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RENAN SANTOS EM CHAPECÓ - SC
Renan Santos · 20/04/2026 · 126 min · Renan Santos
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▶ 00:00:00 Alguns anos atrás, quando a gente fazia fez algum de Chapecó >> 30 pessoas. Hoje a gente tá batendo 300 aqui. Então uma salva de para vocês. Porque isso aqui, gente, não é sobre eu pré-candidato, não é sobre o Mateus, é sobre algo maior, uma missão maior. Então eu passo a palavra para quem iniciou essa missão desde o início, desde o impeachment da Dilma. Com vocês,
▶ 00:00:30 o próximo presidente do Brasil, Renan Santos. [aplausos] [aplausos] Iso, iso, iso, iso, iso, >> boa noite. >> Boa noite. >> Muito obrigado a todos terem vindo. Muito legal mesmo. Tava até checando os
▶ 00:01:01 stories. Falei, pô, será que vai dar uma galerinha? Muito bom. Primeira coisa, eu tava até confuso porque eu tava vindo para cá, eu falei, será que é realmente pra gente fazer um show sertanejo hoje? que eu cheguei tava um barulhão ali enorme, uns caras de chapéu lá fora, eu falei: "Tem certeza que aqui é o evento?" Até pedi pro Rizo ligar, falei: "Não, não, o evento aqui, ótimo, maravilhoso, muito feliz, ainda mais sabendo que eu tô encontrando vocês no meio de um feriado. Vocês podiam estar entre amigos, com família, mas estamos fazendo algo mais importante do que a diversão. Nós temos um dever de
▶ 00:01:32 construir a [ __ ] do nosso país. Nós temos o dever de tomar posse e ficar de fato dono daquilo que é nosso. Digo isso como uma pessoa que tá rodando o Brasil de maneira muito humilde. Tô rolando de carro, tô vendo histórias, tô pegando doenças adquiridas através da bebida da água local. Vocês não sabem como foi muito sofrível rodar pelo Maranhão e pegar as doenças gastrointestinais comuns quando você anda em lugares sem saneamento básico, tá? A gente aprende
▶ 00:02:03 que essa história de saneamento básico, ela é muito complicada. você se infecta rapidamente. E foi sendo ao longo dessa jornada toda, desde a gente começou com 01, 02, 06 nas pesquisas, foi sendo um susto e ao mesmo tempo um privilégio, porque hoje conforme a gente avança nas pesquisas, conforme a gente descobre que junto junto à geração Z, a tal da geração 16 a 24, que as pesquisas captam, a gente é o
▶ 00:02:33 partido favorito da nova geração e que em todos os lugares que eu vou do Brasil, a gente de fato mobiliza dessa nova geração. Isso é uma, isso é uma questão que muda tudo na nossa cabeça, porque passa a ser um projeto sobre quando não mais e se vai acontecer. Nós vamos chegar ao poder e nós vamos trabalhar para chegar ao poder já na eleição de 2026. Nós temos que ser ambiciosos, não porque nossos sonhos são grandes, mas porque os problemas prementes são gigantescos. Já
▶ 00:03:03 eu rodei aqui, como vocês sabem, quem aqui vem acompanhando minha pré-campanha, levanta a mão, vendo vídeos e tal. Muito bom. Bom, maioria aqui. Quem não tá acompanhando, tá meio que descobrindo foi trazido o que pelo filho, irmão, namorado. Levanta a mão. >> Alguns, alguns. Muito bom. Ele foi, você, o seu namorado te trouxe? >> Meu amigo me trouxe. >> Seu amigo. Ótimo. Foi uma piada, tá? Mas tudo bem. [risadas] Foi uma boa piada. É, não foi não. >> Eh,
▶ 00:03:34 OK. Foi uma piada ruim, mas [risadas] >> o quem tá vendo, tá acompanhando. Nós percebemos através dos vídeos que nós vamos fazendo, da discussão que a gente fazendo com as pessoas, os problemas locais e as prioridades locais e entender a alma de cada um. Eu entendi a alma do povo do Ceará, os problemas do Ceará, os problemas do Rio Grande do Norte, as diferenciações que a gente precisa fazer. Quando a gente fala muito sobre Nordeste, né, tô falando aqui em Santa Catarina porque existe quase na cabeça das pessoas quando entendem o
▶ 00:04:05 debate público uma oposição clara entre Santa Catarina e Nordeste, certo? existem essas discussões. Tá presente no debate público. E quando falo assim nordeste, as pessoas falam assim: "Ah, o Nordeste como um todo, o Maranhão é profundamente diferente do Ceará. E assim, eh, as diferenças são tão grandes, tão grandes, que nem dá para dizer que o Maranhão pertence ao Nordeste, dá para dizer que é mais próximo do Pará do que do Ceará, por exemplo. Mas por que que eu digo isso? Porque quando a gente olha vocês e os problemas de vocês diante da federação,
▶ 00:04:37 existe uma questão muito diferente da deles, seja do cearense, seja do marense, seja do Carioca. Vocês aqui em Santa Catarina, acho que é esse é o eixo da discussão, da viagem toda que nós vamos fazer aqui. Vocês não são reconhecidos como brasileiros. Não, >> o estado brasileiro só descobre vocês na hora de cobrar imposto de vocês. O estado brasileiro gosta disso. O estado brasileiro também gosta de mandar seus funcionários públicos recebem seus super salários pras praias da região aqui de
▶ 00:05:07 Santa Catarina, no litoral, para vir curtir uma festa. Ele coleta teu imposto, ele vem festar por aqui, seja no carnaval, seja no reveon, e depois ele te trata como um cidadão de segunda categoria que tem como função social trabalhar e cala boca. Vocês não foram retratados na abertura da Copa do Mundo. Alguém se lembra? Vocês também não foram retratados. Percebam, na abertura das Olimpíadas. >> As novelas nunca vão retratar vocês.
▶ 00:05:37 Vocês são um burro de carga. Vocês são um bicho que tem que trabalhar. Eu volto a colocar e calar a boca. E toda vez que vocês tiverem uma opinião, vocês serão taxados de supremacistas, de racistas, certo? e de tudo que é pior. Vocês são tratados com vocês são os nazistas lá. paga a conta aí o nazista e e fica quieto. Esse é o quinhão que cabe a vocês. A federação quer isso de vocês. Não há um reconhecimento,
▶ 00:06:09 seja um reconhecimento cultural simbólico, ou seja um reconhecimento em termos de infraestrutura, investimento nas estradas de vocês por parte do Estado brasileiro. Há um silêncio sobre o sucesso catarinense. É um sucesso que aconteceu através do trabalho dos seus pais e avós. Muitos deles imigrantes que vieram para cá e se construíram a despeito do Estado, a despeito da perseguição que o Getúlio Vargas fez contra eles. E eu sei quem conhece, quem é filho de imigrante
▶ 00:06:39 italiano e alemão e mesmo japonês que em São Paulo aconteceu isso sabe muito. E vocês, sem que os outros percebessem muito, tocaram a sua vida, geraram sua emancipação. Recebem agora migrantes e imigrãs. E ainda assim quando resolvem levantar o dedo, eu tenho uma opinião para dar. Cala a boca, Catarina. Cala a boca, seu catarinense. Isso não pode mais ser aceito. Obrigado
▶ 00:07:09 a respeitar. Isso não pode ser aceito. A gente tá obrigado a respeitar a opinião dos caras que vem de fora. >> Sim. Eu eu esse caso é esse caso é o tipo vocês se vem um cara de fora que vem arrumar o emprego aqui, vocês t que e se discordar, você tem que calar a boca, senão você vai tomar um processo. Onde nós vamos chegar nisso? O modelo federativo brasileiro. E eu precisava rodar o Brasil todo e vou continuar rodando. Eu vou passar por aqui e aí eu vou pro Espírito Santo. Do Espírito Santo eu vou para Goiás. De Goiás eu vou para Amapá. Do Amapá eu vou pro Pará.
▶ 00:07:40 está me ensinando muito, muito, muito sobre o verdadeiro problema concreto na alma do Brasil. O Brasil é uma federação fictícia. O Brasil é uma federação que não funciona. O dinheiro que é extraído de vocês aqui, quando é mandado para para os prefeitos do Maranhão administrarem, ele é absolutamente roubado. E quando ele não é roubado, ele é usado da maneira mais porca possível. E ainda não há nenhum sistema de incentivo para que esse dinheiro tenha um uso melhor. Um prefeito não vai ser
▶ 00:08:12 mais bem votado se ele entregar saúde, porque ele pode só comprar o voto da população local. Um governador, seja no Piauí, seja no Amapá, seja no Pará, ele não tem nenhuma obrigação em aumentar a atividade econômica do Estado para não depender tanto dos recursos que são coletados em estados como de vocês. Simplesmente porque ele pode comprar. os seus eleitores. Ele pode executar emendas, ele pode tocar uma operação gigantesca de caixa dois. Eu descobri
▶ 00:08:42 que estados brasileiros inteiros são operações inteiras de caixa dois. Municípios inteiros não têm razão de existir. E o problema é que essa conta começou a chegar e vocês todos estão percebendo que ela começou a chegar. Os impostos que vocês estão pagando estão aumentando e vão continuar a aumentar. O juros bancário que sustenta um estado perdulário vai continuar alto e não há expectativa de queda. Muito pelo contrário, se não passar as reformas que
▶ 00:09:13 a gente tá falando, que vai fazer da PEC daquele deputado japonês lá de São Paulo, que foi o único que teve coragem de entrar com a PEC mais impopular de todas, mas entrou. Se não passar isso, o Brasil quebra e aí ou é inflação ou é juros. Você escolhe o seu dinheiro perde valor. E por que vocês estão começando a perceber isso? Porque o modelo tá ruindo. O modelo de país baseado em extrair dinheiro de quem trabalha e jogar para uma classe política parasitária que administra os lugares menos produtivos, não vai dar certo. E
▶ 00:09:45 ou nós resolvemos ele, e resolver ele só tem um caminho, quer fazer toda a federação gerar resultado, quer eliminar a classe política parasitária, quer eliminar o judiciário parasitário, ou a federação vai acabar? Eu tô falando sério, as pessoas cada vez menos percebem sentido na ideia de Brasil. E eu defendo a ideia de Brasil. Lugar, inclusive de todos os estádios que eu mais rodei, que eu mais vi bandeira do Brasil na frente das casas, foi aqui. O
▶ 00:10:16 lugar que os outros dizem que que é separatista, não, os caras são separatistas. É o lugar que mais tem bandeira do Brasil. É o lugar que errando ou acertando, eu sei que teve muita gente que errou, tentou articular uma ideia de patriotismo aqui. E percebam que mesmo com essa construção, vocês ainda não são ouvidos. Mesmo vocês falando: "Não, não, eu quero um Brasil que faça sentido, um Brasil do trabalho, não são ouvidoso.
▶ 00:10:46 >> Nós precisamos, e esse é o projeto, construir a ideia de um Brasil, um Brasil de vocação imperial. E o Brasil de vocação imperial tem que ter um território grande, tem que ter uma população grande, mas que seja como um todo um Brasil trabalhador, que seja como um todo um Brasil que arrecada o próprio dinheiro no próprio município, no próprio estado e gaste lá. Que seja um Brasil autônomo e não um Brasil que trate parte da sua população como burro de carga e outra parte da população
▶ 00:11:18 tratada como animais que você compra o voto dela de dois em dois anos. É isso o que a federação, essa é a maior lição de todas que eu tô tendo rodando o Brasil. E isso é desesperador, porque de todas as opções políticas para eleição de 26, todo mundo só sabe falar, tirando o Lula que não tá falando nada, ele fala de pé de meia. Não, o Xandão é um problema. E óbvio que o Xandão é um baita problema e óbvio que a gente vai ter que botar o judiciário dentro da caixinha dele de volta. Mas o problema brasileiro, o problema na
▶ 00:11:48 alma do Brasil, o problema que foi gestado ao longo das últimas décadas, o problema que tá deixando vocês mais pobres, o problema que ameaça tornar o modo de vida de vocês, o modo de vida obsoleto, superado, porque talvez as cidades de vocês se cavaleçam cada vez mais com as cidades de São Paulo que foram sendo corroídas, porque São Paulo estava no meio do caminho. Vocês poderão ver o modo de vida de vocês corroído. Isso começou a bater na porta de vocês. A escolha dos pais de vocês, que eu tô vendo pessoas mais novas aqui, mais
▶ 00:12:19 novas que eu na minha idade, a escolha dos do pais de vocês, a escolha desesperada deles foi optar pelo Bolsonaro. E aqui eu vou começar a falar de maneira generosa. Eu votei no PSDB quando era mais jovem. Na primeira eleição para presidente que eu votei, eu tive que votar na múmia do José Serra, mas eu votei com gosto naquela múmia. Nó é a melhor múmia que eu tinha. Era o PSTB contra o PT. Depois voltei no Alkim, depois voltei no Serra de novo, depois voltei no Aéo.
▶ 00:12:51 As pessoas tiveram esperança até no PSDB. Quando o Bolsonaro apareceu, ele pegou, segurou uma bandeira do Brasil e disse: "Vamos acabar com esses vagabundos aí, tá OK?" O que que a galera começou a imaginar? Em cada lugar o vagabundo significava uma coisa. Para alguns vagabundos era os políticos, para outros vagabundos era assaltante, para outros era o judiciário, para outros era aí o professor de esquerda da faculdade. Cada um imaginava o seu vagabundo. No fundo, vagabundo algum foi pego, mas a geração dos teus pais comprou aquela luta porque
▶ 00:13:23 ela começou a perceber algo que eu tô falando aqui com vocês, que o modelo de Brasil começou a ruir. As pessoas foram às ruas em 2013 ver isso. As pessoas começaram a sentir um mal-estar. Quando a gente derrubou a Dilma, o mal-estar tava aumentando e o mal-estar não está diminuindo. Então, por mais que os seus pais erraram e optar por um líder fraco, e o Bolsonaro é um líder fraco por excelência, os seus pais estavam tentando enfrentar a luta que tinha com as armas que eles
▶ 00:13:53 tinham à disposição. Vejam, volto a colocar. Eu votei no PSDB em 2002. Eu queria ajudar o Serra em 2010 a ganhar lá da Dilma. Todo mundo tem suas tentativas desesperadas, só que vocês são outra geração. Vocês são a geração que percebeu que a geração dos teus pais foi em grande medida enganada por uns dinheiristas do bolsonarismo, por caras que querem vida boa, casa boa, quer comprar carrão, quer andar de
▶ 00:14:24 avião, quer andar de helicóptero sendo funcionário público. Que é isso que é o bolsonarismo? Eles são políticos que querem ter vida de grande empresário, querem encher o o rabo de dinheiro, querem estar no mandato de deputado estadual, como era o meu oponente Flávio, fazendo rachadinha, que ia se apropriando do salário dos próprios funcionários, 90%, 80%, 70% dos salários dos funcionários para comprar casão. Compraram mais de 50 imóveis e aí mandaram o Carlucho aqui paraa Santa Catarina para representar vocês e muita
▶ 00:14:54 gente vai votar pra Bahia para tirar senador da do PT da Bahia não foi. Para Amapá não foi. Ele vem para cá porque eles ainda acham que é fácil enganar os pais de vocês. A questão nossa é: os seus pais não estavam errados em querer lutar? Eles só tinham o líder errado e ao longo da história humana, muitas lutas corretas foram destruídas por líderes errados. Quando a gente montou o nosso partido, a
▶ 00:15:25 gente falava, alguém aqui acompanha as minhas lives, levanta a mão. Já viu falar que a questão da liderança e da troca geracional? Nós temos que formar uma elite. O que que significa formar uma elite? Não, isso aqui não é um curso do Pablo Marçal. Eu não quero fazer todo mundo ficar com mindset milionário e porque ser elite é ser rico. Não. Um jornalista, um jornalista que trabalha na Folha de São Paulo é mais elite do que o velho da Van. Vocês entendem isso? Um jornalista ou um professor, um
▶ 00:15:56 professor universitário na UFSK tem mais influência no pensamento brasileiro do que o velho da Van. Por mais rico que o velho davance seja, ser elite significa estar nas posições que formam o imaginário, que decidem como as leis são feitas, como as pessoas pensam as coisas. Ser elite significa estar no topo, de onde irradiam as ideias, os comportamentos, as normas, os tabus. Vocês entenderam isso? >> Melhores. >> Então, exato. E o quando você tem os melhores ocupando a elite, nós temos uma
▶ 00:16:26 árizia. Então, quando nós formamos um partido político, era muito mais do que apenas um instrumento para nós chegarmos ao poder elegendo as pessoas certas. Era formar as pessoas certas, dar meios de ação, não só políticos, mas em todos os outros campos para formar juízes, professores, empresários, gente que pensa além das lideranças políticas. E a gente se colocou no jogo o nome disso, partido missão. E criamos todo um ecossistema muito mais complexo
▶ 00:16:57 do que tudo que nossos adversários estão fazendo. E fomos crescendo sem que eles percebessem, que é o pior tipo de problema. Quando você cresce sem o adversário seu perceber, seu adversário quando vê a tua sombra fala: "Meu Deus, de onde veio? De onde veio esse ataque?" Que é a forma como eles estão lidando conosco agora. Quem tem acesso ao tracking da Atlas sabe que o tracking da Atlas é aquela pesquisa que bancos recebem diariamente, partidos recebem diariamente. Eu não apareço no tracking, não estou falando
▶ 00:17:27 da pesquisa no tracking da Atlas ultimamente com menos de 6%. É de 6 a 8, quase 9% no tracking da Atlas. E o número que a gente tem entre os mais jovens, extremamente alto e começando subir já pra geração millennial. É uma subida geracional. E os adversários sabem e eles não entendem. Eles não entendem o discurso e aí tentam imitar e sempre tentam imitar a parte mais fácil. Ah, esse cara aí tá falando que é para matar bandido. Eu vou matar bandido também. Não, não. O cara
▶ 00:17:59 tá falando aí que agora o Nordeste é solução. Nordeste é solução. Agora ninguém quer imitar o discurso que nós falamos sobre a a reforma administrativa que torna inelegível o prefeito que não cumpre meta, porque eles são dos partidos dos prefeitos que compram voto e não cumprir meta. Eles não vão imitar isso. Eles não vão nunca imitar a coragem de fazer uma reforma profunda no estado brasileira brasileiro, que essa é a verdadeira guerra civil do Brasil. Essa é a verdadeira guerra que a gente tem
▶ 00:18:29 que travar. É a guerra contra as falsas elites que administram essa montoeira de cidade rodal do Brasil. É a guerra contra os pilantras do centrão, contra aqueles comedores de prostituta que recebem o dinheiro de emenda, desviam, enganam as pessoas, enriquecem e casam com prostitutas e compram carros e vivem uma vida que eles não têm o direito de viver. tudo com o seu dinheiro. É um tipo de ladrão mais assentoso do que aquele corrupto, óbvio, porque ele tá aí
▶ 00:18:59 aos milhares. E aí eu volto a colocar girando o ciclo de novo para vocês. A projeção de vocês é a mais incômoda de todas, porque o catarinense ele não é sequer reconhecido como parte do Brasil. Ele não tá no imaginário do Brasil. Ele paga muito a conta do Brasil e na hora de tentar lutar, ele elege os caras do centrão que validam os caras que estão roubando dinheiro dele via impostos. Então ele tá preso num ciclo. O ciclo de vocês é um ciclo desesperador. É um ciclo desesperador.
