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RENAN SANTOS AO VIVO DE LAGES - SC

Renan Santos · 21/04/2026 · 124 min · Renan Santos
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▶ 00:00:00 E a pergunta que eu vou deixar é o seguinte, beleza? Vocês vieram da hora, encheram a casa, meu animal, >> é rapidinho, rapidinho. >> Amanhã, qual vai ser a postura? [limpando a garganta] Você vai continuar de dentro de casa, né, no seu, entre aspas nandomismo, né, criticando. Ah, nossa, essa expedição muito idiota, né? Nossa, lá vai o gado com particular e você mesmo não tá fazendo o teu. Pô, cara, durante tantos anos a gente carregou a camiseta do MBL e agora a gente tem orgulho de carregar a camiseta de um partido que é de fato novo, tá limpinho, não tem absolutamente

▶ 00:00:31 nada, que é o partido missão que tem as melhores propostas. Vocês, aliás, é o único partido que tem proposta, né? Ou você vai falar que o Valdemar da Costa Neto tem um livro amarelo, ele não tem, né? Eh, eh, nós temos de fato algo que a gente tem que ter muito orgulho daquilo que a gente construiu e e da gente ter a curiosidade de ser ser um early adopter, né, de de ver o produto no início, falar: "Porra, isso aqui me interessa, o que é bom, eu participei da construção disso e se eu não participei da construção, eu entendi rápido que isso é

▶ 00:01:01 bom". Você tem que ter orgulho disso, cara, porque você passou por coisas [limpando a garganta] que a outra galera ficou, entendeu? Quando veio a, vamos ser sincero, quando veio a a peneira do da inteligência, essa galera toda ficou e você passou, né? Porque o lance que é o seguinte, cara, a gente é melhor do que esses caras, só que muitas vezes a gente tem vergonha de expor o quão melhor a gente é, principalmente vocês aqui que vocês estão num ambiente amplamente bolsonaristas, apesar de que, tá, você queria me estender muito, mas a gente

▶ 00:01:31 foi pra região de Chapecó, etc. E cara, eu senti o Bolsonarismo muito fraco. Até o Renan tava explicando que lá, como tem muitas cooperativas, tal, a esquerda já foi muito forte lá. O Gols não é tão forte, mas vindo mais para cá ia ficar, né? Inclusive a rádio que você participou, como rádio mesmo, é simpatia. Simpatia >> a simpatia que a gente participou Campos Novos, né? O próprio cara falou: "Mano, não entendo como as pessoas podem ser tão doentes pelo Flávio Bolsonaro". Falei: "Porra, que legal, velho. um cara desse aqui em Santa Catarina, onde todo

▶ 00:02:02 mundo acha

▶ 00:02:44 influência no seu microuniverso pra galera já falar: "Mano, esse cara tá falando desde abril desse tal, desse Renan, quem é esse, quem é esse cara, velho?" E eu duvido, eu isso, isso eu faço um desafio aqui. Eu duvido você mostrar um vídeo do Renan, um discurso do Renan, qualquer coisa mérito. O cara pode vir com qualquer Ah, esse cara aí é o traidor da direita, alguma coisa bem idiota, irmão. >> Não tem chance. >> Não tem chance. Beleza. Tá. Refute o que ele falou no mérito. Refute o que ele

▶ 00:03:14 falou no mérito. Eu duvido, cara. Então, tenham certeza disso. Tenham certeza disso, tá? que vocês vão apresentar um cara que é muito encantador e o que o cara vai falar: "Puta bicho, posso falar animal mesmo." E só uma outra uma sugestão, acabamos de lançar uma revista Valete do Xandão, né? Os super poderes dele e tal, não sei o que lá e a e agora ele no corner, né? Essa revista é um enorme conversor de bolsonarista. Você vai entregar uma revista dessa pro teu tio bolsonarista, ele vai, ele não vai

▶ 00:03:44 ter como discordar de nada que tá ali. O cara fala: "Porra, o único projeto que os caras vão". Aí você fala: "Cadê a revista do Flávio? Cadê a revista do Valdemar? Cadê a revista do projeto que você apoia que não tem? Façam isso, cara. Eu tenho certeza que esse ano nós vamos fazer a diferença. Beleza? É isso aí. Valeu. [aplausos] >> Claro, claro, claro. >> Vou falar agora porque aí depois o né complicado. >> Mas tá botando muita pressão, né? Você

▶ 00:04:16 que sou um grande orador. Modest >> ai >> galera, eu dei uma zoadinha aqui com vocês antes, mas agora eh quero falar um papo sério aqui com vocês. E >> Opa, agora ficou sério. >> Ficou sério. Now we're talking [risadas] e é na mesma linha daquilo que o Artur trouxe aqui, que é o que que vocês vão fazer no dia de amanhã e no dia depois de amanhã e depois e depois. Porque assim, a gente fez um pingafogo aqui com

▶ 00:04:46 os pré-candidatos e perguntaram uma série de coisas ali do tipo, ah, como a gente resolve a questão do morador de rua, como que a gente eh, sei lá, traz mais turismo para Lajes. Fizeram uma série de perguntas e vão fazer outras perguntas depois aqui. Ah, Renan, como que a gente resolve isso? Como é que a gente resolve aquilo? E o negócio é o seguinte, galera, é a gente pode discutir n formas e a técnica de como a gente resolve os nossos problemas. O ponto é, boa parte desses problemas que a gente tem no Brasil, os gargalos dos mais diversos tipos de economia, de

▶ 00:05:16 crime e etc, são problemas que a gente sabe como resolver. A gente tem a técnica para resolver. Mas por que que a gente não resolve? Porque é um problema político. O problema da economia no Brasil não é um problema de como resolver. O problema é político. A gente não consegue implementar aquilo que deve ser implementado para resolver os problemas. E por quê? Porque, vamos lá, como é que é o sistema eleitoral brasileiro, como é que é o contrato social brasileiro, né? Basicamente a

▶ 00:05:46 gente baseado num dogma, né, que é o dogma da democracia, a gente elege políticos como o Zé da Peixaria, né, que é o Zé Centrão, vai o Zé Centrão, que é um o João Centrão, vai o João Centrão, que é o político genérico do Centrão. O político genérico do Centrão, que foi eleito através através desse dogma da democracia, ele precisa resolver alguns problemas, como por exemplo, o problema da economia, né? E uma série de problemas que são derivados do problema da economia. Só que esse político, ele não tem nenhuma opinião, ele não tem

▶ 00:06:16 nenhum projeto, ele não tem nenhum rumo de como resolver esse problema, porque na prática a única coisa que ele se importa é como que ele vai comprar o voto da dona Neade de novo para se eleger através desse dogma da democracia. >> Fazendo praça. >> Oi. >> Fazendo praça. >> Exatamente. Fazendo praça. Comprando voto, seja de forma direta com dinheiro ou com gasolina ou da de formas simbólicas, né, como a praça, né, que é um um desses gargalos estruturais. claramente não são resolvidos, que são utilizados só para comprar voto, Bolsa Família, um deles e etc. Eh, e aí eu

▶ 00:06:49 volto naquela questão que a gente tinha falado antes, que é o que vocês vão fazer amanhã e depois de amanhã e assim por diante. Porque aquilo que a gente tá falando aqui não é de propor a medida X, Y e Z para resolver esses problemas. A gente tá falando de um princípio de revolução aqui nesse país. Então a gente precisa que vocês estejam com a energia lá do alto. E por quê? Quem aqui já leu? Eu quero fazer duas perguntas para vocês. Primeiro, quem é aqui já leu e o

▶ 00:07:20 livro amarelo? Algum dos fascículos aí? Pouca gente, hein? Precisamos ler isso aí, velho. Esse é o nosso projeto. Segundo, quem é que sabe o que que é patrimonialismo? >> Vamos lá, então. Coisa rápida, galera. Vai. Patrimonialismo é basicamente a tradição política brasileira que a gente tem do Brasil colônia até hoje, né? Ele perdurou império, período regencial, a primeira república, etc. E até até hoje ele perdura, que é basicamente a confusão que as elites brasileiras têm

▶ 00:07:50 do público com o privado. E essa ideia do patrimonialismo, a tradição patrimonialista, ela cria uma cultura, obviamente, que no livro amarelo a gente vai chamar de extrativismo cultural. E é basicamente a ideia de que para você ascender socialmente no país, nesse país que é o Brasil, você precisa ser um vagabundo. Então você precisa ser um pastor picareta, um coach picareta, um um um político picareta. Você precisa ser, sei lá, um trabalhador, um patrão que vai roubar do seu funcionário, um

▶ 00:08:20 funcionário que vai roubar do seu patrão. Então, para você ascender socialmente no Brasil, você precisa necessariamente ser um picareta, né? E inclusive, né? É, é, é, é, é muito claro, né, a relação que existe dessa ideia do extrativismo cultural com essa ideia do levei vantagem, né, que o o meme do hi levei vantagem, imagino que vocês já tenham visto, é isso, é o extrativismo cultural. E a gente pensa, né, no levei vantagem quando a gente olha, por exemplo, pro Rio de Janeiro, né, o carioca, ele é conhecido por ser o

▶ 00:08:52 cara que leva vantagem, o malandro que leva vantagem. Por que que eu tô fazendo toda essa digressão aqui? Porque o Rio de Janeiro é um lugar, é o símbolo do Brasil que entrou numa desordem urbana e vive uma desordem eh diária e que é criado através dessa desordem diária, essa ideia, esse extrativismo cultural, essa ideia de levar vantagem. E essa é a tradição política que a gente tem no Brasil, desde que Brasil é Brasil. Então, quando a gente fala de desatar todos esses nós dos gargalos brasileiros

▶ 00:09:22 que a gente tem, os gargalos de produtividade, os gargalos do crime organizado, a gente tá falando desatar um nó da política brasileira que existe desde que Brasil é Brasil. E obviamente a gente propõe até isso no livro amarelo através da ideia do patrimonialismo positivo, que eu não vou entrar aqui para não ficar digedindo demais, mas o ponto é que a gente tá falando aqui de um princípio de revolução, não um sentido, ah, a gente vai pegar armas e vai tomar Brasília, não, a gente simplesmente vai mudar a forma como a política é operada no Brasil, desde que

▶ 00:09:53 Brasil é Brasil. Então é por isso que a gente precisa que vocês sejam soldados participando desse exército, porque a gente precisa multiplicar aquilo, aquilo que o Renan tá pregando, aquilo que o Renan tá levando de conhecimento, de ideia, de proposta, de projeto pro resto do Brasil inteiro. Porque como vocês sabem, a nossa maior barreira é o desconhecimento. A gente precisa quebrar essa barreira e essa barreira é quebrada com vocês. É vocês que vão multiplicar o voto aqui em Lajes, em todo Santa Catarina. É vocês

▶ 00:10:25 que vão fazer esse trabalho. Então, senhores, o que que vocês vão fazer amanhã? O que que vocês vão fazer depois de amanhã? A gente precisa de vocês nesse exército. Então é isso, galera. É para essa revolução acontecer, ela só vai acontecer se a gente tiver um líder forte liderando esse processo, mas com soldados seguindo e fazendo aquilo que for necessário. É isso aí. Obrigado. E vamos [aplausos]

▶ 00:10:57 >> sou eu. >> Acho que agora era. Boa noite, meus amigos. >> Boa noite. >> Boa noite. Muito obrigado por todos estarem vindo aqui, hein. Tem uma galera lá fora. Muito obrigado estão lá fora. Tá especialmente desconfortável. Tá meio friozinho aí para vocês. Mas estamos de pé aí no fundo. É. é muito maior do que eu imaginava, tá? Não é uma cidade que tem 200.000 habitantes, então tá dando uma galera boa, galera chegando ainda, galera, nossa, isso é clima de campanha rots mesmo, né? Aqueles eventos no

▶ 00:11:28 boteco aqui. Muito obrigado pessoal do bar por ter nos recebido também. Agradeço demais aqui a abertura do espaço. E nesse ponto eu começo o nosso bate-papo tentando nos situar, né, como pessoas na história, né? O que que é se nos situar como pessoas na história? O que que nós estamos fazendo? Onde nós estamos, onde nós queremos chegar. E, aliás, também porque nós estamos aqui, tá? Eu tô aqui no meio de Santa Catarina e acho que aqui é bem na meiuca do estado, certo? Ah, numa região e num estado que em grande medida não é lido pelo restante do

▶ 00:12:00 Brasil como parte integrante do Brasil, tá? Eu falei isso lá em Chapecó, mas eu vou aprofundar hoje um pouco aqui. Vocês não são percebidos pelo Estado brasileiro, pela cultura dominante do Brasil com brasileiros. Eh, quando, né, a gente pega um exemplo muito clássico, a abertura da Copa do Mundo, quando a gente vê ali a abertura, o que que nós temos? Elementos do Rio de Janeiro, tinha uma favela cenográfica, a gente tinha também um elementos ah da Amazônia, alguma coisa do Nordeste. E você vai ver que nem São Paulo, mesmo

▶ 00:12:30 sendo, vamos dizer, o município mais importante do Brasil e o estado de São Paulo, estado mais relevante em termos econômicos e populacionais, nem nem esses lugares estavam representados. Quanto mais vocês, vocês foram completamente esquecidos. Talvez alguém deve ter botado, sei se lá um chimarrão para representar um gaúcho, né? A única era o >> A única que tinha era G. >> Sim, mas né, era apenas uma licença. Na nas olimpíadas vieram 2016. E mesma coisa quando a gente pega aquele meme da

▶ 00:13:00 soberania do Lula ou soberania Starterpec, né, que foi um tema recorrente aí ao longo do último ano. Mesma coisa. Vocês não são retratados como elementos de uma nação soberana. Vocês são tratados como seres meio alheios ao Brasil, o verdadeiro Brasil. Inclusive, saiu um meme agora, um vídeo do Porta dos Futos que tá rodando falando sobre a fundação de Brasília, como o Rio, a capital do Rio de Janeiro levaram paraa Brasília e aí, né, eles estavam simulandoos ali com o Gregório do Viver uma turma. Ah, não, para onde a

▶ 00:13:30 gente vai levar? Ah, que tal levar pra Amazônia? Não tem mosquito. Ah, que tal levar para Araçatuba? Ah, não, Araçatuba não dá. que tá para levar para Goiás. Goiás é uma boa, hein? Vamos levar para Goiás. Alguém falou e que se levar lá pro Sul, para Santa Catarina, os caras, aquilo lá nem Brasil é. Então, de acordo com a propaganda oficial e com o Brasil oficial, vocês não existem. Agora, de acordo, e este é um ponto que é muito importante, de acordo com a Receita Federal, vocês existem em muito. >> Os impostos são coletados de vocês. O

▶ 00:14:01 Estado brasileiro tá presente para fazer esse trabalho de recolhimento dos seus recebimentos. Envia pra Brasília, delibera e aí distribui pros brasileiros de verdade que não estão aqui. E vocês estão vivendo essa sequência, vocês ficaram alheios a isso por muito tempo, certo? Vocês ficaram alheos porque vocês foram tocar a vida de vocês? Porque a história do colono, a história do imigrante, isso tá muito presente no interior de São Paulo, isso tá muito presente no Paraná, isso tá presente no Rio Grande do Sul. A história do colônio do migrante é seguir

▶ 00:14:32 sua própria jornada e sua própria aventura. Você vê que o os colonos lá do Rio Grande do Sul, eles colonizaram uma parte do oeste aqui de Santa Catarina, subiram lá para Cascavel, no Paraná. Aí foram Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, subiram lá pro Nordeste, chegaram imperatriz do Maranhão, uma parte foi lá para Rondônia, teve gente que foi para Roraima. Ou seja, este processo do imigrante, do desbravador, é um processo vivo que existe na alma de muitos brasileiros que simplesmente, eu volto a colocar, não ligaram por não serem retratados por

▶ 00:15:03 nada, porque eles estavam tocando deles, que é o sintoma do trabalho de vocês. Vocês tocaram de vocês, foram tocando a vida, organizaram cooperativas, organizaram seus organizaram seus próprios sistemas de financiamento interno, organizaram suas soluções que fizeram mesmo propriedades pequenas terem grandes produções, utilizando o trabalho cooperado. Criaram através das cooperativas empresas agroindustriais. Com base nisso, colocaram os filhos nas faculdades. Alguns foram trabalhar na área de serviço, outros foram trabalhar

▶ 00:15:33 com indústria, outros prestaram concurso. As pessoas acenderam socialmente. E aí esse Brasil foi apenas votado ao longo dos anos pela Receita Federal. Ele foi ignorado pelo Brasil oficial. Eu volto a repetir, pro Brasil oficial vocês não existem. Vocês são no máximo CPFs. E chegamos aí a década passada, a década em que aqui, em especial aqui, o Paraná, Rio Grande do Sul, tá eternamente uma crise econômica. Sejam sinceros, nossos

▶ 00:16:03 amigos hoje tem muitos problemas que a gente precisa trabalhar ali com isso. Mas vocês do Paraná, vocês ficaram numa boa condição. >> E eis que o antipetismo, que sempre teve votos aqui, assim como teve votos no meu estado São Paulo, o antipetismo para de ser apenas uma negação do PT e ele começa a ganhar um rosto. Vem as manifestações, surgiu o movimento Brasil Livre, MBL, essas manifestações derrubou o PT e aí surgiu o homem, o Bolsonaro e a turma daqui falou: "Puta, esse cara é que nem eu". Veja como o bolsonarismo em alguma

▶ 00:16:34 medida foi importante para as pessoas do Sul. Foi a primeira vez que o Fon falou: "Não, vocês são parte do Brasil. Tanto que é aqui no Sul, especialmente aqui em Santa Catarina, que eu vejo mais bandeiras do Brasil nas casas. E não deixa de ser muito louco que na representação oficial do que é o Brasil é uma favela no Rio de Janeiro, algumas coisas na Amazônia e alguma coisa no Nordeste. Não há bandeira nenhuma lá, mas a bandeira do Brasil aqui. Há uma vontade muito grande em construir Brasil por parte de brasileiros que não são vistos como brasileiros. Vocês não acham isso paradoxal?

