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BOMBA: BOLSONARO TENTOU FUGIR | MBL NEWS | Renan Santos, Bombeiro Rafa Luz, Ricardo Almeida e Junito
Renan Santos · 20/08/2025 · 105 min · MBLiveTV - Lives do MBL
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▶ 00:00:01 Estamos ao vivo. >> Boa noite. Boa noite, espectadores. Boa noite, bombeiro Rafa. Boa noite, Renan. Estamos aqui numa formação, é só uma formação provisória, né? A gente não vai ficar nessa formação muito tempo, mas eu acho que tem um um recado assim importante pra gente falar agora que esse grande discurso do Guto. Eu já vi umas pessoas aqui no perguntando saiba disso. Mas se você, >> ô produção, pera aí, pera aí, pera aí. >> Bombeiro. >> Bom, eu acho que foi lá. Acho que foi lá. >> Isso. Bom, a gente tem que comentar isso aí, né? É uma saída em grande estilo de
▶ 00:00:34 um governo que, enfim, já vinha se mostrando um governo convencional, como foi colocado várias vezes. E aí, Renan, queria te ouvir sobre isso. >> Bom, boa noite, pessoal. Vou ficar com vocês um um tempo aqui. Boa noite, Rafa. É nosso primeiro, cara, nosso primeiro pré-candidato a governo, né? Olha que legal, nós já inaugurando assim a nossa nossa construção. Ã, boa noite, Ricardo. Boa noite a todos. Ã, prazer estar aqui com vocês. Ã, e começar com essa notícia
▶ 00:01:04 meio bombástica, tá? do ponto de vista político em São Paulo. Isso mexe bastante coisa na política de São Paulo. Ã, e mexe muito, né, ainda mais no MBL, porque o Guto Zacarias acabou de anunciar, eu mesmo não sabia, ele acabou de anunciar a saída dele da viceliderança do governo do Tarcísio aqui em São Paulo. E a razão, eu não vou furar aqui o que o Guto falou, foi a razão ele expressou num discurso que ele fez, um discurso bem forte que ele fez ali na lesp. Eu acho importante a produção botar a gente para assistir. A
▶ 00:01:34 gente faz um react aí do discurso, tá? Mas buemba buemba, >> pera aí. Janeiro de 2026. Quase noite a todos os presentes, todo mundo que nos assiste pelas redes sociais, pela TV ALesp, todos os nossos policiais heróis de farda que nos acompanha e faem a nossa segurança aqui hoje, todos os parlamentares presente. Presidente, é com muita tristeza que eu subo ao plenário nesse exato momento para
▶ 00:02:04 discutir mais um péssimo projeto que vai aumentar a privilégios da elite do funcionalismo público, sobretudo aumentar a privilégios da elite do judiciário eh brasileiro, do judiciário paulista. Além disso, a com mais tristeza ainda, eu digo que esse projeto ruim patrocinado pelo governo do estado de São Paulo, é o stopim para que eu saia da vice-liderança do governo do estado de São Paulo. Já é a terceira vez que eu falo com o governador Tarcísio sobre projetos da área de do poder
▶ 00:02:34 judiciário. Ele diz que isso não vai acontecer. Eu afirmo que vou votar contra e mesmo assim ele envia e patrocina projetos ruins como esse. Vamos começar com maio de 2024, quando um projeto eh dos procuradores enviados aqui para essa casa teve o patrocínio do governo estadual e teve a o o salário turbinado. Pessoas que já ganham R$ 39.000, R000. Procuradores do estado de São Paulo tiveram o seu trabalho, o seu salário turbinado patrocinado pelo governo do estado de São Paulo. Votei contra, avisei que iria votar contra e
▶ 00:03:05 mesmo assim o governador Tarcis disse que não ia mais fazer isso. Mas um ano depois e 2025, junho de 2025 resolveu aumentar em 13 cargos para o Tribunal de Justiça. Pessoas que já ganham mais de R$ 30.000 tiveram os seus salários turbinados e novos cargos. Eh, em 93 segundos, essa assembleia aprovou um projeto que custa R$ 20 milhões deais por ano. Votei contra, avisei o governador que iria votar contra. disse que a população não elegeu o Tarcísio
▶ 00:03:36 para ser governador para aumentar privilégios da elite do judiciário. Mesmo assim, hoje, né, o principal projeto enviado pós recesso aqui para essa casa é um projeto que pasm vai aumentar mais privilégios da elite do judiciário. Um projeto que é tão ruim, mas tão ruim, que até o PSOL teve a pchorra de apoiar. Além disso, né, eh, criam 130 cargos e além de criar 130 cargos, hã, de pessoas que ganham R$ 32.000, o impacto, vejam só vocês, de R$ 250
▶ 00:04:08 milhões deais de 2027. Enquanto o mundo inteiro está discutindo o impacto econômico, o tarifato de Donald Trump vai fazer contra os brasileiros, o estado de São Paulo tá resolvendo fazer um projeto e aprovar um projeto que aumenta em R50 milhões de reais de gastos até 2027 da elite do funcionalismo público. Eu sou do movimento Brasil, faço parte do MBL, eu sou um liberal, eu defendo responsabilidade fiscal da mesma maneira que o governador Tarciso defende. Que que é isso? Resp responsabilidade fiscal. manter as contas públicas em
▶ 00:04:38 dia, deixar a economia no azul, sobrar dinheiro no caixa do estado, cortar gasto, privatizar eh estatal, ter dinheiro no caixa do estado. Para quê? Para melhorar o salário dos policiais, para melhorar o salário dos dos professores, para melhorar a a condição de trabalho dos motoristas de aplicativo como Uber, do moleque que tá lá no Capão Redondo, que tá lá na periferia de São Paulo, da zona sul, da zona leste, eh, pilotando uma uma bicicleta ou uma moto do iFood. É para isso que tem que ter responsabilidade fiscal, dinheiro no caixa para ajudar quem ganha pouco. Mas
▶ 00:05:10 pelo jeito o governador Tarcío quer ir numa linha de manter dinheiro no caixa do estado para aumentar salário de procurador que já ganha R$ 39.000, para melhorar cargo do Tribunal de Justiça, gente que já ganha R$ 30.000 e para melhorar as posições da Defensoria que já ganham R$ 32.000. Isso para mim não tá certo. A união entre o movimento Brasil Livre e o governador Tarcísio teve boas coisas, como por exemplo a privatização da Sabesp, a maior privatização de uma empresa de saneamento básico, uma estatal de saneamento básico da história da
▶ 00:05:41 humanidade, cerca de R$ 14 bilhões de reais, que eu tive a honra de ser o presidente da Frente Parlamentar em apoio às privatizações. Além disso, teve também o projeto do governador Tarcis enviado aqui para essa casa que é o Prontos pro Mundo, que eu tive a honra de poder relatar. vai pegar os melhores alunos das escolas públicas do estado de São Paulo e vai fazer um intercâmbio eh para país de língua inglesa, além de ter sancionado o meu principal projeto de campanha, que é o programa Jovem capitalista, que coloca educação financeira nas escolas e também articulou e criou um projeto de minha autoria, projeto meu aprovado aqui nessa
▶ 00:06:12 casa, que coloca robótica e programação nas nossas salas de aula. Havia uma sinergia, uma sinergia em prol, evidentemente, não do Bolsonaro ou do Lulo, uma sinergia pelo estado de São Paulo, uma sinergia pela economia, pela segurança pública do estado de São Paulo. Mas, infelizmente, desde que Tarcísio resolveu ser candidato à presidência da República, ele tá indo numa linha de fazer sinalizações, acenos e e até melhorando as condições salariais de uma elite do judiciário para apoiá-lo depois, que eu não posso fazer parte. Afirmo que obviamente eu
▶ 00:06:43 não tô indo paraa oposição, eu não vou fazer birra, eu não vou votar projetos bons, só apenas por birras, vou continuar votando os bons projetos do estado de São Paulo. Mamata pro judiciário, eu não vou participar. Privilégio paraa elite do funcionalismo público, eu não vou participar. Acenos para uma elite judicial, enquanto o Brasil e o estado de São Balão tá sofrendo com o tarifá do Donald Trump e com crise econômica, aumentando o salário de quem ganha R$ 40.000, eu não posso participar. Para encerrar, presidente, para não tomar mais tempo, eu afirmo que eu gosto sim do governador Tarcísio, gosto sim dos secretários eh
▶ 00:07:13 de governo, mas gosto mais da militância do movimento Brasil que me colocou aqui na assembleia não para aumentar privilégio da elite do poder judiciário. Muito obrigado, presidente. >> Eh, salva de palmas, né? >> Salva de palmas, hein? Salva de palmas. Era uma tensão que já vinha instaurada aí, né, entre o nosso projeto, Tarciso, atuação do Guto ali. >> Eh, foi meio que um desdobramento que a gente já esperava. E o governo Tarcis é um governo muito convencional, né, que
▶ 00:07:43 eu acho que é a principal crítica que você pode fazer a ele, tanto enquanto governador de São Paulo quanto enquanto presidente. >> Olha, eh, começar aí nessa vibe, Ricardo, eu não consigo dizer em nenhum momento que o governo Tarcío é melhor do que o governo Dóri, que o governo al governo qualquer outro governo do PSDB. também não é muito diferente do governo do Ratinho, que não é muito diferente do governo do Zema, que não é muito diferente do governo do gaúcho, agora esqueci o nome dele, do Leite. >> Na verdade, assim, existe uma fórmula de governadores convencionais em estados por vezes ajustados, São Paulo e Paraná
▶ 00:08:13 são bem ajustados, Santa Catarina também. E aí o cara faz um governo convencional sem nada muito especial, dar uma melhoradinha aqui na educação, às vezes aumentam os roubos, às vezes diminui os assassinatos e você vai tocando e vai meio que empurrando com a barriga. Eh, a impressão de que, ah, é um governo muito bom para muita gente é porque ele é bolsonarista, então é um governo OK, como os governos tucanos também eram OK, só que era um OK com um carimbo, olha, é bolsonarista, é um OK especial para alguém mais à direita, mas
▶ 00:08:44 não é em qualquer indicador que você puxe um governo muito diferente dos anteriores. >> É, e eu imagino que, por exemplo, aqui em São Paulo seja difícil você fazer um governo muito ruim, a não ser que alguém tenha uma ideia revolucionária e resolva destruir o que já tá sendo feito. Quer dizer, tem uma certa política de continuidade, o PSDB lastreou as coisas aqui. >> Então, se você fizer tipo o básico, você consegue resolver. O problema é que o Brasil não é assim. Exatamente. Brasil não dá fazer o básico. >> Exatamente. São Paulo ele tem ã como o ICMS é o principal imposto para financiamento das atividades do do governo estadual, tem também naturalmente os repasses federais, mas o
▶ 00:09:14 ICMS é uma fonte riquíssima de dinheiro e São Paulo um, como esse é um imposto ligado à atividade econômica, circulação de mercadoria e serviço, ã, o governo estadual de São Paulo conta com o estado justamente mais capitalista de todos. Então tem muita atividade, seja de comércio, seja de indústria, seja de agricultura, essas movimentações estão todas aqui. Isso vira caixa pro governo, o governo fica independente e com capacidade de investimento. Então, naturalmente será um governo OK, né? Então, o Tarcísio, na prática, ele teve um, ele foi entregando um governo
▶ 00:09:44 convencional, ele tá fazendo igual os outros governadores convencionais, ele tá deixando as entregas para o último ano do mandato dele, igual inclusive o que o antecessor dele fez, o Rodrigo Garcia. Ele, portanto, esse ano que é um ano ímpar, é o ano que ele vai fazer alguns pacotes de maldades e esse seria um pacotezinho de maldade. É um avanço, vamos dizer, para fazer acordos com o judiciário em agenda de enduricário para judiciário. E o Guto falou: "Cara, eu cansei". E a real é o seguinte, o Tarcísio, ã já não houve o Guto nas sugestões dele bastante
▶ 00:10:15 uma vantagem do Guto estar na vicilid, mas é mais uma coisa simbólica, porque ele não ouve, não tem uma vantagem para o o movimento. >> É, exatamente. Eh, só para matar isso, já passar a palavra pro Rafa. O eu vi gente vendendo a ideia de que o Guto tinha um carguinho no governo do Tar. Isso é um negócio muito burro. Quem falava? Eh, ter uma viceliderança, a posição de uma viceliderança de governo, não significa que você vai contratar uma pessoa mais. Você quer ter uma sala, uma mesa, não tem nada. É que significa apenas que você, enquanto um deputado estadual, naquela casa legislativa, você
▶ 00:10:46 tem um papel regimental de defender e propor pautas próverno. Então, o governo manda um projeto, você ajuda na articulação desse projeto, isso naturalmente dá prestígio dentro da casa, né? Inclusive prestígio junto ao governo. Essa seria a vantagem que ele poderia ter. E ele sabia disso, tanto que ele falou: "Terei essa vantagem, terei esse prestígio, eu vou passar os meus projetos". Como passou, né? O Artur tinha passado no mandato dele quatro projetos para deputado estadual e nenhum deles foi sancionado pelo Dória. Todos os projetos do Guto foram sancionados pelo Tarcísio. Então foi uma escolha
▶ 00:11:16 política madura do Guto e que funcionou. Agora isso como isso vai cruzando uma linha que o governo Tarcío vai exigindo certas coisas que o Guto não vai entregar. E é isso. Guto resolveu aqui essa linha eu não cruzo. >> É. Pois é. Eh, passando a bola para você, Rafa, eh, falar um pouco ainda de governo, né, o pré-candidatos aí de governo do Rio pela missão. Eh, eu quando soube que a gente ia fazer o o News, eu fiquei muito interessado em fazer uma espécie de entrevista com você, perguntar de detalhes do que você
▶ 00:11:46 pensa pro Rio de Janeiro, principais problemas e fazer uma espécie de programa voltado pro Rio de Janeiro, porque a gente teve o congresso do Rio de Janeiro, foi um sucesso, foi um congresso maravilhoso. Confesso que eu não vi os outros, então meu termo de comparação é um pouco desviado aqui, mas eu cheguei a ver o Congresso da Bahia e o Congresso do Rio. E eu vou dizer, foi espetacular tudo o que eu vi no Rio de Janeiro, desde a localidade que foi feita, a escolha do lugar, a energia das pessoas ali, me parecia muito diferente.
▶ 00:12:16 O pessoal tava muito animado, tava vibrante, tava um negócio diferente, os discursos, tudo que eu assisti. Então assim, eu achei um negócio muito impressionante o Congresso e achei muito impressionante a sua participação, a sua fala e a sua inserção no movimento. Eh, nós temos, eh, Rafa, você sabe disso, né, uma certa questão com pessoas que vêm, porque tem uma galera que vem e às vezes fica um tempo e depois vai embora, né, e abandona o projeto e abandona por interesse. Isso é uma coisa muito ruim.
