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LIVE DOS GOVERNADORES - Luiz França , Renan Hallais , Breno Barcelos , André Luis
Renan Santos · 23/07/2026 · 120 min · Partido Missão
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▶ 00:00:00 Deixa eu sóar. >> Você tem algum fone aí, André? Tá dando muito retorno, velho. >> Vou pegar, >> senão vai ficar dando eco. >> Começou aí. >> Acho que tá ao vivo. >> Estamos ao vivo, pô. Aqui, ó. Sorte que não pegou a gente se xingando aqui, um xingando o outro. Você assistiu, Renan? O o o Dark dessa terça-feira.
▶ 00:00:31 >> Eu assisti, cara. >> É os caras só falando do Pernambuco aí. Vamos acertar essas contas agora. [risadas] >> Aproveitar que estamos aqui. >> É isso aí. >> Não, pô. Eu eu não. Para mim a gente tem que somar, se ajudar e é isso aí. Isso que importa. Então essa semana aí, semana importante, né? começaram, começou o prazo de convenções. Nós, como não somos vendido, não estamos negociando nominata, nada, então a gente pode fazer o registro já no começo e vamos trocar uma ideia sobre isso, né?
▶ 00:01:02 Uma oportunidade boa para todo mundo, inclusive aí se apresentar. A gente consegue uma boa cobertura de mídia e essas são nossas oportunidades, né? Já que a gente não tem tempo de TV, a gente tem que aproveitar esses momentos de exposição aí para que as pessoas nos nos conheçam. Qualquer não pode >> quer começar aí >> pode criar por exemplo processo diferente. >> Posso começar? Meu nome é Breno Barcelos, sou candidato a governo pelo estado do Espírito Santo, gloriosamente pela missão, primeiro
▶ 00:01:32 candidato, honrosamente. E sou engenheiro civil de formação com algumas especializações na área. Sempre atuei na no setor privado e tô adentrando agora nessa tentativa de candidatura a governo, justamente pra gente implantar aqui no estado métricas e padronização, conforme uma empresa privada. Igual eu sempre uso o o exemplo do Michael Bloomberg lá de Nova York de 2002 a 2013, um cara que veio direto de All
▶ 00:02:02 Street, implantou métricas conforme empresas privadas no governo e teve bons resultados. Então, fica muito agradecido aí pela oportunidade que a missão me deu e vamos representar aqui da melhor forma possível. >> E já teve a convenção aí, meu velho? >> Teve ontem a convenção. Estamos saindo com três deputados estaduais, 10 federais. um governo e vice. Não vamos lançar ninguém para para Senado. >> Top. E aí, Renan? >> Bom, sou Renan, é aqui de Pernambuco.
▶ 00:02:33 Sou meu nome é muito fácil de gravar. Acho que mais tranquilo, mais fácilome >> é o nome, o sobrenome é difícil. É a live. O correto é a lê. Mas eu sempre falei a live desde cedo porque eu acho que é mais fácil pronunciar. Mas vocês me chamam de ralli e tá tudo certo. Eu sou tô muito feliz também. o Breno. Primeira vez que eu saí candidato. Primeira você, vou ficar gravado na história como primeiro candidato ao governo do estado de Pernambuco pelo partido missão. Isso é muito significativo. Confesso que eu nunca nunca pensei que um dia isso ia acontecer. Eu sou contador de formação,
▶ 00:03:04 eh, já trabalhei em diversas, cara, já fiz, eu acho que meu maior dom esse, tipo, aprender rápido as coisas, não virem um especialista, mas sempre me adaptando. Já morei fora, já trabalhei no Canadá, já fui concursado do Correio, já trabalhei multinacional, já trabalhei contas a pagar, contabilidade de administração. Então, >> eh, >> e aí eu nunca tinha sido uma liderança assim, nunca tinha, sempre fui um funcionário. E aí acabou que o Home MBL como coordenador acabou que eu virei uma liderança aqui também junto com outros todos também. E aí vi esse convite é um
▶ 00:03:36 uma honra muito grande para mim para poder ocupar ocupar esse espaço, né? tentar representar o melhor possível o partido missão aqui em Pernambuco. E a gente vai lançar 24 deputados federais, 12 deputados estaduais, um governador, vice e não vamos ter também para assinado nenhuma indicação >> aqui. Ah, vem aqui, Karen. Vamos aproveitar aqui, ó. Abre aqui para ela. Pedro falando em candidata a Senada, apareceu a nossa aqui, ó. Vamos lá.
▶ 00:04:08 Senta aqui, ó. >> Sensacional, hein? aqui. Deixa eu puxar. Senta aqui com nós. Abre o áudio dela aqui também. Vem mais para cá, ó. Dá uma ajeitadinha aí. >> Aqui. Cheguei. >> Se apresenta aí, Karen. Pessoal, tudo bem? >> Saiu. >> Se apresenta pra turma aí. >> Eu sou a Karen Guerreiro. Eh, moro no sudoeste do Paraná, sou comunicadora, trabalho com comunicação há 25 anos, trabalho com arte. o áudio aí.
▶ 00:04:39 >> Fechou? Ah, agora agora eu tô me vendo >> e vim aqui, aceitei o convite. Tô muito grata eh por participar dessa missão com vocês que já estão aqui há tanto tempo, né? Eu sou nova aqui no recinto ainda. Nova, sim, no recinto, >> mas já tá mandando na turma já. >> É, essa é a ideia. >> Tem que ser assim mesmo. >> Mulher aqui tem que mandar porque os caras tão muito frouxo. Tá louco esses dias, acredita? Só faltou o João pedir
▶ 00:05:09 ajuda para Alessandra para levantar um galão d'água. [limpando a garganta] Falei: "Meu Deus do céu, malucão, né, gente? >> Duas coisas que nós estamos distribuindo aqui, Monjaro e testosterona pra turma. Tá louco? Tem que acordar essa turma aí. Verdade, gente, é verdade. >> Aqui de Chapa, velho, a gente fechou a a lista com eu candidato a governador, o João Adolfo vende pape. Karen candidato a Senado. Eh, nós temos 30 candidatos a deputado federal de 31 que a gente pode
▶ 00:05:39 ter. Então vamos subir mais alguém, obviamente, né? Porque é nosso foco principal. E estamos com 38 candidatos a deputado estadual. Turminha do barulho aí que que vai dar para brincar bastante nessa eleição. Vai ter flecha para todo tipo de índio, né? Então, ah, os caras da velha política aí que acham que vão fazer campanha, fingindo que são honesto, fingindo que tem algum tipo de ideologia, vão ter que sambar bonito aí na nossa turma, porque não tem uma não tem uma microrregião no estado que a
▶ 00:06:09 gente não tem um candidato justamente para fazer essa essa ocupação e fazer esse enfrentamento lá na ponta. E você, André, como que tá aí? Fala para nós. >> Aqui em São Luís, a gente conseguiu lotar a chapa com seis federais e eu para pr para o governo de nosso estado, né? O Maranhão ele é um desafio grande porque a gente tá atento ao a esse movimento
▶ 00:06:40 que o Brasil está tendo de pensar a dinâmica do dinheiro. E aqui no Maranhão isso é muito real porque o dinheiro que vem de todo Brasil acaba que transforma as prefeituras de governo com uma maior fonte de trabalho e renda. Então é muito difícil as ideias do partido missão, são ideias mesmo em uma sociedade muito acostumada com o funcionalismo público, né? No Nordeste é muito comum a gente perceber,
▶ 00:07:10 chega dia 10, dia 15 já tá todo mundo sem dinheiro, porque é uma região que não tem atividade econômica. Então o Partido Mistão tem uma ideia que a gente tem implantado e a gente vê isso refletindo da dificuldade até de montar um pouco a chapa, mas a turma que não deixa peteca cair não. A gente tá aqui como os pioneiras mostrando que existe um caminho novo para pensar o Brasil, pensar o Nordeste, um caminho de emancipação, de desenvolvimento econômico, um caminho diferente e a gente tá muito animado com tudo que tá previsto pra gente nos próximos meses.
▶ 00:07:40 Vamos para cima dessa caminhada. André, uma questão que você comentou aí, a gente pode fazer paralelo com algo que a Karen conhece bastante, que são os pequenos municípios, porque são são regiões que dependem 100% da prefeitura. Os ricos são aqueles que são concursados, que são os políticos, ou aqueles que têm empresa que vende pra prefeitura. Então, a Karen que fez um intensivão aí nos últimos anos no sudoeste do estado, que é a região mais negligenciada, né? Conhece bastante aí,
▶ 00:08:12 pode falar para >> eu consegui sair de lá com metade do sudoeste de prefeito contra mim, assim, obrigado. Então, eu tô no caminho certo, [risadas] a gente já sabe. Mas o detalhe é o seguinte, com essas prefeituras também, >> falta 30%, então ainda já chego lá, >> vamos chegar na eleição. >> Vamos chegar. Eh, a turma que trabalha na prefeitura é sempre a mesma. Como a cidade é muito pequena, as cidades são pequenas, eles estabelecem que aquela turma lá ela fica, então muda o prefeito, mas continuam os mesmos funcionários, eles não alteram. E aí o
▶ 00:08:42 que que eles fazem, que é o mais perverso, assim, tem as pessoas que trabalham diretamente na prefeitura e eles vão cercando, então, de forma que eles eh contratam o irmão de alguém, o marido de alguém. Aí eles abrem concurso, aliás, tem uma uma prefeitura chamada uma cidade chamada AMPI, que eles mesmo organizaram o concurso lá para eles, assim, algo surreal, sabe? Eles mesmos organizaram as provas. Então eles fazem isso e as pessoas vão tendo, não vão
▶ 00:09:12 falando, não vão denunciando os prefeitos porque o meu irmão trabalha, porque o meu pai trabalha, porque então eles cercam a cidade pequena assim e eles mantém o coronelismo total dentro da cidade, de forma que ninguém ninguém fala nada. Eles simplesmente é não não recebem crítica. Eu cheguei numa cidade, para vocês terem uma ideia, eu também fui colocada lá por um colega assim que não tava muito feliz que eu cheguei de diretora da da emissora
▶ 00:09:42 e ele armou uma para mim que foi o seguinte, ele me disse, viu Karen, sabe? Já se dando conta que eu era da Encrenca, eles tm uma uma estrada ali que tá com uma uma erosão e tal. Vamos lá. Entrei no buraco, chamei os os motoristas que estavam passando e eu fui a primeira pessoa a fazer isso dentro da cidade, gente. Eu fui crucificada, eu saí da cidade sem sem contato, porque o prefeito não deixava as pessoas falar comigo porque, tipo, era contagioso, me cumprimentar. Então, é esse o esse é o nível assim da coisa. É assim, é
▶ 00:10:14 coronelismo mesmo, acabresto sem ninguém falar. É, e tem outra coisa, né, que os piores políticos do estado vêm justamente dessas regiões, porque o cara domina, velho, não cresce nada ali em volta. Então, o Ademar Traiano, por exemplo, o ex-presidente da Assembleia aqui do estado, era para ele já tá preso umas 15 vezes já, que coisas que ele foi pego durante os 40 anos dele de trabalho de de expropriação do estado, né? Não dá para falar de trabalho político, ele é o
▶ 00:10:44 único trabalho dele é roubar. Eh, esse cara, por exemplo, o ano passado assinou um contrato com o Ministério Público do Paraná, eh, um acordo de não persecução penal, né, para não ser processado, porque ele reconheceu que recebeu propina para liberar um um uma verba para um para um empresário que prestava serviço pro governo do estado. Esse cara é da região da Karen. Ninguém se cresce lá, ninguém tem peito para sair candidato contra ele e saindo o candidato e bater de frente, né? Porque assim, a bala come, né, filho?
▶ 00:11:15 >> É. E todo, como é cidade pequena, não tem muito policiamento, deve ter, sei lá, 10 policiais no máximo trabalhando na cidade. E tem uma coisa que é muito perversa, mas vocês vejam como é o sistema dessas cidades pequenas. Eles tiram a cultura e o networking dos jovens. Então assim, o subemprego ele já é estabelecido, então o jovem vai lá, ganha pouco, então não tem um cursinho, não tem uma universidade, não tem um curso técnico e se tiver isso, vai fazer fora e não volta porque não tem onde trabalhar. Então se estabelece o subemprego. Eh, o sujeito entra de
▶ 00:11:47 manhãzinha e sai à tardinha, ele não vai para um happy hour, ele não vai para uma hamburgueria, ele não vai para uma festa, ele não vai fazer nada, ele vai para casa. Então a gente vê que isso já é alinhado pro jovem não sabe, não pensar e não não ficar com fabulosa. Famos é o famoso ir na missa ou no culto e comer um lanche, né? Pr não ia sair, né? Porque agora que abriu uma mini hamburgueria lá. Mas é um sistema muito bem planejado, então nada se desenvolve. Eles não querem o desenvolvimento. Foi onde eu entendi que realmente eles não
▶ 00:12:18 querem. Não é que o lugar não prosperou. Não prosperou porque uma pessoa não quis. >> Isso muito revoltante, né? E a gente pode perceber isso até na construção do que a gente tá fazendo, né? As pessoas querem estar conosco. O meu direct aqui é um monte de mensagens, as pessoas olhando, vendo o que a gente tá fazendo, né? A gente tá com vocês, nós estamos juntos partindo missão e quando chega na hora de de fato ir pra rua, colocar a cara, fazer, a gente tem essa dificuldade, o
▶ 00:12:48 medo de perder emprego, o medo de ser de sofrer retaliações, mas o partido missão não para e vai juntando os fortes, os corajosos, né, como o Renan fala direto, eh os corajosos que estão sendo convocados para essa para essa luta e a gente tá animadão com o que a gente tá construindo aqui. E eu queria só falar mais uma coisa a respeito dessa construção dessa chapa. que é interessante a gente pensar também como existe pessoas que ainda acreditam e essas pessoas estão se conectando com o Partido Missão porque como a Car tava falando, a política tradicional ela não
▶ 00:13:20 quer produzir eh desenvolver o nosso estado. Eles não estão preocupados em mudar. Tanto que a gente pode perceber até nos comentaristas aqui locais, comentaristas políticos, eles se acostumaram a falar das dos conchavos. Eles não falam sobre política, propostas, programas de política pública, eles tão ficando inaptos, eles não conseguem nem dialogar. Porque falar de política aqui no Maranhão é falar dos conchavos, do parente que colocou não sei o quê, puxou a rasteira, não sei de quem. E agora, recentemente um foi em
▶ 00:13:52 Brasília tentar tirar a pré-candidatura senado do outro e falar do Maranhão, falar e desenvolver e emancipar nosso povo. Só quem tá falando disso é o partido de missão. Isso e esse discurso vai ficar cada vez mais claro longo desse próximo pleito. Eu saí agora da do bate-papo lá na Band, né, conversando sobre as regras do debate. Nós estaremos no próximo dia 9 de agosto no primeiro debate dos governadores e eu tenho certeza que vai ser um divisor de águas para as pessoas que estão antenadas no
▶ 00:14:22 que tá acontecendo no nosso país, principalmente aqui no Maranhã. Vamos para cima, meus amigos. Avante. >> Muito legal. >> Entra aí, pô. Fala aí, rapaziada. >> Eu eu confesso que me surpreendeu a o relato de vocês aí do Paraná. Não sabia que, tipo, o relato que você deu praticamente é o que acontece aqui. Eu esperava isso do Maranhão. Eh, [risadas] aqui basicamente só tem dois caminhos. Eh, nemum concurso tem. Eh, ou você é comissionado ou você vive do Bolsa Família. As cidades ninguém fala delas. Então, por exemplo, você tem candidatura
▶ 00:14:53 de prefeito, eleição de prefeitura, não tem debate, não tem nada, tipo, um compra o outro, um partido se vende pro outro e e eu acredito que esse é o maior gargalo que eles vão ter, porque como a gente não se vende, eles vão ter um desafio muito grande. O nosso único gargalo, pelo menos aqui para Pernambuco, e eu vejo que para Renan Santos, isso não tá não tá mais acontecendo, então acredito que isso vai ser de eh cascata para todo mundo. É que a gente não tem muita visibilidade ainda. A gente tem, a gente ainda vive numa bolha porque eles fazem de tudo pra
▶ 00:15:23 gente continuar nessa bolha. Eles não cobrem nada, eles não falam nada. A mídia de que de Pern a mídia do do Maranhão é muito melhor que o daqui. Tipo, lá pelo menos cobrem e tal, fazer alguma cobertura aqui. Eles fingem realmente que a gente não existe. Porém, se a gente fazer algum vídeo atacando eles ou mostrando a a hipocrisia deles, eles já mandam um processo pra gente. [risadas] Então, assim, eles estão vendo, eles estão eles sabem que a gente existe, mas finge que não. Só que assim, não tem muito o que fazer. A gente vai, a gente vai crescer, é natural, entendeu, >> cara? [limpando a garganta] Sabem muito que a gente existe.