▶ 00:19:31 Vocês são administrados pelo centrão aqui no estado. Sejamos honestos. O Jorginho agora ele é de direita. Ele teve quadilma anteriormente. É um cara do centrão que agora eu sou conservador, não sei o quê. A a pauta, eu vou ter que rodar aqui o estado, muita, vou dar muitas entrevistas. A pauta para muita gente aqui em Santa Catarina é Não, e o STF, meu amigo, óbvio que o STF é um problemaço que a gente vai ter que peitar. Primeiro que o o Flávio, que é o nome desse caros, nunca vai peitar porque o Flávio depende até o resto da
▶ 00:20:02 vida dele do Gilmar Mendes e eles são aliados do STF como sempre foram e fingem brigar com o STF. Mas dito isso, todos os outros problemas, como as estradas de vocês que não andam, porque vocês dependem de repasse federal, um estado pujante que não tem ele próprio como estado dinheiro para fazer as próprias rodovias, dependem tal qual o Maranhão, tal qual o Piauí, do governo federal fazer isso. Esse estado definitivamente tem que
▶ 00:20:33 despertar por seus próprios problemas e entrar na briga do Brasil com seus senadores, não mais falando apenas em como eles vão defender o Bolsonaro com seus deputados, não só com se colocando como soldados da família Bolsonaro, mas soldados de Santa Catarina, representando o povo que trabalha daqui e o povo de que trabalha de todo o resto do Brasil. Porque se tem uma coisa que vocês são, é um povo que deu certo na base do trampo, na base do trabalho. E isso pode inspirar pessoas de todos os
▶ 00:21:04 outros lugares do Brasil. Eu tive numa das regiões mais produtivas ali do do Maranhão, região de Balsas, região do Sul, que é o Monte Gaúcho e Catarinense. Vocês colonizaram junto com a gaúchada boa parte do Centro-Oeste. Vocês são povo trabalhador e esse tem que ser o espírito. Vocês têm que lutar. E eu tô aqui como um soldado desta causa, que esta é a causa que tem que pegar e levantar as pessoas ao redor do Brasil. O Brasil que trabalha e produz
▶ 00:21:34 tem que se levantar, olhar para todos os filhos da [ __ ] que vivem como sangue sugas, os desviadores de emenda, os canalhas do centrão, os privilegiados do judiciário. É se levantar e falar: "Agora a gente vai jogar um jogo, agora eu vou pro pau." E ir pro pau significa fazer o seu dinheiro ser respeitado. Quem paga a banda escolhe a música, não se esqueçam disso. Fazer os estados que estão hoje arrecadando pouco e vivendo do dinheiro de vocês terem líderes que se comprometam com conseguir bater metas
▶ 00:22:04 e atingir resultados, que hoje isso não acontece. A função hoje de um a função primária de um governador do Maranhão, essencialmente é chegar com Pires no governo federal e falar: "Mindê, papai, me dá dinheiro". Mesma coisa do pá, mesma coisa dos outros lugares. E aí os seus representantes aparecem lá e falam: "Soltem o mito". Tá desproporcional, galera. De um lado o cara tá indo pegar dinheiro e do outro você falou: "Tá, tá, mas eu amo Bolsaro". Meu amigo, o jogo não é esse. Vocês têm que se reorientar no jogo. E
▶ 00:22:35 eu trago aqui um instrumento para essa reorientação. Eu podia vir aqui e falar com vocês da guerra contra o crime organizado, mas o maior problema de vocês não é o crime organizado ainda. Eu poderia falar para vocês o que nós vamos fazer em matéria econômica, mas o problema econômico não é o maior problema de vocês ainda. Eu vim aqui falar com vocês de pacto federativo e do papel de Santa Catarina nesse jogo, porque este é o seu maior problema, só que ele é um problema
▶ 00:23:06 silencioso que demanda um raciocínio um pouco mais complexo. Só que se vocês entenderem que é esse o seu raciocínio, vocês podem fazer uma revolução. E eu tô aqui para isso. Eu tô aqui para armar vocês pra revolução. Eu montei um partido, eu tenho as pessoas, eu tenho uma instituição, eu tenho as ideias, eu tenho a coragem de rodar o Brasil falando isso. Eu vou pro povo do Maranhão e falo: "Galera, estão roubando vocês aqui, são seus políticos. Esse dinheiro veio do governo federal, veio dos outros estados. Não sei já quem viu os vídeos. Eu sempre dou o exemplo. O dinheiro do político tá te roubando, não
▶ 00:23:38 é que ele veio do governo federal, ele não veio do bosta do Lula. O bosta do Lula não pagou [ __ ] nenhuma esse dinheiro. Ele veio de São Paulo, Santa Catarina, ele veio do Paraná, ele veio de Goiás. tirar o dinheiro de outras pessoas para um vagabundo desviar a emenda aqui. E isso não pode ser perdoado, porque foi um sacrifício feito, foi um suor de outras pessoas, foi retirada para um vagabundo enfiar o dinheiro no bolso, roubar, desviar. Aí compra o Tribunal de Contas, como acontece em muitos estados, compra
▶ 00:24:08 um judiciário local. Quem não viu as conversas estranhas do Columb, presidente do Senado, com o Tribunal de Justiça da Mapá, todo mundo comprado e mancomunado. E o ódio tem que fluir nas veias de vocês, que esse é o verdadeiro inimigo. Esse é o verdadeiro inimigo. Ah, mas a esquerda é parte disso, mas ela é menor do que isso. As leis penais no Brasil e a alteração do pacto não passam por culpa da esquerda, também por culpa da esquerda. Mas esses caras são os maiores
▶ 00:24:38 beneficiários. E mais, alterar a dinâmica que destrói esses caras torna a esquerda ainda menor, porque a esquerda é um parceiro parasitário desses caras perfeito. Não à toa, as maiores oligarquias do Brasil de esquerda são no fundo oriúdas disso. É só pegar o Sannei, é só pegar o Família do Dino e talvez o exemplo mais claro de todos que é o João Campos, que é uma família escravocrata lá do lá lá de Pernambuco que se tornou
▶ 00:25:10 progressista. Eles são escravocratas e progressistas. E se vocês aqui descontarem, ah, não, não, vocês são nazistas, vocês não podem reclamar. >> Ele pode ter escravos, família dele pode ter fazendas oríunas daquele período, mas vocês reclamarem, vocês são nazistas. Se isso aqui não fizer a raiva fluir dentro de vocês e vocês redirecionarem essa raiva para uma ação política certa, vocês vão ficar permanecendo nessa seguinte posição, trabalhando muito, ralando, vão comprar
▶ 00:25:41 uma casinha, talvez, talvez compra um carro novo, não vão ser representados em nada, não vão decidir nada no Brasil. Se reclamar, serão nazistas. E aí vamos ver aos poucos e lentamente o mesmo governo federal que te rouba, alterando o modo de vida de vocês, alterando a dinâmica de vocês, vem da sua cidade se alterarem, vem dos moradores de rua aumentarem, a qualidade de vida caindo, até que viver aqui vira uma merda. Aí eles se finalmente vão falar: "Viu esses caras também são
▶ 00:26:12 brasileiros. E aí o ciclo tá encerrado assim eu encerro minha abertura aqui. Acho que o Artur tem que falar também, né? Os demais vão falar. >> [aplausos] >> Pessoal quer Artur vai falar [aplausos] >> e vamos e aí vamos abrir para perguntas também depois. Fechado. >> Muito obrigado, galera. Valeu. [aplausos]
▶ 00:26:45 >> Boa noite, pessoal. >> Obrigado por vocês estarem aqui, cara. Vou falar o quê? Depois disso, mano, o cara deu [ __ ] aula, velho. Eu vou chegar aqui e falou que meu, vamos questionar tudo aí, pessoal. Tá difícil para mim agora, hein? Ah, deixa eu só fazer uma pesquisa de mercado. Vamos lá. Quem aqui é bolsonarista? Seja sincero, levanta a mão. >> Eu já fui, hein. >> Eu já fui. >> Legal. Quem o pai é bolsonarista? Pai ou a mãe? Claro. Posso falar, cara?
▶ 00:27:17 Bem menor do que eu imaginava, tá? Bem menor do que eu imaginava. >> Quer uma coisa, acho uma coisa legal. É [risadas] >> no Nordeste eu também vi isso com ração lurismo. Meio que assim, é recall, os caras estão em queda mesmo. >> Eu também acho. Lance. Seguinte, gente, ó. Eu sou eu sou aquele cara que fica batendo a mesma tecla, né? Aquela banda que só toca a mesma música. Mas o lance é o seguinte, cara. Eh, eu não consigo, eu não consigo entender como o estado de
▶ 00:27:47 pessoas tão inteligentes, trabalhadoras, a gente foi numa cidade hoje, como era a nidade da praça lá, >> São Miguel do Oeste. >> São Miguel do Oeste. Cara, aquilo parecia Europa, bicho. As pessoas indam com cadeirinha de praia para parar a cadeirinha de praia e ver os seus filhos andarem de patinete com o filho do vizinho. Eu falei: "Cara, não é possível, cara. >> Ô, eu sou de São Não, é maravilho, cara. Em São Paulo, tipo assim, ah, porque São Paulo é maravilhoso. São Paulo não tem isso, tá? São Paulo não tem isso. No máximo uma ou outra cidade do interior com pouquíssimos habitantes, 5, 6.000 ainda tem algum senso de comunidade.