▶ 00:12:47 Então nós somos muito ciosos no movimento de ter gente leal, de gente que tem proposta, ter gente que entende o que tá falando. Então eu queria perguntar para você eh quais são as suas perspectivas para essa candidatura? O que que tá pintando? O pessoal tá comprando a candidatura e aí. >> Perfeito. Bom, primeiro, obrigado, professor Ricardo, uma honra. Tivemos a oportunidade de conversar um pouquinho lá antes da da sua fala no congresso, né? falamos até sobre plano de governo, então foi >> foi uma já já tenho o hábito de lhe encontrar nas reuniões do livro amarelo,
▶ 00:13:18 né, onde eu escrevo junto com com o Luxo lá paraa segurança pública, né? Então, obrigado pela oportunidade. Assisto o News. Sempre que eu tô disponível aqui, eu assisto News. Eh, e obrigado, Renan 01, mais uma vez, por toda a confiança, por todo o papo, por todas as orientações. Muito obrigado. Eh, o que eu achei, primeiro só queria falar uma coisa sobre o Guto, que o que eu o que eu mais admirei no que o Guto fez é porque a gente não dá contratestemunho do que a gente faz, do que a gente fala, né? Assim, nós somos absolutamente retos e diretos. Se nós somos assim, nós somos
▶ 00:13:48 assim. Ainda que eu tenha que recuar da posição de vice-líder do governo do estado mais importante do país, eu vou recuar, porque eu não vendo os meus ideais, eu não vendo aquilo que eu acredito, né? Então assim, é a maior prova de que a gente não dá contratestemunho naquilo que a gente prega, né? Então, foi fantástico a fala do Guto. Eh, dito isso sobre o Rio de Janeiro, meu estado amado, querido e problemático. Ah, a gente teve no Rio de Janeiro um congresso que eu fiz questão de participar primeiro muito perto da militância, assim, porque antes de qualquer coisa, eu sou um militante do
▶ 00:14:19 MBL no Rio de Janeiro, antes de qualquer coisa. Então, se amanhã o partido decidir por alguma razão que não vai seguir com a minha candidatura, permanecerei militante do MBL no Rio de Janeiro, porque eu acredito no que MB acredita. E eu acho que isso fez uma diferença para que toda a militância me enxergasse como assim, não, ele é um de nós, ele é um de nós que tá ali para representar aquilo que a gente acredita e levar paraa frente. E isso também é verdade quando a gente tá falando paraas forças de segurança do Rio de Janeiro, né? Como eu sou uma pessoa que traz a farda, eh, eu trago comigo a farda, ah,
▶ 00:14:50 quem tá de fora e quem é da tropa, né, as forças de segurança olha e fala: "Bom, ele é verdadeiramente alguém nosso". E uma coisa, um detalhe importante é porque eu sou uma praça, né? Eu não sou oficial, eu sou uma praça do assim como o sargento Martins, né? O pré-candidato a vice-governador, porque há muita resistência nas forças de olhar assim: "Bom, mas esse coronel vai ser candidato? Mas será que esse coronel vai olhar por nós aqui, pelos cabos, soldados, sargentos? Ou ele vai olhar pela elite? do funcionalismo público, das forças de segurança também lincando com o assunto que a gente estava tratando. Então, tudo isso somado
▶ 00:15:21 deu aquele caldeirão. Tinham muitos policiais no Congresso, muitos bombeiros, muita gente da militância, todo mundo entendendo que o discurso que a gente tem é o discurso mais factível, é o discurso necessário pro Rio de Janeiro e é o que as pessoas vão é o que nós vamos aplicar. E isso acho que foi um grande diferencial do do nosso congresso. >> E quanto a à pré-candidatura e as conversas sobre isso, eh o que que você tá sentindo do clima na corporação e fora? você tava comentando com a gente, né, que já tinha umas pessoas assim
▶ 00:15:51 aleatórias que estavam compartilhando coisas suas, falando, comentando. Então, tá rolando, tá, nossa, tá rolando com força aqui. Eh, eu disse até, eu acho que até importante que fique claro isso. Eu não sou, eu sempre gostei muito de política, sempre acompanhei muito a MBL, já tive próximo de de candidatos, né, enfim, nossos trabalhando, apoiando, mas eu nunca tive a intenção de me candidatar. Isso vai falando muito, muito honestamente assim, quando as pessoas dizem assim: "Ah, o que que você vai
▶ 00:16:21 ganhar?" Eu digo, eu tenho muito mais para perder do que para ganhar, na verdade. Eu tenho a minha vida, eu tenho a minha família, minha esposa, o meu negócio, as minhas coisas, enfim. Então, a gente tá ali, eu, tanto eu como o Martins, nós estamos ali porque a gente acredita no que a gente tá falando. E essa e esse acreditar tem repercutido demais, especialmente na tropa. Então, a tropa encontrou duas pessoas que ela verdadeiramente primeiro conhecem, né? Porque eu sou eu eu tenho muito trânsito no corpo de bombeiros, né? Enfim, eu eu já tive um projeto, eu tenho um projeto infantil muito grande, eu trabalho com escolas, mas eu tive um programa
▶ 00:16:51 infantil na TV Brasil, eh, com dicas de segurança para crianças, né? Então, eh, eu já tenho uma um trânsito no Corpo de Bombeiros e um artigo muito grande na Polícia Militar. Então, as pessoas olharam para isso e estão entendendo que nós somos alguém de dentro e esse discurso tá perpetuando muito. E aí eu tava comentando, né, pras pessoas que ficaram eventualmente curiosas, chegou hoje lá um um ex-vizinho falou assim: "Rapaz, recebi de uma amiga aqui o discurso que você fez no congresso, pô, que coisa legal, quero ajudar. Não sei como é que eu vou ajudar, mas eu quero ajudar". Então, as coisas estão
▶ 00:17:22 realmente eh repercutindo de uma maneira assim, olha, é gente nova, é gente que sabe o que tá falando, é gente de um partido novo, de gente muito séria. E aí obviamente a gente traz figuras como o próprio Guto Zacarias, como Kim Cataguiri, como Renan, Artur, as pessoas olham e falam assim: "Bom, ali são as pessoas que são sérias. Se ele tá junto das pessoas sérias com esse discurso, certamente é o lado que eu quero estar." E é isso que a gente tem sentido de verdade. >> Uhum. uma testemunha aqui do do processo que é uma dica para até quem tem quem tá assistindo sobre como se aproximar. Eh, o Rafa, para além da trajetória que ele
▶ 00:17:54 tem, ele até pode contar aqui, ã, ele apareceu, ele já tinha apoiado o Pedro Duarte na candidatura dele para vereador agora na última. E aí ele se apresentou, ele acho que através até do próprio contato que ele teve com o Pedro, ele se apresentou, nos visitou aqui em São Paulo e comentou: "Nossa, eu queria, queria ajudar na formação do Partido Missão, queria ajudar, quero fazer parte". Eu falei: "Cara, legal, bacana, eh, muito bom, a gente sabe muito bem, especialmente com as conclusões que a gente vem teando sobre segurança
▶ 00:18:24 pública, a vontade, pelo menos minha, de aproximar lideranças no universo das, não só das forças armadas, mas das forças policiais pra gente construir consensos e propostas para esse assunto." E aí eu falei com ele e falei: "Cara, o caminho para você se aproximar é vem pra academia, venha ser aluno da academia". E ele entrou numa posição que é paradoxal, em que ele é aluno e professor da academia ao mesmo tempo, porque a gente chamou ele para trabalhar com dar aula sobre gestão de crise na academia e ele, por conta da experiência dele, tá auxiliando você no livro
▶ 00:18:54 amarelo. Ele trabalha junto com o Lútio e outros na parte de segurança pública. >> E >> que, aliás, aliás, só fazendo um parêntese, é para quem não sabe aí uma das partes mais completas do livro amarelo. A gente tem algumas partes que elas são menos completas por conta, enfim, de vários fatores, inclusive da presença maior ou menor de voluntários. Mas segurança é uma das partes que a gente tem mais maduro do projeto inteiro do MBL. Se a gente for olhar, eu acho que segurança pública é a nossa área como um todo, como movimento em geral.
▶ 00:19:25 Isso reflete no livro amarelo. >> Sim. E tá muito boa a parte de segura, eu tive que eu fui, fui em vários podcasts e eu >> E você tá citando direto aqueles gráficos, eu já vi. >> É, tô, tô lá, mano, amarrando as coisas. E aí tá, tá bom o material. E aí eu digo assim, eh, esta é uma forma em, eh, correta para você que tá se aproximando da MBL, você chegar se o o se você tem qualificações, você tem qualificações especiais, tem uma trajetória de carreira, a gente vai saber identificar e te colocar numa posição que você vai compartilhar isso com os outros, que é o caso do do Rafa, tanto livro amarelo quanto dando aula na academia. Mas você
▶ 00:19:55 tem que entender que tem uma coisa de participar como aluno que é viver o papel do militante. Uma das coisas que eu gosto de medir é quem gosta justamente de ficar com a galera nos eventos, >> né? É, é até uma das razões que eu odeio a cultura da foto, que fica a foto lá e você não consegue falar com a galera conseguém >> e o Rafa ficou lá e esse é o assim, esse é um sinal correto que passa pessoas. É o candidato é sempre no máximo o primo, os interpes, o primeiro entre iguais. A pessoa tem que ver que ele é um igual, que o que dói no militante dói nele. Que foi a postura que o Guto teve inclusive
▶ 00:20:25 agora no saindo da liderança. Essa postura é a postura que faz as pessoas se motivarem e lutarem pela mesma causa. Isso é muito bom. Exatamente. E falando um pouco de Rio de Janeiro, especificamente do estado, né? A gente, eu aquela fala inicial que foi uma fala mais para esquentar as pessoas que estavam ali no Congresso, eu citei a questão, né, da Guanabara Mística, do fato que o Rio de Janeiro é a alma do Brasil e eu acho que é realmente a alma do Brasil. A consciência nacional brasileira se fez no Rio de Janeiro. Então, tanto a cidade quanto o estado
▶ 00:20:57 são importantes demais. Eles são meio que a representação da do Brasil. E a gente sente que se o Rio de Janeiro não está bem, é um sinal de que o Brasil não está bem. E nós vimos uma sucessão de governadores do Rio e todos esses governadores acabavam muito mal. Inclusive o Witzel, que era um cara, um bolsonarista, que vinha também com uma proposta de segurança, eu lembro que ele usava aquele slogan que ele ia atirar, mas só na cabecinha, blá, e não não fez nada e terminou de um jeito vchatório.
▶ 00:21:27 >> Então, uma pergunta assim para você especular mesmo, como é que resolve o problema? Como é que a gente pensa o caso do Rio de Janeiro? Porque ninguém conseguiu fazer. E aí, >> é, ô professor, essa é a pergunta de R milhão deais, né? dólares, claro, >> de 1 milhão de dólares. É, como é que a gente resolve efetivamente o Rio de Janeiro, dado todo o histórico que o Rio de Janeiro tem de políticos presos, de políticos caçados, de governadores presos, né? Como é que a gente resolve essa história? Como é que a gente resolve o problema dado histórico que
▶ 00:21:57 nós temos? Bom, primeiro, eu acho que o primeiro passo de tudo é a gente convencer a população de que há uma solução, de que há um caminho, de que há um projeto consistente, verdadeiro pro Rio de Janeiro. Acho que esse é o passo principal. sempre quando tem eleição no Rio de Janeiro chega a ser uma coisa triste assim, primeiro que muita gente não vai votar, a praia lotada assim porque é um domingo sem pessoas não vão votar e as pessoas falam: "Cara, não tem quem votar, não vai fazer diferença nenhuma em que eu vou lá votar". >> No Rio tem uma abstenção maior do que no resto do Brasil? Você acredita que que
▶ 00:22:27 tenha aí? >> Eu não tenho esse número exato, mas eu acho que se a gente puxar é visível, muito visível, muito visível. É muito visível. >> Muita gente não tá nem aí. não vai se basta você ver a praia como é que fica numa eleição e no Rio de Janeiro, enfim, fica lotado, enfim, o trânsito de pessoas pra zona sul, pra Barra, né, onde são as principais praias, é enorme. Então, assim, as pessoas não estão indo votar. Eu, isso se dá muito pelo histórico do Rio de Janeiro, né? Então, essas pessoas olham e engraçado porque você citou o Witzel, até houve um movimento em prózel, né? Óbvio que tinha
▶ 00:22:59 uma onda bolsonarista muito grande. A gente tá falando de 2018, né? Muita gente surfou essa onda bolsonarista, mas as pessoas foram justamente porque ele veio com um discurso muito duro de segurança pública e é a sede das pessoas no Rio de Janeiro, é segurança pública. Então a gente passa um, a gente começa apresentando paraas pessoas uma proposta clara, objetiva e palpável. A gente consegue cumprir. Eu até no meu discurso eu falei, eu eu seria muito leviano e mentiroso se eu falasse assim: "Pessoal, a gente vai assumir de primeiro de janeiro, Rio de Janeiro, em março vai est uma delícia". Não vai, não vai.