▶ 00:15:53 >> Só que aqui tá rolando o seguinte, >> a turma tá querendo chamar para conversar. Estamos nessa fase, todo mundo quer chamar para conversar. Então, não, olha, o governador tá falando muito bem do Renan, vocês vão bem, tal, vem aqui tomar um café. Ah, não, porque não sei quem tal. Tá falando muito bem de vocês. Excelente trabalho. Eh, o que eu já ouvi de não pode faltar material, que é a senha de se precisar de grana,
▶ 00:16:23 estamos aí, né? Essa é a verdade. É a senha dos caras de, pô, se se tiver a venda, eu tô comprando. Eh, mas cara, nós nós vamos descer o aço. Nós vamos descer o aço. Hoje no meu vídeo era Instagram caindo e eu já devolvendo, batendo no ex-presidente da Assembleia, no Ricardo Arruda aqui, ex-missionário Ricardo Arruda, né? Eh, que é um vagabundo também que tu tá virando meu ídolo. Eu vou fazer uma camiseta com >> Ah, não. [limpando a garganta] >> Eu vi. caiu atirando. Eu fiquei
▶ 00:16:53 reparando. Não quero camiseta com foto não, porque geralmente é camiseta de saudade. É para [risadas] vocês estar vivo >> de fã. Foi >> não, os cara hoje não vamos gravar o vídeo lá na rua, tal. Eu falei, velho, eu vou entregar o endereço do nosso QG aqui. Você tá maluco. Amanhã acordamos com quatro tiros na parede, velho. Tá louco. Tem, a gente tem que se esconder mesmo. Mas vamos descer o aço. Estamos nem aí. Exato. Mas o que Karen falou é um padrão em todas as cidades do interior. Eu acredito que o interior do Espírito Santo é bem parecido com o interior do
▶ 00:17:23 Paraná aí. E eu fiz esse essa rodada na semana retrasada pelo sulana passada pelo noroeste do estado inteiro. E nessas cidades, cara, que vivem principalmente do agro, a garotada jovem é basicamente sem esperança. E você chega, o cara tá ali atendente de padaria, aí você fala: "Cara, qual o maior problema da sua cidade?" "Eli emprego." Eu só tenho isso aqui, ó. Então, e aí quando a gente entra com o nosso discurso disruptivo, a gente faz uma coisa que o jovem tem uma tendência
▶ 00:17:53 maior do que a gente, que é o que a gente acende, aquela chama, o cara consegue ver, ele fala: "Cara, me fala mais um pouco desse partido aí que é esse cara que a gente vai trabalhar inclusive para 28, né, nas municipais a gente vim com peso." Mas eh você vê que esse modos operante ele é nacional, né? Isso foi, esse esquema já tá criado e desenvolvido para todas as cidades, né? é um sistema totalitário assim de de desmonte, né? A gente eh eu costumo falar que o que aconteceu no governo do PT, a gente ouve muito de privatização.
▶ 00:18:25 Como é que funciona isso? Então, o governo ele vem eh não deixando de passar recurso, não repassando recurso suficiente e uma entidade ou uma empresa vai corroendo, porque ela não tem mais como se manter, tanto de funcionário quanto de material. E assim chega o momento, então tá, vamos vender. Aí sempre aparece um amigo que tem dinheiro, né? Então o esquema já vem lá de trás. Mas o PT ele consegue fazer isso com a sociedade. O PT ele desmontou a sociedade no momento em que ele tira
▶ 00:18:55 eh tudo que a gente tem de virtude e de esperança. Hoje o jovem ele não tem mais esperança. Então o cara assim que é um era um pouco mais jovem na minha época, ele queria sair, ele queria morar sozinho no apartamento, queria comprar um carro. Hoje não, hoje ele não sai de casa e ele se limita a comprar um patinete porque, ok, ele não tem condição de fazer. Isso foi um desmonte e o PT consegue fazer isso conosco, tirando todas as características e todas as virtudes que a gente já tinha, inclusive de família. Vê que vê a
▶ 00:19:25 situação que tá, muitas coisas que vão acontecendo, é pelo desmonte justamente de família e eles atacam assim. Então a gente se desmontou como sociedade. Simples assim. >> Como diria o filósofo, são demônios os que destróem o poder bravil da humanidade. >> E assim, eu concordo 100% que você falou e eu tava até refletindo esses dias porque do Pernambuco. >> Verdade. Eh, eu concordo 100% que você falou. Eu vejo que realmente é isso. Eh, a falta a falta de esperança é uma ferramenta para você e também de
▶ 00:19:55 controlar as famílias, de mudar a lógica de que é uma família, justamente para facilitar todo o trabalho de controle. E assim, é muito perverso isso. Por isso que é até difícil encontrar novas lideranças no interior, porque não é nem que não tenha, é que a pessoa tem medo. Tipo, se eu se eu fizer um vídeo contra o meu prefeito, minha mãe perde o emprego e eu não posso fazer isso, mas eu tô com vocês. Tipo, é muito triste. >> Mas assim, a eh e outra coisa também que você falou de orçamento, né, de de igual uma empresa, isso é muito isso é o maior problema de Pernambuco hoje. O que
▶ 00:20:25 acontece? As prefeituras elas não nunca tiveram um plano de 30 anos, vamos dizer assim, 30 anos atrás de enriquecer Pernambuco, fazer com que o estado tivesse as obras infraestrutura para poder aumentar a receita. Não. Hoje a gente tem um orçamento de 60 bilhões ao ano, aonde 97% já é indexado, então você não consegue fazer nada. Então automaticamente você é escravo >> do governo federal. O E aí a gente tem o João Campos e a Raquel, que é exatamente isso. Os dois prometem que vão estar junto com o Lula. E tipo, mano, é
▶ 00:20:55 vergonhoso para Pernambuco, porque Pernambuco fez três revoluções para não aceitar isso. Na época foram três revoluções, porque o dinheiro, a riqueza saía daqui para ir pro Rio de Janeiro, para Dom Pedro I, Dom Pedro II. Fizeram três revoluções para não ser escravo. E hoje a gente é completamente escravo. E a falta de esperança é exatamente isso. O pernambucano olha e fala: "Ah, sempre foi assim". Então é assim mesmo. E >> e é, entendeu? A gente tem esse trabalho de reacender esse fogo que foi >> veja que interessante. Veja que
▶ 00:21:25 interessante que a gente tá convergindo, né? A gente não vai conseguir derrotar esse sistema. Não existe possibilidade. É um sistema muito tramado e já pronto. Mas a gente pode construir um sistema paralelo e esse vence porque a gente não tá nesse esquema podre deles. Eles não querem definitivamente que o país progrida. Ponto. Eh, sabe, tá tá tá tá dito ali, eles não querem, não é que, ah, >> eles não conseguem, não, eles não querem. Eles ganham assim com país subdesenvolvido, com pessoas
▶ 00:21:55 subdesenvolvidas, com pessoas que não pensam. É isso. Tá pronto para eles o palco. A gente não pode, não vai conseguir combater nunca, mas a gente pode montar um sistema e é isso que a gente tá fazendo, um sistema paralelo de pessoas revoltadas, porque só a revolta e o ódio derruba essa gente. >> Não, e nós vamos chegar nessa turma, essa é a parte boa, né? Porque assim, eu vou eu vou fazer campanha nessas cidadezinhas, cara, vendo voto e voto em mim, entendeu? Isso que importa, que não adianta falar não, que não sei o quê,
▶ 00:22:25 cara. lá. É, a coisa é feia. Eu lembrei de uma história, a gente precisa até começar a fazer umas umas lives temáticas trazendo candidatos que que são especialistas. Tava falando com a Aline Frazon, uma candidata nossa de Arapongas, deputado estadual, que ela é professora. Daí ela falou: "Cara, um dia eu peguei um aluno lá e falei: "Velho, tua vida vai ser uma merda, bicho. Tu já é pobre, você não tá estudando, onde você vai parar na vida?" Ele aí ele
▶ 00:22:55 falou: "Professora, eu estudando ou não, eu vou trabalhar no atacadão?" Daí ela falou: "Cara, no final o moleque tá certo". >> Verdade. >> No final do dia o moleque tá certo, velho. Nessas localidades assim, no final do dia é isso. É o que sobra para quem para quem tá preso esse esse sistema, né? Que >> aqui são as pequenas cidades. É [risadas] exato. >> Aqui o sistema ele opera em duas formas. Ele opera no pequeno varejo, nessas
▶ 00:23:25 pequenas cidades. Então, por exemplo, um deputado da região de Maringá, ele não manda emenda para roubar em Maringá, porque Maringá é uma sociedade organizada. A melhor associação comercial do Brasil é a de Maringá. assim, é um absurdo. Eles eles têm lá eh núcleo de desenvolvimento, então a cada 15 anos eles criam um masterplan paraa cidade e não é ah, é um documentinho, tal, é um livro amarelo mesmo, só que ela amarra a cidade. O que manda em Maringá são as entidades com assim, o o
▶ 00:23:56 político ele tá lá para cumprir o que a sociedade demanda e Maringá funciona dessa forma. E além disso tem o Observatório Social, que é uma entidade que eles criaram que eles avaliam todo o dinheiro que é gasto, todo o dinheiro público que é gasto dentro da cidade. Então é difícil de roubar. Que que o deputado da região faz? Ele manda para Floraí, pra cidadezinha pequena, porque lá não tem esse controle, não tem uma uma burguesia, não tem eh não não tem nem intelectuais, não tem universidade,
▶ 00:24:27 não tem grandes empresas, não tem diretor de empresa, aquela burocracia de alto valor da de grande empresa. Então a turma faz o que quiser e aí vira aquela campanha mesmo do homem é bom, o homem é bom, o homem é bom. Porque não não é que a sociedade ela ela ela goste disso, ela está limitada a isso. Você não consegue falar com aquela pessoa sempre se não for essa dualidade, esse AB e de ah, o meu é bom, o seu é ruim, entendeu? Exatamente o que o Renan sempre fala nas
▶ 00:24:58 lives dele, >> é a cor amarela e a cor azul. E você resume isso. E >> é é complicado isso, cara. Mudar, a gente tem que mudar a cultura. A nossa diferença que a gente tem um plano de médio longo prazo, como a gente é um partido e não uma legenda, a gente consegue ser um outsider realmente eh que a marca missão daqui a um tempo vai ser um selo de de garantia, vamos dizer assim. Mas é o que eu imagino, tipo, a pessoa tem que botar na >> fazer e trazer as pessoas a pensarem que asfalto e iluminação é o mínimo.
▶ 00:25:31 >> Não, não tem que tá batendo palma para asfalto, gente. É o mínimo. Eles querem que ali, né? >> Sim. O cara vai lá, bota, botei iluminação, o cara vai lá. Outro dia eu vi um prefeito lá puxando faixa. O cara quer que a gente ande quando com lamparina na rua. Eu no mínimo tenho que botar luz elétrica na, sabe, iluminação boa na cidade. E as pessoas estavam acostumadas ainda a velha geração, a bater palma para prefeito que põe iluminação. Não pode. A gente tem que fazer as pessoas entenderem isso, abrir a mente deles também.
▶ 00:26:01 >> Aqui no Espírito Santo a gente tem um coronelismo implantado há anos, né? A gente teve 12 anos de governo no Paulo Artung e 12 anos de governo no Casagrande. E é um estado bom para se morar, apesar de tudo, é um estado bom. A violência tem crescido significativamente, mas ele tem crescimento, índices de crescimentos bons, porque o Espírito Santo, ele deixou de ser desenvolvido para servir de barreira natural de acesso às Minas Gerais, historicamente falando. Então, a gente tem uma oportunidade de crescimento muito grande. Mas assim, aqui esse coronelismo ele impõe medo.
