial para isso. E aí, na coletiva que a gente fez para anunciar a pré-candidatura dele, ele falou: "Não, a dificuldade que eu que eu de curto prazo aqui que eu tive para ajeitar de poder viajar ao Brasil, porque a jornalista perguntou: "Você vai se mudar para São Paulo? Você vai viajar o Brasil junto com o Renan?" Aí ele falou: "Eu tive uma dificuldade

▶ 00:49:25 só maior na minha família, que é porque eu tenho 10 cachorros e aí eu precisei negociar com a minha filha, quem cuidava dos cachorros. Eu vi os jornalistas a quem interessa calar um amarelo? A quem? Racismo isso, né? A vez do Artur, que é um branco da, sei lá, da zona leste que

▶ 00:49:57 fala meu brother, aí ninguém quis calar, né? Agora chegou na minha vez que sou caipira do interior e semijaponês, aí querem me calar. Bom, esqueci o que eu tava falando. Ah, eu nunca vi jornalistas se desmontando de simpatia. Como eu vi com Aroldo falando na coletiva, quando ele falou que a preocupação dele era quem ia cuidar dos 10 cachorros deles, os jornalistas, tipo, [ __ ]

▶ 00:50:28 que o jornalista que tem aquela visão de mundo de jornalista, né? Ele falou: "Meu, que fascista fofo, não consigo não gostar desse não. Que o cara nos odeia, né? Cara, acho que a gente é extremista, que a gente defende tudo que tem de pior no mundo, mas fal, olhou pro coronel, para um coronel, falou: "Não, ó, que cara fofo". Eu fiz esse travessão aqui no meio da fala porque eu acho, eu acho importante, diferente do Artur, que o Artur eu acho um saco,

▶ 00:51:01 não só de maneira geral, né? Mas quando eu vou pros congressos com ele, porque ele repete. Então assim, eu já escutei essa fala do Artur 85 vezes. Eu já escutei essa piada. Ele já fez essa mesma essa mesma encenação dele me dando um tapinha para falar do Emílio Surita e chamar o Brave. Eu já vi isso 85 vezes. Nas primeiras cinco eu dei risada, né? Depois eu falei: "Meu, que saco! Mas eu sempre tento adicionar

▶ 00:51:32 coisas novas e falar de coisas diferentes. E de vez em quando eu me perco no raciocínio por causa disso. Como não tenho um planejamento de começo, meio e fim, às vezes dá umas voltas. Mas enfim, voltando, nós temos o melhor projeto, nós temos o melhor programa e eu tô muito otimista, tá, com essa eleição. E eu escutei aqui no Rio, todo o estado que eu passo tem pessoas que falam para mim que são pré-candidatos a deputado federal, deputado estadual, que eu topei disputar

▶ 00:52:04 para ajudar. Eu tô disputando a eleição para ajudar a formar chapa e fortalecer o partido, mas eu sei que eu não vou ganhar. Eu tenho escutado isso em muitos estados, mas eu estou extremamente otimista. Porque, como eu disse, eu acredito que o Renan vai ganhar e

▶ 00:52:35 em O Renan ganhando, essas pessoas que me dizem, militantes que acreditam na causa, que dizem para mim que estão disputando para perder, mas para ajudar, esses caras eu vou ver ganhar. Tá? Porque o Renan vencendo não significa só que a gente vai ter o presidente da República, significa que o cara que escolheu o Renan vai procurar no seu estado quem que é o cara do Renan no estado, vai apoiar a legenda.

▶ 00:53:05 Gente, lembrem-se da primeira eleição do Bolsonaro. Esse é um exemplo que eu dou sempre. A a ânsia de buscar um cara que tivesse um vínculo com o Bolsonaro para votar para deputado federal foi tão grande que entrou um cara chamado Tio Truts, que ficou famoso por fazer o bolso Burger. O mérito dele era fazer o hambúrguer que ele colocava um carimbo com a cara do Bolsonaro. Esse sujeito foi eleito deputado federal só porque Jair

▶ 00:53:36 Bolsonaro foi eleito presidente. Felizmente nós não temos nenhum bolso Renan, quer dizer Renan Burger. Bolso. Como é que tá a cabeça do palhaço aqui já? Cara tá zuretas. Não tem ninguém. Não tem. Não tem nenhum Renan Burger, não tem nenhum cara que ficou famoso por fazer alguma coisa caricata com o Renan nas nossas chapas. Tem gente decente, tem gente leal, tem

▶ 00:54:09 gente preparada, tem gente que veio paraa nossa chapa sabendo que não ia ter dinheiro, não ia ter tempo de televisão e que tava só pela causa e que tava enfrentando duas, dois grandes blocos populistas, o petismo e o bolsonarismo, e que não teriam nada para arrastá-los e para, portanto, ganhar o mandato de presente, como é o que o Flávio fez a vida inteira dele, né? Qual que é a história do Flávio? Qual que é a carreira dele? O que que ele conquistou?

▶ 00:54:41 Ele nasceu, ele fez 21 anos e aí o pai dele deu um mandato para ele de presente essa. E desde então ele vive de renovar esse presente e aí ele vai lá e se elegeu pro Senado e nunca vai. Nunca vi Flávio Bolsonaro no plenário do Senado e e eu não sou senador. Eu vou lá articular os projetos que eu aprovei como deputado na Câmara. Aquele de aumento de pena de furto roube receptação. Vocês não sabem o inferno que foi para

▶ 00:55:13 convencer aquele grande, no sentido literal, senador do Amapá, a pautar aquele projeto, né? E todas as semanas que eu fui, todos os dias não tinha Flávio. Então essas pessoas entraram na chapa por acreditar no projeto. E eu vou ter a felicidade de ver esse cara que disse que tava indo pro sacrifício ganhar. Isso para mim é maravilhoso. Eu tô vendo um colega de trincheira que sempre pensou que não teria a menor chance,

▶ 00:55:44 mas que é capaz, que tá preparado e que é leal, que é uma coisa que nós valorizamos. Tem uma coisa que a gente valoriza no nosso movimento, é lealdade, é umbildade. É se tem um amigo seu, um colega de movimento, fazendo o que é certo e apanhando por fazer o que é certo, sendo cancelado, processado ou até preso, você fica ao lado dele, nem que isso te custe, você fica ao lado dele nos momentos mais difíceis. Não interessa se, por exemplo, não sei

▶ 00:56:14 se já falaram isso aqui no palco, mas a gente chegou, já tinha dois oficiais de justiça aí na porta para citar o Renan. Então não interessa se amigo tá lá sofrendo 1 milhão de processos, se tem perseguição contra, se tem cancelamento. Não interessa se o seu amigo tá no Jornal Nacional, eh, comentando sobre a beleza e o status

▶ 00:56:44 socioeconômico de mulheres europeias. Eh, você essa essa habilidade de linguajar, depois vocês perguntam: "Ah, por que dentro do movimento o Artur perde um monte de processo e o Kim ganha?" Olha o cuidado com o linguajar. Olha, o cara me processa, eu já tô, eu vim, pode vir. Por que que tanta gente enriquece meus advogados e faz os meus churrascos? Olha, entendeu, Artur? Você precisa, você não pode chegar.

▶ 00:57:16 Bom, eu já cansei de falar isso para você. Mas você não pode sentar na live lá, brother, irmão, esse cara aqui é um bosta, ele tem que morrer. Pode f, entendeu? Mas enfim, retomando, nós teremos uma grande bancada, nós teremos o presidente da República e o nosso projeto, ele é um projeto, como o Artur colocou, de sonho. A gente imagina um país que é um país poderoso, um país que se os Estados Unidos quiserem

▶ 00:57:47 invadir o país, ele vai precisar sentar e ter autorização do Brasil primeiro. é um país que senta de frente para negociar relações comerciais com a China. É um país que cuja população é no mínimo, no mínimo de classe média. É um país em que as pessoas têm a liberdade de realizar os seus sonhos e que o bandido tem medo de ser bandido, tem vergonha de ser bandido, em que o bandido não glorifica a própria arma, o próprio status, o quanto ele é popular.

▶ 00:58:19 Não, o bandido ele tá ali na sombra de um rato de esgoto. Esse é o Brasil que a gente trabalha para construir. E o máximo de posições que a gente puder disputar e ocupar para implementar esse Brasil, nós ocuparemos. Gente, falar que o Renan vai vencer não significa só falar de uma grande bancada, não significa só falar de ter um presidente da República, o que já é muitíssima coisa, principalmente na primeira eleição de um partido, mas

▶ 00:58:49 significa porque vocês me desculpem, se o Renan vencer e ele vai vencer, ele será reeleito. Se o Renan vencer esse ano, ele vai vencer daqui a quatro. Porque assim, a única pessoa que teve a capacidade de perder uma reeleição, de ser, de ter capacidades cognitivas tão limitadas, foi Jair Bolsonaro. A Dilma, a Dilma, a Dilma,

▶ 00:59:20 a Dilma, Dilma, Dilma. Conhece Dilma, Vana Russef. A Dilma, que ela teve a capacidade de criar uma crise econômica no nosso país, pior do que uma pandemia. Vocês têm noção de que no período acumulado do governo Dilma, nós tivemos mais perda do que o governo Dilma, do que na pandemia? Sim, gente, uma doença que matou milhões de pessoas no mundo,

▶ 00:59:50 que fechou o mundo durante 2 anos, não foi capaz de causar um estrago na nossa economia tão grande quanto a Dilma. E ela ganhou a reeleição. Ela ganhou a e o Bolsonaro perdeu. Então assim, tô falando tudo isso, que o Renan vai ser reeleito. Dito isso, nós não só teremos uma grande bancada, nós não só teremos o presidente da República, mas nós teremos seis ministros do Supremo Tribunal Federal,

▶ 01:00:22 lembrando que há 11. Nós teremos uma maioria no Supremo de caras decentes, legalistas e que não vão fazer a DPF de favela para eu ter que anunciar para 60 órgãos antes de fazer uma operação contra o Comando Vermelho. Vai ser o contrário. Vai ser um Supremo que vai pregar a Constituição e vai falar: "Segurança é um direito. Se o governador não tá fazendo operação quanto crime organizado, o criminoso é ele. É esse o Supremo que nós teremos. Nós

▶ 01:00:53 teremos um presidente, não só da República, do Supremo, indicado pelo projeto do partido Missão e será um Supremo republicano legalista que vai levar o enfrentamento em frente. Então, meus amigos, o, enfim, o Artur, Renan, Guto, Amanda, todos sabem que eu sou dos

▶ 01:01:23 mais céticos dentro do movimento. Eu sou dos menos sonhadores. Eh, mas mesmo eu, que sou dos mais séticos, que sou daqueles que costuma estar permanentemente cansado, persistente, consistente, mas cansado, e acreditar que a gente só consegue de pouquinho em pouquinho, mesmo eu que só acreditei sempre que a gente só consegue de pouquinho em pouquinho, acho que nós conseguiremos dar um salto gigantesco,

▶ 01:01:55 muito rápido. Agora, nesse ano, eu que sou o cético, não sou o Emílio Surita, mas eu sou o cético dentro do movimento esse ano. E essa é uma alegria que eu quero compartilhar com mais do que uma alegria. Esse é um sentimento de orgulho e um sentimento de espírito de deixar um legado que eu quero compartilhar com vocês.

▶ 01:02:26 Cada um de vocês que tá aqui hoje está compartilhando e confundindo um momento da vida de vocês com um momento da história do país. Cada um de vocês que faz parte do partido, que tá aqui hoje, que fazem parte dos primeiros a apoiarem, a estarem junto, a acreditarem, quando hoje eu falo no Congresso, Renan vai ganhar, dão risada

▶ 01:02:57 da minha cara, falo na imprensa, Renan vai ganhar, dão risada na minha cara, falo no mercado financeiro, Renan vai ganhar, dão risada na minha cara. Todos vocês que estão aqui, que não dão risada da minha cara, estão compartilhando um pedaço da vida de vocês com um pedaço da história do país. Vocês estão e vocês vão ter o orgulho de poder falar no futuro pros seus filhos, pros seus netos, para quem quer que seja, que quando perguntarem o que que é pobreza, papai, vovô, o que que é miséria, o que

▶ 01:03:28 que é terceiro mundo, vocês vão ter o orgulho de falar. Foi uma coisa que existia antes do seu pai e do seu avô participar do projeto que transformou o país. É isso. Obrigado. Fala.