▶ 00:17:05 Isso é muito louco. E aí o bolsonarismo ficou grande aqui e a gente tem que entender porque a gente tem que ser generoso com os pais de vocês. Os pais de vocês construíram, ralaram e trabalharam e falaram: "Pô, agora eu quero ver o fruto do meu trabalho como nação e eu não sou reconhecido". Mas, pô, mas parece que esse capitão aí me reconhece como parte disso, porque parece que o sistema de valores dele é o mesmo que o meu. E foi isso que as pessoas falam: Ele é cristão, ele é patriota, ele é de jeito, ele não é vagabundo. A única coisa que a galera não se ligou

▶ 00:17:35 é que ele não era nada disso. [risadas] Tirando esse ponto, as identificações simbólicas estavam acontecendo, não tavam. pessoal tá aí. Eu sou trabalhador, eu sou cristão, eu gosto do Brasil, não gosto de vagabundo. Tá perfeito. Eu eu sou como esse cara, ele é literalmente eu. Pois bem, essa identificação começou a gerar esse senso de pertencimento. E não foi à toa que os sulistas foram os mais ávidos em apoiar o Bolsonaro até os momentos mais insanos do Bolsonaro. A

▶ 00:18:05 quantidade de sulista que ficou na frente de quartel, galera, cruzou qualquer limite do aceitável. Muita gente aqui, >> muita gente. Mas assim, se for rodar Santa Catarina inteira, a quantidade era gigantesca. E assim, aquelas pessoas estavam acreditando, um, que as urnas foram fraldadas, dois, que aqui ia virar comunista, três, que vocês iam comer os próprios cachorros, certo? Havia uma tese da comida de cachorro, quatro, de que ia ser todo mundo preso. Cinco que a China tava encostando um porta-aviões já já aqui na porta.

▶ 00:18:36 Então, aquelas pessoas foram levadas um nível de neuroticismo e ilusão muito grande e foram usadas como bucha de canhão. E aí talvez os suristas aprenderam uma coisa sobre ser brasileiro, os catarinenses muito, que no fim do dia o político vai te usar e vai te cuspir como sempre, como fazem no Maranhão, como fazem na Bahia, como fazem em São Paulo, como fazem no Rio. E aí vocês persistiram, Lula ganha e vocês persistiram, persistiram trabalhando e a vida vai rodando. E aí a gente precisa reender que com a

▶ 00:19:06 traição do bolsonarismo, com o fracasso do bolsonarismo, mas com o sentimento de que vocês precisam serviços como o Brasil, vocês têm um papel a construir nessa sua relação com o Brasil oficial. E aqui estamos nós hoje à noite. Por isso que eu queria fazer essa queria fazer esse processo de nos situar ao longo da história, ao longo do tempo. O que que nós estamos fazendo juntos? Nós estamos criando um projeto para um país que precisa fazer sentido para todo mundo. E o Brasil não faz sentido para todo mundo. O Brasil não faz sentido para vocês. E se eu olhar direitinho até

▶ 00:19:38 a galera do Maranhão nas cidades pequenas que eu visitei que vivem de bolsa família, o Brasil também não faz nenhum sentido para essas pessoas. Eu vou dizer que mesmo lá em São Paulo, o Brasil já não faz sentido nenhum para mim. A ideia da Federação Brasileira é uma mentira. É uma mentira que ela é sustentada apenas com uma propaganda maluca que vende os nossos vícios como se eles fossem as nossas virtudes, que vem vendem os nossos defeitos como se fossem as nossas qualidades. Eu não sou a bosta de um favelado.

▶ 00:20:09 Eu não quero viver numa favela. O cara que mora na favela não é um bosta no favelado. Aquelas pessoas precisam desesperadamente serem vistas como brasileiras. E nós precisamos resgatar o que há de melhor em nós, senão todos nós vamos favelizar a nossa mente. Eu não quero que o Brasil seja o país da favela, da bunda da Anita. Eu não quero que o Brasil seja o país do auxílio. Eu não quero ser visto como um indígena de cocar perante o mundo. Eu quero ser uma

▶ 00:20:39 das cinco nações mais importantes do mundo. Eu quero viver num país em que todo mundo possa andar na rua sem ser roubado. Eu quero viver num país em que as pessoas têm moradia, que as pessoas podam morar em casas dignas, que elas possam ter bairros que as pessoas conhecem os nomes das outras pessoas e possam confiar uma nas outras. Eu quero ver num país em que os impostos sejam justos. Eu quero viver num país. E aí vem a grande ambição que aqui aparece assim aquela coisa singela, não quero ver um país que eu posso ser feliz. Eu não quero só ser feliz. As grandes nações da história não se preocuparam em ser feliz. Elas se preocuparam em estar

▶ 00:21:09 na história construindo o nome do seu povo. Imagina se a preocupação dos romanos fossem ser feliz, se os gregos tivessem lá com os persas na porta deles. Não, não, eu quero ser feliz. Alguns até queriam. Nós temos que ser. E a federação só vai fazer sentido se nós formos uma das cinco nações mais importantes do mundo. E é isso que eu vim propor para vocês aqui. Nós precisamos ser uma das cinco nações mais importantes do mundo, que significa estar junto com China, Índia, Estados Unidos e Rússia decidindo o que

▶ 00:21:39 importa em termos de tecnologia, em termos de armamento, recursos humanos, recursos naturais. E eu digo mais, se nós não formos uma das cinco maiores nações do mundo, o Brasil tem que acabar. Porque o Brasil não fará sentido nesse dia. E mais, o Brasil não sendo uma das nações mais poderosas do mundo, ele não vai ter como se defender dessas outras nações. Nós estamos lotados de recursos naturais. Nós temos água, nós temos terra abundante, agricultável, nós temos um território e um ponto estratégico pro

▶ 00:22:10 mundo, um ponto de passagem entre o Oriente e o Ocidente, um território que não está distante de uma África que vai ser um grande reservatório de população pro mundo nos próximos anos, nas próximas décadas. Em resumo, em resumo, nós temos que ter grandes ambições e essas grandes ambições só serão levadas à frente. Coloquem na cabeça se a mesma mentalidade pioneira que os avós de vocês tiveram, que os bandeirantes lá de São Paulo tiveram, que os sertanejos nudeste tiveram, se essa mentalidade pioneira

▶ 00:22:41 for espírito nosso e se as qualidades que nós estão presentes aqui no estado de vocês foram entendidas como qualidades que o resto do Brasil tem que se espelhar. Eu não falei desde o começo que o Brasil nega vocês e só se lembra de vocês na hora de cobrar imposto. O Brasil tem que se espelhar na forma de viver na cidade de vocês. As cidades de vocês são melhores do que as cidades do Brasil oficial. >> As relações sociais entre vocês são melhores que as relações sociais do Brasil oficial.

▶ 00:23:11 As ruas das cidades de vocês são melhores, as empresas de vocês são melhores, a forma de conviver socialmente são melhores. Tudo isso é melhor do que o Brasil oficial, do que o soberania Starterpec. Até porque vocês são muito mais soberanos do que um país que vende a própria fraqueza pro mundo, que vende: "Olha, eu tenho um cartão do Bolsa Família". Vocês são muito mais soberanos por não dependerem do Bolsa Família. Vocês construíram a base do trampo, do trabalho, a sua própria soberania individual e a soberania coletiva das suas famílias e das suas

▶ 00:23:41 cidades. Portanto, o desafio que a gente tem que ter aqui é: Brasil tem que ser mais Santa Catarina. E o que eu tô propondo com a fundação do partido Missão é fazer com que os outros estados do Brasil sejam mais Santa Catarina >> e menos Maranhão. >> É isso. E menos Maranhão. Porque a nossa luta é o seguinte, a classe política brasileira quer que a gente seja um um gigantesco maranhão. E eu não, eu achava antigamente o que que eu acabei de falar agora era mera propaganda, tipo é os políticos quer que deixar você sempre na ignorância. É mentira. Eu eu tava

▶ 00:24:12 errado. Os políticos realmente querem viver no Maranhão. O modelo político perfeito para você ser um político do central brasileiro é o modelo maranhense. A população não te cobra, você vive de recursos e econômicos extraídos de outros lugares. Você não precisa lutar para enriquecer a população. A população realmente fica ignorante, inerte. Você fica num jogo de cobrança mútua e você rouba e não tem judiciário para te cobrar. Ou seja, o Maranhão é o modelo político perfeito para político vagabundo.

▶ 00:24:44 E o Brasil está numa tendência de maranhização e não de Santa Catarinação. Vocês entenderam? O Brasil nos Tribunais de Contas, o Brasil nas nomeações no STF, o Brasil no centrão, o Brasil na presidência do Senado. Quando vocês olham aquele alcolumbre, ele não tem nada a ver com vocês. O alcolumbre representa o Brasil no centrão, o Brasil mais sórdido, o Brasil mais vagabundo que tem. Portanto, a gente está se marhanizando

▶ 00:25:14 quando o processo tem que ser um completo inverso. A gente tem que ficar mais próximo das cidades de vocês. >> As cidades de vocês são melhores do que o restante das cidades do Brasil. Ponto. Ai, mas não tem o nosso samba no pé. [ __ ] o samba no pé. >> Eu tô cagando pra merda do samba no pé. E vocês t que cagar pra merda do samba no pé. Porque não é samba no pé que paga conta e não é samba no pé que faz sua vida ser digna. Não é samba no pé que evita ter morador de rua. Não é samba no pé que evita ter um bandido te assaltando. Não é samba no pé que faz a

▶ 00:25:44 fila do SUS andar. Não é samba no pé que aumenta a [ __ ] dos índices não só econômicos, mas sociais. O IDH. IDH não é samba. >> [ __ ] a merda do samba. [ __ ] a merda dos elementos que são usados para justificar que outros brasileiros vivam na merda. O IDH de várias cidades daqui de Santa Catarina é acima de 08. Eu quero que o resto do Brasil tenha IDH acima de 08. Portanto, o papel de vocês, e esse é o papel que vocês têm que convencer os seus pais, é um papel muito louco. Eu

▶ 00:26:14 falo, tenho que falar para os pais de vocês, eu quero que o Brasil seja igual a você, pai. Eu quero que o Brasil seja igual você, mãe. E você tem que fazer isso junto comigo, combatendo uma classe política de fora que tá roubando a gente. E pior, uma classe política daqui de dentro do estado de Santa Catarina que acha que a nossa luta é enfrentar o comunismo. Vocês entenderam a lógica disso aqui? A vocês aqui elegem pessoas que estão indo lá em Brasília enfrentar o comunismo. Cara, o Alcomb não é comunista.

▶ 00:26:45 Acombi não é, não há nenhuma discussão sobre materialismo histórico dialético lá em Brasília acontecendo. Não há nada disso. Há apenas roubo puro e simples. Ah, não. Mas o Zé Trovão tá indo, o Zé Trovão não está indo enfrentar o comunismo, ele tá indo marhanizar o estado de vocês, tá? Ele vai ajudar vocês ficarem mais malenhão, que é isso que todo político malandro faz. Então a nossa revolução e a revolução que vocês tm que fazer aqui em Santa Catarina, que é o que que eu preciso de vocês, preciso

▶ 00:27:15 de vocês engajados escolheria, é eu preciso de material humano de alta qualidade para lançar candidato. Eu preciso de vocês engajando e trazendo as pessoas primeiros melhores, as pessoas nas posições de topo, seus amigos, lideranças em igrejas, em todos os lugares. E terceiro, um entendimento geral que a nossa guerra é uma guerra pelo pacto federativo em fazer os estados que estão trabalhando menos e que estão rendendo menos pra União começarem a pagar a conta deles para sobrar dinheiro para vocês e gerar modelos de governança e administração ao

▶ 00:27:46 redor do Brasil para que as cidades ao redor do Brasil fiquem parecidas com a cidade de vocês. Aí sabe o que vai acontecer no final? Aí sobra dinheiro para vocês terem estrada aqui, que aqui, infelizmente, por mais que não seja o desastre que eu vi em outros lugares do Brasil, as estadas não são conduzentes com a produção de vocês. Ferrovia que vocês precisam ter desesperadamente e o resto, meus amigos, sendo muito sincero, o resto vocês se viram como se viraram ao longo de toda a vida de vocês. Se a gente passa a nossa agenda econômica de

▶ 00:28:16 competitividade e de redução de gastos do governo, o juros vai cair. com juros caindo, vocês vão saber investir nas empresas de vocês ou vocês vão saber investir na vida pessoal de vocês, na qualificação profissional de vocês. Com impostos menores também sobra dinheiro no bolso de vocês, com energia mais barata através de investimentos se a gente vai fazer infraestrutura também vai ficar barato o custo do Brasil. Com mais estradas e com mais ferrovias, vocês vão poder escovar a produção. Com leis mais simples para abrir e fechar empresas, para contratar e demitir pessoas, as empresas vão poder

▶ 00:28:46 investir mais, construir novos produtos, aumentar a cadeia produtiva, ter mais complexidade na produção, coisa que já vem acontecendo aqui. Em resumo, se deixar vocês trabalharem, vocês vão se virar. Aí eu dou uma estradazinha aqui, arruma um portozinho ali no final, a ferrovia funciona e vocês não vão ter nenhunos processos e problemas migratórios que existem aqui. E vocês vão ser vistos e entendidos pelo resto do Brasil como exemplo de um Brasil que dá certo e o lugar que a

▶ 00:29:16 gente tem que se orgulhar, não só por conta da Receita Federal, mas também os símbolos nacionais, tá? E é este o objetivo que tem que ser construído aqui. É como Santa Catarina serve um projeto de Brasil sendo Santa Catarina, porque o Brasil precisa ser mais como vocês. E eu estou falando isso para onde eu vou ao redor do Brasil. Alguém já viu as entrevistas que eu dou? Quando eu preciso falar às vezes com radialista lá no Ceará que tinha um radialista petista que falava: "Não, o não, vocês foram

▶ 00:29:46 privilegiados lá no sul, sou no sudeste. Dois não foram privilegiados. Não houve nada disso. Desde os anos 40 e 50 tem Sudene tacado dinheiro pra elite política do Nordeste que só vive de explorar a própria população. A população do Nordeste é explorada e não tem meios de reagir, que é a parte que mais assusta. As pessoas não sabem nem como reagir porque os políticos são tão poderosos. Aquelas famílias estão no poder há tanto tempo que as pessoas nem sabem como andar. E pior, a política, a velha política tá cheia de grana. nunca

▶ 00:30:17 teve com tanto caixa e com tanto cargo. Se você discorda de um político local numa cidade de Maranhão, no cidade estádio de um Piauí, você primeiro, antes de tudo, é comprado e ele compra umas consciências de todo mundo da maneira mais tranquila. É essa revolução que a gente tem que tocar. Alguém já viu aqui minha proposta de revolução de reforma administrativa no Brasil com lei de responsabilidade gerencial para obrigar a ter indicadores municípios, indicadores de desempenho? Levanta a mão quem viu falar isso alguma vez. Legal. Isto é uma revolução maior do que a