▶ 00:26:32 Então, as pessoas eh já matou o juiz, já fez um monte de coisa. Então assim, a galera acaba pegando essa pilha e acreditando naquele político que vai todo dia na feira, tira fotinha, comendo pastel. Você olha o candidato que era prefeito de Vitória e tá vendo a candidato a governo agora. O cara chegou falando que chegou na prefeitura, ele tinha 6 milhões para trabalhar. Aí o Ministério Público já falou que ele tinha quase 200 milhões. Então você vê, né, semana passada o cara eh fez o apoio
▶ 00:27:02 a Flávio Bolsonaro, ou seja, um cara que fala sobre campanha de mãos limpas, tá apoiando o Flávio Bolsonaro e assim vai. Então, aqui no Espírito Santo, nós tivemos a CPI dos consórcios, onde prefeitos das cidades do interior do norte, do noroeste ligando pros deputados estaduais, pedindo para não abrir a CPI. E eu te falo, bom, você como deputado estadual, como é que você não aproveita, já investiga logo esse cara, né, essa prefeitura inclusive. Mas a cultura do medo é implantada aqui no Espírito Santo e o Capixaba ele não consegue acordar porque não passa tanta
▶ 00:27:34 necessidade como em alguns outros estados. Eu já morei 4 anos no Rio, fiz obra em área de risco. Então aqui o a gente tá com um planejamento de fazer essa pessoa acordar, mostrando que pode ser diferente. E uma coisa que eu sempre repito que deu certo, eu eu vim da academia do MBL, eu sou coordenador do MBL há 3 anos aqui no estado do Espírito Santo e naturalmente assumi a liderança aqui por eu sempre implementei que a gente precisa ser exemplo. Hoje eu
▶ 00:28:04 posso falar que a gente precisa ser exemplos jovens, que eu tenho 41 anos, mas hoje o jovem ele não tem referência. E é isso, ô cara, que o PT ele quer acabar, porque o que pode combater a ideologia do PT são os pais em casa. Então ele quer acabar com a família, a estrutura familiar. Exato. >> Porque aí esse jovem ele fica assim na rua, vamos botar assim, né? O que tiver na rua é o que vai levar esse jovem embora. Então nós precisamos ser exemplos. No momento em que a gente chega numa juventude em que ser eh ser eh
▶ 00:28:35 heterossexual chega a ser até crime, porque a os meninos as pessoas ficam com sabe, eles ficam coagidos assim de dizer a sexualidade. Vocês entendem que chegou um momento que assim é será que é feio dizer, será que eu vou ser aceito na minha turma? Quer dizer, que piração é essa que a gente chegou, cara? Que loucura. E a gente passou por isso e eles conseguiram fazer isso conosco, entende? Isso que eu não me conformo. >> Estão perguntando do Bem Mendes aí. O Bem Mendes é candidato, turma. É só ver as notícias aí. Busca candidato,
▶ 00:29:05 governo, missão, Minas Gerais. Vai tá no G1, vai tá em todo lugar. Bem Mendes, Ben Mendes é um cara que merece tanto aplauso, que ele é um cara que eh veio de baixo, se formou advogado, criou a o canal dele, cresceu para caramba, ganha dinheiro e mesmo assim o cara meteu a cabeça que ia ser médico, tá fazendo o internato dele. Geralmente nesse horário ele tá na clínica, velho. O bicho tá na aula, entendeu? Tá atendendo gente lá na ponta. Então assim, é um cara que a
▶ 00:29:37 gente tem que tirar o chapéu. E qual que é a questão? O Ben Mend já é conhecido, turma. Ó, o jogo dele é outro. Ele realmente ele não vai poder participar muito aqui porque é a vida corrida de um estudante de medicina, eh, streamer, advogado, pai de família. Então, assim, vamos dar uma colher de chá pro cara e vamos ajudar ele. Pô, acha a vaquinha lá do Bem Mentes, manda manda uma grana. Eu acho que a gente pode colocar até como padrão nas lives aqui, sempre deixar um
▶ 00:30:07 QR code eh link tree pro pro pra vaquinha de cada um para ajudar, porque velho, aqui ninguém ninguém é herdeiro de grupo político, ninguém é herdeiro de grupo empresarial, todo mundo paga as próprias contas e faz política. E faz política que é o certo de qualquer sociedade, né? principalmente de um grupo que tá emergindo, tá crescendo e quer fazer diferente, não quer se submeter ao sistema que tá por aí. Então, eh, essa essa é a nossa força,
▶ 00:30:39 vocês são a nossa força, porque só com só com o nosso braço, com a nossa disponibilidade, não dá para fazer, turma, não dá para fazer. Precisamos de todo mundo. Sangue no olho. Sangue no olho. >> É isso. E tá ficando cada vez mais evidente essa questão da conexão com com a sociedade das ideias do partido de missão, né? Quando o França faz essa questão da vaquinha, é importante ver que a vaquinha do partido missão, ela é a que mais arrecada no país, porque as pessoas vem que o partido missão tá
▶ 00:31:11 juntando pessoas de verdade, né, que estão querendo de fato mudar o jeito de se fazer política no estado, no nosso país. E eu queria comentar com vocês algo interessante. Eu não sei se vocês t passado pelo que eu tenho passado aqui também. Eu acho que esse tipo de bate-papo dos governadores ajuda a gente trocando algumas experiências, né? Eu tenho so chamado pro podcast e eu percebo que eles ficam meio quase que de boca aberta com as ideias do Patrição, porque eles são todos apaixonados pela ideia, mas não conseguem imaginar isso implantado no Brasil um dia, né? Eu o
▶ 00:31:43 último podcast que eu participei foi muito interessante porque eh quem entrou mais como uma ideia de de dar uns pitatos, né? Porque a apresentação é é do Rogério Cafeteiro, que já foi deputado aqui no nosso estado. Ali já é uma comentarista política. E ela entrou mais para dar uns pitácos, participar. E o podcast que tava previsto para 1 hora durou 2 horas meia, 2 horas meia que o bate-papo foi ficando interessante, ela foi perguntando e ela tem uma fama de ser meio comuna, né? E até no começo do
▶ 00:32:15 podcast o capitã brincou sobre isso, mas mesmo assim ela tinha tantas dúvidas sobre o partido de missão, tantas que coisas que ela ia querer entender. Eu percebi a mudança do olhar dela mudando do começo para o fim do podcast da pessoa que entra às vezes meio cheio de preconceites com algumas ideias do que nós somos. E depois de ter tido a oportunidade de conversar, olhar no olho e ver no que a gente tá falando e ver a possibilidade de mudar o Brasil, quase
▶ 00:32:45 virá um missionário também. Eu [risadas] queria perguntar para vocês, vocês t percebido essa mudança eh sobre a sobre as pessoas do nosso redor, sobre os jornalistas, como eles têm eh eh cobrido assim a a intervenção de vocês. Vocês têm percebido essa mudança também do ponto de vista dos outros sobre o que nós estamos fazendo aqui? >> Responde aí, minha jornalista. >> Eu acho, eu acho que sim. Isso é uma percepção jornalística. Dá para perceber. O que é o que acontece é o seguinte, eh, os veículos de comunicação
▶ 00:33:15 hoje, pequenos, vamos dizer assim, pequenos e grandes, tá? Mas assim, os eu vou falar dos pequenos, eh, não se mantém só com comercial, com comércio. Ponto. Então, se recebe país que vem dos governos, que são as propagandas de inserção. Lá os governos, eles colocam as PIs, eles distribuem as PI para para rádios e para pra TV e tal para fazer aquela propaganda. Eh, Ministério da Saúde, Ministério do Transporte, é uma propaganda embutida, né? Eh, então se fechou com determinado
▶ 00:33:49 partido que tá no poder e e vamos dizer que a rádio bate contra, eles vão suspender as PI e aí a os veículos de comunicação acabam ficando sem aquela verba que é uma verba importante ali, né? esse último mês mesmo até quando eu tava, por exemplo, para vocês terem uma ideia, os últimos dois meses as PIs dobraram de valor porque não é o estabelecido pela comunicação, estabelecido por eles, as inserções são estabelecidas por eles e e então não tem não temos muita saída. Um jornalista, a
▶ 00:34:19 menos que seja um jornalista independente, que nunca é também, vamos botar independente, entre aspas, ele acaba que não vai comprar uma briga hoje da missão, a menos que ele seja da missão e seja totalmente independente mesmo, porque ele precisa se manter, ele precisa sobreviver. Isso não vai acontecer porque é assim que funciona dentro do é uma é uma prisão implícita, né, do do meio de comunicação ficar preso ali e não perder aquela verba.
▶ 00:34:50 Cara, e e tem tem uma questão, velho. Eu eu pelo menos eu sempre me dei bem com jornalista, velho. Tem um monte de amigo que é jornalista, tal. E você [roncando] vai entendendo o jogo dos caras, você, [ __ ] o cara tá fazendo o papel dele e tal. Eu eu nunca entrei em conflito com nenhum. Tem aqui um um cara, o maior blogueiro político de Londrina, que é a maior cidade do estado, Cláudio Wost. Cláudio W, além de blogueiro, ele é marqueteiro também. E eu quase saí no soco com ele na eleição de 2016 numa
▶ 00:35:21 reunião que tava eu, ele, o Felipe Barros e o Walter Orce, que era candidato a prefeito na época. Cara, assim, nunca gostei do Cláudio, mas, pô, o cara escreve bem. Participei lá e e até brinquei com a situação, falar: "Última vez que eu te vi, frente à frente, eu queria te dar um soco, você queria me dar um também". Mas velho, o cara é inteligente ali, no nosso caso lá, era uma discussão política, eleitoral e até com ele que sempre teve animosidade, cara, a gente deu bastante
▶ 00:35:52 risada, brincou e os caras estão meio de saco cheio também, né, velho? Porque essa discussãozinha, Lula, Bolsonaro, tal, eles querem discutir outras coisas, né? E querendo ou não, nós somos os únicos candidatos que dá essa perspectiva do cara falar de saúde, de educação, e não ser aquela, o cara vem e ele traz a o o a frase pronta que o marqueteiro passou para ele, ele não consegue desenvolver nada em seguida. Cara, a gente pode trocar ideia, eh, e sempre aberto, né, velho? Não é aquela
▶ 00:36:23 coisa armada que não tem que ser assim, não, velho. Traz seu argumento, vamos trocar a ideia. Então, acho que isso tem facilitado e a própria forma que o Renan tem tratado e a gente tem seguido esse padrão facilita bastante também. >> Eu queria aproveitar o gancho que você falou da vaquinha e essa questão do que o a Lais falou no início, que a nossa maior dificuldade que nós somos desconhecidos, né? é diferente de um brigadeiro, de um B Mendes. Então, eh, eu queria dar um recado para você que é
▶ 00:36:53 o apoiador, que é militante, que tá aí no no chat, tá vendo a live, que que acontece diferente de todos os outros partidos, se você não percebeu isso aí, diferente de todos os outros partidos que existem no Brasil, a missão, ela é composta de candidatos em prol de um projeto. Todos os outros partidos do Brasil são projetos individuais dentro de uma legenda. Todos são projetos individuais dentro de uma legenda. Ou seja, esse projeto aqui não é para mim, não é pro AIS, não é pro André, não é pro Luí, não é para Karen. Esse projeto é paraa gente, porque todos fazem parte
▶ 00:37:24 de um projeto só, todos estão focados com a Virgindia em um centro de ideias. Então você, principalmente para nós que somos desconhecidos, o trabalho de divulgar, compartilhar, falar na sua família, falar no trabalho, no grupo, você que conhece Repórters, implantar, passar um pouco dessa ideia ajuda demais a gente, né? a gente tá ainda nos podcasts, algumas áreas têm negado, hã, a nossa visita por já apoiarem determinados candidatos X ou Y. Eu falo: "Cara, mas, né, a gente não tá indo para
▶ 00:37:54 bater ninguém, a gente tá indo para expor nossas ideias". Então o seu papel como militante, cara, eu que vim de 3 anos de MBL, vim de uma luta assim, um crescimento muito forte, vi esse movimento crescer de uma forma expressiva, eh peço encarecidamente que esse papel além da vaquinha, esse papel é muito importante pra gente. O sacrifício de cada um aqui individualmente falando é muito grande. Luís, acabou de ser pai também, é, tá, acho que um filho de três ou quatro meses, me fale a memória. >> Três meses anteontem. Ontem eu fui dormir 3 da manhã, acordei 7 da manhã
▶ 00:38:24 com o meu celular tocando já. Quatro horinhas de sono por dia. É o que tá rolando. >> É, pai, no >> eu depois de 20 anos trabalhando na iniciativa privada, eu estava trabalhando da maior construtora do estado. Infelizmente eles tinham três meses que eles tinham comprado meu passe. E aí ele falou: "Cara, se você se candidatar, a gente vai ter que te desligar". Pensei durante uma semana botando na balança, mas é porque eu não fiz isso pelo Renan Santos, eu não fiz isso pelo King, que é um cara que eu admiro muito, eu fiz pelo que eu acredito, pelo que eu vejo isso sendo desenvolvido durante esses últimos 12
▶ 00:38:54 anos. Então você que tá aí, é muito importante esse papel além da doação, o papel de divulgação, porque nós somos desconhecidos e você pode fazer uma parte assim expressiva nesse conhecimento nosso daqui paraa frente. Então assim, quero deixar essa esse recado para você que tá aí assistindo a gente que é muito importante você entrar nesse projeto, porque ele é de todos, ele não é individual aqui. A gente tá cansado da velha política, ver a gente trabalhar para um político, fazer
▶ 00:39:25 propaganda pro político, depois esse cara vira as costas, esse cara tá roubando, esse cara tá fazendo n coisa ali. A missão não é assim. A gente já provou isso com alguns candidatos que eram nossos e acabaram sendo desligados. Então fica a dica para você aí, pode ajudar bastante. >> Breno, uma questão sobre jornal, agora eles podem escolher com quem eles vão falar durante a eleição, não, eles têm que chamar todo mundo. Então, o que que a gente tem feito aqui? aquele a aproximação institucional com o diretor para trocar ideia, visitar no amor,
▶ 00:39:55 mas também aquela formalização de e-mail que precisando de dor, porque os caras fazem na sacanagem também, fala: "Ah, pega qualquer e-mail que tá lá, manda que é um e-mail perdido e só para justificar". Então, a gente tá formalizando, nós somos o Partido Missão, temos esses candidatos, esse é o e-mail para contato, esse é o telefone para contato, liga, pede para acusar recebimento para documentar tudo. Aí lá na frente, ah, só vou chamar X Y porque
▶ 00:40:25 eu não gosto dos molequ, porque não tem cinco deputados para debate, beleza, para entrevista é obrigado chamar todo mundo. Aí é aeira. E a gente é o seguinte, o nosso jogo tem que ser o seguinte, manda para todo mundo e vai ajustando a agenda para tá em rádio, porque querendo ou não, a gente tem o papel de discutir o estado, mas a gente tem o papel também de ser a voz dos nossos candidatos a deputado. Então assim, se a gente não tem tempo de TV, não tem tempo de rádio, o que que a gente tem que fazer? Estar em todas as
▶ 00:40:55 rádios, estar em todas as TVs falando para procurar os falando do Renan, falando para procurar os deputados. Esse para mim esse é meu primeiro papel inclusive, porque se eu sou candidato a governo, se eu sou candidato a governo pela missão e eu não trabalho pela minha chapa, você não você não merece ser candidato pela missão. Para mim é essa opinião, essa opinião. Então temos temos que descer o [ __ ] Queria aproveitar o gancho do que o Breno falou, que eu falo muito aqui com o pessoal daqui, porque às vezes a militância às vezes se distrai muito com
▶ 00:41:25 coisas que não tem nada a ver com a gente, sei lá, igual ontem teve o debate do Jonas Manuel com Eduardo Moura, aí tipo fica o dia todo falando disso e a gente postando vídeo, tipo assim, galera, bora lá engajar e tal. E eu falo para eles, a gente não tem dinheiro, a gente não tem, a gente não é conhecido e mas ninguém pode querer mais do que a gente. A gente tem que trabalhar todos os dias de um jeito para assim, meu irmão, tem que tá com com muita vontade para não falar palavra. Tem que tá com muita vontade, pô, porque senão a gente não consegue vencer, velho. Porque os caras têm a máquina, os caras já têm as experiências, os caras já tem dinheiro,
▶ 00:41:56 os car, os caras t tudo. A gente pelo menos tem honestidade, tem a nossa vontade também mal. Ninguém pode querer mais do que a gente, velho. Então, é isso que eu quero dizer, que você faz parte desse projeto. Esse ano eu não vou só pedir voto. Esse ano eu vou chamar as pessoas para participar do nosso projeto. A gente não vai construir isso sozinho. A gente é um grupo, a gente é um partido. Então assim, meu irmão, ninguém pode querer mais do que a gente. >> E a recíproca é verdadeira. Da mesma forma que eles esperam que nós não sejamos petistas ou bolsonaristas, nós esperamos que a nossa militância, os
▶ 00:42:26 nossos apoiadores não sejam bonsominos ou petistas também. Tá cegos, a gente sempre fala para vocês criticarem, vocês pensarem, mas pensa da mesma forma que o Renan falou ali, ó. Pensa, cara, de vez de você ficar perdendo tempo, assistindo coisa, perdendo tempo, tem muitos candidatos ali, ó. O Espírito Santo, pelo que eu vi, acho que é o que menos tem candidato, porque a gente tem 11 cadeiras paraa federal e 31 paraa estadual no total. E aí nos outros estados vocês já têm muito mais candidatos do que isso, né? Então, eh, olha o trabalho de cada um desses candidatos que tá abdicando da da vida
▶ 00:42:58 pessoal dele para parar, para fazer um corte, para produzir, para gravar. Depois que chega do trabalho, depois que bota o filho para dormir. Você tem um papel fundamental, você militante. Não sejam bolsonaristas, não sejam petis. A recíproca verdadeira. O que vocês esperam da gente, a gente tá esperando de vocês também. pedir perfeito. Eh, turma, eu tenho reparado sobre como a gente pode eh conectar com as pessoas. Eh, hoje eu vi uma reportagem da CNN falando sobre como
▶ 00:43:28 a classe C vai ser eh fundamental nesse pleito, né? Eu percebo que esse caminho que o Renan tem feito de cortar o nosso país é um fenômeno. É isso que tem feito ele chegar aí já com quase 10% no preto, que era a previsão desde o início. A gente tá muito feliz com esses números, sabendo que a gente pode sempre melhorar, mas eu queria provocar a gente pensar um pouco sobre isso, como vocês têm pensado em conectar com essa turma da classe C, porque, por exemplo, eh, a gente tem uma militância ativa, isso é
▶ 00:43:58 bom demais e a gente precisa começar a conectar com essa turma, né? Eu digo isso porque eu fui fui questionado eh sobre estratégias do Partido Missão para um jovem, por exemplo, que eh às vezes tá meio que sem esperança, meio desanimado, sem expectativa de trabalho, como a gente já comentou aqui, né? Satisfeito com o emprego no supermercado, qual a estratégia que vocês estão adotando aí? Eu queria falar um pouco sobre a nossa aqui. Sabe o que que é difícil falar
▶ 00:44:28 aqui no Maranhão? contra o Bolsa Família, por exemplo, falar para as pessoas não continuar imaginando que o Bolsa Família é quase um direito adquirido, né? Entender que o Bolsa Família ele é uma estratégia para sobrevivência enquanto você encontra algo melhor, não algo que você pode se se encostar naquilo ali, imaginar que você pode sobreviver com aquele ali e cumplementar sua renda com um bico ou um dia ou outro por semana sem procurar uma melhora, né? Mas é difícil falar para
▶ 00:44:58 uma para uma sociedade, uma comunidade que tá sempre esperando o que o governo pode fazer por ela. Eu percebo que o Renan, ele quando corta o o estado, quando ele corta o país, ele sempre sai falando a verdade, né? E eu falo assim, eu eu sou fã de todos vocês aqui, né? Eu vi hoje o França falando assim, sempre é verdade. Como vocês t conseguido falar com a comunidade de vocês que o partido missão ele é um partido para todos >> e que vai ter sim pautas para poder falar com essa com esse público também? Eu posso falar o que eu falarei, porque até agora eu só falei internamente, né?
