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É O FIM DA DITADURA VENEZUELANA? | MBL NEWS | Junito, Orlando Lima, Impera e Rafa Luz

Renan Santos · 04/09/2025 · 108 min · MBLiveTV - Lives do MBL
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▶ 00:00:02 Foi, estamos ao vivo em mais um MBL News. Tivemos um erro agora a pouco aí por conta aí do do congresso que tava com endereço errado, então perdemos o sininho. Eh, eu vi que tinha bastante gente esperando e eu conto com vocês para, já que não teremos sininho, já que eu fiz cagada, eu conto com vocês para dar curtir essa live, para essa live chegar a mais pessoas. E eu queria dar boa noite aqui ao nosso, nossos queridos convidados. Vou começar aqui com o Impera. Boa noite, Impera. >> Boa noite.

▶ 00:00:32 >> Boa noite. Boa noite. O grande grande bombeiro Rafa. Estou Rafa Lusado. E aí? Boa noite. >> Boa noite, pessoal. Obrigado pelo convite mais uma vez. A honra >> como que eu vi o cabelo dele. >> Tô falando de quitando? Não tinha visto. Eu não tinha reparado em você. Mostra aí. Mostra aí do ladinho aqui, ó. Nossa, tá bonito, tá bonito. Bom,

▶ 00:01:02 conseguimos. A gente conseguiu começar pelo menos a live. Ótimo. Tava, tivemos uns problemas técnicos, comecei a live errada. >> Ei, você não vai me dar boa noite, não? Todo mundo você deu boa noite aí comigo você só zoou e não me deu boa noite, >> não é preconceito com angolano, cara. É [ __ ] Boa noite. Desculpa, perdão. >> Boa, boa noite, Junito. Estar aqui com você essa noite. Temos alguns assuntos para para conversar. Então deem like nessa live, eh, para

▶ 00:01:32 consertar a cagada que eu fiz. Então deem like, senão, eh, a gente vai ficar com pouca audiência. E esses senhores não merecem pouca audiência. Vocês merecem muita audiência. E lembrando, nossa, agora tá me dando um refluxo. Entrar no Valete Plus nessa live você ganha aqui, tá? A já a valete do mês, que é da Faria Lima, além de um livro que tá que tá ali, acho que é o banquete, tá bem pequenininho, não consigo ver. E mais um baralho, só aqui

▶ 00:02:02 você ganha esses prêmios. Então entre no Vet Plus nessa live tem o QR code, o link na descrição. Bom, já que a gente já começou atrasado, já deu eu, já vamos começar com assunto. Eu quero trazer aqui, eu vi uma postagem de um de um perfil eh ali no Twitter e já tá dando bastante, tá meio que viralizando, não digo, mas assim, mais de 100.000 views essa postagem. Muita gente compartilhando, muita gente comentando e eu queria, bom, mostrar para vocês. A gente vai começar

▶ 00:02:32 a live com essa discussão. Cadê? Deixa eu só aumentar aqui para vocês ver melhor. Deixa eu ver. Acho que é aqui, ó. Lá. Quer ler? Impera. >> Sabe ler? >> É não. Eu sou um analf. >> Unico alfabetizado aqui da live. Por favor, lia aí. Não lê aí grande Orlando. Vai lá, manda. >> Não, não, eu não. Vai lê você. >> Vocês estariam vocês estariam de acordo

▶ 00:03:03 com os governos estaduais, fecharem o acordo com PCC e Comando Vermelho e outras organizações para acabar com assaltos, roubos, principalmente a M armada, dois civis em troca de alguma forma de leniência. Para mim, essa anistia que importa para a população, não estou dizendo que sou a favor ou contra, mas algo tem algo nesse sentido que ser debatido de forma pragmática. Na minha experiência, tanto com os brasileiros quanto com gringos, 99% das pessoas dizem que o maior problema do país é segurança. O governo não dá

▶ 00:03:33 conta, muitos políticos participam de milícias ou do crime organizado. E a legislação é frouxa, saidinha, prende e solta, dentre outros absurdos. Se o Brasil fosse seguro, jorraria dinheiro na economia, imóveis se valorizariam. Empresas investem, tá? Tá carec na frente ali, Júnior. Empresas vestiriam, turismo cresceria exponencialmente. Muitos policiais fazem o que podem e colam suas vidas e colocam suas vidas em riscos em risco, mas ganham. Poucos e são utilizados por parte da população. Muitos trabalhadores

▶ 00:04:03 também sofrem com racismo e abuso de poder. Enquanto isso, pessoas continuam morrendo por causa de um celular, um relógio, uma bolsa. Qual a solução viável e realista? >> Ele basicamente propôs a começar, eu vou começar com você mesmo. Você mesmo vai começar porque assim, vai ser você que vai vir com a porrada. O Orlando vai dar, sabe, vai falar alguma coisa mais eh coisa de de intelectual e vem o Rafaal, claro, sereno, o grande Rafalus, que vai falar o correto. Vai Per com você. Que que você acha,

▶ 00:04:33 >> cara? Nem tem muito, nem tem muito o que, o que desenvolver em cima da da dessa proposta estúpida desse cara. É o que ele defendeu. É basicamente vão fazer o que El Salvador fez ao longo de 50 anos e deu muito errado. E e é isso, tipo, vamos chegar num grande acordão. Cara, foi, o Brasil já teve já teve histórias de acordos de alguns estados da federação de eh que chegou a um grande acordo ali para encerrar hostilidades entre o organizações criminosas e o Estado

▶ 00:05:04 brasileiro. Mas, cara, não dá certo. Tipo, é, é, é um pacto que rapidamente ele se dissolve e o e a situação anterior só vai piorar, na verdade. Tipo, não tem como manter esta merda. El Salvador exemplo é o exemplo explícito disso. Não funcionou, deu merda. Eles faziam, basicamente, o crime organizado pesava a mão, o governo recuava e eles voltavam mais fortes. Basicamente foi o que aconteceu com a Colômbia. A Colômbia só encerrou a aquele ciclo absurdo de violência que aconteceu no período do

▶ 00:05:35 Pablo Scobar, quando eles mataram ele, que resolveram o problema de de forma definitiva. Colômbia ainda viveu mais um ainda até hoje eles vivem com um com num clima de guerra civil contra as facções locais. Mas bicho, não se compara o que foi na década de na década de na virada da década de 90 da de 80 para 90. Eles só faziam acordos e tentavam chegar em um um campo comum com criminoso. Não tem como, [ __ ] É insustentável. Tipo, é estúpido. Você pode até ter um período, um pequeno período ali de que, olha, eu

▶ 00:06:05 as taxas de de assaltos e assassinatos vão diminuir, mas [ __ ] vem o próximo ciclo eleitoral, isso volta, volta pro teto de volta para eles conseguirem forçar a mão de novo para chegar em outro acordo. Pelo menos é isso aí. Histórica horrível. Pera, você entrou pro Pissol, você está moderado demais hoje, amigo. >> É, >> eu tô dizendo, >> estou eu estou prudente, sofisticado. >> Entrou para o PSOL, nosso amigo. >> Mas que a minha a minha opinião é mais é

▶ 00:06:36 é não vai ser uma opinião como você achou. Ai, o Orlando vai ver agora com as chatices de citar 315 estudos e não sei que lá. você está infectado pelo vírus do Pirajá, que o Pirajá é meu maior hater e fica falando isso e você está infectado pelo vírus do Pirajá. É, para mim é muito simples. Isso. O que ele tá falando aí já foi implementado no Brasil, em vários estados do Ceará, e no em próprio eh em São Paulo, o governo do estado junto com com o PCC. A gente tem que lembrar que quando o PCC fez aquela

▶ 00:07:06 de travar a a o travou o estado, a cidade de São Paulo foi completamente travada, que fez que declarou guerra, a solução foi chegar a um acordo entre PCC e governo do estado, eles coexistirem. O que aconteceu? O PCC apenas se tornou mais forte, se tornou maior, agora está na bolsa de valores, agora comanda terminais portuários. Então essa é uma não solução. Isso é você capitular frente ao seu inimigo. E neste caso, quem passa a coabitar o espaço do crime

▶ 00:07:37 organizado é o Estado. A gente está coabitando o espaço que é deles. Porque neste caso, quem foi em busca do acordo seria quem? As autoridades, as autoridades chamariam eles para um acordo, né? Então, basicamente é isso. Você dá ao ao crime organizado, você dá aos narcoterroristas simplesmente o poder da soberania. Nós vamos até você, entregamos a ti a soberania. Vocês são soberanos, vocês

▶ 00:08:08 determinarão agora a exceção, né? e nós coabitaremos o seu espaço. E isso não é uma solução pela pela contra a violência, contra o crime organizado. Isso é apenas você tornar todo o país uma grande favela, porque na Rocinha é dessa forma, né? Todo mundo fez um um acordo de pacificação com com os seus chefes de de tráfico. Ninguém enche o saco deles. Você compra tudo que eles querem, você faz do jeito que ele

▶ 00:08:38 quer. Ele onde ele colocar a porta, você não abre. e fechou. Ele determinou toda exceção, você aceitou, está pacificado. Desculpa, isso não é pacificação, isso é capitulação frente ao narco estado. Bom, e aí agora com você, senhor, eu quero saber a opinião do do Rafa Luz sobre esse caso, porque eu acho que é o talvez o estado mais afetado, não sei se é o mais afetado, mas eu queria também

▶ 00:09:09 agradecer a quem entrou no Valet Plus e lembrando que você ganha tudo tudo isso aqui e eu saí só para mudar a câmera para deixar isso no meio e errei ainda, mas tudo bem. A Fusa é contigo. >> Bom, mais uma vez boa noite pessoal. Boa noite Junito Impera, Orlando. Realmente fico muito envadecido de est discutindo aqui, falando com gente de quem eu sou muito fã, eh, de quem eu já tomei vários esporros na Orlando, escrevendo para Valete lá no estão no mesmo grupo que de quem escreve para Valete, né? Mas gente que eu admiro

▶ 00:09:39 muito. Então é muito bacana ouvir essas opiniões. Eu eu diria que o Rio de Janeiro, se ele não é hoje o mais impactado por isso, ele é certamente o que há mais tempo é impactado por isso. Eh, as grandes facções criminosas, elas surgiram no Rio de Janeiro, né, no presídio da Ilha Grande, depois vieram pro continente, né, e daí se espalharam. Enfim, eh, eu vou falar, eu vou, vai parecer uma loucura o que eu vou dizer. E obviamente eu quero, antes de tudo, deixar claro que eu discordo

▶ 00:10:09 veementemente da posição do do senhor que fez o tweet, tá? Dito isso, ã, ele ele joga num ponto que é um ponto muito delicado para todo o cidadão carioca, para todo o cidadão fluminense e paraa maioria esmagadora dos brasileiros, que é jogar no desespero. Eh, fazendo uma comparação aqui de drúula, mas é futebol, você precisa fazer um gol, tá 47 do segundo tempo e você tem que empatar o jogo, enfim, e aí vai todo mundo, o goleiro vai pra frente, você toma um outro gol e aí

▶ 00:10:39 acabaram, enterrou sua chance. Então, jogar no desespero é é é é uma estratégia muito perigosa, porque as pessoas tendem a querer, tendem a aceitar. Se a gente faz isso, se fizesse um plebiscito hoje no Rio de Janeiro, falou assim: "Galera, só para fazer um acordo com o CV e com o terceiro comando e não vai ter mais tiroteio na rua, não vai ter mais assalto na rua, etc. Mas a gente vai vai fazer um acordo com eles. Eles vão continuar vendendo gás, vão continuar topa". Eu vou dizer para você, seria uma coisa assim, 90% toparia.

▶ 00:11:10 Porque a gente tá tratando do desespero das pessoas. As pessoas não conseguem enxergar no estado o poder de solucionar isso. Então, se essa seria a medida para solucionar o problema da segurança, as pessoas topariam. Então, o que ele fala é um absurdo, tá errado, não deve acontecer. Mas dada a situação hoje, eu tenho acreditar que as pessoas eh topariam. E aí eu vou obviamente concordar com que o império que o Cornando com que ambos trouxeram, porque como é que eu vou fazer um acordo com

▶ 00:11:40 quem mata? Como é que eu vou fazer um acordo com quem não joga dentro da lei? Se eu preciso jogar dentro da lei, se eu sou o estado, se eu preciso ser legalista, se sou eu que tenho que fazer cumprir a lei, se eu sou o vigilante da lei, se sou eu que puno aquele que não cumpre a lei, eu sou o estado, eu vou fazer um acordo com alguém que diretamente não cumpre aquilo que eu preciso defender, não faz o menor sentido. E a gente vai ter, obviamente, certamente crescimento do crime organizado, presença do crime organizado mais presente nas instituições públicas.

▶ 00:12:11 E aí eu vou falar duas coisas para para finalizar aqui. Eh, isso tudo pauta um problema que eu acho que é um problema geracional, que é o problema do imediatismo. A gente não quer fazer um trabalho de longo prazo para resolver os problemas do Rio de Janeiro do Brasil. A gente, nós vamos começar a fazer um trabalho de educação municil, se Deus me permitir, a população do Rio de Janeiro desejar. 1o de janeiro de 2027 eu assumo o governo do estado. E nós vamos fazer um trabalho muito forte, obviamente de segurança, mas muito forte de educação.