▶ 00:30:47 parte de segurança pública. Isso é maior do que a revolução na parte de segurança pública, maior do que a reforma de competitividade, maior do que a reforma fiscal, maior do que o super plano que a gente tem para colocar inteligência artificial na administração pública, na saúde pública, na parte de educação. A nossa reforma entregue novamente, outorghe o poder pros professores, que estabeleça meta de desempenho. a gente alterar o modelo político brasileiro com metas de desempenho é acabar com esse sistema político na base que vive de tirar de quem tá trabalhando e dar para

▶ 00:31:19 quem não tá trabalhando. Essa é a lógica, é uma lógica de expropriação. É o extrativismo cultural que ele falou. Nós temos esse modelo de extração. Os políticos se orgulham de tirar o dinheiro de vocês e mandar esse dinheiro direto pro prefeito de Bacabau lá no Maranhão. Não fazer nenhuma pelas pessoas dali, nem ver um horizonte e fazer bacaba arrecadar e crescer. É esse o modelo que a gente precisa acabar. Nós fos tocar essa revolução. Esse é o

▶ 00:31:49 problema do Brasil. E toda vez que eu viajo eu vejo fal assim: "É esse o problema? Calma, o Xodão, Xodão é um problemaço. STF é um baita problema, mas esse problema é maior, porque esse problema é sistêmico. O STF com super poderes começa em 2012, vai subindo, perde os poderes na Lava-Jato e ganha os superperes no Bolsonaro. Mas não havia STF super poderoso antes do julgamento do Mençalão. Quem tá aqui sabe. Agora o centrão super poderoso, a compra de votos, a computação das pessoas, isso existe desde o Brasil

▶ 00:32:20 colônia. Isso é a regra do Brasil. E essa é a bagaça que a gente tem que mudar. Senão eu vou colocar aqui, não vale a pena morar aqui. Não vale o pacto brasileiro não vale a pena. Se isso não for corrigido, morar aqui não vai fazer sentido para nós brasileiros. Então a gente precisa corrigir essa bagaça e essa correção é necessária. E isso aqui é uma convocação para uma guerra geracional, porque aí nós somos a geração que tem que fazer isso. Ou se nós vamos só sentir as consequências dos impostos altos que vão ficar no nosso lombo, do dinheiro caro que vai

▶ 00:32:51 impossibilitar a gente de investir e construir qualquer coisa nas nossas vidas. A maior parte de vocês em condições normais de temperatura e pressão, se o Brasil continuar assim, não vão conseguir comprar uma casa, não vai conseguir ter um negócio sério, ainda mais com aá chegando e a revolução técnica que tá vindo aí, que vai ser extremamente concentradora. Então o jogo que vai ficar é vocês vão pagar uma previdência impagável, vocês não vão ter condição de construir patrimônio, não vão ter condição de construir nenhum grande sonho. Vocês vão ser párias trabalhando como escravo para

▶ 00:33:21 que político cretino, empresário ladrão e gente do autofuncionalismo vive uma vida de nababo, saia com grandes prostitutas, viva em grandes festas e no final diga quem pode ser brasileiro e quem não é. Eu quero ir pra guerra contra essa gente. Isso aqui é uma convocação. Muito obrigado, meus amigos.

▶ 00:33:53 Ã, vamos fazer perguntas. Está muito legal aqui. Vamos. Regras para perguntas, pessoal. Um, regra um. Façam uma pergunta, não façam discursos, porque isso permite a gente faça mais perguntas. Às vezes vem aquele cara que pega o microfone, vai contar uma long, galera, não precisa da história. Dois, todo evento nosso, desde que nós fundamos o MB, sempre tem um doido. O doido ele tá sentado aqui em algum lugar. Eu não sei o nome dele, eu não sei quem ele é, mas ele já está aqui. Então, um recado para o doido onde você

▶ 00:34:23 estiver. C doigo, não precisa contar a história do seu avô, não precisa contar a história do seu pai. Você consegue, vai fazer a pergunta. Se jogar e segurar bem e as perguntas rodarem bem, você vai poder perguntar de novo. Tudo tranquilo, entendeu? Então, o doido, o doido que tá escondido aqui, tá tudo bem, ninguém quer fazer mal a você e as coisas vão acontecer na maior tranquilidade. Perfeito, pessoal. Perfeito. Louco. Então, fechou. Então, vamos lá. Primeira pessoa a fazer pergunta. >> Já tenho aqui. >> Ah, outra coisa, pode perguntar para

▶ 00:34:54 todo mundo, tá, galera? Eh, não precisa concentrar em mim, não. >> Opa, boa noite. Tudo certo, pô? Agora tu me quebrou, cara. O único doido que o louco chegou louca. [risadas] Bom, gente, assim é, né? É um prazer estar aqui. Eu sou de Rio do Sul, né? Conheci o Maurício, não sabia quem foi, quem se filhou foi meu filho. Aí há 4 meses atrás, por isso que eu conheci o grupo Missão. Então eu tenho alguns negócios lá em na nossa cidade, região

▶ 00:35:24 Blumenal, Santa Catarina, todo. E a primeira coisa que eu fiz, eu até pro Felipe, pra vereadora candidata a deputado federal, os estaduais, né? Eu quando o Eduardo, eu fiquei ali um dia conversando com ele e eu comecei a publicar coisas do Missão. Aí o que que acontece? Os os vereadores, deputados estaduais que eu conheço falar: "Pô, tu tá louco, cara? Como é que tu vai apoiar o Felipe que é lá de Florianópolis, né?

▶ 00:35:55 Ô, pô, porque aqui, ó, no último candidato que passou aqui, ele trouxe não sei quantos milhões, né, sendo deputado estadual. Tem que ser barrista, tem que ser da área, como que vocês vão rebater, né? E outra, de outra forma também que é faz parte desse evento, né? Ah, eu falei pro meu sócio, ó, eu tô indo paraa LJE lá no grupo Missão Renan Santos, quem que é esse cara? Ele não conhecia, entende? É um cara assim bem culto. Então assim, e a outra forma como chegar é através de nós, através do do

▶ 00:36:27 povo, né? Mas esse sentido do barrismo, né? Claro, Rio do Sul recebeu um monte, é uma cidade enchentada lá, né? Veio muitos recursos lá. Deputado federal, né? Sendo o Felipe ou a doutora estadual, como é que vocês vão tratar isso aí, né? Vocês vão puxar mais pra cidade? Eu acho que o projeto é muito maior que esse, né? Mas enfim, essa é a minha para mim é até poder rebater, né? Os políticos ali regionais aqui da nossa região, como lares também, né?

▶ 00:36:57 Obrigado. >> Ah, é capaz dele. >> Olha, gente, eu não tenho lugar de falar aqui porque eu não sou candidato, mas eu quero dar um pitaco nessa, porque é o seguinte, né, velho? Eh, é importante sim a gente trazer emendas aqui pra região, pra Santa Catarina no geral, é algo que é importante, até porque hoje um prefeito que precisa ir atrás de investimento pra cidade dele, ele não vai mais nos ministérios, né? ele vai atrás dos deputados porque os ministérios estão completamente esvaziados eh de orçamento, porque o Brasil, como é sempre, uma maluquícia e

▶ 00:37:27 hoje quem executa orçamento é deputado. Mas, cara, eh, saiu um relatório recentemente da Fiesc, né, a Federação das Indústrias aqui de Santa Catarina, que e se a gente recebesse, né, a grana que a gente manda pra Brasília através do pacto federativo, a gente conseguiria resolver 47 vezes os gargalos de infraestrutura que a gente tem aqui. Então, ah, o deputado daqui vai conseguir mais emenda e não sei o quê. Irmão, isso é migalha. Isso é migalha. É migalha para o que Santa Catarina merece. E pra gente ah mudar mudar como

▶ 00:38:01 a a lógica da política opera, que é o que o que o Renan tava falando, a gente precisa de gente da missão lá, independentemente da onde for, independentemente da localidade que for, se a gente quer trazer a grana que o catarinense manda pra Brasília de volta para Santa para Santa Catarina, só vai ser a gente da missão que vai ser capaz de eh mudar essa essa lógica. Como eu disse, 47 vezes os gargalos de infraestrutura. Então uma emenda aqui ali é migalha. para o que a gente precisa e merece, né? Para para no mínimo ser respeitado, né? No mínimo ser

▶ 00:38:32 respeitado. >> Boa noite. Pergunta: Como governar sem o centro? >> Não há. Depende de a gente vai chamar de centro, né? Não há como próximo presidente da República governar. Não é nem com o centro, sem o centro, é sem o

▶ 00:39:03 centrão. O próximo governo vai precisar fazer uma coalizão com os bandidos, porque esse, infelizmente, é o modelo que nós vivemos. E o pior, nunca o centrão foi para uma eleição tão cheio de dinheiro quanto essa. Então não haverá como fugir deles, porque eles serão uma inevitabilidade rodando o Brasil como eu rodei. Eu nunca vi esses caras tão poderosos. E mais, a gente tá vendo uma transformação do centrão como força política, inclusive mediática, porque antigamente

▶ 00:39:33 a direita e até a esquerda tinha as redes sociais como instrumento para fazer uma política de contato, uma política de opinião. Pois bem, o central não aprendeu, o João Campos é um grande player, o políticos do interior fazem, meu prefeito, isso, prefeito, ou seja, eles estão completamente no jogo, inclusive das redes, tá? Então vamos ter que governar com eles. A a a coisa que eu coloco aqui é ganhando uma eleição, significa que o s 3 4 5 6 7 8% e vou teress mais 50. Portanto, não apenas nós vamos eleger uma bancada grande, vamos,

▶ 00:40:04 mas nós vamos pautar o bolsonarismo como um todo. Nós vamos pautar a eleição dos partidos centrão e vamos pautar uma agenda de Brasil. A agenda que eles vão querer tratar com a gente, que eu acho que é a agenda que ela é quase consensual, é a agenda do enfrentamento ao crime organizado. Logicamente que eles vão querer que passem projetos de assim, ó, não vão aumentar as penas, mas não por crime de colarinho branco. Nada de prisão em segunda instância, não, não, isso deixa para depois. Mas na prática, o enfrentamento ao nosso ao crime organizado, se fizer como a gente tá prevendo, nós teremos uma

▶ 00:40:35 concentração de poder, de capital político no poder executivo. E essa concentração da de popularidade destruindo o crime organizado ao redor do Brasil, porque assim, uma coisa visitando o Nordeste que eu tenho certeza, o Ula vai acabar. O Lula não é mais inevitável como ele era. As pessoas estão se esquecendo e os mais jovens estão cansados de ter o celular roubado no Nordeste. Uma coisa que é muito louca, quase todo mundo, não quase tudo, mas tem um número muito grande de pessoas no Maranhão, o Rizo pode falar que ele tava lá, o nosso querido

▶ 00:41:05 Fernando que tá filmando ali, tinha um iPhone. Eu falei: "Mas a pessoa vive de bolsa família?" Tem falis pessoas compramado, iPhone de geração anterior, onde eu quero chegar com isso? roubam o iPhone delas, elas ficam a pistola e essas pessoas não aguentam mais o crime. No Ceará, ver eh a o enfrentamento a violência urbana é base da vitória de qualquer governador. Na Bahia, a mesma coisa. O o Jerônimo tá derretendo pela primeira vez, a gente tem chance do PT perder uma eleição na Bahia depois de vai mais de década. Então o PT tá

▶ 00:41:35 derretendo e tá os o centrão assumindo aquilo meio solto, mas nós podemos assumir. Se nós se nós libertarmos o Ceará, nós assumimos uma liderança perante aquelas pessoas que vai começar a unificar o Brasil. Por isso que é muito importante a gente ganhar a eleição e destruir o crime organizado e fazer não apenas o número de homicídios cair, o número de assaltos, furtos e roubos despencar. Aí você acumula capital político e aí você gasta o capital político. Capital político não se gasta no banco, galera.

▶ 00:42:05 Não se guarda no banco. Imagina, estou aqui com não sei quantos, sei lá, imagina quais são, qual é o índice que mede um o capital político da pessoa. Eu estou com tantos guimarães de capital político aqui, sei lá, um índice com uma nomenclatura qualquer. A ré, todo o capital político tem que ser gasto. Como gasto? Igual Fernando Henrique gastou o capital político de vencer uma eleição no primeiro turno, fazendo as reformas difíceis, fazendo o diabo para passar elas. Essa reforma administrativa que contraria os interesses do centrão, contraria em parte esses interesses. A

▶ 00:42:35 reforma que a gente tá propondo, muitos partidos políticos vão gostar porque beneficia o modelo de gestão de certos partidos. O Cassab ele quer que o jogo seja mais difícil porque ele administra melhor o PSD do que o MDB hoje administrado ou do que o PSD PSB é administrado. Então isso vai permitir, a gente racha o centrão, passa uma reforma que em grande vida não é PEC, é PL na maior parte dos termos dela. E aí a gente começa a alterar a dinâmica de como a política no Brasil é feita, que é

▶ 00:43:05 alterar o sistema de incentivos, tá? Então, eu vou precisar governar com eles, eu vou precisar convencer eles a basicamente a trabalharem contra seus próprios interesses. Mas tenham sempre uma coisa na cabeça, todos esses caras trabalham no curto prazo. Se eu der um estímulo de curto prazo para eles, eles vão se esquecer que eu vou [ __ ] eles no longo prazo. Então, eu vou dar um estímulo de longo prazo para eles, de curto prazo. E no longo prazo a gente melhora o jogo para todo mundo. Então, esse esse é o plano. Então, eu não tenho nenhuma ilusão, vou ter que governar com esses putos, mas é da vida, né? Melhor governar com eles do que ser governado

▶ 00:43:35 por eles, né? Então a gente vai entrar numa situação melhor já. É isso. [aplausos] >> Então, boa noite. Meu nome é João Mateus. Eu quero dizer, primeiramente, que eu sou muito fã do do trabalho do Artur. Eu conheci vocês por ele, >> certo? [risadas] É, eu vejo muita crítica de vocês em relação ao Bolsa Família. Minha dúvida é, vocês acabariam de, quando vocês

▶ 00:44:06 chegarem ao governo, vocês acabariam de imediato com ele ou vocês, fariam eh acabariam de forma graduada? >> De forma gradual? Obrigado. Eu não eu não vou acabar com Bolsa Família. Eu acho que a gente não tem que acabar com Bolsa Família. Falar porque não tem que acabar com o Bolsa Família. Não é só por questões humanitárias, porque tem pessoas que vivem em regiões no Brasil que não há trabalho. Existem regiões inteiras no Brasil, cidades inteiras em que não há atividade. Eu rodei, cara, isso assim, eu tomei, sabe aqueles papos

▶ 00:44:36 de político, velho? Você tem que tomar uma surra de Brasil, pô. Eu tomei uma surra de Brasil, cara. Eu fui num sertão, eu andei em regiões em que não existe trânsito de caminhão. Você roda numa estrada por 2, 3 horas. O Artur teve comigo no Rio Grande do Norte, não passava caminhão, não tinha caminhão. Se não há caminhão, o que que significa? Não há atividade produtiva nenhuma. Aí eu chegava na cidade, tinha um boteco aberto aqui, um boteco aberto ali, umas pessoas sentadas na porta de casa paradas, não há trabalho. >> Isso não vai ter como resolver no curto

▶ 00:45:06 prazo. Dois, nós estamos, esse é um ponto aí já é uma discussão nem nem filosófica, uma questão de tempo. O mundo com a IA vai ter um grande problema que nós vamos ter que ter uma renda básica universal, tá? Isso vai acontecer em todos os lugares do mundo e vai haverá de acontecer no Brasil. Então algo similar ao bolso da família que vai existir nos próximos anos, tá? Gostemos ou não. Eu não acho bom. Eu acho que isso é horrível para o espírito humano. Nós temos que viver da escassez, mas as coisas são como elas são. A tecnologia vai vencer esse jogo.