▶ 00:45:28 Eu não produzia vídeo, nada. Eh, até porque assim, eu quando virei pré-candidato a governador, meu foco era criar estrutura, ter CAPEX, eh aproximar institucionalmente. Então, tudo que eu fiz até agora foi interno para montar time, para levantar grana, para montar estrutura. Eh, então não pude conversar com um grande público, porque quando você tá nesse trabalho, o que que você fala? Com militante, eh, com empresário e com com a turma que tá trabalhando,
▶ 00:46:00 né, que tá sendo remunerada. Então, falei muito pouco para fora, mas eu acho que é usar o padrão que o Renan tem feito, né, que é conectar através da dor, é você pegar algo no cotidiano daquela pessoa que ela passa por aquele problema todo dia e você ressignificar aquilo e você puxar, capturar a atenção a partir disso. Então, essa questão de viajar na região, ver quais são os problemas mais absurdos e gritar que o rei está nu, eu acho que esse é o caminho. Óbvio, a gente não pode cair
▶ 00:46:30 também pro denuncismo, sabe? Eh, tipo, ah, todo mundo e ficar só falando que esse é vagabundo, o outro é vagabundo, que esse aqui é um problema, sem você trazer uma uma perspectiva, né? E essa é a nossa diferença, porque querendo ou não, a missão é um partido aspiracional também. Ela vem de uma aspiração. A gente tá falando de futuro glorioso, a gente tá falando disso. Então, sempre tem que tá acompanhado com isso, tem que tem que ter essa esse espírito sempre. seu legislador, né? No meu caso, para
▶ 00:47:01 todos. Eh, ontem eu recebi um uma mensagem [limpando a garganta] muito interessante de uma trans, uma transh de Cascavel, eh, conhecida minha, e ela disse: "Carem, eu te apoio assim, porque nós estamos a a briga e a luta, ela formou um ponto em comum, que é as mesmas pessoas que a a vida inteira tiraram a oportunidade delas e são as mesmas que eu luto por outro lado, mas a gente convergiu num lugar só. Eu tenho propriedade para falar disso, porque eu
▶ 00:47:31 eu sou de uma causa bem bem humanitária, assim, eu gosto de pensar que se a gente enriquecer o país, todo mundo vai se beneficiar. Então, quem hoje tá achatado que que é foi retirado dele o direito de crescer com um projeto de crescimento do país, essa pessoa vai crescer junto, sabe? Então eu eu a questão mesmo que eu falo muito que é minha bandeira, desenvolvimento tecnológico, a gente não tem, nós temos aqui no no Paraná
▶ 00:48:03 três escolas técnicas, nós temos 399 municípios, então a gente não atende a a questão técnica. O a pessoa vai lá, se forma, fora, volta pra cidade de Natal, não tem onde trabalhar, vai embora. Quer dizer, se a gente botar isso como ponto principal, que é um fortalecimento da economia de fato para todos, todos vão se beneficiar. E o que mais vai se beneficiar é o trabalhador, porque esse cara é o cara que acorda 5 da manhã e vai carregar cimento, vai carregar uma caixa de fruta. Esse cara precisa de
▶ 00:48:34 atenção. Esse cara precisa de atenção. E não é uma questão de assistencialismo, não. Ele é um trabalhador. O, aliás, o Bolsa Família, o assistencialismo, ele tinha que ir justamente pro cara que trabalha, porque quem quem tira o poder de compra é o governo. Mas o governo é tão perverso que ele conseguiu, além de tudo que aquilo que eu falei, ele consegue colocar o o trabalhador contra o patrão, sendo que ele vai ele vai lá e diz assim: "Ó, viu? O cara não te o cara é bandido, o cara não te paga o que tu mereceria ganhar, receber. Só que não é
▶ 00:49:05 sobre o que ganha, é o que pode comprar com o valor que ele tem, que ele recebe. E isso quem tira é o é o governo, porque sobrecarrega de juros e taxa sobre comida eh uma coisa horrorosa que é imposto de de comida básica, arroz, feijão. Então não é o patrão que tá tirando, é o é justamente o governo. Mas ele botou então isso foi cara, foi um trabalho de década assim, sabe, falando essa narrativa e as pessoas acreditaram que hoje o bandido é o o empresário, o
▶ 00:49:37 patrão e o o funcionário tem que ir contra e ninguém vai contra o governo, que é quem tira o verdadeiro recurso. >> Exatamente. É mostrar as dores. Eu venho da construção civil e eu te garanto, um auxiliar de obra que recebe aí R$ 1.600 R$ 600 mês e tem cinco pessoas que dependem dele em casa, esse cara, ele não vive, ele sobrevive. Aquela família, ela não faz nada além de o suficiente para conseguir sobreviver e não morrer de fome. Inclusive, algumas vezes eu já
▶ 00:50:07 ouvi do cara assim: "Meu chefe, você tem que entender que isso aqui é a minha última opção antes de voltar pro tráfego." Essa é a realidade. E isso eu exponho quando eu faço meu DSS lá na obra, eu falo: "Cara, isso aqui, ó, se vocês aceitarem isso, vocês vão ser tratados dessa forma". Eu acho que, André, expor a dor e mostrar a solução é a melhor opção que a gente tem, que é o que Rena tem feito de uma forma exímia e tem dado certo. Inclusive, >> é a estratégia que a gente tá fazendo aqui no Regar, intimita muito Rena Santos, a gente vai nas cidades, grava os dados da cidade, o que que tá de
▶ 00:50:37 problema, eh, tenta marcar o máximo possível de entrevista, mas o que faltou, que falta pra gente, que a gente vai mudar aqui, vai começar a implementar, que Renan já faz, é entrevistar a população, falar mesmo com as pessoas, não em si em rádio, mas por realmente falar, pô, bater na porta, tudo você pararia a participar do nosso vídeo. Meu nome é Renan, sou do Partido da Missão. Acho que falta só isso pra gente começar as pessoas falarem da gente entre as famílias e depois comentar com outras pessoas e aí as coisas começaram a acontecer. Acho que é
▶ 00:51:07 esse caminho que a gente tá querendo seguir. >> E a gente tá com um problema, pegando rapidinho esse gancho aí, que foi o seguinte, eh, a polarização é uma desgraça, porque colocou, o pessoal da direita eh é contra o pobre e o pessoal da esquerda abraça o pobre e é contra o empresário. E aí ficou num limbo que as pessoas ou acreditam numa coisa ou numa outra. E a direita eh do Bolsonaro, o bolsonarismo tirou, por exemplo, muita coisa. Por, por exemplo, as pessoas de direita hoje não não tem cultura. Aí se
▶ 00:51:39 fala um A de cultura é esquerdista, um A de cultura, entende? Então a a direita acabou tirando muita coisa e a esquerda tirou muita coisa. Isso foi uma desgraceira no país, porque se polarizou e a cabeça das pessoas tá assim polarizada, não consegue mais pensar no meio termo para acomodar um país num enriquecimento. Não é isso ou aquilo. >> Pessoal, eu vou pedir licença para vocês porque eu achei que o meu compromisso era 7:30, mas é 7:15, então eu vou partir. Mas toca aí. O Pedrão tá aí
▶ 00:52:09 operando, a Karen conversando que eu preciso fazer política. >> O Pedro lá. >> É, vou chamar. >> Obrigadão, Luiz. Pedro, o Pedro foi embora. >> E eu acho, eu acredito que a, a nossa melhor, a nossa melhor >> estratégia é porque assim, a gente tem que dar o reset na mente da pessoa, literalmente a gente tem que dar um reset, ensinar o beabá, mostrar, desenhar, né? Igual quando o Artur foi no debate com o cara lá, desenhar, vou desenhar aqui o rabo do burro, tal, só que é o seguinte, cabe a nós, né, que
▶ 00:52:40 estamos estudando, se preparando para isso há um tempo, saber exatamente como abordar cada estrutura da sociedade que a gente vai falar, porque da mesma forma você vai falar ali num bairro tal, você não vai falar da mesma forma no outro bairro ali, porque aquela pessoa não vai ter essa compreensão. >> Claro, não tem aquela vivência, sabe? A questão também eh nacionalista, sabe? Policarpo Quaresma, quando o cara assim, ele era um verdadeiro nacionalista, esse cara era nacionalista, sabe? Claro que eh pensar no fim dele, ele foi metralhado, né, no final do do conto,
▶ 00:53:12 mas ele era um cara que amava a terra. A gente aprendeu que o patriotismo ou o nacionalismo é amar Bolsonaro, é amar sei lá o que que eles carregam, entende? A gente não tem mais essa percepção do que é um um nacionalismo, carregar a nossa o amor à terra, a cultura, a diversidade. Eu falando com vocês de vários estados, trazendo coisas diferentes. A diversidade que a gente tem aqui e amar a terra é maravilhoso. Isso é nacionalismo puro. Mas hoje se se fala em nacionalismo ou patriotismo, se
▶ 00:53:42 refere ao a família buscapela. >> É isso. Até mesmo a falta de amor próprio, né? Você vê hoje os jovens não têm amor próprio, a galera tá desanimada. Eh, muitas pessoas aí com problemas de depressão, ansiedade, porque vivem nesse caos, vivem o tempo todo correndo risco, com perigo de ser medo de ser assaltado. As pessoas, eh, a gente não faz ideia do quanto que isso impacta psicologicamente o nosso dia a dia, o quanto que se
▶ 00:54:13 estressa a gente, a gente acaba descontando em casa, descontando no trabalho, enfim. Então, >> não tem dinheiro, né, cara? Não tem grana. O salário acaba dia 20 e aí a pessoa dia 20 já entra ou no cheque especial ou entra no cartão de crédito. >> E aí como que vai se viver num país caro desse jeito, sem dinheiro? Claro que deixa qualquer um transtornado. >> É, >> eu não acho, eu não [limpando a garganta] acho que o brasileiro, tem uma, uma fala que diz: "O brasileiro tá preguiçoso, as pessoas não querem trabalhar". Cara, o
▶ 00:54:43 brasileiro tá sem esperança, as pessoas não têm mais. Porque tu pensa, tu ganha R$ 3.000, tu vai lá, olha um carro que tu acha bonitinho e tal, que é um carro, 80 pau, um apartamento, uma casa de 300 conto, 400 conto, quando que tu vai juntar se tu teu salário dá até o dia 15:20? Não tem. Então, perdeu-se a esperança, não tem mais esperança. Isso é o que o governo queria. Isso é o que o sistema quer, gente esperança. >> E o governo fala: "Deixa que eu cuido de você".
▶ 00:55:13 >> Exato. Olha, tenho aqui, ó. tem um gasto para ti. >> Então eu eu sei que eu falo muito, mas e não que minha vida seja um exemplo assim, nossa, mas assim, a minha vida foi muito isso. Eu nasci de uma família de classe média baixa, mãe donando de casa, num bairro completamente abandonado, assim, esquecido do do Rio de Janeiro. E eu sempre tive essa dificuldade, por isso que eu sempre trabalhei em diversas empresas. Já trabalhei seis por um, já trabalhei, já fui carteiro, já trabalhei numa rede dó, já trabalhei na SH, que foi a, talvez tu até conheça Brendo, SH Formas, que é uma empresa de que faz forma de, eu
▶ 00:55:45 trabalhei na parte financeira e aí eu fui pro Canadá e a primeira vez que eu fui pro Canadá que eu vi que mesmo eu sem inglês, mesmo sem na época, né, sem inglês, mesmo sem a minha pós ainda, só com com a na verdade eu tava terminando minha posse e já já era contador, praticamente sem nada mesmo, sendo peão, eu conseguia esar dinheiro, conseguia consia comprar as coisas, eu conseguia prosperar e ver assim: "Caraca, mano, eu tô trabalhando numa numa construção, sendo peão e eu tô ganhando dinheiro, pô." Tipo, é uma realidade. Aí eu volto pro Brasil, trabalho, trabalhei na
▶ 00:56:15 Estonia, trabalhei na Oliveira Trust, maior fim doar do país. E aí eu decidi mesmo, vou voltar pro Canadá. E eu voltei pro Canadá, fiquei mais dois anos, consegui juntar uma grana e agora eu tô aqui e assim, eu não consigo prosperar. Tipo, eu quero ter família, sabe? Eu sou casado, graças a Deus, mas não tenho condições hoje de ter de ter um filho. Eu inveja, fico, tô até com inveja aí do André, de todos aqui. Não sei, não sei se se você é é tem filho, mas tipo, eu eu quero chegar nesse objetivo, mas infelizmente a política brasileira não permite isso e é muito difícil, é muito revoltante. E assim,
▶ 00:56:46 por isso é um desejo que eu tenho muito de ter entrado na missão na MBL e ter feito academia igual o Breno, porque cara, às vezes eu só quero poder me vingar. Às vezes um dia eu só quero poder ser mesmo. Você que fodeu minha vida. Eu [risadas] também, eu também. É o mais é o mais próximo do anarquismo que a gente pode chegar assim, sabe? Tocar fogo nessa [ __ ] toda. Porque os caras foderam, os caras, >> vez eu fico sonhando. E, cara, juro para tu, às vezes eu fico assim pensando do nada, às vezes eu fico viajando na minha cabeça assim, eu eu no debate com João
▶ 00:57:16 Campos e Raquel L assim, tipo, imaginando, cara, é o que eu sempre quis, cara, poder um dia apontar o dedo na cara desses cara e falar assim: "Meu, você fodeu minha vida e agora eu vou fazer [risadas] tipo sua". Me perdoe falar a palavra, não, me desculpa, mas é porque, cara, >> mas vai ser a nossa oportunidade num debate, né? Eu tô guardando, eu tô guardando, cara. Eu tô todos os dias eu pego uma gotinha de vingança e ponho no bolso, sabia? Porque eu sei que eu vou ter um debate daqui a pouquinho com uma umas figuras aí, cara, vai ser maravilhoso, assim, eu vou, eu não vou, não tô nem aí o que vai acontecer. Eu só quero meu só quero vingança, revenge.