▶ 00:12:42 Só que o trabalho de educação não sou eu que vou colher, não vai ser o outro que vai colher. A gente vai começar a colher daqui a 20 anos. E a população não quer, ela não deseja isso. Ela quer o imediato, ela quer o imediato. E não existe solução imediata para esse problema. Não existe não. Eu vou entrar no complexo do alemão. Eu vou eu vou até usar um exemplo de al Salvador que vocês usaram aí também. O crime acabou em El Salvador. El Salvador não tem crime. Eu duvido que não tenha crime. Eu duvido que não tenha tráfico de drogas em Salvador. Gente, as pessoas

▶ 00:13:13 vão daqui paraa Tailândia com risco de serem fuziladas e mesmo assim levam droga para lá. Então não tem tráfego na Tailândia. É claro que tem. É óbvio que tem. O que não, o que a gente não vê mais é aquela série de crimes violentos e e territórios tomados, mas o crime tem. Então, fazendo esse paralelo aqui, ã, o que a gente vai tomar o complexo do alemão, beleza? Vamos reocupar, reocupar o território, dar dignidade para as pessoas, botar escola, etc. Não vai ter nenhuma ação criminosa lá. É muito difícil. Isso é um processo de muito tempo, são muitos anos, é muito

▶ 00:13:43 investimento em educação, em oportunidades para as pessoas, em reindustrialização, em saneamento básico. O investimento é muito longo, não é de um dia pro outro, tá? Então assim, isso esse é um problema que eu enxergo muito claramente, o imediatismo das pessoas hã para tentar resolver as ações. E nós tivemos hoje, e aí para finalizar, um deputado do Rio de Janeiro estadual preso por envolvimento, por vender armas para o comando vermelho e para o terceiro com Joias. Preso também um delegado da Polícia Federal num grande

▶ 00:14:13 esquema. Então como é que você vai virar para as pessoas e vai dizer assim: "Confie no estado porque o estado vai lhe prover". A gente tem o presidente da LERG, pronto, pestes a responder no TSE agora ã ã por pelos cand não tô inventando nada até ré tá lá ele e o Cláudio Castro ali, o governador. Então assim, a gente tem uma série de crises de identidade, crises crises de imagem e crises de confiança que impactam isso aí. Então uma proposta dessa, apesar de absurda, apesar de errada, não seria mal vista pelas pessoas. Mas eu só vou fazer uma uma

▶ 00:14:46 única discordância aqui, com todo respeito ao Alfal, >> mas eu acho que eh do dia paraa noite tem uma solução sim, que é a solução do Bquelli e funciona. Ah, não vai resolver. Claro que não, mas vai [ __ ] vai resolver acho que 95% dos problemas do Rio de Janeiro é do mesmo tamanho, mesma população. Se tem uma coisa funcionando e tá funcionando, tanto, tanto tá funcionando que todo mundo fala quando aparecer os primeiros números que caiu assim quase 100% dos crimes violentos eh até F e STF falando em em Buquelizá,

▶ 00:15:17 governo Lula falando em buquelizar, claro que nunca colocaram paraa frente, porque claro, a a segurança pública 60 é um problema para 60 é o maior problema, né, para mais de 60% da população. E sim, cara, se tem um uma política funcionando na assim numa localidade muito parecida, assim, é na América Latina, pô, por que não tentar? Tem que tentar. Tá funcionando lá, por que que não vai funcionar? Eh, no dia que eu, quando eu estava lá em El Salvador,

▶ 00:15:48 eh, acho que foi no segundo dia, no jornal mostrava exatamente que, eh, poucas semanas antes havia acontecido um homicídio no no país, exatamente, eh, de faccionados, né, pandilheiros, eh, remanescentes, um tinha acertado contas com outro e um matou o outro. E eles conseguiram solucionar o caso e prenderam os dois responsáveis pelo assassinato. E eles ainda colocavam lá que a taxa de resolução de crimes do

▶ 00:16:19 país estava em 94%. 94% a taxa de resolução de crimes. Perceba, nem nem é não não é que 100% dos crimes foram solucionados, né? Eles ainda passam por investigação, tudo mais, mas 94% era a taxa de resolução dos crimes violentos. Isso é muito, isso, isso é um, um salto civilizacional. Eh, países bons, assim, avançados, eu acho que a taxa deve estar em 60%, algo do tipo. Brasil muito baixo, nossa

▶ 00:16:51 taxa de resolução é muito baixa. Eh, então eles conseguiram principalmente eh porque obviamente o crime, a violência, o ato violento, você não vai exterminar, né? Eh, existem por diversas razões, existe um ato violento, eh, e ele eles continuarão a ocorrer em diferentes níveis por diferentes motivos. Agora, o papel do Estado, o Estado não é minority report, ele não vai eh antever um crime,

▶ 00:17:22 né? ele não não vai conseguir configurar e a partir daquilo ali antever um crime, mas ele tem que fazer uma boa, tem que ter mecanismos para resolver, para poder ir atrás e destruir aqueles que que cometem crimes e e quem comete crime de forma reiterada, principalmente esses, não merecem mais chances de uma ressocialização como qualquer outro, né? >> Orlando, tem um um ponto, perdão, posso, pessoal? Claro. Ô governador, ô

▶ 00:17:52 governador, nós estamos aqui entre irmãos, entre irmãos aqui. Eh, o, eu vou, ô, ô, Júnior, eu, eu entendo assim o que você diz do do Bukelli e também respeitosamente, me permita também colocar alguns pontos aqui de dúvidas, tá? Eu não conheço El Salvador, não estive nunca em El Salvador presencialmente. Não sei, por exemplo, se El Salvador, aonde era o território dominado pelas pelas gangues, eu vou chamar de gangues, né? Eh, pelas gangs

▶ 00:18:23 ali, por essas facções, por esses faccionados, se eles, por exemplo, eh, estrategicamente eles dificultavam ou era nulo em relação a operações táticas de polícia, por exemplo. Eh, porque as favelas, agora vamos falar de operações de polícia, né? Eh, vocês sabem, antes de ser bombeiro militar, eu fui policial militar, né? Então, agora falando de operações policiais, né? De de de combate tático em áreas de difícil acesso, de combate tático em áreas dominadas, em áreas de risco, etc. A

▶ 00:18:53 favela ela tem um dificultador que é a geografia da própria favela, né? Então, em geral, o agressor ele tá numa numa posição de vantagem estratégica, porque ele tá em cima, nós estamos embaixo. Então, isso é uma vantagem estratégica para ele. Eu falei no congresso, inclusive a Impera tava lá, a gente tem casas na Rocinha, por exemplo, que tão cara, 30 m para baixo. Inclusive, o índice de tuberculose na Rocinha é 11 vezes maior do que em outros lugares do Rio de Janeiro. A gente tem casa que não toma sol. Então, se eu tenho lá, por

▶ 00:19:25 exemplo, 2.000 becos na rocinha, como é que eu controlo 2000 becos? Então, eu vou lá, entrei na rocinha e matei todos os bandidos. 100%, zero problema. Amigo, você é um agressor da lei, você vai ser preso? Não. Então, você vai ser morto. Você, se você quiser se render, você vai ser preso, vai ser julgado e aí você vai, senão você vai ser morto pelas forças policiais. O, a legislação me dá esse esse, esse direito, né? Inclusive esse dever, inclusive. Eh, tá bom. E aí, como é que eu vigio esse beco? São 2000 bec.

▶ 00:19:57 Como é que eu vigio? Eu não tenho 2.000 homens para colocar lá. Então, a própria configuração geográfica do Rio de Janeiro talvez dificulte uma ação tão imediata de um resultado tão imediato como teve em Salvador. Mas isso aqui eu tô colocando assim uma suposição será. Eu não conheço El Salvador. >> Sim. >> E assim e e o quão empenhado está ou estava o judiciário de El Salvador? Porque esse é um ponto também importantíssimo pra gente aqui. Lembrando que nós tivemos recentemente um cidadão que foi solto pelo marido da

▶ 00:20:27 por um juiz marido da Márcia Tiburi, né, que soltou um homem com 86 passagens pela polícia, até que ele cometeu a 87ª infração criminal, 87º crime dele. E ele disse assim: "Mas eu não tinha como prever que ele ia eh delinquir de novo". Exatamente que o Orlando falou. O estado não é, ele ele tem razão o que o juiz falou, tá? Eu não tenho como prever que ele vai delinquir de novo. Sim, mas e os 86 vezes que ele delinquiu? >> É, nesse caso tem como prever. >> Exatamente. Nesse caso, especificamente,

▶ 00:20:58 ah, eu peguei aqui, eu sou um cara completamente íntegro, não tenho nada na minha história, matei uma pessoa na rua, cara. Pente, não tinha como prever que o Rafael ia matar, ia passar na rua e dar um tiro em alguém e matar alguém. OK, tô de acordo, mas não é o caso aqui. Eh, então assim, o nosso judiciário, eu não sei, eu quero ouvir vocês o quanto o judiciário de El Salvador Orlando, que esteve lá, estava empenhado na resolução desse problema e o quanto o nosso judiciário está empenhado na resolução desse problema. Bom, o nosso aqui para mim tá claro, né, que é um dificultador.

▶ 00:21:29 E El Salvador, como é que era isso? E eu tô fazendo, eu tô colocando esse ponto pra gente debater aqui uma vez que eu não gostaria que a população, quem tá ouvindo aí a população do Rio de Janeiro fosse novamente enganada. Esse eu eu não tenho problema nenhum de perder a eleição, mas falando a verdade para as pessoas. Falou assim: "Olha, a gente vai jogar muito duro, a gente vai comprar uma guerra com crime organizado, a gente vai retomar território, a gente vai desfavelizar". Não é de hoje para amanhã. Preciso que vocês confiem no plano, no processo. É um processo longo. A gente

▶ 00:22:00 vai fazer do que falar, prometer que a gente vai fazer, que a gente vai buquelizar o Rio de Janeiro e vai resolver de problemas, porque não vai. Orlando, você sabe quantos jovens estão na fila de espera para entrar no crime organizado no complexo da Maré? Algo em torno de 450 jovens. A reposição, >> eu imagino, existe um ímpeto nessa juventude. Eu até fiz um push meio larp no Twitter que a o pessoal, ah, você está fazendo eh como é apologia ao

▶ 00:22:31 favelado. Mas no final das contas, o que eu quis falar é o seguinte: se existe alguém, se existe um um recorte brasileiro que tem uma coragem assim eh indubitável e um ímpeto para para agir, é o jovem favelado, é o jovem que nada tem a perder. Esse jovem detém uma força e uma coragem que a classe média não detém, que a a os ciclos então nem se falam, todo o resto parece estar

▶ 00:23:01 completamente anestesiado enquanto eles estão vivendo uma vida ao estilo completamente assim >> bonir. >> É, sabe? >> É quando você não tem nada a perder, né? Eles literalmente tem, vamos lá, você pega um um jovem, eu eu falo, eu fico martelando esse ponto da da questão do dos incentivos que que essa pessoa tem. Cara nasce no num ambiente, ele vive num ambiente absolutamente insalubre. para ele buscar um bom emprego já vai ser muito difícil, porque ele não vai

▶ 00:23:32 ter acesso a uma boa educação. Muitas vezes ele sequer vai ter um pai em casa ali para servir de exemplo. Então, são muitos elementos ali que fazem o crime organizado ser a melhor opção para ele. Porque eu eu faço esse exemplo na minha live, eh, imagina um um duas pessoas, dois dois dois garotos que nascem na favela. Um decide ir pro crime organizado, o outro resolve seguir uma vida normal, digna e como um trabalhador. Cara, esse cara com 15 anos ele vai estar com uma moto no baile,

▶ 00:24:03 dando grau com as meninas na favela querendo dar para ele. Esse daqui tá [ __ ] Esse daqui vai ter que abaixar a cabeça quando o outro tá passando, sabe? Todos os sentivos do mundo existem pro cara entrar no crime, porque é muito mais fácil. um caminho que ele vai ter resultados econômicos muito mais rápido do que simplesmente não vou trabalhar pelo resto da minha vida. >> Olha o imediatismo aí, né? >> É um desastre. É um desastre. Aí nessa a política do Buquele funciona tão bem porque eliminando o incentivo de de

▶ 00:24:33 estar no crime organizado. Porque se você for pego, você vai passar 40 anos no inferno, o cara já pensa: "Pão vale tanto a pena assim, eu vou trabalhar". Não dói. Perceito em pera hoje. Hoje e aí depois me digam, Orlando, depois me fala como é que é, como é que era a estrutura geográfica de Salvador e do judiciário. Não deixa de me responder. Eu vou fazer, não é isso. Eu vou esperar você terminar para poder >> Beleza. Ô, ô, ô, ô. Impera, o crime hoje, eu eu eu não vou falar essa frase porque ela não ela, ela ela é mentirosa.