▶ 01:04:00 >> Fala pessoal, antes de qualquer coisa, Renan Santos, presidente, né? Acho que o mais importante. É, é por isso que a gente tá aqui, não é? É por isso que a gente tá aqui. No fim das contas. É isso, né? Calma, pô, nem falei ainda. Enfim. Eh, mas eu queria que todo mundo tivesse a mesma página. Eu queria que vocês entendessem porque fazemos isso, porque escrevemos livro, porque montamos partido, porque estamos nessa briga todo dia, né? E é para você entender que o Brasil é um país que te que hoje te desmoraliza. Ele te desmoraliza das

▶ 01:04:31 formas mais diversas possíveis. Desmoraliza quando você tá chegando do trabalho em casa e o seu celular é assaltado. Quando você volta pro bairro onde você cresceu e percebe completamente destruído. Quando você passa na frente daquele prédio bonito, que orgulho da tua cidade, ele tá arrebentado, seja culpa de quem for, o tempo inteiro o Brasil tenta te desmoralizar como cidadão, como brasileiro, como ente participante de uma república, né? Brasil não te dá dignidade. Ele não deixa a você sentir o

▶ 01:05:01 orgulho dele. É como se fosse, tem uma engenharia por detrás disso, né? Você não consegue sentir afeição pela terra mais. Eu digo isso porque eu sou nascido em 1999. Eu só conheci o governo do PT, basicamente, né? Desde que eu nasci já era o Lula, desde que eu tenho consciência da do meu eu, né, de si, eh, já era o PT. E dá para perceber claramente como as coisas estão degringolando e o Brasil tá passando por um processo de degeneração mesmo, né? A gente tem cada vez menos motivos para

▶ 01:05:31 orgulhar. Ah, não, eu não posso deixar de falar da Copa do Mundo sem querer ser polêmico. Acredite no que você quiser em relação a Neymar Júnior, gênio, injustiçado, garoto prodígio, não vou entrar no mérito, mas nem a seleção brasileira mais é um motivo de ufanismo, né? E eu acho que pior do que o Brasil te desmoralizar, ele também te infantiliza. Isso que é pior, né? Especialmente quando a gente tá falando de política. Então, se você olhar pros projetos majoritários disponíveis, você

▶ 01:06:01 tem o projeto lulista que trata você como um enteinho econômico, que quer ganhar um gaizinho, quer ganhar um auxíliozinho de eletricidade. Em troca disso, você vai dar o apoio político para ele. E o bolsonarismo que prometeu ser diferente, igual ao pior. Quem falou muito bem sobre como a última proposta do Flávio de distribuir celulares para senhoras idosas no interior do agreste é uma proposta absolutamente populista e não faz e que nem faz sentido, né? O a

▶ 01:06:32 potência dos programas do PT tá justamente porque eles cobrem necessidades fundamentais, né? O cara que não tem de comer, ele exige comida. O cara que não tem gás em casa, ele exige gás. Agora, celular, alguém precisa de um celular. precisa de verdade. Não existe nem orçamento disponível para você fazer essa entrega. É muito doído perceber que hoje em dia a candidatura majoritária de direita, por enquanto, não tem coragem de abordar os temas mais fundamentais,

▶ 01:07:02 não tem condição de falar sobre corte de gasto, sobre segurança pública de fato, ocupar território, avançar. Não tem como falar sobre indústria nacional, projeção internacional do Brasil. Não tem coragem para isso. Bolsa Família era um inimigo do país 8 anos atrás, agora é direito adquirido e ninguém mais pode relativizar. Antes o Bolsonaro tava chamando, tava contando os quilombolas pelas arrobas e hoje a lei de misogenia é é pauta central de uma administração do PL. Para mim não faz sentido. Você é muito mais do que um ente econômico que

▶ 01:07:33 vai entregar um voto. E é isso que nenhum projeto majoritário quer que você entenda. Ele quer que você seja uma unidadezinha econômica que através de um benefício entrega o seu voto. Se você quer celular, você vota no Flávio. Se você quer comida, você vota no Lula. O ponto é que o que a gente tá construindo na missão é o absoluto oposto disso. É o completo contrário disso. Não é um projeto que te rebaixa, né? Ele quer acabar com a desmoralização dos espaços públicos e da tua cidadania. É um

▶ 01:08:04 projeto que quer que você entenda exatamente quem você é. Se sinta à parte e lute por mais. O primeiro passo para você se sentir brasileiro é entender de onde você veio, o que que você tá fazendo aqui, quem te colocou nesse mundo. E é isso que a gente tá debatendo. No fundo, no fundo, o projeto da missão é um projeto de elevação do caráter, elevação do teu caráter para você participar mais plenamente da política, participar mais plenamente da tua cidadania. No fim das contas, todos os outros querem te rebaixar. Todos os

▶ 01:08:35 outros são prato de nugget com batata frita. E a gente tá entrando nesse debate com uma coisa diferente, cara. É salada, é tomate, tem que comer também, entendeu? Beterraba, sei lá, é alguma coisa nutritiva aí que, enfim, eu não sou exemplo nisso, mas a ideia é justamente que a comida amarga te faz bem. Ela faz bem no momento que você come é aquilo desconfortável. Às vezes a textura não é boa, um pouco azedo, um pouco amargo, mas com o tempo isso te faz bem. é falar essa verdade

▶ 01:09:05 desagradável que que nos mantém a parte de todos os outros projetos políticos brasileiros. E é nisso que eu acredito no fim das contas e que é isso que a gente tem que brigar e ter a consciência, né? Participar, estar aqui no sábado é de certa forma já suficiente. De certa forma, se você parar para pensar no ponderado de toda a população brasileira, maravilha, vocês entregaram muito mais. 98% vai decidir o voto na semana da eleição. E a gente já tá aqui, já tá se preparando, já tá

▶ 01:09:36 falando sobre isso. Vocês ouviram o Quim, ouviram o Artur, vão vir o Pessoa e vão ficar aqui muitas horas ainda entendendo, se aprofundando e investindo nisso, investindo o teu cérebro nisso, que é muito mais caro do que o dinheiro, muito mais. E a ideia é justamente que através desse processo de separação, e eu não sei se vai ser nessa, eu quero que seja nessa e acho que vai ser nessa, mas pode não ser também, a gente tem que estar preparado na próxima e na próxima e na próxima a gente vai apresentar essa alternativa brasileira que possa trazer orgulho.

▶ 01:10:08 Esse é o ponto central, é dar autoestima e moralizar o brasileiro, fazer você sentir parte dessa terra e sentir se sentir um descendente das grandes coisas que já foram feitas nesse país. E eu tô falando de tudo, tudo mesmo. As grandes navegações, o ciclo do ouro, descoberta da Amazônia, exploração do Brasil, tropeiros, mulheiros, enfim, todo tipo de persona da qual nós temos que ser gratos pela formação do Brasil. Você é herdeiro dessa grandeza. Brasil não é, Brasil não deveria ter o tamanho

▶ 01:10:40 que ele tem. É a obstinação nossa, é a teimosia nossa e a vontade de fazer algo melhor. Coisa que a gente perdeu, mas coisa que a gente pode lembrar através dos esforços do partido missão. Então, pessoal, é sobretudo qual é a nossa âncora nessa briga. E é uma [ __ ] briga, tá? É a briga das nossas vidas. O lado bom é que é divertido participar. Às vezes a gente até se diverte demais, né? perde a linha, manda o áudio que não tinha que mandar. Mas é divertido, mas é uma briga muito dura, uma briga dura que vai exigir mais ou menos de cada um de

▶ 01:11:12 vocês algo. Então, é o sábado que você deixou de estar, mas é o RP que você tem que dar uma postagem do candidato da missão no Rio. Isso não dói, é de graça, mas você tem que fazer, é o básico. Quando chegar no período eleitoral, você tem que pegar o panfleto, você tem que distribuir o panfleto, tem que falar pelo menos pro teu tio, pra tua mãe, pro teu pai. É o básico. A gente tá numa briga contra todo, tudo e todos. Então o mínimo que a gente pode, né, esperar é um pouco de dedicação e um pouco de esforço, tá? Nessa briga toda, o livro amarelo é a nossa âncora. A gente também

▶ 01:11:43 não tá só brigando por ideais metafísicos. Ah, porque eu sou herdeiro dos bandeirantes, sou herdeiro dos tropeiros. Você é, mas você tem que saber o que que você tá falando. Você tem que entender que o Brasil precisa, nesse próximo século, se tornar uma das grandes nações do planeta. ou ele vai deixar de existir uma coisa que existiu por 500 anos, vai simplesmente desaparecer repartida por potências superiores. Eu tô falando numa corrida tecnológica que acelera, tô falando de um mundo que fica mais tenso, tô falando das facções que avancam sobre

▶ 01:12:13 o nosso território. Você tem que ter senso de urgência. Tem que ter senso de urgência. Se o Brasil não avançar como a gente quer que ele avance, nós aqui, a gente pode não ter mais Brasil para falar sobre daqui a pouco. Então, nessa briga, a gente tá com o Renan, com o livro amarelo debaixo do braço, com o espírito disposto, sabe? Você tá na sua melhor versão para poder falar pro teu vizinho que o Brasil tem chance, que a gente vai criar algo maior e que ele também é alguém que merece respeito do governo de você e de

▶ 01:12:44 todos. Ele é mais do que isso. Então, pessoal, queria só agradecer a presença de vocês e pedir que, por favor, mantenham-se investidos no projeto da Missão no Rio de Janeiro. Obrigado. Pessoal, eh vou contar a história de como a gente chegou até aqui, como que o Antun se tornou pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro, que eu acho

▶ 01:13:14 que tem muito a ver com o livro amarelo também, e fala de um dos momentos mais importantes da nossa vida, que é o seguinte. Nós temos um canal no YouTube, três anos atrás a gente tava começando, a gente não pegava visualização nenhuma. Todo mundo que já tentou fazer isso sabe que é inevitável você passar por esse momento. A gente sempre gostou muito de política. E aí a nossa ideia era, estamos fazendo o canal sobre política, vamos conhecer políticos locais. Aí a gente foi no PL, a gente foi na sede do PL do Rio de Janeiro e verdadeiramente

▶ 01:13:47 conhecer o PL foi sem sacanagem, uma das coisas mais importantes da minha vida que mudou completamente o rumo dela, que é o seguinte, a gente chegou lá na ideia de, pô, gostamos de política, vamos num partido, trocar uma ideia, aprender um pouco, ensinar, quem sabe, e a gente chegou lá e o pessoal não tinha nenhum interesse em pensar política, em como a gente melhora o Brasil, os problemas do Brasil, quais são os problemas do Rio de Janeiro, por que a gente tá nessa situação, o que que a gente pode fazer

▶ 01:14:17 para mudar. A gente chegou lá e o interesse do pessoal era: "Pô, quero ganhar essa eleição para todo mundo no gabinete viajar para Disney, ficar grandão, postar no story foto na Disney." E a gente chegou lá e ficou horrorizado, absolutamente horrorizado. A gente eh, para você ter uma ideia, tenho uma formação universitária, sou engenheiro. Quando eu falei que eu era engenheiro, era formado na UFRJ, o pessoal ficou: "Ah, engenheiro, pô, que isso? Você é maior playboy da UFRJ?

▶ 01:14:47 pelo amor de Deus, como é que você tá num partido político e você tá zoando, tá afastando um cara porque ele tem uma uma formação? Enfim, passados os tempos, a gente foi embora do PL correndo, aí a gente começou, o canal começou a dar certo, etc. E a gente recebeu um convite do próprio Renan Santos pra gente conhecer a sede do na época MBL, partido Missão eh informação lá em São Paulo. E a experiência foi completamente diferente. A gente chegou lá, primeiro

▶ 01:15:18 só jovens, então muito diferente do que é um partido político tradicional, cheio de eh cheio de pessoas mais velhas. Enfim, nenhum problema ter velho no lugar, mas se só tem o pessoal mais velho interessado em ir na Disney é uma coisa meio meio esquisita. o a formação do partido, eh, o processo de coleta das fichas, da validação, do envios cartórios, tava operando igual uma startup. E quando a gente saía, saiu para tomar cerveja com o pessoal, o o que o pessoal discutia

▶ 01:15:49 era: "Cara, como que a gente pode melhorar o Brasil? Quais são os problemas do Brasil? Como a gente pode melhorar?" Claro que era uma conversa leve, era uma conversa cheia de piada, mas a conversa fundamentalmente era essa. E aí para mim isso que faz com que o partido missão seja diferente de todas os outros partidos e todos os outros movimentos no Brasil, que é o seguinte, o foco deles é única e exclusivamente, preciso ganhar a eleição, preciso ter um cargo, preciso botar as pessoas no meu

▶ 01:16:19 gabinete pra gente ganhar esse dinheiro e ficar bem. O que você faz uma vez ganhar a eleição não não passa na cabeça de ninguém. E é esse tipo de coisa que gera essas bizarríces do Flávio Bolsonaro de querer dar 70 milhões de celulares para as mulheres. E isso é uma proposta razoável, não só uma proposta burra em termos de melhorar o Brasil, mas é uma proposta burra em termos de estratégia política, porque isso não vai dar voto pro Flávio Bolsonaro. Só é uma coisa [ __ ] Não tem uma pessoa que pensa em torno do do Flávio Bolsonaro.