▶ 00:23:30 Porque o problema ele é muito profundo e esse é um passo muito maduro, dizer pessoal, não, não vamos resolver de um dia para outro. A gente vai resolver, a gente vai entregar, a gente tem entrega para fazer, mas não é de um dia pro outro. Então, convencer as pessoas é o passo um. O passo dois é como é que a gente vai articular isso com a alerge? >> Então, essa é uma belíssima pergunta, porque a Alerge destruiu o governo Witzel, fora os problemas que ele tinha. >> Exatamente. O Witzel, ele ele se coloca, né? Ele tem ido alguns podcasts, etc. Inclusive diz que é pré-candidato a
▶ 00:24:01 governador também, mas ele se coloca como uma vítima do sistema, né? Óbvio que assim, a gente não pode esquecer que na pandemia ele prometeu abrir o hospital de campanha, não abriu, né? Teve dinheiro colocado em hospital de campanha pro hospital que nunca abriu, >> mas enfim, a alerge derrubou o governador. Eh, foi exatamente isso. Age derrubou um governador do Rio de Janeiro. Então essa é a força da alerge. Como é que a gente articula com a alerge? mantendo aquilo que a gente acredita como princípio que eu não negocio. Por exemplo, vou te dar um exemplo, professor. Se eventualmente eu
▶ 00:24:31 for governador do estado do Rio de Janeiro, cada secretaria terá um corregedor. Esse corregedor corregedor responderá diretamente a mim. Ele não é o secretário, ele é o corregedor. Então o secretário vai montar o plano paraa secretaria de acordo com aquilo que a gente acredita, né, daquilo que a gente pensa pro livro amarelo, que os nossos estudiosos pensam que a gente acredita pro Rio de Janeiro. Não sai R$ 1 dessa secretaria sem esse corregedor aprovar, não. Então cada secretaria terá o seu corregedor interno pessoas da minha mais estrita confiança. Não saiu R 1. Será
▶ 00:25:03 que alerg topa isso? Por exemplo >> eu diria que não, hein? >> Pois é. Então, como é que a gente articula com alerge para apresentar, olha, eu tenho eu tenho uma solução pro Rio de Janeiro. Eu preciso que alerge caminho do meu lado. Então, a gente tem um trabalho que eu até digo isso pra militância, maior talvez do que a eleição para governo do estado é a gente conseguir fazer um número bastante expressivo de deputados. Esse esse é um ponto fundamental pra gente conseguir estabelecer e fazer funcionar o nosso plano de governo. E se eu ganhar a eleição, mas eu não diga, >> você lembra quantos deputados o Vitel
▶ 00:25:34 tinha na base dele no início? Eu não faço realmente não faço dois apenas. Apenas dois. É, era bem pouco. >> Apenas dois deputados. Pouco. >> Era muito pouco. Era bem pouco. Era bem pouco. >> Esses dois saíram da base depois. Eles >> saíram da É muito, muito pouco depois. >> Ah, o Vit só teve um rompimento com o Bolsonaro, né? Ali já muito no começo do governo, né? E aí foi difícil para ele levar, né? Ele recebeu o voto bolsonarista, né? Então a própria população começou e teve algumas cenas muito ruins dele, né? Não sei se você vai lembrar, se vocês vão lembrar,
▶ 00:26:04 perdão, de um caso de um sequestro de um ônibus na Ponte Rio Niterói. Ah, um atirador, um policial militar do do BOP, né? Ele neutralizou o o sequestrador e o Vitel pousa um helicóptero na baía de na ponte de Niterói e sai comemorando como se fosse um gol a morte desse. >> Você lembra dessa cena? >> Constrangedora. E aí constante ele sai comemorando, ele sai, óbvio, ninguém, tá? Todo mundo, todo mundo que tava ali certamente celebrou o fato de nenhuma
▶ 00:26:36 vítima, nenhum refém ter sido ferido, mas também ninguém precisa celebrar e nem deve se celebrar a morte de uma pessoa, quem quer que ela seja, entendeu? Óbvio, quando essa pessoa escolheu agredir a lei e ela não se rendeu às orientações do policial, ela tá submetida a ser neutralizada e faz parte do jogo. E eu acho que o jogo tem que ser esse mesmo. Mas o governador do estado, na posição de governador do estado, descer de um helicóptero, sabe? Comemorar a morte de uma pessoa, a mãe do jovem tava próximo, assim, uma cena deprimente, assim, deprimente ele, bom, ele acabou caindo. Então, o passo dois é
▶ 00:27:07 como é que a gente vai articular isso com alérgica. E eu acredito que apresentando um plano e confiando que os deputados querem, assim como eu, um Rio de Janeiro bom, porque todo mundo se beneficia dele na vivência e na política, eu acho que a gente vai ter que sentar, falar e articular, obviamente, dentro daquilo que a gente acredita pro Rio de Janeiro, colocando as condições que são inegociáveis para nós. Tem uma >> e daí a gente >> Não, não, por favor, >> perdão, perdão, por favor, >> não, não, que eu vou comentar um outro tópico. >> Pronto. E aí, e aí apresentar um plano que para mim ele caminha em duas frentes
▶ 00:27:39 principais, que é segurança e educação. >> Uhum. >> E e não e não dá pra gente dissociar uma coisa da outra, mestre. Não tem como. A a mão de obra hoje pro crime organizado, ela é praticamente infinita no Rio de Janeiro. É infinita. Tô sendo aqui, obviamente, né, fazendo uma um um exagero aqui, uma uma hipérbole, mas eu não, ela não é ela ela é a a quantidade de jovens tentando ingressar no clima organizado é gigantesca. Tem fila de espera, tem fila de espera. Então eu preciso atacar a segurança. Nem tudo em
▶ 00:28:09 segurança se resolve na ponta do fuzil. A gente vai ter a ponta do fuzil naquele naquela área que é importante, especialmente naquelas que são de acesso pro Rio de Janeiro. E a gente vai caminhar muito forte a educação também. Aí, perdão, se eu perguntar agora >> tem e uma ideia que a gente veio amadurecendo ao longo de vários news ainda na época que eu fazia direto com Renan, que era falar que o Rio de Janeiro precisa de uma intervenção federal, que a questão do Rio não se resolve sem algum tipo de intervenção, uma espécie de regime diferenciado que seja feito no estado. Eh, eu lembro da
▶ 00:28:39 gente ter falado isso várias vezes. Não sei os termos constitucionais legais em que isso seria colocado, mas é uma ideia que a gente de vez em quando dizia que é um caso tão complicado que não haveria como solucioná-lo sem uma intervenção federal. Eu não sei, mas eu tenho impressão que algo do programa de governo da presidência da missão junto com o governo do Rio pode ir nessa direção. Você lembra dessa ideia, né, que você comentava bastante sobre intervenção
▶ 00:29:09 federal no Rio de Janeiro? a gente fala demais a ideia de uma intervenção, desde uma eh garantia da lei da ordem ou até os outros outras opções que a própria Constituição permite. O lance é a presidência da República apoiar e soltar um ato desses trazendo a infraestrutura logística, por exemplo, das Forças Armadas, inteligência, isso ajudaria demais. Dito isso, com todos os membros das Forças Armadas que eu já conversei, todos eles falam: "Para você fazer a tomada territorial vai ter que ser com as polícias". Isso é meio que consensual. as Forças Armadas sequer dispõe de tropa com treinamento e experiência para isso.
▶ 00:29:41 >> Então eu até perguntar pro, eu não sei se institucionalmente isso é possível, mas se o a o governo federal pode solicitar, por exemplo, eh o envio de forças policiais especiais de outros estados, por exemplo, pro Rio de Janeiro, para efetuar essas operações, eh porque são pessoas são soldados que têm mais experiência do que as forças da do exército, por exemplo. Agora, >> e só um detalhe, se não forem pessoas do Rio de Janeiro, também tem uma certa distância em relação a tudo que eles podem sofrer, familiares, essas coisas.
▶ 00:30:11 >> Então ele fica um pouco fora do contexto da Sim, sim. Perdão, perdão, perdão, Renan, não queria lhe interromper. Não, não, não é, é basicamente isso. Eh, o papel do governo federal é muito mais eh logístico e, por exemplo, garantir com Forças Armadas a segurança do restante da cidade, enquanto as operações de tomada territorial são feitas pela polícia. Naturalmente, eh, por mais que você tenha isso, já vi comentários inclusive na na operação que teve na época do Temer, né? Em 2017 teve uma operação envolvendo GO
▶ 00:30:41 >> que a o a concentração de recursos de armamento e dos melhores soldados do crime não é ela não é dispersa igualmente entre todas as áreas ocupadas, por exemplo, pelo comando vermelho. Então você tem que saber quais são os locais estratégicos para você ir desmontando eles rapidamente. Eh, quando se eles entenderem que seria a primeira vez que eles entenderiam que o estado vai para cima e que não haverá um, ah, eu vou fazer um trabalho meia bomba, vou começar aqui para que não haverá fim, é uma guerra. guerra. O objetivo final é derrotar o inimigo. Eu acho que a gente pode ver, por exemplo, boa parte dos
▶ 00:31:11 próprios soldados do crime se entregando. O lance é todas as vezes que acontece isso, eles fogem em geral pro interior do Rio. Isso já aconteceu. Alguns fugir chegaram a fugir para São Paulo. Eles fogem, se escondem, tocam a atividade deles em outros lugares até retomar essas posições. É, isso tem que ser muito bem feito para você não evitar a fuga dos caras e os cercos acontecerem, pegar as principais lideranças e obter a rendição dos demais, que eu acho que é acho que o que a gente obteria aí seria o que aconteceu em El Salvador. Alguns você vai preender, você tem conflito, no resto
▶ 00:31:41 eles vão se entregar. >> Uhum. Uhum. Eu eu vou eu vou por partes aqui porque são foram muitas camadas aqui de comentários. Mas o Rio de Janeiro já sofreu uma intervenção federal na segurança pública. Até falei isso em live com o Renan num outro momento. Ele me ligou e falamos sobre isso. Esses generais quase todos se feriaram ao PL depois e foram candidatos, né? Eh, mas o Rio de Janeiro já sofreu uma intervenção federal de segurança e que novamente não resolveu, né? Ah, e respondendo, sim, é possível ter forças policiais de outros estados aqui. Isso acontece através da força nacional, a força nacional de segurança.
▶ 00:32:12 É exatamente isso. Mas de qualquer maneira, nós temos muita dificuldade, porque a realidade do conflito armado no Rio de Janeiro, ela é muito singular. Não há um outro estado que tenha uma realidade de conflito urbano como tem o Rio de Janeiro. Então, eh, é perigoso e é muito arriscado você colocar um policial, por exemplo, de Santa Catarina para operar numa comunidade do Rio de Janeiro. Eh, porque ele não tem essa vivência, né? Não é a realidade dele, não é essa vivência. Mas
▶ 00:32:43 é possível, por exemplo, que esses policiais assumam ã o patrulhamento na zona sul, né? E enquanto eu tenho um efetivo maior do Rio de Janeiro, mais acostumado com esse padrão nosso de policiamento, operando nas favelas pra gente conseguir dominar aquele território. Então isso é bem possível. E em relação às Forças Armadas, eu penso exatamente isso. Eu quero todo o apoio possível, mas é a minha polícia que vai resolver, porque quem tem condição de resolver é a minha polícia. Então eu confio demais na Polícia Militar estado do Rio de Janeiro, mas eu confio muito,
▶ 00:33:13 eu convivo com eles. Eu quando tava no Corpo de Bombeiros aqui, muitos anos no Corpo de Bombeiros, o que eu vi de atitudes heróicas desses homens não tá assim brincadeira, não. Eles são muito bons. Eles são muito bons. Eles precisam obviamente de espaço de retaguarda jurídica. Isso foi dito no Congresso. Inclusive, o policial ele paga do bolso dele o advogado para protegê-lo. Então assim, o policial foi lá, aprendeu alguém. >> Sim, sim, sim. A gente tava conversando no antes de começar o Congresso, ele tava falando justamente isso, um colega se ele tava dizendo que ele paga, ele
▶ 00:33:44 paga para ser defendido juridicamente. O que assim que absurdo, desconta do salário do cara. Certo. >> Exatamente. E então eu preciso que a tropa ela olhe e fala assim: "OK, eu tenho alguém aqui que tá liderando esse movimento, mas é alguém que não vai me abandonar na hora que a coisa apertar, porque ela vai apertar, a coisa vai ficar estreita, muita gente vai se meter, muitos interesses serão serão quebrados ali, a gente vai incomodar muita gente. Então é preciso que a tropa tenha certeza que ela tem uma retaguarda
▶ 00:34:14 jurídica, que ela tem uma estrutura por trás que vai garantir esse policial. Obviamente o policial que trabalha dentro do estrito cumprimento do dever legal. >> Claro. Claro. >> Assim como eu não, eu vou assim como eu serei também bastante duro com os policiais que andam fora da linha, porque o certo é o certo, né? Eh, então e isso é isso é um ponto chave. Então, eu quero o apoio da das Forças Armadas. Óbvio que eu quero. Quero em logística, eu quero em viatura, eu quero em tecnologia, eu quero em inteligência. É óbvio que eu quero. Eu quero o apoio da Força Nacional. É óbvio que eu quero. Eu
▶ 00:34:44 quero poder tirar de repente um grupo de policiais que trabalha ali na em São Conrado, etc. Botei a força nacional ali e tem esses policiais me apoiando na tomada do alemão, na tomada do complexo da maré. Então isso é importante. Essa articulação vai fazer muita diferença e não pode ser um projeto de uma semana que em geral que acontece. Vamos, GL. Aí tá intervenção federal. Dura um mês, dois meses, acabou, vai todo mundo embora. Nada mudou no Rio de Janeiro, alguém foi votado, alguém ganhou uma eleição e a gente ficou mais uma vez com o Rio de Janeiro entregue, sem o problema resolvido de verdade. Não, no
▶ 00:35:14 processo longo, como o Renan falou, é uma guerra e a guerra a gente vai travar até ter o resultado que a gente quer alcançar, que é um Rio de Janeiro livre das facções criminosas. >> Uhum. Uhum. Uhum. É, essa parte jurídica, por exemplo, que você citou e que foi falado no Congresso, é algo que me preocupa um pouco, porque eu acho que aí não é apenas de competência do governador ou um apoio que o governador pode fazer, mas depende muito do judiciário. E o judiciário é um problema. As leis que nós temos são problemáticas, elas são excessivamente protetivas, garantir garantistas com o
▶ 00:35:46 bandido. E há uma outra parte também que eu considero muito significativa, que é mídia. a mídia atua de um jeito quando tem qualquer acirramento do conflito com a bandidagem de uma forma muito perniciosa, muito nefasta. Então eu vejo, eu consigo visualizar tranquilamente o que seria um governo da missão aí no Rio, uma presidente, qualquer coisa assim, e a mídia cair de pau na gente e começar a fazer uma
▶ 00:36:17 campanha e uma espécie de cerco jornalístico contra o que nós estamos fazendo. Acho que seria um um problema a ser cogitado se pensar em soluções para isso. Eu confesso que eu não sei, queria mais ouvi-los. ouvi o Renan, ouvi você, o que que seria feito em relação à cobertura mediática de uma operação como essa? >> Ah, a posso posso Renan, começar aqui depois você que eu gosto, quero muito, gosto muito de te ouvir também falar. >> A gente, bom, é como dizem, né, numa guerra o primeiro que morre é a verdade,
▶ 00:36:47 né? Então esse esse é um ponto, tem uma frase bastante famosa que fala sobre isso. E a a gente precisa, na verdade, dentro da estrutura das próprias forças de segurança, isso já vem acontecendo, tá? a gente se comunicar melhor com a população. Então, uma vez que a gente se comunica melhor com a população e que a população tem acesso a outras fontes de informação, além dos jornais, né, dos mais tradicionais, televisivos, etc., que a população consiga acessar essas informações, que são as informações e que eu terei muito cuidado e será uma determinação muito dura que será
▶ 00:37:18 estritamente dentro da verdade. É, então a gente, e esse é um ponto que ele é muito crucial, porque a mídia vai bater muito, muito, mas o carioca, quando eu digo que o Rio de Janeiro ele é muito particular, ele realmente é muito particular, porque o carioca ele suportou inclusive o Sérgio Cabral durante muitos anos, mesmo com a mídia batendo já, porque ele tava entregando, porque ele criou os UPPs e durante algum tempo viveu-se um clima de paz no Rio de Janeiro que todo mundo fala: "Cara, não
▶ 00:37:48 importa se ele como é que era o negócio, quem É, era o Maluf, né? Eu acho que tinha, mas enfim, não lembro agora, mas >> todo mundo o Antônio Carlos Magalhães lá na Bahia era a mesma coisa. >> Rouba mais fácil. >> Então não, mas ele tá entregando então assim, ah, não, mas pera aí, o Sérgio Cast tá sendo, o Sérgio Cabral tá sendo investigado aqui. Não, mas pera aí gente, calma aí. Melhorou aqui agora minha casa, agora a gente tem aqui o empreendedor na comunidade. Então ele tinha uma casinha ali, ele pegou aquilo ali, abriu um restaurante, pô, ele recebe um monte de gente de fora, ele tá fazendo dinheiro, pagando imposto, contratando gente, etc. não tá tudo
▶ 00:38:18 certo. Então o carioca ele é muito disso, né? Então se tiver bom pro carioca, aquilo que a imprensa vai dizer, na verdade vai pouco alterar a sua opinião se ele tiver experimentando uma coisa bacana. Obviamente que isso tem o perigo paraas paraas pessoas mais intencion para as pessoas que são mal intencionadas de falar assim: "Bom, agora eu tenho opinião pública, então eu faço o que eu quero daqui, porque as pessoas não vão se importar com o que a empresa tá falando. A imprensa livre, ela é fundamental. A imprensa precisa ter liberdade para trabalhar, para relatar aquilo que está acontecendo, mas é muito importante que a gente sempre
▶ 00:38:48 coloque a posição do governo do que tá sendo que tá sendo dito e realizado, especialmente em operações policiais. >> Entendi. Então, você acha que se se houver entrega, na realidade, tanto faz esse circo mediático que ele não vai ter muito efeito sobre a opinião que a população tem, a opinião difusa que a população. >> O bom professor é esse, né? O bom professor é esse que resume uma frase aquilo que a gente diz e todo mundo entende. Bom professor é esse. Exatamente, professor. >> Faz sentido. Eu espero que seja assim. Eu espero que seja assim. >> Conhecendo a >> Não vai ser fácil, né?