▶ 00:25:03 O crime nunca compensa, mas na cabeça desse jovem compensa. Hoje vale, vale a pena. Faz, cara, não tenho nada. Olha aqui, olha minha casa, eu não tenho nada, o esgoto passa aqui, etc. Eu não ten ali eu tenho, ali, eu tenho eu tenho poder, ali eu sou ouvido, ali eu tenho uma autoridade, ali eu falo, as pessoas me escutam, ali eu tenho dinheiro, aqui eu trago um dinheiro para casa. É óbvio. Também quero deixar isso muito claro, que para mim tem muito a ver com caráter, porque também tem muito menino da comunidade que é correria, que vai

▶ 00:25:34 que vai trabalhar no mercado, que vai, pô, buscar uma faculdade, etc. e jamais se envolve com crime organizado. Mas para aquele jovem, a gente precisa entender também aqui que jovem é jovem. Todos nós fomos jovens aqui. Jovem é jovem, criança é criança. Ele não tem muitos não tem sequer ferramentas cognitivas para lidar com essa série de estímulos que ele recebe ali e poder tomar uma decisão, porque ele não tem nem base familiar em casa. Então a gente tá tratando do imediatismo aqui e aí tá mais uma vez demonstrando como esse é um processo longo e pera. A reposição imediata. morre um bandido aqui,

▶ 00:26:05 imediatamente ele é reposto, é imediata. Então assim, eu preciso trabalhar muito na origem, porque esse menino está escolhendo entrar porque me organizaram. Tem a ver com caráter, eu concordo, mas tem muito a ver com educação em casa. Assim, a gente não é um esse discurso assim, ah, é só cara, não é assim, a gente precisa aprofundar esse discurso, sabe? Eu acho que o carioca também tá muito cansado de assim, ó lá, esse menino tro crime, então ele é mau caráter e a e a gente continua sem fazer um trabalho importante de base de educação, de de de saneamento básico, de desfavilização, um trabalho sério de

▶ 00:26:37 segurança, a gente a gente não consegue fazer porque a gente fica sempre com discurso do imediatismo aqui, sempre com um discurso de de que que agrada muita gente e que e que faz aquele homem quando surgiu a nossa discussão aqui, fazer esse tipo de proposta no Twitter, fazer acordo com o crime organizado. É só eu tenho e eu eu entendo e aí eu vou aqui eh me aventurar por uma, por uma área que o especialista não sou eu. Especialista é você. Quem tá todo dia na rua é é você, não sou eu. Mas eu acho

▶ 00:27:07 que tem tem algumas coisas que nós devemos eh ponderar. Eh, eu acho que esse acho que o crime organizado hoje ele está muito mais ligado a eh status, poder, mulher, a [ __ ] toda, do que sobre a a questão famélica. É porque a gente tem que pensar sobre qual é o sentido aspiracional para esses jovens e com certeza é quem tem o poder e o e e existem dois tipos de poder que você pode ter, né? Eh, e o poder imediato que

▶ 00:27:38 ele consegue ver, que ele consegue enxergar, que que é palpável a ele e que está, como você falou, 450 pessoas lá da fila de espera do do saque para poder ser chamado pelo crime organizado. O o que é mais palpável próximo para isso? O crime organizado. As facções estão sempre precisando de novos soldados. todo dia morre uma dezena, eles precisam de outra dezena para entrar ali. Então, eh, mas perceba, eh, tem um, é que eu vi

▶ 00:28:10 uma coisa no chat que me lembrou de um áudio antigo, que é um desses áudios que rodam em WhatsApp, que o cara fala assim, tipo, eh, o cara vai pra academia, pega peso, tal, tal, tal, para quê? Para comer mulher, o cara fala no áudio. Porque basicamente o que ele quer dizer é, a pessoa não tá fazendo isso para se sentir bem. a pessoa tá fazendo isso para poder impressionar outra, para poder ter status e tal. E isso passa também pela questão do crime organizado. Desculpa o língua jaxulo que eu acabei de usar parafraseando esse áudio antigo. Mas eh eh e e eu acho que essa questão

▶ 00:28:42 do status e do poder é o principal, até porque a gente tá falando sobre um país que é o caso do Brasil, que é um país que você tem pouquíssimo pouquíssimos exemplos aspiracionais. Existe a a nossa mobilidade social, ela é quase nula. As pessoas estão nascendo em um ponto, estão morrendo naquele ponto. As pessoas eh eu falei até semana passada na live que fiz com Batista, as pessoas estão saindo lá de Santa Catarina, ô, sei lá, do Pará, Bahia, para irem para Santa

▶ 00:29:13 Catarina para trabalharem como caixa de supermercado, sabe? As pessoas estão vindo para Portugal para para Imagina a pessoa vir para Portugal para se prostituir aqui. Então imagina a situação que a pessoa tinha lá no Brasil, né? Imagina a pessoa que sai da Bahia para Santa Catarina para trabalhar de caixa de supermercado. São são questões que nós devemos parar para pensar, que é o a nossa mobilidade social está completamente estagnada e isso faz com que as pessoas busquem formas de você conseguir fazer uma

▶ 00:29:43 ascensão, uma ascensão rápida. E ainda que não faça uma sensão no sentido de você vai poder ter muito dinheiro e você vai ter vai conseguir dar uma boa vida pra sua família, tal, até porque ele não tá fazendo um planejamento para 50 anos, para 60 anos. Ele tá fazendo um planejamento para 10 meses, né? Ele quer de hoje. É, ele quer de hoje para daqui a uns alguns meses poder tá pegando as as minas que ele gosta. ele quer daqui algum tempo tá tomando o whisk que ele vê no Instagram

▶ 00:30:13 dele. Então, eh eh a eu acho que esse aspecto aspiracional é muito forte sobre a nós temos uma outra parte que é sobre a geografia. Fomos um bairro muito um bairro que era ocupado por pandilhas e tal. Realmente é uma geografia muito diferente da do Rio de Janeiro. Não tem nada a ver com a geografia do Rio de Janeiro nesse sentido, porque as favelas do Rio de Janeiro são verdadeiros queis para o crime organizado. Aquilo ali se torna uma clausura, né?

▶ 00:30:44 >> Então é muito difícil. Você tem você tem labirintos, você não tem ruas, você tem labirintos eh que é muito difícil você conseguir acessar. Tudo isso concordo com você, são geografias diferentes. E é por isso que uma situação excepcional, como é o caso do Rio de Janeiro, eh precisa ter soluções excepcionais. E a excepcionalidade da da solução passa também por uma excepcionalidade da lei. Eu acho que no caso do do Rio de Janeiro é necessário que ah vejamos dispositivos

▶ 00:31:16 legais para um para um período de exceção, um período excepcional no estado para que possa ser feita, por exemplo, remoção ah de pessoas dessa região. você vai fazer remoções e eh eh que não as pessoas não serão voluntárias para isso, né? Terão que ser, infelizmente, compulsório a remoção dessas pessoas desses desses espaços, para que esses espaços sejam completamente terraplanados, para que esses espaços sejam destruídos e que

▶ 00:31:46 esse QG e que perca seu efeito QG, seu efeito fortaleza, né? Então, eh, como é uma situação muito excepcional gêneres, precisa também de uma solução excepcional e os gêneres, né? É por isso que também é muito ruim pensar uma solução, e a gente fica de mãos atadas nesse sentido, porque nós estamos pensando uma solução com a a os dispositivos que estão dados agora nesse momento, que são nulos em relação a ao combate ao crime organizado.

▶ 00:32:17 >> Não é uma não é tão o o vamos lá, dar as devidas proporções e adequando ao contexto. é algo único o cenário carioca no sentido de é muito você é muito difícil combater o crime organizado ali porque é muito difícil manter o controle daquele território. Sei lá, eu pensei na no exemplo de de da Paris do século XIX, que basicamente ela foi inteira reurbanizada para para evitar que que revoluções eh eh revoltas populares se tornassem revoluções, como acontecia até

▶ 00:32:47 aconteceu da Revolução Francesa até 1848, sabe? essa alteração do da do da paisagem urbana ali para facilitar o controle daquele território. Tipo, o o a proposta daquele palhaço de fazer um chegar num acordo com o crime organizado é basicamente elevar o crime organizado ao status de um igual ao estado brasileiro que tem controle da região e é isso e não tem muito o que fazer. Tipo, ah, vamos chegar no acordo, você vê esse território é seu, [ __ ] e o Brasil vai ganhar o seu 28º estado. É isso? O estado comando vermelho. Pronto,

▶ 00:33:18 acabou. Tipo, não tem e é é é uma capitulação total. >> Impera. Eh, você falou uma coisa, cara. É muito, sabe quantos habitantes tem a Rocinha? Já que eu usei a Rocinha como exemplo? A Rocinha tem, segundo as a própria associação de moradores, algo em torno de 150.000 pessoas. Primeiro que eu não vou, eu não vou vai ser urbanizar ali, vai ser muito muito muito difícil. Eu não tenho nem espaço físico para isso, uma vez que as casas

▶ 00:33:49 que são estruturas que vão se sobressaindo uma sobre as outras, etc. Então, é o que a é o que a gente, eu tava falando aqui, eu não eu não jamais jamais vai sair da minha boca uma promessa eleitoreira, né, de assim, vamos fazer, vamos que e que não vai ser cumprida. Eu acho que esse não é o nosso papel. Eu acho que é por isso que nós somos diferentes. É óbvio que a gente tem porta-vozes que que falam, que gostam de falar, falam muito, que imaginam coisas e dividem

▶ 00:34:19 esses sonhos com as pessoas. E eu acho isso maravilhoso. Eh, nós somos um grupo de inconformados, eh, e de pessoas que pensam um Brasil diferente, melhor e tudo. Mas me diz assim, como é que eu vou, por exemplo, eh, eh, planar a rocinha. Olha, eu eu >> faz faz prédio, faz operação, tira todo mundo. É um palpiteiro. Parto do ponto de como é bom é muito caro. Deve ser. Eu acho que se torna proibitivo você simplesmente realocar todas essa

▶ 00:34:49 população para uma para uma para um um conjunto habitacional planejado, modelo soviético mesmo. É muito caro. Então o que eu vejo é tem que urbanizar o que for possível, pelo menos eu acredito. Urbanizar o que for possível e o que for inviável de manter demole e lava essas pessoas para outro lugar. Acho que é um compromisso aí. E esse esse é um ponto importante, assim, a gente precisa certamente e eu assim, eu sou o estado, eu preciso dar a solução, isso cabe a mim, né? Eu preciso trazer as pessoas que vão, ainda que a gente abra aqui uma consulta pro pessoal, vamos lá, quem tem

▶ 00:35:20 as ideias aqui pra gente resolver esse problema? É o que eu digo assim, a gente não consegue policiar 2000 becos, então não é melhor tirar o beco de lá do que ter que ocupar, pegar 2.000 policiais e botar no beco? Vamos tirar o beco de lá. Como é que a gente vai fazer isso? Inclusive, tem muita gente bacana me ajudando nesse processo, tá? Tem muita gente, cara, tem um um ambientalista que ele me mandou um projeto de urbanização de comunidade, que é um negócio assim fantástico, viável de fazer. Só que nós temos a questão da geografia. Orlando, que eu sei como você gosta muito de estudos, meu querido

▶ 00:35:50 amigo. Eu trouxe um estudo aqui importante e dentro, Júnior, perdão, você quer falar, meu irmão que a gente tá aqui falando nós três aqui e não te demos nem a voz. Peço perdão pela Só entra aqui para falar pro pessoal entrar que entraram duas pessoas pro Valet Plus. Eu acho que pelo menos umas cinco hoje, né? Pelo menos umas cinco pessoas aí no valete. Vai ganhar valete do mês, vai ganhar livro, vai ganhar baralho e ainda tem oportunidade de escutar um debate aqui, pô, do nível que o Orlando e Impera trazem. Tá doido você, quem não entrar tá quente. >> Se for do nosso nível tá ruim, tem que

▶ 00:36:21 ser do nível do bombeiro Rafa. Não, não diga, não, não desvalorize nosso falando do império. Assim, eu também quero deixar claro, >> queria deixar claro aí, J >> eh, o meu, o meu pré-candidato a vice-governador, chama-se Sargento Martins, conhecido como o bruxo, né? É como diz, o apelido já não é bom, né? o apelido conhecido como ele é um policial militar e e eu acho que isso é a maior prova de como a gente quer levar a sério a política de

▶ 00:36:53 segurança pública e de combate ao crime organizado. É ter um vice-governador da tropa, né? Um cara da tropa, trabalha na Patama, comandante da patama dos bruxos. Enfim, acho que esse é é uma coisa importante de dizer também. Mas aí, Orlando, eu vou trazer um um estudo aqui. Houve um congresso iberoamericano de investigadores e e docentes de direito, enfim, não vou lembrar agora. Eles e aí levantou-se e foi apresentado um estudo nesse congresso sobre por que a juventude entra no crime organizado.

▶ 00:37:23 Porque essa é uma pergunta que a gente precisa se responder. Não, ele entra só pelo estado e pelo poder. Beleza, então eu vou lá. muito duro, estado pesado, mão forte, acabo com isso e vou resolver. E aí as respostas, sabe qual é a resposta? A principal razão da entrada no crime organizado, ela tá diretamente ligada à evasão escolar. Então eles não acham a escola interessante. Eles têm um desinteresse muito grande pelo ambiente, pela escola, por aquilo que tá sendo dito. E aí eles

▶ 00:37:55 ingressam no crime organizado em busca de, eu vou dizer aqui o número, 40,4% em busca de dinheiro para levar pro lar e bens de consumo. Então um pouco menos da metade. Óbvio que existe um outro grande número também de pessoas jovens que entram por outra razão. Mas o número que muito me impacta é que 55% dessa mão de obra tem entre 13 e 15 anos. >> [ __ ] merda. >> Quer dizer, não tá sequer no nível médio ainda, né? Não tá nem no no ensino médio, né? Estaria ali nas zonas finais

▶ 00:38:25 do ensino fundamental. E eles certamente já abandonaram a escola antes. Então, sabe, a gente não consegue dissociar simplesmente um problema do outro. Eu não consigo simplesmente ir lá e jogar duro com o tráfego. E tem que fazer e precisa acontecer. A gente precisa comprar uma guerra com meio organizado. Isso é óbvio, tá claro, já disse 50.000 vezes, mas eu não posso simplesmente ir lá e achar que a que a ponta do fuzil vai resolver problemas que são da ponta do lápis, meu irmão. Tem problemas que não são da ponta do

▶ 00:38:56 fuzil, tem problemas que são da ponta do lápis. E eu preciso, eu preciso, eu preciso trabalhar essas duas frentes. Eu não tenho como dissociá-las. O mesmo empenho que eu acho que deve ser colocado pro combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, ele é exatamente o mesmo empenho que tem que ser colocado para fazer da escola um ambiente absolutamente atrativo para esse jovem. Porque tá aqui, cara, é estudo, não foi o que inventei, tá aqui, tá provado. O ambiente não é interessante para ele. Aí vem o que o Impera falou. O que que é interessante, [ __ ] Aqui eu na escola

▶ 00:39:28 lá, o professor chama minha atenção, preciso estudar, fazer prova, eu não sou bom aluno, etc. Pô, mas aqui eu sou rei, pô. Tá doido. Olha aqui, olha aqui, olha o baile aqui. Olha o uso droga no baile. Eu tenho aqui >> cordão de rua é moto, é mulher e o poder da vida e da morte na mão do cara com >> 15 anos. >> E aí mais jovem? Mais jovem ainda às vezes >> sabe? Então assim, eu não consigo, eu não consigo dissociar. E a educação, eu eu costumo dizer, eu sou Orlando, eu sou pedagogo, né? Eh, tive a oportunidade de

▶ 00:39:59 dividir isso com o professor Ricardo, né, no num outro momento. Eh, eu sou pedagogo e eu tô terminando outra faculdade. Eu eu particularmente gosto de estudo, né? Eu sou filho de uma professora. Eh, e o estudo foi o que salvou a minha vida, né? Eh, e aí eu agora tô terminando filosofia também. Eh, mas certamente não precisarei comer muito arroz com feijão para debater ainda com você e com com o professor Ricardo sobre isso, mas eu costumo dizer em pedagogia em eu trabalho, eu tenho uma empresa hoje que que é de segurança em escolas, eu trabalho em escolas, eu tô todo dia