▶ 00:57:47 >> E quando eu vejo o Flávio Bolsonaro que, tipo, pegou toda, todo o trabalho que, que o MBL fez, não fala nem eu, porque não fazia parte da época, o MBL fez, pegou tudo aquilo, centralizou tudo na família e a gente vê que o cara não jogou tudo fora, mano. Todo o trabalho jogado fora. E a minha vida continua uma desgraça. Não, não precisava est, não precisava est, velho. Por que tá? Porque uns desgraçados, uma família desgraçada pegou tudo e jogou tudo fora e agora continuarão. E eles são tão cara e eles são umas pessoas assim das piores,
▶ 00:58:17 porque veja, eles monopolizaram aquilo ali, entende? Eles não querem dividir com ninguém. Aí eles inventam a narrativa de que ninguém é fiel ao Bolsonaro. Vocês pensem em um que não tenha saído de lá brigado. Todo mundo briga com eles. Eles brigam. Então eles só querem eles. Eu sangue nobre azul do Brasil. Isso. E eu quero falar vencer esses caras. É, eu tocou num ponto muito interessante, né, dessa oportunidade de estar de frente das pessoas que têm eh
▶ 00:58:49 disseminado esse sentimento por todo o Brasil, porque tá todo mundo assim, vendo o seu pai, sua mãe e conseguiu construir um patrimônio. E ele hoje trabalhando às vezes mais do que às vezes seu pai e sua mãe trabalhou, mas ele não consegue sonhar com a possibilidade de ter um carro, de ter um apartamento. E o Renan falou um ponto muito interessante assim que vai estar diferente com esse pessoal nos debates, né, nessa oportunidade. Aqui no Mouranhão também não é diferente não. Aqui o compadril ele é algo assim muito latente, né? Eh, eu eu sou nascido de
▶ 00:59:19 São Paulo, né? Cresci na periferia de São Paulo, moro aqui já mais de 20 anos nessas caminhadas de indas e vindas aqui pro Maranhão, mas desde 19 que eu tô aqui direto nos últimos 7 anos. E eu percebo sempre uma coisa que evidencia o domínio dessa dessas oligarquias aqui no meu estado, né, dessa carta política que domina o nosso estado. As SW4 e as caminhonetes. Agora eu posso colocar que 90% delas estão adesivadas. Eu tô com X
▶ 00:59:49 ou eu tô com Y, porque eles eles estão quase que eh dominando a questão do êxito financeiro também. Isso é uma coisa muito lamentável. E a gente vai falar sobre isso nesse pré a nossa pré agora já é candidatura, né, ao governo do Maranhão, vai colocar o os pings nos. A gente precisa mudar essa ideia de que para ter êxito financeiro você precisa estar envolvido com alguma coisa ligada ao governo. Aqui no Maranhão a gente perdeu essa noção de que a sociedade
▶ 01:00:20 civil ela tem que ver a possibilidade do êxito financeiro por meio do trabalho, por meio do desenvolvimento econômico, por meio da coragem de abrir um empreendimento e tocar uma empresa e fomentar que a sociedade se desenvolva por meio do trabalho. Muitas coisas acontecem pelos acordos políticos. esse compadril e ficou evidente numa operação que aconteceu aqui em São Luía há pouco mais de uns se meses que tá acontecendo a operação Tândalo 2, que explicitou um
▶ 01:00:50 escândalo de corrupção da cidade de Torelândia. E aí e é curioso que eu percebo aqui, eu recebo no meu dir todo mundo falando assim: "Ah, aqui na minha cidade é a mesma coisa. vem aqui e mostra aqui também mesmo mesmo jeito, mesmo modos operante que aconteceu em Torilândia, que foi explicitado pela Polícia Federal que mostrava que o prefeito coptou toda a Câmara dos Vereadores por meio de propina e o as empresas que prestavam serviço paraa prefeitura eram empresas também de grupos familiares. Então aquelas aquela
▶ 01:01:22 aquele grupo forma uma casta política, onde o êxito financeiro fica por meio de fica envolvido no meio de empresas que estão também de algum jeito envolvidas com a prefeitura, com contratos escusos. E aí no âmbito estadual vai a questão do das emendas, né, de Fin tá pegando no pé lá da turma com razão. E esse desvio aqui da Tândalo 2 explicitou o desvio de 56 milhões. Desses 56 milhões, 9.6 6 milhões foi enviado por um deputado aqui
▶ 01:01:52 chamado Pedro Lucas Fernandes, que agora tá se pondo a eh senador da República e ele nunca nem tocou no assunto. Parece que ele não tem nada a ver com isso. E aí a gente tá falando sobre essas coisas, sabe? E que é interessante é que o partido missão tem moral para falar e é muito bom você ter moral porque quando a gente fala >> do esquema do compadrio, colocando com clareza o passo a passo, por que que isso acontece e colocando evidência de como resolver, que é o nosso deputado Kim Catalheira que mostrou como é que se faz com a sua emenda quando você manda
▶ 01:02:23 uma emenda e a emenda sobe. O que que o deputado tem que fazer? Ele tem que também ficar atento no que tá acontecendo. O Kim percebeu que a prefeitura de Osasco não implantou o projeto que ele mandou dinheiro e olha que era 1000 R 15 milhão deais, né? Comparado aqui com o Maranhão, é uma pich. E mesmo assim ele foi lá, ofereceu a denúncia e falou assim, ó: "Cadê o dinheiro que era para ter implantado aqui, né? Agora, esses deputados aqui, eles não fazem nada, por quê? Porque eles fazem parte desse compadrio. E o partido de missão ele tem esse esse poder de poder falar assim, a gente não
▶ 01:02:53 só tá falando como é que faz, a gente faz e mostra como é que tem que ser. Isso é fantástico. >> Inclusive, parafraseando o nosso belíssimo candidato Hélio Seco, pré-candidato a Senado no estado do Rio de Janeiro, eh, não normalizar o absurdo. Eu sempre abordo as pessoas na rua e falo o seguinte: "Cara, que que os nossos concorrentes estão fazendo hoje? Eles fazem reuniões onde eles estão trocando apoio político em troca de cadeiras da secretaria e subsecretarias". Ou seja, o cara nem
▶ 01:03:23 entrou, já tá negociando sem saber se o cara tem capacidade maior ou técnica para assumir aquele cargo. Cara, se eu for governador, as pessoas que vão assumir o, quando eu for governador, as pessoas que vão assumir as cadeiras de secretaria e subsecretaria vão ter o currículo assim impecável para aquela função ali que ele tá assumindo, né? E aí eu converso com as pessoas, as pessoas, pô, é verdade, aí eu falo: "E aí ele?", Pô, realmente >> é, acontece isso mesmo, a vida toda. É.
▶ 01:03:53 É. E a gente normalizou o absurdo. >> A gente normalizou o absurdo. A gente normalizou maus gestores. Gente, olha só, assumiu. Vocês têm, vão ter um cargo executivo, vocês vão ter que colocar pessoas capacitadas nas bases. É o mínimo. Mas isso não acontece, é com chavo. Então, chama >> o que é fácil pro cara. escória, a pior escória, pessoa que não tem a menor noção do que a gestão para para gerir posto de saúde, sabe? as coisas sérias. Veja, eh, o posto de saúde é uma coisa
▶ 01:04:24 que me deixa assim completamente tirado. Eu, eu fico conversando com França e eu vejo França xingar as pessoas e a e a veia da testa nem salta. E a minha salta, eu fico quase colapsando de raiva que eu tenho. As pessoas na frente do posto de saúde ou de buscando ou buscando remédio 4, 5 da manhã na fila, gente, isso é dignidade. A gente vive numa era em que tem. Mas por que que não marca? Por que que as pessoas ainda precisam pedir o o o serviço e precisam ali tá doente, em
▶ 01:04:56 pé? Como é que essa gente consegue dormir com isso? Não, não resolver não, para, eu vou, eu mando aqui nessa [ __ ] eu vou resolver isso aqui. Acaba com a fila, bota Iá para gerir, bota uma pessoa com organização. Que que o que que é isso? Eles não estão nem aí. Quando eles vão assim, ó, visitar. Eu estive lá em tal cidade falando com lideranças, cara. Eles querem que o o povo, sabe, se lasque. Eles não olham pra cara das pessoas. A liderança deles é o arranjo político para ver quem é que
▶ 01:05:27 vai pegar um pouco do quinhão. Eles não estão nem aí pro povo. Eles não olham pras pessoas, entende? Uma loucura. É >> que quando acontece algum escândalo, ele vai simplesmente joga esse secretário embora, tira esse secretário. Aqui no Espírito Santo, em Vitória, ano passado, saiu até uma reportagem chamando o prefeito de rei do camarote. Teve evento público na praia, aquele palco na praia e tinha uma área vip com shop liberado para aquela galera da área VIP. Tinha no evento público, tinha uma área VIP. Quem é que tava ali dentro? Quem é que tava?
▶ 01:05:58 Cara ali me chamando de voz chata. Ah, velho, vai se lascar. T >> aí na hora da investigação, aí manda o secretário embora. Mas eu não era o secretário, o subsecretário. É fácil para eles fazer esse tipo de negociação, porque na hora que dê errado, o cara falou: "Buxo, bota qualquer pessoa lá, se der errado, a gente tira." Exatamente. >> Não tem responsabilidade sobre isso. O cara não é penalizado sobre a escolha de quem ele bota na secretaria ou subsecretaria. Exato. >> Então, e acho que vocês vão concordar comigo, vocês dois, eh, governo, acredito que na no estado de vocês é assim também. Hoje, as parcerias dos prefeitos para apoiar algum o candidato
▶ 01:06:30 X ou Y pro governo é baseado nas negociações do que os repasses que vão para essas cidades ou apoio político para as próximas eleições. Nunca é para melhoria de indicadores, como que a gente pretende colocar, que é que é o que Renan sempre fala de, ó, tem que bater essas metas. Se você não bater essas metas, você não vai receber dinheiro federal. Então, assim, basicamente a negociação é: você vai me dar repasse, vou, então eu apoio você. E é só isso. E dan-se a cidade. A cidade continua com Bolsa Família porque não é um problema do prefeito. Quem paga o Bolsa Família é
▶ 01:07:01 o governo federal. Para ele tanto faz. Ele consegue controlar metade da cidade com o voto de cabreo, que é o voto de carro comissionado e toda a família daquele carro comissionado. E aí continua no poder para sempre. Então e aí o pior, a oposição da cidade não é uma oposição igual a gente que tem projeto para mudar a lógica desse sistema, não. É o mesmo sistema, só vai mudar as pessoas. Então assim, ao invés de roubar, segundo a oposição, ele rouba muito. Eu vou pelo menos vou roubar menos. Então e não só isso, eu vou colocar outras pessoas nos carros
▶ 01:07:32 comissionados, então você vai sair do Bolsa Família, vai ganhar mais. Então é só isso. Então não não faz sentido. Não tem como a gente continuar no Brasil do jeito que tá. Então a solução é realmente a gente tem que romper com eles. Por isso a gente não pode falhar nesse nessa missão. >> Exatamente. >> Que que é legal, meus amigos, as pessoas elas vão ter uma opção, né? BR tá falando, mas ó, o que que eu tô pensando aqui? Eh, principalmente no Nordeste, por causa desses conchados, desses acordos, eh, eles acabam que vão um pulando no colo
▶ 01:08:03 do outro e deixando só um ou dois concorrendo no pleito de verdade. Só que nós do Partido Missão estamos colocando o dedo na ferida e apresentando um novo jeito de pensar a política. E esse próximo pleito as pessoas vão ter novas opções. Já pensou essas pessoas que já estão dividindo os cargos, dividindo, loteando os os espaços públicos, eh, não chegar aí à vitória. Ia ser muito gostoso esse pessoal com essa gana de de já de de acabar com com tudo que é
▶ 01:08:36 público, porque eles só querem destruir. É uma praga, eles não querem construir, eles querem só devastar, transformam o seu mandato. Tem uma frase interessante do professor do Parágra, ele fala assim: "Aqui no Maranhão, no Nordeste é real. Pequenos mandatos, grandes negócios. Eles tratam o seu mandato como um crihão, como um negócio. E ele ganhou algo para explorar." Voltando nesse ponto que eu falei desse escândalo tândalo do prefeito teve a audácia de ser pegos falando assim pro
▶ 01:09:06 pro contador ai [risadas] ai, pro contador da prefeitura falou assim: "Ah, o cartão do prefeito de R$ 10.000 é limite pro prefeito. Tô aqui no shopping que eu falar umas coisas paraa minha filha aqui. O cartão de prefeito não pode ter limite de R$ 10.000. eles tratam a o que é público como se fosse deles. Então é uma mudança de mentalidade também de de pensar o partido missão a partir de um projeto escrito no livro amarelo, onde a composição vai acontecer com quem quer fazer o projeto acontecer.
▶ 01:09:37 Não é para imaginar essa secretaria como minha, como um patrimônio, mas essa secretaria como um compromisso para colocar em pauta o projeto aprovado nas urnas. E a gente tem falado sobre isso. As pessoas vão ter a primeira vez a opção em muitos anos de um projeto de fato, porque ficou tão descarado e ficou padril que eles não se preocupam nem mais em apresentar projeto. Vocês repararam isso aí? Nesses últimos pleitos nem projeto eles apresentam. Eles já t certeza que o acordo entre eles vai dar certo, que eles nem se
▶ 01:10:07 preocupam mais em pensar o estado, nem se preocupam mais em pensar como fazer esse município d certo. Só que o partido missão colocou o dedo na ferida. E o que é legal, a gente vai ver isso acontecero na prática. Tudo que é reto denuncia o que tá torto, né? Você consegue perceber o que tá muito torto quando você tem uma referência reta. E quando acontecer os debates que começar a apresentar as propostas do partido de missão, vai ficar tão claro a incompetência desse pessoal que concorre conosco, não é? Porque a gente é os melhores, não é porque a gente fez o mínimo e que nem o mínimo eles fazem de pensar, de buscar
▶ 01:10:38 soluções, de querer melhorar o nosso estado, né? Ô Brenda, eu te interrompido isso ia falar, né, cara? Mas vamos embora, vamos continuar. >> Não, é sobre isso mesmo. É porque a mudança ela chegou, né? As pessoas têm que entender que ela pode demorar 15, 20 anos. Não importa quando você começa, ela vai demorar 15, 20 anos. A gente adiar essa mudança, né? Só vai piorar a situação. Ela não vai melhorar. Eu tenho 41 anos e eu nunca vi nada público melhorar no Brasil, nada. E aí que que acontece? Teve até aí no Nordeste essa semana agora, semana passada, um cara
▶ 01:11:10 judiou de uma menina, assassinou ela, os caras entraram na delegacia, tocaram fogo no carro da polícia, tiraram o cara, mataram, esquartejaram, tocaram fogo no cara. Se continuar assim, vai virar velho oeste. A população ela já tá indignada. Então, o que que a gente tem que mostrar pra população além dessa indignação? Já que você teve coragem de fazer isso, vamos ter coragem também de votar diferente. Vamos. Vamos. Exato. >> Vamos tentar fazer pelas vias corretas, porque se isso aqui virar uma guerra civil, vai ser igual aquele vídeo de um chimpanzé com a K47 na mão. E hoje as pessoas de bem estão desarmadas. Hoje as
▶ 01:11:41 pessoas de bem estão desarmadas. >> O bandido ele tá armado. Então >> e ameaçadas, né? As pessoas de bem além de tudo. Eu vou dar um exemplo aqui. Eu vou ter que fazer um ado porque eu não consigo não responder. Um menino ali, no chat ele disse assim: "Nossa, que mulher de voz chata". Veja, nós estamos em quatro estados falando de problemas da sociedade, problemas que vão afetar ele, que afetam provavelmente parentes dele, o desenvolvimento dele. Provavelmente ele não tá diferente de tod de 80% da
▶ 01:12:11 população que tá na merda, né? E o cara tá preocupado com a minha voz. Vocês vejam a falta de percepção, a gente discutindo assuntos que são importantes. E olha, hoje eu ainda levei uma, alguém me mandou uma mensagem me coagindo assim toda hora. Vocês também devem estar passando por isso, pessoas coagindo, viu? Tenta não falar isso, viu? Nós estamos expostos. A gente deu a nossa cara que a tapa para essas pessoas com
▶ 01:12:41 esse pensamento curto e se se apegar bobagens, cara. Estamos junto. Todo mundo faz um bloco. Eles não tm como ir contra um bloco inteiro de de população. Vamos pra frente. >> O cara não para para fazer um comentário, eh, vamos botar assim que agregue, né? Mas assim, você tem >> ele disse que eu tô com a voz fina, eu acho que ele gosta de voz grossa. Desculpa, amigo. >> Asfalos ficam intimidados com mulheres inteligentes, entende? >> As céflos ficam intimidados com mulheres
▶ 01:13:11 inteligentes. Aí o cara não tem o que fazer. Ele quer lacrar de algum jeito e eu pelo que eu vi no chat, ele tá só tomando inclusive. Mas >> acho que ele gosta de tomar também. Desculpa. Percepção minha. >> Tranquilo. Não, não precisa. É turba, essa essa discussão que a Car trouxe, né, de dessa percepção de de de não estar em sintonia, né, porque a gente tá aqui numa construção muito interessante. Eu gosto muito de de desse bate-papo que a gente tá tendo aqui, dessa troca de
▶ 01:13:41 ideias. Eu, ao mesmo tempo que a gente fala as ideias que nós temos aqui pro governo Maranhão, a gente vai aprendendo com outros estados. Isso é tão mais importante, né, do que ficar preocupado com questão de tom de voz de um ou de outro. Mas vamos voltar para essa construção, porque eu tenho certeza que a maioria das pessoas que estão nos ouvindo estão gostando desse bate-papo, né, dessa troca, desse novo jeito de pensar política. E eu queria continuar provocando pra gente pensar um pouco mais com profundidade sobre tudo que tá acontecendo. O Bren tocou no assunto
