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TRAVESSIA PARA A ILHA DE MARAJÓ - IRL
Renan Santos · 18/06/2026 · 97 min · Renan Santos
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▶ 00:00:07 seu pai e as muita coisa. >> É tanto é que a Silva, a Susana Singer, né, a editora da política, gostou. >> Alô, alô, alô, alô. foi lá, né? Contou a história do doado. >> Ah, sim, sim. >> Fala, pessoal. Boa noite. Estamos ao vivo de Belém,
▶ 00:00:38 belíssima Belém. Deixa eu mostrar para vocês ali ao fundo da Belém, Belém do Pará. Estamos aqui do nosso barquinho que está atracado mais uma vez. Vocês podem ver aqui, estamos parados em Belém. Já tínhamos partido para ele de Marajó, mas nosso barquinho deu pau e nós voltamos para Belém porque estamos tendo pouquíssimo perrenga nessa viagem. Temos agora essa música bem da hora tocando. Lá na própria
▶ 00:01:08 >> boa noite. Assim que chegar aqui na frente. >> E aí galera, estamos ao vivaço aqui. O Rizo vai mostrar vivo de um barco que tá em manutenção, indo para ilha de Marajó, fazendo uma nossa festa aqui, ouvindo um tecnobrega, comendo um queijo aqui, um salaminho. Cara, a gente tá fazendo nossa farofada, né, pessoal? Ah, como é que tá a pré-camp do Lula, cara? Vinhão, né? Vida boa, jatinhos.
▶ 00:01:41 Eu não. Com o meu time aqui, nós estamos basicamente comendo um queijote, né? Um tomando um garaná. Qual? Tchau. Tchau. >> É que eu volto na sexta. >> Nunca ouvi falar. mais porque eu tenho que voltar para >> cheiro de queimado, né? >> São Paulo. O avião é duas na hora. >> Deve ser um bar. >> Acho que dá sim. Vai dar. >> É, é. Como?
▶ 00:02:11 >> E as kengas, o pessoal perguntando, ó. Não fica falando de [ __ ] porque pelo amor de Deus, né, cara? Não é treino de vorco. Aqui é muita coisa horrível acontece aqui mesmo. Sério, não dá, não dá para fazer nem essas piadas dessa natureza. Marajó tem prostituição infantil. Um negócio muito pesado. Negócio muito, muito feio, cara. Muito, muito pesado. A gente tá falando de coisas assim, cenas horríveis. Tá pessoa falando: "Tá escuro
▶ 00:02:41 demais, melhor a luz". Cara, agradeço que tem uma live. Vocês também querem assim o qu uma super produção num barco tocando tecnobrega à noite, cara? Sabe, agradeço aí o bagulho. >> Vamos lá. Eu posso acender? >> Cadê? Cadê a >> E aí? Tá feliz? Tá me vendo? Tá me vendo bonitinho? >> Tô mais gato. Tá feliz, brother? Vamos lá. E aí, ô Pedrinho? Coach, eu deu um depoimento aí da sua, do seu sofrimento
▶ 00:03:12 hoje. Vai. Ô, Pedrinho, Pedrinho, Pedrinho. >> Tô filmando ele. >> Não, nosso sofrimento já começou que a gente chegou. Que horas que a gente chegou agora aqui em Belém? Vou atrasou. Foi quase mais 10 horas, vai de atraso. >> Chegamos 2as da manhã, >> extremamente cansados. Acordamos cedo e aí tivemos que arrumar o carro, né? Então a gente foi arrumar o carro enquanto o Renan foi para Moju. Aí agora nós estamos num barco quebrado, ou seja,
▶ 00:03:42 não deu certo, não deu certo por terra, não deu certo por ar e não tá dando certo pro mar. [risadas] Mas estamos aqui. >> O drama logística é que vocês entenderem, a gente vai pegar uma estrada, que acontece na estrada, tudo esburacado, certo? Para um trecho de 100 km você gasta 2 horas, 2 horas meia. É nesse nível. Aí você vai pegar um avião, o avião dá um pau ali, cara. O cara nem te dá assim, a gente teve que brigar para eles darem uma assistência. Eu tive que, vamos dizer, brigar ali com a
▶ 00:04:13 companhia. Bem brigado. Aí depois vai pegar aqui o barco. O barco quebra. O o Pará tem uma uma parada, desculpa, né? A que a redundância. O Pará tem uma parada muito insana que ele é um um problema logístico em si. Então ele tá praticamente desconectado do Brasil por estradas. A Transamazônia que passa aqui é terrão. A BR163 que cruza ele é uma BR destruída, destruída. E toda tentativa
▶ 00:04:43 de conexão via trem ou qualquer outra coisa. Aí vem licenciamento ambiental, vem tudo, existe um inferno de infraestrutura aqui. A questão da infra aqui é infernal, então a gente sente ela em todo tempo. Então quando você pega sobre o que que é a minha viagem, eu tô falando assim: "Ah, é uma viagem que eu vou falar de coisas boas e coisas ruins do estado do Pará. Beleza? É, agora tudo é permeado pelos problemas logísticos. Tudo, todos os modais que a gente utiliza, seja marítimo, seja aéreo, seja rodoviário e teria o problema se fosse ferroviário, eh,
▶ 00:05:15 eles terminam atingindo a gente. Eh, aqui a região norte como um todo está, vamos dizer, décadas atrás das outras regiões em termos de infra. E você só vai conseguir criar uma infra e criar um sentido pros investimentos aqui com o aumento da atividade econômica na região. E não é e a região não é igual, por exemplo, eu vou dar um vou pegar um exemplo claro de um lugar que eu visitei, o Maranhão. O Maranhão tá num claro caso de estagnação econômica, tio a região ali que compreende balsas, mas
▶ 00:05:45 o sul e o Imperatriz. O resto é estagnação por e simples. Não há atividade econômica na região da Baixada, no Maranhão, dos alagados ali no no meio do estado. Agora o Pará não, o Pará tem um altíssimo potencial e econômico e não só extrativismo. Como aqui é uma meio que uma continuidade do sul pro norte do estado do Mato Grosso, que pode escoar a produção via ferrovia e própria rodovia e hidrovia, ah, aqui nos portes que tem, ou seja, você consegue ter um acesso mais rápido ao
▶ 00:06:15 canal do Panamá. O fato de você ter eh extrativismo mineral, pô, quase eu tava aquele silêncio delicioso, mas tecnobrega tem que voltar. Nós gostamos de tecnobrega. Eu aprendi que assim, eu não posso falar mal do Tecnob, nós gostamos muito. Viva não é PD a Melody, >> a grande Melody Tecnobrega, uma das grandes expoentes da música brasileira. Eh, Chico Boar, ele só não tinha descoberto aind Tecnobrega. Mas voltando, a nossa
▶ 00:06:46 eh esse inferno de infraestrutura é acho que ele toca a vida de todo mundo no norte e no Pará, só que com uma diferença de outras regiões, vou voltar aqui na no Nordeste, especialmente Piauí, Maranhão, porque aqui um potencial econômico, ele é ele tá na cara e por isso você tem essas tensões, tensões que envolvem terra, você tem tensões que envolvem licenciamento ambiental, é uma tensão, uma tensão no ar, porque você tem forças para manter esse seu car improdutivo. E existem forças que querem produzir.
▶ 00:07:16 Então o governo nosso tem uma função no norte de derrotar as forças improdutivas. Se a gente derrota elas, acabou, tá resolvido o game. Você acha que o D é daqui para cá ou de lá para cá a luz? Porque ele tá filmando aqui, né? Então, se a gente derrota as forças improdutivas, a tendência é apenas crescimento econômico, especialmente na região do Tapajós. De fato, existe uma tensão entre Belém e Santarém, né? entre a região dos Tapajós e a região de Belém, porque é como se Belém fosse o poder
▶ 00:07:47 central, é tocado pela oligarquia dos barbalhos. E a região dos Tapajós, a região de Santarém como todo, é uma região que tem uma identificação muito maior que o Centro-Oeste. E e se a gente olha com carinho, é a mesma tensão que a gente viu entre a região de Imperatriz com a região da Baixada no Maranhão, que é, em última instância a tensão do Brasil produtivo contra o Brasil improdutivo. E a beleza da gente trabalhar o Brasil em produtivo versus o Brasil produtivo, é que você vai ter e combates entre um e outro em todos os lugares que a gente vai. Todas as
▶ 00:08:18 cidades no Brasil, ou melhor, todas as regiões do Brasil, você vai ter essa dualidade, você vai ter essa tensão e isso é a base do problema político brasileiro. A gente tem que auxiliar todos os aliados do Brasil produtivo em todos os estados para que eles derrotem o Brasil produtivo. Então não é quando eu falo ai não é sobre Nordeste versus Sudeste, é que não, eu tô sendo sonhador ou ai não, o Renan tá sendo bobo, não. É porque no nordeste você vai encontrar vários clusters de produtividade e vários clusters de imprprodutividade e o improdutivo tá vencendo. No norte, mesma
▶ 00:08:49 coisa. Então a gente tem que detectar em todos esses lugares quem é o inimigo e nós temos que localmente derrotar o inimigo. E não é que você vai partir do zero, não é que assim só existe os barbalho aqui no Pará, não é que você tem que criar um bloco antibarho no Pará, assim como você tem que criar um bloco antioligárquico no Maranhão, mesma coisa no Nordeste. E aí você aliado com o resto do Brasil produtivo que existe no Centro-Oeste, Sudeste, isso o que aconteceu? que ele quebrou a cadeira, >> tá? >> Aí você vira o jogo no país. Essa é a
▶ 00:09:20 estratégia. A estratégia muito clara. >> Eita [ __ ] >> Nossa farofada. Dá para ver a mesa aí? >> Ó, mostra aí seu belo banquete. >> Cadê meu celular? Ah, mostra o banquetão. Mostra o banquetão. >> Pessoal, like na live, compartilhe o
▶ 00:09:51 link dessa live com seus amigos. Acabou a luz do barco. >> Acabou a Acabou a luz do barco. Agora é o vivo aqui ainda. Isso aí ou não? >> Tá com 5G, né? >> Deixa eu ver >> agora. 5G. >> Deixa, deixa, deixa, deixa eu ver. >> Ah, acabou. >> Tá no 5G. Ótimo. Então é o seguinte, >> marav a cair, né? >> Mas tá no 5G ainda. Tá na parte da
▶ 00:10:21 cidade, tá? Tá no 5G. >> Ah, então estamos no 5G. Maravilhoso. Deixa >> cara, cai tudo. Só não cai nossa livezinha RL que o pessoal é >> de infraestrutura do Pará, né? Tudo já sei lá, algum prédio vai desabar aqui do lado. E é é o problema é um problema de infra que não último instância é um problema de de investimento. >> É um problema de investimento mesmo. >> Ó, conte conte >> conte aí o que aconteceu. >> Teve uma vetania hoje na cidade de Anani deu, derrubou uns galpões aí, uns prédios. É porque ele falou que
▶ 00:10:51 >> prédio [risadas] desabou. Então, >> prédio é desabado. Desabou mesmo o prédio hoje em Belém. Meu Deus do céu. >> Ah, desampou mesmo. >> Desabou mesmo, [risadas] >> galera. Eh, é assim, sem sem e isso é um problemaço. Problemaço. Eh, do ponto de vista vai um cara que tem ser presidente da República, isso é um problema num nível tão grande. >> Oi. >> É sério?
▶ 00:11:27 [ __ ] tá mesmo aí dentro. >> É, a gente comprou uma uma nozes podres. >> Não existe não. Deixa ver >> aqui, ó. Aqui, ó. Aqui, ó. Aqui, ó. Aqui. Vou botar para fora. >> Tá toda podre, ó. >> Eu botei na boca e cuspi. >> Mano, olha isso aqui. >> Olha. Tô defada, bicho. >> A gente é muito sortudo, né? [ __ ] que marca que é essa? [risadas] Eu tinha falado >> la violetera supostamente veio da
▶ 00:11:57 Espanha. Isso aqui >> não claramente assim, claramente começou a a os poderes obscuros para evitar a nossa vitória Pauloca. >> Não começou urucubaca, mano. Monumental. >> Fiquei sabendo que >> pera dá uma água aí. >> Sim. Que que tem? >> Dá uma água aí. >> Tem na boca com Pip, [ __ ] Não, m pega aqui um saquinho >> no aqui tem um mercado que é o veropeso,
▶ 00:12:27 né? No veropeso o pessoal faz um umas misturas, né? Uns, como é que é? Faz uns banhos de cheiro lá. E aí o Renan tá precisando tomar um banho de cheiro desse para trazer >> boa sorte, porque o negócio tá bravo. >> Aqui tem um negócio cultural que é o banho de cheiro no no veropeso. >> No veropeso. >> A gente acho que to todo mundo da equipe aqui tem que tomar um banho de cheiro no veropeso. >> F isso. Fal isso. Fal isso assim. Tá, tá claramente tem uma coisa para sempre. >> É. >> Ô, estamos olhando o mano.