▶ 00:40:29 numa escola diferente, que a educação é talvez uma das poucas profissões que carrega, o que eu acho maravilhoso, ela carrega uma dualidade entre urgência e paciência. Talvez seja uma das poucas profissões que tenha, que seja um dos poucos trabalhos que tenha isso, que é carregar esse essa dualidade, urgência e paciência. Então eu tenho urgência que o aluno aprenda a somar um mais um, porque isso vai me impactar em todo o resto que eu preciso ensinar ele. Dentro dessa urgência, meus

▶ 00:41:01 irmãos, eu tenho a urgência também desse aluno comer, porque muitas vezes essa criança só faz a refeição dela na escola. Ele não tem outra repetição em casa. Isso ninguém, isso eu vejo, ninguém tá me contando, não. Eu faço e eu não vou e o que eu vou dizer aqui em hipótese alguma é para para me engrandecer. Pelo muito pelo contrário, pouca gente sabe disso, mas vou dividir aqui. A minha caridade eh o meu a minha empresa atende escolas particulares, mas eu voluntariamente vou pelo menos uma vez por mês a uma ONG uma escola pública dar aquela escola o mesmo

▶ 00:41:33 treinamento que as escolas particulares pagam para receber. E eu chego em escola e eu já atendi lá na escola aluno passando mal porque era segunda-feira, ele fez a última refeição na escola na sexta-feira, não teve o que comer no final de semana, segunda-feira ele não conseguiu esperar até o almoço e desmaiou de fome. Então, então a a educação traz uma urgência do aprendizado, traz uma urgência da necessidade de aprender um determinado conteúdo e e traz a urgência

▶ 00:42:04 dentro da realidade desta criança que tá inserido num contexto social e econômico muito difícil. E aí o Impera falou isso, é uma casa desestruturada, tem uma série de contextos sociais, mas ela também precisa me trazer a paciência de entender que a educação ela é um processo longo que precisa ser feito com acolhimento e com o entendimento daquela realidade que o jovem vive. Então eu tenho urgência da necessidade que ele aprenda para na paciência conseguir conquistar esse jovem. Senão tá aqui,

▶ 00:42:34 cara, é estudo. Ele acha a escola desinteressante e com 12 anos entra pro crime organizado e vai trocar tiro com a polícia, bicho. Porque aí aí volta pro que a gente falou também, porque aí o jovem ele tem um destemor absurdo e ele não tem nada para perder mais, sabe? Então a gente não tem como dissociar uma coisa da outra. E seria muito mentiroso da minha parte falar uma coisa dessa, sabe? A gente vai vai resolver o Rio de Janeiro na ponta do fuzil. Vai ter a ponta do fuzil? Não tenha dúvida que vai ter.

▶ 00:43:04 Mas com o mesmo empenho que deve ter a ponta do lápis, sabe? Sim, >> perfeitamente. >> E aí eu peço até desculpa se eu me alonguei aqui na fala, mas é porque esse é um assunto que que me que me move muito, sabe? Ah, eu tenho filhos, né? Eu tenho dois filhos e a minha filha fala: "Eu tenho medo do Rio de Janeiro. Que isso, cara? Eu tenho medo de sair. Que isso? Minha filha tem 9 anos, cara. E assim, e ela vive na bolinha dela ali. E quem não vive? Sacou? Então assim, essas coisas me movem muito de de de falar, de tentar

▶ 00:43:35 pensar e imaginar. Queria até que o Antum Anton tivesse aqui, né? Falou da Guanabara Mística, né? Impero lá no congresso, né? >> Aí tá no chat, falou que é teu fã, inclusive. >> Ah, cara, eu sou muito fã deles, cara. Pessoal do Novos Clásicos, se você não segue novos clássicos aí no Instagram, no YouTube, você tá muito errado também. Quem não entrou no Valet Plus também tá mais errado ainda. Vamos botar na conta do Papa. já aviso logo. Eh, a gente, isso é uma coisa que me move muito, gente, me move muito realmente de imaginar e que e que nós temos uma solução pensada para isso, né, cara? Olha aqui, olha o nível das pessoas que estão aqui, cara. Ó o Orlando, cara,

▶ 00:44:06 baita acadêmico, escreve para caramba. Ó o impera, cara. Baita, pô, baita estrategista político, cara. O Júnior tá aqui. A gente tem professor Ricardo, a gente tem Paulo Cruz, a gente tem um grupo gigantesco de gente muito capaz. Tem o Martins que tá comigo, cara. Martins é um policial militar da ativa e tá lá botando a cara para bater junto comigo. Então assim, e aí só para finalizar aqui minha fala, me dói muito quando a gente precisa chegar ao ponto de cogitar fazer um acordo com facção criminosa, né? Pô, para conseguir movimentar o Ro tem que fazer um acordo,

▶ 00:44:36 tem que apertar a mão de bandido, bicho. Você, isso é muito triste, cara. Isso é muito, muito triste. Muito triste. Muito triste. >> É bom. É que eu acho que o Renan Santos vai como como presidente, ele vai ter muito ação para te ajudar lá. Então acho que o próprio Renan vai ter a política dele ali de >> prendeu, matô, prendeu, matou, prendeu, matou, o que sobrou educou. >> Cara, imagine isso. Imagine a gente começar um trabalho no Rio de Janeiro com apoio do governo federal, Junito,

▶ 00:45:06 imagina isso, meu irmão. >> Ah, você tá maluco. Aí você, aí você consegue fazer aí aí volta assim aí o sonho do Antum. começa a se tornar possível, viu? Maravil, porque assim, eu me preocupo muito, principalmente com o Rio de Janeiro. Acho que a tua missão é é >> é muito importante, Rafa, porque assim, o Antu me convenceu, realmente, eu e eu fiquei um pouco relutante. É isso. O Impera meio que me convenceu. Realmente a o centro cultural é o Rio de Janeiro do Brasil. O que é feito aí é copiado

▶ 00:45:36 para os outros estados, é copiado aqui os estilos, tudo até a forma de se vestir. Então isso aí é tão comum o crime e tá tão tudo tão comum nessa parte do crime organizado, é óbvio que vai eh se espalhar pro resto do Brasil e a gente sente aqui, eu e o Impera somos de Curitiba, a gente tá sentindo bastante isso aqui. Então assim, a tua a tua missão assim, precisamos anos eu era daqueles que ficavam brincando, sabe? Sabe que brincadeira, principalmente quando o Antum tava na live, é Rio de Janeiro,

▶ 00:46:06 tem que dar o de separar o Rio de Janeiro, tem que sei o quê, sabe? Brincadeira, claro. Mas o Antu me conf não cara, a gente precisa começar a salvar o Brasil salvando o Rio de Janeiro. Ali é o talvez, talvez o estado mais importante a ser salvo no Brasil. >> E vou te falar, se a gente salva o Rio de Janeiro, acabou, bicho. Se a gente salva o Rio de Janeiro, a gente salva o Brasil. Assim, não tem, eu não tenho dúvida nenhuma. Essa é a importância da gente ter no futuro um governo quando nós efetivamente formos um partido, falta

▶ 00:46:36 pouquíssimo para isso, e pudermos falar sobre isso em campanha, etc. da gente conseguir, imagina ter um presidente, tem o Renan Santos, presidente da República, colocando à disposição disso, a gente no Rio de Janeiro. E eu falei o que eu disse, eu eu cumprirei, estarei junto com a tropa no terreno. Eu a minha fala toda aqui não diminui o trabalho que vai ser feito na segurança pública, não. Muito pelo contrário, muito pelo contrário. Não dá pra gente mentir para as pessoas, né? Assim, não tem Rambo aqui. Ninguém é Rambo aqui. A gente vai resolver, tu vai pegar, vai resolver

▶ 00:47:07 tudo. Mas eu estarei no terreno, eu e Martins, o nosso pré-candidato vice-governador, a gente vai est lá junto com a tropa, sabe? A o a gente e esse apoio é é importante, é fundamental para que em hipótese nenhuma ninguém cogite pensar em fazer um acordo com facção criminosa para que isso não tenha, não passe no imaginário das pessoas, isso para que não e a gente precisa. Então assim, aliás, que notícia, né? Renan Santos pontua 2%, né?

▶ 00:47:37 >> Você viu só? Daqui a pouco vai. Eu só tô esperando pontual o Rafaluz aí. Conhece quando quando pontual o Rafausa aí no Rio de Janeiro. Acabou. >> Aí acabou, >> gente. Desculpa, a porquinha da índia aqui da das crianças tá enlouquecidao aqui do lado. Vocês estão ouvindo esse barulho no fundo? >> Eu nunca imaginei que isso fosse um barulho de porquinha da índia. Eu nunca >> é a é a porquinha da índia das crianças aqui. Vou pegar ela aqui, ó. É a pipoca. Pera aí. Aqui em casa tem cachorro, tem gato, tem porquinho da Índia, tem égua.

▶ 00:48:13 Agora quero ver o porquinho da índia. Agora já era. Quero ver o porquinho da antes de começar. >> Do nada a cintura do Rafa batendo aqui. Pipoca. >> Essa é a pipoca que é a porquinha da índia aqui das É pipoca. Eu tive porquinho da Índia, >> né gente? Uma porquinha da Índia do nada, né? >> Eu já tive o porquinho da Índia, mas acho que eu não cuidei direito e morreu muito rápido. >> [ __ ] que pariu. Pipoca aqui. Pipoca. Não ouça isso.

▶ 00:48:47 >> Agora tem um cachorrão. >> Cachorro. Tem cachorro. Hotiler. É, cachorro é mais legal. É o seguinte, eh, só pra gente não concluir esse assunto para próxima pauta. Eh, cara, o bombeiro, o bombeiro, senhor bombeiro Rafa Luz, pré-candidato aí do Rio de Janeiro, ele mandou vídeos, dois vídeos hoje, eh, para colocar aqui pra gente reagir. E eu não posso reagir a esses vídeos. E assim, são pessoas

▶ 00:49:17 gravando o que tá acontecendo na rua, ali na rua, na frente da rua. Eu vou falar o que acontece no vídeo, tá? Está acontecendo o assalto. O cara tá dentro do carro dele, cara. Olha ali na frente a a luz do dia, a luz do dia, no meio de uma avenida, os caras descem na moto, são duas motos, descem na moto, é, e expulsa todo mundo do carro e atira esmo. Olha, olha pro trânsito pá e dá um tiro a esmo, só para falar: "Tô atirando aqui, pá, no meio dos carros". Como se fosse a coisa mais comum do mundo, a coisa mais tranquila do mundo,

▶ 00:49:48 assim. É, ó, >> prendeu, matou, prendeu, matou, prendeu, matou, o que sobrou educou. >> Quer falar sobre esses vídeos? Eu não vou poder colocar porque eu realmente YouTube é uma política do YouTube em live você não consegue. É difícil você colocar >> eh tiros lá, violência e tal. >> Eu vou ser bem breve assim na minha fala. Dessa vez serei mesmo, bem breve. Bom, primeiro que assim, a gente precisa rever o Código Penal urgentemente. Para isso precisa eleger deputado federal e senador. Não tem jeito, porque o vídeo,

▶ 00:50:18 pessoal, depois eu boto no grupo lá para vocês verem, ele pega, ele vai subindo na, ele tá aqui, ele vai subir na moto para fugir, ele aponta a arma para onde estão as pessoas paradas e dá um tiro assim em ninguém, assim, quer dizer, em ninguém, né? Ele dá um tiro na direção das pessoas. Para mim ele tem que responder por tentativa de homicídio e ficar preso 40 anos. Mas sabe para porque a que que ele vai responder? Disparo de arma de fogo. É o crime que ele vai responder. Dois a qu anos responde em liberdade se ele for ré primário. Não, não tem cabimento. E aí para não parecer um maluco

▶ 00:50:48 e nemum, né, enfim, para não parecer um doido, quem pega uma arma e vai pra rua ou vai desafiar o estado, vai enfrentar um policial, não tem e não tem para esse cara não tem conversa. Acabou a conversa. Na hora que ele pegou uma arma, não tem mais conversa com ele. Acabou. Eu falei, eu falei de educação muito para um trabalho assim para que ele não chegue ao ponto de pegar uma arma. Pegou a arma, bicho, acabou. É o seguinte, você vai se entregar? Não. Então é bala, eu não, a população não sabe ele tá, ele gente, eu vou mostrar,

▶ 00:51:18 é que inacreditável, né? O Júlio viu o vídeo é inacreditável, cara. Ele pega puf, dá um tiro assim, eu vou dar um tiro aqui. Por quê? Porque eu vou dar um tiro. E não responde por isso. Ele tinha que responder por tentativa de homicídio. E tentativa de homicídio tinha que dar 40 anos, pô. E o homicídio tinha que dar 80. E cumpriu os 80. Eon perpétua. É isso. >> Uhum. >> É o policial pode trabalhar e esse ponto pensar. >> Fala aí. >> Desculpa, pa, só achei uma boa. Posta suas redes, eu peço pro pessoal ir lá e

▶ 00:51:48 você >> vai no Sargento Martins, pessoal. É sargento Martins, tá lá, é o o nosso pré-candidato a vice. >> Vai no Sargento Martins, eu vou dizer exatamente como é que é o arroba dele aqui. Pera aí. >> Se se fica de sugestão. Esse tipo de conteúdo é bom não postar no Instagram, mas sim no Twitter. Eh, não derruba. >> SGT Martins 14. E você sabe que 14 é o número da sorte dele, né? Ele tem até tatuado 14, né? Sinais, né? Sinais. >> Ah, é. >> É. Então é SGT_LINE Martins 14. Vai lá

▶ 00:52:20 no dele e nos stories tem o vídeo lá para vocês verem. >> SGT_LINE Martins >> 14. >> Ah, mas não, não, não é no Twitter, porque eu tenho no Twitter. Não é não. Não, não. É no Instagram. Desculpa. No Instagram. Ah, no Instagram >> é no Twitter é acho que é Sargento Martins com 2S 14, mas não sei se ele postou no Twitter, tá no Instagram dele. Policial militar. É, é pátamo. É o que

▶ 00:52:51 que é >> patamo. Patamo. Pamamo >> patamo dos bruxos. tá com pouco no no Twitter tá com pouco seguidor, pessoal tem que seguir também. O sargento >> é novo, é novo. O Twitter dele >> é o Não, não é esse sargento Martins 14, SGT Martins 14, tudo junto >> no Twitter. >> É isso que eu achei pelo menos. Mas >> é no Twitter é esse mesmo. No Twitter é esse mesmo. É, é Martins com dois S no final. >> Não, >> será que ele tá com outro? É, eu e aqui

▶ 00:53:21 não tô seguindo, eu seguia ele, então é outro. >> E no Instagram? No Instagram. Você consegue ver o Instagram dele aí? Não >> vou ver agora. >> É SGT_Martins. Ó, no no Twitter é @sgtartins com2s14. Esse é o Twitter dele. >> Eu eu acabei de retar ele. Não é possível. Aqui, ó. Sargento Martin. Ah, é outro. Tá aqui. Esse é o Twitter. Não, não. Tá. Cadê? Cadê? Cadê?

