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RENAN CHEGANDO AOS 10%! | BANCADA do QI | Pedro Deyrot, Carlos Henrique, Barcellos e Victor Antoun
Renan Santos · 22/07/2026 · 70 min · Partido Missão
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▶ 00:00:06 Estamos ao vivo já. >> E aí, rapaziada? >> E aí, pessoal, tudo bom? >> Mas ou menos. Eu descobri que tem tá o todo mundo, tá o Elon Musk, o Toguro, tá todo mundo fazendo live ao mesmo tempo que [risadas] a gente. Tem seis candango assistindo a gente. Tô mais ou menos bem aí, mas enfim. Ai, >> é, pedir desculpa pelos pelas faltas da de ontem, an e sexta-feira. Estava viajando nas duas, agora estou aqui em Londrina no meu cativeiro, né? Vamos
▶ 00:00:36 fazer um evento no final da de semana com senor Haroldo Medina, com Ja, com Ana Hering, eu e o Will, lançamento de pré-candidatura aqui Maringá e Londrina, na segunda região mais populosa do estado. Então, eh agora estou aqui encafofado. >> Lendário, lendário. >> Bom, é, >> agora o Marcelo não tá travando. Pode falar aí. Eu ia falar, mas não é, eu tô travando, mas não. Hoje foi um dia infernal. Velho, eu eu acordo, eu tô no
▶ 00:01:08 balanço geral porque aparentemente [risadas] e eu soube pela imprensa que o Ministério Público resolveu revogar ataque que eu que eu participei, que a gente fez uma ataque do Ministério Público, né? >> Eles estão falando que vocês descumpriram o acordo, né? >> É. E eles estão falando que a gente descumpriu o ataque, querem cobrar R$ 50.000 R$ 1.000 a gente e o procurador ainda coloca que a gente deveria ter a rede social apagada e sem pedido de continuar postando nas nossas redes. E eu digo aparentemente porque eu não tive
▶ 00:01:39 tempo de ler o ofício. Eu fui oficiado há 10 minutos atrás porque sobretudo pela imprensa. Explica, explica pro pessoal o que que é TAC, o que que é o tipo, explica, traduz isso aí que você falou. >> Vamos, vamos lá. TQU é termo de ajuste de conduta. Eu e o Mateus, a gente foi na frente de uma favela, falou que favela é um lixo e que tinha que prender e matar vagabundo faccionado. Por isso o Ministério Público entrou com processo contra a gente, né? A pedido do PSOL e do PT, a gente assinou esse termo de ajusto de conduta. Nele a gente
▶ 00:02:10 precisava fazer um vídeo de retratação e um curso de direitos humanos. Eu fiz meu curso Direitos Humanos e o vídeo de retratação. Inclusive, eu mandei pro Luiz passar o vídeo que eu e o Mateus a gente gravou e vocês vão ver uma parte no curso inacreditável, que é o professor olhando fixo pra tela e falando: "Eu sou homem ainda." >> Desculpa, desculpa por ser homem. >> Não, não, não. Vocês t [risadas] que fazer minha culpa. Eu sou homem ainda. Eu sou ainda. E [risadas] é bizarro. >> Cuidado. Se não vê, sai, sai com esse
▶ 00:02:40 negócio cara. [ __ ] bela >> sai com essa [ __ ] para lá. Não, ó, vocês vão ver essa [ __ ] É, é o o cara do curso Direitos Humanos falando exatamente isso na aula do curso. [risadas] Eu tô eu tô de pinto duro ainda, tá ligado? [risadas] >> [suspirando] >> Ai, ai, que que situa que coisa oreliana, bicho. Que negócio maluco. >> Não. E e aí a gente fez e aparentemente ele disse que a gente tava fazendo em
▶ 00:03:11 tom de deboche. E e você sabe o que é mais bizarro? O processo todo tá em sigilo, né? >> Como que a imprensa soube antes de mim? O Mateus recebeu mensagem primeiro da imprensa e depois do ofício do Ministério Público que a gente estava sendo oficiado. >> É porque sigilo nunca é sigilo, né? Sigilo nunca é sigilo no Brasil. Imagina, não tem as sanções são praticamente inexistentes para quem vaza processo em sigilo e a turma vaza politicamente. Isso acontece com você, acontece com caro, acontece com todo mundo.
▶ 00:03:41 >> Mas agora, mas agora quem vazou? Porque a gente foi ver a lista de visitas, não tá nem o nosso advogado e nenhuma pessoa. >> Ou seja, >> bom, >> eu não posso falar quem eu acho que vazou, né? >> Exatamente. Ex. Eu também não. Eu também. Por favor, não, né? Já tá na berlinda, né, Barcelos? >> É, vamos dar uma segurada, mas assim, >> logo logo novidades quando a gente conseguir ler o processo e se defender, né? Eu eu acho, >> mas eu acho que é legal o Luiz passar o vídeo aí pra galera entender que eu
▶ 00:04:11 mandei para ele, >> tá? tá no tá no gatilho aí, Luiz? É, >> enquanto enquanto ele coloca aqui, ã, eu acho que, cara, TQU é uma coisa que a gente devia se comprometer aqui como deputados eh aspirantes a deputados federal a acabar, porque, cara, não sai nada de bom dessas porras. Você Olha, olha as todas essas taxu, assim, não sei se vocês conhecem alguma que realmente a gente fala: "Pô, legal aqui, né?" tirando alguma coisa ou outra aí de de trabalho análogo à escravidão e não
▶ 00:04:42 todas, tá? Porque vamos lembrar que trabalho análogo à escravidão, no entendimento do MPT, do Ministério Público do Trabalho, é diferente de escravidão, porque quando eles falam trabalho análogo a escravidão, a gente imagina assim, tipo, ah, alguém vivendo numa cenzala trabalhando a troco de comida, pão e água, né? eh sem tipo de remuneração e o entendimento do Ministério Público tem, acho que, se eu não me engano, tem mais de 100 coisas que podem ser configurados como trabalho análogo a escravidão. Tipo assim, a espessura do colchão que a pessoa dorme
▶ 00:05:14 pode ser ah e é aquela coisa tipo estupro, né, que quando tudo vira estupro, quando a sede vira estupro, o estupro deixa de ser estupro. Então, o trabalho análogo à escravidão no entendimento do Ministério Público do Trabalho também eh foi completamente diluído por mais de cento e poucas eh critérios, né? E então assim, realmente essas tax malucas precisam acabar, precisam acabar. A gente vê, pô, o caso do Ortobom lá, que tomou uma multa e uma ataque, porque apesar da CEO da do da
▶ 00:05:45 Ortob ser mulher, a fábrica não tinha nenhuma mulher, meteram-lhe um ataque. O negócio da XP que não tinha nenhum negro na foto, meteram-lhe uma taaque. Cara, tem taque para tudo, tudo que você quiser tem tqu. E é sempre assim, no fundo é um ritual de humilhação política, tá? No fundo isso não passa de um ritual de humiliação política. você chegar lá e você ter que ã assistir um cursinho aonde um cara fala que eu não sou gay ainda, pelo amor de Deus, gente. Isso é parece, sabe quando o
▶ 00:06:17 um exército domina o outro e ele vai lá e fica botando. Eu não vou falar que exército que fez isso, mas tem um caso no mundo árabe, né, aonde um povo dominou o outro e quando ele dominou aquele outro povo, ele foi lá no circuito de TV interno e nas televisões públicas e pegou todas as estações de TV e começou a ficar passando pornografia 24 horas para desmoralizar todo mundo. Assim, ficou passando pornografia na televisão 24 horas. Parece isso, só que com sinal trocado aqui, com uma questão ideológica, né? É o é o Banana Mecânica.
▶ 00:06:48 Is Brasil virou Banana Mecânica, então você tem que ficar lá, [risadas] né? Tipo assim, ah, seja gay, ah, entendi. Seja boi a bunda, ah, entendi. Pô, o cara tem que roubar meu celular e eu tenho que achar bonito. Entendi, cara. É isso. É, é um ritual de humilhação e, tipo assim, não poder, >> é um campo de concentração do direitos humanos, né? Tipo assim, é bizarro. É, >> é, é um ritual de humilhação mesmo. Você ter que assistir um cursinho de ajuste de conduta, que é que é uma questão,
▶ 00:07:18 cara, é uma questão completamente ideológica, não é? uma expiação exato. Não, não é uma questão factual assim, tipo, cometi um crime e o cara que cometeu o crime não tem cursinho. O cara que meteu uma arma na sua cara e botou sua vida em risco para roubar seu celular, esse cara não tem curtinho de [ __ ] nenhuma. E pelo contrário, esse cara ainda tem a pena dele atenuada, né? Porque ele tá lá lendo o livro na cadeia. Esse cara que tinha que se [ __ ] tá fazendo isso. Você que emitiu uma opinião,
▶ 00:07:48 então tem que ser espiado dos seus pecados ideológicos. Tá? Não, não são eh crimes no aspecto juznalista da coisa, não. Não é você não subtraiu a propriedade de alguém, você não eh feriu alguém, não. você emitiu uma opinião e uma opinião que estava buscando, no seu caso, resguardar a o ambiente da cidade que você vive, que é uma coisa completamente nobre, completamente assim, você pega qualquer civilização saudável do mundo, é algo virtuoso e
▶ 00:08:19 você então tem que levar o seu o seu cursinho, né, para falar que você tá errado, os seus antepassados estão errados, aquilo que você defende tá errado, tudo aquilo que os seus pais, seus avós, seus bisavós acreditaram está errado. Então você tem que tomar lá um cursinho de banana mecânica e ficar lá. Ah, entendi. Tô errado. Absurdo. >> Tudo que 80% dos catarenes acham correto, que foi exatamente o que eu falei e mas aparentemente a gente não pode a gente não pode emitir certas
▶ 00:08:51 opiniões políticas. >> Boa. Passa o vídeo aí, >> cara. Para mim tá muito baixo, não tô ouvindo nada. Não sei vocês >> baix. Vamos lá. >> Entre eles, após a publicação de um vídeo de discriminatório se referindo aos moradores do morro do Motó. Segundo esse acordo, eles deveriam fazer uma publicação de uma nota de esclarecimento apagar esse vídeo que estava circulando nas redes sociais e ambos deveriam participar de um curso de direitos humanos. Ao invés disso, eles publicaram um novo vídeo proferindo ofensas e também debochando do trabalho do órgão.