▶ 01:16:50 E aí o livro amarelo, na minha opinião, é isso. O livro eh amarelo fundamentalmente é o seguinte, cara. A gente não tá aqui para ganhar a eleição. Óbvio que ganhar a eleição é uma das etapas fundamentais pra gente fazer o que a gente quer, mas o que a gente quer é transformar o Brasil. A gente quer pegar o Brasil como ele é hoje, um país pobre, país que ninguém leva a sério, um país eternamente país do futuro, só que nada nunca melhora, e de fato transformar o Brasil num país desenvolvido. É de fato perfeitamente eh

▶ 01:17:24 como quem falou, para que os nossos netos olhem para trás e fiquem tipo, caraca, eu não acredito que esse lugar tão maravilhoso, uma vez foi pobre, uma vez foi tão violento. E o Rio de Janeiro, na minha opinião, é quase que o eixo central do Brasil, de como a gente conserta o Brasil e como a gente conerta o Rio de Janeiro, é quase que a mesma coisa, porque todos os problemas que a gente tem no Brasil são os problemas que a gente tem no Rio. E todo o potencial maravilhoso que o Brasil tem, o Rio de Janeiro tem em abundância. Então, o Rio

▶ 01:17:56 é uma cidade que hoje 2/3 eh da população vive impactada pelo crime, talvez até mais. Uma parcela ridícula tem que pagar gás do Comando Vermelho, internet do Comando Vermelho, pagar pra milícia porque tem duas caixas d'água em cima da casa. E isso tem que acabar, tem que acabar. E não vai ser dando o celular para as pessoas que você vai fazer isso acabar, entendeu? Vai ser você reconhecendo, cara, por que que a gente chegou aqui? Foi por causa de políticas criminais estúpidas da

▶ 01:18:28 esquerda. Como a gente faz para consertar isso? É prender o matô. Mas não é tão simples quanto é bandido bom e é bandido morto. É muito mais profundo do que isso. É, você aprova a lei do direito penal do inimigo, você faz uma guerra contra o crime organizado, você aumenta a pena de de vários crimes, você muda o Código de Processo Penal, você muda lei de execução penal. Eu duvido que se eu chegasse no PL do Rio de Janeiro e falasse sobre lei de execução penal, essas pessoas sequer já teriam ouvido falar disso. E aí o cara quer ser

▶ 01:18:58 um político que a missão dele é resolver o crime, sendo que ele nem sabe do que ele tá falando. Então, fundamentalmente é isso. É, cara, o Brasil deveria ser um país desenvolvido. Não tem nenhum motivo para não ser. O Rio de Janeiro deveria ser a melhor cidade do mundo, melhor do que Dubai, melhor do que Nova Yorque, melhor do que Singapura. E a única forma que a gente tem de fazer isso é com projeto político sério. É você pensando os problemas, eh, reconhecendo a causa verdadeira

▶ 01:19:29 deles. Então, indo muito além de clichê esquerdista, de, ah, mas poxa, você aumentar a pena não faz com que o cara fique menos provável de cometer o crime. É óbvio que faz. O cara vai estar preso, ele não vai estar cometendo crime, cara. E aí, depois de você estudar essas coisas, você vai ter a confiança de defender, vai ter a confiança de propor, você vai passar e aí finalmente a gente

▶ 01:19:59 vai poder viver um Brasil mais parecido do que era o Brasil dos nossos avós, dos nossos bisavós, numa época que não existia Comando Vermelho, numa época que a gente era um país muito mais pobre, mas mesmo assim as pessoas eh classe média baixa ou as pessoas pobres mesmo tinham uma vida muito mais digna. Então, o cara conseguia ter uma família, ele conseguia que o filho dele tivesse um trabalho honesto, que ele não fosse tentado a ser bandido, a música que ele ouvia, ia ser uma música boa, não ia ser uma música do Oruan que fica

▶ 01:20:30 enaltecendo o bandido do Comando Vermelho. Então, é isso que a gente precisa. E o projeto livro amarelo é uma coisa central e fundamentalmente é o que diferencia o partido missão de todos os outros projetos, porque é isso, é é muito além de só ganhar a eleição. Ele ganha, você perde. Quantas eleições o Bolsonaro e o pessoal do bolsonarismo ganhou e o que que eles fizeram para melhorar o Brasil? Absolutamente nada. O Ricardo Almeida numa live tava falando que o Nicolas tá formando o grupo dele e quando ele tenta trazer político para

▶ 01:21:00 perto, ele olha para uma única métrica que é quantos seguidores esse cara tem numa rede social. Cara, só com seguidor na rede social, só com voto, você não vai mudar. Você não vai mudar o Brasil. Talvez você consiga se eleger, você vai ganhar o seu salário de deputado, você vai botar as pessoas da sua família no seu gabinete e você vai passar suas férias na Disney. Mas o Brasil vai continuar uma merda. ele vai continuar piorando. E a única forma que a gente tem de mudar isso é é se envolvendo na política de uma forma séria. E e se

▶ 01:21:32 envolvendo de uma forma séria, eu acho que a política até deixa de ser uma coisa eh vergonhosa. Então, no Rio de Janeiro, eu imagino que muitos de vocês que gostam de política já devem ter passado e não tem vergonha, mas ter orgulho de que você sabe que o que você tá fazendo realmente é voltado para melhorar o Brasil, melhorar. Talvez na sua vida você nem consiga sentir o grande impacto, mas garantir que a vida do teu filho, a vida do teu neto vai ser muito melhor do que aquela que você

▶ 01:22:02 teve. Então, enfim, é isso, pessoal. Todo mundo animado aí? E tão desanimado para [ __ ] Alô, galera da operação pode soltar aí. Chega aí pessoal.

▶ 01:22:33 que tô vendo aqui vai ser um lado bastidores tudo a casa a casa a casa no absolutamente chegar em frente

▶ 01:23:03 não é muito assim que nós chão. comigo charg você falar com Bolsonaro vocês morremos você já

▶ 01:23:35 que nós premos santo essa rua que nós nossa colagem Nós já vencemos, nós já superamos. Nós temos que levantar o único número que sofre. Qual é o único número que sofreram o 13, [ __ ]

▶ 01:24:14 Fala galera, chegou a hora que vocês queriam. Tá todo mundo animado aí? Porque o nosso futuro é o quê? [ __ ] vocês estão com fome? Não é possível, mano. De novo, o nosso futuro é o quê? Então, com vocês agora, quem vocês estão esperando? O senhor Renan Santos.

▶ 01:24:50 Cadê o Renan? >> O homem é bom. Ал. Olá,

▶ 01:25:37 meus queridos amigos. Boa tarde para todos vocês. Estou muito feliz de estar aqui no Rio de Janeiro. Depois de botar um reverb aqui no no no microfone, hein? Será um será um longo discurso. Boa tarde, muito obrigado por estarem todos aqui presentes. Momento especial, ano eleitoral, construção do nosso caminho que só pode ser um. É um caminho de reconstrução nacional.

▶ 01:26:08 e um caminho que precisa ser de vitória, porque a nossa situação aqui no nosso país é desesperadora. Dá para falar em todos os termos que talvez pelo fato até de estar no Rio de Janeiro, que aqui espelha esse processo de decadência econômica, cultural, institucional e moral do Brasil. É como se o Rio de Janeiro tivesse antecipado praticamente todos os problemas que o restante do Brasil passa. aqui se favelizou antes do que os demais

▶ 01:26:40 estados, ainda que as demais capitais do Brasil. Aqui ficou degradado moralmente antes das demais. Aqui viu o processo de desindustrialização acontecer antes das demais capitais. E hoje o que o Rio de Janeiro passa institucionalmente, quer ver todos os seus poderes, todas as suas instituições completamente corrompidas, com o Estado completamente a deriva. É como se fosse o recado dele pro

▶ 01:27:10 Brasil, dizendo: "Eu sou você amanhã". Porque o Rio é, o que é o Rio é hoje, é o que o Brasil tá virando. Não daqui 10 anos, naqu dois ou três anos. E para ser bem sincero, se nós não vencermos a situação que o Rio passa hoje, o Brasil vai passar já a partir de 2027. Quebradeira econômica, dívida estourando, STF terminando de ser aparelhado ou pelo centrão, pelo Flávio Bolsonaro, ou pelo

▶ 01:27:43 PT, pelo Lula. ausência de credibilidade, vassalagem internacional, riquezas novas tá sendo entregues para outros países, seja a China com o Lula, seja os Estados Unidos, com a família Bolsonaro. E a gente aderiva apenas pensando em como sair daqui, que é o que tá acontecendo. As gerações mais novas querem apenas ir embora daqui. é um país muito canálha e

▶ 01:28:13 é um país muito injusto. É um país que os mais jovens estão pagando a conta da super aposentadorias das gerações mais velhas. Isso acontece muito aqui no Rio, sejamos sinceros. Aqui é o lugar do aposentado de 52 anos às 3 da tarde de uma terça-feira andando na praia. Eu não quero esse país. Esse país não é justo. Esse país não é correto. O Brasil, quando a gente olha todo o sistema de incentivos no setor público e

▶ 01:28:44 na política, ele é construído para dar errado, para concentrar privilégio e para permitir alianças de vagabundos e picaretas em todas as posições de poder. Todo mundo fala: "Ai, a nossa democracia vive uma crise, ai os nossos poderes estão em conflito." Alguém realmente aqui acha, vamos lá, uma resposta simples, que os nossos poderes estão em conflito um com o outro. Quem acha que eles estão em conflito os poderes um com outro? Olha só, ele e ele. Muito bom. Estou

▶ 01:29:15 muito feliz porque eles não estão em conflito, eles estão completamente em acordo. O judiciário é amigo do legislativo, que é amigo do poder do executivo. Os três poderes, um não mexe no privilégio do outro, um de fato não interfere positivamente no outro e os três podem, à sua maneira nos roubar. O judiciário com seus penduricários com seus privilégios, com a defesa das suas agendas woke nas decisões judiciais. O legislativo roubando através da emenda,

▶ 01:29:46 o executivo roubando através dos lobis, das estatais, dos loteamentos. Cada um a sua maneira, rouba, faz o teu, bota o teu no bolso. Volto a trazer o exemplo pro Rio de Janeiro. Não é isso que estado de vocês? Quando a gente olhou a infiltração do crime organizado no judiciário do Rio de Janeiro, nas polícias do Rio de Janeiro, no poder executivo, na Alerge, todo mundo olhou e falou: "Nossa, tá tudo dominado". O país que vocês vivem, ele é apenas

▶ 01:30:19 escombros. Não existe nacionalidade brasileira. A própria noção de nação tá se perdendo. Não existe autoestima, não existe projeto, não existe vontade de absolutamente nada. É um país que desistiu, que capitulou. Eu vi recentemente a reação na internet e eram duas reações dos brasileiros diante do time argentino que enfrentou a Inglaterra cantando o hino. Vocês viram os argentinos cantando o hino? E teve

▶ 01:30:51 duas reações, uma de admiração e outra de despeito e inveja. Ah, despeito e inveja. Ah, eles são ladrões, não sei o quê. o que falem deles. No fim do dia, com todos os defeitos que eles têm, eles se comportam como uma nação. Nós já não nos comportamos como uma nação. Nós deixamos de ser uma nação. Nós nos odiamos mutuamente. E diante da derrota iminente, diante do destino, a gente optou em cada um cuidar

▶ 01:31:21 do teu. Farinha pouca, meu pirão primeiro. E não existe exemplo maior do que isso, do que a divisão entre petismo e bolsonarismo, em que ambos os vagabundos desses candidatos a presidente, ambos esses lixos humanos ficam oferecendo pra população o seu presente populista. O Lula era picanha, aí vem energia elétrica, agora o Vale Gás e aí vem o débil mental do outro lado. Vou dar celular para velhos e

▶ 01:31:51 mulheres. Essa é a proposta do bolsonarismo. É isso que virou o bolsonarismo. Vou te dar um celular, vou te dar uma inteligência artificial chamada Maria. Que é isso? É uma competição de compra de voto. Podemos entrar na competição. Posso oferecer alguma outra coisa? Eu vou te dar um carro no meu governo. É isso que virou. Eis o cenário eleitoral, que é o cenário profundamente cínico. A título de curiosidade, se eu for dar um celular vagabundo de R$00

▶ 01:32:24 para Vamos botar mulheres adultos, a grosso modo, 70 milhões de mulheres, mas vamos botar aí entre homens e mulheres, vamos botar mais uns 40 milhões de idosos aí entre homens e mulheres, 110 milhões. Se eu pegar 110 milhões de pessoas e multiplicar por R$. Tranquilamente estamos falando de mais de Vamos botar aí R 160 bilhões de reais num ano só para distribuir celular. O Brasil tem dinheiro para isso? Pergunto pro meu super ministro, a gente tem e eh do