▶ 01:14:11 sobre essa construção do Partido Missão, né? Ele há 3 anos nessa nessa coordenação do partido do MBL de Estado. E eu tô um pouco mais de um ano, mas eu sempre fui um militante de mais à distância, né? Eu tenho imagens até lá em 2013, nos primeiros protestos, porque eu morava em São Paulo na época. E é curioso perceber como que as pessoas aos poucos estão entendendo o que nós somos, que nós somos o grupo que já derrotou o PT e que pode derrotar o PT novamente,
▶ 01:14:41 né? Eu quer quero convidar você que está aí na live agora, entrem na no YouTube depois desse vídeo aí, dá uma olhada no documentário, não vai ter golpe que o Alexandre desenvolveu durante os protestos, que foi aquela construção depois dos protestos para retirar de uma russef capitaneada pela turma do partido missão. Por que eu tô fazendo essa provocação, Bron? Porque eh desses podcast que eu tô participando, uma comentarista falou para mim assim: "André, mas tudo bem, a gente concorda com os planejamentos do partido de missão, mas como é que vocês vão fazer
▶ 01:15:12 isso sem a maioria?" E eu lembrei do do do modo operante do Partido Missão, como nós fizemos para criar uma maioria na época do do impeachment de Dilma Rossé, né? Quem tava aí mais tempo vai lembrar daquela operação Minerva que era comissionar assim, convidar as pessoas a pentelhar mesmo assim, encher o saco do deputado do seu estado, né? A operação minha fazia isso, fazia uma pressão em cima dos deputados, em cima de um único projeto. Qual que era o projeto? O IP,
▶ 01:15:42 uma de Dilma. Então nós somos especialistas em derrotar o PT e as pautas do partido de Missão vão acontecer com essa mesma ideia. Aí eu queria que você falasse um pouco sobre isso, BR, porque a turma do Partido de Missão ela é treinada, né, como mobilizar a militância. E a gente tá com uma decisão diferente de maioria. A gente não tá querendo fazer uma maioria para ter a maioria o tempo todo. A gente quer ter uma maioria na hora da aprovação dos nossos projetos, né? Eu queria provocar um pouco sobre esse assunto, porque para as pessoas é difícil entender, elas estão ainda
▶ 01:16:12 pensando como é que eles vão governar. E aí falando mais sobre isso, as pessoas vão entender cada vez mais. Tem um frase que eu sempre uso aqui pros nossos apoiadores militantes e agora os pré-candidatos, que é o seguinte: nós passamos 12 anos vindo, andando pelas cidades, recolhendo soldados e nós acabamos de chegar no campo de batalha e a gente sabe que é uma guerra que vai demorar 15, 20 anos. Não são os seus primeiros meses que vão fazer diferença dessa guerra, tá? Meu chefe, quando eu fui anunciar para ele que eu tinha decidido, enfim, sair, ele falou: "Cara,
▶ 01:16:43 você vai largar uma vaga dessa para um para uma campanha que você sabe que você não vai ganhar". Eu falei: "Meu chefe, não é sobre ganhar ou perder, [roncando] >> é sobreantar o projeto, é sobre crescer, é sobre defender aquilo que você acredita, né? Ser exemplo para essa juventude que tá vindo. Por isso nós somos os mais populares entre jovens 16 a 24 anos. E são eles que vão liderar isso daqui a 10 anos, 15 anos. Então, eh, essa essa militância ela vem vem
▶ 01:17:14 crescendo e ela vem vendo os exemplos. Então, quando a gente manda um cara embora que tá fazendo coisa errada, a gente vira exemplo. Quando a gente se dedica, a gente abdica das nossas coisas e a pessoa que tá ali passando pela mesma coisa, vê que a gente é uma pessoa normal como eles ali fazendo isso, se disponda a isso, eles acreditam, né? Então, ah, esse esse crescimento orgânico, ele veio, eu sempre falo, nós somos frutos da batalha. E é é ação, reação. Nós somos a reação há anos de
▶ 01:17:46 governos corruptos. Aí eu não falo só esquerda, né? Falo bolsonarismo, esquerda, desde quando me entendo por gente, existe corrupção no governo. Nós somos a reação. E as pessoas estão entendendo isso. Falou: "Cara, ou a gente muda ou tô [ __ ] vamos botar assim, né? Então, eh, essa guerra ela tá só começando e nós somos bons nisso. Nós somos bons intelectualmente falando. Nós somos bons em estratégia, nós somos bons em fazer da forma correta. Todo mundo duvidou que a gente ia passar do berret
▶ 01:18:17 MBL, todo mundo duvidou que a gente ia criar um partido. Nossa, recolhemos assinaturas com um ano e meio. Então assim, eh, você que ainda tem dúvida, adentra o projeto, estude um pouquinho o projeto, estude nossas ideias que você vai entender do que a gente é feito. Nós somos forjados no fogo da batalha e assim será até a que nós sejamos maioria. Então, cada dia a gente vai botar um a mais. Cada dia a gente vai botar uma a mais, porque se um já lá já tá fazendo aquele estrago todo, imagina ano que vem quando a gente tiver uns 40
▶ 01:18:48 lá. >> Então acreditem, porque essa esse crescimento orgânico, se você analisar a curva do nosso movimento, da nosso partido, ela é impressionante, cara. Ela é nunca vista na história do país. >> É porque eles estão há muito tempo aí e a gente nós sim temos condição real de crescimento muito, né? Eles podem pular do alguns podem pular do barco ali embarcar com a gente, mas ninguém mais vai pr pro Flávio e ninguém mais vai pro
▶ 01:19:19 Lula. Quem foi já tá lá. Mas nós sim temos a condição real de crescimento e vamos crescer muito ainda. >> E o muro e o o muro dos nossos inimigos tá baixo, [risadas] né? tá falando de facilitar gente, >> mas é isso que eu falo, o nosso único gargalo hoje são dois e eu falo no Brasil inteiro, é, a gente não tem tanta estrutura assim ainda de tipo eh física, vamos dizer assim, tipo equipamento e tal, ainda é sofrido isso, eh, e faz
▶ 01:19:49 parte do processo e a gente não é tão conhecido no momento que isso quebrar. E Renan Santos é essa esse resultado, porque Renan Santos ele conseguiu quebrar isso, ele ele consegue ter acesso à mídia, a mídia procura ele. Cara, quando a gente chegar nesse ponto, acabou pros caras, porque a gente realmente vai trazer o os pontos. >> Eu tenho certeza que o que a gente tá conversando aqui, a 99%, tô estutando aqui, 99% dos brasileiros nunca pararam para raciocinar pensar. É realmente, cara, nunca tinha pensado assim. O prefeito meu só tá apoiando fulano
▶ 01:20:20 porque por que tá apoiando? Tipo, qual é a relação dele? Será que tem dinheiro envolvido? Eu tenho certeza que ninguém pensa nisso, zero. Então, a gente só precisa o o tempo, a vitória vai vir, mano. Eu não tenho dúvida. A gente só tem que não pode errar, continuar acreditando nos valores e defendendo os valores que a gente tem. As pessoas novas que vão vir, a gente vai ter que tomar muito cuidado quando acabar essa eleição. Vai vir muito malandro para cá e a gente tem que ter um filtro muito duro, porque >> é uma eh não é uma corrida de 100 m, é uma maratona. E com um kim, como falou,
▶ 01:20:50 um kin só faz o estrag. Imagina a gente com 40, velho. >> A gente literalmente chegou aqui quando é tudo mato, né? A gente tá abrindo agora pra galera entrar, >> cara. E eu tenho certeza que esse ano, meu irmão, a gente vai surpreender muito, cara. A gente vai colocar muita gente em Brasília. Muita gente. Muita gente. Tenho certeza. São Paulo. Então, meu irmão, eu tenho certeza que São Paulo vai vir gigante, cara, porque o MBL e São Paulo é gigantesco. A gente ainda tá construindo ainda o que eles conseguiram por décadas e graças à ajuda
▶ 01:21:20 deles a gente tá conseguindo acelerar esse processo para tentar tipo chegar junto. Mas, meu irmão, tenho certeza, esse ano ninguém segura a gente. Ninguém segura a gente. Inclusive no site ali, no chat ali sobre o coronel Buznelo, que é uma outro fenômeno que tá junto com a gente aqui. Ele e o Rafa, se eu não me engano, vão estar hoje no Fala Glauber, né? Então para vocês ficarem antenados aí para quando eles estiverem lá, com certeza vai ser uma participação esplêndida dos dois ali. >> É isso. Eu tava, o Renan tava falando,
▶ 01:21:50 eu tava lembrando o Renan Santos de uma live que ele faz, a gente tá aqui desbravando aqui com facão contando os matos, os primeiros. >> [risadas] >> né? E aqui no Maranhão também é a mesma coisa. Eu queria eh fazer uma provocação. Eh, esse desafio, né, de tornar conhecido, ele é real para todos nós. A maioria de nós não vem de uma carreira política, familiar político. Isso é fantástico, porque mostra que o partido missão ele tá atrás de pessoas da sociedade civil organizada, pessoas comuns, para poder romper com esse jeito
▶ 01:22:22 de fazer política tradicionalmente no nosso país. E não teria como romper sem trazer pessoas novas, né? Porque se você vem já do jeito antigo de se fazer política, você traz aquele hábito. Não tinha como fazer se não fosse desse jeito. E a e o fato de nós estarmos aqui falando como você que tá aqui ouvindo hoje, evidencia que o discurso do Partido Missão ele é real. Então curta, compartilha, mande esse essa live agora para todo mundo que você conhece, joga nos grupos da sua família porque está acontecendo algo novo. Esse movimento
▶ 01:22:52 está em evolução e você pode fazer parte disso divulgando em todos os seus grupos. Eu queria falar com vocês uma estratégia que eu vou começar a adotar agora dia 28, ô Renan, para ajudar a a acabar com um pouco desse desconhecimento, né? Porque as pessoas precisam nos conhecer e é muito chato você tá falando de você o tempo todo, né? Eu sou isso, aquilo, eu sou isso, eu fiz isso, eu fiz aquilo outro. Eu acho melhor contar a história e eu vou começar a contar a minha e eu vou contar ela dividido em 20 capítulos que eu quero contar eh pelo menos um ano, um
▶ 01:23:23 ano e meio em cada vídeo, né? Porque eu a gente eu tô com 41 anos, mas eu lembro quando eu comecei a entender as coisas, eu tinha 14 anos quando o Atocena morreu. Eu morava em São Paulo e eu tive oportunidade de viver o cortejo com o corpo do Erocena passando na na avenida Tiradentes, né, em São Paulo. E eu vou estar em São Paulo dia 28 porque eu vou para o evento do Partido Missão, né, o congresso do Partido Missão e eu vou começar essas gravações lá. Então eu vou fazer essa construção para que as pessoas do meu Instagram entendam que
▶ 01:23:54 nós, por mais que estejamos aqui na sua frente e daqui a pouquinho no peito, né, nas zonas, mas a nossa construção ela já vem de muito tempo acompanhando o que a gente queria mudar e o partido missõ é essa plataforma de mudança. Eu acho isso fantástico. Eu queria falar com você que tá aí, ó, o Partido emissão, uma plataforma de mudança, tá dando espaço e voz para quem quer um partido de verdade conectado com o projeto de futuro. E o livro amarelo vai ser apresentado agora
▶ 01:24:25 dia primeiro do com essa construção, com tudo isso. E eu vou falar, começar a falar da minha história, da minha trajetória conectada com a nossa trajetória na política. E eu acho isso fantástico, essa oportunidade que o Partido Missão tá dando para todos nós de poder falar que o Brasil tem jeito por meio da nossa própria vida e por meio desse olhar que todos nós tivemos de uma expectativa de um dia poder entrar na política. Porque eu fico vendo uma pessoa igual o Breno, pô, o cara
▶ 01:24:55 sério trabalhando dentro de uma empresa conceituada, bom emprego, ele não ia largar esse emprego para entrar no PL, [risadas] ele não ia sair para concorrer, ter que de repente fazer o papel que o Pablo Marçal tá fazendo, lamentavelmente de fazer campanha para uma mulher aqui que faz conteúdo adulto aqui na minha cidade e ele que diz ser um pai de família, tal, tá conectado com uma mulher que faz conteúdo adulto e tem que pedir volta para ela porque o senor O presidente do partido Rueda tá falando que ele precisa
▶ 01:25:25 ser esse tipo de pessoa, né? Ó o papel que a turma do PL se próp quando tem que ouvir Valerar da Costa. >> Baixaria baixaria. >> Você já pensou? Você já pensou nós fazendo esse tipo de papel? Nós não conseguiríamos. Então aos poucos as pessoas vão entender que o Partido de Missão ele é fenomenal. Ele tem um projeto inevitável, como o Breno fala assim, é só questão de tempo, não tem jeito. E é uma plataforma. E eu quero convidar você a fazer parte disso também. Curte, compartilhe, mande nas suas redes sociais e faça parte disso.
▶ 01:25:57 Eu queria provocar, vocês estão pensando em algumas estratégias para acabar com essa questão do desconhecimento. Que que vocês estão pensando fazer? >> É que não nos resta muito. A gente não tem dinheiro, a gente não tem tempo, a gente só tem e é o nosso percurso, é a nossa caminhada e manter a nossa, manter a nossa ideia, a nossa ideologia, o nosso caráter. É isso que >> convidar a galera para participar com a gente >> e rodar o estado do jeito que der. [risadas] Vocês vejam, ó, o Bolsonaro começou, ele já, ele tinha uma
▶ 01:26:27 estratégia aí, você é do Rio de Janeiro, mas eh ele pegou uma coisa muito interessante que ele sentiu o feeling ali quando ele ia lá nos primórdios participar do programa da Luciana Gimenees, brigar com a Tamy Gret e tudo ali. ele pega uma popularidade, ele briga com gays, ele ele desdenha dos gays, ele faz aquele papel, ele entra numa caricatura e ele começa a ficar um cara eh com odiadores, né, e outros também adoradores. E assim ele cresceu ali, ali ele teve esse ins
▶ 01:26:59 ele teve essa percepção, cara, se eu for lá eu consigo, sabe? Mas então a gente começa de uma outra forma, a gente começa efetivamente pela internet e por cada um. a gente não tem um programa para ir para bater, enfim, um papelão daqueles que ele fez também não era. >> Eh, eu, como eu tô como presidente estadual também, eu tenho acesso a à lista dos filiados e aí eu tô cidade por cidade marcando e encontrando essa galera, né? Inclusive próxima semana agora eles vão marcar uma sabatina num
▶ 01:27:30 restaurante aqui em Vitória, deve ir lá umas 40, 50 pessoas e aí eles vão sabatinando. A gente vai trocando essa ideia. Por quê? Porque justamente hoje o cara não interage, o cara não não se dá ao movimento justamente porque o cara tá desacreditado. E aí quando ele te conhece pessoalmente, ele olha lá tete a tete, ele olha no seu olho, igual você falou assim: "Cara, eu sou um cara sério, várias pessoas vieram falar comigo, vereadores, deputados já com mandato, a gente fica evitando cara de nojo. A gente evita fazer cara de nojo. Os cara vieram oferecer sala para diretório, vieram oferecer notebook,
▶ 01:28:01 empresário [risadas] vi oferecer R$ 40.000. Irmão, eu eu rodei o noroeste agora do estado, gastei 1500 contos no meu bolso, né? A própria vaquinha a gente não tem acesso até virar a campanha efetivamente. Mas assim, eh, eu tô me predispondo. E quando a pessoa vê você falando isso no olho dela, ela acredita, ela começa a te seguir, ela começa a replicar. Eu tô fazendo o que eu posso. Tô tentando gravar vídeos de forma séria, sem ser explorar eh a desgraça dos outros no no sentido de populismo, sem pegar pautas que são
▶ 01:28:31 populistas, igual todos fazem, pra gente não cair. A gente nunca pode cair no mais do mesmo. O dia que a gente cair como um outro partido qualquer, acabou. A nossa própria militância deixa de engajar a gente. >> Quanto a gente se manter dessa forma, a gente vai crescer. Então assim, eu cresço da forma que eu o meu trabalho consegue crescer, a minha equipe consegue crescer. Agora, se eu consigo uma equipe melhor, mais gente para para replicar isso, é uma questão da nossa do nosso esforço. E aí sim as pessoas hoje
▶ 01:29:03 que estão assumindo os papéis de candidatos a governo, a deputado, precisam sacrificar, porque tem que honrar realmente esse papel, tem que honrar essa vaga. E é isso que vai trazer quando a pessoa entender que você tá levando a sério, igual você falou, eu nunca estaria em outro partido, porque nenhum outro merece eu abidicado tempo com a minha família para investir no projeto deles, porque eles não têm projeto. >> Então, como a gente tem projeto, e eu sou um cara, inclusive do gerenciamento de projetos, eu entendo do que eu tô falando, né? Eu entendo, eu sei
▶ 01:29:33 reconhecer um projeto estruturado. Eu sei que que são dois anos de de estudo ali da equipe de infraestrutura que eu fazia parte do grupo, mas não conseguia tempo hábito para participar da forma que eu queria. Então, quando a pessoa olhar isso, André, no seu olho assim, ela vai ver, ela falou: "Pô, então tô tô contigo". Então, hoje eu tenho um pedreiro ali em São Mateus que a conhecer a gente, sentamos no restaurante, conhecemos, conversamos com ele, ele já mandou ontem um vídeo de seis pedreiros também, funcionário dele, amigo dele, tudo falando, tô com Renan
▶ 01:30:03 Santos, tô com Breno e é isso, a gente tem que mostrar a seriedade, mostrar que a gente tá aqui, que o sacrifício deles e nosso não é em vão, eh, em prol do que a gente acredita. >> É isso aí, rapaziada. >> Top demais. Ô Pedro, você vai conduzindo aí, viu, o horário para poder acabar no tempo certinho para já começar outro. >> É, eu já tô quase vencendo aqui também. Já tô com uns compromissos aí. >> É, pera também.