▶ 00:12:57 Ô, Fernando papai, o Fris comprou, mano, um uniforme de caveira. >> Está sujando uniforme de caveira dele. >> É água, [ __ ] >> É água. É água limonada, cara. >> Vamos lá. Ô, tem tem um saquinho aí pra gente? É. Precisamos de um saco. Um lixo ali. >> Ah, pera. Vamos trazer o lixo aqui.
▶ 00:13:47 >> Vamos lá. Não, continue falando aí. >> Não, >> cara. Espero assim, eu comi um monte do figo seco. Espero que ele esteja podre também. Tá bom. Que que é pro lixo? A gente limpando, sabe? A gente civilizado, tal. >> O limão espremido aí. Ó, essas latas estão lá bebeu. A tomar uma coca para matar os ver comer
▶ 00:14:17 agora nós >> foi matar esse ver agora. Brasileiro é demais, cara. Se adaptar à dificuldades, ó. Aou. >> Quem consegue ver sem melody do tecn? >> É sim. Tava ficando triste. Já entrou melodzin
▶ 00:14:53 só. Tem colocar ali no bazinho sem. >> Deixa eu dar uma olhada lá fora como é que está a equipe com barco. Bom, é incrível.
▶ 00:15:26 Só para informação de todos, o barco tava para sair às 6 horas, né? 7 horas são agora? >> São 9 horas, estão, portanto, 2 horas depois estamos de volta. >> 3 horas depois estamos de volta em Belém. O barco está parado, sem luz. Vocês [risadas] estão ouvindo aí? >> Vocês estão ouvindo aí, pessoal?
▶ 00:15:58 >> Se vocês estão ouvindo, digite um. Deixa eu pegar uma cadeira aqui. Mercado. Isso aqui isso aqui.
▶ 00:16:30 Eu achava que não seria possível ter mais perr do que a gente passou no Maranhão. Maranhão, vocês se vocês lembram, foram sete pne pneus furados. Gente chegando no hotel 5 da manhã para acordar 7. O pessoal ficou na estrada ali esperando o guincho porque não tinha guincho ali naquela região norte oeste do Maranhão. A gente foi buscar um guincho numa cidadezinha lá perto que tinha 2000 anantes, então não tinha guincho. Mas acho assim, Pará tá conseguindo superar algumas coisas, né? A estrada era pior do que Maranhão. Não
▶ 00:17:00 tivemos pneu porque a gente já tá com ascudo agora, aprendeu a dirigir >> e o carro era mais leve. Ah, a gente ficou 10 horas esperando o avião no aeroporto porque o avião atrasou. A gente perdeu o barco de ontem, pegamos o barco de hoje. O barco de hoje de pau e estamos a 3 horas no porto de Belém. Hidroporto. >> A gente tem hã >> hidroporto. >> Hidroporto. Estamos a gente tem que se benzer depois aqui, galera. Band
▶ 00:17:30 >> foi o cemitério de for. >> Foi vocês lá no cemitério de for >> não. A gente porque a gente se ferrou em Maranhão antes. >> Agora >> foram as almas de 1930 aqui. >> É cara malária. >> Galera, assim o em tod toda a campanha pré-campanha vai. É uma coisa que a gente viu muito, é, tem muitos filmes que dá para fazer em vários lugares do Brasil. Cara, Fordlândia é um filme, eu faria um filme de terror do estilo, ah,
▶ 00:18:00 do estilo, eu vou te falar, aquele filme sueco Mid Somar chamado Fordlândia. >> Cara, um filme de terror, cara, porque assim, são os americanos chegando, a gente faz o filme sobre a perspectiva dos americanos, da cidade deles sendo a malária chegando, mas não era malária, sabe? >> Entendeu? E e cara, o cemitério que eles vão construindo, mano, e não para de fabricar cruz, foram centenas e centenas de mortos ali. É bizarro. E assim, a experiência, ser um americano dos anos 30, que que você tá fazendo ali? Diz que
▶ 00:18:31 realmente eles faziam o hambúrguer, eles faziam churras, as festinhas deles, eles tentaram criar uma cultura americana lá e a galera se rebelou. A galera fez uma rebelião, tá? E eu fui ver assim, qual era o regime de trabalho abusivo, 8 horas de trabalho, >> começava às 9 e saía assim, não vi nada, nada, nada. >> Mas o abusivo era trabalhar, pô. >> Hã? >> O abuso era trabalhar. >> É assim, a galera se rebelar porque se rebelaram contra a comida, cara. A
▶ 00:19:01 comida que ele trouxe, o o tem um tem um americano que tava fazendo uma série sobre isso, tem as latas, era basicamente comida da fábrica de Detroit. Era a mesma comida. Eles queriam eh fazer padronizar em tudo. Então eles trouxeram tudo, por exemplo, os pêssegos de Michigan. Então eles trouxeram perce em cauda de sobremesa. Se você olhar pro nível de desnutrição que o Brasil passava nos anos 30, o cara tava dando comida boa para eles. Eh, pão, pão de e eh realmente tinha mingal de aveia, tinha carne mais pouca,
▶ 00:19:33 ã, feijão enlatado, eh, tinha ovo mexido de manhã, tipo assim, comida, sabe? Comida saudável. Você resolveu a desnutrição ali. >> É, a única coisa que ele bloqueou culturalmente foi o peixe com farinha, né? >> Mas foi só isso. >> E a cachaça >> e as mulheres. >> E as mulheres. >> Cara, o seguinte, o o Fordlândia, para quem não tá, amanhã vai ser o vídeo sobre Fordlândia, né? Eh, pra galera que tá
▶ 00:20:04 nos ouvindo aí, Fordlândia foi uma experiência muito maluca [música] em que o Henry Ford foi enganado pelo primo do Santos do Mon. Primo do Santos do Monana o Henry Ford. É, são essas personag. >> Sobrinho, >> sobrinho. Sobrinho do Henry Ford. Não, o sobrinho do Santos Mon encontra o Henry Ford nos Estados Unidos e ele convence ele a fazer a borracha pros pneus do Ford T, da pras fábricas da Ford lá aqui no Pará, né? E aí ele tinha ganhado umas terras do governo paraense e falou: "É isso, eu vou enfiar essas terras nesse gringo trouxa". E os na época
▶ 00:20:35 >> foi 100, como é que é? Conte aí. >> 125.000 na época. >> Conte os detalhes aí. O detalhe é o seguinte, o governo brasileiro, o governo do do Pará, ele doava terras para quem quisesse fazer alguma coisa. E isso foi na região do do Tapajós, né, do rio Tapajós. Eles doaram para ele. Ele foi lá, pegou a doação de 1000 haares de terras, foi paraos Estados Unidos e vendeu pra Henry Ford por 125.000. Foi exatamente isso. Ele pegou de graça e vendeu. Achando pouco depois da da
▶ 00:21:07 história ter dado tudo errado de Fordlândia, de a revolta da panela, quebra >> do quebra panela, panela, >> teve a a o o surto de malária que dizimou a Atlântic de Fordlândia. >> Mas assim, não é que morreu 10 pessoas? Tem que imaginar assim. >> Deixa, deixa o deixa a gente tem um aqui. Tem um aqui, ó. >> Ah, vocês tem um aí? >> Não é que morreu 20 pessoas. Imagina assim, morreu 30 pessoas numa fábrica, um negócio, né, pósustador, >> a gente tava contando assim, contagem básica, morreu mais de 400 pessoas ali
▶ 00:21:38 naquele cemitério. >> Tinha mais e e morreu todo mundo que vivia na você via que morria a era era criança, >> tinha lá eh tumos que nem tinha o nome, era só filho do Antônio. >> E ali a 1930 e eram pilhas e mais pilhas. É [música] >> tanto que a até agora pr os locais poderem enterrar as pessoas que morrem hoje em dia ali, que tem pouquíssimas pessoas na cidade, eles têm que meio que violar as as lápides, porque não cabe no terreno do cemitério assim. E tem que tirar as lápidas, jogar num canto,
▶ 00:22:09 >> porque assim, é muita gente, é assustador, total as tem umas cruzezinhas pequenininhas assim. >> É, é assustador. Assustador. Tudo da mesma época assim. >> É. E aí, outra coisa, a fábrica, quando você vai pros detalhes, né, que é uma coisa eh e quando você vai para fora do Brasil, eh, é sempre um choque quando você vai para um país de primeiro mundo. Eh, quem aqui já foi dos garotos aqui? Você já foi para fora do Brasil? Você já foi, Pedrinho? Ou não? >> Você não. Você não. Sim, você não.
▶ 00:22:40 Fernando Papai. Eu fui primeira vez pros Estados Unidos. Eu não ligava muito nisso, mas era um choque. Eh, qualquer coisa era um choque, tipo a estrutura do do aeroporto, a estrutura, os viadutos que você saía quando você pegava e rodava. Eh, e aí quando eu fui para para Nova York depois em 2001, 2002 também foi um tipo um nossa, né? A aquele mar de prédio e tudo muito bem feito. Quando eu fui pra Europa, o susto continuava. E a coisa que você começa a
▶ 00:23:10 reparar é que a qualidade dos materiais que vão em qualquer coisa é melhor. Por exemplo, você vai para uma escada de ferro. Escada de ferro. A escada de ferro que a gente usa aqui no Brasil é a chapa é meio fina, a chapa não tem tratamento, a pintura tá mal feita, >> a solda mal feita, >> a solda tá mal feita, não tem acabamento. É, sabe um poste, a como é que chama mão, a mão francesa que vai no poste é mal feita. É mão francesa, não é um, não sei se é Niple o nome da parte que vai embaixo ali, é o a parte os
▶ 00:23:42 caras fazem é uma [ __ ] fundida quando os caras usam lá. Aqui é uma mão francesa frágil. Então quando você vai reparando no detalhe da infraestrutura, o tubo que você vai usar tem uma parede mais fina, tudo aqui a infra é pior. A fábrica da Fordlândia, lá em Fordlândia a gente subiu a escadaria que você subiu, >> você viu a chapa, >> a grossura >> da escada, a grossura da chapa >> corrimão em conexão, não é? É um soldado, é uma conexão. >> É, cara, assim, >> tem 90 anos. >> Tem, exatamente, tem 90 anos. Tá rígido. >> Certo.