▶ 00:53:55 Ó lá, Sargento Martins 14. >> Esse aí, esse aí. >> E agora o Instagram. Bota o Instagram dele aí. Sgt Martins 14. SGT. Tá aqui. Sigam lá, galera. Sigam lá. Martins, nosso pré-candidato a vice-governador.

▶ 00:54:26 Ó, ó, colocar um vídeo aleatório aqui. >> Macacos, eles foram lá e esculascaram o cara da padaria que a gente tomava café, pô. Matou o cara na frente da família, na esquina da base >> para desinestabilizar os moradores e falar para eles, ó, aqui >> grande time montado aí pro Rio de Janeiro, cara. Falou nada, não. Quero falar nada. >> Muito, muito honrado de ter o Martins do nosso lado assim, cara. Muito bacana, muito correto. Baita policial assim

▶ 00:54:56 de frente, pô. Trocador de O cara tá maluco, o cara >> trocador. Trocador, >> ele ele gosta, ele gosta, ele gosta, esse gosta. Eh, antes de passar a pauta, só queria lembrar vocês mais uma vez, assim, estamos com os convidados mais do que especiais, eu impera. Então, gostaria que vocês entrassem aqui no Valet Plus. Já entrou duas pessoas. E você ganha a revista, o livro do cara, só ver se é o banquete, tá muito pequeno

▶ 00:55:26 para mim. O banquete apologia de Sócrates. É do banquete do Sócrates e valete, um baralho valete. É isso. Um baralho valete, o livre, a revista. Cara, você só ganha essas coisas entrando nessa live. Então entre no Valet Plus que assim tá com muita coisa nova. Está para mudar, já mudou? Eu acho que não mudou ainda, né? Mas tá para mudar já o aplicativo, então vai ter muito mais coisa. Entrei no rolet >> e vai ser do [ __ ] hein? Vocês rapaziada não sabe o que tá que tá chegando.

▶ 00:55:56 >> É, eu também não sei. Não tô tô meio por fora >> também. Tô por fora. >> Eu tô fora. Eu tô tô tô um pouco mais atualizado sobre o app. Tá, tá ficando fo. O Orlando também tá tá perdendo que tá chegando. Tá, >> eu tô por fora do app, mas eu tô por dentro dos conteúdos, né, que tô ajudando a a diagramar e tudo. Tem muita coisa boa saindo. Muita coisa. Eh, vamos lá. Agora eu vou trazer uma pauta de geopolítica. Vamos falar de guerra. >> Ah, assunto que eu gosto. Assunto que eu gosto, assunto que eu anseio.

▶ 00:56:26 >> A gente vai ter que falar de guerra. Eu já vou colocar que o que que é para colocar primeiro disso que você me mandou. >> Te mandei uma porrada de coisa aí. >> Você, ó, esse esse aqui não. Isso aqui é não é da guerra. Isso aqui é de alguma coisa de Não, isso aqui não. Isso aqui não é da guerra. Mas você mostrou que tá morrendo um monte de gente, um monte de político. >> Tem ligados a FD na Alemanha. >> Esse que eu quero pegar. >> Sete eh só nesse último mês, sete

▶ 00:56:57 políticos ligados à FD morreram de causas misteriosas. Até então, a polícia disse que nenhum tem indícios de crime. Eh, porém, porém aí tem seis, mas hoje teve mais um, então já são sete, né? Eh, as eleições estão se aproximando. Ah, e você tem nesse momento alguns políticos da FD morrendo de forma muito estranha e está sob investigação.

▶ 00:57:29 De primeira ordem, não há indícios de crime, mas também não são divulgadas as razões. Ah, pior que isso, neste caso, quando eu fui cobrir as eleições para as eleições europeias em Bruxelas ano passado, eu fiquei acompanhando alguns jornais alemães. Eh, e quando eu fui acompanhar os jornais alemães, tinha acabado de ocorrer ataques, um ataque a ah de faca feito por um imigrante, salvo engano,

▶ 00:58:00 afegão, contra o político da FD, né? Eh, isso também porque ocorreria uma eleição distrital à época. O que o que significa? Há uma tensão e um aumento da violência política contra políticos de direita. Isso nós já estamos vendo na América Latina de forma muito muito ampla. E também se espalha para a aconteceu com Donald Trump, não é? Donald Trump sofreu duas tentativas de assassinato. Uma foi aquele milagre que ele conseguiu salvar-se perdendo um

▶ 00:58:32 pouquinho da orelha dele. Eh, e agora você tem esse essa questão com a FD. Ah, eh, estão matando pessoas da FD, não sabemos. ainda não. A investigação está ainda rodando, mas eh isso é muito estranho. Sete políticos ligados ao FD morrerem perto das eleições de forma repentina. Não é muito comum. E eu estou há algum tempo falando o seguinte, as pessoas a a as elites liberais estão

▶ 00:59:03 muito apartadas do mundo no seguinte sentido. Estão vendo a ascensão de uma direita nacional populista e o medo que eles têm dessa direita nacional populista faz com que eles fechem que eles fechem todas as portas para a institucionalidade, para essas falanges mais à direita, né? eh, inclusive com risco de ilegalização da FD, por exemplo. E e isso me parece um erro muito grande. Eh, e por e eu vou explicar porque que

▶ 00:59:33 eu acho isso um erro. Existe um espectro por cima da Europa, eh, que que é o espectro de Tahan. Tahan, para quem não sabe, foi um terrorista, um terrorista identitário de direita na na Nova Zelândia, salvo engano, que simplesmente entrou em uma mesquita e atirou indiscriminadamente e os vídeos rodaram e tudo mais, salvo engano, é Brenan o nome dele. Ah,

▶ 01:00:03 e esse espectro está por cima de toda a Europa. Até hoje, os identitários europeus leram o o o manifesto de Tarã. E o que está dado no manifesto de Tarã é principalmente sobre substituição populacional e migração massiva, né? são a as questões principais que estão tentando que que essas facções políticas tentam resolver o problema da imigração massiva para a Europa e o risco do que

▶ 01:00:35 eles chamam de substituição populacional. Só que eles estão tentando fazer isso através da política, através da FD, através do Vox, através do Chega, através hã da do partido da LEPEN, que eu esqueci agora, acho que é o reclemento nacional. Eh, você tem diversos partidos que ainda são partidos que estão conseguindo segurar esse ímpeto identitário na Europa. Se as elites liberais continuarem a fechar todas as vias institucionais,

▶ 01:01:06 qual vai ser a a conclusão lógica para eles? Olha, se pela via da política tudo que eu que eu quero é fechado, eu vou superar a política. Eu vou ter que tomar decisões para além da política. Foi isso que Than fez. Existe uma geração, chamada geração identidade, que é basicamente ah os últimos millennials e os humers, eles basicamente estão em em total desse compasso aqui na Europa com

▶ 01:01:36 a Europa que é legada a eles pós 45. E eles querem uma saída para isso. Por enquanto estão buscando a saída negociada através da política, mas não sei por quanto tempo mais aguenta-se uma saída negociada na política se toda solução política é fechada para eles. >> Eu concordo com você. Eu fico, tem um tempo já que eu fico falando da primavera fascista que tá chegando aí, que é basicamente a o establishment

▶ 01:02:06 lutando contra essa nova essa a nova direita. Ontem, inclusive, a gente tava falando sobre isso no no news, como a no Dark, sobre como a nova direita já ficou velha e já está sendo substituída por uma nova leva de de direitistas que já estão rejeitando basicamente tudo que essa galera defendia, o pessoal Maga, bolsonarismo, eh, a Melone, Chega, não sei se Chega vai colapsar desse jeito, você tem mais contato eh do que eu. O Reform já também tá abrindo as pernas. Basicamente essa

▶ 01:02:37 nova direita que chegou ao poder, eh, melhor, alguns chegaram ao poder, outros não chegaram lá e eles não resolveram problema nenhum, acabaram abrindo mais concessões do que deveriam ao establishments. E ao mesmo tempo esse establishment, esse esse sistema, esse sistema socialdemocrata, neoliberal, independente do do que se queira classificar, faz esses cordões sanitários e impede com que essas pessoas cheguem ao poder e possam resolver problemas. Isso vai é uma basicamente uma grande panela de pressão

▶ 01:03:08 que na minha visão vai acarretar numa primavera fascista em uma galera completamente sádica e psicótica chegando ao poder e resolvendo as questões que a Europa poderia resolver de forma pacífica, como, por exemplo, remigração. Remigração, na minha visão, hoje é opção moderada pra questão europeia. >> Pacífica, reemigração. >> Remigração é é opção moderada, cara. É tipo, irmão, volte ao seu país. >> É remigração, não é só isso, né? A remigração, na verdade, é um um programa, é é um programa que eu acho,

▶ 01:03:38 é, eu, eu quando, eu lembro que tem um rapaz no Twitter que ficou enchendo meu saco, dizendo que eu sempre falava de remigração, eh, e ele falava: "No, isso aí é é balela e tal". Ele fez algum alguns memes engraçados até. Mas, eh, a questão da remigração é um é um programa que ele atua em três níveis. O primeiro ponto é a expulsão dos ilegais. E aí é uma eh uma forma compulsória, os ilegais serão expulsos mesmos. Na verdade, são em quatro níveis, desculpa, são em quatro níveis. A expulsão compulsória

▶ 01:04:09 dos ilegais, eh, sem chance nenhuma de de discursão, etc. é uma expulsão eh sumári compulsória. Você vai ter em segundo nível a para os legais o a a a chance deles se deportarem voluntariamente a partir de um acordo com o governo. O governo pagaria e meio que embolsaria essas pessoas, daria uma uma espécie de ah, enfim, como se fosse uma multa, né? paga uma multa para para pra pessoa voluntariamente sair do país,

▶ 01:04:40 eh, com um compromisso de que não poderia voltar para aquele país nos próximos 5 ou 10 anos, por exemplo. O terceiro nível é a expulsão mesmo também aí já compulsória, sumária, de migrantes legais que tem pouco valor ou que são culturalmente eh, enfim, que estão culturalmente afastados daquela sociedade, né? >> Foram integrados. >> Isso. Que não foram integrados, eles seriam expulsos compulsoriamente mesmo,

▶ 01:05:11 colocassem no avião e boa sorte para sua casa. E o quarto nível é você trazer de volta pessoas do seu eh eh seu seus nacionais que emigraram, que saíram. Então, por exemplo, Portugal, salvo engano, tem cerca de 4 milhões e tantas pessoas fora de Portugal, né? 45 milhões e meio de portugueses eh emigrados. Então, o quarto nível seria tentar trazer esses emigrados de volta para Portugal, reocupar o país com o seu próprio povo. Então, o programa da

▶ 01:05:42 remigração atua em quatro níveis, tem um um quem quem, olha só, existe uma disputa filosófica no campo do identitarismo europeu ocorrendo nesse exato momento. Hoje é dia 4/09 a meiaite 16 aqui e neste exato momento ocorre uma disputa filosófica eh no identitarismo europeu entre o o identitarismo austríaco e o identitarismo francês, né? O o identitarismo austríaco com Martelner, hoje Martelner é o o maior

▶ 01:06:14 expoente desses, já foi o Marcos Willinger. Eh, que foi, Junito, >> entrei na Valet Plus. >> É só o pessoal entrar no Valet Plus. >> Ah, ok. Eh, o o Marcos Williger já foi o principal expoente. Ele sumiu. Não sei o que aconteceu com o Marcos Willger. Eu tentei entrevistá-lo, mas não consigo achá-lo em lugar algum. E foi ele que designou o termo, né, geração identidade. E você tem hoje o Martner, eh, que é o principal expoente

▶ 01:06:45 dessa filosofia. E você tem ainda alguns remanescentes da nova direita francesa que pensam sobre, principalmente alinhados a além diminuá, que pensam sobre outra perspectiva, mas que também trazem a questão hã da remigração, mas por outros aspectos, os aspectos austríacos. E aí é uma uma constante histórica, não é? Esses aspectos austríacos. Os aspectos austríacos do Martelner são bem racialistas.

▶ 01:07:15 A Laind Binoar, ele rejeita o racialismo de Martin Seler, assim como ele também rejeita um certo aspecto eh racialista de Guilomifai. E é por isso que Guilomify sai da nova direita francesa e basicamente se torna o preferido do entre o pessoal ali, ele se tornam preferido entre os austríacos, né? Então você tem essa disputa filosófica pelo pela cabeça identitária da geração Z na Europa. Quem está

▶ 01:07:47 vencendo? Perceba só, todas as vezes que a que as instituições liberais fecham a porta para soluções políticas, quem vence essa disputa são os austríacos. Esse é um problema e essa é uma constante histórica. >> Eh, exatamente. Eu, primeiramente, ainda bem que o Brasil não tem esse problema. A gente já super, a questão eh racial no Brasil foi resolvida na década de 30. Obrigado, Gilberto Freire. Eh, dito isso, rapidinho, rapidinho, eu não aguentei um cara falando bem assim, ele

▶ 01:08:17 inventou esses nomes. >> Eu ia falar isso completamente inventou isso. Só pode. >> O é um cara maiso mesmo, hein? Como o Orlando falou, ao passo que a [ __ ] do do do desse estamento burocrático fecha as portas para soluções políticas e pacíficas e moderadas como reemigração, é uma panela de pressão e você simplesmente pega pega um problema que poderia ser resolvido de uma forma traumática, verdade seja dito, uma remigrante. [ __ ] quantas quantos milhões seriam chutados da Europa?