▶ 00:39:18 >> Eh, se o governador começa bem aprovado e começa com uma ação dessas que é bem aprovada, o que o que o a imprensa fica fazendo é aguardando o primeiro erro, aguardando a primeira brecha. >> Eles vão querer pegar a primeira brecha para falar. Matou o inocente. >> Matou um inocente. É para tudo. >> Porque vai matar. Esse, aliás, é um outro ponto. Por mais que a gente >> conflito é isso. Por mais que seja cuidadoso, provavelmente o número de inocentes a serem mortos numa guerra como essa vai ser grande. Sim. >> E e tipo, isso é inevitável e a gente já
▶ 00:39:49 tem que esperar que isso vai acontecer. E naturalmente eles vão tentar pegar e criar uma intencionalidade, falar: "A bala que saiu da mão do policial e vai atingir o menino negro da periferia e ai porque eles vão tentar construir isso e aí a Rede Globo vai juntar aqueles viva Rio vão fazer uma campanha pessoas vestidas de branco dando as mãos na lagoa Rodrigo do Rigo de Freitas. Paz! Eu só quero é paz. Deixa eu viver em paz. A Fernanda Abreu vai fazer uma música e vão pegar vários artistas da Globo e vão, sei lá, vão fazer aquela uma propaganda na TV com eles, uma um
▶ 00:40:19 revólver de mentira. A mão que mata é a mesma, sabe aquelas merdas assim? Eles vão fazer essas coisas. Eh, mas >> eu tenho de achar que isso >> como se o policial saísse de casa para isso, né? Como se o policial saísse de casa para matar um inocente, né? Eu vou sair da minha casa hoje, deixar minha família aqui para matar um inocente, né? Uma piada, né? Uma piada. >> Sim. E esse é um esse é um game, né, que a gente pode colocar aí que definitivamente não é eh
▶ 00:40:49 não seria possível de de ter enfrentamento da nossa parte se a gente vivesse nos anos 90 ou no começo dos anos 2000. Hoje com a internet, saiu até uma pesquisa hoje da da Quest, ela mostra que 50 assim 49% das pessoas a acompanham política por TV, mas 47 48 já por redes sociais, >> tá bem pau a pau. Então você consegue ter o enfrentamento. Tem uma coisa, a pessoa que acompanha pela TV, ela tem um nível de engajamento muito menor. A pessoa que acompanha por redes sociais e pela internet, ela participa ativamente. Ela só não é ela não é só um espectador passivo, então ela tem um grau de
▶ 00:41:20 engajamento muito maior. Então, como a segurança pública é um dos raros temas que elas extrapolam lados, né? A preocupação com segurança pública hoje é a maior preocupação do Brasil e ela cruza, inclusive vai pegar eleitor do Lula. Então, dá para falar que é um tema que, se bem conduzido eh e tendo lideranças com propósito, vai ser muito difícil da parte do governo ã, desculpa, da parte de uma Rede Globo, vamos falar real, é uma Rede Globo que também seria a única emissora de TV que conseguiria fazer frente, eh, gerar o dano, mas naturalmente, né, eles vão eles vão
▶ 00:41:51 procurar a falha. E aí tem uma parada que é bem concreto, o governador tem que ser ele a responder a falha. O, uma coisa que sempre tem é os governadores, teve agora com Tarsig em São Paulo, toda vez que tem uma ocorrência policial e aí um problema, aí o governador tenta se esconder atrás do delegado de polícia, se for uma coisa da polícia civil ou de um comandante da Polícia Militar, né, para se preservar, porque ele tá preocupado com a eleição. No nessa situação nos tem que ser o contrário. O governador tem que ir pro enfrentamento. O governador não tem que ter medo de falar: "Ó, houve uma corrência assim, infelizmente morreu, vamos apoiar aqui a
▶ 00:42:21 família". Eh, dito isso, os soldados precisam continuar colocando, precisamos do apoio da população com os soldados. Nós precisamos derrotar o crime organizado. Esse é o verdadeiro inimigo. E ele ir para pro fronte de batalha midiático contra o jornalista vagabundo que vai pintar. Em geral, o comportamento é sempre o oposto. Agora a gente tem que inaugurar esse novo comportamento. É, e tem um >> Eu falo isso na >> por favor. >> Perdão, professor, perdão, professor, por gentileza. >> Não, era só pequeno, era só um pequeno detalhe que ia dizer que os resultados de operações como essa, eu acho que eles se verificam muito rapidamente, né?
▶ 00:42:51 Porque se você tem um estado de guerra que foi instaurado contra o crime organizado, contra as milícias, a criminalidade me parece que ela vai cair, não digo assim na mesma semana, no mesmo mês, mas mais ou menos rápido. Então as pessoas vão começar a perceber que aquilo já está alterando a maneira como elas vivem na cidade, no estado. E eu acho que isso reforça muito. Eu não sei como foi em El Salvador, se os resultados da política do Burkelli foram rápidos ou se eles demoraram muito, mas eu acho que foram relativamente rápidos. aconteceu e os crimes já começaram a
▶ 00:43:22 cair, as pessoas começaram a perceber, daí você teve apoio e daí, bom, com apoio obviamente você se legitima e você vai, né, reforçando a o seu trabalho. Mas diga >> sim. Não, nos primeiros 100 dias de governo, eu acho que já dá para perceber, vai dá para perceber uma mudança bastante considerável, especialmente nas entregas de segurança pública, na circulação das pessoas e na quantidade de eventos de vias fechadas, especialmente por causa de confronto crime organizado, que num primeiro momento a gente faz esse confronto de maneira mais corpo a corpo, né, dentro
▶ 00:43:52 da comunidade, etc. Até determinado momento a gente vai precisar evoluir esse essas tomadas de decisão para um processo de mais inteligência, né, de impedir a chegada do armamento pesado na comunidade, né? Então tem um controle muito grande ali do que entra e do que sai, especialmente do que tá entrando na comunidade. Eh, a gente precisa de um controle de fronteira muito grande. Então, tá aí importância também da gente ter um governador em São Paulo alinhado o que a gente faz, de ter um governador do Espírito Santo alinhado o que a gente faz, pra gente poder ter um controle de fronteira muito importante ali. Então, a gente começa a evoluir pra gente poder buscar o dinheiro, da onde tá vindo o
▶ 00:44:23 dinheiro, onde tá sendo gasto dinheiro, para onde tá indo o dinheiro. Então a gente vai precisar num momento depois desse de um primeiro momento de ação mais física, né, mais tropa no terreno que a gente isso não vai acabar, isso vai ter sempre, mas a gente partir para outros processos de mais inteligência. Isso que o Renan falou, tá? Inclusive na aula de gerenciamento de crise, o governador, ele é o responsável pelo estado. Eu tô me colocando numa posição que eu sei exatamente em que posição que eu tô me colocando. Então eu não posso exigir do policial mesmo, vai lá, enfrenta essa guerra, bota sua pele para jogo, vamos para você tomar um tiro e na
▶ 00:44:54 hora que sai errado. E mais uma vez, nenhum policial sai de casa para matar uma criança, não. Nenhum policial sai de casa para matar um inocente. Mas é uma guerra. A gente tá vivendo uma guerra e a guerra ela tem efeitos colaterais. Eu não posso nesse momento virar e falar assim: "Tenente, você que tava na operação, vai lá você e fala, porque isso é muito ruim para minha imagem". Não, eu sou o comandante das forças policiais, eu sou o comandante. Então, eu tenho que responder, eu tenho que ir lá dizer: "Eramos, vamos corrigir o erro". Às vezes é um erro que é incorrigível. E como é que o estado vai
▶ 00:45:24 apoiar essa família? Como é que o estado vai agir? Mas a responsabilidade é do governador. E a tropa precisa sentir isso. Então, eu que tenho que ir lá falar. Quando acertar, eu vou, a gente colhe louros, todo mundo junto e quando erra, a responsabilidade é minha. E isso tem que ficar muito claro. Isso tem que ficar muito claro. E a tropa precisa saber disso. E não, e não pode ser da boca para fora. Tem que realmente ir lá e falar: "Respondade é minha". Quem que que aconteceu? Aconteceu isso aqui? Então, imprensa, vem cá. Aconteceu isso, isso, isso. Vamos tomar essa e essa e essa medida para que as situações como
▶ 00:45:54 essa não aconteça. Mas não podemos esquecer que a gente tá aqui combatendo um criminoso. >> É. E aquela coisa, não havendo intencionalidade da parte, eventualmente de um policial numa ocorrência, por exemplo, uma vítima, um civil ali morreu, eh, por conta de uma bala perdidoria do policial, mas não vendo intencionalidade e ele agindo dentro do procedimento, não apenas o governador tem que vir a público, trazer para ser responsabilidade, como fornecer meios pra defesa do policial. >> Uhum. Porque novamente ele tá botando a pele risco. O confronto, infelizmente, é assim. E os policiais não podem se
▶ 00:46:25 sentir abandonados nisso. Eu fiquei muito, não surpreso, mas eu fiquei impressionado quando a, o pessoal das Forças Armadas falou que esquece, isso é com a polícia. Existe uma sensação tipo, quem vai ganhar essa guerra? A polícia. Eu acho muito bonito que essa guerra realmente seja vencida pela polícia. A polícia vencer essa guerra significa que na trajetória histórica das polícias, né, especialmente do Rio de Janeiro contra o tráfico, isso teria um fim. é como se fosse um fim de um ciclo. E assim, não seria nem justo entregar a batalha final para outro ente. Então, eh, se é para ter essa batalha final e
▶ 00:46:56 ela pode ter alguns efeitos colaterais, a gente tem que estar pronto para todos eles para que essa vitória aconteça da maneira mais bonita possível. E ela tem que acontecer e tem que ser bonito porque é um ato de refundação do Rio. Isso aí é um ato assim, é um ato fundacional que as pessoas vão se lembrar daqui 100 anos, falar: "Pô, rio tava uma merda, um monte de morro tomado, veio aquela gestão, aquela gestão passou o fogo no nos criminosos, recuperamos o morro, começou a integrar com a cidade, começamos a ter um Rio de Janeiro diferente. Eu acho assim, isso é central e isso é novamente a gente
▶ 00:47:26 começar a mexer na imaginação das pessoas. Uns rapazes estão fazendo no Twitter umas brincadeiras de alterar com a inteligência artificial certas paisagens do Rio de Janeiro retirando morro puro e simples paraa pessoa falar: "Porra, não precisa desse jeito. Não precisa ser desse jeito, né? A é possível urbanizar. A gente, eu vejo muita gente tratando assim, é impossível urbanizar gente". Os chineses fizeram mais de 100 milhões de habitações, tá? Foram, na verdade, centenas de milhões de habitações nesse processo de urbanização acelerada deles nos últimos 30 e tantos anos. A gente não consegue
▶ 00:47:56 falar em uma pequena fração disso no Rio que não é assim, você vai ter que construir do zero habitação para todo mundo nessas favelas e não dá nem imagino eu, ã, sei lá, não sei nem se dá 500.000 habitações. Acho que estão falando no Rio de Janeiro falam que moram em favelas de 1 milhão a 2 milhões de pessoas. Eh, se você pegar e falar do que é barraco, >> relativamente pouca gente, >> é do que aí é barraco pur simples que precisa ser derrubado, a um lugar de risco ou uma casa precária que precisa ser reformada, que são
▶ 00:48:26 coisas diferentes, né? O que que o estado vai precisar construir? Os números não são suadores, mas parece que no Brasil, quando a gente vai falar qualquer coisa de infraestrutura, parece assim que é cara, nós vamos construir a pirâmide de Gisé, sabe? Calma aí, não é não é nada tão grandioso assim. São algumas habitações, nada que a China não fez isso em escala assim muito muito maior. >> Uhum. Bom, mas seguinte, eh, >> posso falar, pessoal? Preciso dar uma saída, >> por favor, por favor. E eu preciso fazer propagandas aqui. Eu preciso fazer algumas propagandas porque a gente tá tendo uma live especial, diferente das
▶ 00:48:57 lives que a gente costuma fazer. Isso aqui tá praticamente uma entrevista sobre Rio de Janeiro e eu acho que tinha muito sentido de fazer deste jeito, porque nós estamos aqui com o bombeiro Rafa. Não sei se ele vai estar participando direto com a gente todas as semanas, se vai, enfim, se é uma participação mais rara, mais singular, mas eu queria conversar com ele sobre Rio de Janeiro. Então vou est fazendo propaganda do que a gente tem para oferecer para vocês, caso vocês entrem no Valete Plus. E aí, operador, o que que temos para hoje? Pelo que eu ouvi aqui, é muita coisa,
▶ 00:49:27 hein, professor. Tem um monte de coisa, tem um pacote. >> Mas tudo isso aqui não, não é não não é possível. >> Ó, o que eu fiquei sabendo é que é revista, >> ó. Então vamos por partes. >> Isso. >> Se vocês entrarem no Valet Plus, vocês vão receber essa revista aqui, direita a deriva. >> Isso aí. >> E tem a camiseta aí. >> Camiseta não, tô. Não tem a camiseta aqui. Não, mano. >> Tem a camiseta prendeu. Matou. >> Opa. Por favor, essa aí é essencial. >> A camiseta prendeu, matou.
▶ 00:49:58 >> Tem um dos livros, um desses livros do Clube do Livro, eu acho que é o do Platão, correto? >> Sim. >> O banquete é Apologia de Sócrates, um dos livros aqui. >> Não, na verdade é só esse livro, esse livro é maravilha, não é mais o livro, não é esse livro. Ok, tudo bem. >> Só camiseta e de brindezinho um baralho. >> Ok. Então o seguinte, você vai ter esta revista aqui, direita a deriva, como eu falei anteriormente, e vai ter essa camisa que tem tudo a ver com o conteúdo da live. Prendeu, matou. É isso que a gente vai fazer com a bandidagem do
▶ 00:50:28 Comando Vermelho e das demais facções que operam no Rio de Janeiro. A gente vai prender e matar todos eles. Não digo a gente, quem vai fazer isso é o bombeiro Rafa. Eu vou estar teorizando sobre platonismo e questões aí herméticas, mas bombeiro Rafa vai estar nesta posição de prender e matar os traficantes, milicianos, bandidos, larápios e toda a sorte de esumálha que habita o glorioso, glorioso estado do Rio de Janeiro. Então é isso. E se você
▶ 00:50:59 entrar também vai receber esse, isso aqui é brinde para se entrar três pessoas ou é cada pessoa recebe isso aqui? É brinde. >> É brinde. Então você vai receber o brinde. Então, mas é brinde para mais quantidade ou para qualquer um? >> Qualquer um. Todo mundo que entrar ganhado que entrar você vai ganhar isso aqui também. >> Isso. O link está fixado no chat e também na descrição, só clicar. >> É, façam isso, ó. Essa camiseta, pô, isso aqui é é simbólico do que a gente está falando, é simbólico dessa fase do movimento Brasil Livre, que nós estamos tematizando tanto isso, da segurança.