▶ 00:28:18 Senão não tem mais, cara. Isso aqui que vocês tm é um negócio maravilhoso. E é o que o Renan falou, cara, eu acho muito triste a gente ter é essa coisa valorosa, essa coisa rara sendo jogada midiaticamente para o Brasil como um um um braço de bolsonarismo. Cara, eu fico olhando a briga aqui da Carol de Detoney com o Carlucho, né, com a com a outra lá, Ana Campanholo, como se isso fosse realmente a pauta mais importante do estado. E não é. No fundo, sabe o que acontece? A maior parte das pessoas que
▶ 00:28:48 não liga pra política, que quer ligar pras próprias vidas, o padeiro quer fazer pão, o engenheiro quer projetar prédio, não sei quê. Esse cara é influenciado por algum patriota muito engajado que tá lá com a camiseta do mito falando que ele tem que votar no Bolsonaro e que a vida é dicotômica. Ou você vota no mito ou você você tá com o PT. Meu irmão, é o que a gente tá falando. Eu nunca vi um crescimento tão expressivo de uma figura tão inteligente que não fala platitudes como Renan, por exemplo, no Instagram. E isso é fruto do quê? Isso é fruto de militância. Isso é
▶ 00:29:18 fruto de vocês que estão aqui. Então eu acho que eu não preciso ficar pregando para convertido, já que nós não temos quase bolsonaristas aqui e já que a maior parte de vocês entende, né, esse essa diferença geracional entre vocês e o pai de os pais de vocês, né? Eh, eu acho que eu tenho que falar mais para você, militante, qual é o teu papel nessa nessa nessa briga, bicho. Eu acho que se você não for o chato, nós vamos continuar perdendo da tia Clotild na no bendito grupo do Zap
▶ 00:29:48 passando fake news que o Alexandre Moraes é comunista. [ __ ] [aplausos] >> nós vamos continuar perdendo esses caras, velho. Porque enquanto eu vejo o Renan fazendo, ó, eu vou te falar sério, eu vejo o Renan, a gente veio no no carro agora, ele gravou três vídeos. A gente gravou o vídeo do Você gravou o vídeo do do moleque lá que invadiram a casa dele desfaqueou o cara. Aí vocês viram esse esse vídeo? Claro, né? Beleza. Aí o Renan fazendo uma [ __ ] tese. Não, porque meu a segurança, eu falei, cara, faz o seguinte, velho. Corta esse vídeo, faz só assim, meu, eu
▶ 00:30:19 quero prender e matar esse vagabundo e vai rodar para caramba. E o Renan tem um constrangimento em fazer esse tipo de vídeo, idiota. O Renan, ele se sente constrangido, ele sente enganando pessoas que demandam dele um discurso melhor do que vir aqui falar: "Mas essa esquerda é uma porcaria, hein, gente?" Ô, mas esse comunismo, eu tava vendo agora na na live, né? tava falando os comentários da live e a galera, meu, é impressionante como o Renan, cada estado que ele vai, ele fala uma coisa diferente relacionada a a à
▶ 00:30:49 regionalidade, não sei o que lá, e não fica repetindo platitudes. Então, sinceramente, gente, vocês que estão aqui, vocês não caem no funil de conversão de [ __ ] entendeu? Vocês não vão ver o nosso querido amigo João Betega lá, Veneza para mim, Venezuela pro povo, né, meu? Você não vai engajar nesse vídeo. Só que a maior parte dos idiotas do Brasil vai engajar. E eu sei que é uma coisa meio cringe você ficar falando de política agora no mês de abril, porque você se parece esteticamente com o doidinho. Não é
▶ 00:31:20 isso? Vamos falar real. É, é essa. A gente fica com medo de parecer o [ __ ] Eu não quero parecer nem o petista e nem aquele bolsonarista tonto que ficou na porta do quartel. Eu sou melhor que esse cara. Só que não adianta você ser melhor dentro da tua casa, brother. Você precisa ser melhor na tua escola, no no sei lá, sei lá, na tua rua, na tua academia. Você precisa ser o chato, velho, que vai chegar no salão do cabeleireiro e vai falar: "Mano, [ __ ] dá um no vídeo desse cara aqui, não, dá uma olhada, meu. [ __ ] o cara é [ __ ] que não sei o que lá. Você tem que ser esse
▶ 00:31:50 cara pra gente ganhar esse jogo, brother. Porque a gente tá competindo, velho, com o Flávio, que não tem nenhum carisma. O Flávio, ele estaria aqui agora fazendo o quê? Ele aqui, ó, >> dancinha. >> Uh! E e ele é tão descoordenado que ele ele dança assim, é, joga tudo para um lado e joga tudo pro outro. O movimento do Flávio, ele é simplificado, né? Tipo assim, você quer comunismo ou você quer a gente? Você quer comunismo ou você quer a gente? É uma coisa meio escrota e ridícula. E aí eu vejo o Rener subir
▶ 00:32:20 aqui, pegar o microfone e fazer meia hora de tese, que parece uma aula de sociologia. O lance é, nós estamos perdendo desses caras, velho. Porque o retardo mental é tão gigante das pessoas que se engajam por isso que os caras estão aplaudindo o Nicolas falar: "Acorda, Brasil pro Valdemar do Costa Neto." Meu irmão, eu vi, cara, tá, ninguém me contou. Eu vi o Tomé Abiduche, não sei se vocês sabem, um deputado estadual de São Paulo chorando na Paulista por causa do Sérgio Moro,
▶ 00:32:50 tocando como é grande o meu amor por você. [ __ ] que pariu. Este mesmo Tomé, há sei lá, um mês atrás, ele estava na Paulista com o Valdemar falando: "Eu quero agradecer esse homem porque a direita hoje só existe por causa da coragem desse homem e a galera aplaudiu." Então não adianta eu de dentro de casa olhar: "Puta que idiota". E não fazer nada. Vocês já viram um meme de um cara, cara? é um gordão, ele fica no sofá, aí ele tá reagindo a uns vídeos de uns super atletas, tipo errando, sei lá, o
▶ 00:33:20 cara é um [ __ ] jogador de futebol, ele chuta para fora, aí volta para ele um gordão assim, olha a fucking loser. Ele é só um gordão comendo salgadinho. Não adianta a gente ser o cara que acha que é melhor do que o militante dos caras, só que ficar só comendo o salgadinho e proliferando o nosso discurso na nossa bolha. Você vai ter que ser o cara que vai se arriscar para falar isso para fora. Você vai ter que ser o cara que vai chegar falar: "Meu irmão, ô, esse ano aí, meu, vamos tirar o homem de lá, hein? Você tá falando do Lula. Verdade. Só que deixa eu te mostrar a ferramenta
▶ 00:33:50 certa. Você tem que ser esse cara, porque se você não for, o [ __ ] vai conquistar ele. Porque é o discurso é você gasta menos processamento cerebral, não pensar, não fazer ooccrítica, só seguir a maré. [ __ ] eu sou de direita, velho. Eu deu o comunismo, eu volto em quem? É 22. Então vou meter 22 aqui. [ __ ] Isso, isso é o automático. Você tem que tirar o cara do automático. E para dar um Eu eu sou pessimista, cara, em tudo que eu falo. Acho que nada tem jeito, não sei o que lá. Só que, cara,
▶ 00:34:20 quando eu rodo essas viagens com o Renan, eu fui pro Nordeste com ele, fui para a região norte há várias vezes, acabei de voltar da região Centro-Oeste e agora vindo aqui, né, em Santa Catarina e ver um bar desse lotado, cara, dá um um sopro, ó. Sinceramente, gente, vamos vamos fazer aquela coisa meio clichê, mas é verdade. O Batista vindo para cá, a gente passou em frente aqui. Aí eu olhei, falei: "Man, tem uns motoqueiro ali, uns clube de moto, uns cara cantando um sertanejo y yo não sei o que lá". Aí, tipo, cara, será que a
▶ 00:34:51 gente tá no lugar certo? Aí eu falar um negócio, fala falar um negócio para lá. O Renan falou assim: "Nem abre a live porque acho que a gente vai se [ __ ] acho que vai ser maior flop. A gente vai chegar no bar, vai ter maior galera curtindo a música e sei lá, vai ter meia dúzia de doido querendo ouvir um um pré-candidato a presidente. Aí quando viramos aqui, velho, tem muito mais gente deste lado do que do lado de lá. E hoje é domingo, teoricamente é um final de semana pra galera zoar. [ __ ] bicho. Sério, com discurso difícil antibolsonarista em Santa Catarina, [ __ ] Ô, se você me falasse isso em
▶ 00:35:22 2019, no auge da briga do Bolsonaro, falar: "Você tá viajando, você tá sonhando, cara. Isso não acontece, isso não vai acontecer e vai estar acontecendo, velho. Então eu quero que cada um aqui hoje, para finalizar, pegue esse ímpeto que você teve de vir aqui trazer alguém, ouvir o Renan, aprender e ser mais curioso e ser melhor do que as outras pessoas. E leve isto para fora. Não adianta nada domingo à noite você tá aqui, meu aplaudindo, estamos junto e o [ __ ] E na segunda-feira você tá lá dentro de casa julgando como os outros são burros. Segunda-feira eu quero você
▶ 00:35:52 compartilhando o vídeo do Renan. Eu quero falar: "Meu, você viu quem veio aqui? Você viu, meu? De verdade, velho. Pega esse discurso que o Ren acabou de fazer e mostra pro teu pai bolsonarista, bicho. F. Pai, vê, vê se não é isso, [ __ ] Vocês aí o o o a Carol Detet preocupado em salvar o mito e o Maranhão pautando o nosso dinheiro, velho. Quem falou isso até agora? E aí, claro, eles vão copiar, você pode ter certeza, de alguma forma muito pouco habilidosa, o Flávio vai, vamos deixar o dinheiro aqui. É o dinheiro pr eles ou dinheiro pr Santa Catarina. Alguém vai fazer isso
▶ 00:36:22 e vai caber a você falar: "Meu irmão, um cara veio aqui falar isso antes, porra". Então eu quero segunda-feira todo mundo com esse mesmo ímpeto fazendo isso. Fechou? É isso aí. Obrigado. [aplausos] Quem mais vai falar? Quem mais vai falar agora? [aplausos] Deixa eu fazer um até pegar. Vou estender uma discussão que a gente tava tendo no carro, né? Porque eu tava comentando com a galera. Pessoal, é inevitável. Eu preciso lotar a chapa de
▶ 00:36:54 deputado federal com nomes bons, porque eu quero ganhar a eleição. Em vários lugares, quando eu comecei com a pré-candidatura, eu juro para vocês, falei: "Eu vou tocando aí, a gente precisa ter um candidato, vou fazer 1 2% aí nas pesquisas e vamos". Aí comecei a crescer, eu falei: "Opa, vamos fazer do nosso jeito. Começamos a crescer. Agora tô falando: "Não, eu quero ganhar a eleição. Vamos ganhar essa porra". Eu comecei a entrar nessa nessa energia. E aí começamos a olhar as chapas e eu comecei a brigar no carro e falei: "Não
▶ 00:37:24 me liberaram, não me liberaram a [ __ ] do meu Mateus Batista, aquele partido maldito, desculpa atacar o seu partido, seus correligionários, mas a merda do União Brasil. Qual o nome? Chiokate. Qual o nome dele? O bosta do deputado Chioquete, que nem sei para que que serve. Nome nome, infelizmente não vou falar com o que que rima, mas a bosta do Choquete aí, né? Não liberou. E eu prometi para ele que eu vou rodar vários vários municípios aqui. Eu vou falar mal dele, vou falar dos escândalos
▶ 00:37:54 envolvendo a família dele em todos os municípios que eu puder ir, porque não liberou a [ __ ] do nosso vereador, que já era um deputado federal eleito e que será um dia deputado federal e será governador do nosso estado, que é o Batista. E aí tinha um cara que seria com certeza o nosso estadual, que era o Barcelos. Eu vou jogar uma bronca aqui nele. Eu quero que o Felipe Barcelos, que é um garoto talentosíssimo, é um dos jovens mais inteligentes na nova geração do Berry, seja nosso pré-candidato deputado federal. E você tem que aceitar aqui, [ __ ] Bora, Felipe. [aplausos] Vamos. Bora, bora.
▶ 00:38:28 Pá, que honra, cara. Eu assim, isso me faz lembrar quando eu tinha 14 anos, no primeiro evento que eu participei do MBL no Congresso, eu olhava de onde vocês estão, da plateia, olhava o Renan falando, o Kim falando, foi onde eu tirei as minhas primeiras fotos com eles e pensando, um dia eu quero estar do lado desses caras, porque eu vi o que tava acontecendo com o meu estado. Eu, cara, não tem ninguém que me represente. O que que eu vou fazer? E hoje ser anunciado pré-candidato federal pelo Renan Santos. É uma realização disso. É
▶ 00:38:58 uma missão que não começou agora, de propósito que não começou agora. É um trabalho que eu tive desde os 14 anos, aprendendo, estudando, buscando ser melhor e pensando. A gente precisa de gente com coragem para mudar Santa Catarina. E é por isso que hoje, com muito orgulho, eu aceito essa missão e posso falar pela primeira vez, eu sou pré-candidato a deputado federal e não para ser mais um. [aplausos]
▶ 00:39:28 E não para ser mais um, porque tem muita gente levando o nome de Santa Catarina paraa Brasília e não fazendo nada pelo nosso estade. >> Tem muita gente que chega aqui em Chapecó e fala: "Eu vou fazer estrada". Como que tá o trevo lá de Guaraciba? >> Uma bosta. >> Horrível. Como que tão as estradas que vêm do litoral para Chapecó? Uma bosta. Como que tá a situação de [ __ ] lá em Florianópolis? Um lixo. E aí você sabe o que eles dão de presente pra gente? Os
▶ 00:39:58 nossos deputados que vem fazer emenda passam pano pro governo Lula mandando indígena argentino receber Bolsa Família. Aqui a gente tá recebendo. A gente foi agora onde tem o controle migratório aqui no estado, ali em Paraíso. Que controle? É uma ponte que fala pro tráfico de drogas. Não venham para Santa Catarina. É uma ponte que fala para imigrante vagabundo, imigrante vagabundo venezuelano, gente que não quer trabalhar e vem receber Bolsa Família. Não, aqui é para você. E a
▶ 00:40:29 gente tá vendo um estado que foi construído pela mão de muita gente trabalhadora, muita gente talentosa ser destruído pouco a pouco. O Renan falou muito bem aqui. É hora de ter ódio, gente. É hora de a gente ver que a gente tá crescendo. Quem já tem filho aqui, quem vai ter. Se a gente não fizer nada, Santa Catarina vai. E eu não tô sendo, e eu não tô fazendo uma alusão errada. Santa Catarina vai virar o próximo Rio
▶ 00:40:59 de Janeiro. E você, quantos aqui são migrantes? levanta a mão. Alguns, maioria catarinense, vocês que saíram do seu estado para vir para Santa Catarina, imigrantes de verdade, trabalhadores, vocês vão ver o seu estado ser perdido. Então eu aceito essa missão não é para chegar em Brasília e ser mais um, é chegar em Brasília com coragem para lutar Santa Catarina, enfrentar quem tiver que enfrentar, enfrentar o Choquete que vai chegar aqui e falar para vocês: "Não, eu vou fazer
▶ 00:41:29 por Santa Catarina, vai [ __ ] nenhuma. não vai liberar o cara que seria o melhor deputado federal da nossa história. E eu vou fazer coragem para lutar por Santa Catarina, coragem para olhar pro PGC, como eu e Batista, a gente tá decretado de morte, falar: "Esse não é o seu estado." Coragem para defender controle migratório e migratório, mesmo que o MP esteja na nossa bota dizendo que a gente é xenofóbico, não. A gente quer manter nossa qualidade de vida. Coragem para enfrentar, coragem para lutar por Santa Catarina e coragem para
▶ 00:42:00 ser o melhor deputado federal junto do Renan Santos, que será sem dúvidas o próximo presidente do Brasil. Então, para finalizar, esse ano a gente precisa de gente com coragem e esse ano é Felipe Barcelos, pré-candidato a deputado federal e Renan Santos, pré-candidato à presidência da República. Muito obrigado, gente. [aplausos] Posso chamar o Mateus? Mateus [aplausos] aí. Eu vou chamar o Mus. Vou chamar Mateus. >> E assim, para acabar, eu quero só fazer um agradecimento público e chamar um
▶ 00:42:31 cara que >> meu Deus, com três microfones. >> Eu eu lá em 2024 eu tava em São Paulo, tá? Eu tinha desistido de absolutamente tudo. Eu tinha ido fazer Fundação Getúlio Vargas FGV e eu recebo uma ligação do Mateus Batista me chamando para trabalhar na equipe dele. Em 2025 eu vou pra equipe do Mateus e tive muito orgulho de trabalhar em algumas iniciativas que hoje são revolucionárias, que hoje estão resolvendo o problema de cracuso em Joinville, que estudou a fundo. A gente desenvolveu um índice, ele fez um relatório de mais de 200 páginas. é um
▶ 00:43:02 cara que contra tudo e contra todos falou que o par é um lixo mesmo porque é foi processado por isso e é um cara que defende Santa Catarina de verdade. Infelizmente não vai ser o deputado federal de vocês. Eu vou ter orgulho de assumir essa bronca, mas que um dia, com o meu apoio, com nosso apoio, será o governador de Santa Catarina, o prefeito de Joinville, o nosso melhor vereador do Brasil, meu amigo Mateus Batista. [aplausos] Eu deputado. É isso aí. Bom, galera, eu vou ser breve aqui com vocês pra gente
▶ 00:43:32 já abrir para perguntas. Eh, mas assim, o Barcelem que é migrante, quem que veio morar aqui que é de fora. Levanta a mão de novo. Boa. Então, o seguinte, quando esse cara aqui for eleito, a gente vai deportar todos vocês. Tô brincando. Mas é fazer o Ice. >> É, mas galera, é, eu tô brincando, mas o papo é sério, tá? O Renan roda do Brasil falando de crime organizado, falando de da estrada do Maranhão que tá uma bosta e etc. Mas quando a gente vem aqui para
▶ 00:44:02 Santa Catarina, a gente acha muito pouco daquilo que a gente encontra ao redor do país. Muito pouco, tá? Ah, da desordem pública, do crime, da sensação de insegurança, eh, da de municípios falidos, municípios que não conseguem se sustentar. A gente encontra muito pouco disso aqui em Santa Catarina. Se eu não me engano, tem um município aqui no estado que não é autossustentável e que precisa de transferências externas para sobreviver. >> Meu município também não é auto sustentável. >> Tem município qual que é?