▶ 00:24:12 >> A única coisa que tá rendendo aí, que tá caindo é a parte de madeira, que lógico, a madeira pis madeira, a piso de madeira é madeira de lei. É, tá a grossura da madeira, talba. >> Então assim, e é porque não tem manutenção, porque o resto da fábrica é uma fábrica de estrutura metálica [ __ ] de boa. Então, tem uma coisa que >> maquinário lá maquinário se tirasse de novo, não funcionava. O o que tem assim é que como eu vejo que no Brasil as pessoas quem tem quem tá no poder não se importa, então as coisas não são feitas
▶ 00:24:42 para durar, as coisas são feitas para entregar. Então o a infraestrutura urbana no Brasil ela é uma bosta. Então o asfalto é uma bosta, a calçada é uma bosta, o semáforo é uma bosta, o cabeamento é uma bosta, tudo é uma bosta, porque quem faz não tem carinho pelo aquilo. Quando o cara, os americanos foram lá fazer Fordlândia e depois Belterra, o carinho que os caras botaram para fazer é muito maior do que a gente, sabe? Vem um cara aqui, ele não mora aqui e ele faz o negócio mais bem feito. Isso que que você fica puto porque ele bota um pouco mais de carinho
▶ 00:25:12 na infraestrutura, imaginando que aquilo vai durar. Aí a rua dura até hoje. >> Não sei se vocês viram uma das ruas em Fordlândia, os caras tiveram cuidado por alguma razão de da rua não ser canto vivo, a calçada quadrada. A rua os cantos são curvados, tanto da calçada quanto do pavimento. Dá um pouco mais de trabalho de fazer assim, mas era um cuidado que os caras tinham. Outra coisa, a guia da calçada mais alta por alguma razão, mas o bloquinho bem feito, acho que foi feito aqui, você até tava me mostrando. São esses detalhes de
▶ 00:25:43 infraestrutura. que mostra assim, porque um é civilizado e outro não é. >> Quer ver uma coisa mais bizarra? >> Hum. >> É o sistema de de abastecimento de água deles. >> Hum. >> Ah, eles só mudaram agora, tipo, há um ano atrás eles mudaram o local porque a estrutura tá cedendo, tá caindo, tá riando assim, tá caindo para dentro do rio. >> Hum. >> Aí eles fizeram uma estrutura nova, mas durou quase 90 anos. >> Sim. >> A estrutura faz de água. E a caixa d'água é espetacular. Caix d'água é espetacular. A caixa d'água. A gente filmou lá. Caixa da tá de pé, mas tá assim tesuda até hoje. Então,
▶ 00:26:15 >> se a gente quiser subir, ela é extremamente alta, ela é hipersegura para subir na caixa de água. >> E e parece que assim, a gente tá falando de aliens, né? Não veram os aliens americanos, fizeram uns negócios que a gente não sabe explicar, cara. Eles só fizeram estrutura metálica. É, é a qualidade da engenharia da época, engenharia dos anos 30. Se você for em qualquer capital brasileira, assim, tirando alguma outra, mas 90% de capital brasileira tem caixa d'água com infiltração caindo, vazamento de água, tem tudo. Caixa d'água cedendo, caindo, tem, mas lá em Fordeland tem uma lá bem
▶ 00:26:45 maior que acho que tem na capital funcionando. >> É, >> é isso. Mas, mas é um negócio de doido, Renan. Imagina ali barcos e barcos chegando em 1930 por esse rio, rio Tapajós, que não tem nada por perto, eh, com uma estrutura pronta para montar uma cidade. Não é que os caras eles iam numa iam ir numa loja de construção e podiam voltar, não, eles tinham que ir com a cidade pronta nos barcos. >> É exato. Eles foram e montaram a uma a bagaça de uma cidade. Aí vem e fala assim: "Por isso que eu fico puto". Ah, Renan, desfavelizar difícil. Cara, os
▶ 00:27:15 caras montaram uma cidade para 4.000 pessoas no meio do nada. Não havia nada ali. Mas assim, será que havia conexão por estado? Tit tudo de barco. Deve ter vindo tudo de barco. >> Barco não foi tudo de barco. Tudo de barco. >> Aí assim, vem um americano nos anos 30, por isso que eu falo que parece assim, vieram uns ETS. O cara faz, monta aquela estrutura. A gente hoje não, eu não consigo desfavelizar, não, não consigo arrumar uma cidade. Tem a o o o Ah, outra coisa, quando você vai, por exemplo, quando você é um cidadão americano muito ativo,
▶ 00:27:46 você recebe na tua casa os planos de investimento e infraestrutura do teu estado pros próximos 15 anos. Do tipo assim, ó, a sabe essa é previsto que vai aumentar a população nessa região sul aqui da Flórida, nós vamos ter que fazer uma faixa nova de cada lado na estrada, tá? Então já tá essa obra tá previda daqui 5 anos, tá? E a gente vai ter que fazer um viaduto novo ali em tal área, ó, vou ter que fazer uma alça para não sei o quê. Eles têm um planejamento de quando eles vão fazer as obras no longo prazo. A gente aqui nem sabe quais obras vão fazer e precisa será de emenda para
▶ 00:28:16 fazer obra. A parte da infra do Brasil é uma das maiores piadas que tem, porque ela é uma parte essencial para você existir e não tem a o o o caso do Pará, a gente tá aqui, né, tendo nossas aventuras paraenses e você percebe que diferente do Maranhão, você tem uma demanda a eh do ponto de vista econômico por crescimento aqui. Do tipo assim, aqui é para escoar a produção, cara. Se for explorar o agro, vai sair coisa, se for para explorar
▶ 00:28:46 migração, vai sair coisa. Se se forar a produção portos, vai sair coisa. Ou seja, aqui tá tipo aquele jog o Pará é como se fosse um, especialmente a área do ali do Tapajos ali de Santarém. É um jogador de futebol pedindo bola, ó, sabe um cavalo fogoso. Me solta que eu quero correr. E o estado brasileiro não consegue, cara. Aí você vai ver os caminhão de soja com aqueles buracos na estada. É uma piada. Na boa, isso é uma piada. Sim, assim, não, não existe eh resposta que a gente possa dar. Não existe. Ah, eu tenho uma opinião sobre isso. Não tenho opinião. Um jornalista
▶ 00:29:17 me parou, cara, nem de uma fé. Eu, ele é o cara da Record. Ele fez uma pergunta sobre infra. Eu falei: "Olha, o grande problema do Pará, né? Tinha no >> isso." Falei que era infraestrutura. Aí o cara >> aí eu falei que precisava fazer estrada, ferrovia e tal, o cara não, mas você que tem questões históricas aqui, tipo que ainda assim, ó, meu, tipo, tem um quilombola aí e aí tem uma reserva indígena 200 km, então você não pode fazer. E eu caguei, falei: "Ó, não vai." Ô Renan, antes da gente mudar de assunto, fala dos Borari. >> Ah, cara, puxa, puxa o Borari. Aí
▶ 00:29:47 >> tem um uma tribo indígena que foi catalogada porugues em 1723, chamado etnia Borari. E ain sumiu conforme os anos. Sumiu do mapa em 2003 por causa de um antropólogo chegou e disse: "Cara, eu acho que vocês são Borari numa região aqui da do Alter do chão. Vocês são borari, cara. Vocês Eu vi aqui um registro de um português 1703 que existia um povo indígeno aqui. Já que vocês estão aqui são vocês. Vamos ali o
▶ 00:30:17 governo Lula ali agora petista. Bora ali catalogar vocês. Eu vou dar uma terna para vocês aqui gigante. E foi isso que aconteceu. Essa é atender Borari. É, cara. É. E aí, esses são foram esses caras que pararam a a Cargil, tão que estão parando o funcionamento de uma hidrovia. Quando você vê a estrutura que a Cargil fez ali, eh, é, sabe, é, foi um investimento privado em infraestrutura, com silo, com aquelas máquinas para levar o grão, para carregar a o o barco no porto, sabe? Negócio, negócio de gente, >> é >> infraestrutura de gente.
▶ 00:30:50 >> Vai um bosta, um bosta falando que é um índio, parar aquilo para não a hidrovia e sei lá, o meu meu tucunaré, não sei o quê, sabe? É muito é muito pequeno. Isso é coisa de gente pequena. E aí você tem cidades muito pobres, cara. Belém tá me assustando, tá? A essa região portuária de Belém é de uma pobreza. É, tô para, né? Enfim, tem que ser cuidadoso aqui, né? Mas tô para dizer que é o pior lugar que eu
▶ 00:31:21 já vi numa cidade por enquanto. >> Sim, com certeza. Mistura palafita com lixo, com canal é tudo. Agora, ó, uma coisa. A gente pegou, a gente desceu no aeroporto ali em Santarém, quando a gente desce, a gente não vê essa pobreza até passar por onde ficou a estrutura da COP. >> Você viu? A gente passou pra estrutura da COP, aí começou a pobreza. É assustador. Assustador. A, o que eu vi na estrutura portuária ali >> tá para ser talvez o assim o pior o pior lugar urbano do Brasil.
▶ 00:31:52 Era cena de guerra e assim pilhas de lixo amontoado, as palafitas, o esgoto, imagina o cheiro ali. E assim, um calor, cara equatorial, né? Um calor. Então, tudo entra em decomposito, [música] tudo apodrece muito rápido. Aquela água tá podre. Como é que as pessoas vivem ali? É, >> [ __ ] merda. Mais notícias para nós. [risadas] Tem >> uma notícia, Renan. É a melody do
▶ 00:32:22 tecnobrega. Não, não. Notícia que a luz azul ela não deixa meu rosto bonito. A boa notícia é que vai tocar o tecnobrega bem alta aqui pra gente. [risadas] >> Ô, Renan, e uma coisa interessante >> é que mesmo eh Forder ter dado errado para [ __ ] né? Ele foi assim: "Cara, eu vou tentar de novo. Ô, ô, sobr do Mon, me dá outro terreno aí". >> É impressionante, né? Aí o cara vendeu
▶ 00:32:53 outro terreno que é bioterra. É, >> só que a Biotterra experiência foi diferente, né? >> É, porque tá falando também não deu errado também assim naquisito de economia do que ele queria fazer, >> mas ficou uma herança pra cidade. >> Sim. Não, assim, e BeTERRA e a urbanização em BeTERRA ela faz muito sentido. E aquelas casas eram para brasileiros, né? As casas que a gente visitou foram casas a aos moldes americanos para brasileiros. Muito decente essas casas. Tanto que o eu não vou comentar, mas um dos caras da nossa delegação quer comprar uma casa em
▶ 00:33:23 Belterra, né? É você, né, Ítalo? Ele tá entrando em contato com Eu queria saber quanto é uma casinha daquelas. Ah, >> é um aluguel. Ela tá, ela táendo, ela tá alugando. >> Hum. >> É 1500 o aluguel >> pro mês. >> Respondeu. Só que a gente vai tentar trocar ainda pelos búfalos. >> É porque assim, o que ele tá oferecendo é 20 búfalos pela casa. Quem não sabe, o Ítalo, a gente só tá vindo em Marajó porque ele é um investidor em búfalos. Ele comprou no Maranhão os primeiros búfalos dele e ele prefere os búfalos
▶ 00:33:53 daqui do que os do Maranhão. >> Conta a história. Vai lá conta. >> Vai lá, Ítalo. Fala aí, pô. O Itítalo trabalhava no gabinete do Faustino, mas ele era investidor na área de búfalos. Renan ali, >> [ __ ] Renan, pô. Teu canto. Vai. Tô aqui com >> Então é, amei Beerra e eu quero, eu não
▶ 00:34:24 quero alugar não, tá? Falar para ela que eu quero comprar e eu tô oferecendo 20 búfalos da minha fazenda lá. A gente tá produzindo uma das melhores musselas de búfala do mundo. >> A manteiga de búfalo tu é muito boa, >> maravilhosa, assim, referência de produto. >> Tô vendo para exportar inclusive, >> tá? Vai, vai dar bom. E é isso, Renan. Assim, tava lá no Gabri Faustino, tal, decidi investir aqui na viagem do Pará. >> Sim, >> estamos aqui. >> Não, mas é o lance é o seguinte, eh, houve um pouquinho de missigenação entre os americanos e o povo de BeTERRA. E o
▶ 00:34:54 Ítalo, que é um homem romântico >> bastante, >> ele ele se ele se, como posso botar, ele se agruminhou, né, com uma local que é uma semi-americana, semi-indígena >> bonita. É tipo uma poca rontas meio de olho. Posso falar ou eu tô desonrando aí tua? >> Não, fica à vontade. >> Tipo uma poca rontas meio de olho verde, bonita, exótica. E aí ele tá querendo se mudar lá e tá tá doido aí pela pela Inclusive essa
▶ 00:35:24 essa agenda para resolver umas uns problemas da fazenda, tal, fazer mais umas negociações >> e ver, né, minha pouca rondas estava com muita saudade. Eu como um dos últimos românticos. É, >> cara, peguei, ela fica aqui, hum, >> ela me ajuda nas coisas, ela administra para mim tô na campanha, na pré-campanha >> e enfim. Eh, cara, eu me apaixonei por essa região. >> É, não só pela região, >> assim, pela região, pelas, né? >> É, e qualquer coisa, cara, ele vai, ele vai para lá e, e, cara, tem, ainda tem
▶ 00:35:56 seringueira, então você precisar tirar leite do pau, você vai lá e, [risadas] né? >> É com essa, galera. É, não, não. Fica, fica, fica. >> Ai, ai. >> E aí o o pessoal falou: "Mulher, deu um chá no cara". Cara, eh, deu, >> posso falar? >> É, né? Deu. E a menina é bonita, cara. É aquela coisa, o enfim, né? Misturou e tal e saiu uma coisa diferente. E ele tá querendo investir em búfalos. Então, a
▶ 00:36:27 viagem para Marajó também é para ele ver os búfalos. E carne de búfalo é uma delícia. Tem um pouco, eu gosto de mais gordura na carne, gordura entremeada, mas tem quem goa mais carne mais lim, né? >> E e quanto assim, mas falta uma casinha daquelas, >> cara? A casinha, ih, começou a música. A casinha lá, Pedrinho, ela respondeu. Ela tá cobrando o que lá mesmo? >> Ela tá falou aluguel. >> Aluguel? >> Sim, aluguel. >> Agora sim, eu gostei muito. Eu vou oferecer para ela 10 cabeças de bufa. Eu
▶ 00:36:59 eu 10 cabeça, >> eu posso ligar para ela. >> Dá para ela fazer uma cerquinha ali. >> Oi. Então eu posso ligar para ela aqui. >> Criar >> e posso salar boca. >> E nem e não é nem para comer assim, é só para, mano, distrair a >> Eu ensino para ela, mando, eu mando meus funcionários aí lá. >> Eu vi que você treinou no cenar. >> Eh, tira o leite, consegue o creme e a manteiga. Gente, a mocela de búfalo é uma delícia. A manteiga de búfalo é muito boa. >> Muito boa. >> Ô, ele faz uma manteiga com flor de sal de búfalo. Cara, você ficaria rico se você conseguisse dar esse cara
▶ 00:37:29 industrial nisso aí. >> Tô pensando, tô, tô pensando. Vou começar o investimento aí. >> Parabéns, cara. Parabéns. E o pessoal tá preocupado no chat. O pessoal tá light, light light, light. Fica na light. Não sei o que que eu tô falando. Tô falando nada de errado, gente. Ó, a Maria Lemos, a nossa grande Maria Lemos, ela falou: "É estranho, gente, fora do Pará falando do que acontece aqui. Não é tão diferente do Brasil todo
▶ 00:38:00 jogando jogado fora. A diferença é a dimensão amazônica, principalmente." Não, não. Vocês têm problemas brasileiros adaptados a circunstâncias locais. Os problemas são profundamente brasileiros, Maria. Agora, se tem circunstâncias locais, tem uma guerra política entre o Brasil produtivo e impulivo muito clara. A questão assim, para mim o Pará era para estar numa situação muito melhor do que ele tá. E eu vou falar uma parada, Rondônia, que essa sabotagem não acontece, o nosso Morique me corrige. Rondônia economicamente tá indo embora já. Rondônia tá vendo um Mato Grossão. Rondônia vai bombar. PIB tá crescendo. O
▶ 00:38:30 PIB per capta de Rondônia tá ficando alto já. >> E é um cidade pequeno, né? >> Comparado a Pará é muito pequeno. >> É outra coisa, a as cidades do interior do Pará eu achei ajeitadas. Eu vi assim, quando eu comparo com o nosso Maranhão, eu acho o Maranhão tá, né, bem bem contado. >> Compara assim, região Tapajós. Compara por região, >> tá? >> A do Tapajóis são ajeitadas, >> tá? A região mais de Belém aqui você acha mais complicado? >> É bem mais. É Belém.