▶ 00:51:30 Então, por favor, entre no Valete Plus e prestigie a live que está muito boa. Eh, continuando aqui as fazendo as vezes de jornalista, que eu tô parecendo um jornalista contigo, continuando as as minhas perguntas, você falou que dois são os pilares de um possível governo teu no Rio. O primeiro é segurança pública. explorou bastante o que seria, né,essa essa proposta, a a ideia e de levar essa guerra contra o tráfico e, enfim, as circunstâncias disso. Mas eu queria que você falasse um pouco de
▶ 00:52:00 educação, eh, porque educação é o pilar para tudo, né? Nós temos um setorial do livro amarelo que trata de educação. A gente vai ter um texto relativamente alentado aí no sexto faciclo. O último facículo do livro amarelo, aliás, vai ser aquele que traz um texto mais longo e sobre a educação. Então, eu queria ouvir um pouco das suas ideias nessa área. >> Nossa, eu gosto muito de falar de segurança, né, mas eu amo falar de educação, de verdade. Eu tenho uma
▶ 00:52:30 empresa, né, enfim, que a gente presta ser da área de educação, né, a gente faz, nós somos uma empresa de educação para segurança, na verdade. Então, hoje a gente tá em oito estados, atende muitas escolas. E eu sou pedagogo, professor. Então, >> eh, é, eu sou pedagogo, olha só, >> eu sou filho, >> eu sou filho de uma professora e de um militar, né? Então, aí eu seguia, consegui agradar os dois, né? Seguir tanto. Julieto, boa noite. Tudo bem? Que honra. >> Tudo bom? Como é que tá? >> Tudo bem, que honra. Eh, então eu consegui agradar os dois, né, sendo
▶ 00:53:00 militar e sendo professor. Então eu sou pedagogo e eu não e ah, eu vou eu vou linkar com segurança aqui rapidamente porque as pessoas e eu não posso nem exigir que elas pensem diferente disso, porque as pessoas compram seu celular e tem o seu celular fortado roubado. o trabalhador que tá ali na sua moto, compra a moto parcela em 48 vezes para ter poder trabalhar e levar o seu sustento para casa e essa moto é roubada, furtada, ele precisa ficar pagando a moto e, enfim, e não vai ter mais o seu bem. Então, as pessoas elas
▶ 00:53:31 normalmente elas tendem a olhar a segurança pública como a solução final dos problemas, né? Então, ela quer que resolva o problema da segurança porque ela quer trabalhar em paz, ela quer ter o seu bem em paz, ela quer andar com seu celular, ela quer poder, enfim, que a criança vá sozinha pra escola e volte sozinha pra escola. Eh, em paz. Eu, aliás, isso é uma coisa assim, eu tava fui fazer uma uma especialização em Israel, né? E fiquei muito impressionado. As crianças, assim, 4, 5 anos entram sozinhas nos ônibus, seguem paraa escola, para na porta da escola, descem as crianças, assim, existe um um
▶ 00:54:03 clima de proteção para as crianças ali, etc. Gente, por que que a gente não pode ter isso no Rio de Janeiro, né, as crianças pegando ônibus? Enfim, então, em última instância, as pessoas olham assim: "Preciso que resolva segurança pública". Só que a gente não resolve segurança pública se a gente não trabalhar maciçamente em educação. E nesse ponto o estado, eu vou colocar aqui com uma palavra muito ruim, mas é só pra gente entender, o estado ele é um pouco mais fraco do que o município, porque a educação básica tá com o município, né? Então com o estado tá o ensino fundamental, o segundo segmento no ensino fundamental dois anos finais e
▶ 00:54:33 o ensino médio, né? Em alguns municípios até o município tem os anos finais, mas enfim. E a gente precisa trabalhar muito forte educação. Só que a educação, qual é o desafio da educação? é que essa educação seja atrativa pro jovem. O índice de evasão escolar no Rio de Janeiro bate 30% em alguns bairros, em outros bairros chega a bater 40% >> 30%. >> Nossa, não sei década tão alto, exatamente, é muito alto. É o índice de vazão escolar no ensino médio do Rio de Janeiro é muito alto. E aí tem vários fatores envolvidos nisso, né? segurança
▶ 00:55:04 é um deles, obviamente a mobilidade urbana é um outro fator importante em relação a isso, à educação. Então eu preciso que esse que esse que a educação hoje pública especialmente ela seja num formato atrativo pro jovem. Então eu preciso adequar a BNCC a uma realidade que vá atrair o jovem a permanecer na escola. Então esse já é um primeiro desafio. Dentro deste formato, eu acredito que a gente pode ter escolas cívico-militares para aquelas famílias
▶ 00:55:34 que assim desejam ter os seus filhos. Então, a escola cívico-militar não vai ser o modelo exclusivo no Rio de Janeiro. Nós teremos escolas cívico-militares. Então, as famílias que desejam que seus filhos estudem escolas cívicomilitares, inclusive nós já temos algumas de janeiras, escola do Corpo de Bombeiros, escola da Polícia Militar, teremos outras para as famílias poderem optar por esse estudo, esse ensino mais disciplinar, né, mais militarizado para pros seus jovens. De qualquer maneira, eu preciso que o jovem saia do ensino médio pronto para o mercado de
▶ 00:56:05 trabalho na área que ele mais se interessar. Então eu preciso ter vagas suficientes para que esses jovens possam escolher o que eles gostam. Aí eu gosto de YouTube, tá tudo bem, cara. O YouTube pode ser sua profissão, só que você precisa estudar. Você vai estudar mídia aqui, você vai estudar câmera, vai estudar fotografia, vai estud, a Rede Globo está no Rio de Janeiro, a Record está no Rio de Janeiro, o principal carnaval do mundo está no Rio de Janeiro, uma série de canais de YouTube de estão no Rio de Janeiro. Então como é por que a gente não consegue empregar esses jovens ali? porque eles saem muito mal preparados, porque ele, Então, de
▶ 00:56:37 verdade, então a gente ter escolas de educação profissional dentro de áreas que atraia o jovem, que o jovem se atraia para fazer pra gente conseguir reter esse jovem. retendo esse jovem, professor, a gente já venceu grande parte dessa luta, porque se eu tenho esse jovem retido na escola, ele não está envolvido no crime organizado. E eu começo a diminuir a mão de obra do crime organizado. Se esse jovem sai do da educação integrado a um trabalho, a chance dele se envolver com crime é muito menor. Então, nem tudo em segurança pública se resolve na ponta do
▶ 00:57:07 fuzil. E eu tenho um desejo verdadeiro de que todas as escolas do estado sejam bilínguas. >> Uhum. Todas elas, que elas sejam que elas sejam de educação bilíngue. >> Não. E desculpa te interromper em relação a isso. Isso é uma coisa assim interessante, né? Porque o Brasil é um país muito monolíngue. Aqui o Brasil de uma maneira geral, >> eh, eh, e eu acho que isso tem implicações assim muito vastas que às vezes a gente nem nota que tem essas
▶ 00:57:38 implicações. É, por exemplo, quando a gente pega as elites de diversos países não europeus, né? Elite da Índia, elite até de alguns países árabes, eh, elites da China e tal, essas elites elas dominam o inglês, que é uma espécie de língua franca, como se fosse o latim da nossa época. E isso faz com que o intercâmbio dessas elites com o tanto os Estados Unidos em si quanto a Europa
▶ 00:58:08 seja muito mais intensa. Não, não é à toa que você tem uma quantidade tão grande de estudantes vindo de diversos países em universidades americanas, em universidades da Inglaterra. E no nosso caso, a gente tenha tão pouco, porque a gente é muito monolíngue. Ao mesmo tempo, o Rio de Janeiro é fal falando da cidade, não do estado agora, mas da cidade. A cidade Rio de Janeiro >> é uma cidade turística mesmo. Eh, eu estive aí há alguns dias, eu amo Rio de Janeiro, sou fanático pela cidade, gosto demais e realmente gosto. E estive aí
▶ 00:58:40 uns dias e em todo lugar que a gente vai, na parte nobre da cidade, a parte afluente da cidade, a gente encontra pessoas falando inglês. É assim uma coisa muito comum. É muito mais comum que Salvador, é mais comum que São Paulo. A gente anda em São Paulo, nos lugares assim mais refinados de São Paulo, mais sofisticados, a gente não vê uma galera falando inglês do jeito que é no Rio de Janeiro. Então o Rio de Janeiro tem a vocação para ser uma cidade muito cosmopolita. De forma que, por exemplo, se a gente instaura esse
▶ 00:59:10 sistema de ensino, no qual todas as as escolas são bilíngues e os alunos realmente aprendem a falar inglês, eles realmente dominam o código e tudo mais, ah, e e junto com isso você reduz muito a criminalidade, que você tá combatendo o crime, então você tá tem uma redução de criminalidade, uma melhoria da do estado e que se reflete na cidade também e as escolas bilíngues. Isso tornaria o o potencial turístico de serviço, de expressão para fora do Rio
▶ 00:59:42 de Janeiro infinitamente maior. Infinitamente maior. Eu acho que a além de tentar recuperar o rio do tráfico, a gente tem que recuperar o papel mundial, o papel internacional da cultura carioca, porque a cultura carioca foi o o o produto que a gente mais exportou para fora. A Bossa Nova foi exportada para fora, o samba carioca foi exportado para fora, >> o futebol, >> o futebol foi exportado. O Flamengo é o time de maior torcida, é o maior time do
▶ 01:00:13 Brasil é o Flamengo, né? Então eu acho que fazer isso na educação dá um pilar, confere um pilar para essa ideia. É uma ideia muito boa. >> Perfeito. Eh, eu saudações alvinegras, tá? Saudações alvinegras. Só para deixar claro isso aqui, né? >> Ai, meu Deus. >> Por favor, Jun. Eh, só queria dizer que é uma grande honra finalmente conhecer o Rafa Luz, que o assim o Impera está apaixonado por essa pessoa. O Impera acredita que você será o responsável por uma revolução no
▶ 01:00:43 Rio de Janeiro. O Antum também tá muito animado. Não se não sei se conhece o Antum. Eh, >> mas o Antum ele imagina aí a Guanabara, a Guanabara Mística. >> Guanabara Mística. E e a gente tem conversado aqui nas últimas lives, e o Rafa Luz, que o Rio de Janeiro, a conseguir fazer uma verdadeira revolução no Rio de Janeiro é o ponto chave para você poder fazer uma revolução no próprio Brasil, porque a cultura, eh, do Rio de Janeiro se espelha, né, se irradia por todo o Brasil. a o modo de o modo de viver, o modo de se vestir de
▶ 01:01:14 grande parte do Brasil vem eh é influenciado pelo Rio de Janeiro. E eu vi vocês passando algumas coisas que vocês falaram eh sobre segurança, educação. Eh, tem muita coisa que não realmente não é ciência de foguete, sabe? Será que é tão difícil? >> Eu tô botando o livro. >> Eu vi que vocês falaram das de habitação, já foi bem completo, mas, por exemplo, educação, né? Você trouxe o número de 30 a 40% de evasão escolar. Será que é é tão caro todas as escolas ser um ambiente agradável ter pelo menos
▶ 01:01:45 ar condicionado, sabe? Eu acho que tendo ar condicionado em cada sala de aula já diminuiria assim de uma forma absurda a invasão escolar. Ainda mais do Rio de Janeiro, que me parece que é muito >> no verão. >> Exatamente. >> É muito qu >> Exatamente. Posso Genito? Perdão, você já terminou? Já concluiu. Perdão. Não quero lhe não quero lhe interromper. Perdão pela minha groseria. Quero agradecer também o pessoal que entrou no Valet Plus assim que eu entrei. E fico como assim, fico honrado, mas continue entrando. É com você, senhor. >> Vou vou realizar um sonho aqui. Pessoal, entrem no Valete Plus, ajuda, que você
▶ 01:02:17 sempre ficando na live. Entrem no Valete Plus, ajudem, deem a moral aqui. Tô aqui. Eu não tô nem no Rio de Janeiro, eu tô no Espírito Santo, porque amanhã tem um começa um congresso de educação aqui no Espírito Santo e a a minha empresa tá aqui, a gente tá aqui com stand, etc. Eu vou palestrar também aqui sobre educação e segurança, eh, que é um outro ponto importante. Eh, vou vou falar algumas coisas sobre educação, tá? E já vou te responder, tá, Junido? Se por acaso me perder muito aqui na linha da resposta, você peço gentileza que o senhor me lembre aqui para eu poder, >> para eu poder seguir aqui. Eh, pontos importantes disso tudo. Ah, as escolas
▶ 01:02:48 têm que ser ambientes seguros. E quando eu digo seguro, eu digo seguro mesmo. Então, a gente tem que ter controle de acesso na escola. Quem é que entra, quem é que sai, simulado de emergência na escola. Essas escolas têm que est tem que estar em dia com Corpo de Bombeiros. Eu não sei nem o número, mas assim, o número de escolas que não tem licença no Corpo de Bombeiros no Rio de Janeiro deve ser gigantesco, porque volta e meia ouvia isso no Corpo de Bombeiros. Então eu preciso que num eventual incêndio numa escola todos os alunos saiam daquele incêndio, porque hoje é inadmissível, falando em protocolo de incêndio, que numa situação de incêndio, numa escola você tenha sequer uma vítima. é é inadmissível hoje em
▶ 01:03:19 protocolo de incêndio, só que a escola tem que estar treinada para isso. Então, levar a sério que o jovem perceba que existe uma estrutura, estrutura para protegê-lo e abrigá-lo naquela escola que faz sentido ele estar ali. Então, aí o ar condicionado tem que funcionar. E no outro lado, eu preciso ter um professor absolutamente valorizado, feliz e seguro de estar na escola. Ao mesmo tempo que eu tenho que ofertar pro aluno uma condição, aquele aluno que não quer também, aquele aluno que não quer, que não tá a fim de, ele precisa ser punido.