▶ 00:44:32 >> É o quilom. >> Vamos anexar. É isso aí. Eh, bom, galera, eh, então, e o que que tá acontecendo, né? Tá acontecendo o seguinte, que o Brasil tá com uma taxa de investimento que vem caindo desde a década de 80. Então, vamos lá. O dinheiro que, por exemplo, você gostaria de investir na creche aí do seu município, na rodovia do seu município, que tá uma merda, toda essa grana, ela vem diminuindo para pagar gastos obrigatórios, que é o papo que o Renan
▶ 00:45:03 falou aqui agora, que em 2027 todos esses gastos obrigatórios vão suplantar os gastos discricionários, que é justamente esse investimento produtivo que a gente tem. E aí que tá, né? Hoje a gente estava em São Miguel do Oeste. São Miguel do Oeste é uma cidade com pouquíssimos habitantes que tem uma renda per capita. Quanto que era a renda per capta, presidente? >> São Miguel do Oeste não para São Miguel do Oeste 70 e poucos milioes 360. >> Santo Antônio dos Lopes, que é uma cidade de Marão 370, ou seja, uma renda per capita tá muito superior. Agora eu
▶ 00:45:34 pergunto para vocês, qual que tem a melhor qualidade de vida? Miguel, >> São Miguel do Oeste. E aí a gente dá para fazer um paralelo aqui com o Rio de Janeiro também. Rio de Janeiro tem uma é a terceira maior renda per cápita do país, tá? Tem uma renda per capta que é maior que a renda per capta do da do nosso próprio estado, que é Santa Catarina, que tem a quarta maior renda é do país. Só que quem que tem a melhor qualidade de vida, o Rio de Janeiro ou Santa Catarina? A gente sabe que é Santa Catarina. Por quê? Porque qualidade de
▶ 00:46:05 vida não se dá pelo crescimento econômico ou unicamente pela quantidade de dinheiro e quantidade de produtos produzidos naquela região. A qualidade de vida, ela vem em última instância pela qualidade da administração pública. E aí a gente olha pro resto do Brasil e a gente entende porque que uma cidade lá do Maranhão que tem uma renda per capta eh três vezes, quatro vezes maior do que o município aqui de Santa Catarina tem uma qualidade de vida muito pior, mas muito pior. E aí o negócio é o seguinte,
▶ 00:46:37 a gente tá vivendo um processo histórico aqui no Brasil hoje de que Santa Catarina é o estado que mais cresce do país. Por quê? Porque a gente tá com uma taxa de natalidade muito grande, não. A nossa taxa de natalidade é a mesma do resto do Brasil. A gente cresce por conta dos fluxos migratórios. E é normal, né? Isso acontece principalmente quando a gente tem estados lixos, como é o estado do Pará e vários outros estados da região Norte, nordeste, principalmente, as pessoas estão vindo
▶ 00:47:08 se refugiar em estados de melhor qualidade de vida. E aí, o que que acontece quando você eh tem um processo de crescimento populacional e não tem administração pública decente para absorver esse fluxo migratório, acontece o que aconteceu em todas as outras experiências históricas de crescimento populacional no Brasil, que é a favelização. Todas as desordens urbanas que a gente consegue encontrar no país,
▶ 00:47:38 de infraestrutura merda, de creche lotada, de hospital lotado, de eh favelização e dominação do crime organizado desses territórios favelizados, se dá por uma urbanização fracassada de uma administração pública burra e com falta de dinheiro. E é isso que tá acontecendo aqui em Santa Catarina hoje. A grana que deveria est aqui, que foi e absorvida por vocês trabalhando pra [ __ ] tá indo lá para cima para pagar o show da Melot, por
▶ 00:48:10 exemplo. Quem é que viu o vídeo do Manuel Gomes com o Regadeu, que rodou para [ __ ] aí nas últimas semanas, acho que nos últimos dias, na realidade, >> para mim aquilo ali é essa disputa de estados produtivos com estados improdutivos. Vocês são registadeu indignados para um [ __ ] porque tão vendo um cara que quer ser político, que não sabe nem dizer o que que é corrupção, que não sabe dizer o que que é um deputado federal. E vocês são como
▶ 00:48:43 R Tadeu, indignados. Vocês trabalham, trabalham, trabalham e sabem que a merda do dinheiro de vocês tá indo para bancar um político como Manuel Gomes, independentemente de onde ele seja, porque a gente sabe que tá cheio de Manuel Gomes aqui no estado de Santa Catarina também. Só que o problema é isso. A gente é só registradeu. A gente só fica indignado. Por quê? Porque a gente não tinha ferramenta, a gente não tinha a liderança. Agora a gente tem, meu velho. E aí eu
▶ 00:49:13 falo para vocês, Santa Catarina está crescendo. Toda a experiência no mundo, na história, de grandes inovações, de opções acontecem em grandes centros urbanos que estão numa fase de expansão. Então, Santa Catarina tem dois caminhos possíveis. A gente pode ser referência internacional e nacional para muita coisa com esse crescimento populacional ou a gente pode ser o próximo Rio de Janeiro. Mas pra gente ser essa referência internacional, como eu disse
▶ 00:49:44 para vocês, a gente precisa de administração pública decente e com isso a gente só a gente só consegue com uma liderança forte e corajosa. Porque pra gente ficar pra gente é ficar com o dinheiro do catarinense aqui, a gente precisa de alguém que vá pautar aquilo que é necessário e não as dancinhas ou o pé de meia ou alguma coisa do gênero. A gente precisa de alguém que, por exemplo, vai falar é da da quebra completa econômica que a gente vai ter
▶ 00:50:14 em 2027. A gente precisa de alguém que fala que vai prender político vagabundo do Norte, do Nordeste, que não e entregar um resultado pro seu município. A gente precisa de de alguém que tá disposto a morrer e matar por essa pauta, por alguém eh que de fato vai bater de frente com as elites locais que precisam ser destruídas nesse país. Então é isso, a gente tem dois caminhos. A gente tem o caminho de se tornar o Rio de Janeiro e o caminho de ter uma Santa Catarina Grande. Só tem uma pessoa que é
▶ 00:50:44 capaz de levar a gente para Santa Catarina Grande hoje. Essa pessoa Rena Santos. Essas pessoas são os candidatos a deputados federais que a gente tem aqui hoje, que infelizmente eu não faria parte, mas já tô em campanha. Então, bagulho é louco. A gente precisa de vocês. Vocês são soldados, vocês são multiplicadores e a gente vai para cima. É isso aí, galera. >> [aplausos] >> E aí, perguntas?
▶ 00:51:15 >> Bora. Alguém tem que organizar aí. Calma aí. Deixa eu só falar. >> Calma aí. Só pedir uma coisa aqui para vocês. Pessoal, eu acho que isso não vai acontecer aqui porque o pessoal aqui, presta atenção, mas vocês são meio tímidos, né? A galera mais. >> Ah, ó, mas gosta de ouvir primeiro. >> Legal. Mas aí eu vou pedir um cor para vocês sem palestra. Beleza, >> manda a pergunta. >> Quem é que vai? Quem é que vaier aqui? >> Vai lá. Vai, vamos embora. Vamos embora. >> Tudo bem, Artur? >> Tudo bem, Renan? >> Sim, ó. Eh, eu assisto milhares de live
▶ 00:51:47 de vocês, viu, Renan? E sou fã do desde 2014. Mas essa semana vi uma uma live tua com Luca de Graça e assim que me inspirou demais, pensando assim num Brasil diferente e que saia de commodity de tecnologia, fez o resgate do Aton Cena. Acho que foi muito, foi muito interessante esse resgate que tu fez. Eu gostaria que tu falasse um pouquinho, um overview rapidinho dessa live aí que tu fez pensando assim, como que pode inspirar
▶ 00:52:17 esses jovens aqui a fazer o Brasil diferente? realmente assim pensando eh em nós prosperar, ser prolífico daqui alguns anos. Beleza? >> Obrigado. Essa essa eu eu gravei com o Lucas de Graça. Quem sabe quem é o Lucas de Graça? Foi piloto de Fórmula 1, eh, piloto de Fórmula E, fórmula fórmula elétrica. Um cara inteligentíssimo, tá? O Lucas é um sujeito muito inteligente, tentou empreender no Brasil agora na na área de
▶ 00:52:49 bicicletas, fazer umas bicicletas super tech, não consegue, é incrivelmente sabotado, se é obrigado a cair no circuito da zona franca de Manaus. E a gente tava falando daquela possibilidade que eu aventei numa live, acabou viralizando do Brasil ter uma equipe de Fórmula 1. Porque parece pra gente um absurdo falar isso, tipo, por que deveria ser um absurdo? A Índia recentemente teve uma equipe de Fórmula 1 que chamava Force Índia. meio cafona e tal, mas tinha. E e eles participaram, chegaram a vencer corrida como Force
▶ 00:53:19 Índia. O Brasil já teve nos anos 70 uma equipe que era Fitpald. E eu falei, não que o estado brasileiro tem que ter uma equipe de fora ridículo, mas nós temos grandes empresas, porque Fórmula 1 a gente fala é é basicamente produção de motores. Hoje boa parte dos motores são elétricos, aerodinâmica fina de primeira, eletrônicos e poxa, estamos falando de um colosso aqui de Santa Catarina que é a Veg, aliás, fiz uma propaganda de graça pra Veg ali que rodou de vídeo motor veg. Eu falei: "Pelo amor de Deus, vou pedi uma
▶ 00:53:50 comissão lá pra Veg porque eu virei maior vendedor dos casos do Brasil". Mas a real, a gente divulgou isso e aí eu comecei devagar junto com o Lucas sobre essa ideia de um Brasil produtor de tecnologia, de uma região que tem ali, é de onde vem a família do Riso, que é região de São José dos Campos, que tem que ser o Vale do Silício Brasileiro, que é uma região que dá para ter a tem a famosa Vibras, mas tem Embraer, tinha que ter um polo de produtor de materiais bélicos de alta tecnologia, empresas, startups, empresas que misturou
▶ 00:54:20 indústria e tecnologia, ter equipe de Fórmula 1 como Um símbolo de um país que não quer ser visto como a bunda da Anita, como aquele bando de gringo, filho da [ __ ] que vão e põe uma cadeira numa favela. Boa noite, pov que que é uma vergonha que é isso como nós somos interalmente. Um favelão, umas bundas, uns gringos vindo aqui comer as mulheres do Brasil e Danes. Essa é a perspectiva internacional sobre o Brasil. E agora tem umas terras raras que tá todo mundo louco para entregar ou
▶ 00:54:51 paraa China ou pros Estados Unidos, né? O Flávio e o Lula estão tarados para isso. Não. A terra rara, um conjunto de de não exatamente minérios, mas de elementos da esquisitos da tabela periódica que se bem utilizado, você faz semicondutor, você trabalha na indústria abérica, na indústria de tecnologia do mais alto nível. Nós temos que fazer parcerias e gringos que trabalham com as empresas tem que vir para cá fazer transferência tecnológica para empresas em sociedade com empresas brasileiras de brasileiros e produzir isso aqui e não
▶ 00:55:22 pegar simplesmente essas riquezas e entregar como tava tanto o Flávio quanto o Lua Tararos para fazer. Um pros Estados Unidos e outro pra China. Esse Brasil produtor de tecnologia, ele em grande medida tem como existir o capital humano de alta qualidade numa nação que tem quase 210 milhões de habitantes. Existe. A gente só não trata ele direito. Se você é uma pessoa inteligente e trabalhadora, a gente vai tratar de te taxar para você pegar um avião e ir embora e estudar em outro lugar. Ou não é? É isso que a gente faz com as nossas melhores mentes.
▶ 00:55:52 >> A gente tem que reter essas pessoas e dar dinheiro para elas. é reter as mentes e dar dinheiro. Por isso que o todo a lógica do sistema de ensino no Brasil, ela tem que ser alterada de modo a ser um sistema de recompensa aos melhores. E os melhores têm que ser pensados. Uma das coisas que eu até falei numa das propostas é os os alunos tiverem as melhores notas no Enem, eles têm que receber funding para abrir empresa. Ó, ganhou menor nota do Enem. Você vai querer abrir uma startup? A gente vai abrir uma rodada de de investimento em
▶ 00:56:23 você pra pessoa sentir que o caminho não é: "Sou um bom aluno, logo vou prestar um concurso. Sou um bom aluno, vou investir em tecnologia. Sou um bom aluno, vou abrir uma empresa, vou ganhar dinheiro no Brasil." E hoje saiu isso. Essa é um tipo de discussão que vocês não verão nas eleições presidenciais, só verão através da nossa pré-candidatura. A Palantir, que a empresa do Peter Till soltou um manifesto político, não sei se alguém chegou a ler, é o que mais se comenta na direita até que no mundo todo. A Palantir, que é a empresa do Peter um dos homens mais brilhantes do mundo, soltou um manifesto político
▶ 00:56:55 com contornos muito interessantes e também perigosos sobre qual o papel do homem e da tecnologia nesse mundo, o papel do homem e a guerra que virá. O Peter que talvez seja o empresário mais inteligente que tenha, já está apontando para um mundo em conflito em que o empresário servirá o seu próprio povo, usando sua mente e a tecnologia a serviço do seu povo. Ele está falando nesses termos. Nós vamos precisar desses empresários aqui. Nós vamos precisar dessas mentes aqui, porque nós temos território, nós
▶ 00:57:25 temos riqueza, mas nós somos muito fracos. Nós somos terrivelmente fracos. Então esse mundo que virá ambicionar ter uma equipe de até pouco. A gente tem que ambicionar, virar uma potência militar, uma potência econômica, que é o que eu falo pro Brasil sobreviver não é um desejo meu. Entenda não é um desejo meu, não. O Renan quer que o Brasil seja uma das cinco nações mais importantes do mundo. Não. O Brasil só sobreviverá se ele se tornar uma das cinco maiores nações do mundo. Se ele não se tornar
▶ 00:57:57 uma dessas nações, o Brasil será moído pelo que vem aí. Ele vai ser picado, separado em nações menores. Ele vai ficar sobre um regime ou sobre a influência de uma outra potência, porque o mundo se encaminha para isso. Os Estados Unidos fizeram a intervenção na Venezuela. Tá rolando um conflito em Irã. A Rússia invadiu a Ucrânia. A China vai para cima de Taiwan. O mundo já está vivendo isso. Os mais fracos serão atacados pelos mais fortes e as fronteiras globais e as zonas de influência vão ser redesenhadas. Não
▶ 00:58:28 imaginem que uma nação com território tão grande, com uma população de mais de 200 milhões de habitantes, um território rico, produtor de comida, que tem água, que tem energia abundante, não terá problemas. Terá e só vai sobreviver se se tornar uma dessas cinco nações. Se não se tornar, vai acabar dando merda, entendem? Então é mais do que uma ambição, é um sonho, é uma necessidade. A nossas as nossas melhores mentes têm que tornar o Brasil uma das cinco maiores nações do mundo. É isso ou ser escravo no mundo que vai vir aí?
▶ 00:59:00 [aplausos] Parar. A gente vai apresentar os que é >> eu tenho entrevista para dar >> aonde? Aí >> é só seguir ali. >> Tá. >> Já voltamos para as perguntas. Tem alguns anúncios importantes também, porque não adianta só a gente ter gente boa a nível federal, não. >> A gente tem que ter gente boa na ALP representando a gente. A Leste tem um bando de vagabundo e ninguém para lutar de verdade por Santa Catarina. Então eu
▶ 00:59:31 vou anunciar agora um cara que veio de Joinville para cá porque acredita muito no projeto, acredita na visão e eu tenho certeza que esse pré-candidato a deputado estadual ano que vem vai ser deputado estadual. Jo, nosso pré-candidato. Uma salva de aplauso para ele, por favor. [aplausos] Valeu. Obrigado. >> Boa noite, Missão. >> Boa noite. >> Eu queria pedir para todo mundo aqui, pro Mateus, pro Visol aqui, pro Artur, pro Barcelos, toda essa galera aqui do
▶ 01:00:01 Missão. Aquele grito gostoso de guerra. Missão, missão, missão, missão, missão, missão. >> Gente, eh, eu queria deixar bem claro para vocês que a gente vem trabalhando muito, mas muito mesmo. Inclusive eu e o Vissoli, nós estávamos conversando em viagem que essa galera aí do Renan, cadê o Renan? O Renan tá por aqui, tá lá fora lá. Eles vem trabalhando muito, mas muito, muito mesmo, deixando os filhos, esposa, família, negócios. Alguns são
▶ 01:00:33 empresários. Eu também sou empresário, mas aceitei o desafio de estar com o povo, de trabalhar pelo povo. E eu queria perguntar para vocês se alguém aqui conhece São Paulo. Quem que conhece São Paulo? Gente, nós estamos no Paraíso. São Paulo, Rio de Janeiro, é loucura, é prédio, é ponte, é pção, é [ __ ] é tudo. Então, gente, vamos valorizar o nosso estado. Agora, eu queria deixar bem claro o negócio que eu queria colocar aqui para vocês.
▶ 01:01:03 Eh, tem uma uma lei que virou uma lei aí que é direita e esquerda, né? O 13 e o 22 é Lula ou Bolsonaro. Gente, tá todo mundo cansado. Nós do Missão somos uma via direta e expressa vitória. Não sei se vocês entenderam. Nós somos uma opção diferente. Chega de ser enganado pelo PT, pelo PL. Nós somos diferentes. Nós estamos
▶ 01:01:34 trabalhando todo dia igual a vocês. Igual vocês. E quem que falou aqui sobre a calçada em atravessar? Gente, você não encontra por aí? É só esse povo aqui que trabalha, que é educado. Eu vou dizer para vocês. É Chapecó. É lindo. Gente, eu fiquei surpreso. Olha, vocês estão de parabéns. O povo que trabalha, genteita. Agora, o que que nós precisamos? Que vocês tenham esse ponto de vista, tá? Nós estamos
▶ 01:02:04 cansados de ser enganado. Lula, Bolsonaro, nem vou falar aqui, né? Posso falar? >> Lula, Bolsonaro, vai tomar no cu, gente. Nós somos a próxima via. Nós somos a próxima via. A onda é missão. Então eu já deixei esse recado aqui para vocês e quero agradecer a presença de todos e deixar bem claro para
▶ 01:02:34 de ouro. Ok gente, um grande abraço para vocês aí. Tá bom. Obrigado. >> Bravo, bravo. A gente tá bem servido de pré-candidato em Santa Catarina. Ainda tem o Jordan, tem o Rafael também. Bravo demais. E agora eu vou para mais um cara bravo indo de Biguaçu. Ele é também é pré-candidato a deputado federal, assim como eu, e é um cara que eu espero ter no congresso junto comigo ano que vem. Com vocês, Wagner Visori.