▶ 00:39:01 Popó. >> Passou um popopó aí, galera. explica o que é o popopó para eles. >> É popopó é um barquinho pessoal com motor que, né, sai a transmissão dele ali no final pr hélice ali. >> E por que o nome popopó? >> Porque ele faz popó. Ele é dois tempos. [risadas] >> É quatro tempos ou dois tempos? É um >> deve ser dois tempos. >> É p, >> mas é rapaz, não sei se é dois tempos. É uma velocidade tão grande que a gente passa no Rio. É uma carreira tão da peste. >> O pessoal perguntando, Renan, eh, fica na light. Que que a gente ia falar? Eu
▶ 00:39:32 não tô entendendo o lance. A galera é muito medrosa. >> Tô falando meus investimentos. >> É. Eh, agora sim. Ganhamos eleição. Vamos supor que, né, vencemos ali em outubro. Ah, a gente tem que pegar essa equipe e descansar. Onde nós escolheríamos os lugares que a gente visitou? Aquele resorte no Maranhão. >> Car, é Carolina. >> É Chapada das Mesas. >> Chapada das Mas. >> É. >> Ah, BeTERra. alugar umas casinhas americanas de Beerra e fingir que a
▶ 00:40:02 gente é local. Sabe o que eu faria duas semanas? Eu fingi que a gente era americano por duas semanas em Belra. A gente fazia um cosplay de americano. Eu ficava larpando, fazendo um larping de americano por duas semanas. >> Caçar e tirar a sair moju. Eu tenho, eu tenho um pouco de medo de de fingir que eu sou americano naquelas bandas depois depois de ouvir aquele cara fala isso. >> Não, a gente foi gravar lá no Fordlândia e aí o Morique chegou, >> chegou nas cidades americanos, né? americanosinha que tinha, >> é, tinha umas vilhinhas onde os americanos dormiam, que eram separadas
▶ 00:40:33 um pouco da cidade assim. >> E aí lá tem as casas ainda estruturadas e tudo. Ó, >> cara, o barco tá andando. >> A gente vai chegar >> aí, galera. Palmas. Comandante. >> O é o comandante. É o comandante. >> Comandante, cara, botou para andar o barco, cara. Quis nem saber. >> É. E ele garantiu pra gente. Ele falou 8 horas da manhã a gente tá lá. assim na maior. >> Ah, foi. Vamos ver se ele vai fazer >> aí. Eu sei que se for votar assim, tinha
▶ 00:41:05 três vilas de Fordlândia. Uma era dos americanos, onde só eles podiam ficar, uma era dos técnicos e outra era dos operadores peões. É. Então a gente tava na dos americanos, que é a única que não foi conservada, que tá destruída completamente e a gente achou sezinho e a gente >> morando na casa do americano, né? >> É. Aí ele falou o quê, Pedrinho? Ele falou que o pai dele tinha expulsado essas carnistas de lá e que junto com Getúlio Vargas >> que estavam explorando os brasileiros. Estão explorando os brasileiros.
▶ 00:41:36 >> Explorando. Os caras fizeram uma infraestrutura invejável. >> Ele tá, ele tá morando até agora. Ele mora até hoje na casa dos cara. [risadas] >> Como é que foi? Ele usou um termozinho que eu esqueci agora. >> Ele falou achei engraçado. >> Foi eles estavam roubando ali. >> Não >> é engravatados? Não, engravatados. Não é, ele falou outra coisa aqui é que morava os letrado ou coisa assim, não? Eh, não, >> não era letrado, mas era uma coisa com
▶ 00:42:06 diploma. É diplomado. >> Não era diplomado. >> Ah, é, eram, é, é, uns é, é, eu lembro o termo que vocês usaram, tipo assim, os matriculados eram os >> laureados, os >> não, ele falou alguma coisa assim de que fosse o pessoal estudado, entendeu? que aqui ficava esse povo. Mas ele falou com muita raiva, gente. Muita raiva. Chancelados, os >> bachelados os >> alguma merdinha que ele falou assim. >> É, >> é. >> É. >> E que, mas você vê como o a história
▶ 00:42:36 vira um telefone sem fio, né? Então, na visão dele, os americanos foram expulsos na rebelião. E na verdade não foi isso. Os americanos foram embora. Houve uma tentativa de rebelião ali, eh, mas depois foi pacificado. Os americanos retornaram, que foi a revolta dos quebra-panelas. E o lance que os americanos começaram a desistir é que era a operação, logisticamente falando era muito ruim e tava valendo a pena mais fazer na Ásia. >> Quantos dias será que era para ir, sei lá, nos Estados Unidos? >> [ __ ] cara, >> [ __ ] >> dá mais de mês, né? >> [ __ ] viagem.
▶ 00:43:06 >> Porque assim, o o Pensa assim, qual o caminho que eles faziam? Eu tô curioso. Será que eles iam pelos por rio pros Estados Unidos também? Porque o >> viviam saí pelo rio Amazonas. É, eles subiam, mas assim, mas subia, ia pro Mar do Caribe. >> O Mar do Caribe eles a moral. >> [ __ ] Eh, eu vou pegar o mapa aqui. O Malmar do Caribe. O, Me corrijam que tá assistindo. Bom, galera, boa geografia,
▶ 00:43:36 mas o Rio Mississippi ele desemboca ali. >> Deixa eu pegar aqui, galera. Ali são fatos. Os caras são muito aventureiros, >> muito >> muito aventureiros. A gente a gente chegando lá agora em 2026 falou: "O que que a gente tá fazendo aqui?" A gente tava a gente tá no fim do mundo aqui. Imagina os caras em 1970. Foi [ __ ] Tipo,
▶ 00:44:07 >> [ __ ] o que é que tinha em 1930 lá? Só tinha floresta >> e nada. Não, o legal que a gente chegou na cidade e aí a gente, beleza, tinha invadidas >> e e aí só tinha isso. E aí a gente viu uma galera e a galera tava na porta do Cris e a missão deles era ficar na porta do Cris o dia inteiro em Fordlândia. A única coisa que funciona em Ford Llândia é um Cris. É >> que é onde oferece o bolsa família. >> É, é isso. É a única coisa que funciona em Ford Lâ tem uma [ __ ] estrutura de galpões ainda.
▶ 00:44:37 Tem um convento, tem escola. Você viu aí? >> O quê? >> Ah, vi, vi. Não, não é o assim, eles provavelmente eles subiram e pela costa leste e desceram lá de trem, tal. O rio Mississippi não chega até Detroit porque assim dava para subir pelo Rio, tá? Mas acho que não o suficiente. Eu vou checar. Vai que uma inteligência
▶ 00:45:08 artificial saiba aqui. Deixa eu dar uma gugada. É. Outra coisa que eu achei muito [ __ ] >> é que não necessariamente precisava ah não precisava, né? Precisava ir paraa Michigan, né? Ou não? Ou não necessariamente, porque eles podiam pegar o porto mais próximo mesmo. >> É, mas assim, o o minha dúvida é se eles subiam por rio barco, pelos Estados Unidos, que o rio Estados é muito navegável pro barco, ou se eles paravam, ia de ferrovia ou estrada? Deixa eu ver. >> Uma coisa que eu achei massa de bra ainda hoje lá para no sinal. A cidade
▶ 00:45:38 pequena, a turma para no sinal e atravessa na faixa. >> É, não, isso é legal. Eles v eles tm uns costumes bem legais. A a a bandeira brasileira estendida com suas bandeiras americanas, né, na porta das casas. É realmente é bem legal. As fachadas limpas. Eles se preocuparam, como o ambiente é limpo, [música] eles se preocuparam em também deixar o seu cantinho limpo, o seu espaço limpo, né? Então, cada um deles tinha um quintal muito bem bonitinho, tinha plantas, eh, eles fizeram ali uma jardinagem básica, eh, tinham alegorias, eram, eles
▶ 00:46:09 preservavam, sabe? E >> outra coisa massa que eu me lembro, >> a praça, a praça bem bonitinha a praça. >> Nem uma gota de láex de Ford Landers entrou em um carro Ford. >> Foi um fracasso gigantesco. Aqui, ó, Fordlândia foi um grande fracasso. Doenças nas árvores, problemas de plantil, mão de obogística impediram produção comercial. Fontes confiáveis afirmam que nenhuma gota de lados. Nossa, Belra produziu algo, cerca de 750 toneladas em 1942 e possivelmente 1000 toneladas em 41. Era muito pouco
▶ 00:46:40 comparado a necessidade da Ford, cerca de 25 a 38.000 toneladas por ano. Parte desse látex pode ter sido exportado durante a Segunda Guerra quando a borracha asática faltou, mas não resolveu o problema e o projeto foi vendido ao governo brasileiro em 45. eu acho que foi vendido pel um valor mais baixo, né, do que o do que ele comprou. Que doido, velho. >> Como Ford foi trouxa. >> É, então >> não, mas então olha só,
▶ 00:47:10 >> o fracasso de R forge é aqui, né? >> O o caminho era Rio Tapajós, Rio Amazonas, aí saía por Belém. Eh, Fordlândia ficava quatro dias de barco de Belém. Aí vamos lá. Por mar, >> ia pros Estados Unidos. É. navios e omba de Belém para Portos americanos, provavelmente Goof Coast, como New Orleans ou East Coast. De lá, transporte interno por trem ou barca até Detroit. >> Ah, então então demorava mais ou menos uma semana. Vai. >> Olha só, suprimentos e equipamentos iam
▶ 00:47:41 de Detroit até Belém Santarém por navios da própria Ford. >> Imagina os naviozão escrito Ford gigante chegando assim. Nossa, que louco, >> cara. Muito louco, cara. Muito louco. Então vai demorar uns s dias porque você pega ali o Tapajós, aí vai até Santarém. Santarém tem um encontro com Amazonas e aí Amazonas mais cinco dias para cima. [música] Eu achei que era mais tempo, sabia? >> Grande Fordelândia. Ô, deu quanto Gana e Panamá?