▶ 00:09:21 >> Primeiro, a [limpando a garganta] gente cumpriu o TAQUE integralmente, foi obrigado a fazer um curso de direitos humanos que tem um único objetivo de ser ideológico doutrinário e mudar a minha forma de pensar. >> Caso contrário, a gente não teria visto esse vídeo aqui. >> Eu também faço todo dia a minha minha culpa, porque eu sou eh branco até agora. até agora é até agora também gênero masculino. >> O mais bizarro é como a imprensa descobre fatos de um processo que tá em sigilo. >> Qual que é a intenção disso?
▶ 00:09:52 >> Porque a gente assinou o táxi e cumprimos a risca. Retiramos o vídeo do ar, retiramos tudo que eles pediram e fizemos um vídeo de retratação além do curso de direitos humanos. >> Mesmo assim, a gente ficou sabendo pela imprensa que talvez a gente tenha que pagar R$ 50.000 em mim. E pior, nossos perfis aparentemente vão ser apagados. E assim como foi antes de assinar o TAC, toda a imprensa veio falar com a gente. >> O processo corre em sigilo. Eu ainda nem fui notificado até a data de gravação
▶ 00:10:23 desse vídeo e mesmo assim toda a imprensa sabe >> quem vazou se não tem ninguém autorizado a acessar o processo. >> E aconteceu muitas coisas que a gente ainda não pode falar porque como eu disse o processo tá em sigilo. Mas em breve a gente vai soltar um vídeo falando tudo, ponto a ponto e a verdade vai prevalecer. Ministério Público Federal, >> cara. É é um absurdo. >> Loucura, hein? >> É, é um absurdo que você que você vê lá, tipo, por exemplo, pô, o cara está falando que ele tem que fazer um meia culpa porque ele é branco. Qual que é o
▶ 00:10:54 a a porcentagem da população de Santa Catarina? Então, o estado inteiro de Santa Catarina tem que fazer uma meia culpa, porque o estado inteiro é branco. Eh, o estado inteiro, a maioria da população de Santa Catarina é heterossexual, então estão todos errados e precisam fazer uma meia culpa. É isso que o Ministério Público tem entende que é o problema? O problema é que a as pessoas de Santa Catarina são brancas e por elas serem brancas elas tem elas têm que fazer uma meia culpa, porque é isso, né? pelo que vocês estão mostrando lá da aula é isso. E assim,
▶ 00:11:25 >> cara, é um ritual de expiação religiosa mesmo, Odeiro. É análogo a a você falar que você nasceu um pecador com pecado original, que portanto você tem que se purificar, sabe? E se purificar em relação ao pecado original. E aí isso exige provas constantes de eh humilhação nesse altar secular doísmo ou sei lá o qu. Você sabe que os caras pegam sempre, sempre aprendem com sempre a elite brasileira tem essa mania de aprender com alguma prática esotérica esquisita de alguns países do mundo. E o hoje é assim como já foi, sei lá, o positivismo
▶ 00:11:55 francês é o eh do sei lá, desses puritanos americanos, né, o dos filhos netos desses puritanos americanos. >> E tem que ficar essa expiação, cara. É um ritual religioso mesmo. Não é à toa que é a beleza, é a maioria ali do dos da população do estado que é hétera e branca. E e beleza, o cara tem que pedir desculpa por isso, porque é uma desculpa que que ela nunca vai ter o resultado. É esse que é o ponto, né? Nunca vai ter um momento que vai falar assim: "Ó, você já se humilhou o suficiente e a partir de agora, pronto, ó, beleza, estamos kits nunca vai ter esse momento, sempre vai ser. Eh, cara, faz mais um ritual aí de
▶ 00:12:26 humilhação, faz, dá mais uma prova de você se porque é uma ferramenta de poder, é uma ferramenta de dominação ideológica e e é esse é o problema. E nós como pessoas que estamos eh insurgentes de desse tipo de dominação, cabe a gente, cara, derrubar, porque esses caras estão lá. E por que que esses caras estão lá? Eles fizeram um trabalho, um trabalho ideológico, um trabalho acadêmico, um trabalho de infiltração nas instituições e virou um o Z guys, virou hegemônico. Cara, mas
▶ 00:12:56 graças a Deus a geração Z tá cagando para isso. A geração Z caga para isso. Acha isso uma merda. Isso é coisa de millennial coded. É mal da minha geração e mal da geração que veio antes, né? Geração X. Boomer foi na boomer foi na onda, né? Mas é mal de geração X e mal de millennial coded. Graças a Deus geração Z caga para essa merda. Então a gente tem que catalisar o fato que a geração Z caga para isso e fazer o trabalho direito, entendeu? E chegar lá e quando todo mundo aqui tiver mandado
▶ 00:13:26 falar: "Ó, acabou essa [ __ ] acabou essa [ __ ] Não, não tem mais. Temos que entender assim: "Qual é?" Ah, então eu tava pensando esses dias, então vamos virar e falar assim, pô, do mesmo jeito que o Supremo entendeu que fala mal de gordo é racismo, vamos falar que pedir desculpa por ser branco também é racismo. E qualquer um que fale isso, você se eu entendo, se é assim que a sociedade brasileira funciona, se os caras só funcionam na base da porrada e da e do lógica da minha entrada, né? >> Então é, então vamos equipar tudo ou não
▶ 00:13:56 vamos? E e vamos ver como é que a gente vai fazer. Mas o fato é que assim não dá para ser assim, cara. Imagina, pô, você vai perder a a sua rede social, que é um trabalho que você colocou tantas horas. E não é só não é só você que perde, não é só o político que perde também. Tipo, sabe, o cara que trabalha, às vezes, o cara que tem uma vendinha, o cara que tem uma empresinha, cara, o cara que tem uma empresa grande, os caras enfiam um taque em todo mundo, independente do tamanho. Tem de empresa grande, empresa pequena, toma taque para qualquer coisa. E cara, não dá, não dá para ser assim,
▶ 00:14:27 não dá. E a gente tem que se comprometer e falar: "Pô, acabou, acabou essa merda, acabou". Quem tem que tomar correção comportamental é quem comete crime de verdade, quem rouba os outros, quem assedia os outros, né? Passa a mão na bunda da mulher na rua, bate [ __ ] dentro do metrô. Esse cara tem que tomar a [ __ ] do cursinho e ficar muito preso. Agora, cara, quem emitiu uma opinião e pedir desculpa por ser branco em Santa Catarina, vai se [ __ ] Vai se [ __ ] Esses caras tão maluco.
▶ 00:14:57 >> É [ __ ] cara. Os juízes se tornaram especialistas, juízes promotores, né, defensores, enfim, se tornaram especialistas em tornar o processo legal, ou seja, não a condenação, mas o processo e as etapas intermediárias dele em ferramenta de tortura. cara, é o famoso Lofer, né? O o Barcelos, enfim, eu que eu não seja citado também na ação, mas o Barcelos está claramente passando por isso assim, né? Eh, e através do do enfim, dos estratagemas, né? Da enfim, das concessões que o MP vai fazendo e vai tirando do cara tudo
▶ 00:15:27 que ele tem. E eles sabem no fundo, e eu concordo com Carlos e concordo com Berrô, que é sim, né, de no fundo, no fundo um processo de expiação, mas ele não tem nem a intenção de te redimir, na verdade é só para te humilhar. Nesse sentido, eu acho que é maoísta, na real é o struggle session do mal Setung, né? O James Lind tinha uns textos muito bons sobre isso, assim, ele tem um texto sobre, esqueci, ele fala do Paulo Freire, é o livro dele sobre o Paulo Freire, é, é bem bom. E e ele fala justamente, cara, sobre como é um tipo
▶ 00:15:57 de terror descentralizado que é muito mais eficaz que o terror centralizado, na verdade. Então, tipo, a ideia de que você tem um 1984 e aí tem um um olho gigante fica te observando e às vezes quando ele te vê fazendo merda, ele te pega e te tortura. [ __ ] é muito mais opressivo que você tenha vários entes agressivos dispersos pela sociedade, que eles possam meio que randomicamente te atacar ou não te atacar. Muitas vezes os juízes fazem esse papel e muitas vezes é só tipo violência descontrolada também. Então eh o que a gente precisa ter bem
▶ 00:16:28 claro, cara, que o estado de descontrole de anomia social, ele serve o interesse de poder também, né? Ele ele é um é um pack de opressão mais [ __ ] do que uma ditadura, né? Ele ele é mais eficaz nisso. >> É um é um panóptico jurídico, basicamente. >> Exato. Exato. >> É um é um panóptico jurídico e serve para isso. Serve para inibir as pessoas de procura a imagem aí do Panóptico. Enquanto o Derol fala disso aí tem essa imagem fácil no Google. Você pesquisar por panóptico, que é esse conceito aí.