▶ 01:03:04 [aplausos] >> Boa noite, Chapecó. >> Bom, prazer aí, Felipe. Agora no time, no time de federal, nós vamos botar para quebrar, tá? Muito bem. Eh, tavam falando aí em pesquisas que nós não ia fazer 2%, nós já estamos com sete e eles estão só de olho, Renan, em nós, só de olho, entendeu? E eu vou falar para vocês o seguinte, o jovem tá cansado, o jovem que quer viver
▶ 01:03:36 no Brasil hoje monta uma empresa, é sufocado pelo sistema tributário. O jovem hoje no Brasil quer ir embora do Brasil. Ou vocês querem ficar aqui do jeito que tá hoje, quer ir embora. Temos que mudar isso. E nós vamos conseguir mudar isso. Vou falar para vocês aqui. O velho sistema da política apodrecida tá só de olho no missão. Assim que nós conseguir logo logo chegar nos 14% das pesquisas. Nos 14, presta
▶ 01:04:09 atenção nesse número, no 14 por nos 14%. Nós vamos fazer um chamado para todo catarinense, o oeste catarinense, enfim, todos. Nós vamos virar esse jogo e vai começar aqui por Santa Catarina. [aplausos] Renan, você vai ver Santa Catarina que vai começar subir as tuas pesquisas vai ser aqui e foi e é o primeiro município
▶ 01:04:39 que você tá chegando. É Chapecó e vai ser por aqui. Então pessoal, quero agradecer muito, Renan, a oportunidade de fazer parte desse time, um time que foi construído lá atrás, o time que derubou Dilma Russef e que ninguém fala que acha que é o bolsonarismo. Meus amigos, fico agradecido. Amo nossa cidade de Chapecó. Morei aqui por 7 anos. Esses deputados federais aí de videozinho que ficam fazendo aí vão
▶ 01:05:09 cair porque nós vamos eleger deputado federal. Amo o nosso estado. Fiquem com Deus e até a próxima vinda a Chapecó. Grande abraço. [aplausos] >> Agora pergunta, ó, galera, se demorar muito na pergunta, enrolar, todo mundo começa a gritar como vota deputado. Fechou? Ah, boa noite a todos aqui. Boa noite, Renan. Boa noite. Ah, eu eu sempre falo das propostas Renan para pros meus
▶ 01:05:40 amigos, pessoas assim, e eles, a primeira coisa que eles falam é: "Ah, como que você vai combater? Não vai dar para fazer. Como que você vai combater eh as oligarquias lá do Nordeste e tal?" E eu queria saber como que você pretende tirar esses caras que já estão em rais lados do sistema, né? E combater eles e tirar eles de uma vez lá. Essa sempre é a pergunta, sabe? A mais difícil, a pergunta do como, né? Como nós vamos fazer isso? >> Vai para passar,
▶ 01:06:11 [risadas] >> porque ela pressupõe o seguinte, um que você concorda com o plano, que o plano é legal, mas que há inimigos pro plano ser executado. Primeira coisa que eu aprendo com a vida, cara, inimigos você tem desde o momento que você nasce. Viver é luta e viver sofrimento do dia um até o momento que você morre. A única coisa normal que tem é você tá vivo. Viver é uma é uma experiência. Viver é uma experiência acima de tudo,
▶ 01:06:41 viver experienciar a existência e isso é algo único e você tá lutando contra o peso da gravidade, contra todas as dificuldades. Então vai ser difícil para [ __ ] E o mais provável de tudo que a gente faz é sempre que a gente não vai conseguir. Era mais provável que a gente não derrubasse a Dilma com as manifestações. Era mais provável que não montasse de partido. É mais provável, hoje de acordo com as petas que eu não ganhe a eleição. Mas a gente vai derrotando as improbabilidades. E aí começa a primeira coisa. Se eu ganhei a eleição, significa que eu derrotei as
▶ 01:07:11 probabilidades e que eu teve 50% mais um dos votos, no mínimo, lá no final de outubro. Certo? Isso significa que nós vamos ter eleito uma bancada bem grande, porque nós fomos o principal tema da eleição e nós pautamos deputados de outros partidos também. Portanto, nós vamos fazer uma coalizão que vai chegar ao poder. Eh, eu não gosto de entregar o plano, mas eu sou muito transparente, eu vou entregar. Primeira coisa que nós vamos fazer é colocar certas regiões do Brasil, favelas, porto de Santos em estado de defesa. Vamos passar as leis penais e a e as alterações nas leis de
▶ 01:07:42 execuções penais pra gente destruir o crime organizado. Enquanto a gente passa a nossa reforma fiscal, que eu pretendo inclusive passar na transição. A reforma fiscal vai fazer as pessoas perceberem o dinheiro delas valer mais, vai ter fluxo de capital estrangeiro pro Brasil e vai começar a ver, começaremos a ver investimento de longo prazo aqui, porque nós teremos fundamentos econômicos para isso. E do outro lado, as pessoas vão começar a se sentir mais seguras nos primeiros 4, ces. O que que um presidente quando faz isso, ele ganha? Ele ganha uma coisa chamada capital político. A gente vê o
▶ 01:08:13 falar: "Ah, o fulano tem capital político". Capital político não se guarda no banco. Capital político é a força política que você acumula na base de aliados e dentro de uma democracia na base das pessoas aprovando o seu projeto. Pessoas que são vans, estão procurando fama, t medo de gastar o capital político. Eu vou fazer uma coisa só com o meu capital político. Eu vou gastar ele todo, fazendo aí sim essa reforma administrativa. E houve um cara que fez isso já na história brasileira
▶ 01:08:43 recente para falar de democracia e é um cara que eu não concordo com tudo. Dito isso, foi um cara que fez algumas das coisas mais improváveis da nossa história, que é o Fernando Henrique Cardoso. Fernando Henrique Cardoso passou reformas que atacavam o centrão no coração deles. Alguém aqui já ouviu falar de lei de responsabilidade fiscal? Coloca na cadeia administrador público que faz mal versação do dinheiro, que não cuida das contas públicas. Imagina isso. É um tiro no coração do centrão na época. Isso obrigou no mínimo, os
▶ 01:09:13 prefeitos cuidarem das contas públicas, mesmo com dinheiro alheio. Aquilo já foi uma revolução. Ele passou naquela época privatizações, concessões. Ele gastou o capital político dele inteiro que ele ganhou em eleições no primeiro turno contra o Lula, fazendo isso. Então, veja, se o Fernando Henrique fez, eu vou fazer. Nós podemos fazer. Nós temos condições diretas de fazer. Um presidente tem que gastar seu capital naquilo que vai alterar a sua nação, destruir o crime organizado, resolver as
▶ 01:09:43 questões fiscais do Brasil e fazer uma reforma administrativa. Alguém sabe de que que reforma é essa que eu tô falando? Que eu tô falando tantas vezes vocês não sabem. Vocês sabem da minha lei de responsabilidade gerencial, quem sabe o que quer levanta a mão. Pô, ninguém sabe. Então vou explicar. Vocês querem saber como resolver o centrão? Na minha visão, a base do centrão é duas coisas. Um, um deputado federal que é eleito comprando voto e vai lá para Brasília, lá ele pega milhões e milhões de emenda e manda direto paraa cidade dele. O que que essa
▶ 01:10:15 emenda traz? Ela vira um dinheiro que é executado por prefeitos ligados a ele, prefeitos do centrão, que roubam uma parte aqui, vira caixa dois para comprar o voto das pessoas nas eleições. Vira capital, capital que capital, grana. E aí você mantém uma máquina política em que o prefeito compra o voto da população, faz um show do Safadão, fica com o Pires na mão indo no governo federal pedir mais dinheiro e ele não precisa entregar nada. Foi o que eu vi no Maranhão, foi o que eu vi no Rio
▶ 01:10:45 Grande do Norte, foi o que eu vi no Ceará, é o que eu vejo, por exemplo, em partes de Minas Gerais, São Paulo tem cidades assim também, Carapicuíba é um exemplo. E como é que funciona esse esse tipo de coisa? A população vive na merda, os índices de educação são uma droga. O prefeito não tem nenhuma responsabilidade em aumentar a intimidade econômica da cidade paraa cidade gerar mais recursos. Nenhum. Não há cobertura de esgoto, não há investimento em infraestrutura. Ele não é amigo dos do dos dos empresários da cidade para fazer eh implementos, seja
▶ 01:11:16 na área de infraestrutura, seja em aumentar segurança, limpeza, não atrai capital humano de qualidade, ele não faz nada que interessa pro prefeito. Ele só executa a emenda do deputado e jogo que segue com pro vol da população. E sabe qual é a real? Todos esses caras são reeleitos. A característica do centrão é que esses caras são reeleitos. E esse é o maior problema do Brasil. De longe. Maior problema do Brasil é esse. Nenhum outro problema chega perto desse. E pior ainda é que essas cidades elas vão se multiplicando porque esses prefeitos vão se emancipando aí surgir outra e outra e
▶ 01:11:46 outra cidade, elas não se sustentam. E é e é essa conta que vocês estão pagando. Quando eu falei no começo aqui da conta que é paga é essa. A reforma que nós vamos fazer é muito simples. As pessoas levanta a mão. Quem é que acha que a população sabe avaliar o desempenho de um prefeito? Ele falou, ele acha, eu vou discordar totalmente de você. Você falou inclusive que você se mudou para cá, certo? Você veio de outro estado. Você é vítima dessas decisões que foram tomadas pelas populações. Você é de que estado?
▶ 01:12:17 Pernambuco. >> Pernambuco. Pô, eu tive lá cidade. >> Qual cidade você teve? >> Garan. E olha que não é tão ruim Guaran Gustar. Uma boa cidade. Dito isso, a administração pública na maior parte das cidades é um horror. As pessoas não sabem avaliar, voltam errado e as cidades são insustentáveis. O que nós vamos fazer que é muito simples. Todo município tem um conjunto de indicadores que ele é obrigado a entregar. Se ele tem 10% de cobertura de esgoto, ele tem que subir para 20 nos próximos 4 anos, certo? Se ele tá três
▶ 01:12:49 pontos abaixo da média do ranking do SAEB e do ensino básico, tem que subir para no mínimo um ponto abaixo, certo? Você tem metas de desempenho que são determinadas pelo pode ser o IPEIA, pode ser o IBGE e os prefeitos têm que executar. Se ele executa, ele ganha as pontuações dele, ele melhorou a vida nas pessoas objetivamente. Entenderam? O indicador tá medindo, fez isso, pode concorrer à eleição. Não fez isso. Ele fica inelegível por 8 anos. O partido dele também fica inelegível
▶ 01:13:20 naquele município por 8 anos. E se por duas dois mandatos o prefeito daquela cidade não consegue melhorar, seja o prefeito A, o prefeito B, os índices da cidade, o governo federal vai colocar um interventor vindo de outro lugar do Brasil para administrar aquela cidade por 4 anos e colocará novamente na rota. Colocou na rota, voltam a voltar para para prefeitos. Que que isso faz? Todos esses caras que vivem de roubar dinheiro de vocês aqui em Santa Catarina, esses prefeitos ladrões,
▶ 01:13:52 ladrões de emenda que a base da política brasileira é o ladrão de menda, >> Rodríguez, >> todos esses caras vão ficar com medo, eles vão ficar inelegíveis. Segunda coisa, o tal do fundo, vocês sabem aqui sabe como eh é determinado o fundo partidário, o fundo eleitoral? Quem sabe? Al, >> fundo. Quando quem determina o fundo partidário e o fundo eleitoral, quem determina qual é a regra? >> Exato. Número de deputados federais. Isso vai ser mudado. Esses mesmos pontos
▶ 01:14:24 que um político ganha, um prefeito ao melhorar a vida das pessoas objetivamente são os pontos que vão ter determinar ponderado pelo número de habitantes daquela cidade, qual o fundo partidário que o partido do prefeito recebe. Ou seja, em vez do partido focar em lançar o caneta azul para deputado federal para ganhar dinheiro, que é o que eles fazem, o partido vai querer colocar bons administradores públicos nas cidades para ganhar pontos com os pontos que melhoram efetivamente a vida das pessoas. do partido tem mais dinheiro e você cria um ciclo que é o feedback
▶ 01:14:54 loop. É o loop de feedback em que quanto mais dinheiro você tem, mais você investe em ter melhores administradores. Com melhores administadores você tem mais dinheiro. É isso. É um sistema de incentivos positivo. Com base nisso, o dinheiro que é extraído de vocês aqui começa a ser racionalizado até o ponto de vocês não precisarem mandar tanto dinheiro pra federação. Vocês entenderam? Porque os lugares passam ser o quê? Autosustentáveis. E com base nisso a gente altera a democracia brasileira. Essa é a única
▶ 01:15:24 maneira. Ou é isso ou o Brasil vai separar mesmo, porque não faz sentido. Não faz sentido um prefeito no interior do Piauí, no norte de Minas, não ter meta nenhuma para bater, se reeleger comprando voto e no final aparece com pires na mão pedindo mais dinheiro que foi tirado de vocês. Vocês entenderam isso? Tá ruim pro cara que mora na cidade dele, tá ruim pra pessoa pobre que quer trabalhar e quer arrumar um emprego, precisa migrar para outro lugar. Tá ruim para você? Tá ruim para todo mundo. Para quem que tá bom? Só para esses políticos. Com essa reforma
▶ 01:15:55 nós fazemos uma revolução. Eu preciso ganhar para fazer essa [ __ ] Porque olha só, se eu deixar o dinheiro na mão de vocês aqui, vocês vão saber o que vocês fazem. A vida vai andar. É ou não é? Vocês sabem se virar. Eu preciso falar uma coisa que é o óbvio. É, deixa eu ganhar essa [ __ ] que eu vou arrumar briga com aqueles caras lá. Eu vou brigar com eles. Eu vou libertar as pessoas do Nordeste. Eu vou libertar as pessoas do norte. Tem muita gente boa lá, é gente legal para [ __ ] que vocês vão gostar porque tem gente trabalhadora, tem gente procurando emprego, não encontrando.
▶ 01:16:26 E essas pessoas são aliados. Eu quero ir lá lutar com eles, porque derrotando os políticos que estão basicamente escravizando essa galera, eu liberto vocês. E esse é o jogo, esse é o pacto. Vocês caem mandando gente paraa Brasília só para enfrentar o comunismo. Pelo amor de Deus, cara, que é isso, né? A agenda dos candidatos aqui é deputado da direita do Sené. Não, o comunismo. Vou lá enfrentar. Tem comunismo, brother. Os caras, os prefeitos estão roubando. Vocês estão no PL do Flávio, estão no
▶ 01:16:58 PSD do Caiado. É o centrão, o cara que tá sugando o teu dinheiro. Fica só aqui. Olha o comunismo, cuidado. Como enquanto isso tem um cara do Seitrão te roubando. É isso que eu vou fazer. Eu vou para essa guerra. Vou gastar todo o meu capital político nessa guerra. E com essa reforma muito partido político vai topar. Porque o partido que quer trabalhar para chegar ao poder, que existe mesmo no centrão, ele se adapta. Quem não vai se adapt adaptar são os vagabundos. Mas aí nós vamos ter que jogar o jogo e vamos fazer tudo necessário. É isso.