▶ 01:32:56 ponto de vista do orçamento discricionário, dinheiro para gastar 160 bi com isso? >> Posso dar uma resposta bem elaborada? Não, >> por favor. Não, porque não há, mas foi prometido por ele. Saiu anteontem a taxação do Donald Trump. Todo mundo esperava que viesse. Reação do Flávio Bolsonaro. Não quero falar sobre esse assunto porque vai pegar mal para mim, porque eu e meus irmãos defendemos isso no passado. Reação do Lula. Quero muito brigar com

▶ 01:33:27 Trump. Pro Lula interessa a briga. Pro Lula, ele imagina que ele vai defender a soberania brasileira diante de uma invasão norte-americana. Volto a repetir o que eu disse antes. É um país que desistiu de ser uma nação. É uma desistência geral. É um abandono. Igual podemos colocar aqui muitos de vocês, eu sempre coloco esse exemplo da seleção brasileira, que pro bem ou pro mal ela representa um pouco da alma

▶ 01:33:58 nossa. Igual a maior parte de vocês talvez desistiu da própria seleção, sabia que ia perder, sabia que não valeia a pena torcer por aqueles jogadores, não via neles você, todos os vendedores de bet, aliás, né, os jogadores da seleção. Então, a desistência é no fundo o que eles querem. Uma nação que havia desistido recentemente era Argentina. Boa parte da população argentina economicativa migrou antes da Argentina, a Venezuela. A

▶ 01:34:30 classe média venezuelana foi toda embora para Miamigrou para outros países. Só deixaram as pessoas mais pobres. E era fácil para as elites controlar. Se você controla só as pessoas mais pobres, o modelo assistencial, o modelo topo base que eles têm é perfeito, que esse é o modelo que o lulismo quer. Visitando as regiões mais pobres do Brasil, a gente percebe que o petismo quer que o Brasil seja um gigantesco Maranhão. É muito mais fácil controlar um Maranhão do que

▶ 01:35:00 controlar um lugar que tenha classe média, que tem a pessoa se idêntica dos seus direitos, dos seus deveres. controlar um Maranhão, você dá um empreguinho na prefeitura e um e uma migalha, qualquer coisa, e o jogo segue, ainda a pessoa te relege. Então, a desistência nossa é permitir de vez que o Brasil se torne esse gigantesco Maranhão. Essa é a grande experiência que eu tive na campanha. A luta do Brasil é uma luta cada vez mais perversa e difícil entre ser um país ou

▶ 01:35:33 se tornar um Maranhão ou se tornar a ilha do meu gasto, a cidade do meu gasto que eu vi na ilha do Marajó. E é uma disputa que as únicas pessoas que não estão dispostas a desistir, veja só que loucura, somos nós. Esse percentual ainda minoritário nas pesquisas não é composto de gente que, ah, eu acho que eu sou um menos pior, nós somos a ideia menos pior que as demais. Não, nós ousamos achar que o futuro é glorioso. Nós ousamos achar que

▶ 01:36:03 o nosso país pode dar certo. Nós ousamos achar que enfrentar os demais significa ser melhor do que eles e não repetir as mesmas práticas do que eles. Por isso que nós passamos a liderar as intenções de votos entre os brasileiros mais jovens, porque eles que não estão contaminados pela ilusão do bolsonarismo e do petismo entre os mais velhos, resolveram despertar para sua própria brasilidade. uma brasilidade em que eles são donos do próprio destino. Só que é uma luta contra o tempo. Sou

▶ 01:36:36 muito sincero, é uma corrida contra o tempo. A gente vai para uma eleição sem grana, a gente vai para eleição sem tempo de TV, em que a imprensa descreditou a gente e dizia que a gente era sério desde o começo. Mas a gente vai pra eleição e isso já sendo reconhecido pelos demais como a única alternativa séria a isso que está aí.

▶ 01:37:31 Isso é uma responsabilidade gigantesca, mas pra gente que já tá há 12 anos nadando contra a corrente, não apenas mais do que a nossa obriga obrigação, obrigação com a nossa história, obrigação com aquilo que nós construímos, obrigação e responsabilidade. Quando eu olho pro passado com o Kim de 12 anos atrás que eu conheci ele num evento, depois ele apareceu no nosso escritório, ou com o Artur que eu conheci há 10 anos atrás, é a responsabilidade com nós mesmos, com

▶ 01:38:01 os sonhos que nós tínhamos naquela época em que éramos mais novos e que imaginávamos que no futuro nós estaríamos fazendo coisas grandes e estaríamos mantendo a nossa cabeça sempre no lugar. Eu não quero decepcionar o Renan de 12 anos atrás que fundou o Mibell. Eu tenho certeza que vocês também não querem isso. Então, a nossa responsabilidade nesse processo eleitoral é em fazer o melhor possível, mesmo quando nós não dispomos de absolutamente nada. Outro dia tavam comemorando, ah, estamos

▶ 01:38:32 liderando a vaquinha, entrou 15 milhão e sei lá quanto entrou dinheiro. Não é nada, isso é dinheiro de pinga. Rho, de para uma campanha presidencial não é nada. Antigamente, quando a Dilma concorria nos bons períodos do petrolão, os grandes marqueteiros cobravam só para a consultoria de marketing R milhões deais por dentro. ainda tinha por fora. Aviões, material, correios, programas de

▶ 01:39:02 TV, videomaking, compra de prefeitos, compra de governadores. As campanhas davam mais de bilhão. Nós não temos nada disso. E entendam, se vencermos, será contra todas as probabilidades e contra a traição de boa parte das gerações mais velhas para conosco. Parte dos nossos pais e parte dos nossos avós se conformaram com o Brasil derrotista. É um Brasil que topa perder

▶ 01:39:34 com o Bolsonaro se for com o Bolsonaro. Ó que gostoso. É uma parte do Brasil que topa perder colulismo se for cululismo. É um Brasil ligado ao autofuncionalismo público que topa ganhar ou perder com o Lula desde que eles mantêm os privilégios deles. É um Brasil egoísta. É um Brasil que vê vocês como burros de carga. É assim como eles enxergam as nossas gerações, burros de carga. E aí eles

▶ 01:40:04 gostam de se xingar mutuamente. Ah, você é um comunista. Aí o petista, ah, você é um fascista. Pro inferno, as brigas deles, pro infernos, as disputas infantis deu errado. As discussões dessas pessoas fracassaram. O Brasil que essas duas desses dois blocos imaginaram deu errado. Eu nem vou citar aqui Caiado, Zema, porque não há significado na campanha deles. Não há nem sentido. Eu vi uma

▶ 01:40:36 cena muito triste do Zema hoje num evento em que o discurso dele tinha um telão gigantesco na frente com a legenda para ele. Então ele tinha que ficar lendo uma legenda que estava a 20 m de distância dele, fazendo um discurso supostamente épico e as pessoas filmaram ele lendo. É muito triste quando você precisa fazer isso e que você não acredita nada em uma vál. Você é apenas um boneco cumprindo o roteiro. Não à toa. Os maiores vídeos

▶ 01:41:06 dele foram vídeos de inteligência artificial. É ou não é? Ele fosse rits dele, ele não mesmo não fazia. Nós não, nós vamos trabalhar para vencer, sendo o tempo todo nós mesmos e pagando o preço de sermos nós mesmos. Nós temos na vida que pagar o preço da autenticidade, que pagar o preço defender aquilo que a gente acredita, mesmo quando é impopular. E isso num país de gente fingida é quase um crime. O nosso país é

▶ 01:41:39 um país em que as pessoas gostam de fingir moralidade, de fingir determinadas posições quando essas posições nos beneficiam. Nós somos em grande medida uma cultura de fingidores. Em que ser autêntico, em que ser verdadeiro, em falar o que precisa ser feito, faz você ser maltratado, espezinhado. Nós pagamos nos últimos anos o preço de ter falado a verdade pra direita sobre o bolsonarismo. Nós vimos aquela franga homofóbica do

▶ 01:42:09 Nicolas Ferreira, que é uma franga homofóbica. Todo respeito a quem é gay, nenhum respeito ao gay homofóbico de direita, que no sigilo é uma coisa e na câmera é outra. Nós vimos esse cara crescer nas redes sociais puxando o saco dos vícios do bolsonarismo para crescer. E agora que o bolsonarismo não tem serventia para ele, apunhará ele pelas costas, enquanto o velho do Bolsonaro apodrece doente dentro de uma cela. É esse o

▶ 01:42:41 comportamento deles. E o Brasil aplaude porque o Brasil gosta do falso, o Brasil gosta do fingido. Ganhando ou perdendo, não vamos fingir, porque quem finge sempre trai, quem finge sempre perde. A nação do fingidor não escolhe um caminho. Ela sempre tem o seu caminho escolhido pelo outro. Ela sempre tem o seu caminho escolhido pela maioria, porque ela finge para agradar a maioria. E como nós falamos várias vezes em outros eventos, a voz do povo

▶ 01:43:14 nunca é nunca é o efeito manada é o efeito dos covardes. Se proteger atrás da opinião da maioria é a posição dos covardes. É por isso que o bosta do Flávio Bolsonaro tava lá falando: "Não, eu amo Bolsa Família. Eu vou vou dar mais Bolsa Família". Lógico, é um fraco, como sempre foi. Nasceu de um saco de um fraco, que é o pai dele. Família de fracos. São todos eles uma fraquejada. E eles fraquejam, fraquejam,

▶ 01:43:46 fraquejam enquanto figem para as pessoas. E as pessoas compram a fingição, as pessoas compram a fraqueza, as pessoas vêm virtude na fraqueza, as pessoas admiram o momento de choro do fraco. As pessoas admiram quando fraco aparece uma foto todo rasgado com uma cirurgia, olha como ele é fraco. Vou rezar pela fraqueza dele. Eis o nosso comportamento. Pessoas emocionadas quando os jogadores do Brasil choravam após perder mais uma Copa do Mundo para

▶ 01:44:17 logo em seguida, 2 horas depois anunciarem Blaze e Jogo do Tigrinho nos stories dos seus Instagrams. Mas as pessoas choravam, se comoviam, porque a gente gosta de se comover. O fraco se comove o tempo todo. O fraco tá permanentemente apaixonado. O fraco quer sofrer com outro fraco. O problema é que o fraco é ingovernável. O fraco não vai a lugar algum. Nós nos tornamos uma nação de homens

▶ 01:44:48 fracos, de derrotados. Nós somos dominados por um bando de traficante analfabeto. Não é isso que virou o Rio de Janeiro? O lugar em que vocês são dominados por pessoas que não são capazes de escrever o próprio nome numa folha de papel, em que vocês são humilhados e não podem andar na rua, porque a segurança de vocês não é garantida por um bando de político vagabundo que depois vai se encastelar num condomínio lá na Barra da Tijuca. São esses caras que dominam vocês. Só que esse é o destino de vocês. Se vocês

▶ 01:45:18 aceitarem a fraqueza, se aceitarem se alienar, se aceitarem fingir que tá tudo bem, não tá tudo bem. Se nós não vencermos, se nós não chegarmos ao poder, o Brasil não vale a pena ser vivido, porque a alternativa a nós são os bandidos, são os criminosos, são os falsários, são os farçantes. Eles são alternativa a nós. Não há outro caminho além da gente. Gostaria que houvesse. Eu não quero

▶ 01:45:49 parecer aqui messiânico. Agora apresenta outro caminho. Quem tem além da gente? Quem pode se unir a gente? Onde estão os outros homens e mulheres com coragem nesse buraco chamado Brasil? Cadê? Porque eles sempre se acovardam? Porque ninguém tem coragem de se posicionar? Todo mundo tem medo. Por que nós somos isso? Por nós aqui somos obrigados a lutar

▶ 01:46:19 sozinhos. É muito injusto, mas é o nosso destino. É o nosso destino. E se a gente acha que o nosso destino vai impor a glória para todos nós, então nós temos que caminhar antes de tudo e no início de tudo sozinhos, porque isso dá o exemplo de coragem e isso dá o exemplo de autenticidade e o exemplo de verdade. E sempre as pessoas que impõem um novo

▶ 01:46:50 caminho e que constróem uma nova história, eles são incompreendidos no início, são tratados como idiotas, são tratados como loucos, como românticos, até que a partir do determinado momento eles se tornam grandes suficientes para não serem mais ignorados. E nós estamos chegando hoje nessa etapa. Se nós conseguimos criar um efeito de contágio nos nossos familiares, nos nossos amigos, no nosso trabalho

▶ 01:47:21 e levarmos à frente as nossas candidaturas, o Brasil vai descobrir que ele não tá preso nessa disputa de ladrões e as pessoas vão se abrir a essa alternativa. E quando a pessoa descobre a verdade e quando a verdade é cristalina, ela é linda, as pessoas gostam da verdade. Ninguém quer viver na mentira o tempo todo. Ela até te ilude no começo, mas nós já passamos dessa fase. Todo mundo sabe que viver aqui tá uma

▶ 01:47:52 desgraça, tá uma draga. A ilusão já passou. Ninguém no fundo acredita que o governo federal vai gastar mais de R$ 100 bilhões de reais todo ano dando celular pros outros. Ninguém acredita que é possível viver com o presidente da República te dando fale gás, energia elétrica, duplicando Bolsa Família. Não dá. Para cada Maranhão que eles querem criar, você vai precisar de um Rio, de um São Paulo, de um Paraná para sustentar. Mas só até o momento em que

▶ 01:48:23 Rio, São Paulo, Paraná se tornarem eles próprios. também o Maranhão. A nossa luta é essa. Essa é a nossa guerra. Essa é a única guerra possível. E eu preciso de todos vocês com uma motivação férrea, sem olhar pro lado. É guerra. É guerra. É o destino de vocês. Não é nada além do destino de vocês. É isso, sendo bem sincero. Ou depois de um tempo e procurar a vida em outro lugar,

▶ 01:48:53 porque isto aqui se tornará impossível. Vocês já vivem no narcoestado carioca? Vocês já estão nesse narcoestado. Vocês não vão ter condição de carro. Vocês já não têm condição de comprar um imóvel. Vocês estão quase se tornando escravos. Escravos cheios de direitos. Se você for um escravo trans, vão ter que respeitar seu sobrenome e o seu nome social. Ah, um escravo com direitos, mas um escravo sempre, um escravo.