▶ 00:16:58 Eu acho que é interessante falar. >> É o conceito prisional do Foucault, né? E é isso. Eh, a gente tem que pensar que aí, pô, aí um segundo a pessoa já não vai mais emitir uma opinião, um outro não vai mais fazer uma piada de gordo porque agora é racismo e é crime que não que não prescreve. Sendo que, pô, pela, pelo amor de Deus, obesidade é uma questão de saúde, né? Você tá falando, cara, obesidade é uma questão, é uma questão de saúde. E assim, pô, eu cresci no, eu era criança nos anos 80, cara. Nos anos 80 todo
▶ 00:17:29 mundo fazia piada com tudo. A geração de hoje não tem essa liberdade. A molecada de hoje não tem essa. Os moleques fazem ainda, mas fazem porque sabe, são é uma molecada inconsequente. Os caras estão lá no no lobby de Call of Duty falando absurdos. Mas a gente tem que pensar que, cara, com inteligência artificial, com a capacidade de monitoramento que a sociedade vai entrar cada vez mais, isso vai se tornar cada vez mais impossível. as pessoas vão ter cada vez menos eh oportunidades de falar as coisas e de
▶ 00:17:59 lidar com uma realidade dura, que é boa, que forma caráter, que é importante. É importante você tomar um bullying na orelha na escola. É importante zoarem. Vocês falam: "Pô, cara, os caras estão me zoando, sei lá, que eu tô com caspa, talvez eu deva lavar o cabelo, sabe? Tipo, se tudo se tudo for eh opressão e se tudo for uma microrelação de poder, já que a gente tá falando em termos eh fuconianos, né? Se tudo for uma microrelação de poder opressiva e as pessoas não puderem dar o feedback paraas outras de maneira
▶ 00:18:29 clara, fodeu. Fodeu a sociedade, vai ser todo mundo atomizado e alienado, né? Então, tem quer ver um problema disso, um desdobramento disso, lei trabalhista, tudo vira ah, como é que eles falam? Eh, eh, não é assédio moral, é quando você tá, eu acho que é assédio, tem um nome, não, não é assédio moral, eh, ou é assédio moral, enfim, quando você vai lá e você, por exemplo, você tem um funcionário, você tá empreendendo, você tem um funcionário e você vira pro seu funcionário e fala assim: "Você fez o seu serviço de um jeito porco". Aí o cara pede a conta, te
▶ 00:19:00 processa e ainda mete um dano moral, não é sé, dano moral. O cara vai lá e ainda mete um dano moral em você porque você falou que o trabalho dele tava porco. Só que assim, se se o patrão não fala que o trabalho do cara está porco, o cara nunca vai saber que ele é um mau funcionário, que ele pode melhorar, que o trabalho dele tá porco. E aí você fica nesse nesse limbo aonde as pessoas não têm o feedback da da realidade, né? A gente tá num num mundo que tá buscando cada vez mais ser liso, né? Para falar na na tese do
▶ 00:19:32 como é que ele chama aquele coreano? B Wong Shang lá, sei lá o nome daquele cara que fica falando do >> É, tem eh eu eu vou lembrar o nome dele, mas enfim, a a gente tá saindo >> da sociedade do cansaço, esse mesmo. A gente tá indo então cada vez mais para uma sociedade que tenta evitar os conflitos e a tecnologia tá propiciando. E quando eu falo tecnologia, não só a tecnologia aqui, né, as bigtechs, mas também as tecnologias jurídicas estão propiciando pra gente um mundo cada vez mais inofensivo, aonde as pessoas não se
▶ 00:20:02 ofendem. E é importante que as pessoas se ofendem. É, é importante que se eu falar uma merda aqui, o cara vai xingar e falar: "O Deiron é um mongol, é um [ __ ] é um imbecil". Porque daí eu vou falar: "Opa, tá, eu eu falei merda mesmo ou não falei merda mesmo, mas eu vou ser obrigado a lidar com a consequência daquilo que eu fiz". Se eu não sou obrigado a lidar com a consequência daquilo que eu fiz, Guong Chunhan, obrigado, Flox 777, se eu não sou obrigado a lidar com a consequência daquilo que eu fiz, eu não cresço, né? E não é o o cursinho Banana Mecânica que vai me fazer crescer. A sociedade já faz
▶ 00:20:32 isso e sempre fez isso perfeitamente bem. Não precisa judicializar esse tipo de coisa. Se o cara falou algo que é babaca e que a sociedade considera temporalmente babaca, a própria sociedade vai cancelar ele. Não precisa do Ministério Público fazer isso. É uma redundância nociva e perniciosa paraa sociedade, o Ministério Público fazer algo que a sociedade já fazia muito bem feito. É, cara, e o que eu fico mais preocupado é que as pessoas identificam o passado como um lugar mais moralista do que
▶ 00:21:02 hoje, sendo que eu tenho plena consciência de que nós nunca vivemos em tempos tão moralistas assim, nunca houve uma preocupação tão grande com o que você fala, o que você pensa, a forma como você pode ser punida por expressar opinião. Isso nunca existiu, cara. E eu diria, a não ser em regimes totalitários, mas faz fazer esse cavite. Enfim, mas no Brasil, pelo menos, cara, a gente, geralmente os esquerdistas eles batem muito num espantalho daquela família dos anos 50 americana, né? Como se tivesse sido uma coisa implementada
▶ 00:21:32 em massa no Brasil. Cara, jamais foi, né? Nunca existiu os anos 70 4 anos de prisão por excesso de ruído no na moto. É, mas enfim, o Brasil nos anos 70 cativeiro aqui. >> Cuidado. Nos anos 70, 80, cara, o Brasil era muito mais despreocupado e muito menos puritano nesse sentido, sabe? É, é isso que para mim é mais agressivo aqui, [ __ ] Na época do meu pai, que hoje todo mundo acha que a época do meu pai foi muito mais opressiva que a minha, só que claramente não, entendeu? Claramente
▶ 00:22:03 não. Claramente não. >> Cara, tem um tem um documentário eh que chama, eu acho que é o Eterno Guerreiro, Missão de Casa para todo mundo que tá no chat aí depois, né? É, é o documentário do Chacrinha, tá maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso. Para as pessoas não têm ideia, eu vivi o finalzinho disso. As pessoas não têm ideia do que era televisão, TV aberta nos anos 80, nos anos 90, né? Mais nos anos 80 do que os anos 90, pô. O o cara, o cameraman contando no documentário do
▶ 00:22:34 Chakrinha que assim, domingão, 2 horas da tarde, o Charinha virava pro cara, o cara errou, né, que a gente tava falando lá dano moral, o cara errou, tipo, em vez dele filmar, sei lá, a o Charinha, ele tava filmando a bunda da mulher e o Chacrinha virava para ele assim 2as da tarde, falava: "Alô, alô, Ademar, para de cheirar". E o cara era quase mandado embora, sabe? Era nesse nível, cara. Televisão duas da tarde. Era nesse nível, era nesse nível. Tio tem o aquele ou então você vai lá e mete assim Xuxa cascaveletes no YouTube. Aí tinha uma
▶ 00:23:04 banda, né? Acho que era do Rio Grande do Sul a banda dos cascaveletes. E tá, eu lembro de eu ver isso, criancinha, os cascaveletes tocando lá. Meu amor, eu vou comer você e a criançada pulando lá. Eu vou comer você, pô. Vandame de pau duro no Silvio Santos, sabe? [risadas] Era, era isso, bicho. É. E [ __ ] E f e era e era do [ __ ] Era um tesão. E não tinha essa [ __ ] ideia. O vandame de pau duro. [risadas] Não lembra sequência casal ficou meio estranha. >> Era do [ __ ] [risadas] cara. >> O vandame de pau duro era um tesão.
▶ 00:23:36 >> Mas era, sabe por que que o Vandame ficou de pau duro? Por causa da por causa da Gretin. [risadas] Ele tava dançando com a Gretin e a Gretin começou a rebular a bunda nele e ele ficou de ele tava de uma cal de moletom e ele ficou de pau duro na TV e o cameraman continua filmando e [ __ ] Imagina se fosse hoje se o cara fica de pau duro porque tem uma atriz da da televisão rebolando na [ __ ] dele. Primeiro que o Ministério Público vai meter um ataque em todo mundo. Segundo que a mulher vai falar que foi assediada pelo cara em rede nacional e vai tentar tirar até o a cueca do cara, entendeu? E
▶ 00:24:07 a sociedade, cara, a sociedade tava saudável nos anos 80, mais saudável do que hoje. Sem todos esses mecanismos, a sociedade dos anos 80 do Brasil era mais saudável do que hoje. A criminalidade era menor, as pessoas eram moralmente mais ajustadas e melhores. E a televisão era uma [ __ ] E [ __ ] tinha pornochanchada, tinha todas essas merdas e era muito melhor. >> É, é, cara. E isso é, isso é assim, e acho que para colocar isso na cabeça do do norme vai ser muito difícil, mas é isso, cara. O Brasil era um país mais livre, né, culturalmente, especialmente
▶ 00:24:38 falando nos anos 70 e 80. Ah, mas não sei o quê, tinha peitinho na televisão. É, cara, mas você podia falar o que você quisesse, entendeu? Eh, eu acho que no fim das contas isso que é o mais importante de tudo. >> E hoje tem mais peito. Hoje, hoje tem mais peito e mais [ __ ] porque naquela época não tinha pornografia tão fácil assim, igual tem hoje, né? A gente é hipócrita além de tudo, porque você vai falar: "Ah, não, censurei, censurei o peitinho na TV aberta". Não tem mais igual tinha lá nos anos 80, Carlos Miel, que eu com 10 anos ficava vendo tut
▶ 00:25:08 fruti as molec peito de fora e achava aquilo, nossa meu Deus, ficava lambendo a televisão igual um idiota uma criança. Cara, mas hoje as crianças de 10 anos tm, cara, pornografia, tipo, de gente transando com cavalo, se a criança quiser. É muito pior. Hoje a gente tem, a gente criou todos esses freios, todos esses contrapesos absurdos e e jurisprudências e e métodos coercitivos legais bizarros. E a tecnologia foi lá e exponencializou todo o resto pra casa do [ __ ] Então você tem o pior dos dois mundos, você tem uma libertinagem
▶ 00:25:38 muito mais tóxica e muito pior do que as pessoas tinham nos anos 80, 90. E você tem métodos de controle para tentar ideologizar, né, para para tentar manipular essas pessoas muito piores também. A gente ficou com com os dois, o acordo caracu total, assim, o ruim e o péssimo e os dois juntos, cara. A gente só perdeu, só perdeu. É aquele negócio, você prefere merda ou esterco? Os dois. É. E e aí é bizarro só. Exato. Eu quero ao mesmo tempo. [risadas]
▶ 00:26:10 >> Não, no Brasil é isso assim, porque cara, Exato. A gente tem uma uma sociedade cada vez pior, uma sociedade mais violenta. É só resumir tudo que o Deirô falou. Eu não vou falar mais nada, senão eu tomo outro outro do Ministério Público. Eu vou permanecer calado. E, e, e sabe o que é o pior? De qual estado? se ele vai comer, [risadas] ele fala os dois. >> Pô, essa expressão não tem aqui no Rio não, >> não. E e é bizarro. É bizarro. E tipo