▶ 00:48:13 >> Tava 0 a Z0. Deixa eu ver. >> Eu aposto G assim. >> Continua 0 a Z0. E e o fracasso de Portugal hoje, Ren? >> Nossa, assim, patético, patético. Portugal, patético. >> Patético. >> Aliás, o Cristiano Ronaldo, ele deve est vai se matar, né? Porque para ele ver o Messi fazer o que fez e ele, né? não jogar nada nesse jogo. Outra coisa,
▶ 00:48:43 Portugal tava sendo apontado como um favorito. [música] Lógico, os times evoluem a competição, não tá nesse tá com esse reg todo não. >> É, eu assisti poucos lances do jogo assim e tinha um negócio também, eu vi um lance, acho que foi do Bernardo Silva, ele tentou, ele tava, ele tava nitidamente, ele tava com ângulo de chute pro gol, [música] sabe? Ah, ele tô com Cristiano Ronaldo. Ah, eu acho que o time tentou jogar também um pouco pro Ronaldo, talvez tá atrapalhado assim. Galera, eu adoro o robozão, mas ele
▶ 00:49:15 nunca foi o Messi. Não que ele não marque gol para [ __ ] se ele é [ __ ] mas o Messi é mágico. E agora os dois perderam o pico físico. O Ronaldo dependia mais do físico do que o Messi. >> Messi é [música] Messi é bravo aqui, ó. Um papo, então, um papo de futebol, mestre maior da história. [música]
▶ 00:49:46 No Brasil, essa discussão é proibida por causa do Pelé e tal, mas sei lá, acho que já abriu essa discussão no mundo. Não existe mais discussão. Posso falar? >> Hã, >> vamos lá. Gente, não é campeã 2026, acho que pode falar isso? >> Ah, cara, acho que já podia falar antes, tá? Mas tudo bem. >> Acho que fica incontestável. É, eu acho >> gerar mais discussão. >> Eu acho que assim, Pelé, ele jogou com muitos craques também, né, que que podiam servir o Pelé muito bem, né? Ele tinha toda aquela gama de craque gestão. >> É, ele pegou as duas maiores gerações
▶ 00:50:17 brasileiras, a geração que tinha de diva vá, Pelé Garrincha e depois ele pegou a geração do time de 70. >> A Copa de 62 nem foi Pelé, a Copa de 62 foi Mané. Foi o >> foi o Mané e Amarildo. É, >> eu e Didiva Vaga zagaram. Um timaço. Mas um timaço. Se o que o Pelé tem é que o pessoal fala muito é essas três copas que nos o Pelé ele jogava para ele tava muito à frente do tempo dele. É. >> Agora o Messi, pô, ele tá jogando em altíssimo nível nas melhores ligas do mundo há
▶ 00:50:48 quase 20 anos. >> Acho assim tranquilamente. Ele é maior que Maradona. >> Não, isso sim. >> Ele é maior que Maron. >> Não. A discussão é se ele a discussão se ele é o rei do futebol. Pé, >> eu acho que para o mundo ele já é. Aqui vai dar discussão ainda no Brasil, mas pro mundo ele é. [música] Pro mundo ele é a gente ganhar essa copa aí você não tem discussão mais. Acabou. Não tem discussão mais >> ninguém vai falar sobre mais. >> O Brasil na era do Pelé tava numa época que o Brasil era de longe o melhor futebol do mundo. >> Era >> 58 a 70. Teve quatro copas, o Brasil
▶ 00:51:20 ganhou três. É muita [música] coisa. É, e também a gente pegar o recorte 942, a gente foi campeão, vice-campeão. >> É, >> também foi uma geração muito [ __ ] >> sim, >> que a gente teve, >> mas assim, é meio brochante pra galera que acompanha futebol no Brasil, mas eu acho que mudou o futebol mundial em muitos termos e um deles é o Brasil não forma mais jogadores, nem tem como formar, porque nasce menos gente no Brasil. Só para pensar que às
▶ 00:51:50 vezes é uma coisa meramente demográfica. Hoje, nos anos 70 no Brasil, a média de filhos que as famílias tinham era tipo quatro. A Europa não era isso. E quatro e pessoas mais pobres, então as pessoas eram mais humildes naquela época. Então as pessoas iam, né, pro futebol com uma intensidade diferente. Hoje aqui no Brasil ninguém de classe média eh pratica futebol, nem existe lugar pra pessoa praticar futebol. Então você tem olheiros que vão buscando crianças. Só que hoje como a Europa faz, ela busca na África que tem uma demografia mais alta.
▶ 00:52:21 Então a África tá formando aos monos jogadores que viram jogadores europeus, que tem uma infraestrutura maior, um treinamento melhor, os melhores clubes estão lá, então o Brasil não consegue formar jogador na mesma velocidade que eles. Então não tem como o Brasil eh chegar no topo assim, no limite como uma França tá, que especialmente a falha, vamos colocar aí, o Brasil tá apresentando um, né, um futebol menorzinho, não é igual. Não adiant achar que vai ser igual timente, que não tem como. >> Mas tu não acha também que pode ser
▶ 00:52:51 também tipo a CBF influindo no na forma de levar o futebol brasileiro que pode ter piorado também muito? O mundo melhorou e a gente piorou simultaneamente? >> Eu não acho que a gente piorou. A gente não cresceu na velocidade que os outros cresceram. A gente perou relativamente. É, relativamente a gente piorou com relação ao mundo. Mas essa piorada aconteceu em várias áreas do Brasil. Brasil, tirando o agro, o Brasil piorou em quase tudo relativamente ao mundo. >> Mas por que uma seria uma questão demográfica e a gente vê times como a
▶ 00:53:21 Espanha e com uma boa seleção, >> porque tá vindo o imigrante pr pra Espanha >> e porque o o a o capital humano que eles formam no futebol na Espanha é [música] colossal porque você tem a maior escola de novos jogadores do mundo que é o Barcelona, o maior clube do mundo que é o Real Madrid, uma liga multimilionária, ferrada de rica. Eu acho que essa ligação dos imigrantes é diretamente ligada assim, por exemplo, aquela Alemanha de Kira de daqueles jogadores, eram todos imigrantes turcos. >> É, >> ó, uma curiosidade, o Marrocos, né? O Marrocos é um time que a maior parte das
▶ 00:53:52 pessoas não nasceram no Marrocos. É, 80% do time não nasceu no Marrocos. >> Tanto que se você pegasse assim, fizesse uma super seleção em que todo mundo nascido na França jogasse na França, aí você pegava a galera de Marrocos, o melhor da Argélia e jogasse na França, ferrou. Porque eu vou te falar de uma rocimi e aquele camisa seis, aquele cabeludo que jogava no meio-coampo >> e mandava ele pra seleção da França. >> É um Dream Team, cara. Era o Dream Twin. >> É o goleiro também. O bom lá >> é muito [música] bom.
▶ 00:54:22 Então, a eh a França ela tá usando a demografia africana dela. Tanto que assim, o time francês não é composto por franceses étnicos, é um time, né, de um catado colonial ali deles. E agora, mas são os melhores do mundo hoje. E tão nossa, a França nem comentei direito. A França já tá jogando demais. >> Pegar a cor deles, né? Já diz tudo, né? [música]
▶ 00:54:57 >> [música] >> Entend queing ting aí ô riso quer fazer uma tour com com ele e o Pedrinho para mostrar o barco pra galera. Vamos lá. Uma tour, um uma side quest. Pô, o público tem que conhecer ele.
▶ 00:55:27 >> É, o John tá aqui escondido. >> É, John, para de ser escondido. >> Ó, o John vai apresentar com sua roupa do Remo. >> É, >> tira aí, tira aí, pô. Represente seu time do Ceará, né? >> É, vocês são melhor que eu. O >> Remo tá na série A, né? E não vai cair não, tá? Não passa essa, não passa essa negatividade que aconteceu nesses últimos dias. Torço pelo remo. Eu gosto do Remo. >> Eita! >> Não, mas eu ouvi a notícia de que tu queria comprar uma camisa do pai Sandu.
▶ 00:55:57 >> Não, do Remo. >> Remo. >> Tá. >> O que é que tá aqui [música] na mão? Os dois aí. >> Eita, >> John. >> Eu tá funcionando. >> Nome completo >> John Robert [música] Neres da Silva. Instagram >> John Robert PA, >> eh, pré-candidato, >> pré-candidato a deputado federal >> pelo Pará, >> pelo Pará, pelo partido Missão para tornar o Pará Grande novamente. >> Ô louco, é isso aí, >> ó. Antes, antes disso, eu lembrei de uma
▶ 00:56:27 coisa que o John não pode escapar. Você tem um vídeo aí? >> [ __ ] que pariu. >> Pode ficar aqui >> agora. >> Você sabe dessa cena? >> Agora não. Já, já vou. Agora >> não. Pega aí. Cadê o vídeo? O John apostou recentemente na sua vaquinha de pré-candidato que caso atingisse um determinado número, ele receberia um tapão do segurança do Renan nas costas. E ele bateu esse número. Por >> isso, quando que vai rolar? >> Acho que tem que rolar. >> Bem legal. Só bota a mão aqui na live. Só bota a mão. >> Não, mostra só a mão. Só a mão.
▶ 00:56:58 >> Ah, já mostrou o cara todo. Era sua mão. [risadas] >> Vê, bota aqui para ver. B asa aqui para ver como é que >> Nossa Senhora. >> Nossa. Peraí rapidinho. >> Até porque o John é meio desnutrido. Acho que mano é um belíssimo tapa. >> Aí tá certo. >> É Apolo Side Quest no barco indo para Breves. Que que que eu >> nessa viagem que não é tão breve isso. >> Nossa Senhora. [risadas] >> Nossa senhora.
▶ 00:57:29 >> Vamos mostrar aqui. Vamos mostrar aqui. Pode pegar seu Instagram, John. Como é que é? John >> John Robert Pa. >> Achei. >> Achou. Volta e vamos jogar no tapão que ele gira cai no rio fixado no chat. >> Beleza. >> Tá escutando, cara. Escuto mesmo. Tomando seu tapa. Ele ganhou a vaquinha. Ele tem que tomar um tapa. Bora bora far. >> Caral que tapa da [ __ ] >> Bom, eu sou John Robert, pré-candidato a deputado federal aqui no estado do Pará e eu tenho vontade, né, de tornar esse
▶ 00:57:59 estado grande novamente. >> Segue ele no chat aí, pessoal. Táando fixado. Vamos embora. >> Vamos lá. Bora, bora fazer o t no barco. Vou fazer descalço porque o chinelo deu uma sugção assim no nessa nesse chão molhado e >> é choveu, ó. >> Ficou grudado. O chinelo ficou grudado no chão. >> Ó, vou mostrar só esse andar e a parte de cima, porque embaixo a galera tá dormindo toda em várias redes e vai acomodar a gente passar em live. >> É, e o Renan já mostrou lá, né? >> E aí, John? Mostra aí. >> Bom, aqui a gente colocou nossas redes,
▶ 00:58:29 né? Bora mostrar onde tá, onde a galera vai dormir. Eh, eu eu espero que essa daqui seja a rede do Renan, tá? >> Ó, >> olha só a rede do Remo. É >> essa daqui eu nem vou mostrar. Mostra aí. >> Mostra aí do pai Sandu. >> Essa daqui de quem é essa daí? >> Não sei. Eu não sei de quem é essa. >> De quem será essa daqui? Sei. >> E essa daqui é a minha rede. Essa daqui é aqui onde a galera vai dormir hoje. E
▶ 00:58:59 vamos mostrar lá em cima. >> Vamos. A, deixa de entender um negócio aqui. Você entende onde a gente tá? Cada canto? >> Não, a gente acabou de sair de Belim. >> Ali é Belém do outro lado. Ali é Belém. >> A gente acabou de sair de Belém. Mostra lá. >> Aí é Belém. Espero que a gente não tenha que voltar novamente para Belém. >> É porque assim, é, o barco quebrou, né? E aí o piloto ou voltava para Belém ou ia direto pra Vila do Conde. Ele decidiu
▶ 00:59:29 voltar para Belém. >> E aí para aquele lado também é Belém? >> É. Não, para lá a gente vai pra Vila do Conde que é em Barcarina. A gente vai pra cidade de Barcarina e depois >> eem Marajó seria para lá. >> É para onde o Barco tá seguindo. Vai embora. >> Aham. Áua. >> Esse bago vai parando. Então é isso. >> Eu não sei se ele vai parar lá em Barcaria. Não tenho certeza. O piloto dis que acelerar. É porque ele vai chegar 8 horas e são 12, 13 horas de viagem. >> Acho que não vai parar. >> 12 horas de viagem. Vamos chegar lá 8 horas da manhã. >> Então, provavelmente aquele lugar já escuro ali já é Marajó. Porque Marajó é
▶ 01:00:02 pr as pessoas entenderem, não é uma ilhazinha, é uma ilhazona. Isso é uma é um arquipélago cheio de de cidades, de floresta. É gigantesco. Teve até um caso de uma baleia que a maré encheu, né? E a baleia foi parar no meio do mato do Maraj e quando secou a baleia tava lá presa. A galera fez >> uma baleia >> uma baleia zona, uma baleia de bast ficou presa no meio do mato da floresta amazônica. Só que assim a galera fez um grande alá dizendo que a baleta tava no meio do mato. Ah, era uns 20 m. >> É. E assim tem o quê? Se cerca de 600, 700. Mil pessoas que moram no
▶ 01:00:33 arquipélago todo >> por aí. Por aí, >> por aí, né? >> É. E >> e olha que doido. >> Breves para onde a gente vai é a maior cidade. >> É. E olha que doido. 90% da de todo o Marajó não tem acesso à água potável. Não, não tem acesso água portável 1 mil pessoas. >> Não tem esgoto. Não tem esgoto de jeito nenhum. É zero total. >> As cidades com pior IDH do Brasil, né, que é o índice de desenvolvimento humano, fica no Marajó, que é justamente Melgasso, que é um local que a gente vai amanhã e vocês vão poder acompanhar nas IRLs, na IRL e e cidades ali em volta, né? N, enfim, nós estamos indo para
▶ 01:01:04 Breves. Breves é basicamente aqui, Belém é aqui. Brevis, o pessoal fala que Sour é a capital do Marajó, né? Mas na verdade seria breve porque é bem maior. Souro é um lugar bem mais turístico. É onde tem os búfalos, é onde tem o queijo de búfalo, onde tem a arte marajoara. Mas breves mesmo é onde tá a galera. >> É bom. E aí onde é que nós vai vai para cima? Vamos lá. >> Nossa, vamos lá, >> cara. Aqui tem um um vocês comem um. Eu
▶ 01:01:35 eu vi isso aí. Eu não sei se é verdade. >> Eh, quando aqui tem muita madeira, né? E e tem várias fábricas de madeira. >> E e aí parece que quando a madeira seca aqui, a precisa ajuda aí, Ris? >> Essa live aqui não vou ligar a luz aqui. É, tá bem escuro. >> E tá chovendo, tá? Vai começar a chover. Olha nós aí. Olha lá, Belém. Mostra lá. Bonito, hein? E aí quando quando a
▶ 01:02:06 madeira tá seca eles cortam e aí tem algum toco de madeira e ficam alguns buracos assim, eles tiram um certo parece um verme >> turu. E vocês comem isso? >> Não. A galera tem muita gente que come, mas não é todo mundo. É, são locais específicos onde a galera gosta de fazer sopa, gosta de comer cru, bota >> come cru. Aquele é um bicho assim, >> limão com limão e sal, taca na boca >> e e >> e come. >> Mas tem, mas tem coisas, tem comidas maravilhosas aqui. Está do Pará. É, eh, o Pará, Minas Gerais e Bahia são os três polos gastronômicos brasileiros, né?