▶ 01:30:33 >> E aí, o seguinte, >> alguémas finais aí? Como é que é? >> Mas assim, eu acho que a gente, se a gente pudesse fazer mais conversas como essa, eu acho muito, muito importante. Eu gosto muito de conversar com vocês, gosto muito de conversar com o André. Às vezes eu mando mensagem para ele no WhatsApp. Brando, também daqui a pouco vou começar a te perturbar também. Então, eh, [risadas] tá aí uma boa pergunta. Eu queria falar que vocês falassem resumidamente um pouco sobre o plano de governo de vocês. Acho que vocês já mandaram já, né? Como é que tá aí? Como é que tá, como é que foi esse desafio aí? Porque aqui foi uma
▶ 01:31:03 loucura. Só uma observação antes de falar do plano de governo. Você que é apoiador, todo o estado tem um grupo lá, apoiadores ES, apoiadores Maranhã, apoiadores Pernambuco. Às vezes chega a pessoa e fala assim: "Ei, a gente não vai ter candidato a governo não? Quem são os nossos candidatos a deputado? Você que tá no seu estado, no seu estado tem um grupo, tem um um um Instagram da missão do seu estado. Não siga só a missão nacional, siga a missão do seu estado. Sigam todos os pré-candidatos que estão anunciados ali no missão do
▶ 01:31:34 seu estado. Isso faz a diferença. Você vai vai conseguir seguir os canais dele, ver as propostas de cada um dos seus deputados federais, estaduais, do governo, enfim, porque toda semana tem alguém perguntando, a gente não vai ter candidato a governo aqui não. O cara tá no grupo ali há não sei quanto tempo, a gente posta nossos vídeos lá e o cara não não pegou a visão ainda, vamos botar assim. >> Isso acontece muito aqui também, velho. É muito, as pessoas não fazem ideia, mano. Renan vem em janeiro, né? Aí eles fizeram um formulário online. Renan publicou o formulário para vir pro
▶ 01:32:05 evento. Meu irmão, foi em janeiro, até hoje tem gente preenchendo o formulário ainda. Tipo, já aconteceu, já foi em janeiro. As pessoas, infelizmente, tipo, são desligadas, velho. >> É isso. Sobre o plano de governo, eu investi bastante o primeiro capítulo ali sobre segurança pública. Eh, o Espírito Santo, ele vai ter uma necessidade muito grande da investimento em infraestrutura e logística. Hoje nós somos um polo logístico já, mas eh vai acabar o incentivo fiscal em 203, né, quando virar o imposto único e a gente perde assim, a gente deixa de ser minuto
▶ 01:32:35 dos olhos e a gente tem até 203, provavelmente mais dois ou três portos saindo, ou seja, um Porto Grande aqui solta aí 6.000 1000 camiões por semana, vamos colocar assim, quando ele tiver na ativa, esses maiores portes que estão sendo construídos aqui. Então, se a gente não antecipar esse problema, porque não é rápido, né, para construir rodovias, estradas, linhas férreas por causa de desapropriação, então a gente tem que se antecipar. A gente tá investindo bastante e aqui no Espírito Santo, a gente tem um problema grave de violência contra a mulher
▶ 01:33:05 também. Os índices são altos. Inclusive, eu tô propondo a gente criar um centro integrado de defesa pessoal da mulher, onde a mulher aprende a técnica de defesa, como evitar determinado tipo de situação, cria um grupo de ajuda entre elas, atendimento psicológico, até mesmo um uma bolsa de incentivo ali, porque tem muita mulher que não sai de casa e fica nessa situação ali porque ela depende do marido, ela não tem como ali ela sair e já se sustentar. Então, a gente criar um tipo de auxílio que durante um tempo ela consiga se realocar
▶ 01:33:37 para poder voltar a viver novamente sem ser sobre ameaça. Então, os três principais pontos que eu queria citar são esses aí. >> Ô, Renan, o meu plano de governo aqui no Maranhão, ele fez uma leitura da necessidade local. As pesquisas mostram que nacionalmente a preocupação maior é segurança pública. Aqui no Maranhão a maior preocupação da população é com a questão da saúde. E a gente começou a se debruçar sobre isso. Eu ten alguns médicos que fazem parte do nosso grupo aqui do MBL no estado, nos ajudaram muito nessa construção do nosso plano de
▶ 01:34:08 governo. No tocante à saúde pública, fica cada vez mais evidente a dificuldade do compadrio refletido na questão da saúde pública. Olha que escândalo. compadril que já cooptou o estado, que faz com que as empresas que tenham êxito aqui sejam empresas conectadas com esse grupo político que cria e fortalece essa oligarquia também tem atrapalhado a saúde pública a ponto de matar. É isso mesmo que eu tô falando. O hospital da criança na
▶ 01:34:38 capital de São Luís, aqui na capital do Maranhão aqui em São Luís, no ano de 2025 matou 113 pessoas e a denúncia dessa última semana. 113 crianças, 101 na só na UTI. Então, quais são as evidências do Ministério Público e da Defensoria? A empresa que ganhou licitação tinha o compromisso de colocar X número de médicos não colocou e os médicos que tinham que colocar não são pediatras. Muitos médicos eram clínicos gerais. Então, o que que tá acontecendo? ação
▶ 01:35:08 política dentro dos hospitais públicos tá matando. Então a o sistema de compadril também tá afertando a saúde pública aqui no Maranhão. E o nosso plano de governo ele coloca dentro da ferida. Eu quero quase que colocar uma placa nos hospitais assim, ó, proibida a entrada de político. Se entrar político aqui, não dê nem água. Eu quero colocar a placa, eu quero fazer uma campanha no nosso estado. É proibido o político fazer campanha dentro de hospital. Hospital é hora de ter decisões tomadas por técnicos, médicos, administradores
▶ 01:35:38 conectados com os médicos. Eu percebo que os médicos que construíram o nosso plan de governo apresentaram várias propostas com clareza para resolver alguns problemas. exemplo, desde 2017 que a gente não tem concurso público no área da saúde, porque o governo se acostumou a contratar por meio dessas empresas e essas empresas ficam com mais de de de 35 a 40% dos recursos dos médicos, de todos os funcionários. Então é uma terceirização que tá fazendo com que a categoria ganhe menos, fique refém
▶ 01:36:10 dessas empresas e elas trocam sua liderança como quem troca de roupa, porque chega lá a pressão de um deputado filho de não sei quem, ele vai lá, toma a liderança dessas empresas e os médicos estão reclamando para mim que eles são obrigados às vezes a tomar decisões baseadas em médicos que não têm experiência nenhuma na prática, são médicos formados às vezes por distância, que só estão naquela posição de liderança dentro de hospitais do nosso estado por influência política. Então o partido missão vai colocar, vai pegar
▶ 01:36:41 pesado na questão de mudança do jeito de tá tratar a saúde pública aqui no Maranhão. Nós vamos colocar o dedo na ferida da questão da saúde pública aqui no nosso estado. Essas oligarquias nós vamos ter que procurar trabalhar e se desenvolver porque o governo vai mudar. A gente vai mudar o jeito de fazer por aqui para cuidar das pessoas. O dinheiro existe. Agora a a administração desse recurso, a gestão tá colocando como prioridade acordos políticos. Gente, quer acabar isso aqui no nosso estado. Eu quero simar criar uma campanha aqui no nosso
▶ 01:37:11 estado. A proibição quase que de político fazer campanha dentro de hospitais. >> Eu tenho uma proposta boa de saúde, >> vazia ectomia obrigatória para toda a classe política de Pernambuco. A gente resolve o problema de Pernambuco rápido assim, tipo, vai ser só essa a década, depois não vai ter mais problema. Infelizmente esse projeto de lei não pode, a constituição não permite. [risadas] Eu espero que uma nova constituíte a gente possa incluir isso. >> Eu eu sou, olha, eu vou trabalhar para mudar a constituição, né, gente? >> Muito obrigada que a gente precisa que a gente precisa mudar, né?
▶ 01:37:41 >> Inclua isso, por favor. Vai serctomia obrigatória para toda a classe política, porque aí os filhos que porque aqui em Pernambuco acredito que aí também seja, né? Não forma novas lideranças. As lideranças são sempre os filhos dos políticos. Então se a gente quiser fazer tom em todos >> a gente vai ter um problema só até eles se aposentarem. Acabou. Acabou. Agora só gente nova entrar. Desgraçada também esses aí, né? >> É lamentável. >> Quais são as ideias aí que você mais tá defendendo suas pautas aí? >> Cara, eu sou da da contabilidade, então
▶ 01:38:12 eu volto muito à parte de economia, né? Não que seja o principal assunto, realmente a segurança pública é, mas você falou um ponto muito importante que é a mudança da lógica do CMS, que agora o dinheiro vai ser onde for o destinatário. Então assim, toda essa lógica de ah, eu sou um governador que vem traz traga a tua empresa para cá que eu vou te dar um benefício fiscal. Além disso, também ter mostrado que acabou virando um esquema de de poder político também, não vai ter mais isso. Então a gente precisa investir em infraestrutura. Como eu falei, o orçamento aqui de Pernambuco praticamente não existe. A gente não
▶ 01:38:43 conseguiu até hoje terminar a tr nandestina, que desde 2010 já era para tá pronta. A transposição também não, 100% não, então a gente não pode usar ainda pro agro. Então Pernambuco tem tudo. E e olha que curioso, Pernambuco tem mais habitante que Santa Santa Catarina, só que é muito mais pobre que Santa Catarina. Mesmo a gente tendo a vantagem do Sol, poucos estados têm isso no mundo. A gente tem vantagem do Sol, dá para ter duas safras. A gente é mais perto, tá? Tá mais perto da Europa, da África, da América do Norte. E a gente não enriquece, porque a cultura daqui é sempre a mesma, não é um um planejamento
▶ 01:39:14 de médio a longo prazo de aumentar a receita, de investir em infraestrutura, de vender. Outro exemplo, eu não sei se no Maranhão assim também, cana de açúcar. Aqui, aqui a zona da mata é só cana de açúcar. Isso traz favela porque não tem como criar complexidade. Então as pessoas, as cidadezinhas que eu não sei por cidade de 5000 habitantes viram viram comunidades para atender o serviço da cana. Então todo jovem ou ele vai ser e ele vai ter que trabalhar em cana, que é o eh eh não é não é o ano
▶ 01:39:44 inteiro de trabalho. Então assim, a gente tem que mudar toda a lógica cultural de Pernambuco. Então eu tô focando muito nisso em relação ao orçamento que vai resolver a questão de falta de médico, falta de de professor, falta de de policial, que hoje a gente tem um déficit de 42%. Por lei, era pra gente ter 27.000 policiais, a gente tem 17, 19.000 policiais. Então, e continuou assim, é sempre trabalhando no limite, porque como não tem orçamento, se eu não tenho dinheiro, se eu aumentar o salário policial, eu não consigo investir mais.
▶ 01:40:14 E aí tem que criar pegar o quê? empréstimo. Pegando empréstimo, eu reduzo mais ainda a meu orçamento pro futuro. E aí vira uma bola de neve que hoje, daqui a um tempo, 203, quando mudar essa regra, Pernambuco praticamente vai deixar de ser a 10ª maior economia e pode chegar, sei lá, 15ª, 14ª maior economia do país. E a gente não pode aceitar isso. Então eu tô abordando muito esse assunto. Meus adversários, eles não falam nada. O João Campo só tem uma proposta, na verdade duas. Uma é zerar o IPVA das mortes de 50 cilindradas, algo que o grupo dele
▶ 01:40:45 criou que não existia esse IPVA. E a segunda proposta é: "Eu vou estar com o Lula e eu tenho telefone do Lula". Então, com o telefone dele, ele me atendendo, eu vou conseguir terminar as obras como a Três nordestina, que até hoje não foi concluída. [risadas] >> Companheiro, eu botei os contêiner lá de passagem, os contêiner. Exato. Não, não, não só concluído como o governo Lula roubou Pernambuco. Olha, ele é o pernambucano, ele roubou o Pernambuco e hoje no governo atual ele está priorizando a transnentina no Ceará, sendo que ele é pernambucano, ele tá traindo a própria a o próprio povo dele.