▶ 01:03:49 >> Eu preciso ter o poder de punir esse aluno que não quer, que ameaça um professor. Ameaça é crime, aluno ou não aluno. Você ameaçou alguém, você cometeu um crime, essa pessoa precisa ser punida. Então, o professor precisa ter autonomia. A liberdade de cátedra, ela é sagrada. Sala de aula é lugar sagrado. Professor é autoridade de sala de aula. Então, professor, os professores eles estão doentes, eles não vão, eles se afastam por problemas psiquiátricos, eles desenvolvem síndrome de pânico, eles são espancados em sala de aula. Isso isso é
▶ 01:04:20 isso é tão inadmissível, isso é tão fora da minha concepção aqui de mundo, de respeito, de autoridade. Então, o professor precisa também, quando eu digo que eu quero que o policial se sinta acolhido, porque ele sabe que ele vai ter um governador que vai olhar por ele, eu quero que o professor tenha a mesma coisa. Se o professor é de esquerda, de direita, se ele é comunista, não me interessa. Ele é professor, ele precisa e será respeitado pelos alunos. E o aluno que não se adequar, ele será convidado a se apresentar ao delegado de plantão para que o delegado de plantão
▶ 01:04:50 possa tomar as medidas devidas para alguém que comete crime dentro do sala de aula. Diga, mestre. Eu acho isso uma coisa tão relevante, porque eu me lembro de ter feito um estágio num colégio público perigoso, era um colégio público de uma região meio eh meio tensa em Salvador há muito tempo atrás, numa época, portanto, que a educação era um pouco melhor do que é hoje, né? Porque, enfim, esse processo de declínio ele só vem se acentuando. Isso foi, eu tava no fim da faculdade, foi mais ou menos há uns, sabe quanto tempo, mais ou menos uns 16 anos atrás. 16, 17 anos atrás.
▶ 01:05:21 quase quase 20 anos, portanto, era bem jovem. >> Eh, e a era uma professora que era a professora, né, da cátedra, a e eu era estagiário. E ela tava ali para eu dar algumas aulas e era uma coroa bonita, os olhos verdes, assim. Você via que era uma mulher que quando era mais jovem devia ser um mulherão porque ela ainda conservava a beleza. E assim, dava para perceber o quão cansada aquela mulher estava. Então, a felicidade dela não era
▶ 01:05:51 ver minha aula, não. Era ela, ela só queria alguém que pegasse aquele negócio e desse umas aulas no lugar dela. E aí ela no na primeira aula que eu que eu fui ainda assisti-la, da, porque a gente tinha que assistir algumas e depois eu a substituía, ela chegou, ó, aquele ali, aquele ali, eles são traficantes, deixe eles, eles sentam ali no fundo. Dificilmente eles ficam perturbando a aula, mas eles são traficantes. Não se meta com eles. Olhe só o tipo de alerta para um
▶ 01:06:22 estagiário. OK, tá bom, né? Aquele ali é traficante, aquele ali é assim assado. E aí durante a aula, [ __ ] a indisciplina era bizarra. Os caras interrompiam, sabe? As meninas falavam qualquer coisa e e era e era tudo muito vulgar. Então os meninos faziam piada e, né, denotava que a mulher era gostosa. Era, era um negócio, era um ambiente bem, desculpa aqui o termo, mas bem
▶ 01:06:53 escroto. Era bem feio o negócio ali. Você sentia que o clima era ruim e eu sentia que ela estava muito exausta de estar naquela posição. Isso falar do risco, porque você tinha traficante dentro da sala que tava lá e que você não podia mexer. E assim, eu tive uma pequena experiência, foram só 6 meses. Aí eu fiquei imaginando o que que é uma pessoa passar 10 anos, 15 anos, 20 anos no ambiente desse. Pessoa não consegue. Então, além do salário, além do salário ter que melhorar, o que mais os
▶ 01:07:24 professores querem é melhores condições de dar aula. É você chegar para uma turma que te respeita, que faz silêncio e você consegue dar o seu conteúdo durante 50 minutos. Se o se o professor tiver isso, assim, 60% dos problemas dos docentes serão eliminados, que eles vão sentir que agora eles podem e eles não conseguem. Porque, por exemplo, o professor Paulo Cruz, meu colega e amigo, ele fala: "As leis são todas protetivas, você não consegue mais fazer
▶ 01:07:55 o o adolescente perder de ano, você não pode mais perder de ano." Criou-se um um um tantas regras que dificultam a ação do professor que a gente não consegue fazer nada. Então nós temos que romper isso e isso vai com certeza estar no programa da missão. >> Não, isso está no programa da missão, vai tá no nosso plano de governo, é que a gente tá começamos a tratar sobre isso, essa valorização eh eh do professor e quando eu digo valorização, digo exatamente isso. Primeiro, valorização de salário, né? Assim como dos policiais, como o governador Castro
▶ 01:08:25 não pagou o reajuste prometido aos policiais, bombeiros, etc. Não pagou o que que ele vai fazer? Vai pagar no que vem, provavelmente, né, no ano da eleição, etc. Mas não pagou, não pagou também dos professores. O reajuste prometido, que já tá lá no orçamento, inclusive não foi pago. Então, além do salário é que realmente o professor tenha a liberdade, o respeito e a condição de dar aula. É óbvio que eu tô falando aqui, pessoal, escola é um ambiente muito múltiplo, muito particular. A, os jovens trazem as suas singularidades, os jovens trazem paraa sala de aula a cultura daquele local que eles habitam, que eles vivem e que
▶ 01:08:56 naturalmente influencia o seu comportamento. E isso é esperado dentro de uma escola. Eu tô falando aqui com o professor, eh, esperar o que não vai aconteer. E aí é, essas correções precisam ser pedagógicas e disciplinares dentro do âmbito escolar. O que não vai ser permitido é crime. Se você ameaçou, se você levantou, se você agrediu, você cometeu um crime, você cometeu um crime, o delegado, o delegado da que da a qual a jurisdição, aquela escola está submetida a jurisdição, será orientado, será a ordem minha de que ele conduza este menor ao
▶ 01:09:26 juiz de menores para que os juiz de menores então tamb as medidas legais em relação a esse menor. Eu não posso querer que o professor resolva um problema que é de polícia. professor precisa resolver os problemas que são pedagógicos, que são de professor. E eu tenho um sonho aqui para mim, então assim, eu quero a escola bilíing, porque você fala, o Rio de Janeiro, ele é um potencial turístico gigantesco, é, mas eu tenho Bos, Cabo Frio, eu tenho a parte área de petróleo em Macaé, eu tenho Porto do Açu, que eu preciso trabalhar melhor o Porto do Açu. O Porto do Açul opera muito abaixo da sua capacidade hoje. Então, com empresas estrangeiras, inclusive. Então eu
▶ 01:09:56 preciso fortalecer também tem essa parte do petróleo. Eu tenho a região serrana do Rio de Janeiro, que tem um potencial turístico gigantesco que as pessoas não vão porque não querem passar na linha vermelha. Então assim, uma loucura. Exato. Camisa linda. Pessoal, vem pro Valet Plus. Eu sou assente do Valet Plus também. Vem pro Valet Plus. Vamos botar mais, vamos botar mais três aí, pelo menos para eu sair feliz dessa live hoje. Tá bacana, Ba. Estamos discutindo aqui Rio de Janeiro, discutindo o Brasil. Enquanto a gente tá, ó, só quero falar uma coisa, a gente vai completar esse assunto, só que tá pegando fogo o Twitter, tem muita notícia, cara. Tá
▶ 01:10:27 saindo uma um monte de notícia assim, >> fizeram busca e apreensão numafaia, né? >> E assim, cara, assim, tá divertidíssimo. A gente vai falar daqui a pouquinho, então entrem no Volet Plus. >> Eu sei que tá, é que tá todo mundo me cobrando. Eu vi já, eu já vi, pessoal. Tá, Juninho, tá? Eu vi, eu vi. Vamos falar do Rio primeiro. >> Eu vou eu vou só vou só vou vou terminar minha fala aqui porque eu eu sou eu sou de verdade eu sou um sonhador, mas também busco ser um realizador dos meus sonhos. Eu não acordei, eu não nasci
▶ 01:10:59 querendo ser governador do Rio de Janeiro. Muito pelo contrário. Disse isso mais cedo. Vou repetir, Junito, eu não, eu tenho muito mais a perder do que a ganhar. Eu tenho minha família, eu tenho meu negócio, eu tenho as minhas coisas, etc. Mas eu quero. A min a minha filha fala para mim: "Eu não, eu tenho medo do Rio de Janeiro, papai. Isso, isso não pode acontecer, cara. Isso não pode acontecer. Isso não não tem isso não existe uma criança falar assim: "Eu não quero estar nesse lugar porque eu tenho medo desse lugar." Isso isso não existe. Então assim, é uma motivação pessoal minha. Então eu sonho, por exemplo, sabe umas coisas que eu quero, sabe qual vai ser isso aqui?
▶ 01:11:29 Compromisso também dentro do possível, sempre que for possível. Você sabe qual vai ser a minha agenda de sexta-feira de manhã nas escolas no Rio de Janeiro quando eu for governador? será clube do livro e dos debates em uma escola pública. Eu toda sexta-feira de manhã estarei em uma escola pública fazendo um clube do livro e um clube de debate com os alunos daquela escola pública. >> Fantástico. Fantástico. >> É um compromisso meu e e eu desejo aqui. Nós temos um potencial de atletas gigantesco, de cientistas gigantescos. Por que que eu quero adotar um ensino bilíngue? Porque eu quero que jovens do
▶ 01:12:01 Rio de Janeiro, oriundos da escola pública, dominando o idioma, o inglês, a gente tenha no primeiro ano de mandato pelo menos 100 jovens que receberam bolsas integrais para universidades norte-americanas. pelo menos 60% de bolsas, desculpa, metade das bolsas de atleta e metade de bolsas de iniciação científica em universidades americanas de prestígio. Então essa é uma meta minha pessoal. Maior do que essa, eu quero que um jovem do Rio de Janeiro, em
▶ 01:12:34 30 anos que tem estudado num escola pública, receba um prêmio Nobel. Então essa daí você vê o quanto a gente vai trabalhar a educação no Rio de Janeiro. >> Nossa, que você falou agora, >> [ __ ] >> O primeiro ano de governo com 100 jovens com bolsa integral numa universidade americana, metade com bolsa atleta, pelo menos metade com bolsa para estudar por de ciências. E eu quero que um jovem aluno de uma escola pública estadual do Rio de Janeiro ganhe o prêmio Nobel em 30 anos. Essa essa é a minha meta pro Rio de Janeiro.
▶ 01:13:04 >> Olha, tá está com uma responsabilidade grande nas costas. Hein, senor Rafa Lúci, o pessoal tá acreditando bastante, tá todo mundo, tá todo mundo muito animado aí com >> com essa candidatura. Eh, sou testemunha disso, todo mundo que te conheceu, todo mundo que eh que foi no congresso e e eu tenho certeza que todo mundo que acompanha essa live, eu tô acompanhando desde o início, eh tá acreditando. Acho que temos um, abemos um projeto no Rio de Janeiro >> e talvez um dos mais importantes, porque
▶ 01:13:34 eu vejo chances e eu vejo que se a se for feita uma revolução lá Hum hum. Segura. E outra, só uma ideia que eu queria dar, você falou de Flamengo, pô. Flamengo, soft power do Rio de Janeiro, sei lá, eu fico pensando ultimamente Gil Gitsu, por que que o Gil Gitsu não é usado como soft power aí do Rio de Janeiro? Um soft power cultural, né? >> Pô, falou bem. >> Veio do veio do Rio de Janeiro. >> Falou bem, hein? Falou bem. Exatamente. Família Grace, né? >> É a luta mais importante do mundo hoje.
▶ 01:14:05 >> Pois é. Pois é. >> É a mais importante do mundo hoje. E pouco é pouco a falar, dá para fazer tanta coisa. Programa cultural, programa filme. Tô falando filme, programa cultural, treinamento. Cara, assim, é algo que eu acho que o Janeiro tinha que abraçar também, viu? O Brasílian de Gitson. >> Pô, pô, pô, pô, pô. Pera aí, pera aí, pera aí. Teve as mais bomba. Eu não tinha nem visto. Não tem muita coisa acontecendo. Não, sério mesmo. Muita coisa acontecendo. >> Um rascunho de pedido de asilo político
▶ 01:14:36 de Bolsonaro a Milei. >> Vamos lá. Vou. Não, por favor, Jitro, faça >> ó, muda o título, muda agora porque assim, bomba Bolsonaro tentou fugir do Brasil. >> É mesmo, >> é mesmo. O operador tá até sério aqui. >> Entre aí no >> As coisas estão acontecendo, senhores. As coisas estão acontecendo nesse exato momento. >> O pessoal tá bravo que eu não falei mal do Mengão, cara. Meu, infelizmente, meu filho que mora no oeste do Paraná torce pro Flamengo. Deus é grande time, né? Alguém >> é numa cidade que só tem gremista em
▶ 01:15:06 Colorado, né? Você sabe que a segunda maior torcida na Bahia não é do Vitória, é do Flamengo. Acredite. >> Meu Deus do céu. >> Não, Flamengo é tudo bem. >> Eu eu sou são paulino, mas eu nem sei o que que tá acontecendo com o meu time. >> Nem ligo para isso. >> Vamos vamos dar uma olhada. Temos que ver o que tá acontecendo. Coloca aí a primeira notícia pra gente comentar. Tá pegando fogo Twitter, cara. Eita. E isso é real? Tem o áudio, tem,
▶ 01:15:38 tem o áudio mesmo do S Pcher. Coloca o áudio do S Puncher. >> Esse seu filho é um babaca inesper. Vamos ver o >> Muito bom isso aí. >> Vamos ver o áudio. >> É, enquanto a gente faz coisa séria, o Bolsonaro só se estrepa. Que delícia. Eu gosto disso. >> Está numa situação complicada mesmo. Bem complicada. Hoje complicou um pouco mais. >> Vamos lá. Coloca. É, por favor. Não sou a favor da taxação não, mas tem
▶ 01:16:08 que sentar para conversar sobre a anistia, pô. O tudo a carta do Tump é para você. Toda rombada que o Trump deu no mundo é sobre economia. Você com o Brasil é sobre você, cara. A faca e o queijo tá na tua mão, ô [ __ ] E nós não podemos perder isso, pô. E vem o vem teu filho babaca falar merda, dando discurso nacionalista, que eu sei que você não é a favor disso. Delehe uns porros, cara. Mandei um áudio
▶ 01:16:40 para ele de arrombar e disse para ele: "A próxima que tu fizer, eu gravo um vídeo e te arrebento". Falei pro Eduardo: "Vai pro meio de um [ __ ] pô. [ __ ] tá sendo contra você, essa fogueira de merda de vaidade. Mas dá parabéns ao ao Flávio, tá? Foi certinho. É isso aí. Vou dar parabéns a ele também. Vamos embora. A faca e o queijo tá contigo. Deus tá contigo, compadre. Eles estão é ferrado. Vão ter que sentar no colinho, tá? Essa que é a verdade. Um
▶ 01:17:12 abraço. >> Ah, rapaz. Rapaz, >> temos resposta. Nossa, >> coloca a resposta lá >> do Bolsonaro. >> A resposta do Eduardo não em áudio. >> Eu tô com retorno. Operador estou com retorno. >> Opa. >> Ó lá. Aí não tem. Ainda não saiu o áudio. Eu acho que até o final da noite sai o áudio também dessas respostas, provavelmente. Ou é só escrita?