▶ 00:45:37 Mas três, o que nós vamos fazer? Nós vamos focar no Brasil que produz antes do Brasil que vive da produção do outro. Isso significa que homem e mulher em cidades que t muito bolsa família, um percentual alto de pessoas que têm bolsa família e que tão saudáveis, idade para trabalhar, eles não têm que trabalhar. Eu o Zema imitou essas minhas frases, assim, eleitou em termos literais. Eu vivo falando marmanjo de 25 anos. Eu vivo falando isso em live, já falei em palestra. Ele imitou o marmjão de 25

▶ 00:46:08 anos. Ele imitou tudo. Mas a real é, pô, eu falei antes e [ __ ] eu vou fazer frentes de trabalho. Frentes de trabalho, porque ele não propôs. Ele falou que a pessoa tem que arrumar um emprego. Pois bem, não existe emprego em certas cidades no interior do Rio Grande do Norte. Então não adianta ele achar que a mão invisível do mercado vai lá e vai resolver agora. Não vai. Aí agora o que dá para fazer? Eu vou meter uma frente de trabalho para arrumar a infraestrutura da região do cara. Então o cara vai poder trabalhar três, quatro vezes por semana, vai ganhar um valor a mais do que Bolsa Família. Ele vai aparecer lá no Cras, ah, vou retirar meu bolsa feira. Chegou no Cras, tem um

▶ 00:46:39 formulário, venha participar de uma frente de trabalho, a gente vai fazer recapeamento, a gente vai fazer eh eh fiação de energia elétrica pra parte mais do interior ali da cidade. Vai ter que fazer isso. Te paga um valor a mais, vem trabalhar, te dou um macacão, vem ganhar uma grana, vem se autodisciplinar. Nós vamos fazer frente de trabalho. Quem fez isso? Franklin Delano, Roosevelt, Cris de 29, mais de 3 milhões de pessoas empregadas naquele período. Vamos botar frente de trabalho, vamos botar o estado atuando nisso para fazer infraestrutura básica,

▶ 00:47:09 entregar um ritmo de uma dinâmica de trabalho para pessoas que estão vivendo num tipo de arranjo econômico, que é o arranjo dos interiores do Brasil, não de vocês, de outros lugares, que é assim um arranjo econômico. A pessoa vira numa casa, lá tem a avó que recebe uma aposentadoria, tem uma moça que recebe um bolsa à família e eventualmente um valor um pouco maior por conta de uma criança que ela tenha. O cara demorou um bolsa à família, um parente tem um emprego na prefeitura, o cara às vezes faz um bico aqui, ali e aí todo mundo vive meio que se ajudando ali nesse

▶ 00:47:39 arranjo. Aquele lucro familiar ganha muito pouco, mas em grande medida ele depende de ajuda do estado. Isso precisa se atorar. Eu preciso fazer o marmanjo trabalhar. A moça tem que trabalhar também. Todo mundo tem que ralar porque no fim do dia alguém vai pagar a conta deles e não será dessa maneira que vai acontecer. Nós vamos ter que botar a galera para falar. Até porque enquanto a economia não chegar tal da mão invisível não aparecer nessas cidades, o estado já tá bancando. E se o estado já tá bancando, vamos fazer a galera trabalhar. Ponto final. É esse o jogo. É isso. >> Posso complementar, por favor?

▶ 00:48:12 [aplausos] Em termos práticos do que o Renan tá falando aqui em Santa Catarina. A gente tem algumas portarias do governo Lula que permitem e facilitam Bolsa Família para [ __ ] Em termos práticos, é o cara que vem aqui para lajes de outros estados, que é maioria e vem usar droga aqui, esse cara não pode receber Bolsa Família. Amiga, >> o cara que vem aqui para Lajes favelizar o estado, vem para Flíipa favelizar o estado, esse cara tem que ter o controle migratório. E se ele migra e não se cadastra na prefeitura e vem morar em moradia regular, esse cara não vai

▶ 00:48:43 receber bolso família. Então, inclusive, um negócio que a gente viu em Chapecó que é bizarro, cara. Bizarro. Vocês t noção que o governo federal tem um programa chamado cidadania originária. Aí você pergunta, beleza, deve ser pros indígenas daqui de região, né? Não, é para indígena argentino. É cidadania originária paraa indígena que não é originária do Brasil. Então o cara passa pela fronteira ali de Paraíso, chega em Chapecó, o que que ele vê? Olha, na Argentina eu tenho que trabalhar. Em Santa Catarina, o governo federal tá me

▶ 00:49:14 pagando uma mamatinha. Então esse cara de jeito nenhum pode receber Bolsa Família. Então inclusive é uma das minhas propostas como pré-candidato a deputado federal. O cara só pode receber Bolsa Família depois de 10 anos morando no Brasil. E para [ __ ] de jeito nenhum. Esse cara tem que ser internado involuntariamente. [aplausos] Uma outra discussão que dá para abrir aqui, que isso tudo me deixa tipo assim, cara, a gente tá falando de Bolsa

▶ 00:49:44 Família para Cracud. do Bolsa Família para indígena. E aí agora, né, a gente tá falando de um mundo que provavelmente tá num período histórico que muita coisa vai mudar, né? A Palantir lançou ontem, antes de ontem por aí, e para quem não sabe, a Palantir é uma das empresas mais e importantes do mundo hoje, porque é basicamente a empresa de inteligência artificial utilizado pro ramo militar eh do governo americano. E e eles lançaram um manifesto político ontem, né? E e e um basicamente esse manifesto político é

▶ 00:50:14 meio que um resumo de um livro que o CEO deles lançou, que é a República Tecnológica. E assim, uma das coisas que eles estão falando é que a a era da bomba atômica, por exemplo, ela acabou. A era da bomba atômica ah como símbolo, né, elemento de de do maior símbolo de de destruição, de poder e militar que você tem. E é a a era da inteligência artificial no campo militar tá chegando e assim, cara. E aí a gente

▶ 00:50:44 tá aqui, né, no Brasil conversando, não, porque o Bolsa Família, a galera tá usando para comprar o iPhone, tá dando para [ __ ] tá dando para não sei o quê. E e a gente não tá entendendo que se a gente não botar Orlin na casa logo, a gente simplesmente vai morrer como país, né? O Renan tava falando uma parada que é que é muito sério, assim, a gente já tá vivendo hoje um um um fenômeno de fragmentação do país. Hoje, se você entra, sei lá, entrem aí numa publicação do jornal Razão, né? Uma

▶ 00:51:15 pergunta, quantos daqui são migrantes? Vieram de outros estados? Pouca gente aqui, pouca gente. Eh, mas assim, entrem o numa publicação do jornal Razão de alguma coisa que fez de algum, sei lá, alguma desordem no trânsito que aconteceu, algum homicídio, alguma coisa do gênero. Vocês vão perceber os comentários que a maior parte dos comentários é tipo certeza que não é daqui? eh algum alguma algum comentário do gênero vai vai est acontecendo. Então, o processo que a gente tá começando a ver é um processo

▶ 00:51:45 de o mesmo povo começar a se odiar por problemas estruturais desse país e esse país vai ficar cada vez mais fragmentado com esse processo ah econômico e tecnológico que tá acontecendo hoje no mundo se a gente não botar ordem na casa. Então, meio que o Brasil ser um país forte, o Brasil ser um país grande, é uma questão de sobrevivência, no Brasil, é uma questão de sobrevivência, sabe? A gente vai morrer como um país, tipo, não vai valer a pena para vocês catarinenses continuarem em Santa

▶ 00:52:16 Catarina, se as coisas como continuarem como estava, vocês vão sair do Brasil. É simples. É simples, né? Então, cara, ou a gente vai a gente vai pra guerra, né? ou vai começar a nego vai começar a sair na mão na rua porque, sei lá, o cara veio de outra região, entendeu? Então, muita gente às vezes vem me xingar de xenofóbico, né, por pelas pautas que eu levanto, irmão, eu tô tratando do do é é o remédio amargo pra gente tratar desse problema, >> né? Então é isso, assim, a gente precisa

▶ 00:52:47 botar ordem na casa, galera. Precisa botar ordem na casa. Vamos lá, próximo. [aplausos] >> Tudo bem? É referente a essa pauta que ous falou da fragmentação do país, principalmente aqui em Santa Catarina e na região sul a gente tem um movimento o Sul e o meu país, tá? Isso tem ficado mais forte nos últimos anos devido a à

▶ 00:53:17 migração de muitas pessoas para cá, de outros estados do país, as quais não vêm para cá para trabalhar, tá? A gente escuta muita pauta dentro do estado, muita pauta no Rio Grande do Sul referente a esse tema, por a gente não escuta uma pauta nacional hoje. Quais seriam as medidas do governo federal, tá, para evitar esse tipo de fragmentação aqui? Acho legal >> assim, cara. Eh, eu não sei quem quem

▶ 00:53:48 acompanhou a treta aqui do Paré um lixo que envolveu comigo aí no ano passado até hoje. Tá, pouca gente. Vamos lá, né? Eu fui cancelado aí em vários lugares eh por ter proposto junto com o Kim lá em Brasília um modelo de controle migratório no país. E é basicamente isso, né? como o nome tá dizendo, é um controle migratório. A gente vai aí para diversos países do mundo e a gente vai enxergar vários modelos de controle migratório, dos mais agressivos aos menos agressivos ou dos mais restritivos aos menos restritivos. O que eu propus é

▶ 00:54:20 um bem pouco restritivo, que é uma lei de registro trapitacional que você encontra em vários países da Europa, mas a gente pode falar de um controle migratório que existe na China, por exemplo, onde o Estado literalmente decide eh se você vai emigrar ou não. E você pode falar o que você quiser da China, mas quando a gente olha para as experiências de grandes centros urbanos que a gente tem, não só na China, mas no leste asiático, né, Singapura, Coreia do Sul, etc., a gente vai ver que são centros urbanos muito mais organizados e

▶ 00:54:50 muito mais decentes que até os grandes centros urbanos de países envolvidos da Europa, dos Estados da América, etc. Então, e é algo dá pra gente discutir, né? Dá pra gente discutir. Então, assim, o que eu propuso é isso, cara, é organizar o fluxo migratório. É simples, tem muita gente migrando para alguma região. >> Essa região tem capacidade de absorver toda essa população? Não sei. Vamos ver. Tem que ser organizado. É só isso. É só não deixar tudo a Deus dará como é de costume aqui no Brasil, né? Vai,

▶ 00:55:20 [ __ ] vai fazendo aí do jeito que dá. E a gente e aí quando a gente vai ver, a gente tá falvelizando o município, a gente tá com Monte [ __ ] a gente tá com a creche super lotada, que é isso que tá acontecendo aqui em Santa Catarina. Eu não sei se Lajes já tá começando a sentir isso, mas se a gente vai paraa Floripa, Joenville, os grandes centros urbanos aqui de da do estado, isso tá evidente, cara. Isso tá evidente. E aquilo que eu falei ali eh da pergunta sobre as emendas é por causa disso. A emenda não é suficiente para resolver esse problema. Se a gente não

▶ 00:55:50 conseguir mudar a lógica de novo, velho, aquilo que a gente manda paraa Brasília é o suficiente para resolver 47 vezes os gargalos de infraestrutura que a gente tem no estado, tá? Então, eh, se a gente não mudar essa lógica e organizar o fluxo migratório, é simples. A gente vira o novo Rio de Janeiro, não tem como resolver. Esse é o ponto. Se a gente não controlar a migração e não resolver o problema de um investimento muito baixo, a gente vira o novo Rio de Janeiro, como aconteceu em todos os outros grandes centros urbanos eh da história desse

▶ 00:56:20 país. É isso. [aplausos] >> Boa noite. Eu queria perguntar pro Renan, para quem vive como empresário, acho que tem muitos, né? Eh, impostos. É algo, ele falou de migração. Eu vejo muitos brasileiros migrando também pela questão de impostos. O

▶ 00:56:52 Brasil, o Brasil que está aqui hoje deixa só o teu narizinho para fora. Quando você dá uma respiradinha, ergue de novo o que você pensa em fazer em relação a isso que já está estabelecido, que [limpando a garganta] impostos criados, tem como, essa é a pergunta, >> tem como baixar as alíquotas agora? Eu preciso passar o cenário, tá? O cenário brasileiro é o seguinte. O estado brasileiro, ele tá numa trajetória de aumento descontrolado dos seus gastos. Todos os gastos do Brasil, como você tem

▶ 00:57:22 vinculações e indexações, eles vão aumentando conforme o tempo passa. Então eu vou dar um exemplo. Toda vez que você ajusta o salário mínimo em R$ 1, custa R$ 1, isso custa, se eu não me engano, R 4.3 bilhões de reais no orçamento nacional. O problema é que você não ajusta no R. Quando você ajusta num ano pro outro, é o R 90, é R$ 100 que você ajusta o salário mínimo. E aí você estoura ano, ano orçamento. Por quê? Porque você eh reajusta a aposentadoria, o BPC e alguns outros benefícios de acordo com o aumento do salário mínimo.

▶ 00:57:53 As pessoas estão ficando cada vez mais velhas no Brasil, nasce menos gente e quem está nascendo não está tão produtivo, porque nossa produtividade não aumenta. Então o desenho do Brasil é um desenho de um estado que tá ficando cada vez mais perdulário e aí ele se endivida. Por isso que a dívida pública ela tá aumentando muito, ela tá indo para uma trajetória de colapso e por conta disso o dinheiro no Brasil é muito caro, o juros é alto e aí o imposto será alto, ainda mais um modelo que a gente tem, que é o modelo que o Hadad colocou, que é o doc bolso fiscal, que você aumenta os gastos de acordo com aumento

▶ 00:58:23 da receita. Portanto, quanto mais você arrecadar, mais você pode gastar. E é assim que eles fazem. Eles tratam de taxar todo mundo porque aí eles podem dar um vale gás, dar um um uma luz para todos que são os programas governamentais, um pé de meia para comprar o voto deles. O jogo é bem claro. Então isso está indo para uma trajetória desesperadora para quem é empresário. Como resolver isso? Você tem que fazer uma reforma fiscal gigantesca e nós já protocolamos a reforma. O Kim

▶ 00:58:53 Catagui entrou com essa PEC no começo do ano passado e já tá em processo de coleta de São ano passado retrasado, eu eu sempre confundo se foi 24, 25, mas a gente já tem uma PEC que resolve, que endereça todos esses temas, que eu ganhando a eleição eu vou passar ela. Aí se eu passo, fal, mas Renan, o que tem a ver a questão fiscal? A questão fiscal diminui a o aumento da dívida dos brasileiros e diminui a velocidade do aumento dos gastos. Se os gastos não precisam aumentar tanto, duas coisas vão acontecer. Há uma previsibilidade que o estado brasileiro vai conseguir pagar

▶ 00:59:23 suas contas. E quando os investidores percebem que o Brasil vai conseguir pagar suas contas, o que que acontece com os juros? Juros caem. Quando os juros cai, a gente vai gastar menos com o serviço da dívida, a rolagem da dívida. Portanto, os gastos vão diminuir. É uma bola de neve no sentido positivo. Tem um efeito sinérgico bom. Outro efeito cinérgico bom é sobre o dólar. o dólar baixa porque o real valoriza num cenário desses e uma parte da nossa dívida em dólar diminui também gastos que nós temos com com produtos internacionais estão em dólar diminuem ajuda a balança, a balança comercial e

▶ 00:59:55 aí você tem um efeito positivo em que você pode diminuir impostos porque a economia vai arrecadar mais e o estado vai gastar menos. E aí eu posso diminuir ali conta. Pois bem, se nós passarmos a reforma na virada do ano, se eu ganho a eleição, a gente vai ter efeitos positivos para diminuir a cobrança de impostos depois de 1 ano e meio, 2 anos. Aí a gente pode fazer uma curva de queda dos impostos. Sim, os impostos do sobre serviços, com certeza. E aí você consegue porque você vai ter o controle das contas públicas. Hoje quem fala

▶ 01:00:26 assim: "Ah, vou cortar o imposto porque é uma porque é popular fala isso. Se não contar a história toda como eu tô te contando, vai mentir para você, tá? A história toda é uma história muito feia, que se a gente não resolver os aumentos dos gastos, o Brasil simplesmente vai explodir. Não há como tocar isso." E a fato de um empresário no Brasil perceber isso como um problema, eh, é sintomático que as coisas já não estão valendo a pena. E e eu digo mais, fazer a reforma fiscal que a gente tá falando, que é resolver as despesas do governo, não apenas vai baixar o imposto, mas vai

▶ 01:00:57 mexer uma outra coisa que é muito cara pros empresários, que é o dinheiro caro. O dinheiro é muito caro no Brasil você vai ter juros mais barato e com juros mais barato você vai conseguir investir melhor. O impacto financeiro disso na empresa é menor, quase tão grande hoje quanto os impostos. A parte dos juros é muito grande também sobre a sobre o funcionamento de uma empresa. Então tudo começa pela pela reforma fiscal. A gente tem que lutar ganhando a eleição. Vou falar para vocês, lutar como se não houvesse amanhã para fazer uma reforma que vai ter uma injeção de saco gigantesco da esquerda, desvincular

▶ 01:01:27 gastos de saúde e educação. Vamos ter que fazer uma uma reforma que mexa com previdência, vai ter que desindexar os reajustes da aposentadoria do salário mo, ou seja, você vai ter que reajustar a aposentadoria através do IPCA, que é basicamente juros, correção, a correção monetária, a correção do dinheiro pro dinheiro desvalorizar. A aposentadoria não fica alterada no valor dela, né? Ela ela é rejitada ano, mas não pelo salário mínimo. Ao fazer isso, ao fazer isso, eu consigo baixar impostos. É isso.