▶ 01:08:48 Quantos milhões seriam chutados dos Estados Unidos? Seria um um desastre. Mas bom, é isso. Ou esperar esta bomba estourar daqui a 20 anos, porque eu não vejo. Eh, a, olha o Reino Unido, olha a situação que está o Reino Unido. Você acha que aquilo dali, se não for, se o superformar ao poder e for permitido a ele, iniciar um processo ali que seja só de pelo menos expulsar imigrantes ilegais e barrar entradas de novos imigrantes, [ __ ] que o que que vai virar o Reino Unido em 20 anos, cara? H, no caso da Melônia, a Melônia é uma

▶ 01:09:18 bizarrisa para mim, eu não sei nem se é fake news, se é mentira isso, de que eu sei que ela barrou a entrada de de pessoas da diáspora, cortou os vistos e abriu a entrada para Bangladestes, alguma coisa nesse sentido, indianos, tipo, [ __ ] que o pariu, não faz sentido para mim. Eu tenho e é assim, eu eu gosto da Melone, eu tenho pessoalmente uma admiração pela Melone. Eu acho que não, falando sério, para de dar essa risadinha de safado. >> Eu sei que que você gosta da melone,

▶ 01:09:48 >> não, pô. Não é isso, não é isso. Para, para, para com essas, para com essas brincadeiras gostosas. Você tem 30 minutos para parar com essas brincadeiras gostosas. Não, fal um sério, >> a a Melone eu realmente admiro politicamente porque ela conseguiu pegar um cenário muito [ __ ] na na Itália. Cara, eu tenho que parar de xingar aqui, velho. Aqui não é o canal do Bisoto para poder xingar assim, mas ela pegou um cenário muito ruim lá na Itália de instabilidade política terrível e ela

▶ 01:10:19 está conseguindo ser uma uma líder europeia a nível europeu. Eh, agora na questão da imigração da da a questão migratória na Itália, ela não pode perder a mão. A Itália ainda tem níveis civilizados de imigração, apesar de tudo. É, por exemplo, salvo engano, só 11, só 11% é gente pr caramba, mas 11% da população é na Itália não são italianos, são imigrantes, não é? Eh, tem países como Portugal, se não engano,

▶ 01:10:49 já tá já tá beirando os 25%. É muita coisa. >> Sério? 25, >> sério. 25, porque você tem 12 eh legalizados, só que você já tem alguns com nacionalidade nesses últimos anos. Então, quando você pega o número de nacionalizados mais o número o número de legais mais o número de legais, dá mais ou menos 25% da população em Portugal. Eh, isso é um número assustador. Eh, você tem regiões, obviamente, como por exemplo, na Lombardia, você tem 12% de

▶ 01:11:19 migrante ali na Lombardia, na Itália, mas as outras regiões, mais ao sul você tem 3, 4% níveis completamente civilizados de imigração, né? Eh, então você ainda você ali é um cenário que você ainda consegue manejar. Bruxelas na Bélgica, eu não conheci toda Bélgica, eu conheci apenas bruxelas mesmo. Bruxelas é um caos. Você Eu andei por vários países dentro de Bruxelas. Andei por um bairro turco, andei por um bairro

▶ 01:11:50 iraniano, andei por um por um bairro, era um foi um tour com iraniano, tinha um bairro lá de alguma caramba árabe lá. Eh, você passou, passei por diversos bairros, só não vi bairro belga, com exceção do belga, >> ba de elite, né? >> É assim. E e olha que eu fiquei em um hotel em uma região muito boa, só que a região que eu fiquei tinha muitos italianos e espanhóis. Então também era de imigrantes, só que imigrantes europeus. Tanto que eu tomei café da

▶ 01:12:21 manhã somente em em eh em cafeterias italianas. Para você ter ideia, todo o tempo que eu fiquei lá, eu só ia em cafeteria italiana dentro da Bélgica. Cara, é uma uma loucura, não é? E também parei em um em um uma cafeteria turca, bem lembrado. Parei em uma cafeteria turca lá. Eh, mas você passa, estavam eh eh estava ocorrendo junto às eleições europeias ocorriam eleições distritais na Bélgica. Eh, sabe qual era a principal bandeira em alguns bairros? Palestina. A questão

▶ 01:12:53 Palestina era a principal bandeira dentro das eleições distritais da da de Bruxelas. É um absurdo. É um um um contracenso, não é? Eh, e bem, não é nada, é à toa. Bruxelas é o coração da burocracia europeia, né? E acho que nada mais desterritorializado do que o coração da burocracia europeia. Ó, olha só, seis, sete pessoas morreram num período político do mesmo partido. Claramente não é coincidência, tem alguma coisa aí. Não dá para saber se

▶ 01:13:24 foi, não dá para saber os motivos, mas alguma coisa tem, não é coincidência. Não existe coincidência nos >> os alemães tem um histórico de de assassinatos dentro de partidos de direita, né? Outra, eu acho que é inevitável, inevitável a panela de pressão, tá? A pressão tá ficando cada vez maior, até porque teve, parece que teve uma liberação aí das bigs sobre o assunto, porque o que tá pipocando o vídeo nes ú nesse último mês de a gente eh pegando pick pocket e e

▶ 01:13:56 pegando indo atrás lá na França de de Scammer e em Frankfurt. Ah, assim, no YouTube tá me mandando o Eu assim, eu nem sigo muito esse tipo de coisa. É porque eu eu seguia o o Baldin Bank Rupt e aquele aquele careca brasileiro que faz viagem que esqueci o nome carioca engraçado para car de raiz >> o nome de raiz e começou a aparecer e é só é só material assim tem um vídeo que o que o Kurt postou esse eu já segui há bastante tempo, ele postou ontem

▶ 01:14:27 visitando Paris eh expondo eh scammer em Paris e tudo imigrante cara deu assim 3 milhões de views em dois dias. Isso assim tá bombando. Eu desconfio que seja as Big Texas meio que liberaram, porque a gente também já sentiu nesses últimos dois anos, a gente tá conseguindo falar mais coisas na internet, no YouTube, principalmente, coisas que a gente não conseguia falar antes. Eh, agora tá acontecendo isso. Ah, eh,

▶ 01:14:57 tá tendo convulsão social na Inglaterra, tá tendo na Alemanha. Eu não sei como é que tá Portugal, mas provavelmente é que é em Portugal, eu não entendo. Tá tendo manifestação em Portugal, Orlando, ou não? Ainda o pessoal ainda tá meio >> já se vai ter manifestações agora. Olha só, e vai ter manifestações agora, dia 7, eu acho, 7 de setembro, tem manifestação a favor de Jair Bolsonaro. Não, não é isso. Você e >> não é isso. >> Eu acho que quanto mais demorar a remigração, pior vai ser. vai ser

▶ 01:15:29 violenta. Quanto mais demor acho que é inevitável ter imigração >> em algum momento resposta vagabundo. Você fez a pergunta, você espera a resposta. Deixa eu terminar agora. Muito obrigado. Voltando. Você >> J tá o Banguelito tá [ __ ] né, cara? >> Ele ficou, ele ficou, ele fica irritado, cara. Calma, Junito. A gente tá brincando, cara. Eh, vai ter manifestações agora, dia 7 de setembro, porque eles fizeram uma nova lei de estrangeiros aqui em Portugal, foi

▶ 01:16:00 aprovado no parlamento e foi chumbado pela pelo o presidente da República rejeitou e mandou para a Suprema Corte. que a Suprema Corte de Portugal, o Tribunal Constitucional, não é, que não é Suprema Corte, é o Tribunal Constitucional, eh, foi lá e disse que era inconstitucional e derrubou a lei. Então, você teve um uma solução política que me parecia, em certa medida, muito muito boa, né? aumentava tempo para

▶ 01:16:30 reduzir alguns vistos, eh eh aumentava o tempo para para a nacionalidade, você aumentava algumas regras e eh simplesmente foi derrubado pelo eh pelo Tribunal Constitucional. Então, agora, dia 7 de setembro, nós teremos uma manifestação em Lisboa, eh, tocada pelo Chega e que vários grupos nacionalistas e identitários estarão compondo. E Junito, me desculpe, eu não estava, eu não estava não estava brincando, eu não estava brigando, eu estava brincando com você, meu amigo.

▶ 01:17:00 E eu vejo também um aumento gigantesco assim do o o racismo por por conta da imigração e por conta dessas políticas tá crescendo assim assustadoramente. Não só na Europa, tá? Não só na Europa, no mundo todo. >> Um tem um ódio, tá tendo um ódio online aí contra indianos ultimamente que é absurdo, mas assim, né? >> Vamos lá, né? O que aconteceu? O que aconteceu com com os indianos é a coisa

▶ 01:17:30 mais engraçada da história, porque é o seguinte, por décadas o o indiano o indiano era visto como o apu. É um homem trabalhador, com família, pá, foi tirara, é sério, não é loucura. Tem algum tipo de correlação entre o apu sair dos Simpsons e o indiano ser visto como um uma criatura abjeta? Porque cara, passou de, olha só, olha família de migrantes, trabalhadores, exemplares para gangues de estudadores e pessoas que não sabem usar banheiro. Essa é a imagem do indiano pro mundo agora. Tipo,

▶ 01:18:02 cara, >> paquistanês, principalmente, né? Bangladeste. Tipo, >> imagem, é, mas o que passou na imagem foi que as pessoas começaram a conviver com eles, né? >> Você quando vai conviver com o o Apu, aí você conhece Apu, Abu, sei lá o nome do personagem. Quando você vai conviver com o Rajid, você começa a ver quem é o Rajid e a esposa dele e os filhos. E e você chegou a ver o caso canadense, a o a quantidade de indianos que está entrando no Canadá ao longo dos últimos. Sim, sim. >> Cara, entrou mais entrou mais indiano

▶ 01:18:33 nos últimos do anos do que nos últimos 30. >> Sim. Eu eu fiz uma live sobre o Canadá, sobre a questão canadense. Eu fiz uma live sobre a questão canadense, porque a questão canadense é assim: se existe um país que escolheu o suicídio, obviamente tinha que ser o Canadá, né? Não poderia ser outro. Um país que fala francês e inglês não poderia ser outro para para escolher o suicídio. Eh, eles escolheram o suicídio e é terrível. Eh, sobre a questão indiana, cara, alguém um

▶ 01:19:04 dia vai conseguir me explicar o seguinte. A direita europeia passou os últimos 20 anos falando sobre o risco de islamização na Europa. Eh, só que eles olhavam para os árabes, não é? E então as elites europeias decidiram simplesmente abrir abrir abrir fronteiras para hindus e muçulmanos do eh do Bangladeste ou do Paquistão. Simplesmente eles mudaram a composição étnica daqueles que invadirão seu país, a continuando a abrir, seja para o

▶ 01:19:35 islamismo agora do Hindustão, ou para o hinduísmo, que é da eh eh predominante na Índia. Eh, está havendo obviamente uma mudança no perfil étnico daqueles que estão a invadir os países europeus. E o pior, agora tem uma questão pior. Eles estão eh o o aqueles que estão a a emigrar são muito piores, a meu ver, no sentido de produção, de

▶ 01:20:06 produtividade, de capacidade econômica, de capacidade até mesmo civilizacional, do que os tão temidos árabes ã que estavam chegar até pouco tempo. o o risco de violência sexual é maior com eles. A assim, a forma como eles se agrupam e vivem é terrível. É, obviamente é um um e eh cara, eu não sei como explicar para vocês, mas se você qualquer lugar que tiver um indiano, o cheiro de cario que

▶ 01:20:38 vai subir é tenebroso. Qualquer lugar que você tiver o indiano, ele estará com o telefone ligado, porque além de tudo ele é meio carioca, com todo respeito ao bombeiro Rafa. Tava demorando. Tava demorando. >> Não, mas o indiano ele é meio carioca porque ele anda com um celular sem o fone de ouvido. Ele tem que falar no telefone com aquilo ali ligado no viva voz. Por por algum motivo todo mundo tem que ouvir. Ainda bem que ninguém entende

▶ 01:21:08 aquela [ __ ] daquela língua dele, mas todo mundo tem que ouvir aquela belíssima conversa. Eh, eles são eh completamente mal educados no sentido de não saberem respeitar fila, de não saberem respeitar ambientes fechados. É algo muito difícil de você conseguir conviver, né? E ele >> novo da ópera a hoje, basicamente o mundo está entendendo o os motivos das petromarquias tratarem indianos como eles sempre trataram. tá muito na cara,

▶ 01:21:38 tipo, porque [ __ ] que pariu. Inclusive, só para deixar o pessoal aí com com medo, pessoal que tá assistindo essa live, a gente tá tendo uma uma imigração de Bangladestas pro Brasil. >> Grupos gigantescos de Bangladestes estão vindo para vindo para cá >> como se já não passasse todos os problemas que a gente tem. E e Bangladeste. Eu eu eu assim já conheci paquistaneses, já conheci bengales que é de Banglad, já conheci indianos aqui. Eh, eu posso dizer, sem

▶ 01:22:08 dúvida nenhuma, os de Bangladeste são os mais perigosos de todos. Eles são extremamente viol Não vai. Paquistanes são piores. Acho que paquistanês é a pior desgraça que existe no mundo, >> não é, cara. Não é à toa que Deus levantou os Himalaias para separar a civilização da do da daquela região, cara. Tipo, tudo tem motivo, bicho. >> É, não, Windowsão. É porque aquilo ali a gente chama de indiano, mas não são só indianos, né? Tem paquistaneses, nepaleses, você tem eh bengales e tal.