▶ 01:49:23 Não aceite isso. Se é guerra, e eu por isso que eu queria fazer o anúncio, aqui no Rio, nós precisamos de um comandante em chefe para tocar guerra. E eu queria fazer o anúncio hoje. Eu queria pedir para ele se levantar. nosso pré, porém já candidato ao governador do Rio, Busnelo. Vem aqui, meu irmão.

▶ 01:50:17 A situação aqui do estado é um renda. Eu digo pro Buznelo, vença a eleição pra gente não precisar fazer uma intervenção federal no Rio, porque é ou Busnelo ou intervenção, não há outro caminho. Se o Busnelo não vencer, o governo federal terá que fazer no primeiro dia uma intervenção no estado do Rio, afastar esse executivo e esse legislativo absolutamente corruptos. Ou alguém aqui duvida que a

▶ 01:50:47 população do Rio de Janeiro não vai eleger um monte de miliciano, um monte de ladrão, um monte de negociador de de cigarro fraudulento, um monte de traficante para alerge. Duvida ou não duvida? Esse é o destino do estado de vocês hoje no modo político. Então, ou é uma pessoa que teve coragem de enfrentar o crime, colocando a pele dele em risco e sendo um especialista e um vencedor naquilo que fez, ou é uma intervenção em ambos os carros. É guerra. Vamos resgatar a [ __ ] desse

▶ 01:51:18 estado, [ __ ] O Brasil, a alma dele faz parte do Rio de Janeiro. Aqui é o palco de guerra. E aceitem como guerra. Aceitem que o destino foi generoso com vocês para que na geração de vocês vocês possam retomar o que os seus pais e avós perderam. O que os seus pais e avós perderam pra

▶ 01:51:48 favelização, o que seus pais e avós perderam pro crime organizado, pela bandidagem política, vocês vão poder recuperar. E esse é o homem que vai fazer essa recuperação. Eu passo a palavra para você, Buzelo. Nosso presidente, nossos candidatos a deputado, nosso deputado. Eu pediria, nosso senador Hélio Co, eu

▶ 01:52:19 pediria que o nosso amigo Rafa desse aqui à frente. O que permitiu eu estar aqui hoje com ideias, ideais e propósitos foi esse cara aqui. Ele um dia me ligou, nós temos um amigo em comum e um dia ele me ligou e disse:

▶ 01:52:49 "Olha, eu estou vindo pro Rio de Janeiro para fazer uma coisa diferente do que tá aqui. E aí ele me trouxe toda a ideia, todo o processo dele e me passou uma perna arriada, ou seja, ele me deu uma pernada dizendo: "Você vai fazer o plano de governo na área de segurança pública". E eu disse: "Vamos embora então." Aí daqui a pouco ele me liga de novo. Não, agora você vai ser vice-governador

▶ 01:53:21 e agora você vai ser candidato ao governador porque o nosso projeto pro Rio de Janeiro tem que ser um projeto mais forte, tem que ser um projeto com visão para a área de segurança pública. E aí nós só trocamos de posição porque o propósito, e isso é importante, Rafa, dizer, o propósito do Rio de Janeiro é o propósito da educação. E ele, como pedagogo, vai ter essa

▶ 01:53:52 missão de buscar a transformação do Rio de Janeiro pela educação. Nós vamos dar tiro, porrada, bomba, prisão, morte. Nós vamos fazer isso porque nós não vamos recuar 1 cm do que estamos hoje na nossa posição. Nós vamos à frente. Mas o propósito transformador

▶ 01:54:22 é com o Rafa aqui, que é através da educação. E eu quero aqui agradecer ao Rafa por ter me convidado para fazer parte desse time, por me trazer para esse time e por permitir que eu esteja aqui hoje junto a todos nós para que possamos construir um Rio de Janeiro vitorioso, glorioso e cada vez mais assertivo, porque o nosso tiro, ele é tiro certo, é

▶ 01:54:54 tiro de precisão. Queria aqui agradecer a todo a missão que me deu essa nova missão para que possamos trazer para o Rio de Janeiro a perspectiva de uma mudança, de uma mudança comportamental,

▶ 01:55:24 não só moral, mas ética, profissional, e que você não tenha que ter dentro de um estado com problemas financeiros 8, 10.000 1 funcionários fantasmas, que só aí não permite que a polícia faça um contrato de de maior de pessoal, que a saúde não contrate mais, que a educação, que é a prioridade não consiga

▶ 01:55:55 dar dignidade ao seu professor. Nós não podemos mais trabalhar esses quesitos meramente como uma questão de barganha, de troca. Eu te coloco para trabalhar, você finge que trabalha e você trabalha só para mim, para me eleger. Não é isso que nós vamos fazer mais. O Rio de Janeiro não precisa mais fazer esse tipo de troca. A nossa troca vai ser de tiro de

▶ 01:56:25 verdade. A nossa troca vai ser de tiro certo para acertar o que tem que ser acertado. Nós temos que ter dinheiro no orçamento para comprar munição, para treinar, para darmos o tiro certo, mas nós temos que ter o orçamento para contratarmos o professor, darmos dignidade a ele e buscar a transformação

▶ 01:56:55 nas nossas crianças paraa construção de uma sociedade justa e gloriosa. Nós nós não podemos mais aceitar essa barganha em que eu troco alguma migalha por uma montante de dinheiro que vai beneficiar um, 2, 3 ou quatro que vão

▶ 01:57:25 roubar o orçamento público e aí você não consegue dar sequer a reposição salarial pros funcionários públicos. que estão há quase 10 anos sem ter um aumento e aí você vem dizer que não tem dinheiro. É mentira, dinheiro tem, basta não roubar. Nós não podemos mais aceitar

▶ 01:57:57 sermos um estado, um dos mais caros a nível de custo Brasil. Porque temos um índice de cargas roubadas gigante e com isso impacta na cesta básica do cidadão assalariado. E o estado não faz nada, fica inerte, fica na exploração daquele miserável que todo dia tem que pegar um transporte super lotado, com

▶ 01:58:28 péssima qualidade e ainda dizer para ele que é devido ao roubo e que isso é normal. Nós não podemos mais aceitar esse tipo de coisa pro Rio de Janeiro. Nós temos a possibilidade de um desenvolvimento econômico gigante, de desenvolvimento tecnológico gigante de tecnologias e de aprendizado tecnológico profundamente enraizado na nossa

▶ 01:58:59 cultura. Nós temos uma indústria da saúde para ser desenvolvida. Nós temos uma indústria de construção, uma indústria de transformação que está indo embora porque nós não conseguimos debelar o problema da segurança pública. E nós não podemos mais perder os nossos empregos para quem diz que o Rio de Janeiro não tem solução.

▶ 01:59:30 Solução nós temos. Nós somos criativos, nós somos trabalhadores, nós somos organizados, nós somos ordeiros, nós trabalhamos de manhã à noite nos dedicando à construção da paz social, da tranquilidade das nossas famílias e no crescimento social de todos nós, sem deixar ninguém para trás. Então, para resumir, o Rio de Janeiro, ele tem que sofrer um processo de

▶ 02:00:00 transformação nosso, que vai irradiar para todo o rincão do nosso estado e consiga levar a nossa população essa mensagem, a mensagem de que somos capazes. Nós não vamos precisar da intervenção federal. Nós vamos ter força policial para poder acertar o tiro certo. Acertar o tiro certo para que não precisemos ficar escravo de nenhum traficante ou de algum

▶ 02:00:33 marginal da lei. O marginal da lei, ele vai sofrer a força e a crueldade da lei. A lei tem que ser cruel com quem é cruel. Da onde eu venho lá do BOP, tinha um comandante que falava: "Você é um soldado cruel, porque você é mais cruel que o bandido

▶ 02:01:03 cruel. Então você é um soldado cruel. Você tem o troféu de soldado cruel. E nós temos que ser cruéis com quem é cruel conosco, com quem faz com que percamos nossas vidas, percamos o nosso patrimônio, percamos os nossos empregos por troca de migalhas. E nós não vamos mais trocar migalhas. Nós vamos ter riqueza para não termos mais migalhas.

▶ 02:01:36 Então eu quero dizer aqui ao nosso presidente que nós não vamos precisar da interção federal porque o Rio de Janeiro ele vai ter a capacidade de sua transformação, ele tem um povo riquíssimo e que isso vai reverter numa possibilidade de o Rio de Janeiro criar o seu protagonismo que ele sempre teve na arte, na cultura, no comércio, nos serviços, na indústria e na possibilidade de gerar riquezas. Nós

▶ 02:02:08 seremos um grande pulsar de riquezas pro nosso país. Da onde eu venho lá tem uma canção que fala que a onça dele no chapéu, olha a onça dele no chapéu. Eu quero dizer que aqui a nossa onça ela tá no peito. E no nosso peito, nós temos ideias,

▶ 02:02:39 ideais e propósitos. E nós não vamos abrir mão do nosso propósito, do nosso ideal e das nossas ideias. Por quê? Porque está no nosso sangue. Nós não vamos nos render, porque eu costumo dizer, covardia e fraqueza nunca salvaram ninguém. Então, lá da onde eu venho tem uma

▶ 02:03:10 ditado que fala: "Os fracos que se explodam". Então, quem é fraco vai ficar pelo caminho. Nós, os fortes, vamos continuar. Vamos em frente e vamos à nossa vitória. Missão

▶ 02:03:43 pessoal, o seguinte, ó. Nós vamos abrir para as perguntas. Ah, lembrando que depois desse evento tem o show da banda que foi boicotado e a gente arrumou outro lugar. Qual é o nome do bar? Bukovski. Vai sendo Bukovski. É de graça. De graça. É para todo mundo ir hoje. Vamos lotar aquele lugar. Fechou? >> Artur. Artur, >> ó, seguinte, quem for fazer a pergunta, vamos lembrar daquela regra, tá, pessoal? Vamos lembrar. É só a pergunta,

▶ 02:04:15 beleza? Não é para contar história, não é para fazer um tratado sobre a sua pergunta. E eu já vou responder a primeira. Cadê o Guto, né? O Guto, o Renato, Amanda, o Oliver. Às vezes dá para eles virem, às vezes não dá, né? Depende do orçamento, depende como tá a agenda. >> Tá cada um na sua pré-campanha, cada um correndo para um lado. Então, dessa vez eles não vieram, mas nos próximos eles virão. Beleza, vamos começar. Cadê o rapaz que tá com o micro? Calma,

▶ 02:04:45 vai, vai. Ela vai ser a primeira. Pronto, já escolhi. Vai. Pegou o outro lá. >> Olá, boa tarde. Eh, eu vim aqui fazer uma pergunta pro Renan. É uma mensagem que um parente meu enviou. Não é uma pergunta minha, mas vou falar aqui. Eh, ele é cirurgião mariátrico. Mas a pergunta é o seguinte: a obesidade mórbida é uma doença? As pessoas não ficam obesas apenas por comer muito. A maioria >> Posso pedir uma coisa? Eu não tô. daqui de cima não tá dando para entender nada.