▶ 01:02:01 [aplausos] Boa noite. Aqui é Ricardo. A grande pergunta que eu quero fazer é o seguinte. É muito bonito a gente falar de mudança no nosso microorganismo, né? Quando a gente quer fazer alguma coisa acontecer e fazer o lado de quem a gente quer, que a gente tenha influência. Eh, eu vejo muito bonito o papel da missão e o plano governamental que tem aqui exposto em livro, mas eu quero

▶ 01:02:33 saber de uma forma mais sistêmica para quando vocês pensam isso acontecer de verdade, de fato, porque não dá pra gente pegar e olhar e dizer assim: "Isso vai acontecer na primeira eleição que a gente vai competir de verdade". Quando isso vai acontecer de fato? E a segunda pergunta é como um pensamento tão nacionalista como o de vocês de olhar para Santa Catarina como a gente olha para Maranhão, como você

▶ 01:03:03 falou no começo, porque a gente não olha a bandeira nacional sendo exposta de uma forma mais orgânica nas campanhas de vocês? >> Só uma coisa, você falou quando isso aconteceu, o quê? ganhar a eleição da ou >> quando quando a gente vai poder realmente ter um presenciável eleito? >> Mas assim, eh, eu não vou fazer uma, ó, eu tô previsto para 2030, tá? Não, a gente tá com plano aí que 2030 as coisas não são assim que funcionam. política sobre acúmulo de poder. Tô falando

▶ 01:03:33 vencer eleições. Acúmulo de poder, criar tendências e criar movimentos que influenciam ele são. Eu quero fazer isso em 26, dizer que a gente tem um planejamento. Isso é coisa de louco. Isso não funciona nem assim em em certas categorias eh esportivas. Dizer que a gente consegue fazer isso é querer ter uma previsão sobre o futuro que você não vai ter. Você pode fazer uma previsão a eu ganho. Aí eu pinta uma guerra entre China e Estados Unidos daqui do anos. você não consegue prever. Tem muita literatura sobre isso e previsões

▶ 01:04:04 econômicas e previsões políticas estão, vamos dizer, na maior parte da área do erro e não na área do acerto. Então, seria ridículo eu fazer uma previsão nesse sentido. Eu tenho que trabalhar com toda energia possível para ganhar. E se você acha que é pouco plausível a gente ganhar, é porque você tá basicamente seguindo o pensamento da maioria das pessoas que achava que a gente também não conseguiria montar um partido, que a gente também não conseguiria derrubar Dilma Russef. Se eu fosse ouvir a vontade ali ou a opinião da maioria, os velhos do restelo, não, ó, Vancobiça,

▶ 01:04:34 eu tava em casa coçando o saco e eu montei um partido e agora eu tô rodando o Brasil, eu tô em Lajes conhecendo pessoas que eu nunca vi na vida, que estão aqui tomando uma cerveja e trocando ideia, tando a mesma disposição e a mesma energia. Então eu eu não apenas não posso acreditar no que você tá falando, como eu não sou esse homem, eu sou um sonhador, uma pessoa que trabalha para [ __ ] estuda muito. Eu quero vencer essa [ __ ] agora. Eu quero honrar a energia de vocês que no meio do frio estão aqui comigo. Eu quero vencer esses putos já. Eu tenho senso de

▶ 01:05:04 urgência. [aplausos] E sobre usar mais ou menos a bandeira do Brasil, veja o logotipo da MBL ao longo de todos os dos últimos 11 anos, todos os anos ão, tem a bandeira do Brasil. Ela tava presente no nosso logotipo ao longo de toda a história. O que a gente não vai fazer, igual a gente não faz como religião, é fazer um uso instrumental da ideia de nacionalismo brasileiro ou da ideia de Jesus Cristo. Eu não vou aparecer na [ __ ] eh eh assim

▶ 01:05:35 de uma uma avenida com uma bandeira abraçada de maneira exagerada eufanista. Eu não vou fazer isso porque eu não sou esse cara. Assim como eu também não sou um cara que vou aparecer numa igreja do nada. Ohó, ó. Isso quem faz são os nossos adversários da direita que conseguiram saturar os símbolos nacionais. Os símbolos nacionais foram saturados, os símbolos religiosos foram saturados. Eu não vou fazer isso. Eu sou brasileiro. Eu dedico minha vida a tornar o país que eu vivo um país de primeiro mundo e um país poderoso. E isso é mais poderoso do que eu ficar botando uma bandeirinha mais ou menos num logotipo ou num meme ou num card.

▶ 01:06:07 Não preciso fazer isso. Nem deu fazer isso. Mas de qualquer forma, obrigado pela pergunta. uma pergunta menos relacionada à proposta, mas mais relacionada a formação de partido, que eu vejo que a gente tem aqui deputado eh pré-candidato a deputado federal, estadual, governador, não tá aqui hoje, né? Mas a gente terá algum

▶ 01:06:38 a há a mínima possibilidade de apoiar algum outro pré-candidato que não seja do missão? Eu acho que nós temos que arrumar um candidato. Inclusive, eu tava lá no Maranhão, falei: "Arrume um candidato pro governador, eu quero candidatos". Até porque eu vou falar uma coisa, eu não era candidato a nada, certo? Quando pintou o partido tá pronto, aí falou: "Ah, Renan, vai você". Eu falei: "Pô, vocês tm certeza? Então, como me empurraram?" E eu falei: "Beleza, vou dar o meu melhor, agora eu tô empurrando os outros também". Então, se tivermos alguém para ser senador, por favor, Batista, arrume um senador no time. E é assim, logo no início, ele já vai

▶ 01:07:09 aparecer em pesquisa, ó. No Rio de Janeiro a gente lançou o Hélio Seco, ele saiu do novo, veio pra missão, virou pré-candato ao governo, já apareceu com 3 4 5%. >> Não, não, quem apareceu foi o Ralais, apareceu. Então assim, lá em Pernambuco, então tem que ter que ter as pessoas tem que entrar nessa jornada. É uma jornada que não é fácil, você se expõe, é paulada, mas precisa. Eu gostaria de ter chapa completa aqui. E eu vou falar uma coisa, Santa, não tô sendo fanista em nada, eu tô trabalhando com dado só. Santa Catarina será rapidamente dos

▶ 01:07:39 estados mais importantes da missão, >> tá? Tô falando isso com base nas pesquisas. É uma pesquisa de Joinville, 13.7% na Atlas, eu em Joinville, eu falei pelo amor de Deus, esse cara deve ser um [ __ ] vereador, né? Porque é culpa dele isso aqui, né? Só que não é culpa minha não. E o brigadeiro apareceu bem com 12 ponto alguma coisa também. Então amigos, assim, tem que entrar no jogo, tem que entrar, porque tem uma coisa, a própria pesquisa mostrou que o partido missão ele é muito reconhecido, ele já tá em quarto no ranking de partidos brasileiros. É PLP tem primeiro, PSOL e

▶ 01:08:11 a gente e já a gente busca o PSOL, pelo amor de Deus, né? A gente passa esses caras já passou o novo, o MDB, PSDB, então é trampar, é fazer isso. [aplausos] >> Boa noite, Renan. Meu nome é Paulo e lá em casa eu tô trabalhando mais de ano [limpando a garganta] para conhecer o pai e a mãe a votar em você. Mas uma barreira muito cara para eles é que os dois vieram de cidades pequenas. E aí

▶ 01:08:41 eles querem saber como é que fica a situação quando as cidades deles invariavelmente forem fundidas a maior, porque a minha mãe dá um exemplo, por exemplo, de Urupema, que é a cidade dela. Quando Urupema era anexa a São Joaquim, a escola que ela estudou, que ela trabalhou, era uma merda. A pintura, tinha pintura e descascando, parede caindo, faltava material para os alunos estudarem. E desde que o Rupema virou independente, hoje a escola já passou por reforma, tem laboratório, é uma

▶ 01:09:11 escola boa de verdade. E o mesmo vale pro meu pai que veio do painel e o pai fala mais de futuro, não dá tantos exemplos do passado. O pai fala que hoje no painel tem três médicos. Em lajes falta médico. Se o painel voltar a ser fundido com laes, o que vai acontecer é que os três médicos vão vir para la e vai ter um médico que vai ir a cada 15 dias pro painel. E isso seria muito ruim pra população de lá, porque é uma população que mora muito no interior, a cidade é muito pequena e a população

▶ 01:09:41 mora no interior, então eles perderiam esse acesso a à medicina, saúde de uma forma melhor. E se puder segurar um pouquinho para eu filmar sua resposta, eu agradeço. >> Tá claro? Não, >> pera aí, calma. >> Aê, [ __ ] >> Qual o nome dos seus pais? >> É Paulo César Alves e Sadiano. >> Nossa, Paulo César Alves de Arruda. E a mãe é a

▶ 01:10:13 Sadiana. >> Sadiana Aparecida. >> E a a Sadiana e o e o Paulo. Vamos simplificar. Um abraço para vocês aí. Parabéns pelo filho que veio aqui e fez uma pergunta preocupado com vocês. Primeiro critério sobre fusão de municípios. Primeiro critério que a gente precisa saber dos dois municípios que vocês vieram. Hoje eles são autosustentáveis ou não? >> Não, nenhum. >> Não são autosustentáveis porque >> tem atividade produtiva. >> Não pode ter. A questão é se ele é aosustentável ou não, porque eu eu havia numa das cidades que eu visitei Santo Antônio dos Lopes, Maranhã, uma atividade produtiva e uma PIB per capita

▶ 01:10:44 gigantesco. Dito isso, a cidade tinha os índices mais bizarros de qualidade de vida e IDH baixíssimo e a cidade não era autosustentável. Primeira questão é, é autosustentável ou não? E qual é a população à duas cidades? >> Ah, não é, mas é >> pequeno 2000. Ou seja, de maneira bem clara, não faz sentido lugares com 2000, 3.000, 5.000 habitantes terem um prefeito, nove vereadores, todos ganhando eh salários, secretários todos ganhando salários, uma máquina pública gigantesca, emendas direcionadas para

▶ 01:11:15 eles, obrigação de seguir uma determinada lei orgânica, você criou uma burocracia inteira para isso que você não precisa. Isso significa que se juntar, se ficar circunscrito no município maior, você vai perder o a UBS que tem o município, o posto de saúde, o atendimento, uma eventual UPA, a ambulância? Não, nada disso. Isso são coisas diferentes. O que nós vamos fazer é um modelo de fusão de municípios que trabalham com indicadores de desempenho em muitas áreas. A fusão do município

▶ 01:11:46 terá que ser acompanhada de um modelo de indicador de desempenho. Aí dona Sidane Sadiane Sadiane e o Paulo vão entender aqui. Funciona assim, é igual numa empresa. [música] Esse novo município que vai surgir maior com todos eles juntos, ele vai ter que entregar índice de saúde, índice de educação, índice de segurança, aumento na atividade econômica, aumento na arrecadação. Isso é metrificado e medido. Hoje já é medido grande parte desses índices, tá? O a transparência do governo federal pega quase tudo. A gente tem acesso a esses dados. A gente vai arrumar, organizar,

▶ 01:12:16 parametrizar e estabelecer as metas. Aí para cumprir a meta, ele vai precisar ter o posto de saúde, UBS, em todos os distritos daquele município. A escola vai ter que tá sendo bem tocada em todos os distritos daquele município, porque não estar num município maior não impede ter uma escola bem cuidada. A questão é, as pessoas talvez imaginam que se isso só aconteceu porque viu um município, mas na prática isso está acontecendo em grande medida porque a administração pública era ruim e agora a gente só aumentou o orçamento para fazer

▶ 01:12:46 talvez um pouquinho mais com muito mais dinheiro. O que a gente precisa fazer com o dinheiro que tem mais. E o dinheiro existe, ainda mais se a gente fizer o dinheiro ficar aqui. Então os critérios estão aqui. Não há motivo nenhum de achar que as coisas vão piorar. Muito pelo contrário, muitos países ao redor do mundo estão fazendo agora fusão de municípios. O Japão tá fazendo, a Inglaterra tá fazendo, a Itália tá fazendo e está funcionando para eles. Não tem motivo de não funcionar pra gente, tá? E aí uma última coisa. E se esses municípios forem sustentáveis? Tem uma cidade de 5.000

▶ 01:13:17 habitantes e o município é o sustentável, tudo bem. Seja um município de 5.000 habitantes desde que ela sustentável. Essa é a regra do jogo. Se não tá se sustentando, não tem como ser sustentado pela federação, porque no fundo o que a gente tá bancando não é o serviço público, é a classe política. A gente só tá enxertando uma classe política no meio, porque você consegue, sem precisar ter essa classe política no meio, ter todos esses serviços bem tocados. Por isso que tem que vir com os indicadores de desempenho que impedem de dar problema. É isso. Obrigado. [aplausos]

▶ 01:13:51 >> Boa noite. Eu gostaria de perguntar a respeito que a gente falou de ter uma nova visão cultura brasileira, né, da identidade brasileira. Concordo que é um problema muito grave hoje em dia. A gente tem essa visão Rio de Janeiro, Nordeste, São Paulo Seixo que representa a cultura brasileira como se fosse uma coisa. Mas eu gostaria de perguntar como a gente vai fazer termos de, enfim, da cultura mesmo para representar as outras identidades aqui do Brasil, né? Identidade de sertaneja, identidade mineira, identidade de gaúcha aqui e identidade também dos povos originários, né? E basicamente essa pergunta

▶ 01:14:22 grandiosa pergunta. Essa pergunta, inclusive eu tava falando com o Arturo hoje sobre cultura. >> Terceira já >> é, olha só, primeira coisa, a gente tem que entender o que que é a cultura brasileira. a gente tem que ser generoso com ela. A gente tem que estudar a formação do Brasil, suas músicas, suas histórias, suas comidas, a sua origem histórica, ser generoso e promover elas, porque o que a gente vê é um realmente é um apagamento sistêmico de várias culturas regionais. Vou falar aqui como um paulista. Alguém aqui conhece qual é

▶ 01:14:52 a cultura da Paulistânia? Porque se a gente pensar direitinho, a cultura da Paulistana é a cultura do sertanejo que a gente conhece, o que a gente chama de comida mineira é comida de São Paulo. Agora, as pessoas de São Paulo não sabem que essa é a cultura deles. As pessoas não sabem que a viola caipira, que é a base da música sertaneja, surgiu lá em São Paulo. Isso foi apagado. E a gente acha, sei lá, não, a gente é o hip hop da periferia, não é, cara. Existe uma cultura nossa, existe uma comida, um jeito de falar, existe o congado, existem danças, existem tradições muito antigas que estão perdidas lá, mesmo

▶ 01:15:22 tando no eixo. Ah, boa parte da origem e da história dos gaúchos, os conflitos de fronteira, as histórias, os épicos que vocês têm aqui. Boa parte, a gaúchada lá conhece o tempo e o vento. Provavelmente a galera aqui nem leu o tempo e o vento, certo? Veja só, tô falando um livro fundamental para entender a uma gaúcha, que boa parte de vocês devem ser em parte tem parêntese do Rio Grande do Sul, né? A história da Guerra do Contestado. Alguém já fez um filme da história da Guerra do Contestado? Alguém já falou da Joana Dark Catarinense?