▶ 01:22:40 Quando você pega todo o indostão, cara, aquele subcontinente é o que foi que houve? Deixa eu, deixa eu só retirar minha pré-candidatura ao governo do estado, né? Dado os comentários aqui que aconteceram, certamente >> eu não conseguirei mais votos. [Risadas] >> Era uma piada. >> Ai, meu Deus. >> Mas é uma coisa, eu acho que nenhum lugar do mundo. É, é que assim, é um, >> cara, é um problema que tá acontecendo,

▶ 01:23:10 porque veja, então, assim, com certeza vocês estão recebendo esses vídeos, né? E não é só da Europa, tá? É Austrália. I o vídeo ali, Júnior. >> Japão, cara. Japão tá tendo manifestação no Japão para tirar os indianos de lá. Então, >> detalhe, foi uma imigração minúscula, foi uma imigração de apenas 30.000, cara, que o que o carioca e o carioca, o brasileiro, o paulista vai conhecer muito bem. O que acontece? Vem muito imigrante, eles começam a invadir coisa, começa a criar guetos e a e a e criam

▶ 01:23:41 uma lei própria e criam territórios de que tem lei própria. Nem a polícia pode entrar, ninguém pode entrar. Ali viram um território deles em outro país. >> Deixa eu dividir uma história com vocês aqui. >> Pode falar. >> Eh, eh, primeiro assim, ô, ô, Orlando, você cometeu um erro que, na verdade, não é Bélgica, mas chama Belgistão, né? Já mudou o nome, não. Isso tem uma questão, cara, inclusive que é a taxa de natalidade, né, entre muçulmanos, que inclusive eh

▶ 01:24:13 eh podem casar com mais de uma mulher, né? Então eles têm muitos muito mais filhos do que eu não sei quanto tá a taxa de natalidade na Europa agora. Deve ser >> baixa 1.4, dependendo do país. Menos de dois, com certeza, né? Menos de dois, com certeza. Só que tem uma ponto também e o imigrante ele a taxa de natalidade dele despenca depois da na da segunda geração em diante a um nível abaixo inclusive dos nativos europeus. >> Se é um dado que eu tivesse pouco faz pouco tempo na Noruega, basicamente um estudo da Noruega, os imigrantes árabes

▶ 01:24:44 vão para lá, eles têm uma taxa de natalidade menor do que os norugueses. >> Mas sabe por >> da segunda geração? Porque vem homens basicamente na atalidade quando eles já vem com família quando, como vem muito homem eles não conseguem parceir nos nos países que eles estão. Então eles já não >> é o deixa eu dividir uma história aqui. A gente eu fui atender uma ocorrência de de incêndio e o Rio de Janeiro já tem muitos imigrantes, né? Na região dos lagos, por exemplo, tem muitos argentinos. Hoje está de Mino, mas teve

▶ 01:25:15 uma época assim que tinha muitos argentinos na região dos lagos, assim, alibúzios, Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, etc. E mas nós já temos na capital muitos imigrantes, nós temos muitos chineses, por exemplo, né? Muitos chineses, mas já temos, já estamos recebendo um número grande de indianos lá. indianos. E aí vou colocar, não serei tão eh tão generalista como meus irmãos aqui foram, né? Mas eh eh nos termos críticos aos outros países, mas eu a gente tava foi atendendo uma

▶ 01:25:45 ocorrência de incêndio em um prédio que era um prédio de kitnets, tá? Era um prédio de kitnet e aí nós fomos atendendo uma ocorrência de incêndio lá. Já me espantou que quando nós chegamos já tinham assim com a roupa molhada, suja, ou seja, gente que estava no apartamento incendiado, já tinha uns seis indianos ali. Eu tô tratando como indianos porque eu realmente não sei a nacionalidade, mas com a a fisionomia. de pessoas daquela região, tá, do mundo. Então, não sei se são paquistaneses, se são indianos, etc., enfim. Seis, já eram

▶ 01:26:16 seis ali embaixo. E aí a gente conseguiu se comunicar com eles e falou assim: "Tá, já saiu todo mundo do apartamento?" Não, tem gente que não quis sair. Resumo da história, era uma kitnete e tinham 16 pessoas morando naquela kitnet. >> Só >> 16, cara. Não, ali em uma cidade do interior ali, a minha cidade, Marechal Rondon, >> eh, tinha 20 22 numa salinha, numa kitnete. Não é kitnet, é uma casa muito

▶ 01:26:48 pequena, essas casas de BNH, sabe? >> Aham. >> 22 de Bangladeste que foram lá trabalhar no >> eram 16 pessoas. Assim, eu fiquei assim, eu como quando a gente entrou no apartamento, assim, o apartamento tava bem destruído pelo incêndio, então assim, eu não tive como ver como é que era a disposição das coisas ali, mas eram 16 pessoas morando num apartamento que era uma sala e um quarto. 16 pessoas. Eu fiquei assim muito muito impactado, muito muito muito muito muito muito impactado com isso. E a gente não tá nem perto do que tem vivido a Europa,

▶ 01:27:18 realmente, né, assim, um é um negócio e >> morreu, né? Morreu um imigrante >> eh da Tunísia, né? Morreu em Marsélia ontem, né? Ele pegou uma faca, tava desempregado, foi despejado. Você viu isso, Rolando? >> Não. >> Ele foi despejado, eh, pegou uma faca, esfaqueou cinco pessoas na rua Marcela e a polícia neutralizou o agressor. Um imigrante da Tuníia, desempregado, sem emprego, sem dinheiro. Quão, o quão recorrente será isso daqui paraa frente? >> Olha, eu sei que a gente fica com medo

▶ 01:27:48 de falar as coisas porque tudo e isso que é é difícil, né? Você falar o básico, que é o básico assim, desde a história humana. as pessoas de diferentes, né, de diferentes nacionalidades e tribos assim, brigam pelo espaço. Brigam pelo espaço. A gente tem que tomar cuidado às vezes e tal, com medo de de ser indelicado ou xenofóbico, cara. O cara não, a gente tem que começar a falar as coisas pelo jeito certo, porque já pararam para pensar que a Índia pode, eu vi essa

▶ 01:28:19 conta hoje no Twitter, >> eu também. A Índia pode despejar 5 milhões de pessoas em cada país do mundo. E ainda aí ainda eles ficam 400 milhões de pessoas vivendo no país. >> Nossa, >> cara, isso é um pesadelo, bicho. Isso é um pesadelo, cara. Sabe sabe o o real problema é que eu penso a questão de de longo cara, vamos lá. Aqui no Brasil o o Brasil é um país que está à beira do colapso, sabe? Em todos os sentidos que você pode imaginar. É um país que [ __ ] que são tantos problemas, só que não são problemas da da ordem dos problemas

▶ 01:28:50 europeus, sabe? A gente não tem as questões deles aqui. É uma pouco mais prático, são problemas muito físicos. É crime organizado, elimina o crime organizado, bota as pessoas para estudar, problemas de infraestrutura, problemas logísticos, não é uma questão europeia que lá eles estão falando de questões étnicas e raciais. E é um pesadelo aquilo. Lá a gente já resolveu essa questão aqui, pelo menos. Só que, [ __ ] a gente vai trazer imigrante para cá, eh, no momento que o Brasil está na na situação que a gente vive agora, é

▶ 01:29:20 tipo, é a receita da desgraça, porque o Brasil, imagina que se América para algum milagre acontece, eles se fecham a Europa também, cara, o Brasil não é um país tão ruim assim quanto o que eles vivem. Eles vão optar por vir para cá em massa também. Então, >> só uma dúvida, a gente pode evitar isso. >> Mas você tá falando que imigração é ruim, mas até de angolanos, >> [ __ ] Sim, >> porque agora agora quero saber isso. Você tá falando de indiano, não fale do dos meus Angola lovers.

▶ 01:29:50 >> Orlando, eu sei que eu sei que ó, o Orlando, o Orlando tá dando uma de manga aqui agora. Ele tá querendo mandar os caras para cá, arrumar a cidade dele lá. >> Não, mas tem que pensar o seguinte, cara. Você tem que pensar o seguinte. Em um momento a missão vai est vai transformar o Brasil numa potência, fazendo um chip para caramba e tal. A gente vai est assim potência no mundo, a gente vai ser o líder do mundo lusófono, cara. >> Vai, mas tudo tudo, tudo. >> Mas vocês compram daí que a gente vende daqui, tá tudo ótimo, sabe? Negócio,

▶ 01:30:22 negócio, amigos. >> Ó, a gente precisa ir para as participações. Já estão me cobrando aqui que vai ter uma live depois disso. A gente precisa as participações. Ô, Junito, aguenta só dois minutinhos para falar uma coisa. Coisa rápida mesmo. >> Dois. É, não, coisa rápida mesmo. Eh, e o que a gente tá falando aqui, porque a gente tá falando muito sobre os indianos e o brasileiro é um tanto quanto indiano pro resto do mundo. A nossa cultura se manifesta dessa mesma forma, tá? A nossa forma de agir é no geral muito parecida com dos indianos. Eh, e esse é um

▶ 01:30:52 problema, mas acho que a gente pode discutir em outra live. Só que tem uma coisa que é muito importante, a distinção fundamental entre o que a gente pode chamar de identitarismo austríaco e o identitarismo francês, que eu falei anteriormente, é que o austríaco ele pensa na questão racialista, que é brancos podem coexistir, negros não podem coexistir com brancos. É isso que eles, eu tô assim, resumindo, resumindo, resumindo. Já os franceses, eles dizem que a questão fundamental é cultural, que é se você tiver uma sociedade culturalmente coesa, ainda que com diferentes etnias

▶ 01:31:24 ali dentro, ainda que com etnias eh diferentes, você consegue ter uma sociedade saudável. E eu entrevistei recentemente o professor Pedro Cuevas, eh, da universidade aqui da da Espanha, ele que é um grande escritor sobre as direitas europeias e sobre direita espanhola. E ele disse que para ele coaduna muito com a questão ah do sul da Europa, né, com essa ideologia mais francesa para cá. E ele disse que a grande chave política para os identitários e para os grupos de

▶ 01:31:54 conservadores é exatamente a questão cultural. E é por isso que tanto indianos, quanto árabes, quanto qualquer outros, você vai ter uma dificuldade maior de assimilação, porque é uma diferença de língua, de etnia e de eh e de cultura. Já com povos culturalmente próximos, você consegue fazer essa assimilação mais fácil. Mas eu acho que aí a gente consegue fazer depois uma discussão mais mais ampla sobre isso. >> Não é cavou a própria cova. Em vez de de bom, é complicado falar isso, né? Mas em

▶ 01:32:25 vez de abrir as portas pro trabalhador da da Latan que de um jeito ou de outro é um pouco mais similar, não. Eles decidiram trazer gente de outro, de uma civilização que sequer é compreensível pela cabeça europeia. Mas é uma Vamos lá, temos que ler. O Gabriel Zoque mandou R$ 5. Marmita de bandido. Apenas não quer aceitar. É o aquele que a gente tava lendo lá antes. >> Ah, >> o Leandro Issa mandou R$ 10. Rafa, nossa turma da da Academia MBL, elaborar um PL

▶ 01:32:56 em que escolas públicas poderiam aceitar doações da iniciativa privada. Qual sua opinião em governo Rafa Luz? Sancionaria essa pele? Bora missão. >> Rapaz, não sei se vocês sabem, eu sou professor da academia, mas também sou aluno, né? E esse PL aí, rapaz, mas deu um debate isso. Mas deu um debate. Eu acho muito ruim a gente ã ã não vai exigir, né? Mas a gente pedir que as pessoas doem dinheiro para uma

▶ 01:33:27 instituição que é pública, paraa qual elas já pagam o imposto, né? Elas já pagam imposto para ter a educação pública de qualidade. Eu acho que doações voluntárias eu não vejo problema. Olha, eu estudei nessa escola aqui, ã, fui muito bem sucedido, saí daqui, fiz uma faculdade, pô, abri uma empresa ou passei no concurso público, me tornei juiz, enfim, eu quero fazer uma doação pra escola, cara. Beleza, muito bem, vai lá, conversa com a diretora e doa. Daí você ter isso sistematizado pelo governo, é, eu é assim, eu tô dando minha opinião aqui

▶ 01:33:57 agora acho muito delicado a gente, dado a realidade do nosso país, eu sei que nos Estados Unidos, por exemplo, é muito comum, né, doações para universidades, etc., é muito comum. Mas vamos combinar que nós não estamos ainda nesse nível de entendimento. Mas se vet vetaria esse pele, não, mas discutiria bastante. >> Isso me fez lembrar um quadro do CQC que eu acho que foi o Danilo Gentile, acho que foi ou o Rafinha Bassos na época eles doaram uma televisão para uma escola, eles colocaram GPS dentro da

▶ 01:34:28 televisão, depois eles foram atrás e tava na casa do secretário do da cidade. Ah, não é, pô. É, é, então existe uma questão cultural, né, Junito, nisso tudo. >> Ai, meu Deus. >> Questão cultural. Mas obrigado pela pergunta, meu irmão. Grande grande camarada do Rio de Janeiro. Lembrande camarada. >> José Viana mandou R$ 5. O único acordo que eu aceito com o crime organizado é eles entrarem com a cabeça e o estado com as guilhotinas. Eu eu não vou falar a minha minha opinião

▶ 01:34:59 sobre guilhotinas e execuções públicas, porque isso aqui é uma live institucional, mas na no canal do Junito que eu vou fazer live depois, inclusive vou eu vou tratar dessa questão do da eu vou fazer react ao Kurt lá lá na na França inclusive, né, no país da das execuções públicas. Eh, então assistam lá. Vai tá no JBL, vai tá na na na Twitch. Como que é o nome daquela outra rede? A Kick. Vou fazer na Kick. Ah, aquela rede. >> Fazer live hoje?