▶ 00:26:40 assim, ó, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais, alguém achava que ia ter censura prévia em Santa Catarina? >> É meio chocante mesmo. >> Tem. É, >> cara, mas é justamente é culpa desses carioca que ficam indo aí para Santa Catarina. o sistema >> cara tomou de graça, velho. Cara, mas eu acho que esse esse lance que você falou por [risadas] >> é >> esses cara aí, velho, esses cara >> contaminando o estado, meu. Mas eu acho
▶ 00:27:11 que >> seria lendário se eu falo essa frase e aí me processam, eu mostro RG, velho. Ia ser lendário. É xenófo. Fala, car. >> Genófo. Com quem? Comigo mesmo. >> Mas cara, uma coisa que eu falar e aí o Derou no final ele acabou falando desses dois Brasis, né? que assim, eh, em um, assim, esse Brasil dos anos 80, 90 e o Brasil da da libertinagem, né, é o que eu ia comentar, cara, ele nunca morreu, só que você meio que teve uma divisão entre uma parte da elite e a maior parte
▶ 00:27:42 do povo entre você ter um ambiente que, e aí volta naquele assunto da narcotirania que a gente falou anteriormente, né? Você tem um ambiente de libertinagem extrema em que você vai, cara, sair na favela e aí vai ser eh bet para todo lado, moradias que você tem não tem divisão. Esse é um dos grandes problemas, né, para para porque acontece abuso sexual, né, cara. Você tem moradias muito comprimidas, você não tem divisões diferentes entre eh cômodos, sabe? Às vezes nemhuma divisão diferente entre a própria residência e a rua, sabe? Tipo, bagulho tudo zoado assim de
▶ 00:28:13 em termos de de porta ou então colocar uma pano, sabe? para poder ser porta ou serem divisões de cômodos assim. E aí tem uma iniciação muito muito precoce, né, sexual, principalmente das meninas assim, ou às vezes são aliciadas por por gente do tráfico ou então vão nas festas, né, porque ali o esse cara do tráfego, ele é visto como o cara alfa ali, eh, ou o mandante, o chefe ali da com estado social. Eh, e aí ao mesmo tempo que você tem esse esse mundo cão assim, que é meio que essa evolução desse Brasil libertino, né, que é justamente o a parte da anarquia, tem ao
▶ 00:28:43 mesmo tempo a parte que é meio esse puritanismo woke, né, que não é puritanismo porque ele também é extremamente pervertido, mas que tem um código moral muito estrito, né? E aí esse esse Brasil ou ele tá justamente permeando eh membros do judiciário, membros da elite de mercado financeiro, da academia, do de advogados, eh jornalistas. Então é uma Brasil que junto para narcoultura, né? >> É exato. É, você tem tipo massas e massas libertinas assim em que tudo é permitido, em que inclusive tem
▶ 00:29:14 ambientes que estão se degradando cada vez mais, a expansão do crime organizado e a piora da cultura de massas, né? ficando cada vez mais eh sexualmente explícito a um lado disso. E ao mesmo tempo você tem outra moeda que é eh você ter justamente o o lado da tirania, que é onde você vai ter essa essa vigilância, né? Eh, constante ali, o panóptico e tal, que o que o D tinha comentado, eh, só que com membros do Ministério Público, jornalistas e membros da academia, né, formando essa essa esse tripartite aí em que eles vão
▶ 00:29:44 ficar vigiando no final. Não, você falou que a favela é um lixo e aí ao mesmo tempo o cara que tá na favela e tá cantando uma música sobre, sei lá, abuso sexual, por exemplo, se for um MC de alguns tipos de funk, aí ele não, ele não vai receber nenhuma notificação do Ministério Público. Então é bizarro justamente por conta disso, né? Assim, eh, aquele Brasil dos anos 8, são ferramentas de poder. A gente não a gente não pode entender e olhar o WK como algo dissociado da ferramenta de poder que ele é. Ele é uma ideologia
▶ 00:30:15 e como toda ideologia, ele cumpre um propósito, né? Ele ele não existe no vácuo. Não é simplesmente porque as pessoas decidiram que ai não, ofender é ruim e vamos nos preservar de ofender o amiguinho. Cara, não é por isso que ele nasceu e não é por isso que ele funciona e não é por isso que ele é implementado. É uma ferramenta de poder. Existe uma razão por essa dicotomia que você tá falando. Por que que o favelado que vai lá e canta que vai estuprar a menina e canta que vai raspar o cabelo
▶ 00:30:46 dela se ela der pro outro e vai encher ela de porrada, não se ferra. E você, cidadão comum que paga seus impostos, que trabalha e produz, vai ser preso e vai ter que fazer a [ __ ] de um cursinho. Por que que você é o alvo disso? E e o outro cara, pelo contrário, a a ideologia woke pega esse cara e fala assim: "Não, esse cara é um marginal, ele é um herói". Lembra? seja marginal, seja herói, esse cara ele é ele é resistência de um capitalismo opressor. Por quê? Porque é uma ideologia feita eh para subverter a ordem, né? Ela é uma
▶ 00:31:18 ideologia que é um é um derivado já terceira, quarta, quinta geração da teoria crítica que surge justamente com o intuito, né, de ser revolucionária. Então a gente tem que entender isso como uma ferramenta revolucionária de poder. sempre vejam o como uma ferramenta revolucionária de poder, que quer [roncando] subverter tudo aquilo que você representa, tudo aquilo que você acredita e está sendo imposto em você de cima para baixo como uma ferramenta de
▶ 00:31:49 humilhação e dominação. É um, é como se fosse uma invasão, é como se fosse um bárbaro, um vizigodo que entrou na sua casa e ele entrou na sua casa e ele comeu a sua comida, ele tá estuprando a sua mulher, tá transando com a sua mulher, tá cagando no meio da sua sala e você vai deixar ele lá. Você não concorda com o vizigodo na sua sala, mas ele tá lá e você vai deixar ele lá fazer o que ele quiser, porque é uma ferramenta de dominação, uma ferramenta de poder. Tem um vizigodo aqui na [ __ ] da sua sala, do seu lado, te olhando, falando que você é um merda. Todo dia ele acorda e fala: "Você é um merda.
▶ 00:32:20 Você é um fraco, você é um [ __ ] você não serve para nada, você é um emprestável, eu vou comer sua mulher, eu vou comer sua comida, eu vou cagar na sua sala. Todo dia ele vai fazer isso. E você tem duas opções. Ou você pode ser humilhado por ele, ou você pode virar e falar: "Não, não concordo com essa merda. Basta como eu tiro o vizigodo da minha sala?" E a cultura woke é o vizigodo que nós temos que extirpar do nosso país. E o pior, tá? E o pior, os países comunistas estão fazendo isso. A China tá fazendo isso. A China virou e falou assim: "O que? Essa merda aqui não, não, não pode aqui não. Aqui dentro
▶ 00:32:53 não. A Rússia virou e falou: "O que essa esse lixo aqui? Não, isso aqui é uma arma de dominação de massa que a gente criou para exportar. Aqui dentro não. Aqui dentro não pode." E é isso. E a gente fic ficamos otários aqui, né? Brincando de ocidental e falando: "Nossa, olha como nós somos liberais". Ah, falou que favelado é ruim, tem que fazer cursinho e não sei o quê. Pau no cu, entendeu? Não é, não é. né? E não, e não é nem da nossa tradição filosófica e ideológica puramente brasileira ser assim. A gente importou uma arma de
▶ 00:33:23 dominação ideológica de massa de países estrangeiros que só tá [ __ ] a gente, que só tá fazendo mal pra gente, tem o o a [ __ ] do vizigodo na nossa sala e a gente tá deixando porque ai não, não posso aqui brigar e não sei o quê, né? Não, não é isso, cara. Eu acho que como nós somos de novo aspirantes a legisladores, eu acho que a gente tem que tentar legislar para que esse tipo de absurdo acabe. Quero o que o bolsonarismo deveria ter feito e eles foram covardes e eles não fizeram, né?
▶ 00:33:55 Eles foram covardes e pelo contrário, eles foram lá e o Bolsonaro ainda com a ajuda da Damar foi lá e fodeu todo mundo mais ainda sem nem ter a dimensão do que ele tava fazendo. Porque o problema do bolsonarismo que eles são imbecis, eles não têm sequer, a maioria, né? Não todos mais, a maioria sequer tem a dimensão do tamanho do problema. é o problema que que rolou entre, cara, no final das contas, que aconteceu no primeiro governo Trump e que no segundo governo Trump rolou esse entendimento
▶ 00:34:25 por parte de algumas das pessoas que estavam na máquina ali e que assumiram o governo do Trump, que se tratava de um projeto de poder. Eh, e que uma coisa inclusive que e aí é muito importante a gente pensar nisso, ainda não tá claro a nível global uma fórmula que a direita ela vai ser capaz de usar para poder destruir esse tipo de bizarrok. O primeiro governo Trump, ele foi uma um cara um salvo se quem puder assim é é o é o cachorro correndo atrás da moto, aí a moto para e a o cachorro não sabe o
▶ 00:34:55 que fazer com a moto, tá? Você fazer o quê? Vai morder uma moto, você é um cachorro. Então assim, foi isso que aconteceu. Ou então aquele crocodilo que tipo tá no pântano, sempre tem no Discovery Channel assim, sabe? Aí tá num documentário no pântano, aí o jeip ele acende o farol e aí tem um crocodilo de boca aberta assim, o crocodilo não sabe o que fazer, sabe? É isso, cara. A direita ela chega no poder com o primeiro governo Trump e também com o bolsonarismo nessa lógica, tá? Chegamos no poder, o que vamos fazer com isso? Eh, o segundo governo do Trump, ele já veio nessa ideia de que, cara, vamos
▶ 00:35:26 fazer alguma coisa com Harvard. Vamos emitir ordem executiva aqui para [ __ ] Vamos para cima de eh de abusos que estejam sendo cometidos por parte da burocracia. Eh, só que essa fórmula ainda não tá clara, né? E aí também o Trump tá se envolvendo em um monte de lamaçal aí, possivelmente questão geopolítica também, um monte de questões aí que estão agora enfraquecendo esse poder vitalista, né, que o governo dele teve, pelo menos parecia ter no começo, né? Eh, e aí assim, cara, isso não tá claro ainda, sabe? qual é a fórmula que
▶ 00:35:56 vai ser apresentada para o mundo para que direitas globais possam enfrentar essa bizarrice e woke e que no final, cara, eh, enfraquece, sabe, em grande medida esse país. Cara, aqui no Brasil, o exemplo mais óbvio disso, tá, é por meio da questão ambiental, cara. Assim, tem dois exemplos, né? Um é guerra racial sendo plantada em termos que não existiam, né? O que não significa dizer que não existe racismo no Brasil, mas assim, eh, em diversos níveis comparativos, a gente tem alguns problemas que eles foram resolvidos no Brasil e não em outras civilizações.