▶ 01:15:53 A gente tinha uma história incrível acontecendo aqui. Essa história nunca foi contada, nunca foi retratada. Os conflitos fronteiristos com o Paraná que vocês tinham. E quando a gente leva ao redor do Brasil, a gente tem que pensar o seguinte. E aí entra um projeto que a gente tá querendo desenhar. Nós temos que ter uma história que é, ela tem que ser contada de maneira generosa e agregadora. O elemento negro, elemento branco, elemento indígena são elementos que se fundiram em parte, tá, numa civilização própria que tá em formação. E eu vou olhar para todos esses

▶ 01:16:24 elementos e construir uma narrativa histórica que unifique o Brasil. Então eu preciso colocar os Bandeirantes e o Zumbi na mesma sala. Vocês entenderam? Os bandeirantes, os zumbis são heróis nacionais. Ponto. E a a gente vai falar da do do da grande batalha dos guaranarapis que teve lá em Pernambuco, em que o Felipe Camarão eh e inúmeras outras lideranças o lideraram um exército de negros, brancos, índios para derrotar os holandeses. Como é que a gente conta nossa história? nunca foi contada a dessa história. Então, quando

▶ 01:16:55 a gente não conta direito a nossa história, a gente não cria uma base para saber quem é o cara do Sul, como é sua formação cultural, quem é o cara do Centro-Oeste, quem é o sertanejo. Quando a gente fala do Nordeste, tudo imagina assim uma coisa meio, né, meio una e não é, é muito diferente. O Nordeste do litoral é um negócio, o nordeste de sertanejo é outro, o o tal do agreste é uma coisa e o tal do sertão é outra coisa. são coisas muito diferentes. E a Amazônia são mundos diferentes. Os índios têm grupos linguísticos de completamente diferentes entre eles. Conflitos históricos, jeitos de comer

▶ 01:17:26 diferentes. Então, as leis de incentivo num governo nosso, elas têm que ser feitas de modo a criar uma narrativa histórica integradora e que concilie o Brasil de caba rabo. E isso é o papel do Estado investido em cultura. Então, a gente tem que pegar os grandes autores nacionais, os grandes épicos nacionais, a gente tem que fazer filmes, temos que fazer música sobre eles, a gente tem que saber como as pessoas comiam, que que são os ingredientes que a gente usa, recuperar ingredientes antigos. Por exemplo, todo mundo vai para Portugal, Espanha e fala do porco preto. Ah, o melhor porco é o porco ibérico. Sabia

▶ 01:17:57 que ele existe no Brasil? Veio para cá, chama Caruncho. Eles tinham esse porco aqui, quase desapareceu. Agora estão recuperando ele ali em São Paulo. Vamos recuperar isso. Vamos lembrar essas histórias. Tem, as pessoas têm que saber o a história do livro Tempo e o Vento, que é um épico gaúcho, assim como o grande sertão veredas. A gente tem que conhecer todas essas histórias e aí a gente integra isso numa mitologia nacional poderosa. E as leis de incentivo à cultura e a produção de arte

▶ 01:18:27 nesse sentido, produção de negócios, de festas, de restaurantes, de encontros, isso é papel do Estado. E aí isso faz a gente entender que a gente existe como nação e aí faz com que a gente projete um futuro que faça sentido. Quem não sabe o próprio passado e odeio o próprio passado, e essa foi a política cultural do estado, faz com que você tenha ódio no que você é no presente e que você não tenha a menor ideia do que você vai fazer no futuro. E não é isso. A gente se odeia no presente. Nossa história é roubar o nosso ouro, eh, matar, e somos filhos de estupro, vai tomar no cu,

▶ 01:18:57 sabe? [ __ ] [ __ ] negócio escroto. A gente tem que negar isso. E na verdade é uma questão de soberania nacional. O nosso mito, o nosso épico nacional brasileiro tem que ser o mais [ __ ] de todos, até porque tem tá tá para existir coisa mais incrível do que foi a expansão dos bandeirantes. Assim, a expansão dos bandeirantes é uma das coisas mais loucas. Foi um processo civilizacional maluco em que a gente invadiu uma área lá dos espanhóis, tomou essa [ __ ] toda pro Brasil e aí é nosso isso. E aí tem as expansões sertanejas, as fusões com os índios, índio guaikuru

▶ 01:19:28 andando a cavalo, bicho complicado para caramba. Uma história muito louca aqui no Sul, os conflitos fronteiristas com os castelhanos, [ __ ] tanta coisa para virar época, para virar história e a gente só achando a Oruan, tchu tchu tchu, entendeu? Então os de maneira muito clara, o trabalho cultural nosso é estabelecer as melhores mentes nossas culturais e históricas para refazer e entender o que é ser brasileiro de maneira generosa, tá? Isso é obrigação. Bom, eh, indo nessa área aí da cultura,

▶ 01:19:59 uma das coisas que mais me dá assim tesão de falar de um país forte, um país poderoso, é justamente essa área do soft power, assim, porque um negócio muito objetivo aqui para vocês, ah, como para ver como a gente é pobre como nação, assim, eh, quando eu falo de um cowboy, vocês conseguem pensar num cowboy, correto? Um cowboy é algo, sei lá, algo, um algo muito específico de uma área dos Estados Unidos, de um período histórico dos Estados Unidos, de uma região geográfica dos Estados Unidos, mas

▶ 01:20:30 vocês, se eu falar de um bandeirante, vocês conseguem pensar, vocês conseguem imaginar, é algo mais abstrato, correto? Porque a gente não tem essa mitologia nacional, a gente não produz film sobre essa mitologia nacional. E aí o que é encerado nas escolas é basicamente a gente ter orgulho daqueles que são os oprimidos e a gente não se orgulhar daqueles que são os heróis opressores. Então é uma bosta. O nosso país é muito pobre como nação. A gente não consegue,

▶ 01:21:00 a gente não tem nada de imaginário popular sobre aquelas pessoas que construíram esse país, sabe? E esse é o lixo que esse é o lixo que a gente precisa botar ordem, cara. Então é só só para dar esse pitaquinho. Pensem no cowboy, pensem no Bandeirante. Um dia a gente vai ter grandes filmes aí para falar sobre eles. É isso. É que esse assunto é legal. [aplausos] É muito verdade esse assunto. O cowboy era um vaqueiro que arrumava umas brigas num salum lá no Texas.

▶ 01:21:30 Mano, bandeirantes, os eles cruzaram mata nativa, andava em caminho aberto por índio, comercializava, brigava com o espanhol aqui, achava que ia encontrar uma mina de ouro daqui 100 km, mano. Altas, imagina você viver como esses caras indo pouco. Les, falar bandeira correr. >> Sério? Sensacional. Eu sabia disso. Sensacional. Imagina essa história que não é contada. Imagina as aventuras que essas pessoas passaram. Imagina. E aí do

▶ 01:22:00 outro lado e os índios? Tu não vende um índio só como um cara passivo que meu Deus, perdi. Não, o índio, o índio era um político, mano, muito hábil. Os caciques ficavam casando as filhas com esses portugueses que chegavam e aí faziam uma aliança. Tipo, ó, casa aqui com a minha filha que eu tenho um exército de 40 índios aqui com você. O cara, é, mas eu posso casar com a outra que tem 100 índios. Não, mas se você casar com as duas e a gente faz um pacto aqui, o índio era político. Os bandeirantes e o processo de colonização do histório brasileiro

▶ 01:22:30 envolveu isso, os índios atuando ativamente, resolvendo suas próprias brigas e aí contam só. Não, eles foram dizimados, cara. Não é essa história, não. Essa história do Brasil, história do Brasil muito mais louca. Imagina todos os filmes, todos os livros, todos os videogames que a gente poderia criar. Tem um mundo todo para ser criado. Só que a gente tem que ser generoso e a gente tem que dar porrada em vagabundo que vem falar: "Ai não, ai não, só roubar o nosso ouro. Ai! Tomar no cu". Papo de loser, velho. Papo de loser. A

▶ 01:23:00 gente não pode permitir isso. Próxima. >> Boa noite. Eh, quais seriam as medidas tomadas de imediato em relação ao crime organizado no Brasil? Bom, ah, essa essa pergunta eu respondo em praticamente todas as entrevistas e eventos. Eh, de maneira clara, a gente tem que passar uma legislação que autoria o Código Penal, as punições, as leis penais e o Código de Processo Penal, especialmente

▶ 01:23:31 a parte de lei de execuções penais, acabar com a pregressão de pena, a famosa saidinha, aumenta as penas como um todo. E aí passar o projeto que a gente vai falando do direito penal do inimigo, que vai gerar um enquadramento de facções criminosas como organizações anômalas. Eu não chamo de organizações terroristas, organizações mais que a gente possa fazer uma regra de três entre uma organização terrorista e eles. Isso vai dar o estado, tá, uma capacidade de ação única contra o crime, única, que mesmo sem eu precisar fazer

▶ 01:24:01 estado de defesa ou GLO, as coisas as, vamos dizer, o a o crime irá diminuir, porque haverá um efeito de dissuasão. Mas não é aí que a gente vai parar. Nós fomos fazer uma reocupação territorial e uma reocupação institucional. E aí com base a gente tem que recuperar as cidades, as favelas, os bairros, os portos, as fronteiras tomadas pelo crime. A gente tem que fazer isso no período de um ano, que não dá para ficar renovando o estado de defesa o tempo todo. E feito isso, feita essa limpa, aí o estado brasileiro, veja só, isso tem ambição, ele tem que recuperar aquelas

▶ 01:24:31 pessoas. A gente tá falando uma massa de dezenas de milhões de pessoas, algumas mais, outras menos. Algumas inseridas parcialmente na economia, outras totalmente alias à economia. cidade de Santa Quitéria no Ceará, como a gente visitou, ou uma favela como o Complexo da Penha gigantesca no Rio de Janeiro. Recuperar, fazer bairro, fazer avenida nesses lugares, postos policiais, escolas que criem uma nova geração de jovens que já estão completamente alheios à aquela subcultura que eles estão vivendo. Isso é um projeto civilizacional. É basicamente isso. E

▶ 01:25:01 pensa da seguinte maneira, o Brasil ele tem que destruir o crime organizado para fazer igual antigamente se fazia. A gente vai conquistar territórios e povos. Então, a gente vai conquistar uma massa de 20 milhões de brasileiros que vivem sob o comando do crime. Muita gente fala em 50 milhões e vamos trazer eles pro Brasil e eles vão falar a nossa língua, vão trabalhar com o nosso sistema de valores. Isso é muito ambicioso e é isso que a gente tem que fazer. Então o o projeto civilizacional começa em conquistar dentro para aí ganhar as forças pra gente poder se expandir como nação para fora.

▶ 01:25:35 >> Mais ou >> aqui, ó, eu quero fazer uma pergunta. >> Posso fazer uma pergunta? >> Oueiro não pode perguntar. Pode, pelo amor de Deus, >> deve perguntar e me obrigado pelo que me serviu aqui. >> Deixa eu cobrar primeiro que o >> Tá tá professor, >> eu não sou, eu sou fraco. O >> meu pai que da for lá quem é a próxima pergunta enquanto isso?

▶ 01:26:06 Oi. Oi. Aqui. Boa noite, vai saber a sua e depois eu >> até certa dúvida, nem pergunta seria. >> Meu nome é Nil Adriano. Eu conheci o Renan Santos através do meu filho, Giovani. Quero que tu mande um abraço para ele, Giovan Soza, lá em Florianópolis. Ele tá ao vivo na live. E tal, ele pediu que eu não sabia até então, né? Eu era Jair Bolsonaro, não sou Flávio, não gosto do bolsonarismo, não sou bolsonarista, mas até então tem

▶ 01:26:37 que admitir que era o Jair na época da eleição, hoje já não. Então ele me mostrou quem é o Renan Santos. Aí eu até faço a pergunta para todos, porque a maioria que a maioria é jovem e pelo que percebeu que o partido missão é novo e a maioria todo mundo jovem na parte de 20, 30 anos, enfim, é o que precisa ser feito. O pessoal convencer seus pais, tios, avós, irmãos, enfim, para conhecer quem quem é o Renan Santos e as propostas, porque é o único candidato tem, então, que tem boas propostas, eu

▶ 01:27:08 tenho acompanhado, né? Então a dúvida é como chegar aos 10%, que eu acredito que seja isso para ir no debate, no debate em si com os outros dois lados, porque na verdade a gente só tem, você tira a terceira via, quer ou não, a gente tem só dois candidatos até então. Se é necessário esses 10% ou não para você entrar no debate, aí partido decola. E outra dúvida, o 14 é só a partir da campanha em si, não pode ser usado ainda o número 14. Perfeito. Ã,

▶ 01:27:40 começar pelo final. O 14 a gente pode ficar divulgando assim, assim, porque tem que tomar cuidado com multa eleitoral. Eu tenho certeza que agora que a gente começou a crescer em pesquisas, todo mundo começou a ficar de olho para qualquer qualquer errinho que a gente cometa tomar processo. E o nosso dinheiro é curto, né? Então, nós temos que ser muito cuidadosos. Lógico que as pessoas podem divulgar os números, por exemplo, 14 é meu número da sorte. Fernando Alonso corre na Fórmula 1ão com o número 14. O glorioso Oscar Schmit que

▶ 01:28:10 morreu agora era camisa 14. Então é um número muito legal de você ter no carro. >> O quê? O Palmeiras. O quê? >> É de 14. >> Não sabia. >> É, você vê que não nem tudo é perfeito nos números, né? É uma pena, né? Mas Palmeiras, não fala em Palmeiras comigo, cara. Eu tô eu sou paulino, tô sofrendo muito os últimos anos. >> É uma droga. Eh, e a primeira pergunta que era mesmo, agora esqueci, falei tanto de 14, ah, dos debates, muito simples. Eh, muito provavelmente eu

▶ 01:28:41 estarei nos debates, mas chegar nas eleições com os 10%, eh, não apenas garante que eu estarei, mas, eh, garante que a gente está totalmente na briga para vencer as eleições. Nós tínhamos um amigo que tinha feito uma pergunta do tipo: "Ah, com certeza você não vai ganhar e que ano vocês pretendem ganhar?" Respondendo isso, né? É aquela coisa, né? Eu nasci pelada sendente, eu tô no lucro até agora, né? Então nós já temos um partido político. Eu comecei com 1%, eu não sou o cara mais carismático do mundo, mas tô aqui falando e a coisa tá indo. 1 2 3 4 5 6

▶ 01:29:15 no tracking de um determinado instituto que eu gosto bastante, contratado por bancos, partidos políticos, eu já apareço com sete a oito. O que o Flávio Bolsonaro tá fazendo para impedir esse crescimento? que ele também tem acesso aos trackings, ele tá estimulando muitos a lançarem candidatura. E hoje nós temos agora o Augusto Curi, a gente tem o Zema, a gente tem o Caiada, a gente tem o Cabo da Sou e se bobear aparece demais. Todo mundo para ficar diluindo esses votos e aí é o voto na nova opção ele não passar

▶ 01:29:46 de 10%. O único que tem tesão e energia de fazer isso sou eu. Eu vejo até o Zema tá brigando lá com o STF, mas o Zema para poder crescer, ele vai precisar substituir o bolsonarismo na mente das pessoas. Só que ele vem aqui, ele veio até aqui na região e ele elogia. Os caras não dá para elogiar. Você não pode ter compromisso com erro. Ele tem um compromisso com erro. Ele não pode ver um Bolsonaro que ele: "Ah, estou apaixonado aqui pelo meu presidente." Não dá, cara. Não dá. Ele ele foi punido agora pelo Gilmar Mendes, o mesmo Gmar Mendes, cujo irmão foi apoiado pelo

▶ 01:30:18 Bolsonaro para ganhar uma eleição para prefeito e que é dono da candidatura do Flávio Bolsonaro. Dono, porque o Flávio Bolsonaro tá na mão do Jilmar, porque o Jilmar que deu a liminar salvou a vida dele ali. Uma decisão judicial bem bizarra. Aliás, o Jilmar, onde estão? Quero chegar aqui para você e chegar esses 10% para vencer a eleição é a gente continuar fazendo esse trabalho bizarro que nós estamos fazendo de militância. Tem gente colo que nem sei quem é colocando outdoor por aí tudo falar a militância deles é a militância mais chata do Brasil. Pois é, falavam isso da militância do Mil, falava disso

▶ 01:30:49 da turma do Trump, falava disso da turma do Bolsonaro. Como eles são chatos. A gente vai ter que ser chato mesmo. Não temos dinheiro, não temos propaganda na TV, a gente vai ter que ser chato. É o que essa, mas a gente é chato com projeto bom. Então chegar aos 10, chegar aos dois dígitos, além de desmontar candidaturas fictícias que tem aí, nos coloca completamente um jogo, tá? Então eu tenho que chegar até ali o momento dos debates com 10, não para garantir o debate, porque eu acho que eu vou participar dos debates mesmo e eu acho que há uma boa vontade da imprensa em ter candidaturas diferentes aparecendo, mas é porque isso vai dar força pra gente poder ganhar a eleição. Com 10% a

▶ 01:31:21 gente inicia aquele fenômeno de 10 12 numa pesquisa, porque você sair de um para dois é muito difícil. Exato. É o processo de inércia eleitoral. Sair de um para dois é muito difícil. De dois para três é muito difícil. Sair de 10 para 15. É isso aqui. >> É um é um fenômeno de contaminação, contágio. É isso aqui é um estado. Impede você tá no debate >> formalmente e não é que nada me impede de estar nos debate, nada me obriga a estar nos debates. Vocês entenderam? Ah, >> quando você tem cinco parlamentares a um