▶ 01:02:38 >> Aí uma curiosidade, né? Tá vendo essa embarcação que a gente tá pegando, assim como essa embarcação que nós estamos pegando, nós temos várias embarcações que que vão pr pra Ilha de Marajó, aí saem a todo momento, assim como nós temos esses navios. Então aqui também tem eh vários nobes, né? Tem o poporó poró que o Renan tava falando aí. >> Eh, tem é o os >> tem vários, né? que eu não vou lembrar aqui de cabeça os nomes exatos. >> E e esses barcos eles fazem toda essa trajetória pela Ilha do Marajó. Eh, nesses barcos, o que rolou lá atrás,
▶ 01:03:08 justamente na época das polêmicas e que ainda rola de certa maneira, é porque quando a gente vai se aproximando mais do estreito da ilha, nós temos as casas de palafita do lado, tanto de um lado quanto do outro. E com isso as famílias ali e as mais carentes e que moram nessas palafitas, às vezes às vezes até mesmo mano de de outras pessoas envolvidas na na ilha, fazem com que as crianças, né, seja tanto homem quanto mulheres novas, peguem os seus barquinhos, >> barcos e e atraem no outro barco maior >> e e vão, e as cenas assim são
▶ 01:03:38 assustadores. vocês pegaram na internet, eles pegam e eles vão remando assim, assim, eh, vem para um barco desse e eles encostam no barco, eh, invadem o barco e eles vão tentar fazer uma espécie de escambo, né? Então, os homens ali eles pegam certos produtos e tentam trocar por outros produtos e as mulheres, mesmo que de menores, às vezes oferecem serviços daqueles que vocês já imaginam, né? E aí entra a questão da justamente do turismo sexual aqui, eh, pela ilha de Marajó. Acontece muito dado a isso, né? E aí muitas vezes amando da
▶ 01:04:09 própria família. Eh, então pode ser até mesmo que durante essa viagem atraque um um sabe, né? Vai ia ser bemado. >> Outra outra curiosidade, >> mas vai mostrar isso amanhã. Amanhã a gente vai passar para um canto que com certeza vai acontecer. >> Outra curiosidade que tem aqui, principalmente aqui nas águas que vão pro Maró, que aqui tem pirata, tá? Piratas. Piratas que a polícia gosta de chamar de ratos d'água. Eles chegam de [ __ ] com motor bem potente e atraalta a galera com espingada e revólver. É, é, é.
▶ 01:04:40 >> Ah, não, a gente já, a gente já sofreu demais, tá bom? Já, tem no Marajó, tem no Amapá, tem praticamente todos os em Barcarina. >> Mas e ah, mas eu acho que eles não são pá pá para os nossos as caveiras, cabeiras, >> né? Nossa pola >> se você vi aqui vai ter bala, né? >> É, não acho que não vai acontecer. Enfim, mas assim, aí aqui acho que já é, né, assim, o arquipélago é outro lado do rio. É, >> mas a gente vai para bem mais longe, né? >> Muito longe. Muito longe. >> Aquelea, aquele foco de luz ali é o quê?
▶ 01:05:11 >> Provavelmente uma palafita. É correto? >> Não, aquele foco de luz pode ser uma cidade, pode ser salva, pode ser >> desse tamanhozinho aí. >> Não, mas é porque tá lá do outro lado. Ou então é a lua nascendo. E aí? >> Ah, não, ali acho que é a lua. Pô, você tá falando daquela luzinha ali, né, Riso? >> É, >> é uma palafita, provavelmente, né? Não. >> Ah, a luzinha é uma palafita com certeza. Não, não tem um clarão ali no meio. >> O clarão, você tá falando do clarão. O clarão pode ser uma cidade de salvaterra ou de souro, entendeu? >> Ou a lua riso. >> Só que a gente não tá vendo a lua, né? >> Inclusive o céu muito bonito aqui, ó. >> É gxi. [limpando a garganta] Ela cá para ver que
▶ 01:05:41 >> não vai pegar o >> Mas assim, eu acho que vai chover. >> Vai, vai, com certeza. >> Você sabe o que acontece quando chove? Riso? >> O quê? >> É uma chuva no meio de um rio na Amazônia. Vai alar tudo. >> Vai alar tudo. Não, ele já passou. Ele já passou. ele já passou por essa experiência. >> Que beleza. >> E vocês têm equipamentos, câmeras, celulares. >> Bom, é isso. Bora descer de novo que aqui em cima não tem não tem muita coisa para mostrar >> não. Tá só, só >> tem os canos aí. A água não tem muita
▶ 01:06:11 coisa para mostrar. [risadas] Era só para ver a cidade mesmo. >> Como é que você quebrou o cano? >> O ruim que é essa escada aqui especificamente é bem ígre. As outras é bem normal. Ai caramba. Bora desligar aqui. Que mais? Vamos mostrar. Ó, tem uma aranha ali. >> Vou mostrar o lá de baixo também ou não? >> Não. A galera tá, a galera tá dormindo lá. >> A gente pode só
▶ 01:06:41 >> só passar. >> Ah, vamos vamos tentar ir no primeiro andar e >> perto da água, né? É. Vamos lá. Vamos lá. Teve um senhor ali, né, que ele me chamou assim de canto. E o que que tá acontecendo aí? O que que vocês estão
▶ 01:07:11 filmando? Eu é o é o me bater foto com homem. O ô, tem uma galera, vou mostrar aqui. >> Tem tem uma galera que inclusive já, já chegou a reconhecer o Renan aqui no barco já. Achei bem massa isso, né? Nesse translado. >> Nossa, lá embaixo tá muito escuro, cara.
▶ 01:07:41 >> É, tá tudo muito escuro. Muito escuro. Mas aqui, aqui eu acho que fica a cabine do comandante, né? Vamos ver se dá pra luz. Ó, >> é um pouco assustador, né? >> É. Aqui a cabine do lado. Você pode ver quem tá lá dentro fazendo esse barco
▶ 01:08:12 andar. Aí aqui, ó, >> não vai conseguir ver caindo aqui. Tem tem um transporte, né? Aqui tem caminhões e tal. >> Tá caindo aqui. >> Tá caindo live. >> Então vou voltar, né? Não dá pr, então não dá para descer. Link também. >> É. Pois é, pessoal. Like na live. Bar. >> Olha. Olha que eu ia fazer uma belíssima cena assim com João estilo Titanic. Bom, voltou já.
▶ 01:08:44 A gente não conseguiu mostrar mais para vocês porque a internet aqui é precária. Nós estamos com a nossa própria Starlink, mas a gente não pode ir para muito longe. É, galera, para aí, lê o livro, eh, mexe no celular. É isso.
▶ 01:09:15 Vamos. Eh, vocês sabiam que o número do barco é 14? >> Ah, é verdade. Nós estamos no barco Bom Jesus 14. >> Bom Jesus 14. >> Ah, aí o papai. Papai tá de folga já. Aí, ó. Eu não quer mais saber de câmera. Ol, acabou. >> Ai ai >> a cquest mostrando o barco, senão a internet cair.
▶ 01:09:48 Escorrega agora. Chega. >> Tá feliz pra gente? Conseguimos sair do lugar, né? [risadas] >> Aí, ó. Tá vendo? A gente já tá perto da da ilha. Aí, você vê, >> olha lá, tem umas palafitas lá. >> Valeu. >> É, justamente os barquinhos saem assim e vão pros barcos, sabe? Era o que eu tinha falado.
▶ 01:10:18 >> Vocês já viram o grande, o belíssimo boné do [risadas] Mostra aí o boné. >> Ó, quer mostrar minha cara? Quer mostrar o boné ou minha cara? Boné, pô. Aí, ó, tem zer bem bonitinho, bem feito o boné. O prins é muito vaidosinho. O que mais demora para sair do quadro que tá lá se penteando, se maquiando, passando batom. >> Faz ano tático agora.
▶ 01:10:48 >> Ah, parece a roupa deada. >> Estamos cansados. Ô, quanto tempo você dormiu hoje? >> Dormi 3 horas. >> 3 horas? >> 3 horas. 3 horas. >> Esse guaran ele é da onde? Eu eu só vi ele aqui. >> Guaranato é daqui da região. >> Porém o que eu eu prefiro mais o baré, né? Era para ter comprado baré e não tchau. Tchaux. >> Ah, o baré é muito bom. A gente tomou. Você provou, né, Ris? O baré >> provei. Muito bom. >> O baré é da Amazônia. >> Esse aqui é da onde? Inclusive,
▶ 01:11:20 nossa, a Coca-Cola comprou isso aqui. Foi a Coca-Cola só açúcar. Isso. >> Eles compram tudo. >> Isso é puro açúcar, cara. O barel é zero. >> Ah, tem um um índio aqui. Inclusive eu tomei uma bronca. >> Por quê? >> Chamei uma pessoa de índia e ela falou: "Não é índia, é indígena". Eu falei: "É, você tá certo". >> É povos originários. >> É [risadas] atrasado. E possivelmente a gente vai perder a imprensa de anos. >> Ai ai. >> Muito possivelmente. Muito muito possivelmente. E >> aí fala aí o que você tava falando aí? Não é que a gente com certeza vai perder
▶ 01:11:50 a imprensa de 8 horas amanhã deixa ver o que o pessoal >> porque deve chegar atrasado. >> Mandou para mim encher de mensagem. >> Não vai chegar mais 8 horas >> não. Então o caveira ali me falou que a gente deve chegar 9:15 9:30. >> Então tem que conversar com a galera lá que eu que eu marquei as coisas. >> Então é por isso que eu >> para além da imprensa, >> tá? Tô falando com a nossa assessora de imprensa, nossa Nivelane lá do Ceará. >> A Nani >> é a Nivelane. [música] A mim, a minha é incrível. Veland, ela é incrível. Tá só isso. >> Ó, pessoal tá te zoando.