▶ 02:05:15 Não sei se eh a gente precisa criar um novo método aí pra gente conseguir ouvir, porque é só um ruído que vem. Tá me ouvindo agora? >> Vamos lá. Vai de novo. Vamos tentar. >> Tá. Eu vou falar aqui a mensagem de novo. Eh, a obesidade morbida é uma doença. As pessoas não ficam obesas apenas por comer muito e a maioria dos obesos mórbos estão nas classes C e D. Enquanto na rede privada são realizadas mais 70.000 cirurgias por ano no SUS,

▶ 02:05:48 foram realizadas em 2023.000 cirurgias. A tabela SU está desfazada e não há interesse por parte do MS, apesar de ser verba é teto de implementar, aumentar o número de procedimentos de alta complexidade. Como presidente, qual seria a sua política de saúde? Como você vê? Qual seria a sua saída para resolver o SUS de fato exercer a sua proposta? O SUS ele é caótico porque o modelo

▶ 02:06:20 dele, um não trabalha bem a prevenção e dois quando você vai caindo na parte de alta complexidade, há uma gigantesca dependência de recursos oriundos de emendas para que o SUS funcione e há desde ingerência política a falta pura e completa de recursos. Essa pessoa que precisa de uma cirurgia, eu não vou pegar o caso da obesidade, qualquer cirurgia, ela já demora para fazer os exames. Depois que ela passa da fila do exame, ela vai pra fila da cirurgia há muito tempo. Não há disponibilidade de

▶ 02:06:50 médicos, não há disponibilidade de equipamentos. Isso no fundo é ausência de investimento um em infraestrutura hospitalar e dois na parte custeio do SUS racional dele. O modelo que é eles chamam de de rubing hubing spoke, que é as cidades polo que vão ter os hospitais que vão fazer os atendimentos complexos. E aí os as ramificações que vão desde os policlínicas até as UBSs, elas não são

▶ 02:07:20 feitas de maneira racional na maior parte dos estados. Hospitais são instalados em cidades que não podem ajudar no custeio deles, porque às vezes um deputado assim o quis. Isso acontece, por exemplo, no Rio Grande do Sul, que a gente teve uma discussão gigantesca com eles ali. Em outros lugares, o estado, o governo estadual não dispõe de recursos suficientes para fazer o custeio de hospital de maneira efetiva. Você tem um problema de administração e racionalização do uso dele. Então isso faz parte de uma ação muito mais forte e despolitizada de um governo federal que

▶ 02:07:51 vai poder tomar e ter um controle sobre o próprio SUS. E segunda parte, aí sim, para doenças que envolvem obesidade, nós temos que trabalhar muito com prevenção. Por mais que, ah, não tenho pessoas que têm obesidade mórbida e isso não seja no fim do dia só questão de comer muito, no fundo a gente não pode pegar, por exemplo, as leis da termodinâmica. a pessoa acaba comendo bastante para ela poder adquirir um sobrepeso. Questão de energia entra, energia sai,

▶ 02:08:21 exercícios físicos, acompanhamento, eventualmente alguma medicação para evitar que a pessoa chegue nisso. O trabalho e os procedimentos da estratégia da saúde familiar somado. Aí sim o que a gente quer fazer, que é o prontuário único, o uso de inteligência artificial e ter essa capacidade preditiva para evitar que a pessoa desenvolver desenvolva hipertensão, diabetes, obesidade. É um trabalho de uma nação que vai focar muito nesse tema, especificamente o tema da obesidade num país que tá pobre e comendo mal. É um tema central de saúde

▶ 02:08:52 pública, vai ser um tema central no nosso governo. >> João, antes da próxima pergunta, desculpa interromper só porque tem quatro pessoas que vieram o congresso que eu preciso muito citar. que é para vocês entenderem o nível de seriedade que a gente tá tratando as secretarias e o plano de governo pro nosso estado. Eu queria muito agradecer e citar a presença do coronel Edson da Mota Leal, coronel do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, futuro secretário de governo do coronel Busnelo. Coronel Leal, vem aqui por gentileza. Coronel,

▶ 02:09:23 queria agradecer também e pontuar para vocês, tenente coronel Wilson Freitas Rebelo da Silva Júnior, tenente coronel do Exército, doutor em engenharia pelo IM, que vai ser o nosso futuro secretário de infraestrutura, transportes e agências reguladoras. Professor Dr. Gláuso José Marafão, pós-doutor em geografia, professor da

▶ 02:09:54 ERD, professor da PUC, futuro secretário de ciência e tecnologia, tá ali em cima. Desculpa tomar o tempo, mas era importante pontuar isso. E o nosso, o capitão de corveta, Diego Pedrosa Cortez, nosso do nosso time, engenheiro eletricista, chefe de operações da Fragata Constituição, oficial do 16º contingente de força de paz da ONU, nosso futuro secretário de gestão portuária, atividades navais.

▶ 02:10:24 Eu vou tomar um minuto das perguntas só para dizer o seguinte. Eh, Renan falou muito bem. A diferença do nosso projeto pros demais é que nós não estamos aqui por vaidade, por busca individual de poder. Eu poderia ter brigado, discutido, falei: "Não, eu vou até o fim, eu quero ser o candidato, eu vou sair do partido". Eu não quero. Eu quero que a missão chegue ao poder comigo, com Busnelo, com Hélio, com Renan, com Diego, com Leal, com vocês.

▶ 02:10:55 Não interessa quem vai chegar. sendo nosso, sendo correto, com o livro amarelo embaixo do braço, não importa quem vai chegar, o importa, importante é que chegue. Eh, agora que eu já tomei a palavra aqui, eu queria, como eu faço aí, para agradecer a cada um que tá trabalhando no evento hoje, ao Igor, ao William, ao Michel, nome de vocês, eu agradeço a todo mundo que fez isso aqui acontecer, todos os voluntários de campanha, eu sei que vocês foram pegos de

▶ 02:11:25 surpresa, mas eu quero fazer um pedido encarecido. Olha o time que a gente tá montando para governar o estado do Rio de Janeiro. Olha o nível das pessoas que estão aqui. Ninguém tá aqui porque é amigo do presidente da Alerde, porque é envolvido comando vermelho. Todo mundo tá aqui porque acredita no Rio de Janeiro possível. Todo mundo aqui após doutor. Todo mundo comandou operação. Coronel Le comandou o esquema de segurança da usina a da usina de Angra dos Reis. Ó o nível das pessoas que estão aqui. Olha o nível do nosso carpidente. Olha o nível dos nossos deputados. Pelo amor de Deus. Cada um que compartilhou um vídeo, que editou um

▶ 02:11:56 vídeo, que trabalhou, que falou de mim, faça a mesma coisa pelo coronel Busnel. Essa foi uma decisão muito acertada que foi da Nacional. A demanda do nosso estado é segurança pública. Nós temos uma lenda da Polícia Militar, um dos piores especialistas em segurança pública do Brasil. faz todo sentido que ele encabeça essa chapa. Eu continuo no projeto até o fim. Eu falei e eu

▶ 02:12:27 continuo afirmando. Eu daria a minha vida pelo Rio de Janeiro e eu vou dar. A minha vaidade é ver criança entrando na escola em paz, saindo da escola em paz. É ver o jovem podendo curtir a praia em paz. A minha vaidade é ver Renan Santos presidente. A minha vaidade é ver cada um de vocês pré-candidatos eleitos. A minha vaidade é curtir com a minha esposa. A gente faz 10 anos de casado agora de semana que vem. Que dizem que o pessoal da missão não tem filho, não casa, né? Eu faço 10 anos de casado.

▶ 02:12:58 Semana que vem temos dois filhos lindos. Então, de verdade, pessoal, a minha vaidade é a gente chegar no poder, mudar esse estado em que eu consiga educar e criar os meus filhos em paz aqui. Isso será possível com Coronel Busnelo, todo esse time, de verdade. Muito obrigado, gente.

▶ 02:13:32 Eh, boa tarde, Renan. Primeira, eh, boa tarde, Renan. Primeira coisa, minha namorada insistiu para mandar um abraço para você. O nome dela é Isabela. Então, um abraço para você vindo dela. E segunda coisa, eu sei que não é um ponto muito alto na campanha, mas eu queria saber, eu tava vendo um corte esses dias do Richard conversando sobre o problema do jabalismo, do Javapurvo, mais pro sul do país. E existe alguma estratégia já pensando nessa questão, não apenas nesse caso específico, mas de qualquer outra

▶ 02:14:02 casa, de qualquer outro animal que não seja nativo do do Brasil, causando causando essa essa devastação na na nossa natureza, na nossa fauna. Eu vou, eu confesso para você que tirando o caso do Java porco, eu não sou exatamente especializado em combate a animais invasores da nossa fauna. Aí nós temos que confiar nos órgãos que nós temos à disposição e as políticas a tocar. Não é uma das minhas 50 maiores prioridades hoje, mas também não nego

▶ 02:14:33 que é um problema. O Java porco é um problema bem grande. Inclusive eu vou, eu tô embarcando amanhã daqui paraa Brasília porque de lá vou pegar o carro. A gente vai começar a nossa turnê pelo Centro-Oeste e nós queremos tentar no caminho encontrar os bandos de AVA porco que estão entrando nas fazendas para falar do problema. É um problema bem grande. Vai ter que ter caça, vai ter que ter estratégias utilizando a bobear até forças armadas para poder sair matando esses bichos. Sim.

▶ 02:15:08 Oi, boa tarde. Meu nome é Nicolas. Eh, eu atuo na área da educação, sou professor de matemática e eu percebo que no Brasil os estudantes têm muito medo de exatas, eles têm muito medo de matemática, física, etc. E a missão vive falando sobre a gente investir em industrialização, em polo de tecnologia com IA e etc. Para isso, a gente precisa de profissional. Eh, a gente tem alguns programas que são para esperta que são para formar eh alguns programas públicos, por exemplo, que são para você pegar jovens e colocar em faculdades, etc. Por isso que a gente

▶ 02:15:39 forma um monte de advogado, um monte de técnico em administração e etc. Mas como que a gente resolve essa questão de precisar de industrialização, precisar investir em precisar investir em tecnologia se a gente não forma matemático, não forma engenheiro, não forma técnico em TI, não forma técnico IA? Como que a gente faz isso? A missão tem algum projeto para resolver esse problema? Existe uma questão básica que a gente até forma engenheiros e a gente até forma muita gente de exatas, mas essas pessoas não trabalham na área delas.

▶ 02:16:09 Os trabalhos na área de engenharia são muito poucos quando comparados as possibilidades, por exemplo, de você formado em engenharia na Poli lá em São Paulo ou na UFRJ aqui no Rio ou no ITA, você ir para o mercado financeiro, que é o que acontece com uma parte das pessoas, e simplesmente não há oportunidade pros engenheiros, porque não há um mercado, porque nós não produzimos coisas, o Brasil não faz coisas, o Brasil não faz produtos, o Brasil não cria O Brasil é um país que parou. Então, eu

▶ 02:16:40 vou até usar um exemplo contrário. O Brasil estava com uma demanda enorme por engenheiros lá no auge do PAC em 2011212, quando a Petrobras estava puxando muito. E havia toda uma discussão da necessidade de engenheiros e por um por um a dois anos o Brasil começou a receber imigrante espanhol e português para trabalhar na área de engenharia. durou um dois anos que aí quebrou o surto da Petrobras, o surto do pressal, aquela mentirada do petrolão caiu e hoje as pessoas simplesmente não se formam porque não fazem nada. Eu acho

▶ 02:17:10 que a oferta e a demanda elas estão atreladas. Nós temos que ter uma agenda de competitividade que vai obrigar o mercado a puxar mais engenheiros, puxar mais pessoas de exatas. Isso vai motivar as pessoas a entrarem nessas áreas. Eh, existe, quer hisorar um preconceito com as atas, um preconceito com matemática, porque é a mais abstrata das matérias. Matemática é profundamente abstrato. Por ser abstrato é mais difícil. Algumas pessoas vão se dar melhor porque elas são cognitivamente mais capazes de lidar

▶ 02:17:42 com uma abstração maior. Isso é natural em todos os lugares. Só que isso também tem que vir atrelado com a possibilidade de ganho. Então isso tem muito a ver com a agenda de competitividade. A agenda de competitividade vai gerar demanda e a demanda vai aumentar a oferta. >> Olá, tudo bem? Me chamo Wagner. Eu queria fazer uma pergunta pro Artur. Senhor Artur, eh, primeiramente eu quero dizer que eu sou um grande frã do senhor e assim o

▶ 02:18:13 maior debatedor do Brasil. Acho que todo mundo aqui tá ciente disso. Você é [ __ ] Olha só, no congresso passado eu perguntei pro senhor sobre a questão do Sérgio Moro na junto com missão. E aí o senhor me disse: "Por que não, Sérgio Moro?" E assim, assim como eu e a militância já tinha um pé atrás com Sérgio Moro, porque Sérgio Moro, [ __ ] é [ __ ] né? Eu queria saber o senhor agora sobre a posição sobre Sérgio Moro e como combater outros Sérgios Moros que

▶ 02:18:46 pode aparecer no partido missão? Essa é a questão. >> Ô, primeiro lugar, para de me chamar de senhor, velho. Cara, eu não lembro de ter falado isso exatamente, mas o lance é o seguinte, cara. Eu posso te responder claramente o por não Sérgio Moro hoje. Porque o Sérgio Moro é um homem fraco. Porque o Sérgio Moro é um homem de papel. O Sérgio Moro não entendeu o próprio tamanho. Ele não entendeu a própria a responsabilidade da figura que ele era para Lava-Jato.