▶ 00:36:26 >> Você vai falar que, >> por exemplo, face no Brasil, pelo amor de Deus, não faz o menor sentido no contexto brasileiro ter black face. Black face era uma coisa completamente americana que faz sentido dentro do contexto deles, onde você tinha uma indústria da televisão e do entretenimento que não podiam atores negros e aí eles pintavam os brancos de negro. que aqui o cara pinta a cara de preto e toma um um processo do Ministério Público. >> É, então é exato. Tem assim um exemplo, vai um exemplo besta assim, mas por exemplo em outros países é muito comum
▶ 00:36:56 ter um preconceito com Q que MSCG nada, sabe? O que no Brasil é absolutamente ridículo, assim. Então no significa que não existam problemas, mas em vários termos a gente conseguiu mostrar fórmulas para o mundo de como resolver boa parte desses problemas, né? Eh, e aí esse é um exemplo, né? Eh, plantar questões raciais que não eram típicas nossas. Ou então um exemplo eh ambiental, cara, que é evidentemente você tem fundos europeus e americanos financiando ideologias e ONGs ambientalistas aqui que deixam o brasileiro médio mais pobre, entendeu? Assim, eh o brasileiro médio, ou então
▶ 00:37:26 no caso da região norte, tem gente passando fome porque você tem oportunidades de empreendimentos que não são abertas por conta de licenciamento ambiental. Então assim, esse tipo de isso isso tudo tá dentro do guarda-chuva, do guarda-chuva woke e dessa expiação, porque ao mesmo tempo em que você eh tenta criar essa atmosfera de culpa, né, você também faz com que a própria humanidade ela seja vista como no final das contas acaba chegando as conclusão, né, cara, o ser humano no final das contas vai ser culpado por existir e e a vítima final é a natureza, é a vítima mor. Então assim, é tudo isso
▶ 00:37:56 tá dentro do do guarda-chuva WoW, que vai no final das contas. Eh, e cara, é um problema, é um problema estratégico a nível nacional e não tá claro ainda a nível global a fórmula que as direitas de cada um dos países vão usar para enfrentar isso. Talvez mesmo Buquele tinha sido o cara que chegou mais próximo, sabe? >> É, cara, as convicções desses caras são muito profundas assim. Eh, desculpa, Pedro interromper, mas, cara, eu tava vendo uns dados, po, claro, >> sobre [limpando a garganta] ocupação territorial no Rio de Janeiro, cara. O dado do instituto do Instituto Fogo
▶ 00:38:26 Cruzado da Federal, ou seja, é uma organização à esquerda, né, presumo, é que só 2% da área área met² do Rio de Janeiro sofre zero influência de crime organizado, cara. E nesse 2% o pessoal é forte para [ __ ] Então assim, as convicções desses caras são [risadas] tipo, é isso, cara. Você tem liberta, pega, pega os dois, [risadas] pega os dois aí. Vamos lidar com um problema só, tipo assim, incomoda tanto quanto os outros 98. [risadas] Vamos lidar só com
▶ 00:38:57 problema, bicho. Você tem liberais de Leblon, cara. É isso. A convicção desses caras é muito profunda assim, entendeu? É tudo que em volta dele já foi destruído, tá degradado, usurpado, né? E o cara vota no pessoal, cara. Ele não quer lidar com a situação porque a convicção dele é muito mais profunda que a nossa. em tese, a gente deveria fortalecer o nosso entendimento sobre o que é certo e o que é errado e aí agir em cima disso. Eu acho que esse é o exercício que todo mundo deveria fazer no geral. E eu concordo com o Carlos, cara, que o governo Trump no início ele
▶ 00:39:28 foi ele foi stante, né? Parecia que realmente a gente tá caminhando para um uma grande virada. Eh, quando ele tava editando aquelas ordens executivas era todo dia 10, 8, às vezes até mais. Eh, só que naturalmente foi perdendo força, cara. ele foi tomando muitos reveses internos e aí ele foi se dedicando mais à política externa, que eu acho que é meio que uma cina dos impérios. Então, tipo, Roma também, quando o impasso político interno se tornou insuperável, eh, o maior inimigo de Roma era a facção
▶ 00:39:59 rival dentro do Império Romano. Então, Júlio César se lançou paraa Galha. Eu acho que o Trump ou a administração trampista meio que chegou a essa conclusão também, só que não teve triunfo, teve fracasso. Aí agora eu não sei para onde vai, entendeu? Talvez a solução seja uma teocracia mitraísta, feudalista, tecnocrata, regida por um CEO. Quem sabe? [risadas] Vamos ver, né? Talvez seja isso. >> Então, talvez a resposta esteja aí. Eu não sei. Vamos ver. Vamos ver. Vendo nesses memes e eu tomei assim. Ah,
▶ 00:40:30 então, então nós somos isso agora. Eu acho que acho que eu consigo lidar com isso. OK. [risadas] Só não falem com muita não fala isso com com eh com muita convicção, porque eu posso começar a gostar da ideia. Então, dá uma segurada no meme aí. [risadas] >> Se o Ministério Público está assistindo essa live, eu discordo completamente das opiniões proferidas. >> Não, não importa se a se a teocracia mitraísta tecnocrata é com ou sem se. O que importa é que ela vai caçar os
▶ 00:41:00 ratos, entendeu? O resto [risadas] >> é cara, eu me considero plural. Eu posso admitir com sem e a gente pode negociar o mitraísmo, zoró, trismo, mas de reto. >> Exato. Exato. Tem que caçar o rato. Caçando o rato, quem cara, mas é sério. Agora, falando sério, quem caçar o rato vai levar. Essa essa é a merda, tá? A gente tá num num ponto de inflexão, se aproximando cada vez de um ponto de inflexão e quem caçar o rato vai levar, né? Se se for uma
▶ 00:41:31 ditadura super à esquerda que se chegar o poder e resolver a parada vai levar. Se for à direita vai levar. Se for dentro da democracia vai levar. Quem resolver a parada vai levar. É a disputa é essa. A disputa quero pedir licença aqui para farmar aura e mogar o Betinha. >> E esse cara vai levar. Não entendi nem o contexto, mas eu gostei. Mas assim, [risadas] >> eu não entendia, eu não entendi esse meme, mas tá, tá divertido.
▶ 00:42:01 >> É, mas o lance é do caçar o rato aí para contextualizar, porque o Pedro ele vai soltando umas referências e e não contextualiza. É o lance do Den Shping, né, que ele perguntam para ele quando ele tava fazendo a abertura econômica da da China, eh, se ah, isso aí não tá, você não tá deixando o socialismo de lado, né? tá trocando isso por capitalismo e falou: "Não me importa a cor do gato desde que ele ce o rato, né? É esse esse espírito meio pragmático". E até nisso acho que o Buque também é o cara para cara, o Buque é o cara que assim você vai lá ele consegue
▶ 00:42:32 implementar um serviço de integração da saúde que tende a ser visto como uma coisa mais de esquerda. Ele vai lá eh caça o crime organizado, que pessoas diriam uma coisa mais direita. Aí ele vai lá e faz a China comunista patrocinar uma biblioteca em El Salvador, que aí o pessoal fala: "Cara, isso daí não é uma coisa meio de de meio de esquerda?" Aí ele vai lá e eh fecha uma parceria com a BigTech, sei lá, Google vai para El Salvador e vai oferecer um curso profissionalizante em algum momento e o cara depois trabalha na Google. Então assim, cara, a vida vai
▶ 00:43:02 pensar a os as etapas, os degraus, né, que uma criança ou Salvadorenha vai passar por eles, né? Pô, o cara ele ele foi lá, nasceu, nasceu uma maternidade que foi integrada em um sistema de saúde universal, que a princípio seria considerado mais de esquerda. Essa criança vai crescer em um bairro que é extremamente seguro, com uma política muito dura, com crime organizado, que pessoas veriam como mais direita. Essa criança, ela vai pro ensino médio, vai estudar numa biblioteca bancada pela China comunista, que seria visto como algo mais de esquerda. E no final ela vai lá e vai começar a trabalhar na
▶ 00:43:33 divisão de El Salvador da Google e ganhar um salário de bigtech num tipo uma empresa do império americano, entendeu? E eu acho isso do [ __ ] assim, eh, e, e é uma visão pra gente ter também. Eh, inclusive um, um outro comentário, eu não sei se foi nessa live ou se foi em outra que eu falei isso, mas que assim falam muito que, ah, pô, o que o El Salvador faz é muito pequeno e que por ser pequeno, então, não poderia ser replicado no Brasil, sendo que, cara, a história da humanidade, ela é basicamente a história de grandes impérios replicando aquilo que foi feito em pequenos lugares, né? Eh, e não precisa nem ir para cara para muito
▶ 00:44:04 distante assim p o o império asteca copiando aquilo que os maias faziam em termos de astrologia em pequenas cidades. O império romano copiando os mitos e a filosofia da cidade das pequenas cidades estado gregas. Ou então, cara, a própria Singapura, né, que a gente vive falando Linquanil e tal, cara, eh, o Den Shalping, ele foi, ele se inspirou no Luan, né, que é basicamente uma cidade de estado, Singapura, a China um país ocidental, é um, ou melhor, um país continental. E aí o teve um jantar, né, entre o Rayallo e
▶ 00:44:34 o Liquill, em que quando o Liquill ainda era vivo, né, em que o Reidio questiona pro Liquill quem seria o maior líder do século XX. E ele fala: "Cara, vai ser o Deixa o ping porque ele vai est aplicando em grande escala o que eu apliquei em Singapura". Então assim, eh, se a China aplicou, tipo, um país com centenas de milhões de pessoas já na época aplicou aquilo que uma pequena cidade de estado de Singapura fez e funcionou, por que que o Brasil, que é uma sociedade eh de centenas de milhões de pessoas, não pode aplicar aquilo que um Salvador fez e funcionou? Sendo que na, no caso lá são duas culturas
▶ 00:45:05 relativamente eh dessa sincivilização, né? Por mais que Singapura tenha uma certa missação ali, alguns outros grupos, a maioria é meio chinesa assim, culturalmente próximo. Cara, o Salvador também, cara, todo mundo meio ibérico. Então, a gente tem essas semelhanças, sabe? Temos meio eh cultura, essa essa cultura meio romana de buscar um César, essa coisa meio latina, personalista. Então, eh, eu acho que é isso, sabe? Assim como eh Liconil mostrou a Singapura pra China, é o Buquele mostrando ao Salvador pro Brasil, saca?