▶ 01:17:29 [aplausos] Boa noite, minha pergunta seria como se se no seu eh plano de governo tem algum projeto para inclusão de pessoas surdas ou para pessoas como, por exemplo, a gente tem muitos imigrantes aqui, no caso, eh, venezuelanos, ananos, e como levar a educação para essas pessoas, não só para elas, mas para outras pessoas em todo o Brasil que não tem acesso à educação, como falta de professor, escolas
▶ 01:18:00 precarizadas, falta de vagas em inúmeros locais. Bom, eh, eu vou te frustrar um pouco porque a nossa política nessa área ainda não tá pronta. A gente tá conversando inclusive sobre políticas também para autismo, tá? É uma parte que vai sair no livro amarelo final que vai ser meu plano de governo. Então, eu não tenho como te responder agora. Qual é essa política pública para isso? Não tenho como te falar, não vou meter um enrolation para você. Sobre imigrantes e mais assistência. Veja, eu não estou
▶ 01:18:30 rodando o Brasil considerando que nós somos um país hoje para buscar dar assistência para imigrantes. E por quê? Porque nós estamos nessa posição. Nós estamos muito pobres. Nós não estamos dando assistência para brasileiros. Eu entendo uma uma massa de imigrantes venezuelanos e haitianos que vieram para cá por conta dos regimes políticos deles. Pois bem, a com todo respeito, a Venezuela foi liberta. É hora das pessoas retornarem para reconstruir os seus países. Tá muito caro. A taxa de
▶ 01:19:00 impostos que nós estamos pagando, a alíquota do IVA que tá pintando pra gente, o custo financeiro de viver no Brasil tá muito grande para uma das prioridades do presidente da República ser pegar maneiras de reintroduzir agora uma um grupo de imigrantes que chegaram, cara, os que estão aqui, vamos cuidar da melhor forma possível, vamos tentar entregar para trabalhar. E boa parte é trabalhador, boa parte dos haitianos e mesmo dos venezolanos é uma massa de pessoas que veio trabalhar integra com o que tem, mas pensar em criar novas políticas públicas, meu amigo, a gente
▶ 01:19:30 não tá nessa posição definitivamente. O número de fraudes que nós temos no BPC, e o próximo presidente vai ter que fazer isso. Fraude no BPC e fraude no INSS tá rolando na casa das dezenas de bilhões. Monte de gente fingindo diagnóstico de autismo para pegar salário mínimo, para pegar renúncia fiscal para comprar carro. Um monte de gente que tem doenças concretas, problemas físicos, gente que é PCD, que não tá conseguindo conseguir conseguindo um laudo e autorização para pegar um benefício, porque tem malandro
▶ 01:20:00 fraldando isso aos montes. E não tô falando de imigrante falando, falando de brasileiro fazendo isso. Nos coloca na seguinte posição. Eu tô na hora agora de cortar coisas, cortar fraudes, cortar malandragens, deixar o estado brasileiro ágil e capaz fazer o dinheiro sobrar no bolso das pessoas, dos empresários para investir, para depois eu ver o que mais eu posso oferecer de assistência. Nós não podemos ser um estado assistencial, ainda mais para não brasileiros, com todo respeito aos não brasileiros, nós não podemos ser estado. E ainda tem mais um elemento, cara, meus avós, vou dar
▶ 01:20:31 usar eles de exemplo, vieram pro Brasil. Sei falar [risadas] português, tirando o o que era Portuga, que veio Brasil, setor assim, veio descalço. Os que eram italianos veio para cá, foram trabalhar em São Paulo e se viraram. Não tinham assistência nenhuma naquela época. O cara tá chegando hoje num período que o governo brasileiro já tá dando bolsa à família pro imigrante. O Lula já fez uma polícia que o cara tem facilidade para retirar bolsa família. Os caras conseguem no lô, os caras chegam no Crash, já tem facilidades que os imigrantes que vieram aqui 70, 80, 100 anos atrás não encontraram. Então esta não é uma prioridade pro
▶ 01:21:02 nosso governo. Infelizmente não tem como ser. A gente não tá nessa posição. Mas é isso. Espero ter te respondido. Obrigado. [aplausos] >> Boa noite. >> Com todo respeito, posso subir aqui? A pergunta é para todos, não só para você. Show. Não é show, eu prometo. Fernand, todos os todos os seus projetos, todas as suas pautas, eu acredito que são problemas maiores. Existe um problema
▶ 01:21:32 maior que todos esses. Você falou ali a questão do Enem, a questão de educação, a questão de as pessoas não saberem hoje julgar se um prefeito ele tá sendo bom ou não pra gente. E tudo isso acredito que o maior problema tá na nossa educação. Como a gente pode resolver isso? Hoje as escolas, teve um caso agora no Bom Pastor, uma escola que tinha pecos professores que amarraram os alunos nas cadeiras, que todo mundo viu isso. Então eu acho que o problema mais profundo que afeta todos os brasileiros que exportam as crianças que vão volcar no nosso país é a educação. Eu quero
▶ 01:22:03 saber qual que é o seu plano para isso. O que que vocês acham também de tudo isso da educação? >> Boa pergunta. Olha só, eh eu não posso eh priorizar um tema sobre outros. A, essa reforma administrativa que eu tô falando é uma revolução nos instrumentos de poder que vão determinar se eu vou conseguir ou não fazer uma política de educação. Eu que vão determinar na prática se um secretário de educação sério vai est tocando uma prefeitura no interior de Minas ou se vai ser um picareta desviador de emenda. Então, a questão política ela importa tanto quanto a questão da educação, ela é uma
▶ 01:22:34 questão que ela sempre é empurrada com a barriga porque ela não gera consequências eleitorais de curto prazo. E ela parte da seguinte premissa: o brasileiro não liga pra educação. Entendam uma coisa, ninguém vai ganhar nenhuma eleição falando de educação, porque o povo brasileiro não dá valor pra educação. Mas, mas não é só que não tem educação. Por várias razões o brasileiro na média não deu valor, mesmo percebendo que a pessoa que estuda mais consegue uma vida melhor. São erros, são problemas culturais que nós vamos ter
▶ 01:23:04 que atender. Aí você falar: "Ah, mas é via educação, é também via educação." E o sistema educacional brasileiro é um lixo. É um lixo. Ele é muito ruim. E eu não vou ficar fazendo a defesa só porque na construção tá dizendo que ele é universal. Ah, é universal, igual o SUS. Ai, o nosso SUS é universal. Nosso SUS é problemático, graças a Deus. Tá vendo inteligência artificial agora, tá? Eu vi, acabei de ver o que o Bukelli tá fazendo em Salvador. Vai dar para fazer uma revolução usando inteligência artificial, usando machine learning na parte da saúde e o SUS que é centralizado, terá uma vantagem. E nós
▶ 01:23:34 precisamos fazer uma revolução na educação. Premissas para resolver educação. Primeiro, não há autoridade do professor em sala de aula. O professor tem que retomar a autoridade dele na sala de aula. Isso significa que alunos poderão repetir de ano, que o professor vai poder expulsar o aluno na sala de aula dos pais dos alunos problema, [aplausos] o pai do aluno problema vai em última instância perder benefício do governo se ele tiver caso ele não ajude a resolver os problemas com o filho. Primeira
▶ 01:24:05 coisa, porque reparou que é a mesma coisa que eu falei pro prefeito, você tem que dar uma saída boa se ele bate a meta e também uma punição se ele não participa das coisas. E os pais têm que participar disso. Nós temos que puxar, como eu disse, o brasileiro, as famílias brasileiras não dão valor paraa educação. Temos que puxar eles paraa educação. Como sistema de incentivos. Eu vi isso inclusive acontecer na mão, veja só, de um prefeito do centrão. Foi em Santa Inês ou em Bacabau? O riso para me lembrar aqui. Bacabau. >> Foi em Bacabau em Bacabau. Eu vi isso em
▶ 01:24:35 Bacabau, um lugar que tem 19.000 alunos nas escolas públicas. O prefeito falou o seguinte: "Os 2000 melhores alunos, eu vou dar um prêmio de R$.00." E conversei com pais, ele disse: "Não, meu filho tá ralando que ele quer fazer uma viagem com esse dinheiro". Que que isso fez? O filho tem um estímulo para o pai financeiro baseado no desempenho dele. Não é o pé de meia do Lula que tá pagando por frequência. Só aparece lá, não faz nada e ganha uma grana. Não. Os melhores ganham. Os melhores são reconhecidos por isso.
▶ 01:25:06 Além disso, os melhores alunos têm que ser separados e aí tem que ser dadas a dado a eles a oportunidade de estudarem nas melhores escolas particulares do seu estado, porque aí a gente não precisa ter mais cota. Se eu achei um menino negro que mora num bairro humilde e que tá tirando nota alta e ele passa nos provões que nós estamos fazendo, nós já vamos pegar ele e vamos colocar na escola particular e nós vamos fazer ele concorrer a igualdade e condições com qualquer um para você não precisar de ter cota, porque aí o talento e o mérito estão
▶ 01:25:37 sendo reconhecidos. Isso é uma política séria se fazer e não demonstração de virtude com a política de cotas. Outra coisa, nós temos que voltar com o método fônico, que é o método de aprendizado que os nossos pais e boa parte da galera aqui aprendeu a ler e escrever. Isso foi retirado da maior parte dos colégios brasileiros. As crianças estão aprendendo métodos alternativos de alfabetização e não estão aprendendo ler e escrever. O estado do Mississippi nos Estados Unidos conseguiu fazer isso e subiu no top five do ranking educional americano só fazendo este básico. É
▶ 01:26:07 voltar com básico. O professor com autoridade, com método certo, com currículo simplificado e com família sendo levada a estudar junto. Diretores das melhores escolas vão ser premiados, alunos das melhores escolas públicas vão ser premiados e diretores das escolas piores serão afastados. E outra coisa, criar escolas públicas de excelência ao modelo americano, com vestibulinho para essas pessoas oriundas das escolas públicas, as pessoas humildes, para ir para aquela super, sabe aquela escola
▶ 01:26:38 que o Troy do High School Music ia com a jaquetinha bonitinha, pista de atletismo, super escola, escola de elite, escola do professor Xavier dos X-Men e pública para pegar esses melhores alunos, desses talentos, meninos humildes com QI alto e falar: "Vocês têm uma casa, vocês vão estudar aqui, vocês vão morar aqui, eu vou formar um milit". Isso é fazer a pessoa que tá saindo da base subir pro topo. E são essas escolas de excelência que nós precisamos ter com esse desenho todo e com o ensino médio no o ensino técnico
▶ 01:27:10 profissionalizante no ensino médio, a gente redesenha o modelo educacional brasileiro e nem precisa investir muito mais. O dinheiro já existe, é porque o dinheiro é muito mal aplicado. Então é isso que a gente pretende fazer. >> [aplausos] >> É, boa noite a todos. Boa noite, Renan. Boa noite >> Eh, eu tenho uma dúvida. Minha minha pergunta seria mais em relação à segurança, pergunta técnica mesmo. É, a
▶ 01:27:40 gente sabe que não é uma realidade aqui no estado, mas muitas forças policiais, principalmente Rio de Janeiro, coisa, tem uma relação muito próxima com o crime mesmo. Inclusive o o seu rival inclusive é bem próximo de dessa galera. É, eu queria saber como a gente pode eh dar poder pras para pras puristas fazerem o que tem que fazer, mas ao mesmo tempo ter algum um controle assim para evitar que façam merda aí. da mesma, é da mesma maneira em que nós
▶ 01:28:10 vamos evitar também que uma pessoa volte a cometer crime. Nós precisamos ter penas duras e certeza na punição. O cara é miliciano no Rio de Janeiro. Porque se no Rio de Janeiro você sendo um traficante, você sabe que é várs e não vai acontecer nada com você, imagina quando você é um policial de elite. O Adriano da Nóbrega, ele citou aqui a um concorrente, o Flávio Bolsonaro era amigo do Adriano da Nóbrega que é um super milicião, ele foi um policial do BOP. Para entender a história do Adrão da Romel, alguém já ouviu falar da história desse cara? O cara é um super policial de elite que ele participou lá das invasões nas favelas, ele tocou, pô,
▶ 01:28:41 tô invadindo aqui. Eu bem que podia virar o dono da boca no lugar do traficante. Eu bem que podia usufruir do controle político daqui. Vou ficar rico. Aí ele montou o escritório do crime e ele tinha certeza absoluta da impunidade. Virou assassin de aluguel e tudo mais. E ele também empregava mãe e esposa, o Artur que me corrija, no gabinete do Flávio. E aí elas também tinham um prazer de doar o salário pro Flávio, porque elas acreditavam muito no trabalho desse importante líder da direita brasileira. É óbvio, é óbvio, óbvio, óbvio. Mas o que que acontecia ali? A certeza absoluta na impunidade,
▶ 01:29:14 certeza total e completa. E dois, uma sociedade completamente despida de confiança. No Rio de Janeiro, as pessoas estão procurando o tempo todo uma maneira de passar a perna no cara, no vizinho, né? Já tem aquela piada que faz, se você, se você não tá passando a perna em alguém, quer dizer que alguém já passou a perna em você e você não percebeu, que é um sentimento total de falta de confiança mútua. Pois bem, a confiança vem do sistema de um sistema de relações sociais que se torna previsível, em que umas pessoas começam
▶ 01:29:44 a transacionar e confiar em deixar a porta aberta da casa, em ir na rua, como a gente viu em São Miguel do Oeste, saber que não vai ser assaltado, que não vai ser roubado, que uma polícia é um cara com uma caixa de som gigante roubando o espaço, ou seja, impondo uma cultura de lei e ordem. E a cultura de lei e ordem, ela sempre vem primeiro com a autoridade. Existe um líder, v falar líder, qual o cara que você mais se inspira? É o Buquell, é o Milei. É um cara que chamado Lian. Alguém já ouviu falar desse cara? Ninguém ouviu. Leiam sobre
▶ 01:30:15 esse cara. é o homem que transformou Singapura, talvez no país hoje mais incrível do mundo. E ele começou falando o seguinte: "Eu vou disciplinar tudo. Você jogasse uma bituca de cigarro no chão, você ia preso. Jogou um chiclete no chão, você ia preso. Porque primeiro você cria o hábito através do medo da punição. Depois aquilo na disciplina vira cultura. Com a cultura os hábitos bons surgem. Então você primeiro sabe aquela coisa, eu preciso fazer exercício físico, po. Aí você tem que ir pra academia falando, vou ficar gordo. Alguém briga com você,
▶ 01:30:45 fala não, eu vou. Uma hora vira hábito e o hábito vira essa cultura. Nós vamos precisar do do ponto inicial do estabelecimento de uma cultura de lei e ordem. >> E isso é a autoridade do estado chegar para todo mundo, pra população que não confiam nos outros e pro policial que eventualmente queira cometer. Queria me avisar, meu brother, você vai se [ __ ] Você vai fazer isso. Você vai se [ __ ] E só que se você for um herói em campo de batalha, a sociedade inteira vai te reconhecer. que é dá de um lado a porrada, mas no outro também dá o estímulo positivo. Sistema de estímulos e recompensas, o básico do básico. Isso vai acontecer até
▶ 01:31:17 porque a maior parte dos policiais em todo o Brasil, os policiais militares são muito honestos. a maior parte e são pessoas que carregam uma arma no bolso, que carregam um dilema, que tem a tentação do uso errado do poder. A maior parte das pessoas renuncia essa tentação. E eu acho que dando agora os estímulos corretos, se o cara que é vagabundo e entra na corporação para ser malam, ele vai ter medo. [aplausos] >> Boa noite, Ran. Boa noite, galera do
▶ 01:31:47 MBL. Queria eh agradecer aí pela vida de vocês, parabenizar aqui todo mundo. Bem-vindos à nossa querida cidade. É um prazer ter vocês todos aqui. Minha pergunta seria referente a o seu sua proposta para imigração, tanto interna quanto externa. Eu temo que o Brasil tem muitos problemas, mas eu temo que a gente faça pelo terror que a Europa passa hoje em dia, sabe? Crimes, legiões cometidos por imigrantes e a impunidade absoluta que eles têm lá. queria saber qual que é a sua proposta para imunção externa que a gente tá tendo aqui.
▶ 01:32:19 >> Honestamente, a gente já tem muita, muito brasileiro já cometendo crimes edos. A nossa conta tá tá preenchida por brasileiros mesmo. Eh, eu não acho que os imigrantes hoje ocupem a maior parte das estatísticas, como acontece em muitos lugares na Europa, em que boa parte dos crimes violentos, crimes de natureza sexual aconteçam tocados por imigrantes. Por exemplo, a maior parte dos crimes sexuais cometidos eh na Suécia, países lógicos, são feitas por imigrantes que vêm ou da África sub-saariana ou do universo islâmico, que a gente sabe que é isso, todo mundo sabe que é e os políticos lá locais têm onde de falar disso. E dito isso, esse
▶ 01:32:50 ainda não é um problema. poderá ser. Se o Brasil crescer economicamente, será um problema. E eu acho o seguinte, nós temos problemas demais aqui dentro do Brasil. Nós não estamos no momento de sair recebendo imigrante. E mais, porque tem gente fala: "Ah, mas aqui é uma nação de imigrante". Foi uma nação de imigrante. Tudo tem seus momentos. Agora é o momento que nós estamos nos consolidar com uma das cinco maiores nações do mundo. Como eu disse, se vier o tal do nômade digital investir e montar uma startup no Brasil, quiser montar uma empresa, seja bem-vindo.