▶ 01:17:42 Vamos ver. >> Eu ia deixar. Você quer que eu leia? Não, pode ler, pode ler. >> Eu ia deixar de lado a história do Tarcísio, mas graças aos elogios que você fez a mim no poder 360, tô pensando seriamente em dar mais uma porrada nele para ver se você vai aprender. Vai tomar no cu, seu ingrato do [ __ ] Me [ __ ] aqui. Você ainda te ajuda a se [ __ ] aí. Se o imaturo do seu filho de 40 anos não puder encontrar com os caras aqui, porque você me joga para
▶ 01:18:12 baixo. Quem vai se [ __ ] é você e vai decretar o resto da minha vida nessa [ __ ] aqui. Tenha responsabilidade, rapaz. >> Isso aí é, isso aí é pro Bolsonaro. >> Isso é, >> isso não é pro Malafia, é do filho pro pai. Vai tomar no cu, seu. É, parece que temos treta na família. É isso aí. É isso aí. >> É isso aí. Ah, cara, isso aí. E o e o filho irresponsável de 40 anos é o que o Carlucho que ele tava te referindo.
▶ 01:18:45 >> Eu não sei como que é a idade dos filhos do Éo, cara. É tanto filho. >> Ah, talvez seja o Flávio, né? Talvez se o imaturo. Ah, talvez ele tenha sido chamado de imaturo. Ele tá dizendo que 40 anos. Ah, você me joga para baixo e você vai decretar o resto da minha vida nessa [ __ ] Olha, eu devo dizer que nessa treta toda, eu acho que o Eduardo tem um ponto, viu? Veja, a única coisa que aconteceu a favor do Bolsonaro nos últimos tempos, de certa maneira, ele tava no meio, ele
▶ 01:19:15 tava metido aí com junto com Paulo Figueiredo de tentar algum tipo de, enfim, olhar do governo americano pro lado do Bolsonar. É, mas é que não é, né, professor? Porque assim, no final ele tá preso. No final ele tá preso, >> sim. Mas tá tentando fazer alguma coisa. Será que ele não estaria preso se não tivesse nada? Estaria sim. Porque olha a próxima notícia aí que tá a o motivo da prisão. Aparentemente >> já >> coloca do anista. É
▶ 01:19:45 >> é coloca do Milei. >> Rapaz, e isso tudo tá acontecendo agora. >> Agora tá saindo um monte de coisa. Eu vou eu vou continuar acompanhando os vazamentos após essa live aqui. >> Não lê você. Você tem a voz mais bonita. Não, vou vou deixar vou deixar o Rafa ler essa notícia aí para inseri-lo nas nossas controvérsias. >> É, deu uma travada aqui. Ex-presidente foi indiciado por por tentativa de obstrução de justiça no processo que investiga tentativa de golpe de estado.
▶ 01:20:17 >> Pf encontra mensagem de Bolsonaro. Tá nas investigaçõ ah para ler só o título. Era só o título mesmo. É o PF encontra. >> Desculpa, PF encontra mensagem de Bolsonaro planejando pedido de asilo na Argentina. Cara, assim, eu acho que o Bolsonaro foi muito moleque nessa parte. Não era para, era só ir, cara. É tão fácil você ir pra Argentina. É a coisa mais fácil do mundo você ir pra Argentina se quiser Mas tem que saber se a Argentina vai dar asilo ou não, né? >> Claro que vai dar, pô. É,
▶ 01:20:47 >> é, daria, daria. É óbvio. É óbvio. Aliada >> não, mas ele tá de tornozeleira, vai aptar o deslocamento, né? Ele tá de tornozeleira, velho. Deslocamento. Ele não consegue ele. >> Ah, ah, antes, né? anteriormente. Entendi. >> Assim, eh, para começar, o, o, o Paulo Fegueiredo sempre teve certo. Acho que ele fala que o Bolsonaro tinha que ter ficado nos Estados Unidos. Todo mundo fala, ele tinha que ter ficado, ele não tinha que ter voltado Bolsonaro se quisesse fazer alguma coisa. Eh, o o Olá de Carvalho quando começou a ser investigado, ele foi pra Argentina e foi paraos Estados
▶ 01:21:17 Unidos. Pô, é isso, cara. Mas tudo bem. Eu acho que bom, eles que lutem, eles que lutem, assim, o que tá acontecendo nessa guerra entre Bolsonaro e STF tá realmente sendo horrível para todo mundo, eh, para pro Brasil inteiro o que a gente vai começar a sofrer aí, o que já estão sofrendo, principalmente aqui no meu estado. Meu estado vai ser muito impactado por causa dessas tarifas. Não sei se essas tarifas têm muito a ver com essa briga, inclusive, mas
▶ 01:21:47 está no contexto, né? As tarifas estão no contexto. Muita gente vai sofrer aqui no no estado. O Rio de Janeiro acho que escapou das tarifas, né, Rafa Luz? Principalmente o Rio de Janeiro escapou um pouco. >> É, o Rio de É um pouco, mas ele Mas ele, a gente tem uma parte de produção rural importante, né, no Rio de Janeiro, que já vai mal, né, que já vai, só vocês terem uma ideia, por exemplo, a a a produção de cana no Rio de Janeiro é 48% menos rentável do que nos demais lugares por problemas de escoamento, problemas de segurança pública, etc. Então, a gente
▶ 01:22:18 já tem algumas dificuldades ali no Rio de Janeiro e a gente vai ter impacto lá no no Rio de Janeiro, mas muito menos que São Paulo, né? São Paulo que é enfim o o país do agro, né? O o uma produção de agro muito grande, né? Assim como Centro-Oeste também, né? São Paulo, vai ser bastante impactado, né? >> Olha, e mas agora voltando também, eu tô vendo aqui os acontecimentos, eh, que que coisa estranha o modo que esses dois se conversam, né? Você fala assim com seus pais?
▶ 01:22:49 Se eu falo, mano, se eu falo assim com minha mãe, eu tomo um tapa, eu tomo-lhe um tapa, velho. >> Eu tomo um tapa da minha mãe que eu dou três. >> Eu nem cogitaria falar, eu nem cogitaria falar falar assim com a com a minha mãe. Eu vou não, não tem a ver com isso, mas eu vou eu vou eu vou pedir a gentileza, eu vou contar uma historinha rápida aqui e depois eu vou pedir a gentileza e desculpas por me ausentar, mas eu tô nesse evento aqui do Espírito Santo e vai ter uma uma reunião dos palestrantes aqui e aí depois eu vou Mas eu vai
▶ 01:23:21 entrar pelo menos um valete plus agora enquanto eu tiver contando a história aqui, só para >> a minha mãe, minha mãe, minha mãe professora, né, foi diretora de escola pública no Rio de Janeiro da Escola Municipal Penedo ali em Copacabana. Ela, infelizmente, faleceu no ano passado. Ela, a a ela, eu eu lembro, teve uma vez que eu discuti com a professora de português, eu tinha, sei lá, 12 anos, Junito, a professora tinha 30 de magistério, eu tinha 12 de idade, né? Não tinha não tinha certamente não tinha razão nessa história. As pessoas acham que o WhatsApp é rápido porque não conheciam fofoca de mãe, né? Quando eu
▶ 01:23:53 cheguei em casa, minha mãe já sabia, né? Minha mãe sempre comigo foi chineloterapia, né? Chineloterapia positiva lá em casa sempre foi assim. >> Eu também, >> rapaz. Quando eu cheguei, quando eu cheguei, só que eu nunca senti ódio da minha mãe me batendo, tá? Nunca, nunca senti isso. Eu, e eu lembro quando eu abri, abriu a porta de casa, minha mãe tava na porta de casa, mas veio uma chinelada no meu rosto. Eu uso barba porque eu tenho rider até hoje marcado aqui, ó. Eu uso barba para para disfarçar. Veio uma chinelada e ela, aí aquele dia eu senti ela falou assim: "O professor é maior autoridade da sua vida depois de
▶ 01:24:24 mim. Nunca mais respeite o professor. Vamos na escola". Voltamos na escola. Minha mãe mandou reunir todo mundo. Eu pedi desculpa para todo mundo. Eu fiquei de castigo até ano passado. Quando ela morreu, eu tava de cachego até ano passado. Aí ela morreu, saí do castigo, que eu tava até ano passado. Você imagina eu falar assim como você tá no jamais. Nunca, mas nunca. >> Enfim. Eh, tu tem uma reunião. É isso que você tá falando, Falú? A gente vai paraas pras aqui. >> Ah, então vamos embora. Não, beleza. Então, tá bom. Eu tô no tô no eu tô no Espírito Santo. Tem um congresso de educação aqui começando amanhã. Eu tenho
▶ 01:24:55 uma reunião, mas dá tempo. Tranquilo. Vamos lá. Ah, mas quiser >> só antes de de ir pr pimbas, eu tenho que fazer >> eu tenho que fazer uma propaganda do meu próprio curso de filosofia. Eu deixei isso aqui para o final. Xi xi. Não, não é porque a live tava num num ritmo que tava ruim para ficar parando e fazendo propaganda do curso de filosofia. Mas estamos chegando ao final e vamos falar aqui um pouquinho de especulação, de metafísica, dessas coisas aí. um pouco distantes, mas não é tão distante assim de política, porque
▶ 01:25:26 afinal de contas esse curso que eu estou dando com o professor Paulo Cruz, eh, deixa, deixa aí na tela só ver. É esse curso que eu tô dando com o professor Paulo Cruz é um curso de filosofia política. a gente aborda diversos autores essenciais da tradição ocidental, começando por Platão, passando por Aristóteles, pelos medievais e chegando até filósofos contemporâneos como Le Straus e Eric Vglin. É um curso que tá sendo feito ainda, tá? a gente tá terminando de gravar, mas tem sido feito com muito
▶ 01:25:56 carinho, com muito cuidado, com muita seriedade. E a ideia é que a gente forneça para vocês uma base para o pensamento da filosofia política ocidental mesmo. São cerca de, eu acho que um pouco mais de 20 aulas e intercaladas, aulas minhas, aulas do Paulo sobre Platão, Aristóteles, Agostinho, Tomás de Aquino, Maquiavel, Robes, Lock, Eric Veglin e Leo Straus. Então
▶ 01:26:28 ele percorre a tradição da filosofia política ocidental tematizando uma série de questões relevantes pra filosofia política, né? O que que é a justiça? O que é o bem comum? Como eh agir corretamente dentro de uma organização política, como surge a noção de uma política autônoma, né, de uma esfera política própria. O que é a técnica do poder? eh, como a passagem, né, do
▶ 01:26:58 pensamento eh mais antigo cosmológico para um pensamento moderno, eh não cosmológico. Isso aparece, por exemplo, em Maquiavel, em Hobs. Então, assim, é um curso muito sério, muito fino. Eu posso dizer a vocês que é um dos produtos mais sofisticados que nós temos aí, eh, de tudo que tem no MBL hoje, eh, incluindo revista Valete e tal, é um dos produtos mais sofisticados que a gente tem. Então, por favor, entre, entre no curso,
▶ 01:27:29 eh, prestigie o que a gente tá fazendo e é isso. Se você entrar, você realmente vai aprender bastante coisa. Você vai ter eh aulas que você, com certeza, você vai gostar. Eh, o coloca o link aí no >> Sim, >> coloca o link, por favor, aí no chat no chat e também na descrição. >> Isso aí, coloca o link no chat, coloca o link na descrição >> e vamos para participações especiais. Se puder ler as que eh as que são remetidas
▶ 01:27:59 diretamente ao Rafa logo antes e aí depois eu respondo as outras com mais calma, seria bom. >> Eu vou fazer esse curso, professor, para te ganhar nos >> Acho que deveria. Acho que para >> eu já ganho, eu já ganho >> você não precisa você, o seu, você vai você tem que dar aulas de um curso, você e o bisoto, interpretar o bolsonarismo vai ser o título do seu curso. >> Eu já falei aqui que não tem nada de especial no bolsonaro. É um monte de gente tosca fazendo de tosquista. Não
▶ 01:28:29 tem nem tem nenhum pensador hoje no bol formado sobre pessoas foscas. É, é conhecer as fofocas do bolsonarismo. Não dá para ter um curso de fofocas do bolsonarismo. >> Bom, >> Junito não vai entender nem Macavel. Aí que você se engana. Eu já entendo Macavel. Macavel conheço. Tá, tá brincadeiro. >> Leandro Issa mandou R$ 10. Rafa mobilidade, linha 3 do metrô Rio. Desde 1968
▶ 01:29:00 prometem e até agora nada. Metrô que promete ligar Niterói, São Gonçalo e Itaboraí ao Rio. Será que vai sair em um futuro governo Rafa Luz no Rio de Janeiro? >> Hum. É, a, o Renan falou mais cedo, né, quem tava na live aí falando assim: "A China conseguiu fazer 100 milhões de moradias". Falei: "Rapaz, a gente teve que alar um buraco de metrô na gávia, que a gente não conseguiu inaugurar a estação da gávia no Rio de Janeiro. Aí teve que alar lá o buraco porque os prédios estavam caindo, cara. É assim,
▶ 01:29:30 eh, ah, a gente a gente tem um plano, o, o, o plano que a gente tá pensando pro Rio de Janeiro de maneira muito séria, tá gente? Assim, a gente não tá, a gente não tá aqui para brincar, a gente veio para disputar uma eleição, para ganhar uma eleição e para entregar aquilo que vai ser prometido. A gente não tá aqui para brincar. Então, todos os planos e tudo se conecta na mobilidade se conecta com educação, que se conecta com segurança, que se conecta com saúde. A gente não consegue mais uma vez dissociar uma coisa da outra. A a
▶ 01:30:00 o metrô centro do Rio, Niterói, São Gonçalo, ele é fundamental, inclusive porque o serviço das barcas não é bom, né? Todo mês a gente toma um susto no Rio de Janeiro, vai suspender o serviço da barca, não vai suspender, o contrato não vale a pena, agora vai ter uma barca, enfim. Então é necessário, eu particularmente como liberal que sou, defendo que a gente entregue isso pra iniciativa privada, que a iniciativa privada possa explorar sobre fiscalização muito séria e correta do governo do estado. Esse esse é o meu plano pra gente poder entregar, porque se depender do governo fazer, sabe o que vai acontecer? não vai fazer, não vai andar, vai ter uma série de dificuldade,
▶ 01:30:30 não vai andar. Então, entrega na mão da iniciativa privada, eles têm direito de explorar e eles executam. Boa. >> Agora eu lembrei de uma coisa que eu tava assistindo a live antes de eu entrar aqui enquanto Renatava, eh, que eu fiquei assim revoltado com uma fala do Rafa que ele falou que foi ruim aquela >> a aquele episódio do Wilson Vit sair do helicóptero e ser comemorando. Eu achei a única coisa boa do governo. Achei o melhor momento do governo Wilson Wel. Foi toi.
▶ 01:31:00 >> Achei que se fosse que o melhor momento foi quando ele ajoelhou pro Gabigl e o Gabig Glol virou de costas para ele, né? Não sei se vocês lembram disso também. [ __ ] teve um negócio desse mesmo. >> Lembro vagamente disso aí. >> Eu lembro dele sair do helicóptero. Uh, pulando. Coisa. >> É, você quero ver você no helicóptero pulando. >> Eu digamos que eu sou um pouco mais comedia do que os ouvidos. >> Ok. Ok. Próximo.