▶ 01:12:20 >> Você gosta mais ela do que o Italo? >> Com certeza absoluta. >> Acho que até ele gosta mais dela do que dele mesmo. Deixa sair aqui. >> O Mori disse que gosta mais da nossa excelentíssima assessora de imprensa Nevilane do que você. >> O quê? >> Por que diz? Gosta mais da nossa queridíssima assessora de imprensa Nevilane do que você. >> É beleza. Ela que vai trabalhar contigo, né? Ela que vai para sul com você. Entrada
▶ 01:12:50 aí safado. >> Sabia que o o Morique é tem uma descendência chinesa. >> Vai tomar no teu cu. >> É verdade. Ele tem vergonha dela. Ele fica escondendo. Aí ele fica falando: "Ah, sou japonês. Não, >> [ __ ] nenhuma. Você quer xingar o homem? Fale isso. >> Ele é chinês. >> Tá doido. >> Galera, chamem o Morique de China. Vi o Morique na rua. [música] >> E aí, China? Da cabeça branca. Nunca falado desgraçado. >> Inclusive o M tá fazendo reserva no hotel e aí a mulher falou: "Você que é o Munique?" Munique [risadas]
▶ 01:13:23 >> sabia que essa pedra eu tenho desde criança. Ninguém consegue acertar meu nome assim no colégio na época ninguém conseguia. E quem é uma curiosidade pior? >> Gana. Graças a Deus. >> Goldigana. >> Fizemos [risadas] pr caramba, velho. Que a gente fez o >> Tu quer uma curiosidade pior, Pedrinho? Eu não sei se meu nome é Morique de fato. >> Como assim, >> mano? O Luiz Miranda, ele simplesmente explodiu no bolão. [risadas] >> Ele tá fazendo, cara. Éando tudo. >> Sei lá, ele sei lá.
▶ 01:13:56 >> O Pedrinho ficou se borrando de medo ali porque eu falei dos piratas do Marajó que tem aqui os ratos d'água. >> É, a gente pode ser assaltado aqui por piratas. >> É, pode ser assaltado. É uns piratas que chegam de [ __ ] aí >> entram nesse bar. >> Sim. Por isso que é bom que tem quarto que tranca. Tem >> tem que ver aí, Renan, os resultados. >> E aí tem que ver que aí tem duas coisas. Existe o vitórias e existe o qu
▶ 01:14:30 >> Eu também tô achando que ele ia ia [música] tô ferrado, cara. Tô lá atrás. Vai pro YouTube, hein? >> Mano, é muito o cara usar para fazer bolão. >> Que tu não pega para ficar lendo os comentários? >> Expulsar ele logo. >> É, pode ser bom também. [música] Os comentários d 300
▶ 01:15:00 comentários. >> Cara, hoje vou aqui na mais seguidores. >> Sério? É do dos dias da baixa que ele tava tendo. Passou o Ciro Gomes. Tá. Ô >> Renan, você passou o meu conterrâneo Ciro Gomes. >> No Instagram. >> Hã? >> É, tem mais seguidores que que o Ciro. >> Ah, é? Aleluia. Que ele voltou a crescer de novo na média de 4000 dias.
▶ 01:15:31 >> É, hein, Renan, o seu crescimento do dia hoje deu uma estouradinha. É a viagem, graças a Deus. Tava >> a Copa tá [ __ ] cara. Mas você tá mantendo um engajamento bom dado a Copa. >> Vamos pegar os adversários aí. Pois é. >> E o que todo mundo tá crescendo é tipo assim, você cresceu, sei [música] lá, no mínimo três vezes mais que todo mundo hoje. >> Vamos ver como tá o CL. [música]
▶ 01:16:04 Análises de dados ao [música] vivo. >> Que tu tá achando do Techno Melody, Pedrinho? >> Eu adoro a Technell. >> Não pode dizer que é ruim, né? Ele dança >> não. >> Não mesmo. [música] >> Mais um. >> É dois. >> Cadê Michael? Por que não chama Michael pra live? >> Não, não.
▶ 01:16:34 >> Volta o vídeo com aí. [música] >> Tem tem outro ali também. >> Vai lá que não vai falar. >> E aí? E aí? E aí? Já, já, já deu a nossa live, né, Rizão? >> Já. >> Você quer continuar? >> Só diga a você uma coisa, tá? Dormindo >> eu tô cravando. >> Ah, quer? Posso? Posso dar uma capotada na rede? >> Hã, >> bom, vou dormir na rede, então. >> É, a rede tá aqui, tá pronta. >> É verdade. Aqui em cima
▶ 01:17:04 >> tá. E aqui pega Starlink, inclusive. >> Ah, é? Então vou lá pra rede um pouquinho. Risen fugiu. >> Para na rede. >> Iso. Renan fugiu. >> O Apolo, ele fala que o Renan some. É isso. Tá vendo aí? [risadas] >> Ele fez a sua escolha.
▶ 01:17:35 Ele deitou na rema do pai S. E aí? E aí? >> Ô, você fez sua escolha, Renan? Você deitou? Eu >> fiz minha escolha, cara. O pai Sandu. Por quê? Porque não há barbalhos na gestão do pai Sandu. >> Nada contra uma do Remo. Mas assim, né? >> Botar aqui. Pode botar a lapela aí. Qualquer coisa. >> Posso botar aqui? >> É para você não ficar segurando. >> Ah, tá. Mas ó, ó, ó. Grande Pai Sandu. Pai Sandu que já ganhou do Boca Juniors,
▶ 01:18:06 tá? Não foi, >> foi, >> foi. Pai Sandu jogou, não foi, não foi liberta, foi só América. Ela ganhou um jogo do Boca. >> Não foi liberta. Acho que foi na Libertadores, pô. >> Foi a Libertadores. >> Foi na lá Bomboneira, inclusive. >> É, cara. Pai Sandu ganhou do Boca. Grande pai Sandu, cara. >> E, e você não vai sentar? E c Ah, o riso tá no seu do vozão, né? Ah, >> e aí eu peguei a rede que tinha na minha casa, né? Que eu falei assim: "Esa é a rede que cabe na minha mala." Aí eu descobri que é a redinha de criança. Aí
▶ 01:18:36 você vê que ela é menor, ó. >> É melhorzinha mesmo. [risadas] >> Agora assim, vamos falar real, mó de boa o clima aqui no no Rio à noite. >> É, >> não, não tá calor. Dá para dormir aqui assim. Vai dar uma esfriada >> daquilos que eu acho que até é bom. Agora sim, se prepare para a tarde no Marajó. Muito quente, infernal. Não é aquele sol que queima, mas é aquele sol que >> é aquele abafado infernal. >> É que você sai suando tudo.
▶ 01:19:07 >> E assim, qual temos? Dá para entregar pra galera uma prévia da agenda amanhã? >> Nós nós vamos para Mega Gasto, a cidade com pior IDH do país. Eh, e lá acho que é legal a galera acompanhar. E nós vamos, isso vai ser curioso, a gente vai para um lugar que eh supostamente e muito provavelmente a gente vai ser abordado por vários barcos de que saem das palafitas. E lá em Go, >> não, em Meu Gasto não, outro canto que a gente vai, a gente vai andar por um rio onde geralmente eles fazem esse esse
▶ 01:19:37 esse tipo de serviço, né, assim, as crianças elas pegam, elas saem dos barcos, vem oferecer serviços e eles trabalham numa espécie de escambo. Os homens eles vêm trocar, querer trocar alguns produtos e as meninas elas ela elas, >> nossa cara, >> elas vam oferecer aquele serviço, né? Eh, enfim. E aí, e aí que é por isso que muitas pessoas criminosas vem para cá para fazer o turismo sexual. E eles acabam por conta, as meninas acabam indo entrando nos barcos. Isso pode acontecer
▶ 01:20:07 inclusive com a gente na saída agora. Elas podem podem vir barquinhos aqui, parar e entrar dentro do barco. Neste barco, >> nesse barco também acontece. Tem vários vídeos, imagens e até uma operação perigosa que eles fazem, porque eles saem com uma canoazinha e o barco fica. >> Ah, pera. Aqueles vídeos da de seguindo de barco, barcão é é aqui >> sim. Esse barco é acontece. >> Meu Deus do céu, eu já vi esses vídeos. >> É isso. E eles pegam e eles jogam um gancho na >> É isso mesmo.
▶ 01:20:37 >> E morre uma galera. Tipo, tem criança que não, o barco vira aí, perde produto. É um caos. E tem >> vocêão demais, cara. Você é muito munducão. >> Não. E assim, você vai se assustar em Melgço, tá? Eu eu fui antes, eu conversei com algumas famílias. Maraj do Cena e Melgaço. >> É, é que assim, não é não é só feio. As famílias elas têm todos os problemas possíveis e você pode imaginar eh >> eh todos os problemas possíveis eles têm. Então, por exemplo, eh, criança
▶ 01:21:08 grávida de aos 15 anos, eles têm tem mais de sete filhos, eles têm eh pessoas com vermes na barriga, eles têm eh a eles tomam água do esgoto, eles tomam. É, é assim, todos os problemas que eles podem ter, eles têm, sabe? As famílias elas são desse jeito. A gente visitou, eu visitei lá e amanhã você vai ter a oportunidade de conhecer uma uma mulher que ela mora sozinha porque o marido foi comprar cigarro e não voltou mais em Belém, né? Ela ainda acha que ele vai voltar, mas tipo, ela falou para mim que ele tá um ano, que ela espera ele de
▶ 01:21:39 volta. Eu falei: "Tá bom, então". E ela tem dois filhos e os dois filhos são autistas e ela vive umas condições muito precárias e ela é ela é isso aqui, assim, a finura dela e os meninos batem nela e aí é um caos. mundo cão, é o inferno ter, >> sabe? E e eu olhei aquilo, falei: "Nossa, cara, foi desesperador para mim assim, sabe?" Ah, então assim, é um é um choque de realidade muito grande, muito grande, sabe? Eu acho que
▶ 01:22:09 só você para ir lá e ver de verdade, >> cara, nem contando, você vai entender. >> Existe um Brasil muito difícil de resolver, né? >> Assim, você perigo, você já é um homem público, que que você diria que política pública dá para dá para implementar num caso desses? Não é, é realmente complicado, sabe? Porque assim, essas pessoas porque é muita muito boa parte é cultural delas. Talvez elas nem queiram que melhor tem isso, sabe? >> Elas não querem alterar a dinâmica de vida delas, elas estão presas naquilo.
▶ 01:22:39 >> Eu acho meio assustador, >> não? E o fato dessas pessoas terem se acostumado com um absurdo. >> É, >> então às vezes elas nem entendem que aquilo é um absurdo, >> sabe? É, é, é muito complicado porque são tantos patamares. Agora assim, um negócio que aqui é um fato, eh, aqui precisa acabar essa cadeia de turismo sexual e exploração sexual de menores. >> Isso, isso precisa. Essas famílias têm medo disso. >> Elas têm filhos e elas não querem que os seus filhos sejam uma pergunta bem séria. As famílias
▶ 01:23:09 realmente se importam com isso? Sendo bem sincero? Eu eu eu fui atrás disso. Existe existe dois tipos de famílias aqui. Existe as famílias que eh insistem para que essas crianças vão lá porque elas precisam de uma certa renda. Então as mães só não ligam. >> Os casos que a gente ouve falar é que a família mesmo licença a família vai. Tem esses casos. Só que tem um outro lado. Tem também os casos das mães que que tem medo que seus filhos sejam sequestrados, por exemplo, né? Que, por exemplo, a gente vai visitar uma família que a filha foi sequestrada, né? Que é um caso que marcou aqui toda a
▶ 01:23:40 região. É. É, e aí, enfim, você foi sequestrado com esses fins e nunca mais apareceu, nem o corpo acharam, né? Então, é, existe também esse medo em algumas famílias aqui. Eu acho de verdade que a grande maioria e não liga e e ah, vai ganhar um dinheiro aí, vem trazer renda, mas tem a parte das pessoas que que é que acha isso um absurdo e que tem medo de perder os seus filhos. >> Sim. Sim. >> Né? Então, e assim, acontece algo muito bizarro aqui e isso precisa ser resolvido.
▶ 01:24:11 >> Eles têm esse medo. >> Eu acho assim, tudo que eu ouço fala sobre Marajó, de todas as testemunhas, ocular, o Artur teve lá, né? Eh, e relatos, eu vi vídeos, quando a gente mistura com essa história de Epstein, fica tudo muito bizarro. Quando você falar, ah, mas Renan, o SS tá intervindo nisso. Bom, tem até uma frase famosa do Epson que ele diz que as pessoas dessa região, nessa mistura de Norte, nordeste, ele falou que são as pessoas mais feias do mundo. É, >> como é que ele, por que ele se interessa por isso? Que é um lugar de aliciar menor. Então o Stein deve ter mandado
▶ 01:24:41 vir aliciar crianças aqui na região e é um negócio muito desgraçado, >> não. E aqui tem e aqui tem umas coisas bem sombrias assim, tem relatos de sequestro para venda de órgãos. Tem umas matérias que falam disso também. É uma região muito carente, muito humilde e pessoas vem aqui se aproveitam. >> Agora assim, é assustador o número de crianças de 14, 15 anos grávidas. >> Grávid, não. A taxa de gravidez na adolescência na região norte é bizarra.