▶ 00:45:35 Belo paralelo. É verdade. >> Não. E a a história da de Singapura, né, é absurda, né? Eu acho que é um o único país que foi expulso por ser pobre, né? Eu nunca vi um negócio desse. Você chegou e falou: "Eu não quero vocês, vocês são uma favela. Vocês agora vocês são independentes porque vocês são muito pobres, vocês dão muito problema. >> Tom uma cesta base que vai para lá, né? >> Vá, vá ser independência". O único caso de independência por motivo de ser [ __ ] demais, né? Tipo, é o meme que a
▶ 00:46:05 galera antes do Anton na nesta nossa agremiação aqui, era muito comum, inclusive eu compartilhei de algum desses memes, aquele meme de das pessoas empurrando o Rio de Janeiro para fora [risadas] do Brasil, assim, entendeu? Falando assim, cara, não, já deu, não tem, foi isso que aconteceu comura, cara. Foi tipo, é, era um lugar totalmente favelizado, pobre assim, e o pessoal só empurrou para fora. Foi isso, foi o meme foi real ali. >> É, é meio meio a ideia que vem do do sul meu país também. Tipo assim, ah, vocês não estão dando certo, vai para lá,
▶ 00:46:35 deixa a gente. E assim, eh, é um negócio que que o que o próprio Renan fala, mas gente, se a gente tem pequeno pequenas coisas que funcionam, apliquem em larga escala e você só vai conseguir ser um país com dimensões imperiais e ser um país realmente pujante produtivamente para bater com as do mundo, é só se você for grande. E isso passa também por reabilitar o Rio de Janeiro, né? É, >> cara, e é bizarro. >> A gente precisa de uma restauração Meiji no Brasil, no mínimo. É
▶ 00:47:06 >> exato. Exato. >> É o Quando o imperador japonês viu que tava ficando para trás do ocidente, falou: "Cara, eu não eu não sei o que que é que esses ocidentais estão fazendo, mas as armas deles são melhores que as nossas, tecnolog as máquinas deles são melhores que a nossas. Então nós vamos copiar tudo, né? E e tá dado." É só, a gente tem que olhar e falar assim, a gente não precisa inventar a roda, a gente tem que ver e falar que que a China tá fazendo que tá funcionando? Ah, beleza. Que que a Índia tá fazendo que tá funcionando? Ah, beleza. Que que Singapura fez que tá funcionando? Ah, é isso aqui. Então, beleza, cara. Que que é o Salvador tá
▶ 00:47:36 fazendo? Ah, é todos esses países, ah, robô vai muito, vai muito preso, beleza. Ah, corrupção, pô, tem que pegar a corrupção e e fazer pena exemplar, então. Beleza. Que mais? Que que ah, investir em tecnologia, OK? Pesquisa e desenvolvimento para [ __ ] OK. Ah, programa espacial, então beleza. Então, vamos fazer essa [ __ ] Ah, eles têm Bolsa Família. Eles não têm Bolsa Família, então não vamos ter Bolsa Família. Ah, como que é a pensão lá? Como que é a dívida previdenciária nesses países? Ah, o cada um se vira. Então, ó, galera, brasileiros, desculpa, porque assim, no final é cada um se
▶ 00:48:08 vira. As pessoas se iludem que existe uma previdência no Brasil, mas não existe. No final, a diferença entre a nossa previdência e a da China é que pelo menos o chinês sabe que se ele não trabalhar ele tá [ __ ] O brasileiro não sabe porque ele tá terceirizando isso pro estado brasileiro, mas quando chegar a hora dele precisar desse dinheiro não vai ter, entendeu? Então é melhor lidar com a verdade amarga e pelo menos você tentar ser previdente do que você achar que o estado tá sendo previdente por você e o estado tá te [ __ ] e tá [ __ ] as gerações mais
▶ 00:48:38 novas ainda para dizer que tá eh poupando pra sua velice, que também não tá, entendeu? E e essa é a sacanagem >> que não tem solução em lugar nenhum, né? Você vê que os problemas brasileiros, extremamente brasileiros, só mudam a escala de lugar para lugar. Então, cara, querendo ou não, o problema de Santa Catarina, de favelização, narcocultura, o que tá avançando de crime e de crime organizado, é basicamente o mesmo problema do Rio de Janeiro numa escala diferente. Então, querendo ou não, não adianta você falar: "Não, não, eu não
▶ 00:49:08 quero esse território, não quero esse pedago de território, porque o que tá acontecendo no Rio vai acontecer aqui". É, é, é fugindo do assunto. Mas sabe o negócio que me embasbacou? Por exemplo, você tem muito meme de rede social e de criança inocente. Vocês lembram daquele meme do MC Ticolé? >> Ah, ticolé é muito bom. Isso, cara, é um meme que viralizou assim, horrores. Eu tava scrollando no TikTok, do nada esse desgraçado virou um MC de funk falando sobre como era bom traficar droga, como era bom ser chefe do morro. um cara que era um meme infantil e foi assim do 880
▶ 00:49:40 para virar um cara que é o assim eh ele é publicitário do CV e você vê esses problemas extremamente brasileiros e não, isso tem que ser combatido no Rio de Janeiro. Acontece a mesma coisa em Florianópolis com essas lideranças do crime organizado, fazendo funk, fazendo música para conquistar a próxima geração. Então você vê que os grandes problemas culturais brasileiros e também os problemas que afetam as cidades são é algo nacional mesmo. Morador de rua,
▶ 00:50:10 gente, o mesmo problema de morador de rua que acontece em Florianópolis acontece no Paraná. A solução é extremamente pragmática. É olhar o que que Chapecó fez que deu certo, vamos fazer o como que São Paulo resolveu a cracolândia. Não, vamos aplicar aqui, vamos pegar o hub, vamos unir os dois sistemas. Entendemos que funciona dessa forma, vamos aplicar, vamos fazer. E e eu acho que passa muito dessa lista que você tá falando ou no mínimo um arranjo mais federalista, né? Porque isso também ia criar uma pressão em outros estados. Então, por exemplo, ah, por digamos que,
▶ 00:50:41 pô, Santa Catarina é um estado mais conservador, né? Os caras vão lá e vão falar: "Opa, pera aí, não, não tem essa essa merda aqui. Aqui em Santa Catarina você roubar um celular, você vai ficar preso 20 anos. Aí, pum, você já cria um choque de realidade. Você começa a criar contraste, as empresas vão querer ir para Santa Catarina. Aí os governadores vão falar: "Porra, tá [ __ ] eu tô perdendo arrecadação para [ __ ] porque todas as empresas estão se mudando para Santa Catarina. Pelo menos eu posso meter uma pressão aqui na minha assembleia estadual e a gente vai fazer uma legislação melhor. Isso a gente nem isso a gente consegue
▶ 00:51:11 fazer. As empresas estão indo pro Paraguai, perdemos 250 empresas pro Paraguai e estamos chupando o dedo. Não, a gente não consegue nem mudar a legislação, né, por causa do arranjo que a gente tem, que é um arranjo lá na Câmara dos Deputados completamente desproporcional. Então assim, o Sul, Sudeste, que já tem essas empresas começam a perder essa essas empresas pro Paraguai, pro país vizinho, o Norte Nordeste que recebe a grana que a gente manda para eles
▶ 00:51:41 através do pacto federativo, né, daquela farça daquele pacto federativo que a gente só paga, paga, paga e não tem nenhum tipo de contrapartida. Aí as empresas vão embora, a gente tenta mudar as leis, né? O o lado que paga a conta tenta mudar as leis para ser mais competitivo. O outro lado faz maioria e fala: "Não, não vou mudar não, p no seu cu". E as empresas vão ir embora e o país vai minguando. >> Exato. Exato. E é o que que deveria ser feito. E aí entra no exemplo que a gente tá falando, tá? Uma política funciona
▶ 00:52:11 bem em uma em um em Salvador, tá? Vamos expandir ela para um local maior, lugar maior. Então, por exemplo, vamos lá. Santa Catarina quer fazer um tipo de política pública diferente de internação voluntária, tá? Para você não jogar essa política pro Brasil inteiro, faz em Santa Catarina. Deu certo em Santa Catarina, faz no Paraná, faz no Rio Grande do Sul, expande essa política pro Brasil. E aí estados que, vamos lá, a qualidade legislativa de Santa Catarina não é das não é a melhor, mas é muito melhor do que a qualidade legislativa do Acre, pô, do Pará. Não tem nenhum élder
▶ 00:52:41 barbalho em Santa Catarina, tem um bando de imbecil. E aí é um ponto que um entrou um cara no chat falando uma das coisas mais burras que tem o argumento. SC não é o estado mais perfeito do Brasil? que não. Que exemplo, hein? Tem é o estado com mais prefeito preso. Olha só, eu tenho orgulho de ser o estado que mais tem prefeito preso, porque tem um bando de vagabundo do sendo destruindo a população do Pará, favelizando o estado e deixando gente morando em palafita e que tá solto, roubando dinheiro para [ __ ] que é produzido em Santa
▶ 00:53:11 Catarina. Eu quero mesmo é que tenha prefeito preso e muito prefeito preso. E por sorte o nosso é >> aquela falácia, aquela falácia do avião, né? Do avião da segunda guerra. Agora a imagem mandar agora a imagem fala do avião. >> É o que mata prefeito prende preso porque é o único que prende prefeito. Exatamente. >> E aí é um ponto positivo. A gente critica muito o judiciário. Tem alas do judiciário em Santa Catarina que funcionam bem, estão prendendo o prefeito. Tem tem juízes bons aqui no estado. A polícia faz um baita trabalho e aí vem um imbecil desse e falar um
▶ 00:53:43 negócio desse, né? E é assim, eu acho que é gente, tem que prender mais prefeito. Eu garanto que metade dos prefeitos do Rio deveriam estar presos. E como metade dos prefeitos de Santa Catarina também deveriam chuto. Legal, [risadas] pô. Foi bacana agora. Obrigado pela amizade, cara. >> Foi legal. >> Tamos junto. [risadas] >> Tamamos junto, Marcelos. Um abraço aí, cara. >> Ó, o único prefeito do Rio de Janeiro que eu gosto é o Quaquá. Eu eu eu >> [ __ ] que pariu. Maldito.