▶ 01:31:52 partido político, você está, vamos dizer, as redes de TV são obrigadas a colocar figura no debate. Hoje é uma liberalidade da dos veículos de imprensa me colocarem no debate. Agora eu sou um candidato sério, tô presente no debate público e eu tenho intenção de volta nas pesquisas. Portanto, faz sentido e acima de tudo, se eu der audiência também faz sentido. Então, eu venho dando audiência nas redes sociais e >> em relação ao tempo >> e em todos os veículos de imprensa também. Tempo o quê? De TV. >> Eu não vou ter >> isso esquece também. Não se pode ter tudo na vida e nem acho

▶ 01:32:22 que isso faz tanta diferença hoje em dia. O Marçal em São Paulo teve nada. >> Não, não. Ia falar pro rapaz pergunta. Calma. >> O Zema não teve nada. O Egidson não teve nada. >> Vai lá. É você mesmo. >> Tudo bom, pessoal? Sou o Mateus. Eh, eu queria fazer uma pergunta que pode passar pelo C só segundinho. Abraço ao grande Giovani. Assim, que o Brasil seja o país dos Giovanis que apresentam o nosso projeto pro pai e o pai vem no nosso evento. Giovan [aplausos]

▶ 01:32:52 nacional. Valeu. Beleza. Vamos lá. Novamente sou o Mateus e a minha pergunta pode passar pelo Renan, pelo Mateus e pelo Artur, mas isso não é preferencial. Vamos lá. H, existe um problema fundamental na minha cabeça quando eu penso em Brasil, que é aquele jeitinho brasileiro. A gente sempre fala como o jeito brasileiro acaba estragando a essência das coisas. E [canto] uma proposta que o Renan sempre fala para digamos que resolver tudo isso é o banho, é o banho de lei e ordem. Isso faz total sentido, mas eu

▶ 01:33:24 não tenho certeza com a capacidade que o brasileiro entende, interpreta todas essas possibilidades, é o jeito que ele resolve as coisas, ele vai ele vai abraçar isso de uma maneira, digamos que legítima. Por exemplo, o Renan fala eh sempre dos exemplos, deixa eu sair daqui, sempre dos exemplos de como eh na China eles eles fizeram esse bem de lei e ordem e as pessoas eh eram presas, eram mutadas justamente porque não não tinham como eh eh digamos que aceitar aquilo. E você não não pode viver numa

▶ 01:33:54 sociedade dessa forma. Por exemplo, aqui no Sul a gente vê muitos eh o pessoal que usa aquel rebaixado e passa de de som alto assim no centro só porque sim. Bateu sexta-feira. É isso, cara. Eu eu tenho uma uma profunda raiva disso. Eu odeio isso porque eu gosto muito de andar na sexta-feira. Eu saio andando, meu, e eu quero usar o meu fone e ficar de boa. Mas aí passa um cara no centro da cidade tocando um tom tudo, entendeu? E aí é chato, cara. É horrível, é desgraçado. E e talvez em São Paulo seja

▶ 01:34:25 um exemplo do pessoal com escapamento de moto e tal. Eh, eu queria entender como isso na prática eh faria sentido para o brasileiro internalizar isso, sendo que eh a gente tá falando de um de um pequeno prazo. Na minha cabeça, isso funcionaria a a médio prazo, mas é médio prazo. Existem duas coisas, uma enorme sanção com alta capacidade de implementação e de punição e a outra é transformação

▶ 01:34:55 disso em cultura, em hábito e cultura. Vamos lá. Cerveza. >> Aqui tem uma placa escrito não fume. Certo. Tá aqui, cara. Filma que isso aqui. Isso aqui dá até um vídeo. Tem uma placa não fuma. Todo mundo fumava no Brasil em áreas fechadas. Balada, bar, restaurante, avião. Passou uma lei proibindo o estabelecimento e o usuário do cigarro de fumar. O brasileiro se adaptou rapidamente e isto desapareceu. Primeiro por conta da implementação da lei da

▶ 01:35:25 ordem e segundo por conta da cultura. capacete. Você deu um exemplo bom, eu vou falar outro. Até 1993, 94 eu andar. Agora, tu vai lembrar sem cinto de segurança. Você vai lembrar também. Você também era coisa de [ __ ] os assegurança. Ah, pelo amor de Deus, você não vai ficar assim. Não se usava assento de segurança, não usava. Aí veio com que absurdo, né? Quando vê assim as pessoas hoje de segurança o banco de trás. O hábito vem primeiro com a norma,

▶ 01:35:55 com a sanção e depois se torna cultura. Então isso já acontece com nós brasileiros, isso já acontece, é uma realidade. E mesmo sem você precisar ter medo de tomar uma multa, você usa o sí que é melhor. Você não quer, né, morrer. Então é um processo de conscientização. Outras coisas que me acontecendo, jogar lixo na rua era a regra para todo mundo, inclusive classe média. Classe média jogavam, as pessoas jogavam no Brasil tava tomando uma, sei lá, o típica coisa, um brasileiro dirigindo o carro, tomando uma cerveja e jogando a lata pela janela. Pô, aconteceu isso hoje?

▶ 01:36:25 Isso era um clássico, mas era um clássico assim. Todo geral fazia isso, isso se alterou. Então eu não tô falando nada que já não aconteça no Brasil. Eu não tô falando nada que em outras nações do mundo já não fizeram. Na África isso tá acontecendo. A gente tá falando de cidades inteiras. Que galhe isso tá acontecendo. A gente tá vendo o cara >> hã o Renan é hétero. Lógico que sou cara. >> [roncando] >> E e cancelado.

▶ 01:36:55 >> É, pô, fui cancelado. Você também foi, Artur? [risadas] >> No corodinho. O coroinho é o seguinte, meu velho. Aquelas pessoas tomam decisões econômicas. Se a pessoa perceber que ela vai ser multada, eu meti uma câmera lá, tá lá filmando o dia inteiro. O cara foi depositar. Sério? Foi, foi com uma sacola, tinha um sujeito, ele foi com uma sacola com cachorro, tava um focinho do cachorro morto assim para fora. Ele foi pegar e

▶ 01:37:27 fez assim, ó. Ele tacou, ele tacou o cadáver do cachorro ali. As pessoas jogavam saco de ali. Por quê? Porque assim, ninguém ali se importou em botar uma caçamba. Porque esse é o é o lance também do do cidadão eterna vítima. As pessoas poderiam se organizar para já do que o estado não supriu, vamos botar a gente uma caçamba. Ninguém se importa porque ali o senso de comunidade é zero. Mas onde começa a lei a ordem, o cara vai parar de jogar as coisas. É impressionante, as pessoas reagem a isso. Depois isso vira cultura.

▶ 01:37:58 É, eu vou falar o Coradinho tá região nordeste. Eu e o Artur fomos em Acari, cara. E o que a gente viu em Acari é muito chegando nesse vídeo, pô. A Cari é uma cidade no Rio Grande do Norte que houve um decreto do Brasil império proibindo as pessoas de deixar a fachada das casas sujas. Não é uma cidade rica, nada. É uma cidade simples, cara. Parece uma cidade aqui. O >> o Arturo até fez um vídeo elogiando a fachada que ele gosta muito disso. Ele é meio físico. >> Sim, sim, sim. O o lado feminino dele. E que que a gente viu? A virou hábito. Nem

▶ 01:38:29 existe mais do decreto lá do do Brasil império. Só que não apenas as pessoas mantém as casas muito bem cuidadas, pintura bem acabada, rua varrida, como aquilo virou um orgulho? Eu entrevistei uma mulher e aí eu falei: "Mas e aí, como é que vocês se comportam quando um vizinho não limpa a casa?" E lá: "Eu não sei, porque todo mundo limpa, né? É obrigação. A cultura é coletiva. Então, dá para fazer no Brasil, não há nenhum impeditivo. O problema é quem gera cultura.

▶ 01:38:59 >> Quem gera cultura é elite. Em todos os lugares, quem estabelece os standups de comportamento são elite. As pessoas querem se vestir, se comportar, comer, dançar, ouvir música. As pessoas querem parecer as pessoas das elites. A nossa elite é uma elite filha da [ __ ] Ela quer extrair a cultura extrativista que tem o livro amarelo. Ela quer extrair e aí ela quer ela viver como um europeu como um americano e todo mundo ao redor de se dane. >> Então a gente tem que criar uma, né, um um estado que traga cultura, que traga

▶ 01:39:31 normas e sanções e sistemas de incentivo e recompensa para as pessoas. Então tem que ser um estado que tem que vem com choque de jogo e tem que ser tem as coisas no escapamento, é na no lixo na rua, é no bagulho na praça, é na fichação e assim penas muito duras, punição pesada. Aí vai quando você vê o cara lá no coroadinho todo arrumado, João, não, aqui sempre foi limpo. Vai ser assim que a reação das pessoas. O homem do bar lá. Cadê o >> Boa noite.

▶ 01:40:03 >> Eu sou o professor Jaques. Eh, na verdade eu não sou do bar, na verdade sou amigo do homem. Fazia uns seis meses que eu não vim aqui. Eh, e fiquei ajudando o amigo, né? Eh, nunca ouvi falar de você. Eu sou professor indo para São Joaquim, uma cidade próxima aqui, uma cidade até meia famosa do Brasil pelo frio, né? Eu vi um outro. Quem é Ren? >> Nossa Senhora. Esse vídeo que sorte que

▶ 01:40:33 está gravado. Maravilhoso. >> 6 horas da manhã. Deu vontade de dizer assim, é um Ah, tô brincando. Eh, eu já fui já estive eh diretor de um CAI, já estive, eu já fui candidato a vereador em Les, fiz 549 549 votos, acho que foi, né? Eh, também já fui secretária do município, eh, fui secretário da Defesa Civil, mas só para me apresentar, sou professor de

▶ 01:41:05 matemática e física, entre elas tenho mais três graduações, mas a que eu me identifico são as duas. Também sou músico. >> Eu também. Eu porque quando falava de você, eu fui pesquisar, eu não sou rock, né? Tem TV gravado, tem o TikTok, tem fui pro TikTok, >> pessoal. Ele não é o lockzinho do lugar. Não, >> não é lockzinho, né? Mas eu fui pro

▶ 01:41:35 TikTok. Por quê? >> Porque o meu Facebook lá só tem morreu alguém. Vou lá pro Facebook, né? Então a gente vai pras redes novas, os onde estão os alunos, né? E eu sou professor Jes. Pode procurar lá no TikTok. Professor Jes. É pouquinho, mas é 13.000 seguidores. Mas sem >> que vire logo 14, né? >> Que vi logo 14. >> E os 14 que você fala, sou palmeirense,

▶ 01:42:07 palmeirens 2014. E eu estudei um avante missão que é avante palestra. quem sabe eh a gente se aproxime disso. Eh, mas muita gente aqui não tem eh às vezes coragem ou de repente para fazer algumas perguntas, mas a minha pergunta não é a da coragem. A minha pergunta ainda é sobre o que você falou, que eu concordo das cidades pequenas que tem PIB pequeno, nove vereadores,

▶ 01:42:39 um prefeito e fora os outros cargos comissionados que aí vão que é o que é o governo federal que tem que pagar isso. Mas qual é a tua proposta para essas, vamos dizer que painel Urubema, que hoje tem uma IPA fantástica? Pesquisem aí. A IPA de Urupema é fantástica. Se alguém gosta de cerveja e de IPA, a IPA é a melhor IPA do Brasil e a segunda melhor do mundo, que é a

▶ 01:43:09 primeira de Pomirote. Eh, falando sério isso, tá? pesquisa aí que Ah, é mais rápido. É, eu sou aquele mesmo daquele do começo, né? Eh, mas a minha pergunta é, o que você vai fazer por essas cidades pequenas, como painel, por exemplo, tem 2.000 1 habitantes, mas tem uma renda per capita muito baixa e que tem eh, eu acho que casa da pedra,

▶ 01:43:39 alguma coisa assim, eh, como cidade de interior. O que você vai fazer por essas cidades para garantir que lajes eh manc eh faça as atividades de uma prefeitura e que eles não percam esses direitos que eles têm. Vou lá. Obrigado. >> Primeiro, muito obrigado. O cara é um músico como eu, conta com todo o meu respeito. Eh, tem que ir um show um dia da minha banda chama limão rosa, né?

▶ 01:44:11 Deveríamos ter feito um show aqui, tá? Aqui tem uma vibe para fazer um show neste bar aqui, tá? seria bem legal, bem legal mesmo. H, primeira coisa, a fusão não tem que ser feita em detrimento dos serviços públicos oferecidos pela pessoa. Então, o estado não, os novos municípios serão montados, vamos ser de maneira clara, se há uma escola, se há um serviço, ô pessoal, faz sem barulho aí, pô. >> Ô, pe por favor, tá OK? Eu põ, por

▶ 01:44:42 favor, eh, todos os serviços públicos, dado que inclusive eles são oriundos de recursos, que são, por exemplo, o fundo fundo, eh, fundo nacional de educação e os recursos pros municípios que vão, são distribuídos mediante a demanda que você tem por principalmente saúde e educação, todos os serviços têm que ser mantidos e uma coisa que a gente tá colocando são os indicadores de desempenho. A grande reforma nossa passa pela fusão, mas não para na fusão. Porque se a gente fizer a fusão e apenas deixar como está, a gente

▶ 01:45:12 vai ter uma cidade maior, mal administrada e não apenas um conjunto de cidades menores, mal administradas. Você tem até uma economia em termos de recursos públicos, mas você não tem uma melhoria nos serviços públicos. A revolução nossa, ela passa pelo seguinte: esse município maior para o prefeito poder participar da reeleição, ele vai ter que atingir indicadores de desempenho em todas as áreas. O ranking do SAEB, você é professor, você tem o SAEB, você tem a média nacional. Se o município tem uma escola que tá abaixo da média nacional, o prefeito entra

▶ 01:45:42 naquele quadrêno que ele vai administrar com uma meta de ganhar, sei lá, um subir determinada pontuação para ficar mais próximo da média nacional. E o prefeito seguinte, tem que chegar na média nacional. Essas são as metas de desempenho. Se aquele município tem 10% de cobertura de esgoto, tem que terminar o próximo mandato com 20% de cobertura de esgoto. Se você tem um 20% da população economicamente ativa, isso tem que mudar pelo menos para 35 da população economicamente ativa. Se a arrecadação é X, tem que ser X 1,3. Entendeu? Você tem que ter metas de desempenho em todas essas áreas, metas

▶ 01:46:13 alferíveis e metas vinculantes. Ou seja, o prefeito é obrigado a entregar essas metas. Com base nisso, ninguém vai poder negligenciar a os serviços públicos de qualidade que têm que ser oferecidos para as pessoas de todos os distritos deste município. Porque se ele não o fizer, ele não cumpre indicador. Se ele não cumpre indicador, ele não concorre a eleição e o partido dele e ele ficam inelegíveis por 8 anos no município. Aí ele tem que pular. Então tem que vir amarrada a fusão com obrigações de desempenho. E aí com essas duas coisas a gente faz uma revolução administrativa

▶ 01:46:43 no Brasil. Eu sei que eu não quero fazer, mas só que esses índices de desenvolvimento eles são pífios, porque um aluno de sexto, sexta série ou um aluno lá de sexto ano, desculpa, ou lá de primeiro ano, ele não é preparado para fazer uma prova do SAEP. Ele não tem essa preparação para fazer essa prova. Então o índice vai lá para baixo ou o professor que tem essa essa possibilidade faz a prova para ele.