▶ 01:25:12 A região norte ela apresente, essa parte de abuso sexual, ela acho que ela é recorde no Brasil, é a região do abuso sexual. >> Ah, e tem outra parte. Eh, para além de de famílias que incentivam, existe o maior abuso que tem, que é dentro da própria família, >> então é do tio com a sobrinha mais nova, >> né? Então, eh, isso é o que mais acontece. Eu acho que é >> é bizarro. É grotesco. É grotesco e é é uma cultura muito primitiva que tinha aqui. E esse é o problema do do ficar
▶ 01:25:43 defendendo a a o primitivismo, né? a boa parte da esquerda que se vai se colocar contrária. Eu não consigo imaginar que assim que boa parte dos esquerdistas sejam a favor desses absurdos, mas eles são a favor do primitivismo, da vida primitiva. E, cara, a vida primitiva ela é horrível. Eh, a vida primitiva, para quem tá nos assistindo, ela nos traz gravidez, adolescência, ela nos traz abuso sexual de criança, ignorância, pobreza, doença parasitária. A vida primitiva é uma bosta. A vida primitiva
▶ 01:26:13 é uma bosta. Viver em termos primitivos é horrendo. E essas pessoas aqui elas são, vamos dizer, for, não só forçadas, mas elas tudo as leva a viver de maneira primitiva. E cara, não queira viver de maneira primitiva. Tudo que é primitivo é horrível, cara. A a a a as pessoas têm uma ideia do bom selvagem do Rousseau. E, cara, aquilo era só uma tese. Tem um livro, cara, o Despertar de Tudo. Muito bom. O livro muito bom. Eu recomendo todo mundo lê. Leia esse livro assim
▶ 01:26:43 todo mundo. Eu falo, não leiam s leiam o despertar de tudo. E no despertar de tudo fala do surgimento do bom selvagem. Porque um índio inteligentíssimo do lá do Canadá encontrou franceses e ele discutia sobre liberdade. Ele trabalhava em termos filosóficos com francês. Vocês achava que o máximo porque era um índio super livre e inteligente. E aí levaram ele pra França, ele começou a debater nos cafés com os franceses. Então e ele chama Conde Condaró. com diaron. Pessoal, por favor, Google aí o nome
▶ 01:27:13 desse índio, tá? O esse índio, as discussões dele sobre liberdade, porque ele vê as pessoas na Europa trabalhando muito, muito pobres. As discussões dele deram origem, não só o mito do Bom Selvagem, mas as ideias de liberdade que foram ressoar muito ali na França. Por que que eu tô falando isso? Porque ele é um um exemplo de um bom selvagem como excepcionalidade. A selvageria não tem nada a ver com aquele índio, não tem nada a ver com aquela perspectiva. A selvageria ela é horrorosa. E a gente tá indo em lugares aqui no Brasil em que há uma fusão de
▶ 01:27:44 civilização e barbárie. Aquela favela de a fita que a gente passou que provavelmente é o lugar mais horrível que eu vi no Brasil, tá? Eu acho que a gente difícil sim. A favela no Rio, eu fui lá, já conheço o Rio de Janeiro. É horrível, mas não é aquilo. Favela em São Paulo, ela é dark, mas não é aquilo. O o coradinho não era aquilo, nem de longe. Maranhão. >> Calma. E você viu? E você viu isso? Porque estava na entrada do porto. >> É, né? >> Deixa a gente entrar lá para você ver. É, eu fiquei assustado. >> É, aquilo é a coisa mais horrenda imunda
▶ 01:28:14 que existe. Então, aquilo é tipo assim, 10% de civilização para 90% de barbária. E onde tá a civilização? Tá no Wi-Fi que as pessoas têm acesso, tá no fogão que elas têm, tá no gás que elas colocam na cozinha da casa delas. É, é o mínimo de civilização para muito, muito atraso. Aquilo é desumano. A, assim, um administrador público, se quer aceitar que exista isso, é, é tipo assim, esse país é uma falência e esse país é uma falência. Esse país ele tá falido. >> Não, não. E o problema e eles tentam resolver o problema da seguinte maneira,
▶ 01:28:44 eles pegam e eles eles fazem um conjunto habitacional. E aí dentro dessa comunidade tem dentro dessa favelada tem um contato tradicional feito de tijolos e tal. Um negócio muito feio. Inclusive é o conta habitacional é uma favela. Eles fizeram construir uma favela, >> sabe? Sim. >> Sabe? E graças a esse contacional o CV se instalou no conjunto, usa usa o conjunto como base para guardar arma e droga como um centro operacional. Entendi. >> Para coordenar o restante da favela,
▶ 01:29:15 expulsa expulsa os moradores, que são os beneficiários, e aluga as casas para botar renda para facção. >> É, cara, é é fogo. A, a situação aqui, galera, em termos de crime organizado, não é tão pericritante quanto outros lugares, mas a situação de pobreza, assim, quando você é pobre no Pará, você é pobre. O que salva lá os ribeirinhos, assim, a a exuberância em termos de recursos que eles têm no rio, é, você tem um acesso à
▶ 01:29:46 proteína diária, cara, inesgotável. Você tem acesso, tem muita proteína de alta qualidade, você tem acesso a fruto, a principal staple, que se diz, né? A principal base é alimentar é a farinha, que é muito abundante, é barata. Então, cara, as pessoas conseguem se alimentar de maneira saudável. O ribeirinho consegue comer. Agora, a pessoa em termos urbanos aqui, isso aqui é o Isso é um inferno, cara. >> É infernal. >> Boa noite.
▶ 01:30:16 >> E eles constrem os barquinhos. Você viu quem quem faz aqueles barquinhos artesanalmente são eles. Pega essas técnicas de pai, amor, são bem feitas. Acho muito legal isso. >> Ah, uma coisa engraçada. >> Ô, Riso, tá pegando a live? Eu tentei entrar no Starlink, mano. Tá horrível. >> Você, você viu que tem várias placas que tu chope por várias casas? Chope, chope, chope, chop. >> Aí eu falei, cara, eu pensei assim, aí eu falei: "Não, deixa eu parar num canto desse". Eu falei: "Cara, vocês bebem demais, né, povo que bebe, pô". Aí
▶ 01:30:46 falou: "Não, pô, deixa eu pensar que ele tirou é o dindim. O gelinho, sabe? O gelinho dindim. O dindinho, o gelinho, pô, que você molde, >> Ah, gelinho. Gelinho. >> Ah, o gelinho. O shop é o gelinho, >> tá? >> Aí ele sende tudo e tal, não é a bebida, >> tá? >> Eu tô achando que tipo eram uns ribeirinhos >> loucões e bêbados. >> Diz que assim, ó, há muito problema com bebida aqui, com tal da gravidez na adolescência, a exploração sexual de menor. É, são todos esses problemas são
▶ 01:31:17 conexos. Tem que ter a direita sempre, a gente já falou contra isso, educação familiar, quem dá é educação sexual, quem dá a família, mentira, cara. As pessoas não tem família aqui. O estado tem que intervir de maneira muito agressiva. >> A família, a família das pessoas aqui é o tio que abusa da sobrinha, é a mãe que quer que a filha saia e vá abordando o turista para pr e para oferecer o corpo dela para ela ganhar um dinheiro e levar pra família. É o pai que que é drogado e
▶ 01:31:47 foge para Belém e deixa a mãe sozinha com filho autista. Eh, aqui não existe família. >> É, >> essas crianças não t referência masculina, elas não têm nem referência feminina, tem referência de nada, >> nada. >> É mundo cão. >> Sim. Elas agem primitivamente. Elas >> sobrevivem. Assim, o estado um sendo bem claro, eh, essas pessoas não tem condição, tem que ser cuidadoso falar para não ser cancelado, né? A galera deve est, é que não tô aqui, mas fal não ficar na light,
▶ 01:32:17 não é, eu não vou falar nada, não é um statement e polêmico assim, essas pessoas não estão em condições de exercer a democracia. As pessoas precisam de ajuda desesperadamente em meu gasto. As pessoas precisam de ajuda, precisam ser salvos. Os estados precisa resgatar as crianças dali. A as famílias precisam existir enquanto núcleo familiar e não como um catado. É desesperador, cara. É desesperador. >> Sabe um negócio que eu fiquei chocado? Eh, essas meninas, elas prestam serviço por diária hora, certo? A diar hora
▶ 01:32:50 delas gira em torno de R$ 50, sabe? É, é, são valores extremamente baixos. Eh, então, pô, se se ela vende seu corpo 50, que imagina que ela faz por R$ 100, uma família faz por R$ 100, ela vende o voto, ela converte, lógico, >> entendeu? Ela é muito triste. Se amanhã quando você vê onde a, a senhorinha, senora, ela é bem baixa, assim, ela é mais baixa que o risco. É. E quando você vê onde ela pega a água,
▶ 01:33:21 eu falei assim: "Não, não é possível. Ela pega água no local onde é um lixão e ela pega a água e joga a água no para ferver numa panela. Ela deixa fervendo por pouquíssimo tempo. E a e quando ela joga na panela, sai tipo plástico, um monte de coisa, ela vai recolhendo, tirando assim com a mão e depois ela toma. E eu falo: "E vocês não ficam doente? É assim, todo toda hora, toda semana eu tenho um filho doente." Tudo bem que ela tem vários, mas eh ficam doentes. Eu falei: "Como é que vocês fazem? A gente vai no barquinho ali, que a a UPA deles é um barco. É um barquinho que tem." Aí eu falei, "Como é que eles
▶ 01:33:51 resolvem?" Geralmente eles não resolvem porque eles não têm remédio. Aí a gente dá umas plantas aqui. A gente dá umas plantas. É, >> é, cara, que horror. Que horror, Ro. Não estou conseguindo acessar o YouTube. Que droga. V se tem uma wifi do Roi.
▶ 01:34:31 Fechou? >> Hã? Ah, fechou. Vamos, vamos encerrar. >> Quer encerrar mesmo? >> Você quer continuar? Então, >> ó, olha, olha que interessante aqui, ó. Antes, antes de encerrar, a nossa pré-candidata deputada aqui, Júlia, ela, ela falou um negócio interessante, sabe? A lenda do Boto? >> Sim. >> Ela falou que >> é uma forma de disfarçar o abuso, né? >> É uma forma de disfarçar o abuso. >> Aqui, ó. O muita gente fala que é filho do Boto, que a mulher foi pro baile e aí o Boto foi lá e fez sexo com ela. Eu
▶ 01:35:04 acho muito engraçado porque eu já via realmente isso, caso a mulher falou: "Não, não foi o boto mesmo?" Como Boto vamos ver um cetácio e e tipo copolou com você. Ah, não. É que o Boto sai da água e aí ele vira um homem com de terno e ele te encontra no no baile e aí você fica grávida dele e aí você e aí ele vira um boto e some. >> É uma forma de romantizar, né? >> É uma forma de romantizar que ela fez um sexo irresponsável, ficou grávida. Ou que foi abusada ou que foi abusada por um parente. O boto é a desculpa.
▶ 01:35:34 >> Nossa, eu eu acho que isso dá vídeo inclusive. >> É. Não, aliás, vamos gravar o vídeo do Boto. >> É, >> vamos gravar. Precisa achar alguém que fale o caso do Boto. É comum aqui em Manaus também. Manaus tem muito, é é comum na região amazônica. Volta a falar, é a região mais pesada nessa área de gravidez e adolescência. É isso, Rizão. >> 2 horas de live. Maravilhoso. Obrigado, galera. Valeu a todos aí. Vamos que
▶ 01:36:05 vamos. >> Eu acho que agora a gente chega. Tem os mix aqui. Então, vou chegar perto aqui do do dessa link de novo, pessoal, só para encerrar essa live.
▶ 01:36:36 Bom, pessoal, muito obrigado pela sua audiência. Se inscrevam no canal, ativem todas as notificações e compartilhem todos os vídeos do Renan nas redes sociais. É muito importante a sua participação, o seu compartilhamento, o seu like, o seu RT ajuda muito mais do que você imagina. Também precisamos da sua doação para Nossa Senhora. Tá, precisamos da sua doação para continuar essas viagens pelo país. Doi.org.br. BR. Você pode continuar acompanhando nossos perrengues, dos stories. E acho
▶ 01:37:07 que é isso. Tenham todos uma ótima noite. Até amanhã, direto da Ilha de Marajó. Abraço, pessoal.