▶ 01:33:20 Vamos ajudar o cara a trazer a grana dele, botar a grana dele aqui. O cara quer trazer o script dele lá, montar uma empresa e vê bem-vindo. Agora, pronteira aberta, não acredito. Isso não vai acontecer conosco. Muito pelo contrário, a gente vai ter muito controle nesse departamento, porque agora virou questão de segurança nacional no mundo, cada vez mais em guerra e nós temos que nos proteger. [aplausos] >> Mais três perguntas. >> Vai, vai, vai, vai. Rápido, rápido.
▶ 01:33:50 Pergunta. Eu queria ver posicionamento sobre a aplicação atual das leis ambientais. Hoje a gente tem produtor satuado com base apenas em imagens e satélites, sem vistoria técnica ou análise de contexto. Como tu avalia esse modelo de fiscalização e que mudança tu considera necessária para garantia de jurídica do produtor? Eu tô vendo muito, muito abuso. Até teve um deputado gaúcho, vocês chegou a ver o vídeo dele comentando sobre os abusos do Ministério Público do Trabalho, que isso é de outra natureza, mas a gente veio aconteceu usando drone também nas propriedades.
▶ 01:34:21 Eh, legislação, a legislação ambiental brasileira e o Código Florestal, em tese, quando bem respeitados, não deveriam gerar problemas pros nossos produtores. Mas rodando o Brasil, eu vi uma indústria que foi criada na punição disso. E eu volto a colocar o que eu falei dos policiais. Nós temos que ter lei e ordem clara e um estado amigo de quem trabalha e produz. O estado tem que ser amigo do trabalhador rural, do trabalhador do campo. Isso é nítido. Só que isto não acontece por conta do duas coisas. Uma, existe uma ideologização de
▶ 01:34:52 órgãos governamentais pesada. E o Ministério Público do Trabalho, que eu sei que não é o tema da sua pergunta, mas tem a ver, ele é altamente ideologizado. E eu ouso dizer que a maior parte das violações, inclusive é direito de propriedade que acontece no Brasil, se dão através da ação do Ministério Público do Trabalho contra agricultores rurais. Criam espantários com base em alguns agricultores e com base nisso saem fazendo os maiores terrores possíveis. Então esse para mim é um tema que é um tema que ele é ele é central porque o agro pra gente é central no nosso projeto de desenvolvimento e o agro precisa ser bem
▶ 01:35:22 tratado. Óbvio que tem que ter fiscalização ambiental. Isso deve existir porque o Brasil é uma nação séria. Isso ajuda a gente ter certificados internacionais. Agora a autoridade pública que atua, primeira coisa, baseado em ONGs e em campanhas internacionais de sabotagem agricultura brasileira. E a autoridade que faz uso desse poder, às vezes com agricultores que estão numa posição hipossuficiente, como por exemplo agricultor que à vezes nem sabe se defender em termos legais. Cara, o estado brasileiro tem que ser muito duro sobre esse cara, altamente duro. Tem que ter uma legislação pesada. Eu tava conversando inclusive com a
▶ 01:35:53 galera que tá criando a nossa legislação sobre ong gringa e eles sabem, Renan, os caras reforçam o trabalho político deles no Brasil através de gente deles, com a mentalidade deles dentro de órgãos federais que fazem e fiscalizações e com essas fiscalizações eles relativizam do direito de propriedade até o trabalho do produtor, geral transformam a vida do cara no enfermo, colocam multas impagáveis. Então esse tipo de coisa vai vir num proposta nova do livro amarelo, que é uma proposta final nossa e vai est junto com a proposta inclusive de proibição de ong gringa ficar atuando
▶ 01:36:23 aqui. Aqui você tá falando, vamos dizer na matéria do agricultor. Agora tem outros temas que essas ONGs interferem, por exemplo, exploração de recursos naturais na região norte e nordeste, exploração de petróleo, que é um tema correlato que isso é utilizado, que infelizmente nós vamos ter que ser muito duros. E quando eu falo duro é tratar quase igual nós trataremos os traficantes. Quem coloca dinheiro aqui na sabotagem da atividade produtiva brasileira será tratado quase igual um narcotraficante internacional que são essas ONGs malditas. E eu nós vamos atuar nessa linha assim. Eu peguei um
▶ 01:36:53 caso no Maranhão em que o CMB mais uma turma pegou o porto, a área toda próximo ao porto de Taqui, que é uma área de desenvolvimento econômico, falou: "Não, aqui tem uns pescadores transcendentais aqui, tinha, sei lá, 50 pescadores e quer então naquela área toda uma reserva". Por que sim, porque tem uns caras ali pescando, ninguém mais tá pescando. Com base nisso, todo o trabalho, não só da Vale, mas de outras empresas que estavam se instalando, foi completamente sabotado. E aí a Federação de Indústrias do Maranhão tava pedindo socorro. Isso acontece em várias instâncias, várias áreas. O agro é o é o
▶ 01:37:25 topo, que é o que a gente olha, porque hoje a gente tem uma indústria construída em sabotar o trabalho do agro. Então, haverá uma proposta específica para não só para on gringa, mas o agente do estado que atua de maneira errada. Tem que ter um código de ética sobre o trabalho deles. Isso vai vir uma proposta assim. >> Vai ter algum livro >> no na proposta final, no livro amarelo, porque isso já vem junto com a proposta da ON, porque eu não vou poder qualificar o Green Peace, para ser bem claro, igual o comando vermelho, não é a mesma coisa. Só que eles estão trabalhando e estão trabalhando na sabotagem de inúmeras atividades
▶ 01:37:56 produtivas brasileiras. a gente não consegue fazer os nossos fertilizantes no Brasil, porque a gente não consegue transformar fosfato e potássio em fertilizante. A gente não consegue explorar isso. A gente não conseguiu até agora explorar o petróleo nosso perto ali do Amapá. Por quê? Assim, esse trabalho é um trabalho articulado, é um trabalho de sabotagem. Mesma coisa sabotagem com a agricultura. Então, a gente vai ter que pontuar como vai ser o instituto legal que nós vamos utilizar sobre isso. E a galera tá trabalhando já. Obrigado. [aplausos]
▶ 01:38:30 Meu nome é Andrei, tenho 34 anos, sou Chapecoense aqui desde que nasci. Eh, me orgulho de uma coisa na minha vida, de nunca ter volt votado em nenhum candidato da esquerda, da suposta esquerda, vamos dizer assim, do PP, PSB e tudo mais. A gente aqui em Chapecó, no início, quando eu era mais jovem, fomos governados pelo PT e a gente lembra o inferno que foi aqui ser governado por esse partido. >> E logo após a gente teve a nossa suposta direita, que é uma direita que você batalha contra também. Eu entendo a ideologia de vocês, mas as coisas
▶ 01:39:01 mudaram e mudaram para muito melhor. O Chapecó é uma outra cidade dada até ao nosso esporte aqui, Arena Condária, para ter sido feita uma horta e hoje tá aí uma arena, né? Nós estamos na série A. A minha pergunta é: como a gente pode diferenciar, sabendo que a esquerda usa artimanhas de usar outros candidatos que aparentemente defendem a direita também, mas são esquerda e acabam colocando o eleitor na dúvida e ele acaba não conseguindo trocar entre algo que não é tão bom por algo duvidoso. E para dar uma descontraída, se você consegue me passar o contato dos caras do cogumelo,
▶ 01:39:37 Super Mario Bros. Cara, assim, eu acho que o critério definitivamente não tem que ser um rótulo, porque hoje o rótulo direita também é um rótulo muito fácil, muito vazio. Muita, o o Jorginho Melo foi da base da Dilma em determinado momento. O Ratinho Júnior, que tava concorrendo em nome da direita à presidência da República, ele fazia campanha, ele e o pai defendendo a Dilma também. Então são rótulos. E eu não vou falar não conheço histórico, porque conheço o histórico é justamente a desculpa que o cara do Centram faça.
▶ 01:40:08 Conheça meu histórico, ouça a minha palavra, eu estou aqui ajudando a região. >> Lógico tem que ter solidez ideológica, lógico que tem que ter trajetória, lógico que tem que ter partido e lógico que tem que ter programa. Aí eu vou chegar numa coisa. Os únicos que fizeram essa lição de casa somos nós. Para você ter partido significa que você tem militância. Com o partido você consegue chegar pro mandat e falar: "Meu brother, você vai ter que defender isso. Você tá fora e o partido te permite isso
▶ 01:40:39 com o partido e com um programa sério discutido". Igual eu tô falando aqui, o rapaz do chapéu fez uma pergunta boa agora, ele botou uma pergunta sobre programa específica e eu tô aqui respondendo, ó, o programa nosso vai aí nessa linha, estamos pesquisando. Ele fez uma outra pergunta, ó, não tenho resposta ainda, mas isso tá no programa. Outro perguntou da educação, programa, programa, partido histórico, liderança. Infelizmente na direita só nós estamos fazendo essa lição de casa. Eu não quero ser exclusivista porque aí vou terminar falando, então procurem as pessoas do
▶ 01:41:09 partido missão naturalmente para para eu deixar até uma resposta mais complexa, eu vou ter que governar com outros. Eu vou ter que governar com gente que vai estar em outros partidos políticos. E será assim, infelizmente, haverá ainda um dia em que o partido missão vai poder governar fazendo maioria só com os caras dele, mas talvez um outro aqui. Haverá esse dia. Acho que nós vamos facilitar e simplificar a política brasileira e nós sermos dos grandes partidos brasileiros. Isso vai, isso vai acontecer, não é o momento agora. E aí nós vamos ter que olhar de maneira conveniente para formar
▶ 01:41:39 maioria, montagem de uma base com algum tipo de solidez ideológica. sobre outros caros de outros partidos na região. Honestamente, eu vivi minha vida fazendo ess avaliações. Ah, não, eu acho que eu vou voltar agora para prefeito de São Paulo no Cassabe, como eu tive que votar em 2008. Na prática, eu me ferrei em todas as vezes. Eu me ferrei até em pessoas que foram do embaldo que a gente tá falando em fazer aqui, que a gente já começou a fazer, que eu vou conseguir oferecer a sua resposta para daqui 4 anos.
▶ 01:42:10 A gente tá começando agora para essa, só que é um começo. Daqui 10 anos você vai poder votar em todas as cidades no Brasil, em pessoas sérias que tem programa, plano e partir. E é isso. Mas é um processo que ninguém tá fazendo. Como ninguém tá fazendo, só comprar o rot de direita, aí o João Bet consegue, né, cara? Aí o Q fica lá embaixo. A gente não pode ser isso. E última pergunta. [aplausos]
▶ 01:42:40 Então, Renan, eu sou da área de tecnologia da informação e e assim, eh, não é novidade para ninguém que tem mais de 100 de QI, que as Btexs analisam nossos dados atravésados pelo governo americano, governo chinês. E eu quero saber o que você pensa a respeito da soberania tecnológica do nosso país, se como você pensa em
▶ 01:43:10 desenvolver isso e também se você pensa em divulgar redes, não divulgar, mas transportar redes sociais nossas pro exterior e hardwords com celulares também. E a gente vai ter quear monitorar esses outros países, querendo ou não, né? Porque eles fazem isso com a gente. Então a gente tem que pagar a mesma moeda também para manter a nossa soberania. E só uma outra pergunta, eu queria saber o que o Artur achou das loiras aqui de Santa Catarina. [risadas]
▶ 01:43:42 >> Cara, eu eu sou uma das maiores fake news do Brasil. Eu sou solo loirista. Isso é mentira, tá? Sou um cara eclético para pensar. >> É o negócio era eu. [risadas] Vamos lá. Eh, sim. Óbvio que redes sociais elas são armas de guerra internacional, afinal da guerra híbrida. Elas são maneiras de manipulação da do debate e a opinião pública. São
▶ 01:44:13 instrumento de coleta de dados. Todo mundo sabe disso. Todo mundo sabe que esse jogo é assim. Todo mundo viu como foi sensível a reação do próprio governo americano quando Alexandre de Moraes de maneira autoritária derrubou o exé, >> entendeu? Nós estamos falando aqui de uma de um de um jogo político pesado. Nós temos ter que ter data centers e as informações brasileiras têm que ficar no Brasil. Isso não significa eliminar as redes sociais daqui de maneira alguma. Não tem, eu não tenho esse autoritarismo. Gostaria muito de ver redistas sociais criadas por brasileiros funcionando. Dito isso, data centers e
▶ 01:44:45 base de informações de brasileiros aqui e aí fazem um convênio com o Google e que eles instalem também data centers deles aqui. Inclusive, por coincidência, né, que isso é uma outra proposta nossa. Ter data center no Brasil vale muito. A gente vai, a gente é um dos países com energia mais abundante, mais barata, muitos, muitas formas de obter energia, energia hidroelétrica, energia térmica, energia com gás, energia solar, energia eólica, energia nuclear que nós vamos fazer demorando, então vamos fazer energia nuclear aqui. Então, na prática, com energia disponível, com capacidade
▶ 01:45:15 de arrefcimento desses data centers, com uso intensivo de energia, vamos trazer data center para cá, vamos fazer parceria com o BTEC, vamos ficar com os dados brasileiros no Brasil. Isso é óbvio. Isso envolve outras discussões sobre soberania, como por exemplo tem um GPS próprio, que qualquer uma dessas cinco nações que eu falei que o Brasil tem que ser cinco nações mais tem que ter seu GPS próprio, tem que ter capacidade de mapeamento e monitoramento do próprio território de maneira autônoma. Isso é uma guerra tecnológica. E aí eu volto aquilo que eu tinha falado no começo, na pergunta daquele daquele rapaz ali, que é nós, para sermos uma
▶ 01:45:46 nação séria, temos que incentivar os nossos maiores talentos a criarem suas empresas aqui e servirem através das suas empresas o propósito de tornar o Brasil um país sério e soberano, porque o mundo nos próximos 50 anos será pau, o bicho vai pegar. Então, a gente tem que se preparar com as melhores mentes nossas para o pior. E se a gente se prepara pro pior e trabalha pro pior, o mínimo que pode acontecer é que a gente vai ter pelo menos uma vida melhor. E é isso. Vamos sempre lutar pelo melhor. Valeu. [aplausos]
▶ 01:46:19 Novo modelo de saída agora. >> Fotão. Ah, fão. Fotãoão. >> Pessoal, vamos tirar uma foto com todo mundo aqui, beleza? Só vou pedir então pra aglomerar a galera pr não ficar esses buracos vazios e a foto ficar bem bonita. Aí aqui ó, para baixo também para baixo. >> Mais [limpando a garganta] uma pergunta a gente troca aí.
▶ 01:46:49 >> Super proativo mesmo. >> Pessoal, junta aí meu time. Junta aí, junta aí. Junta aí, galera. Vocês não vão sair não. >> Vai lá para lá. Vai para lá. O cara veio com manet maió estiloso, meu. Tem que aparecer, pô. >> É não, pô. O cara Vamos botar ele aqui na frente. >> Ah, pior que ele veio, meu. Você falou, ele veio. [risadas] >> Pr candidato também. >> Ô louco, velho. Velho,
▶ 01:47:20 >> como seu nome? >> É Maurício. Eu tava >> não. Ele parece o careca do time do Brasil de 90. [risadas] Celular vai caber todo mundo. >> Agora sim. Missão a [aplausos] >> time engraçado. Vamosão
▶ 01:47:53 não, não. Foi lá. Ô, desliga Ja.
▶ 01:48:56 de noi agenda. Agora >> pessoal, like na live, like na live pessoal se inscreva no canal e felic na missão nossa. Beleza? Começou mic agora. Feliz na missão missão.org.br.
▶ 01:49:26 >> Você pode se filhar gratuitamente. >> Tira uma foto com ele. Ele é tão fã. Muta aí que vai dar pau na música. Multa, monta, monta, monta, monta. Mariana, não se arrependa. Não, não, não. Oh.
▶ 01:50:48 Aí tua voz também é feia. Eu tô imitando a voz do Renan, né? A voz do Renan é feia. Tenho que fazer uma voz feia. Caramba. >> Tá com vocês. >> Pessoal, muito obrigado por sua audiência. Hora do encerrador de lives. Não sei se como encerrar a live agora. >> Agradeço demais trabalho de vocês, cara. É, >> eu que agradeço. Você tá vindo aí, velho. >> Obrigado, mano. >> Eu vim depois. O Jumbito, Jubito, Jumbito. Espera. Bora, bora, bora, bora. >> Bora, bora, bora, bora, bora. Preciso, preciso do endereço.