▶ 01:47:15 Então ele fica uma coisa Então esse índice é uma coisa mentirosa. >> Eu não duvido que eu não duvido que muitos dos índices avaliações sejam mentiros. Agora cabe não todos existem avaliações interessantes sobre >> eu faço >> não não não que não tô falando do sistema educacional eu tô falando você assim nós tem o as taxas de cobertura de esgotoamento básico que são levantados pelo governo federal que são bem feitos tem estatísticas oficiais que são bem feitas o o se não é um SAEB isso tem que ser determinado que seja um provão objetivo que é aplicado e que os alunos

▶ 01:47:46 façam porque a gente tem que ter instrumentos de avaliação do desempenho escolar e esses instrumentos de avaliação vão condicionar a ponto pontuação do de um prefeito, vão condicionar uma premiação maior pros professores e pros diretores daquela escola e vão condicionar inclusive a participação maior das famílias junto àquela escola porque todo mundo quer estar junto. Na área de educação tem muitas propostas para isso que envolve a participação da família e se desempenho, mas o critério tem que ser objetivo. Se é a prova do SAEB ou se é algum outro ranking, entramos numa outra discussão que é super válida. Agora que tem que

▶ 01:48:17 ter um critério objetivo, isso é obrigação. É isso. Vamos lá. Ah, dela [aplausos] >> eu vou fugir um pouco do escopoco e vou fazer uma pergunta de Tiet. Eh, quando estivermos todos felizes com o nosso presidente Renan, o que será da nossa querida Limão Rosa? Olha, >> cara, o show vai ficar muito maior porque o presidente [risadas]

▶ 01:48:49 >> é do nada a gente vai poder fazer show em grandes arenas, né? Vai ser >> como construir um estádio pra gente construir um estádio em formato de limão. >> O que eu posso falar para você é tocar música e compor é uma das poucas coisas que me relaxam e me fazem desligar. Tanto que anteontem, foi anteontem, né, Artur? Sabe? É, é, anteontem eu estava com o Artur passando o dia no estúdio gravando, gravando uma música nova que vai sair. E isso é um prazer e ao mesmo

▶ 01:49:20 tempo uma válvula de escape, porque minha cabeça pelo menos. Mas acho que o Artur também gosta. O Artur gosta muito do show. O Artur é mais showzeiro e eu sou mais compositor. Estúdio, >> não, você gosta de show. >> Gosto de show. >> O Arturo gosta do show. Eu gosto de compor. Gosto de ficar no estúdio. Muda esse timbre. >> Tem o Gustavo também, né? O Gustavo gosta das duas coisas, né? gosta. É que me quetão, mas ele gosta dos dois. Ele gosta, ele gosta de participar do Ele gosta, ele gosta de participar de >> de todos os processos de música. >> E é isso. A banda tem que continuar, até

▶ 01:49:52 porque vai ser um grande assim, imagina, né? Um um grupo político rock and roll fazendo show. Imagina, eu vou chamar o Milei para tocar com a gente. Vai facilmente. >> Hã, >> chama o Mir, >> chamaremos. Ele vai tocar com a gente. >> Vamos nessa. >> Vamos. >> Eu quero reiterar que Garota do Sul é a melhor música. >> Não, Garota do Sul é muito boa. Garot Sul é uma [ __ ] música. É um hit, tá? É um fato dado. É um hit. Acabou.

▶ 01:50:24 >> Hã? >> Eu quero fazer mais uma pergunta. No estado a gente tem as universidades públicas muito polarizadas, mais pro lado da esquerda seja um problema no Brasil inteiro. Tem alguma política que resolver? >> Cara, eu acho que não tem uma política para resolver e eu acho que tem muitas discussões, tipo, nós precisamos ocupar esses espaços. Na verdade, cara, a gente precisa focar o financiamento da universidade pública para coisas que

▶ 01:50:55 gerem recursos pros brasileiros. Eu tô falando investir mais na área de exatas, né, em hard science, em biológicas. E aí, cara, honestamente, a gente vai ter que começar a cobrar mensalidade em cursos que não são foco do Estado brasileiro. Eu não sei se o Brasil precisa formar uma massa de sociólogos hoje, cara. Eu não tô muito interessado nisso. Acho que a gente tem que financiar muita pesquisa, ensino e extensão de coisas que vão aumentar a produtividade do brasileiro definitivamente. Até porque o Brasil tem muita pesquisa, mas essa pesquisa não é

▶ 01:51:25 referendada por outros institutos internacionais. é pesquisa que não tem muita utilidade prática e que não aumenta a produtividade do brasileiro. Pois bem, haverá um foco a universidade pública, será importante pra gente para produzir pesquisa, inclusive pesquisa que não vai dar em nada, mas que aponta uma direção. Ou seja, boa parte das pesquisas em áreas técnicas, em computação, em matemática aplicada, às vezes não se transformam num produto, mas elas são necessárias. Esse investimento é importante porque algum dos investimentos nessa área vai estourar e você tem ganhos desproporcionais com isso, que é igual

▶ 01:51:56 investir numa startup, então vai precisar e e a gente vai focar nisso. De resto, se vai ter um professor comuna um aluno comuna é meio que da vida, cara. >> É meio que da vida. O lance é só a gente não precisar financiar isso e as pessoas terem outros meios de formar sua consciência. E eu acho que elas têm hoje tá muito claro que na internet as pessoas não estão presas mais a dogmas de esquerda entre os mais jovens. Isso claramente tá passando. >> Posso pedir um favor? >> Diga. Tem como mandar um abraço pro meu irmão? Me apresentou. >> Pô, mas assim, né? Vocês são mais

▶ 01:52:26 patrimonial. É, vamos pra sua avó. Posso também? >> Mas um abraço pro seu irmão, pô. Qual o nome dele? >> Carboneiro. >> Como? >> Emerson Carboneiro. >> Emerson Carboneiro. Um grande abraço para você que deve estar nos assistindo. Beijão para você e sua família. Valeu, [aplausos] isso aí, finaliza. >> Pô, galera, muito obrigado de coração. Foi sensacional, de verdade. Vai ter uma fotona, alguma fotinha? >> Tirar um fotão, tirar, >> vamos tirar um fotão. E bora. >> A gente consegue trazer a galera de fora

▶ 01:52:56 para juntar aqui, fazer galera de fora. Todo mundo junta aqui na frente. Todo mundo junta aqui na frente. Vamos tirar uma foto e finalizar. >> O senhor queria fazer uma pergunta, não queria? >> Ah, eu queria fazer uma pergunta. >> Pergunta aqui para mim. Belezaudo? >> Prazer em conhec meu. >> Vim aqui tem o microfone. Alô. Muito bem prazer em conhecê-lo. Então o que me trouxe aqui foi que eu vi nas redes sociais e me fui apresentado tal que o candidato tá apresentando um

▶ 01:53:28 programa de Brasil, tá? E é uma coisa que nós temos, eu ve, fico muito contente que eu vejo essa geração nova aqui já pensando de uma forma um pouco diferente, tá? Hoje tá se votando em nomes e não em programas, tá? Então um apelo a todos aqui, quando forem votar, escolheçam os candidatos, todas as esferas, todas as esferas, votem em programas, tá? Votem no candidato que que representa aquele programa no qual você se identifica, tá? Bom, muito bem

▶ 01:54:01 rapidamente sobre uma geração, tá, que o Brasil existia um programa, um plano de Brasil, se pensava 20, 30 anos paraa frente. Esses programas do Brasil se se resumiram aos programas cuinquenais, tá? E esses programas frinquenais passaram a ser programas de partidos e de membros do partido, programas pessoais dele, tá? Quando se pensava em Brasil como um

▶ 01:54:31 todo, nós chegamos a ser a quarta, quinta economia do mundo, tá? Quando começou a se pensar a curto prazo, o Brasil caiu, tá? Tão rapidamente o que que o candidato pensa sobre essas questões? É que basicamente Brasil a gente a gente produziu um livro com planos no facículo 5 se 4 5 6 do livro amarelo. É literalmente sobre planos de futuro paraa parte de o Brasil ser rico, pra parte do Brasil ser poderoso e o Brasil ser um país integrante. Então lei

▶ 01:55:01 o livro os planos estão ali. Eu entendo que você tá falando dos planos que coronais, até porque os grandes investimentos em infraestrutura brasileiro foram feitos no regime militar. vieram daquele daquele processo, quase toda a infraestrutura nossa vem daquele período porque pensou-se no longo prazo. >> Milagre brasileiro. >> Sim. Hoje não tem nenhum tipo de preocupação, nem nem culto por causa a coisa só aqui. >> Mas é assim, é o o desenho nosso na parte tanto de investimento em infraestrutura como investimento em o que o Brasil será daqui 30, 50 anos, >> tá todo no livro amarelo. Inclusive o

▶ 01:55:32 livro amarelo quatro que chama livro o Brasil Poderoso. O senhor vai adorar. É nessa linha vai >> que é o nosso programa. Pera, pera, pera. Tem que tirar foto agora. Agora bora, bora, bora, bora. Vamos lá. Bora, bora, bora, bora, >> bora. Ren Vamos pra frente. Vamos tirar a fotona. Ó, galera, espaço aqui pra gente tirar foto. Todo mundo olhando pra frente. Vamos lá, todo mundo junto aí, junto aí, junto aí. Vamos tirar foto. >> Vamos aparecer do lado aí.

▶ 01:56:02 >> Ó, todo mundo junto ao meio. Bora agrupar um >> pouquinho para trás. Pouquinho para trás. Vem, vem, vem. >> É meu, é meu. >> Aparece, aparece, >> papai. >> Vai, >> pessoal. O nome desse cara aqui é Fernando. Papai. >> Aê, papai. >> Ai, papai. Ai, papai. >> Papai. Papai. >> Aê, >> papai, papai, papai, papai, papai.

▶ 01:56:34 >> Ô, inclusive o papai tava de parabéns ontem. Parabéns. Gelada, vai pagar gelada. >> Parabéns pr você. Sou proprietário do bar. Pode tirar uma foto com você aqui na frente do meu pai. Falecido pai. Anos de vida. Você [aplausos] não gosto de

▶ 01:57:48 sempre lá para perguntar uma foto. >> Vamos, vamos. Já vai. Vem, corre aqui, senão não consigo. >> Vai, vai, vai, vai. Vamos lá. >> Tô torcendo por você, cara. >> Não é só torcer, trabalhar. Ô, Riso, meu celular. Precisa do Riso. É meu celular. >> Tá aí, tá, tá aí. Vamos, vamos, vamos. Tá. >> Valeu, velho. Valeu. Obrigado, mano.

▶ 01:58:18 >> Tamos junto, homem. >> Não vai. Pera aí. >> Tira, tira, tira. Obrigado. Tirar uma foto para nós estica o braço, Maurício. >> Valeu, pessoal. >> Pera, aqui não dá paraar não. >> Obrigado, velho. >> Rápido, vem aqui.

▶ 01:58:49 >> Vai, vai, vai. >> Visita a vo da minha casa para ver se o prefeito resolve os buracos lá. Vai, vai, vai. Bora, bora. >> Valeu, velho. Tirar uma bem rapidinho. >> Deve, deve, deve. Vamos lá, vamos lá. Corre aí, senão vai perder. >> Oi. Obrigado. >> Valeu, velho. >> Bora tirar uma foto. >> Bora, bora. Vamos, >> bora. >> Valeu. Para nós tirar foto, senão já era.

▶ 01:59:19 >> Homem é bom. Vamos lá. Homem é bom. Vai, vai, vai. Bora, bora, bora, bora, bora, bora. Rápido, >> pegamos duas horas de >> Vamos, vamos rápido. Vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai. >> Ei, Ren? >> Valeu, >> valeu, cara. >> Autógrafo é bom. Autógrafo é bom. >> Um abraço para el, >> por favor. >> Sério? Obrigado, velho. >> Querido, por favor. >> Obrigado. >> Obrigado, meu irmão.

▶ 01:59:49 >> Força, força, força por nós, por nós, por favor. Junta aí, junta aí. Já >> um segundo. >> Valeu, velho. >> Valeu. Ô, >> um abraço para Eloísa Forbice. >> Eloía Forbíci. Um abração. Tamos junto. >> E aí, junta aí, junta aí, junta aí. Nós somos aí. >> Valeu, valeu, valeu, valeu. [ __ ] >> tirar uma foto comig. >> Vai, vai, vai, vai, vai. Só vem, só vem que os caras estão me empurrando. Artur tá, Artur tá me puxando. Vai, vai, vai, vai. Já tira, >> tirar foto. Vai, >> vai, vai, vai, vai. Rápido. >> Valeu. Tem outra agenda. Rapidão,

▶ 02:00:19 rapidão. >> Bora, bora. Aí, >> valeu, meu irmão. Obrigado pessoal. Mas >> vai, vai tirar foto. Vai, vai. >> Força, hein? Força, hein. >> Valeu. >> Boa sorte, >> vai, vai, vai, vai. [risadas] Artur vai me bater, gente. >> Rápido. Cadê? Cadê? >> Aí, >> tamos junto. Obrigado. Valeu. Bora. Senão ele não chega, senão ele não chega. >> Falou, galera.

▶ 02:00:51 Isso, isso. >> Renan, Renan, Renan, só agradece o Giovani. >> Giovani. >> Giovan. >> Você é [ __ ] Você é [ __ ] E parabéns pelo seu pai também. Seu pai é [ __ ] também. >> Valeu. >> Valeu, galera. Tamos junto. Valeu, Ren. >> Valeu, filhote. >> Adorei evento, tá? Vento legal mesmo. Causou do nada, velho. >> Hã, >> do nada tem vai tirar foto. Não, não, não. Aquele senhor quer fazer mais um

▶ 02:01:21 discurso. >> Estamos ao vivo, pessoal. Estamos >> tem carregador aqui ou a gente tá sem carregador? >> Ó, chega, né, agora de live, né? Calma, velho. Artur, >> calma aí, Artur. A gente vai a vai largar para fechar. >> Ô, Artur, se acalma. Artur, relaxa. [ __ ] cara chato, velho. >> Vamos buzinando. Os caras estão felizes. >> Chato para [ __ ] >> Falou, galera. >> Tamamos junto. >> Vamos embora, galera. >> Vamos embora essa [ __ ] aí. Valeu.

▶ 02:01:53 >> Ô, vou mandar o endereço aí, tá >> mano? Que gal da hora, velho. Pessoal, ô, vira a câmera pr cá, velho. >> Pessoal, >> não é o Renan fica, o Renan fica no celular ali. >> Eu não tô com o celular, R tá com meu celular, né? >> Que celular? >> Você pegou meu celular que eu vi que você pegou. Pelo amor de Deus, não me assusta. >> Eu peguei celular. Volta lá. >> Para, para, para, para. Volta. Vamos voltar. >> Tô zoando. Peguei sim. [risadas] >> Já que tu mutou o povo lá de novo, né? Tá, tá aqui. >> Tá. E tem como carregá-lo?

▶ 02:02:23 >> Não, não tem. Pessoal, o seguinte, like na live. Filist na missão missão.org.br. Você pode ser filiar nada >> quê? >> Não dá para ver nada. >> É, mas tava ouvindo, velho. Pronto. Aí, ó. >> E aí, que o pessoal pessoal da live gostou do evento? >> Pessoal da live gostou. E é o seguinte, Ana, também tá rolando agora ou acabou de acabar também a sua entrevista na Jovem Pan. Ah, é >> direto ao ponto. Está o link está fixado. Cala a boca aí, velho. O o Artur tá com fome, ele fica chato para [ __ ]

▶ 02:02:53 >> É, mas assim, >> o link do da Jovem Pan está fixado no chat, pessoal. Assistam lá, espalhem o o link da Jovem Pan. Parece que tá convertendo muita, muita gente já viu muitas mensagens de print. Ó, meu pai tá ouvindo a Jovem Pan com o tio Renan. É, meu avô tá ouvindo a Jovem Panu Renan. Espalhem o vídeo da Jovem Pan do direto direto ao Poné, que chama >> isso. >> O link está fixado, >> uma boa entrevista, tá? >> Eu também joguei o link em todas as redes, estão tá no canal de zap seu. E acho que é isso. Você quer encerrar? Faluma coisa,

▶ 02:03:23 >> cara. Quero. Vamos sair dessa campanha. Vamos só encerrar tudo e vamos vamos dar campanha. >> Vamos >> então. Tá bom, pessoal. Muito obrigado pela sua audiência. Se inscreva no canal e >> a que é legal se quiser continuar com o Artur fazendo aventura de Artur. >> O Artur não quer fazer nada. Eu só preciso comer, cara. Tá chato. 11 horas que eu não como. >> O Artur tá chato. Isso >> pode acontecer. >> Não, desculpa, Arturzão, ó. Isso aqui é um evento de pré-campanha >> pré-campanha do Imagina. Vai ficar aberto mais uma hora aí não vai ficar aberto.

▶ 02:03:54 >> Arturzão. Relaxa velho >> Artur vai dar tudo certo. Já v pr campanha do Renan. Não vou >> Artur se vento pr campanha do Renan. Não é seu. É isso. >> Eu sei, mas eu preciso de no meu esto. >> Mas o Tutu é o O tutu é o espírito da coisa, cara. Não é tudo chado para [ __ ] >> Se tivesse liberado pedi um hamburguinho lá me ajudar. >> Para que você não pediu? Ninguém te pediu. Eu >> perguntei [risadas] antes para você. Eu não perguntei. >> Pedi aqui. Pessoal >> esse lugar aqui, ó. É esse lugar aqui. >> É esse lugar aqui. >> É aqui. Aqui. Vamos parar aqui. >> Tá. Então, encerra a live aí.