▶ 02:19:17 Eu vou dizer uma coisa para vocês, cara. Quem ajudou, quem enterrou a Lava-Jato foi o bolsonarismo, não foi o PT. E quem ajudou a enterrar Lava-Jato foi o Sérgio Moro. Quando a gente vê o próprio Deltan da Lenhol de forma humilhante se rastejar por um dedinho de atenção do Bolsonaro, é uma coisa, é uma coisa que transcende a figura deles próprios. É uma coisa que ela destrói a esperança de quem um dia lá atrás olhou para esses caras e falou: "Esses caras estão remando contra maré, estão batendo de

▶ 02:19:47 frente com tal de sistema". E eu diria para você, cara, o tempo ele vai mostrando como as pessoas se comportam eh quando as adversidades vêm. Então, acho que no caso do Sérgio de Moro tá muito claro. Aí a pergunta que sempre me fazem é o seguinte: como evitar que esse tipo de pessoa se aproxime do partido ou do projeto de uma forma geral? E aí eu vou te dizer uma parada, cara. Eh, não tem muito fórmula, tá? Porque se existisse uma fórmula, isso seria replicado, tá? Eu vou dizer um para

▶ 02:20:18 você. Quando a gente, por exemplo, conheceu o Partido Novo em 2018, que eles tinham ali aquele formulário para você preencher e você fazia uma prova e você fazia um processo eletivo, antes do negócio dar errado, a gente olhou e falou: "Isso aqui não dá certo". Eu lembro que o King falou para mim: "Cara, isso aí não não funciona, bicho. Política, você tem que estar com a pessoa, você tem que sentir, você tem que tá lá". Então eu vou te dizer que hoje o que filtrou as pessoas que estão aqui nesse palco foram as adversidades. O que vai filtrar pro futuro são as

▶ 02:20:50 novas adversidades. Só que eu já vou adiantar para você também, erros vão acontecer. A gente vai acabar encontrando outras pessoas que vão desertar no caminho, algumas pessoas que no caminho não vão aguentar. O fato é, nós vamos nos abalar, nós vamos nos apoiar nessas pessoas a ponto de quando elas saírem a gente perder o prumo, não. Então, a ideia da gente ser um projeto que não é um conjunto de projetos individuais, é, é, é para mim o maior antídoto para que essas pessoas que vão aparecer não

▶ 02:21:22 destruam essencialmente o que a gente é. Beleza? Obrigado. Lá senhor. [roncando] Eh, bom, eu gostaria de direcionar essa pergunta eh tanto pro Renan quanto pro Kim. É uma pergunta eh relacionada à economia. E, bom, como uma das principais propostas de Brasil do RENAN é a reindustrialização e a industrialização do Nordeste, etc., Queria saber se vocês defendem uma

▶ 02:21:53 política de campeões nacionais nos moldes da Coreia do Sul para acelerar a industrialização do Brasil e como vocês veem esse desenvolvimentismo e se vocês se inspiram parcialmente nele para formando da economia do Brasil. Obrigado. >> Eu acho, eu acho que primeiro qualquer benefício setorial ele precisa ter análise, que é uma coisa que não existe hoje, né? Todos tm estudos, acho que do IPEIA, inclusive da FGV. mostrando que a política de campeões nacionais do PT,

▶ 02:22:24 ela não deu nenhum retorno, não gerou emprego, não gerou renda, não aumentou produtividade. Agora, como você citou, existe experiência bem-sucedida, como a experiência da Coreia do Sul. Por quê? Porque você analisa, se tá dando retorno, um setor subsidiado da nossa economia é o agronegócio. Só que o agronegócio ele tem um aumento de produtividade de 2,5% ao ano. Ele dá o retorno que se espera do subsídio que é dado. Os Estados Unidos se tornaram um país rico com um crescimento de produtividade numa média de 2% ao ano. O

▶ 02:22:54 nosso agro cresce a 2,5. Só que o nosso país não é só agro e não é majoritariamente agro e nunca vai se tornar um país rico, dependendo só da produtividade do agro. Então eu acho que o ponto central é primeiro ter espaço fiscal para você fazer investimento. Esse é o primeiro ponto. Segundo, esse investimento tem avaliação de retorno, porque hoje a nossa lei de diretrizes orçamentárias, ela determina que um benefício tributário tem que ter 5 anos de vigência. E o que que acontece? Passa

▶ 02:23:25 5 anos sem nenhuma análise, você renova de novo. Passou 5 anos, não interessa se gerou emprego, se aumentou produtividade, se agregou valor. Eu concedo de novo. Por quê? Porque aquele, o setor beneficiado por aquilo tem um lobby que eh beneficia aquele que obriga, né, entre aspas, o parlamento a prorrogar aquele benefício. E vou adicionar mais um ponto. Nós não precisaríamos subsidiar tanto crédito se o crédito fosse barato. Se o país tem

▶ 02:23:55 credibilidade, se a gente tem uma regra fiscal que coloca a dívida numa trajetória em que quem empresta dinheiro pro governo sabe que a gente vai pagar, o juro é baixo. Então, o que hoje a gente subsidia, por exemplo, de dívida para alguns setores do agro, que o juro subsidiado faz com que ele seja 6% ao ano, a gente consegue fazer com que a CELIC seja 6% ao ano, sem dar nenhum centavo de crédito subsidiado só de ter a credibilidade e da gente ter criado espaço discricionário para pagamento da

▶ 02:24:26 dívida no longo prazo, não vai mais ter eh eh título de tesouro direto pagando IPCA + 6, PCA + 7, PCA mais oito. Se eu tenho, e isso é um desincentivo pro setor produtivo também, se eu tenho certeza, né, que eu vou colocar o meu dinheiro, eu não vou produzir nada, eu não vou ter ação trabalhista nas minhas costas, eu não vou ter ação tributária e eu tenho a certeza de que no final do ano o meu dinheiro vai render 15%, por que que eu vou abrir uma empresa? Por que que eu vou arriscar tomar um

▶ 02:24:56 processo trabalhista? Por que que eu vou arriscar tomar um processo tributário? Aí o dinheiro fica basicamente parado, financiando fundos de pensão, que é boa parte daquilo que investe tesouro direto. Então acho que primeiro avaliação daquela política, daquele investimento que foi colocado naquele setor. Segundo, criar espaço fiscal para que o investimento possa existir. Eh, e terceiro, você ter uma política que reduz o juro de maneira geral pra economia, ainda que não tenha nenhum setor que especificamente o estado esteja olhando para desenvolver.

▶ 02:25:27 Pessoal, só uma coisa, alguém perguntou aqui de Java porco anteriormente e olha só que legal, vocês falaram Java porco, apareceu um biólogo aqui, ó. Biólogo Henrique aí, ó. Chega aí, biólogo. Cara, eu vou te falar uma coisa. Essa nossa vida às vezes ela ela é muito muito cheia de brigas, mas às vezes ela nos dá honra de conhecer pessoas legais.

▶ 02:25:58 Esse ano eu tive a honra de conhecer o Biólogo Henrique, fiz o convite, chegou atrasado, mas chegou. Estão se conhecendo agora, né? Então, pô, obrigado por você ter vindo aí, Henrique. Valeu. >> Fala, galera do Missão. Estamos aqui com o nosso presidente, ó. Outro dia, outro dia eu vi a repórter da Globo News, né? Aí ela falou assim: "Olha, eu me surpreendi muito em ver o

▶ 02:26:29 Renan Santos falando: "Você se surpreendeu porque você não conhece, porque o cara fala bem para caraca, velho. Inclusive eu enalteço as pautas nacionalistas que você tem feito, tem tirado onda para caramba, tá mandando muito bem. É Brasil. O Brasil tem que ser rasgado inteiro por ferrovia e a gente tem que ter energia elétrica no Brasil inteiro para desenvolver esse país. E acho que você tá indo num caminho muito bom, cara. Parabéns.

▶ 02:27:03 Chupa vegano. É javali para todo mundo nessa barca. Prometeram picanha, né, [ __ ] Então toma um javali aí. Maravilhoso. Que honra. Obrigado por ter vindo aqui. Que demais. Nossa, isso aqui foi, isso aqui foi inesperado. Muito bom. Que honra. >> Detalhe. Tem candidato >> pessoal, uma pergunta aqui. Quem vai no show da Limão Rosa hoje? Levanta a mão.

▶ 02:27:34 >> Tem que ir. Quem já conhece as músicas levanta a mão. Quem saberá cantar? Quem souber cantar, eu vou pagar drink hoje lá. Ah, não. A legislação eleitoral me impede, senão eu pagava. Próximo. >> Eh, eu queria direcionar uma pergunta pro Renan e eu queria saber a opinião dele sobre o orçamento secreto, porque

▶ 02:28:06 para mim como contribuinte, eu acho bem bizarro ter um orçamento que a gente não sabe para que é usado e nem para onde vai. >> Ah, cara, eu sou a favor do orçamento secreto, não, né? Uma pergunta bem simples, a gente sempre foi contra e a novidade que a gente tá te trazendo agora é que nós fomos intimados pelo ministro Flávio Dino a explicar as nossas emendas. nós e outros 20 partidos motivados pelas loucas aventuras de Valdemar da Costa Neto, que aparentemente tá envolvido um

▶ 02:28:36 desfilio de R 119 milhõesais em emendas com o partido PL, o que é pouco perto do que o PL tem à disposição, especialmente no orçamento secreto, mas muito perto do que deveria ser um país regido por princípios éticos básicos. Então eu e o deputado da missão Kim Catagui vamos fazer uma coisa inédita. Até agora, oficialmente, o Partido Missão, através do seu deputado, não direcionou [roncando] nenhuma emenda. Todas as emendas direcionadas era no período que ele pertencia a uma

▶ 02:29:06 gremiação nojenta chamada União Bostil. E aí, sem serem nossas as emendas, nós vamos explicar como funcionava as emendas do Quin ali e vamos desafiar a todos os outros partidos fazerem o mesmo, porque por contraste a gente mostrando o que é certo, a gente joga luz no que é errado e vamos para cima desses caras. Valeu. E um outro ponto importante colocar também, eh, como Renan colocou, o orçamento ele é

▶ 02:29:38 indicado no ano anterior para ser executado no ano posterior, então não tinha partido quando eu fiz a indicação das minhas emendas. Eu não sei se o Renan já se manifestou no processo, mas eu fui muito macho com o ministro Flávio Dino. Eu falei o seguinte: "Olha todas as minhas emendas que ele quer saber se o presidente do partido indicou. Olha todas as minhas emendas. Se você achar algum crime é que foi o Renan que indicou". Não. Próximo. Canália. >> Olá. Eh, boa noite já. Meu nome é Iago e

▶ 02:30:12 a não é uma pergunta, é mais um agradecimento. O quem protocolou a lei sobre as autoescolas me beneficiou muito. Aqui no Rio de Janeiro tem um programa chamado Cidadania Sobre Rodas, que ele faz que pessoas que t a deficiência possam tirar a habilitação. Só que o Detran só disponibiliza dois carros adaptáveis e é extremamente difícil você marcar as aulas práticas agora. E eu gostaria de saber como poderia melhorar essa

▶ 02:30:44 situação para pessoas com deficiência possam ter a oportunidade de dirigir. Eu não sei se você tá falando do meu projeto de direção biótica com apoio ou você tá falando da da liberação da CNH com instrutor autônomo? Isso. A liberação da Cal. >> É, eu acho. Primeiro, esse é um esse é um ponto que precisa ser tratado a nível estadual. Todo mundo sabe assim, eu não conheço o Detran do Rio de

▶ 02:31:16 Janeiro, mas sem conhecer eu já sei que tá cheio de mutreta. Porque assim, é é prática corriqueira em Detrans ter esquemas. Então acho que o primeiro ponto no governo missão no Rio de Janeiro, precisa ter uma limpa no Detran, né? Precisa deixar de ter indicação de algum pilantra da Assembleia para ter cargos na área de mobilidade urbana. Aí, do segundo ponto, é muito fácil ter espaço fiscal para

▶ 02:31:46 você investir em quadruplicar o número de carros adaptados que você tem para que o PCD consiga tirar uma carteira de habilitação. Então, assim, é um caminho racionalmente fácil, mas de execução difícil que vai precisar ser feito. Por que execução difícil? Basicamente para enfrentar o os bandidos que estiverem com influência dentro do Detran. Mas essa é uma parte difícil que a gente tá disposto a fazer. Mas não tem nenhuma solução, grande solução complexa

▶ 02:32:18 pro problema. O problema é simples. A solução é simples. A execução da solução que é perigosa. Mas eu acho que do tanto de coronel que eu vi aqui no no governo, acho que tô tranquilo. Boa noite ou boa tarde, né? Meu nome é Sidney, eu sou bombeiro militar já na reserva remunerada há 10 anos e parabenizar toda a mesa de trabalho, a todas as respostas dá ao

▶ 02:32:48 nosso presidente a nível nacional, esclarecendo muitas coisas, mas eu tenho duas perguntas, eu tenho uma pergunta para fazer para duas pessoas, pro nosso governador e pro nosso senador. Sim, para o nosso senador e para o nosso governador. Primeiro, para o governador, gostaria que ele respondesse primeiro pós nosso senador. É, nós vemos muito essa essa a influência, né, do

▶ 02:33:19 Supremo, da justiça, influenciando na segurança pública do nosso estado. O senhor é um militar de carreira, honrado e o senhor também acompanha esse noticiário. E nós temos visto que isso atrapalhou tanto, né? E o senador que vem pelo nosso estado tem ciência que nós temos saído aos pontos de ônibus na madrugada. O próprio motorista para ele chegar na garagem para dirigir o ônibus, ele tem sido assaltado da marmita que ele carrega,

▶ 02:33:52 né? E perguntar aos senhores como o senhor se comportaria como chefe de est no momento de uma interferência desse tamanho? Essa é a minha pergunta. o senhor e o senador também que defende os interesses do nosso estado. >> Eh, você tem que entender que uma sentença judicial, uma ordem judicial, você tem que cumprir, senão você entra aí no nos crimes previstos em lei. Mas você tem que entender também

▶ 02:34:23 que o ministro supremo ele tem poderes, mas ele não pode ser supremo ao poder do povo. Então, se tiver uma demanda em que tiver uma necessidade da força pública, da segurança pública intervir, ela está acima de qualquer diligência, de qualquer determinação judicial. E isso a gente não vai eh sentença maluca, sentença esdrúchula.