▶ 00:54:15 Não tava no contexto que a gente ficou tipo 20 minutos falando do quaquá. Eu vou est lá domingo, cara, em Maricá. Eu vou vou invadir a área dele. Não, [risadas] acho que não. >> Ó lá, esse mesmo, esse mesmo, esse mesmo. Maravilhoso. >> Para que isso, cara? >> É, foi, mas foi basicamente isso que foi feito com Singapura, né? Sim. >> Eh, mas assim, o imagina, a gente manda o rio embora, a gente manda, a gente manda o Rio embora, aí vira o país com o segundo país com o maior milionário per cápita do mundo. Eles fazem uma
▶ 00:54:45 singapura lá no Rio. >> É a Guanabara Micum. O o Antum quer fazer água na vara mística, cara. >> Separar o município. >> Galera, não precisa se preocupar, deixa que a gente toma conta de nós mesmos, entendeu? Dá dá 30 anos, dá 30 anos tomando conta da própria polícia >> e e gerindo o próprio, tipo, o próprio eh enfim, o próprio valor de imposto arrecadado. Tá 30 anos, cara. É só isso. É, é ou é binário, né? Ou é Guadabara Mística, ou é ditadora Paula Lavini. Vamos ver o que que vai aconteçar. [risadas]
▶ 00:55:15 Vamos ver. >> Aquele do É aquele é aquele 2% que a gente falou, né? Eh, é [ __ ] cara. Mas, mas eu aposto no Rio assim, a gente fica sacaneando, cara. Mas é, é a situação triste, cara, >> porque o mundo sempre vai conhecer o Brasil através do Rio, entendeu? Então, nós somos o cartão de visita. Um rio esculachado, cagado, largado, desmoraliza o Brasil inteiro, cara, aos olhos do mundo e aos olhos de si mesmo. Eu acho também. É o Brasil era média, [ __ ] O Rio era do [ __ ] O Rio, cara, tem quanta coisa [ __ ] o Rio não exportou pro mundo inteiro. E e as
▶ 00:55:45 pessoas hoje tem essa essa essa coisa tipo pro Rio de Janeiro assim, ah, é só [risadas] só [ __ ] só favela, só, né? Só vila mimosa para para todo mundo. [ __ ] aí Pedro >> se entregou de leve aí. [risadas] >> Se entregou de leve. >> Os cara o Carlos nem sabe o que que é, né? lá bonzinho. Mas mas [risadas] enfim, >> eu achei que achei que era alguma coisa relacionando a Milkimu. Ouvimosa no contexto do Anton. >> É uma vila de vaquinhas. É uma vila de
▶ 00:56:16 vaquinhas. >> É um lugar de comida. Brincadeira. [risadas] Eh, >> acab deletada não pelos comentários de Ministério Público, mas pela Vila Mimosa. >> É o o que eu ia falar, cara, eu converso isso muito com o meu pai, cara, que ele ele ele viajou muito o Brasil. Ele ficar tipo, filho, você tem que chegar nos lugares e falar que você é carioca, porque todo mundo acha o máximo. Aí vai falar, vai ficar pedindo para você falar isqueiro, as menininha vão dar bolaqueiro >> e e vai dar tudo certo. Cara, a minha experiência foi radicalmente diferente
▶ 00:56:47 como carioca fora do Rio, cara. Porque já é uma coisa, não vai me assaltar não, tipo, é, não vai fazer um barraco aqui não e tal. Mesmo no MBL, eu recebi muito disso assim, mas mas em qualquer lugar mesmo assim, cara, eu acho que só tá muito degradada a imagem do carioca no Brasil. Isso é profundamente humilhante, cara, a nossa briga para resgatar esse orgulho assim, eh vontade de ser do Rio, sabe? >> E é e mas o meu ponto é é geracional. Algumas gerações atrás não era assim. E não é porque é assim agora que algumas
▶ 00:57:17 gerações à frente precisa ser como está hoje, né? Esse esse é o ponto. E você, pô, cara, você pega aqueles aqueles vídeos do Rio de Janeiro de 1920, 1930, cara, um lugar [ __ ] para [ __ ] Um lugar [ __ ] para [ __ ] É, não [ __ ] cara. E alguma coisa aconteceu. E isso, isso eu queria entender que quem estuda esse fenômeno de entropia do Rio de Janeiro, se tem algum antropólogo, se tem alguém que estuda tipo assim, essa entropia carioca, se se existe um estudo sério de
▶ 00:57:48 por e como que o Rio de Janeiro saiu daquela sociedade dos anos 20, dos anos 30 ali, a bossa mesmo, a bossa nova já tava começando a entropia, né, mas tava muito pequenininha ainda. Como que a gente saiu daquilo pro Oruan, né? Se se tem algum estudo sério disso, eu gostaria muito de ler porque é uma coisa que me eu fico perplexo de ver, tipo assim, uma degradação tão violenta e tão rápida, uma entropia tão violenta e tão rápida. >> É, cara, meio uma Detroit, a beira
▶ 00:58:18 assim, só que tá tocando samba. É meio isso, >> [ __ ] Baita baita em samba. >> É, é, é bem triste mesmo. Não sei, cara. Eu não sei se já escreveram esse livro. Eu eu realmente acredito que a fusão do da Guanabara com o Rio é é o prego no caixão, assim, tipo, insere um grau de disfuncionalidade política muito grande. Estado inventado em cabo de guerra, eu acho que vai um pouco ali. E aí o Rio passa a não conseguir responder os desafios daquelas décadas, né? Eh, êodo rural, eh, com agenda de competitividade pra indústria. E aí só é mais duramente
▶ 00:58:49 punido que São Paulo e e aí vai pro saco, sabe? E aí é um ciclo não virtuoso, né? um ciclo de perversão assim, sem fim, vicioso, né? >> É [ __ ] Mas enfim, >> é uma fala muito chor sobre uma última palavra sobre os taxes, cara. Aqui em Minas, eh, o Romeu Zema usou vários, emitiu vários tax aí de liberações, eh, principalmente para atividade de mineração, que são bem esquisitos assim, sabe? é um tipo de assunto que eu vou ter que correr. Quer dizer, eu estava mais eh mais apertado assim em termos de
▶ 00:59:22 tempo para poder correr atrás tipo de assunto quando o Zema ainda era relevante em termos nacionais, né? E o Zema, ele fez um favor a nós que ele parou de ser relevante, parou de dar visualização. Prioridades, eu mandei para você, não mandei? Eu tinha uma pesquisa grande sobre isso da que uma das mineradoras inclusive era a do a do VCAR, eu esqueci, eu esqueci o nome da >> da operação rejeito lá. E aí teve a operadora, a mineradora e tal, mas assim, o Zem ele emitiu muitos taxes. E aí no final, cara, eh, o lance é como que esse taque ele pode ser uma
▶ 00:59:52 ferramenta exalmente subjetiva, tanto por parte do executivo quanto por parte de Ministério Público, né? E enfim, aí entra numa outra discussão que algum momento a gente vai ter que ter que e que talvez a lei de responsabilidade gerencial ela seja a grande resolvedora disso, que é o dilema entre oferecer poder subjetivo a quem detém eh a máquina do poder, ou então você começar a travar tudo por meio de burocracia. Eh, e aí você vai criando meandros que travam completamente o poder, né? Então assim, por apesar do TAC ele também ser
▶ 01:00:24 um instrumento subjetivo, ele é uma forma de você, tipo, passar por cima de uma série de burocracias burras, né? Por exemplo, um TAQU bem utilizado no executivo, ele pode ser utilizado para você passar por cima de várias enrolações de licenças ambientais que vão ficar travadas por anos, entendeu? E talvez no final a resposta para esse dilema entre você eh tentar criar regrinhas muito objetivas para tudo e tentar criar uma burocracia eh idealizada, perfeita, assim, é extremamente impessoal. E do outro lado, você tem um extremo em que você vai se utilizar mais desse poder pessoal,
▶ 01:00:55 digamos assim, dessa subjetividade para você acelerar as coisas, ser mais pragmático. Cara, talvez o o o a maneira de conciliar essas duas visões seja justamente a ideia da lei de responsabilidade gerencial em que você vai cobrar no resultado, né? Então assim, você tem a liberdade de ser muito subjetivo no processo, mas você vai ser muito objetivo no resultado, no a contability no final, sabe? Talvez seja o melhor jeito de você equilibrar esses dois, esses dois essas duas filosofias de como gerir o poder, sabe? Porque claramente parece que a gente pega o pior das duas, sabe? >> Sim.