▶ 01:51:23 >> Renan, Ren, bora Renan, Ren, Ren, bora, bora. >> Pessoal, se inscrevam no canal do Renan Santos. Siga o Renan em todas as redes sociais. Aqui, ó. Valeu, >> Artur. Chave, chave, chave, chave. >> Já tá aberto, >> não? Vamos já vir aqui. >> Vai >> o vai vir aqui.
▶ 01:52:02 >> Tô atrás. Depois pega. >> Cadê você, ô fil da? [ __ ] vai vir aqui. >> Vai, velho. Vixe, >> não é? Filist na missão missão.org.br. br. Você pode se filiar gratuitamente ou assinar um plano pago que vai nos ajudar
▶ 01:52:32 muito a manter essas viagens, a lançar novas lideranças em todo o país. Mas tudo bem se você não conseguir assinar um plano pago. Você pode desfilar gratuitamente e fazendo pics para pics@partiomissão.com. Dê qualquer valor, lembrando apenas pessoas físicas, tá? Bota a minha mochila no socolo aí que os caras já vão chegar, vou chegar em três. >> É aqui. Fodeu. >> Fala palavrão na live, meu amigo.
▶ 01:53:16 >> Estamos aqui no carro esperando o homem chegar. Quer que vou lá em filme? >> Vai lá, vai lá. >> Deixar no Mick normal.
▶ 01:53:46 Vai andando, vai andando. >> Falou, galera. >> Valeu, valeu, valeu, valeu, valeu, valeu, valeu. Bora, bora, bora. >> Valeu, valeu. Vai >> conseguiu pegar a mala lá. Roeg. >> Boa. >> Uh. Bom evento, hein? >> Posso falar bom evento. Deixa eu só falar uma coisa, cara. Eu gostei de todas as respostas. >> Não, tudo bem. O a resposta Não, não,
▶ 01:54:18 não. Eu gostei muito da resposta do como, só que a resposta ficou muito longa e complexa. Eu gostei uma vez você deu uma resposta que você falou lá Buella, o negócio é o seguinte que é o do capital político e aí você vai falar o seguinte, como é que o Buquell conseguiu o capital político resolvendo um problema [ __ ] que era da criminalidade? Resolvendo isso, a gente vai atropelando as outras pautas, >> tá? É, eu não é que aquela ficou muito longa e essa essa resposta é talvez a que dê mais corte, que as pessoas querem muito saber o como. Eu também recebo essa pergunta, tipo, cara, como é que o Renan vai fazer isso? Como é que eu e eu preciso de um corte até para reagir seu falando, mano, é aqui que vai fazer, é
▶ 01:54:48 desse jeito copia aí agora, Flávio, seu filha da [ __ ] [risadas] Copia aí. Ah, como nós vamos escapar da rachadinha? >> Eu gostei muito. Tá com som aí a o áudio? >> Então não fala pr onde a gente vai, mas vamos rápido que o papai tá morrendo de fome, cara. Tô esperando o endereço pr mim. >> Então você só tá andando na mesma. >> Eu estou andando aleatoriamente. >> Você sabe o pessoal da live, eu vou começar a chamar o riso de riso friada porque ele gosta muito de acelerar muito e frear de repente. Ó lá, ó lá. Tá vendo? Ó [risadas]
▶ 01:55:19 isso o tempo todo. >> Mas dirigir bem, hein, velho. Ren foui bem. >> Ficou o Renan. Renan sogrinha. Sogrinha. aperto o aceleradora, aperta o freio d seta. >> Ô, cara, eu só tô querendo que vocês sobrevivam, cara. >> Agora eu vou falar minhas impressões do público de Chapecó. De é Chapecó, né? Eh, e que cidade bonita, hein? [ __ ] que pariu, velho. >> Ah, o público aqui, cara, eles prestam muita atenção, tipo, a galera tipo, não
▶ 01:55:50 olha no celular, não olha para gosto de falar, não é isso que a gente quer? Não, para [ __ ] Eu gostei muito disso. A galera presta muita atenção, só que eles não gostam de interação, então eles não são muito aê. Não, não, não. >> Eu tava assistindo um show eh uma banda ah, >> do Strokes, estava lançando um álbum novo agora. >> Credo, >> no coel, mas é, não é sobre Strokes, tô vendo. >> Eles estavam lançando uma uma música nova. [roncando] E aí, cara, eles tocaram a música e as pessoas ficaram paradas olhando. Cara, se uma banda que eu gosto está tocando uma música nova,
▶ 01:56:21 eu vou parar tudo que eu vou fazer. Eu vou ficar olhando. >> E aí a gente acha, ai que público frio, não. Se fosse o Brasil tava falando, cara, você tá falando uma música que você não conhece, sabe? Você tá provavelmente fingindo. >> Não, não, não. Mas eu entendo o que eu tô falando. O seguinte, eu gostei desse tipo de uma galera mais interessada. É porque quando você tá interessado, tipo assim, um aluno que tá numa assistindo uma aula, ele vai ficar quieto ouvindo. Sim. São um sinal bom, cara. >> Sim, sim. Eles são menos dados. É, tipo, quem acha isso, quem acha aquilo? A galera não quer levantar a mão nem aplaudir, eles querem só, mano, dá as informações aí e faz o seu.
▶ 01:56:52 >> Eh, eu até vi um humorista de standup zoando humoristas que fazem chama p quando o cara fica mexendo com audiência, né? E ele fica zoando esses caras e fala assim: "Mano, eu tenho um microfone e eu tenho atenção. Tudo que eu falar eu vou ganhar do cara que eu que eu é uma covardia". Aí ele ele fica falando pro público, vocês tem que falar pro humorista, f, vem aqui, faz suas piadas que você escreveu, vai, para de ser preguiçoso. E é basicamente o que esse público demandou, tipo, tá, vem aqui e me fala suas ideias que é uma coisa legal. [roncando] E aí, Risó? >> Esperando aqui,
▶ 01:57:23 >> Risoma. >> Enquanto isso, eu >> tá programa na live. Fa, >> já ouviu essa banda? Artur, >> isso, isso tá com o direito autoral aberto. >> Eu sei, se f >> é a a rat. Eu eu vi no caminho que são eles ficam fazendo umas músicas muito louca. Microtonalidade que tá cobrindo aqui o celular do Renador de câmera. Cuidado com o celular aqui, ó. Não, não, já nem tô nem tô >> nem tô nem tô papai. >> Nem tô nem papai.Em papai. Nem tô papai. >> Ô pessoal, vocês sabem assim, as pessoas
▶ 01:57:53 sabem que nas nossas viagens tem vários personagens, né? Eu não sei se as pessoas dão o valor devido ao Fernando Papai. [risadas] >> Aniversário do Fo Papai. Caral, parabéns, nenê. É, [aplausos] nenê, >> nessa data querida [aplausos] [risadas] Fernando papai [aplausos] ali. >> Valeu, valeu, valeu, valeu, valeu.
▶ 01:58:24 Fernando, ele com Fernando papai, não porque ele é um páter famílias, mas porque ele fala: "Ah, papai, papai". >> Não é assim, ele fala meio ele fala: "Ah, papai, [risadas] >> não é assim do >> ô Fernando, tem 1 kg de maquelinha". Ah, papai, [risadas] bom, hein, papai? >> Não é assim. [risadas] >> Vamos atrapalhar aí. Não, papai.
▶ 01:58:55 Não >> tem que trampar hoje. V é, tem que trampar. [risadas] Ora, vai. >> E aí, Zoô? Vamos ficar aqui então. Fazendo aqui, Ro >> é que você tá fazendo aqui, Ro? >> Tem s de boa aqui, mano. Curtti a cidade. [risadas] >> Fernando, tira a cabra daqui da frente. >> Tirado. >> Tá na testa do Artur. >> Eu muito engraçado que o pessoal tava assim. Estou com saudades eh dessas
▶ 01:59:25 lives aleatórias. É, cara, tipo assim, estamos circulando de carro pro Chapecó. Tem 2000 e poucas pessoas assistindo. Vamos rodar aqui pro Chapecó. >> Ah, pode, fica à vontade, cara. Eu vou comer enquanto isso e você fica rodando aí, mostrando a cidade. [risadas] Vai tomar no cu, velho. Idei do Renan, velho. A outra coisa também, muita mulher, hein. >> Posso falar, tinha mais de 30% de mulheres, tá? >> É, >> tudo bem que elas vieram porque algum cara falou: "Não, vamos ali tal". Eu vi eu vi, teve mulher solta que veio assistir. É porque assim, sei lá, homem ir sozinho num evento é mais normal do
▶ 01:59:56 que mulher pegar is sozinha, sa. >> Sim, sim. Eu t falando assim, >> mais difícil mesmo. >> É, mas tinha muita mulher, cara. Tipo, e geralmente mulher não quer. Ah, meu, foi coisa de política, é sa veio, velho. >> Eu vou falar, eu moraria em Chapecó, aparentemente assim, eu teria que testar, mas eu moraria aqui. Eu >> moraria também aqui, cara. >> A ver, que o problema aqui que assim, aqui é tudo longe, cara. Longe de tudo aqui, ó. Tem sei lá como você é um especialista tem >> não, mas não não tô falando da cidade, tô falando a localização. Essa cidade é
▶ 02:00:26 longe de tudo. Ela é muito para dentro de Santa Catarina. Tipo assim, aqui para Florianópolis acho que dá 8 horas. Entendi. Você >> você que tá próximo lá de Guarulhos. É isso. >> Não, cara. Tá próximo car não tá t pé e vai falar alguma coisa, velho. >> Meu, que eu pego com a minha moto, v, eu saio cortando, velho. >> Quê? >> Opá, tá sem câmera aqui, né? >> Tá, tá. Não tá não. >> Tá bazando coisa. Não tá fazendo nada, não >> é? >> Tá, mas é assim, uma coisa, o Artur é um bom personagem na campanha, que o Artur não gosta de viajar, cara, >> pr campanha >> não. Eu gosto de viajar quando eu faço a minha rotina e viajo. Agora quando
▶ 02:00:56 quebra minha rotina, aí eu fico triste, cara. Tipo, da viagem, >> não da viagem. Eu tô falando assim, se eu faço minha rotina de segunda quarta, com sete pados na arão agora. >> Nossa. >> Não, não, cara. Vou [risadas] vou falar. Se as viagens fosse quinta, sexta, sábado e domingo, eu iria em todas. O problema é que vocês pegam um as viagens, tipo assim, eu vou ficar de domingo a domingo viajando, >> aí eu não treino não. >> Então, mas é assim, vamos fazer então meio termo, vamos tentar então assim de quinta a domingo, quando tem viagem, você você pega. >> Mas eu falei, eu não falei quando vocês mandaram aquela, foi me põe todas >> que porque agora >> aí você chega depois. >> Não, não, não, mas que a gente, você sabe que a gente vai se espalhar, né?
▶ 02:01:26 Porque cada um vai para um estado agora. >> A gente tá igual aos apóstolos. >> É. Então, e aí, tipo assim, eu falei: "Me põe em todas os final de semana eu posso estar viajando, não tem problema." >> Então, eu não vou estar, eu não vou ter meus amiguinhos. >> Aí, cara, ué, a gente vai coincidir com viagens ou não? Eu não sei. Eu sei que eu pedi para ir Estados inusitados. Falei: "Eu quero pro Acre". Eu falei que eu queria ir pro Alagoas também, que eu vou, tô muito feliz que eu vou procago a gente nunca foi com Alagoas para MBL, >> cara. E vou te falar, Alagoas tem tudo pra gente bombar. >> Não, Alagoas, mano, vai ser a primeira visita minha no Alagoas depois que eu
▶ 02:01:57 criei meu canal, cara. Isso é bem da hora, velho. Tipo, >> [ __ ] >> né? E é isso aí. >> É isso aí. As meninas aqui no no carro de do lado, elas estão meio tímidas porque elas elas viram que a gente tá filmando e elas estão meio ai, não quero andar, não quero. Evento, >> não sei, não sei. Estão assim, filma, bota. >> Vocês estavam no evento? >> Eu ia brincar, vocês estavam no passeio. [risadas] Ah, >> é que a gente tá em live. A gente tá em live. >> Ah, não. Então, então
▶ 02:02:27 >> é, não vai filmar. Vocês conhecem a gente? Tá filmando, tá filmando. >> Não, >> vocês estão dando um tchauzinho aleatório para um carro cheio de homens. >> Não, >> porque coisa [risadas] de Chapecó, velho. Em São Paulo isso é perigoso, hein? São Paulo, isso é perigoso. Relaxa, eu não vou filmar seu rosto. >> Tá filmando, tô filmando. >> Fica tranquila. >> Não tava dando tchau. Só porque é [risadas] >> não precisa se justificar. Tô brincando. >> Tá. É, ela ficou sem não precisa ficar sem graça, moça. >> Tchau. >> Tchau. Até mais. Ainda me agradeceu. Tipo, eu ela ela me agradeceu. Tá vendo, mano? Eu quero viver numa cidade assim,
▶ 02:02:57 cara. As mules te dão tchau. >> Ó pessoal da live, vocês são testemunha. A minha vida é isso. Aonde eu tô? A mulherada. Ai ai ai. Nem me conhece. [risadas] É muita beleza, cara. >> É muita beleza. Não, mas fala velho. Na minha live não é assim, >> cara. Olha só. >> A Ana fica competindo com a Amanda que fica competindo com a Luía para operar na minha live. Aí a Jen quer aparecer o tempo todo. Aí eu tô no chapeã, aparece um carro, me dá tchau. É cara, minha vida é assim, né? Eu vou >> cheia delas. [risadas] É, papai. É bom papai.
▶ 02:03:29 Não, mas [ __ ] menina é maor simpática, >> é simpático, educada e e assim >> e sem medo de ser assaltada. Esse é o piru, tipo assim, esse carro em São Paulo e e não justifica o meu áudio. Esse carro em São Paulo, se eu paro do carro do co na hora, velho. >> Não é isso? >> É, a gente tá falando o ótimo personagem tudo Val. O ótimo personagem tudo do Val. [ __ ] que pariu. >> Não, eu eu acho que as lives as lives não, desculpa, as viagens comigo pelo menos elas ficam mais descontraídas, não é mesmo?
▶ 02:03:59 >> Não é bom. É que assim, você na última, você tava indo muito bem até você começar a ficar cansado da do >> chato, né? >> É, eu fico [risadas] chato. Eu tenho, eu tenho um prazo de validade, cara. Eu ia falar, eu sou uma máquina de alta performance e com uma máquina de alta performance, eu preciso de muito descanso, comida e lazer, senão eu espano. >> Não. E e sabe por que eu sou visto como entretenimento? Você viu que os caras tão fazendo várias perguntas sérias, né, pro Renan? Não, meu, como é que você vai resolver o pacto, meu? Não, [ __ ] o orçamento. Aí chegou para mim, eu tenho uma turour também. Você gostou das loiras meu? [risadas] Cara, essa tua
▶ 02:04:29 pergunta para mim cara, [ __ ] Então tá bom. >> Tipo, os cara maió sério falando de, mano, não, porque, velho, o IVA a tarifa de 38%. >> Mas é muito bom, cara. Viajar é legal, que nem hoje eu tô muito feliz que eu tô no primeiro dia. Amanhã já vai gastar um pouquinho dia. >> Quando chegar na quinta, que vai ser o último dia, eu já vou est mano. É, >> você vai ter tido uma erosão do sua e no sábado, então?
▶ 02:04:59 >> Não, mas aí é diferente, cara, porque aí no sábado vai ter o evento, depois vai ter o show, então vai ter toda uma outra dinâmica, entendeu? >> É, e é isso aí. >> Eu imitar que você fica até sábado viagando. >> Não, eu vou ficar até domingo, na verdade, né? Porque é de domingo a domingo essa viagem. Olha um limão rosa. Não deu para ver. Passou. >> Tinha de verdade o limão rosa ali. Deu para ver. Eu vi, mas não deu. A live não viu. >> Que que esse cara aí?
▶ 02:05:30 >> Embaça aqui. Embaça aí. Embassa aí. >> Vamos. Vamos encerrar a live então. >> Vamos lá. >> Então tá. Um abraço, pessoal. Amo vocês. Tchau. >> Quer falarum últimas palavras? >> Pessoal, obrigado. Tchau. Falou.
▶ 02:06:08 Bom, fiquem aí, daqui a pouco tem domingo. Yeah.