▶ 02:34:53 Nós não vamos cumprir. Nós vamos cumprir a lei que é segurar e fazer a segurança da população. >> Obrigado pela pergunta. Eh, Busnelo falou bem: "Lei se cumpre, só que as leis estão com vício de origem". O STF tá completamente fora de controle. O STF saiu da sua alçada, da sua caixinha, digamos assim, e ninguém enquadra de

▶ 02:35:24 novo. Como é que o gênio volta pra lâmpada? O STF tá virando o poder decisor final, porque não adianta o parlamento votar, o Kim deve estar sofrendo isso lá em vários projetos. O parlamento decide uma coisa, se debate, a maioria decide, no final alguém judicializa, sobe pro STF. que o STF é o poder moderador, então ele tem a palavra final sempre. Além disso, então o primeiro ponto do ponto de vista econômico, então o primeiro ponto do ponto de vista econômico, a gente não

▶ 02:35:54 precisa recriar nada fora do tripé macroeconômico, né? É manter, é retomar o o pilar do tripé, que é o equilíbrio fiscal que foi abandonado, né? Então, um e retomando esse tripé, naturalmente a nossa moeda se valoriza, a gente baixa a inflação, a gente baixa o valor do dólar. E a valorização da moeda vem da credibilidade. Eh, eu me lembro o Weber no naquele livro que ele trata sobre o espírito do capitalismo, o

▶ 02:36:25 protestantismo e o capitalismo nos Estados Unidos, ele cita um exemplo de quando você empresta dinheiro para um amigo e ele é seu vizinho e aí você escuta martelada a do lado no quarto dele todo dia, ele é o marceneiro, ele tá trabalhando, você ele Pode até ter atrasado o pagamento, mas você vai dar mais um prazo, você não vai cobrar uma multa dele, porque você tá vendo que ele tá se esforçando, ele não tá deixando te

▶ 02:36:55 pagar porque ele é vagabundo, ele tá deixando te pagar porque ele realmente não tá conseguindo. Agora, quando você empresta o dinheiro pro seu vizinho e você vê ele enchendo a cara, né, você vê, sei lá, dois engradados de corote na porta cadeira, aí você vai cobrar mais caro e você vai exigir a dívida na hora. Fala: "Ô, meu amigo, você não tá conseguindo me pagar porque você tá se cachaçando todo". Então, o o vizinho bêbado hoje é o Brasil. O mercado cobra caro para financiar o estado brasileiro porque a gente não faz ação de casa, porque a gente não cuida

▶ 02:37:26 do fiscal. E repara uma coisa, antes o demônio era o Roberto Campos Neto no discurso do PT falando: "Ó, o juro só tá alto porque a gente tem o presidente do Banco Central que é sabotador." Agora, a maioria da diretoria do Banco Central e o presidente do Banco Central foram nomeados pelo Lula e estão mantendo o juro mais alto do que o Campos Neto manteve. Eles não têm mais esse discurso, mas ainda assim eles insistem que não é culpa do fiscal. Então, primeiro, dá credibilidade. E dá

▶ 02:37:56 credibilidade como? Mostrando que a gente vai cortar a despesa obrigatória, mostrando que a gente vai desinexar os benefícios previdenciários do salário mínimo, mostrando que a gente vai desvincular o piso da saúde, da educação, da receita de imposto da receita corrente líquida, mostrando que nós temos margem para investimento, nós temos margem para eh investir em 40.000 km de malha ferroviária. A gente tem margem para investir em modernização de portos, de aeroportos. E quando a gente quiser, nós temos margem para pagar a

▶ 02:38:27 nossa dívida. O problema não é tanto, não é tanto, é um problema, mas não é tanto o nível de endividamento. O problema é a credibilidade que o mercado tem de que você tem a capacidade de pagar aquela dívida no longo prazo. Então, de maneira geral, acho que seria isso, política fiscal. Boa tarde. Boa tarde, presidente. Minha pergunta pro Busnelo, coronel, a pergunta é: de Niterói, sempre que tem operações contra o crime organizado na

▶ 02:38:58 capital ou na baixada, a gente tem um aumento dessa da a gente tem um aumento da atividade criminal na em Niterói e nas metropolitanas. Minha pergunta é: o Rio de Janeiro tem contingente e as operações vão abranger todo o estado do Rio simultaneamente para estrangular ou a gente vai permitir com que tenha esse espalhamento? A capital tem operação e eles vão para cidades. >> O Rio de Janeiro vai ter trabalhar em cima de três pilares principais na área

▶ 02:39:28 de segurança. A inteligência, a parte de operações e a parte de resposta imediata. A parte de inteligência, ela vai monitorar toda essa migração. A parte de operações, você vai operar aonde tiver uma demanda da parte de inteligência e a parte de migração, que vai ser aonde esse esse bandido, ele vai migrar para onde ele vai, você tem que dar uma resposta imediata, ou seja, você não pode deixar

▶ 02:39:58 ele ter paz, ele ter tranquilidade. Você tem que fazer ele circular, ele rodar até ele. ser morto ou ser preso. Ele não pode ficar saindo de um lugar, indo pro outro e se estabelecendo. Ele tem que sofrer um incômodo em que ele vá saber que se ele sair daqui para ir do ponto A para o ponto B, ele vai ter perturbação no ponto A e no ponto B. Tá entendido?

▶ 02:40:29 Eh, meu nome é Guilherme, eu gostaria de fazer uma pergunta também pro Busnelo. Eh, Busnelo, posso falar com certeza que representando todo mundo aqui, todo mundo quer ver vagabundo morrer e ser preso. Isso é certeza. Mas além disso, uma grande dor de todos os jovens no Rio de Janeiro hoje em dia, principalmente do outro lado da ponte, na região metropolitana, Itaboraí, que é o lugar onde que tô representando aqui, São Gonçalo, Niterói, é mobilidade. A gente tá cansado de perder tanto tempo em ônibus, tanto tempo na ponte Niterói. Queria saber se vocês têm algum plano

▶ 02:40:59 para essa área, se você tem algum alguém com alguma equipe, alguém para ajudar, porque a gente precisa realmente de uma atenção para esse tipo de projeto. Temos, nós temos uma Bahia Guanab, da Guanabara muito mal explorada a nível de hidrovia. Nós temos que fazer uma hidrovia São Gonçalo, Rio de Janeiro. Nós temos que construir o metrô da parte de Niterói, que vai de Maricá até Itaguaí, Itaboraí, tá? Isso é uma é um projeto imediato nosso. Eu acho

▶ 02:41:30 que isso tem que acontecer e tenho certeza que vamos ter dinheiro para isso, tá? Nós temos o o a questão da do jovem é a questão cultural. O Rio de Janeiro não tem investimento em cultura e inclusão social há mais de 30 anos. Então nós vamos ter muito da questão cultural pro jovem não ter que sair da sua localidade para poder acessar a cultura. Então, nós vamos ter eh vários vários programas que

▶ 02:42:00 vão dar a possibilidade do jovem acessar a cultura no na no seu local de residência. Esse é o primeiro ponto. E o segundo o segundo ponto é possibilitar a esse jovem a o acesso dele ao primeiro emprego, ao primeiro trabalho dele mais próximo à sua residência possível. É isso.

▶ 02:42:32 Nossa. Fala pessoal, muito boa tarde. Meu nome é Alexandre. Queria fazer uma pergunta para a missão inteira. Eh, queria falar um pouco de economia, mas o pessoal já falou bastante. Vou falar de saúde. Eu tenho diabetes tipo um, né? Enfim, desde novo. A gente sabe que hoje no Brasil não só diabetes quanto outros assuntos de educação é muito difícil você conseguir os insumos. Ou basicamente ou você tem dinheiro ou você não consegue tratar, você pode acabar morrendo. Uma bomba de insulina é muito cara, de infusão, sensor. E eu quer saber se vocês hoje já têm esse olhar,

▶ 02:43:03 tem alguma proposta, alguma ideia de como trabalhar isso, eh, de como você melhorar acesso a esses insumos que são bem difíceis, porque ou você processa o estado, né, que muitos fazem isso para conseguir pegar insulina, pegar sensor, eh, ou você processa o plano de saúde. Só que é muito difícil. Eu já morei na Inglaterra, morei lá do anos e quando eu fui paraa Inglaterra, basicamente você até falando que é imigrante, você conseguia pegar os insupos facilmente. Minha mãe mora em Portugal e lá tem a coparticipação do estado, né? Então o estado paga 90%, você paga 10%, mas hoje

▶ 02:43:35 por causa da do dos tributos, você pegar um sensor de insulina a cada 15 dias é basicamente R$ 500 só o sensor, uma bomba é mais de R.000, sabe? tem muita carga tributária, muito posto em cima disso. Então, tem esse olhar, já tem algum e e nos Estados Unidos o a o medicamento é caro, mas eh a parte da tecnologia, a bomba, o sensor é tudo muito barato, né? Então, até um tempo atrás não saí do Brasil por conta pros Estados Unidos por conta disso, né? Porque eh viver de lá diabético é muito

▶ 02:44:06 caro. Então, hoje você já tem algum olhar em relação a esses insumos e tudo? Enfim, obrigado. >> Tem um exemplo bem-sucedido especificamente sobre diabetes no Distrito Federal. No Distrito Federal você recebe todas as semanas e todos os meses tudo que você precisa para tratar sua diabetes. É assim, é impressionante a diferença de qualidade que você, e eu tô dizendo isso para você porque durante 6 anos eu dividi apartamento com três

▶ 02:44:38 assessores e um era diabético. Então eu sei bem disso porque todas as semanas e todos os meses recebia sensor, recebia insulina. Então esse é o modelo que já existe, que pode ser replicado no Brasil inteiro, seja por governo do estado, seja com uma política do governo federal. Esse é um ponto que é o método já existe, é dinheiro. E dinheiro a gente já tem a a reforma do do orçamento público pra gente criar essa margem, mas nas nas dois âmbitos dá para solucionar.

▶ 02:45:09 O estado que quer solucionar soluciona sozinho, mas ao mesmo tempo tem como a gente criar uma política via governo federal. Posso, vou complementar para você como executivo. Eh, a gente tem uma máxima no corpo de bombeiros, tem alguns bombeiros militares aqui, que prevenção é meio socorro. a gente precisa inverter a lógica, dar resposta ao problema, mas e fazer mais investimento em prevenção. Uma uma um diabético, por exemplo, com certo acidose diabética, ele custa muito mais pro estado do que o medicamento preventivo dele. Então, no plano de

▶ 02:45:39 governo, tá muito claro todo o trabalho preventivo que o estado vai assumir sem briga com o município, não tem briga política. O estado vai assumir a parte de prevenção e medicina da família com todo o suporte medicamentoso de equipamento que essas pessoas precisam, invertendo a lógica de responder à emergência, aplicando na lógica de prevenção de acidentes e de e de agravamento da condição de saúde da população. >> Pessoal, vamos fazer uma foto geral. Chama o fotógrafo aí,

▶ 02:46:10 Cauê. Cadê nosso fotógrafo? pessoal que tá na nas pontas aqui, ó, junta aqui no meio. Vamos fazer uma foto legal. Vamos embora. Estamos indo atrás. Ô, velho, te conhecer. Prazer,

▶ 02:46:41 caral.

▶ 02:47:21 A galera do aparecer vai lá da galera. Bom, eu vi que levanta essa câmera aí, mestre.

▶ 02:48:03 Aí, levanta a mão, pessoal. Isso. Valeu, gente. Isso aí, pessoal. É para todo mundo ir no show, hein?