▶ 01:35:29 >> Vou daqui a pouquinho. 10 horas. >> Você faz também, Orlando? >> Hoje não sei se vou fazer. Vou. Acho que hoje não. Fiz. Hoje de manhã, não sei se faço agora à noite. >> Então é, >> tô com uma, tô com uma, uma notícia quente aqui, hein. >> Ih, diga. >> Eh, pesquisa Atlas para o Rio de Janeiro, eleições 26. Não, infelizmente não estou na pesquisa. Queria dar essa notícia para vocês, mas não estou. >> Hum. >> Mas maior na quais são, na sua opinião, os maiores problemas que afetam o estado do Rio de Janeiro hoje em dia? Maior

▶ 01:36:00 problema apontado por 93.5% da população, criminalidade. >> Em segundo lugar, a corrupção, 49,5%. E aí, em quem você não votaria de jeito nenhum? Eu acho que aí enterrando as chances de querer ser candidato de novo, Wilson Witzel, 69, da população não votaria de jeito nenhum no Wilson Witzel. E em Flávio Bolsonaro,

▶ 01:36:33 48% da população não votaria de jeito nenhum. É, o problema é que eles vão voltar pro Senado, ele vai ter de novo. Nossa, o que esse cara custou aí para pra revolução patriota? >> É, Senado ele aparece em primeiro lugar, né? Em segundo lugar, Benedita da Silva. >> Nossa Senhora. É, é complicado. É complicado. Eu acho que se eu fosse bolsonarista, eu votaria no bosta do Bolsonaro. Cadê? Cadê o Guilherme Santos? Mandou R$ 10,90. Com esse corte Orlando não entra

▶ 01:37:04 em El Salvador. >> Cara, que que tem meu corte, cara? Que que tem meu corte? >> Esse corte dele é é o corte da escola lá em El Salvador. Pode cortar sim. Eu ouvi os cortes. >> É que aqui os jovens dinâmicos de Portugal e da Europa usam assim, cara. >> O ADM, mas você já passou da fase de ser jovem há muito tempo, cara. >> Para com isso, cara. Para com isso. >> O ADM mandou R$ 5. Natas entrovação do M está mais baixo que a do Lula e agora vai segurar o câmbio na marra. Mais uma vez, neoliberalismo não funcionando

▶ 01:37:35 ainda. Vocês estão duvidando? Milei, pô, ainda depois de tudo, tudo que tá acontecendo, vocês ainda estão estão na nessa negação com Milei. Pô, o Sir Richard mandou R$ 15. Olá, Pardo, Orlando, Junito e Rafa. O que acho da ideia de que para ser juiz desembargador tem que ter mais de 3 anos de experiência como soldado ou policial de campo que nem no livro Starship Troopers? Não, na minha opinião, isso seria para qualquer um que fosse trabalhar no setor público ou se candidatar, igual no livro St Troopers.

▶ 01:38:06 >> Eu acho muito boa essa ideia. >> Eu eu não se eu eu gosto da ideia de de É que o Brasil não é um país lá que tem uma tradição militarista, né? Daí não, não, não sei até até que ponto isso seria bom, mas sei lá, tempo >> não tô falando sério, tipo, eu tem tem, mas tipo naquelas, não é, a gente não tá falando da da e de da porússia do século XIX, tipo, é o Brasil, tipo, não é não é nesse nível de militarismo, né, um serviço, sabe? >> É porque o nosso a nossa tradição militarista, ela é diferente, ela é de

▶ 01:38:37 sublevação, não é? Não é de ordem, é de de é é no contrário, de ruptura. E esse é um problema sério no Brasil. A nossa tradição militarista, ela é ela é contrária à de outros países. A tradição russa ou a tradição alemã no sentido militar, ela é de imposição da ordem. A tradição militar brasileira é de quebra da ordem. É, é algo muito nosso. >> É tipo, pô, >> é, mas imagina agora, imagina um monte de página de fofoca. >> Você acha quantas pessoas que seguem essas páginas e compartilham não

▶ 01:39:07 votariam? Só pensar. >> Eu vou dar uma vou dar minha opinião aqui para mim. Se você vai trabalhar como juiz de uma vara de execuções penais, por exemplo, ou de uma vara criminal, você precisaria passar pelo menos três meses trabalhando na Polícia Militar ou numa assim dois meses na rua ou um mês numa delegacia para você entender qual é a realidade daquilo que chega para você lá. Então a inclusive para promotores também, defensores públicos, vai trabalhar na área criminal, tem que passar fazer estágio na Polícia Militar e na Polícia Civil. Aí você pode, >> eu acho esse ponto muito razoável numa

▶ 01:39:37 numa numa futura reforma administrativa, não é? Sim, razoável. >> Não acho nada de absurdo, né, amigo? Você passa umudia a ideia do Starp Troopers. Essa é bem razoável e bem possível. >> Poderia mudar muito, cara. >> Você precisa entender a você entender do gente como policial militar às vezes chegava lá e assim se ia depor e o juiz tava completamente assim. E a gente falava, né? Você tá tendo um ano para pensar aí, tá no ar condicionado. Eu tive um milésimo de segundo para decidir. Então você precisa experimentar

▶ 01:40:07 essa realidade ali. Você precisa inclusive porque juízes têm porte de arma, por exemplo, promotores têm porte de arma. Então você vai experimentar a realidade do policial lá para depois você poder julgar entendendo qual é a realidade desse profissional, né? >> Muito bom. >> É, nesse sentido, nesse sentido eu acho muito melhor. É que eu tava pensando no serviço militar exército, não tinha pensado na parte policial. Aí sim, [ __ ] sei lá, até um ano, três meses, acho que pouco, um ano de de de estágio ali na polícia. É isso, >> [ __ ] O cara que vai ser juiz pelo resto da vida dele.

▶ 01:40:37 >> É, é bem pouco, né? >> Para ele poder contribuir melhor com a sociedade, né? Bem bem pouquinho. Paga um ano de etapa ali para depois você ficar os outros 29 cheio desses privilégios que eles têm ali, né? >> Resolvido o problema. >> Barros mandou R$ 10. Orlando, fale sobre o Chega. Não vai dar tempo para ele falar. Eu só vou poder ler aqui alguma coisa que já estão me cobrando para terminar que vai ter outra live agora. Orlando fala sobre o Chega. O AD é uma opção melhor? Quero ir para Portugal com visto de estudante, mas vi que chega quer limitar apenas para cursos superiores. Vou fazer um curso técnico

▶ 01:41:07 sem no sem fim. Valeu. É melhor ou não? >> O Chega? Eu eu sou muito próximo do Chega aqui, né? É meu partido. >> O José Viana mandou R$ 10. Rafa, eu tenho uma solução inicial para o Rio de Janeiro. Um, evacuar as pessoas de bem favelas. Dois. Muito. Deixa na live, deixa na live, >> deixa, deixa, deixa para lá. Obrigado, Jo. Hard mandou R$ 10 e pera, vamos ver o voto favorável do M. >> Ess essa só para fechar essa de evacuar as pessoas ali queiram uma opção, por

▶ 01:41:38 exemplo, sei lá, vamos trabalhar para pega uma região do país aí que tá na costa que não tem desenvolvimento real, pô. Cidade dá levantar a cidade planejada ali, oferece uma saída para as pessoas para lá, se elas quiserem, sabe? Elas vão pagar para estar lá. em vez de estar na cidade do Rio de Janeiro, que eu não sei se fisicamente cabe eh um bairro novo planejado, tipo, sei lá, tipo, quer ir para aquela cidade na costa, sei lá, da da da Bahia, tipo, quer ir para lá, você vai para lá e vai pagar um valor muito menor de pagar

▶ 01:42:09 assim, até para você tirar as pessoas, cara, olha só, quem mora, >> quem mora na Rocinha hoje, por exemplo, quem mora na providência, tá colado no centro da cidade, a Rocinha tá na zona sul, a mobilidade urbana no Janeiro é muito ruim, então ninguém quer sair da onde tá, porque não vai conseguir se deslocar para trabalhar. depois também. Então esse é um esse é um ponto das coisas estão muito conectadas, os problemas estão todos conectados entre si. >> É, isso poderia valer para várias outras cidades, sabe? Tipo fazer, tipo, pega, sei lá, região, a parte totalmente destruída de de Belém, que todo mundo agora tá falando de Belém, né? Tipo, se a pessoa quiser, quiser sair dali pr pra

▶ 01:42:40 outra cidade, porque Belém não comporta mais gente, para cidades planejadas na costa. Eu gosto dessa ideia. >> Ó, o Hard mandou uma um super chat espinhoso, acho importantíssimo. Mandou R$ 10. Impera como o voto favorável do Mateus Batista no plenário de Joinville comenta 498 para 556 o número de comissionados favorável pelo aumento da migração em Massa do Sul. Reestruturação assim é é óbvio assim e eh o Joinville precisava precisou contratar muito professor, muito agente de saúde para

▶ 01:43:10 comportar o que tá acontecendo lá por causa da migração. Prova que o o Mateus Batista não é esse xenofóbico que estão falando. Não, ele ajudou. Não, vamos preparar aqui. Eh, Joille vai receber essa galera e votou a favor para para ter tem que contratar a gente para trabalhar, porque tá tendo que abrir escola, tá tendo que abrir posto de saúde para eh para comportar para receber os imigrantes que estão chegando lá. Então, muito bom. >> Tipo, é isso ou qu qual que é outra alternativa? Tipo, não existem mecanismos para controlar a migração.

▶ 01:43:40 [ __ ] vai fazer o que então? Isso ou proibir ou ou devir aquela fake news do pop lá daquela daquela página ou é proibir todo mundo de ir. >> É tipo esse mecanismo não existe. Então tipo você tem que receber as pessoas da melhor forma possível. Vai fazer o que, [ __ ] não tem o que fazer. É o Batista tá fazendo certo. Pronto. >> Dá dasções dele. >> Jefferson Jefferson mandou R$ 10. Ah, familiares de bandidos não dá para tirar isso das PMs de rua. Preocupação definitiva. É o dinheiro mais efetivo. Estrutura nessas áreas. Não.

▶ 01:44:10 Em primeiro mandato, acha que daria para retomar alemão, Penha, Maré, Rossinha, Israel, CDD e IRP? >> Acho, acho, acho >> fala, >> fala de novo. >> Acho possível, acho possível tomar, manter o controle e ali ali por essas comunidades que são mais na meira da Vida Brasil, a gente consegue espaço para reurbanização ali, por exemplo, porque elas são planas, né? Elas não são, elas não estão em morro, né? Assim, algumas ali até tão >> prendeu, matou, prendeu, matou. >> Foi sem querer, Rafa. Eu juro que tava esperando se acabar. >> Não, mas dá, mas dá, dá dá, dá para

▶ 01:44:41 tomar, dá para retomar. A, o, a própria PP, assim, a ideia do negócio era boa, né? E assim, durante um tempo funcionou bem, né? O PP e tudo, mas aí assim, foi a anestesia da cirurgia. A cirurgia mesmo não chegou, né? Mas dá. >> O FF mandou R$ 10. AFA, tem como passar um PL que torne corrupto em traidor da pátria assim podend Não. >> Hum. Não, calma lá, pô. Traição da pátria. É, não, >> não. Rafa, você tem números, você tem números reservas. Qual o problema de os

▶ 01:45:11 executar aí? São jovens lamentos escolher o crime. Se tem uma centena de reserva, executar 1000. Calma lá, calma, gente. Pelo amor de Deus. Vocês estão muito, vocês estão Calma. Vamos fazer as coisas certin. Vamos fazer as coisas certinho. Vai dar certo. Confia no plano. Você só tem que confiar no plano. >> Confia no plano. Exatamente. Gente, olha só. Eu não posso, eu não posso. Você não falou assim, eu falei mais uma, eu vou repetir porque assim, tá, talvez seja difícil de entender. A gente vai comprar uma guerra com crime organizado. Aquelas pessoas que são que são infratores da lei serão presas e aquelas que

▶ 01:45:41 resistirem serão neutralizados. Ponto. Isso é o estado legal de direito no Brasil. Mas eu não posso me tornar a pessoa que eu deveria prender por estar agindo de maneira violenta e completamente à margem da lei, porque eu sou o estado e eu tenho que dar um exemplo como estado. Então, e assim, vamos parar com essa ideia de um estado ah em que a gente sai matando pessoas a exmo, porque a gente prevê que ela pode ingressar no crime organizado e vamos passar a ser um estado que pune com rigor aquele que já é o infrator da lei, que comete a lei e dá oportunidade para

▶ 01:46:13 que outras pessoas não sejam essas outras no futuro, mortas ou presas. É isso. Chesl TV mandou 10€ comprou a live aqui. Nossa senhora. Esses políticos do AFD são candidatos de milhares de candidatos a vereadores, não remunerados, todos com doenças de acima de 60 anos, uns acima dos 80. Só alemão. Confia. Essa não procede. Eu confio no Chlana. >> Ele acho que ele policial, né? Acho que ele é um policial, né? Na Alemanha, né? Eu recebi um contato de um rapaz que é segue a gente, gosta, que é policial na

▶ 01:46:43 Alemanha. A gente tá trocando mais ideias, talvez seja ele com inclusive entre no canal láesla TV. Entra lá legal faz policial policial alemão. >> E para finalizar o Felipe Assis mandou R$ 10. A missão precisa trabalhar com metros para chegar objetivo. Primeiro marcar posição em 2026 com Renan. Segundo cláusula de barreira. Então tropa de choque com Kim Guto Beraldo paraa federal. É bom pessoal, eu preciso encerrar já assim. Estão me xingando para caramba aqui. Eu queria agradecer a todo mundo. Baita live. Rafa Luz, quando você quiser

▶ 01:47:13 voltar, portas abertas, quando quiser. >> Impera, você não. E aí? >> Valeu, Impera. Daqui a pouco tem live do Impera às 10 horas na Kick. E Orlando não faz live hoje, né? >> Não, hoje não. Junito, obrigadão aí pelo convite. Valeu, Rafa. Valeu, Impera. Vai ter live sua também, né, Junito? >> Hã? >> Vai ter live sua também? >> Sim, sim. faço daqui a pouco. Já >> pronto. Então assistam a live do Império, assistam a live do Junito. Eu vou lá agora cracar o Junito.