▶ 01:31:31 >> Jansen Oliveira mandou R$ 20. Na invasão do alemão em 2010. Fugitivos foram para a Baixada, que piorou, e depois reocuparam os morros do Rio. No fim, ganharam mais território. Como evitar o mesmo efeito ao retomar territórios do Rio? Guerra proposta. Perfeito. Essa é esse esse é um ponto importantíssimo, porque não dá para fazer segurança pública, não dá para fazer montagem, planejamento e execução de ações de segurança pública ah sem que você consiga mensurar os
▶ 01:32:04 resultados da sua operação. Então, toda operação de segurança pública, ela não pode ser feita simplesmente da cabeça das pessoas. Ah, a gente teve um crime aqui, vamos lá. Tô falando operações grandes, tá, gente? Obviamente que se eu tenho um crime pequeno, eu preciso dar essa resposta para esse crime, mas eu não consigo ter montar uma um plan, planejar uma ação, por exemplo, de tomada de um território como complexo do alemão, sem enxergar quais são os resultados possíveis para isso e já me antecipar a esses resultados. Eu não posso jogar dama, tenho que jogar xadrez. Então isso é muito importante no planejamento de segurança pública. Então
▶ 01:32:35 quando eu vou planejar uma ação de segurança pública, eu preciso prever para onde vão aquelas lideranças criminosas, aqueles criminosos, para onde eles vão se deslocar para que eles não consigam chegar ou que se eles cheguem a esse lugar já haja também ali um domínio territorial do estado. Quer dizer, não existe inteiro do estado, né? Que o estado já o estado já esteja operando ali para que ele não consiga estabelecer uma nova empreitada criminosa naquele local. Por isso que segurança pública tem que ser tratada com gente de segurança pública, de maneira muito séria e planejada, com trabalho de inteligência, porque se eu
▶ 01:33:05 não tenho trabalho de inteligência, eu tenho só o trabalho responsivo na ponta do fuzil, é isso que vai acontecer. eu desloco o crime para um outro lugar, depois eu não permaneço ocupando o local original, o crime volta e agora ele tem posição em dois locais diferentes. Então a gente como um planejamento muito sério e estratégico de segurança, a gente vai conseguir retomar os territórios sem que novas frentes criminosas sejam abertas em territórios diferentes do Rio de Janeiro. >> Master Creep mandou R$ 20. O povo da favela já é refém dos filhos da
▶ 01:33:37 faccionados. Mas o que faremos caso eles resolvam matar ativamente a população para repelir as tropas? Nossa, isso isso já acontece, né? Eh, já houve no complexo de Israel uma situação foi muito séria. Ah, os traficantes eles começaram a atirar na população civil. Inclusive mataram um senhor que tava indo pro trabalho dentro do ônibus com tiro na cabeça para impedir o avanço da Polícia Militar. E o protocolo da, você vê o trabalho como trabalho da Polícia
▶ 01:34:08 Militar é sério. O protocolo da Polícia Militar ele é, ele é tão seguido assim, ele é tão estreito seguido que no momento que a gente tem civis como alvos, imediatamente a operação cessa, porque a gente não vai colocar um a a o civil na condição de ser baleado. Só que eles isso é isso é cruzar uma linha aqui já é cruzada, né? Isso é cruzar uma linha, né? Então a gente sai do narco, do narcotraficante pro narcoterrorista. Então, foi isso que eles fizeram quando eles cruzaram essa linha e usaram a população civil como escudo, eles cruzaram essa linha. Neste ponto, se começar a haver
▶ 01:34:39 deliberadamente ataques às pessoas da própria comunidade para impedir o avanço, a gente aí precisa ter uma lei de terrorismo muito dura, muito dura, para que no momento da prisão desse agressor da lei, ele permaneça o resto da vida dele preso. >> Direito penal, >> porque ele passou a ser um terrorista. Ele não, >> exatamente, o direito penal do inimigo, ele não é um criminoso qualquer, né? Então a gente precisa realmente aplicar direito penal do inimigo nele. >> Gleon Leal mandou R$ 5. Para realizar
▶ 01:35:09 essa melhoria no Rio de Janeiro, há um custo envolvido. De onde viria esse dinheiro? >> Perfeito. Eh, outra excelente pergunta até, tá? Na verdade, assim, hoje o Rio de Janeiro ele, a maior parte do orçamento do Rio de Janeiro, ele paga em juros da dívida do estado, né? Então, o estado tá em regime de recuperação fiscal e grande parte do orçamento, quase a totalidade do orçamento, é aplicada para a o pagamento
▶ 01:35:39 dessa dívida. Então essa é uma questão. Então a gente precisa, primeiro a gente vai precisar atrair investimento pro Rio de Janeiro. Então quando a gente apresenta uma política de segurança pública muito séria, a gente consegue trazer empresas de volta pro Rio de Janeiro, a gente começa a movimentar a economia do Rio de Janeiro e isso obviamente rende mais pro Rio de Janeiro, não é de imediato. Esse é um ponto. Então de imediato a gente precisa economizar naquilo que a gente consegue economizar. Então a gente pegar os recursos que existem e otimizar esses recursos. Por exemplo, vou dar um exemplo clássico aqui. Ã, o comandante do batalhão qualquer, ele tem lá uma
▶ 01:36:10 viatura à disposição dele em que ele gasta R$ 1.000 de combustível por mês. Perfeito. Agora ele vai ter que gastar R$ 500 de combustível por mês. Ele não vai gastar mais R$ 1.000 de combustível por mês porque ele não pode, porque a gente precisa economizar para aplicar esse dinheiro e recurso pro estado utilizar. Então, ah, o hospital da Polícia Militar, o hospital do Corpo de Bombeiros gasta aqui um dinheiro fazendo uma contratação específica, etc., a gente consegue melhorar essa contratação? Então a gente vai rever todos os contratos do estado. Isso vai ser um trabalho hercúlio que nós vamos fazer. Todos os contratos do estado. O estado tem que ser mais benéfico. O contrato tem que ser benéfico pro estado e não pro empresário. Hoje é uma lógica inversa. O contrato é super benéfico pro
▶ 01:36:41 empresário e muito pouco benéfico pro estado. >> Absolutamente. >> Então a gente precisa inverter essa lógica. A gente precisa inverter essa lógica, glosar todos os contratos que não estão com maior privilégio pro estado, economizar dentro daquilo que a gente pode economizar sem comprometer o serviço público e atrair os investimentos de volta pro Rio de Janeiro. Fazer uma movimentação maciça no porto da do açu, trazer investimento estrangeiro para que a gente consiga fazer valer esse nosso planejamento. Tudo tá conectado e a gente faz isso de maneira bastante séria e é possível fazer. Vou te mostrar da onde pode vir esse dinheiro. Eh, eu te mandei uma foto
▶ 01:37:13 aí, senhor Guilherme, por favor, coloque na tela. Isso daí vai ser é um debate que vai ter que ser a nível nacional, né? Vai lá embaixo. >> Aham. No >> último federativo. Isso aí, >> 150. Olha só, por ano. É isso. É por ano isso? É por ano. >> É. >> É. É, meus amigos, olha isso. Pois é, cara. >> Eu como baiano me sinto pessoalmente
▶ 01:37:45 atacado por esse tipo de observação. Eu acho que o par federativo tá bem colocado do jeito que está. >> Ah, tá, tá, tá muito bom. Tá muito bem colocado. Tá, tá. Ó, meu parandal tá >> R São Paulo tão muito bem. Não, o o o o São Paulo, cara, o paulisto, ele é assaltado. Assaltado, meu Deus do céu. Enfim, só queria colocar isso >> assim >> aí. Daí daí a importância da gente ter o presidente da missão, deputados da missão, governadores da missão, >> senador da missão, principalmente, né?
▶ 01:38:15 Isso aqui é >> senador da senador, principalmente da missão. Senador da missão. >> Exatamente. Exatamente. Continuando os pinhos. PK Architury mandou R$ 5. Realizar essas mudanças no Rio garantirá o sucesso da missão em todo o país a partir de 2030. O Rio merece foco total. Também acho. >> Obrigado, meu irmão. Vamos juntos. >> Eu tô eu tô assim, eu tô animadíssimo.
▶ 01:38:46 Tô compradaço aqui no Rafaaluz, tá? Só queria falar desde que eu comecei essa live. Ouvianto, ouvi tanto >> do Impera, viu? Inclusive o senhor está convidado aí quando quiser participar. Vamos participar mais. Vamos. Eu acho que tu devia estar num dark MBL da semana que vem. Conhece. >> Vamos, vamos, vamos agitar, vamos movimentar. >> É um pouco perigoso. >> Conhece o Ant. Inclusive faz o Dark MBL. É, >> é um pouco perigoso. Então, a gente vai tomar cuidado para não acabar com a sua pré-candidatura. >> É, vamos ficar de MBL News por enquanto, né, para não acabar minha candidatura
▶ 01:39:17 antes de antes de lançar, né? >> É, é complicado. >> Foram essas os pimbas sobre o Rio. >> Então, vamos lá. Beleza. >> Então acho que é isso, a gente segue os outros. Você tem uma agenda aí, não é? >> Perfeito. Vou liberar o Rafa. >> Então >> eu peço 1 milhão de desculpas por ter saído aqui, mas é porque, >> enfim, é uma é uma agenda aqui da do do trabalho de amanhã. Junor, quer falar alguma coisa, por favor, meu irmão? >> Não. Se agradecer pela presença, falar que foi bem legal. Foi bem legal. Acho que todo mundo aqui gostou de conhecer
▶ 01:39:48 um pouco mais tuas ideias aí. >> É bom. Faço minhas palavras do Júnior. Foi muito bom conversar contigo sobre Rio de Janeiro. Que a gente faça isso em outras oportunidades. E é isso. Porta aberta para quando você quiser. >> Obrigado, mestre. Professor, conto com a sua ajuda na no a gente conversou, né, sobre o o plano de governo. A gente já tá tratando sobre isso. >> Junito, obrigado. Sou muito fã do trabalho de vocês. Só uma perguntinha, tem alguém que te auxilia nisso que eu possa falar? >> Tem. Eu vou te mandar os contatos de quem já tá me auxiliando da parte de
▶ 01:40:18 ambiental, segurança. Vou te mandando os contatos todos, >> tá bom? educação. Eh, agradecer o operador, é o Guilherme. É Guilherme e o Gabriel. Perdão pela minha grosseria. >> Guilherme, perdão, Guilherme, foi tão gentil comigo no WhatsApp. Obrigado, tá, meu irmão, pelo teu trabalho aí, pela tua força, todo mundo que assistiu e acompanhou. >> Para quem não acredita, para quem só vem criticar e da rate, eu convido para participar com a gente. Se você tem alguma ideia, alguma opinião, alguma crítica, vem participa, porque a construção do Rio de Janeiro é para todos nós. Então, obrigado, gente. Até a próxima. Um abraço. >> Valeu. Valeu. Até a próxima.
▶ 01:40:51 Ô, gostei dele, professor. Ah, eu tô tô rafaluzado. Eu tô rafaluzado aqui no Então, cara, foi muito bom. Ele não só ele entende do Rio de Janeiro, dá para perceber que ele tem conteúdo, ele sabe o que ele tá falando, ele fala bem, ele fala de uma maneira assim muito sóbria, muito educada, direta ao ponto, sabe, séria. É um candidato assim, realmente cara que veio para agregar mesmo. Acho que vai ser um grande candidato aí no Rio de Janeiro. Grande candidat. >> Entre no Ret Plus já. Tá merecendo. Ó o time que tá montando. Ó o time que tá
▶ 01:41:22 montando. >> Merecendo, hein? Tá merecendo. E fizemos uma uma live dinâmica aqui bem séria para, enfim, discutir as coisas da do estado. Eh, tem mais pimba aí? >> Tem. >> Então, bora. >> Ã, Gustavo Bernardo Silva mandou R$ 20. Renan, professor, Rafael e amigos, acabei de assistir um vídeo do Kim. Estou desanimado com isso. Não vejo mais chances para mudanças no Brasil. Ou ainda há. Ou, você viu um vídeo do Kim e saiu com essa sensação? Que ruim.
▶ 01:41:52 >> O Renan hoje, o Renan hoje tava black pilado na live. Meu Deus, a live tarde foi, >> foi triste. É. >> Ah, >> eu não assisti, eu não assisti, eu não assisti. Mas eu só eu só devo dizer o seguinte, claro que há, pô. Lógico que h. Olha o que vocês viram aí. A gente viu um cara que tem ideias, que tem rede social, que é respeitado pela comunidade de segurança pública no Brasil, que veio aqui e falou um monte do Rio e esse cara tá na missão e esse cara quer ser pré-candidato nosso. Então, como é que
▶ 01:42:23 você vai ficar desesperançoso? E olha que sou eu que falo, viu? Eu sou uma espécie de ave do mau aouro, porque eu sou uma pessoa normalmente pessimista. Pessimista, tradicionalmente pessimista. E eu estou, então, e eu estou dizendo aqui que não. Você tem que ter esperança, sim. Se você não tiver esperança, irmão, é melhor você morrer. >> Se você entrar no V Plus e ler o que tem lá, você vai ter muita esperança. >> É isso aí. >> Não sou do Vá, >> não sou do FBI. Mandou R$ 10. Os seguidores bolsonaristas do Gulto viviam dizendo para ele sair do MBL porque ele
▶ 01:42:55 era bom demais para o movimento. Me pergunto se continuarão com esse pensamento. >> Talvez, né? Tem muitos seguidores nariz que não gostam do Tarcísio. Acho que sim. Olha, eu acho que acabou os pimbas. Deixa eu só dar mais uma atualizadinha aqui para dar uma olhada. O resto acho que já foi tudo pro bombeiro Rafa. É, é isso. Acabou os pimbas. >> É, você colocou as redes dele pro pessoal seguir antes? Eu nem vi
▶ 01:43:25 >> não. >> Pessoal, sigam o Rafa Luz nas redes sociais. É importante que cresça as redes dele. >> E ele é grande que ele era bem grande. >> Quem quiser, eu eu vou começar a live daqui a pouco, tá? Daqui a pouco no chat, tá o link do Instagram dele. Eu >> ó, bombeiro Rafa. Bombeiro Rafa. Ele é grande. >> Mais de 130.000. >> É isso. Então, né? Isso é o seguinte. Eh, eu faço live daqui a pouquinho, tá? Porque eu sei que tá saindo coisazin Bolsonaro. Vai ser a live de fofoca do Bolsonaro. Então vai ser a
▶ 01:43:56 >> Ô, essa live vai ser boa, hein, Junito. Acho que até eu vou ver sua live >> 20, mas vai ser na Twitch, tá? 21 horas na tua Twitch não. >> É que eu eu ia fazer até no YouTube, mas como ainda tá saindo as coisas, acho que vai ser complicado. >> Então eu vou est na Twitch Junito MBL. Então entrem lá quem quiser ver o que tá saindo do bolsonarismo aí. E é isso. Ô, você sabia que o o Inoperante também faz live, professor? Ah, tô ligado. Inclusive, ontem eu tomei um gunk do Renatão. >> Grande Renatão, grande também faz live.
▶ 01:44:27 Que também faz live. Então, o pessoal também, >> então é isso também. Entre no canal do inoperante aí, ele faz à meia-noite as lives dele. >> Não entre no canal do professor Ricardo porque ele não tem. >> E eu não vou fazer live, eu só vou embora. não vai ter dinheiro. Um grande abraço. >> Um abraço.