▶ 01:01:25 >> É, cara. Eh, enfim, é isso. >> Show. Posso do Congresso, né? Ah, boa, boa, boa. Fala, Carl. >> Não, pode falar aí. É, só que a gente e agora já uma hora de live, a gente tem que lembrar de falar disso do começo aí. >> É verdade. Eh, não, cara, só que a gente tá falando de rico, cara. Hoje o repórter da Folha me ligou, cara, para falar de Guanabara Mística. Juro por Deus. Carlos Lacerra. >> Real. >> Tá acontecendo. É real mesmo. >> Que massa. Que massa. Vai sair na folha, então,
▶ 01:01:55 >> cara. Ele ainda não me confirmou a matéria não, mas ele, a gente conversou um tempão. Se saiu, eu boto sair da folha ou ele tava só interessado em trocar uma ideia, né? >> [risadas] >> É, tipo, perguntou os dados básicos e tal. Acho que vai sair, cara. Eu aviso você. >> Pô, legal. Que massa, que massa. A gente tá muito carente de imaginação no Brasil, sabe? Eh, são o os projetos, cara. O projeto do Flávio não tem imaginação nenhuma de horizonte temporal. O projeto do Lula há décadas não tem nenhuma, né? Então, assim, é
▶ 01:02:26 muito revigorante o que a gente tá fazendo, né? imaginar um Brasil que possa vir a brigar entre os cinco grandes países do mundo e e ser [ __ ] mesmo, sabe? É muito é muito antimillenial também. E o o cara Estados Unidos >> é os Estados Unidos tá fazendo com o Trump, né? Concordando ou discordando do que o Trump tá fazendo, eles estão lá, ah, destino manifesto, vamos voltar a ser imperialista mesmo. Pau no cu de todo mundo. A Índia tá fazendo, ah, temos o
▶ 01:02:56 nosso programa espacial indiano aqui. A China tá fazendo, passamos nossos 100 anos de humilhação. Agora, pô, a China vai ser a primeira economia do mundo. Todos os países que estão bem ou estão dando certo estão fazendo isso. E a gente não, né? E a gente não, a gente as duas linhas majoritárias, tanto a da esquerda quanto a direita, simplesmente estão cagando para imaginar um um horizonte temporal maior do que 6 meses. E e é isso. E [ __ ] >> [ __ ] >> É. E aí, já que o Anton ele ele se se
▶ 01:03:26 gabou aí do seu evento diário de pré-campanha, eu vou me gabar do meu também. Ô, ô, operador, eu mandei aí um stories, cara, no grupo, acabei de mandar. Eu tava, eu rodei hoje Belo Horizonte, fui em alguns lugares com B Mendes, cara. Eh, se puder colocar aí na na tela, compartilhar pro pessoal. >> Não sei se ele tá aí com você ou Deiro, >> ele tá tá aqui, ele tá ouvindo aqui. Acho que ele tá pegando. >> Boa. Eu mandei aí. A gente já >> já faz esse bate pro encerramento. Boa.
▶ 01:03:57 E eu vi esse vídeo, ficou bom para [ __ ] tá? >> É, olha aí. Aí eu, cara, basicamente, cara, é assim, é bizarro. Eu não tinha noção do quanto o Ben Mendes é um cara absurdamente conhecido, tá? Assim, eu fui, eu tô começando a rodar aí em Minas Gerais com ele, então essa semana ele já tem vídeos gravados para sair todos os dias. Eu tô, tipo assim, basicamente os meus roteiros locais em Minas Gerais vão virar roteiros meu e dele. Então todos eles vão ser roteiros de nós dois. >> Então essa semana já vai sair um vídeo por dia do Ben Mendes e eu em quatro
▶ 01:04:27 cidades diferentes de Minas. E a gente vai tentar gravar em mais umas duas ou três assim essa semana ainda. >> Eh, e cara, eu hoje em BH a gente gravou quatro roteiros e cara é bizarro. É nível assim de motorista de ônibus buzinando pro Ben Mes assim parando, falou: "Opa, e aí o ônibus sabe, você percebe que ele demorou um pouco mais para o ônibus continuar andando porque o motorista de ônibus parou. >> O ônibus não, o trem. O trem >> é todos são trem, né? Tem o trem que é um pouco maior, que é o ônibus, tem o trem um pouco menor que é o carro, né? Então assim, são todos trens. Tô sendo
▶ 01:04:58 mais específico sobre qual trem, >> mas eh mas é bizarro, cara. O Ben Mendes é muito conhecido, cara. Ele é tipo um um celso russo de Minas Gerais, mas que olha muito mais para pautas locais, assim. Então ele tá anos fazendo esse trabalho assim e tem muita sinergia, cara, porque o público dele >> e a isso, a gente tava, eu acho que a gente não tava aproveitando bem isso na na pré-campanha. Agora eu vou tentar usar isso com os roteiros. Cara, o público do Bem Mendes é um público que tá acostumado a ver ele fazendo denúncias e defendendo o consumidor. A gente tem que pegar a mesma linguagem e adaptar para ele fazendo denúncias do
▶ 01:05:28 governo. Tipo, pega tipo a Honda do consumidor, que é o programa dele, fazer tipo a Honda do, agora eu não posso falar a palavra ainda, mas a Honda do apoiador, entendeu? >> Não, você pode fazer Honda da população, por exemplo, e aí você vai >> É exato. >> Honda do povo. >> É, >> é. E e faz, então é basicamente esse o plano assim, cara. E foi o que eu fiz hoje pra campanha. E cara, >> pra baita experiência, tá? Bite experiência. >> Fechamos fazer uma horinha hoje.
▶ 01:06:00 >> Ó, tem que falar do congresso, né? É. Aí >> congresso do pessoal tem cupons aí, tem congresso dia um, congresso da missão, congresso nacional em São Paulo. Todos nós, acredito eu, estaremos lá. Eu vou estar. O Deirô >> vai lá, o Antum, Barcelo, todo mundo vai est lá. Então, eh, estejam lá, vamos tentar fazer o nosso lobby para ver se a bancada do Keif terá um painel também lá. Eh, e cara, compareçam, tá?
▶ 01:06:30 Compareçam. Nas próximas lives a gente tem que se cobrar e falar isso, tipo, o primeiro recado da live aí. Mas enfim, já já fiquem em mente, já reservem a data e tem cupons aí também. Você quer ver Carlos e Antum andando de cavalos grudadinhos? É cupom Barcelos 14. Você começou com esse papo de andar de cavalo, cara, e você tá agora querendo jogada, [risadas] eu falei, cara, tinha que ter uma prenda para quem perder e o Anton começou com essa. O negócio é o seguinte, você quer
▶ 01:07:00 usar um cupom massa, é Barcelos 14. >> Deiron 14 aqui, ó. Deiron 14 aqui, ó. a [música] girar nenhum [música] para isso, cara. Que bandeira é essa, cara? Bandeira do Peru, cara. [música] [risadas] [roncando] Tchau. Obrigado. >> E para e para quem é daqui do Paraná, região de Londrina, tá? em Maringá. Esse
▶ 01:07:31 final de semana, 25 em Londrina, 26 em Maringá, vai ter evento de a gente tá no canal do Missão, né, de pré candidatura, então minha e do Will. Vai vir Ana Hering, vai vir o J e vai vir o Aroldão e vai ser um evento massa. Então entrem lá no meu no meu stories. Luiz, você tem o link aí? >> Não tem. >> Não tem o link, tá? Amanhã eu já boto o link também para todo mundo, quem quiser entrar. E é isso aí. E façam, cara, façam, façam eventos locais aí também que é massa, viu?
▶ 01:08:03 >> Então, eu tenho um recado sobre isso, inclusive dia 24, sexta-feira, às 19 horas, Happy Hour, anúncio basicamente de pré-candidatura, né? O primeiro evento nosso depois da convenção meu e do Marcelo Brigadeiro aqui em Floripa. Vai ser no Nomad Bar. Para confirmar a inscrição é só ir no meu Instagram. Espero vocês, quem tá de Floripa assistindo ou região, vai para lá que assim, tem coisas que é aquilo que o Deirô vai falar também no evento dele,
▶ 01:08:33 tem coisas que a gente não pode falar em live e a gente vai falar só no evento, bastidores que a gente vai falar só no evento. Então assim, vão para lá, espero vocês. Bora para cima. >> Você inclusive não tá podendo falar muito não, Marcel. >> É, [risadas] pois é. >> Tem várias coisas que você não tá podendo falar, não. >> Vai acabar a campanha, não vou ter nemhuma rede social do jeito que tá. Eu [risadas] vou ter que falar: "Ô Deirô, faz um post para mim hoje". >> Eu tô [ __ ] Eu tô, eu tô banido. Eu tô banido no Facebook também, bicho. Tá [ __ ] Eu tô tentando,
▶ 01:09:03 >> é, tô desde 22 de maio com com ban. Não consigo patrocinar nada, não consigo linkar nada. Tá tá [ __ ] Eu sou persona não grata na internet há muito tempo pelas bigtech. É osso aí, velho. E isso só vai mudar quando vocês usarem o cupom Barcelos 14. [risadas] Absurdo, cara. >> Ai, >> pessoal, só mais um aviso. Só mais um aviso, >> mano. De sacanagem. Não, tô [risadas] de sacanagem. >> Não, não, não, não. Mas calma aí, calma aí. >> É porque ficou uma coisa meio recado,
▶ 01:09:33 sabe? Final da missa que fica recados a Não, não. Só, só mais um. Não, um che >> fechou, >> fechou. É isso aí. >> Falou, galera. Ótimo programa. Boa noite, até amanhã. Valeu.