▶ 01:41:16 Então assim, eu tô trazendo muito essa questão mais e vamos ver no que vai dar. >> E você, cara, em suas pautas aí, porque eu tô doidinho para botar você para fazer umas live com as minhas pré-candidatas aqui também. >> Ah, não, não queira. Vai ser, vai ser uma bomba, viu? Eu tenho, eu tenho com prop, é, o pessoal tá perguntando ali, sim, eu sou candidata, pré-candidata sobre que é só escolhida, né, eh, pro Senado aqui do Paraná. Sim. Eh, e o meu a o meu foco é desenvolvimento no interior, tá muito muito concentrado. É
▶ 01:41:47 como a gente tá falando, olha, ele tava acabou de falar isso, subemprego. E é isso que o sistema quer. A gente tá aqui para quebrar o sistema, criar outro sistema. Eles querem isso, que o jovem não se desenvolva, que tenha subemprego, que de preferência não tenha nem cultura na cidade, não tenha nada para fazer para ele ir para casa cansado, com pouco dinheiro e no outro dia voltar para trabalhar de novo e continuar a mesma a mesma eh rotina sem que pense, sem que pense, porque se pensar começa a questionar e eles não querem ser questionados. O sistema trabalhou para
▶ 01:42:18 isso, para nos limitar. Quanto mais eh fora da nossa conexão a gente tiver e mais eh grudado em culturas, subculturas, funk, essas coisas erada toda que não faz a gente pensar mais para eles, tá? É, é isso que eles querem. Então, a gente chegou no momento em que nos rendemos ao sistema que existe. Como nós aqui eh somos uma exceção, nós somos uma resistência ao sistema, a gente foi para cima correndo todo o risco, todo aí, todo mundo aí tá correndo risco de
▶ 01:42:49 perder o emprego, inclusive eu, sabe, sair, mas não quero saber, foi é a hora da chamada, a gente cansou, sabe? E a gente vai para cima. Então, assim, bate, ela bate, né? >> Bate, não adianta. É, é a chamada é aquele momento. Então, desenvolv desenvolvimento do interior com escolas de ensino tecnológico e técnico, robótica. Ah, mas o interior do Paraná tem muito eh agro. Mas me diga então que semente que hoje que se planta que não tem tecnologia embutida? Todas. Robótica pro
▶ 01:43:19 interior é é é imprescindível eh ordenhar a vaca, ver o a questão do grão, o estudo do grão, das pragas. Isso precisa ter base. Uma segunda questão é a questão da saúde. E aí eu vou ali com o André porque eh a gente anda vê pessoas andando o 800 km de ida, 800 de volta para consultar com um especialista. Eu encontrei uma mulher que levou uma criança, passou toda a madrugada viajando e levou a criança
▶ 01:43:49 para consultar a 800 km da cidade. Eram três especialistas, tinha um especialista só para atender o menino. O menino voltou, sabe? Então, como que não pode ter? Como é que como é que um governo gasta a ponto de não ter um especialista próximo à cidade para essas pessoas não terem que viajar? na minha cidade, no mínimo 50 km para tu consultar, no mínimo. E aí, ou vem para Curitiba ou vai paraa outra região esperando, chega lá, é um monte de gente amontoada e a pessoa viajou a noite
▶ 01:44:20 inteira. Isso, essa questão do especialista tem que ter também. E uma outra questão, talvez eu vá fechar aqui com chave de ouro, é a questão de abusador, né? A pena para abusador, ela precisa, então, precisamos mexer na Constituição e no Código Penal, tá? É, eh, eu acho que não cabe mais a Constituição. Acho que a gente não tem nem que questionar mais. Não existe. A gente vai, a gente precisa fazer chamar uma, uma, uma construção de, de constituição nova. Questão do abusador. Ele é um cara que é reincidente, ele é
▶ 01:44:51 um maníaco, ele é um cara que não, ele não comete um crime eh de roubo, sabe, de assalto. Ele é um cara que ele age, ele é um covarde. Ele age dentro de casa e ele age na rua. Quando ele pega pessoas na rua, é sempre a espreita, ele tá sempre vendo se a pessoa é mais vulnerável. Eu não quero tirar do meu bolso para sustentar abusador. Então a gente precisaria estabelecer uma pena capital para mim e fuzilamento. 2200 por mês para um cara que é novo,
▶ 01:45:23 vai viver 40 anos, faz um cálculo por mês. 2200 sustentar um cara desse, para mim não tem cabimento. Eu pode soltar, ele vai continuar. Não tem, ele não tem, não tem o que fazer com ele, sabe? O cara é perturbado na cabeça dele. Então mesmo que ah, castração química, o cara vai continuar com as mesmas ideias. >> Não, piscininha amarra um peso, joga lá dentro e acabou. Não gasta nem dinheiro com a bola. Acabou, cara. Não tem que ter pena. Muito mais do que uma criança na escola. >> É lógico. Tu vai, tu vai, eh, eh, quem
▶ 01:45:54 quem poupa a os lobos condenas as ovelhas. A gente precisa pensar nessa dessa forma, porque é muito caro manter uma pessoa assim presa, sabe? Inclusive a sociedade, como eu citei mais cedo aí no no Nordeste agora, que os caras invadiram a delegacia para pegar um abusador lá, daqui a a galera já não tá aguentando mais, cara. Ou a gente muda essa lei ou vai virar o velho oeste, igual eu falei, as pessoas não estão aguentando mais, cara. Não estão aguentando mais. Então >> é muito caro e tá saindo muito do E tá saindo muito do nosso bolso, bicho. A
▶ 01:46:24 gente tá sustentando muito o sistema que não funciona. Tá tirando da gente do do que a gente pode consumir, do que a gente pode comprar para largar no sistema que não presta. >> E assim, tá do lado de uma candidata aí também, né? Apresenta aí, Sara. >> Tudo bem, pessoal? Boa noite. Boa noite a todos. Adorei seu discurso >> e não só. E é, e eu falo isso, já falei isso para ela, é muito interessante ver políticas como você, mulher, falando nesses termos, porque, infelizmente, a
▶ 01:46:54 esquerda se apoderou, assim, a maioria das mulheres que entram na política vão pro pessoal, vão pra parte da esquerda e o debate é igual a Tábata. É algo subjetivo, misogenia. Mas não, quando você, a gente vê uma mulher como você que tá ocupando espaço para ser candidato ao Senado e falando o que tem que ser falar, olha, eu quero que o o cara que é abusador se lasque. Tem um outro peso. É diferente de eu ou André ou Breno falar. Quando é uma mulher falando isso, a Sara, como fala isso nos vídeos dela, tem um outro peso. É tipo, a própria mulher que não entra na
▶ 01:47:25 política, quando vê o vídeo fala assim: "Pô, realmente eu concordo". E a gente começa a resgatar e tirar essa cultura velha de que mulher precisa ser pessoalista. E não é a realidade. A mulher precisa defender as se defender de fato e não algo subjetivo, algo objetivo, como foi o que você acabou de falar. >> E veja a diferença. Vocês homens, a Sara, a Sara vai concordar comigo. >> Eh, vocês homens, quando vocês têm um certo receio de assalto, certo? Olha, dois caras numa moto, outro tá vindo, vou segurar minha carteira e tal. Mulher
▶ 01:47:55 não é só assalto, bicho. Mulher, a gente é assaltada e a gente é abusada. Exatamente. >> A gente é violada no corpo. Então é uma defesa que que ela é muito mais feroz e a gente precisa ser combatível. Não dá para passar a mão na cabeça. Eu não entendo. >> E assim, eu acho que hoje popularmente a esquerda ela tomou grande parte da mídia e da e do senso comum, sabe? Porque assim, as mulheres hoje elas não entendem que, por exemplo, eh, hoje a gente entende que o quê? Eh, o senso
▶ 01:48:25 comum é basicamente que o a esquerda é as pessoas que não são racistas, são as pessoas que não são homofóbicas, são as pessoas que não são preconceituosas, são as pessoas que defendem as mulheres. Então assim, a Érica Hilton, em teoria, pelo senso comum, ela defende as mulheres, mas na prática ela tá votando contra o aumento de penas para crimes ediondos. Então assim, ela não tá defendendo a gente. Então assim, a gente cada vez mais, cada vez mais a gente falar sobre isso, a gente se posicionar e mostrar a realidade do que acontece em
▶ 01:48:57 teoria para prática é essencial, porque as mulheres estão sendo tomadas por um senso comum que na realidade é uma narrativa de vitimismo, sabe? Porque assim, >> exatamente porque assim, a gente para para pensar, porque assim, a esquerda, o que que a esquerda hoje gosta de fazer? Ela gosta de dividir a a humanidade, né? Basicamente é assim, não, nós somos os LGBTs, nós somos uma minoria e você é contra a gente. Então, assim, na
▶ 01:49:27 prática, na prática, o que que isso tá mudando? O que que de fato assim hoje o Brasil continua sendo um dos países um dos maiores países que matam mulheres travestis ou que matam mais travestis? Mas na prática você levantar uma uma bandeira e dizer que fulano tá sendo transfóbico ou não, o que que isso tá fazendo? >> Mas isso isso é mais barato? E mais fácil do que tirar uma travesti da esquina, entende? Dando curso profissionalizante, porque isso eles não mexem. É muito bonito levantar a bandeira. Mas vamos resolver essa
▶ 01:49:57 questão social aqui. Vamos ver como é que esse pessoal aqui vai trabalhar, produzir pro país, produzir riqueza, gerar novos empregos. Isso é difícil. >> Exatamente. Porque na realidade ninguém quer resolver o problema. a gente só querem se reeleger e e e meio que conectar as pessoas com aquela com aquele falso populismo, né? Nós estamos aqui para defender, mas na prática, na hora de defender até a própria eh ideologia de gênero, né, assim, de ah, eu sou trans,
▶ 01:50:27 eu quero defender as trans na na própria prática dela, ela tá sendo contra. Então assim, isso a gente tem que desmascarar e a gente tem que ocupar esses lugares que hoje estão sendo ocupados pela esquerda, né, que tão literalmente eh consumindo a cabeça da maioria das pessoas pelo senso comum e que não estão vendo a realidade de como a esquerda hoje tá aplicando a política pública na hora de votação, na hora de fazer um projeto. Então isso é um grande absurdo e para mim é uma honra ver você enquanto mulher e eu enquanto mulher a gente
▶ 01:50:57 mostrar a realidade do que realmente tá sendo representado aqui enquanto nós que somos mulheres que temos não a nossa individualidade e querendo ou não a nossa forma de enxergar o mundo que é diferente de um homem, né? A gente sabe como é a gente ir para uma padaria, a gente sabe como é a gente pensar para sair pra rua, esse tipo de coisa. Então assim, a gente de fato trazer essa a nossa realidade como forma de política pública e trazer o contraste do que é dito e que não é feito é de é de fato
▶ 01:51:27 uma coisa honrável. E eu me sinto muito admirada por você tá fazendo isso agora, sabe? Mulheres têm que ir pra política para de fato mostrar esse contraste que não tá sendo feito >> e não para defender, né? Porque o que a gente tem visto de mulher que entra lá para defender X ou Y é loucura. >> É loucura. mais defensa de mulher. >> Inclusive vocês, futuras deputadas, peço muita ajuda de vocês, porque essa semana aqui saiu a notícia que a UFS aprovou cota para trans, tá? A Universidade Federal do Espírito Santo aprovou cota
▶ 01:51:57 para trans. 2% em todos os cursos presenciais e não presen e vai pergunta. Claro, é só falha como a cota é ridícula. É, não, desculpa, eu vou falar aqui, mas é ridículo porque literalmente incap incapacita a pessoa que é trans ou a pessoa que é negra a estudar e passar num num vestibular. Porque, tipo assim, por que que uma pessoa trans precisa de uma cota? Ela tem o quê? Menos um neurônio? Não, veja só, olha, olha a
▶ 01:52:29 desconstrução e a construção da narrativa deles. Se nós tivéssemos para para a escola pública com a mesma qualidade da escola privada, nós teríamos condição de todo mundo chegar lá e concorrer a um vestibular, mas nós não temos. Então, a questão da cota eh é é como assumir que tu foi um bosta de gestor, que a tua escola não funciona e que tu precisa entregar isso aqui para que esse povo que estudou na tua escola que não funciona, que tu não
▶ 01:53:00 fez nada, consiga entrar. >> Exato. Sendo que isso é um é tapar o sol com a peneira, né? Na realidade, a gente precisa de fato resolver o quê? educação. Se a educação é um problema, não é a gente colocar cotas para meio que equilibrar essa equação. Isso não vai resolver. Isso é só um paliativo. Quando na realidade da educação do Brasil, ela é deficitária, né? A gente não tem, hoje eu sou a prova disso porque eu saí de de uma educação privada para uma educação pública. E assim, na educação privada eu não era nenhuma das melhores alunas, mas quando eu fui paraa
▶ 01:53:30 educação pública eu era a primeira, porque assim, a educação era tão tão ruim que as pessoas lá não tinham nenhum mesmo nível de competitividade, sabe? Então assim, não é a gente fingir que está fazendo algo pelo Brasil, colocando cota para essas pessoas, é a gente de fato investir na educação, criar uma educação muito bem estruturada, de base, não é? Não digo nem no ensino médio ou no vestibular, mas de base mesmo, que é o que vai estruturar o o senso crítico
▶ 01:54:00 ali naquela pessoa que tá se formando e poder realmente de fato construir um um perdão, eh, aqui me ligando, mas um embasamento teórico que de fato vá fazer com que aquela pessoa eh seja entre até num grau de competitividade, né? o o estudante entre num grau de competitividade internacionalmente, porque hoje a gente não tem estudantes brasileiros de escolas públicas que entre num grau de competitividade contra as pessoas de outras regiões do mundo. E
▶ 01:54:30 aí a gente pode isso como substituir isso com uma cota. >> Exato. Veja, veja, tu tu tocou num num ponto nevrálgico. Eh, nós lado básico a gente não consegue compreender quando chega na ponta. Eh, quando vocês já devem ter prestado concurso? no concurso ali precisa de raciocínio lógico. A gente tem que testar isso já desde o início lá do ensino. E é fundamental trabalhar aos poucos o o raciocínio lógico para que a gente
▶ 01:55:01 consiga fazer uma conexão da vida. >> Exatamente. Olha, vocês me perdoem, mas eu vou ter que me retirar agora. Eu vou, eu vou limpar aqui a sujeira que minha filha fez aqui com biscoito da noide no chão enquanto eu limpava os banheiros aqui do escritório para poder realmente me retirar e cuidar no restante, mas a gente pode marcar um outro momento. Eu agradeço por essa construção aqui realmente de um debate realmente que vai trazer, eu acredito uma perspectiva para outras pessoas que não pensam sobre isso. É um prazer, Brena. É um prazer,
▶ 01:55:32 André. e com o nome dela Karen. É um prazer, Karen. Peço até para vocês me seguirem nas redes sociais. O meu nome é Sara Bitencu. Eu sou porta-voz aqui do MBL Pernambuco, né? Levanto justamente essas pautas sobre nós que somos mulheres nesse lugar da política, né? sobre a violência, sobre todas essas construções e às vezes essas falsas construções dessas narrativas que a que a esquerda cria. Então, é muito importante para mim, para você tá debatendo sobre isso e eu agradeço, mas infelizmente eu não vou poder prosseguir
▶ 01:56:03 com o papo, então eu deixo meu governador aqui que é especialista também no assunto e agradeço a vocês, tá bom? Então, tchau, pessoal, obrigada e bom debate. Abraço. >> Bora seguir a Sara aí, ó. Sigam a Sara Bitencur aí. Vamos embora. Á tem, >> vocês viram que Pernambuco é bravo, né? Viu, né? Pernambuco é bravo. [risadas] É bravo. >> Não é por nada não, mas nós somos o maior núcleo de Pernambuco e assim do Brasil [risadas] é
▶ 01:56:34 >> por nada. >> Somos o maior núcleo do Brasil. E isso não é para ficar mal, não. É para se inspirar na gente e fazer melhor. Eu queria até falar talvez sobre isso, [risadas] porque aí vamos dar muito de assunto, porque eu vi lá a live lá assim, só para especificar. Gente, essa parada de ma nu do Brasil é para estimular todo mundo, pô. É para todo mundo entrar na pilha. Eu já eu já falei já internamente. É porque assim, existe uma richa e entre Pernambuco e Bahia, não, relação a ao movimento. Bahia. >> Ah, o Marão tá chegando. >> É, não, eu tô falando de [risadas]
▶ 01:57:04 história mesmo, desde o box que tem, como é que é o nome? É Todo Duro. E >> Hollyfield. Existe uma uma guerra já de qual o melhor time do Nordeste, qual a capital do Nordeste? Então eu aproveitei muito isso para vamos arrumar treta com a Bahia e eu falava com eles galera, zoa a gente também, só que eles não faziam. Eu falei meu irmão, então a gente vai zoar e a gente começou a criar essa parada e enfim, eu sei que alguns não gostam, mas não é não leve pro coração. É só é só brincadeira, galera. É só brincadeira. Mas >> mas é legal porque já era já era já era gera assim uma expectativa, né? Uma
▶ 01:57:34 referência. É bom. É, mas acabou virando a verdade. A gente chamou núcleo do Brasil hoje. Ainda não somos o maior diretório, porque a gente vai descobrir agora na eleição, como o próprio França falou, quando abrir a urna, mas não deixa a gente ganha não. Se a gente ganhar, eu vou zoar. [risadas] >> Tô brincando, gente. Eu >> vou precisar sair, hein. Venci aqui. Tá >> brincando não. Tá brincando não. E é merecido porque, olha, vou dizer a vocês, né? Não é por nada não, né? que é meu governador, mas o cara dá o sangue dele. E assim, isso é um nível de
▶ 01:58:05 grandiosidade, porque aquela coisa, é justo o que muito vale, muito custe e ele custa muito o tempo dele, a dedicação dele. Então assim, é realmente para chegar, ganhar e fazer assim, ó, [ __ ] a gente é [ __ ] mesmo, a gente conseguiu, é para ter o orgulho e também para incentivar, sabe? Então assim, se Deus quiser, a gente vai ganhar esse prêmio, né? Graças a você, meu governador. >> E vamosora e que os outros núcleas possa se inspirar na gente também
▶ 01:58:36 >> depois depois. >> Bom demais. Aqui no Maranhão a gente se inspira. Eu falo correndo direto aí. Tô pegando no pé dele, mandando mensagem. É referência pra gente. Ô Breno, eu entendo também que ele já tá chegando no seu horário. Também já tô chegando. Vamos encerrar falar com a turma. >> É, eu preciso também. Minha esposa já tá ligando aqui. Deixar um recadinho aí, galera, ó. Sigam aí, ó. Cada um que tá aqui. Breno Barcelos 14, >> Renan Alaz, André Luiz MBL, Karen, como é que tá o seu lá? Karen.
▶ 01:59:09 E sigam o Luiz França. Nome >> é sigam o Luiz França que derrubaram aqui uns uns tiranos do Paraná, derrubaram ele, mas ele foi lá e xingou todo mundo de novo. Continuem lá no Reserva do França, por favor. E o meu é Karen. Ponto guerreiro. >> Perfeito. Muito obrigado a todos aí. Vou ter que tirar que as crias já estão vencendo aqui. >> Abração. Fique com Deus, he. >> Abraço. Tchau. Tchau, >> galera. Abraço. Todos. >> Bom descanso. Valeu. Valeu. Falou. >> É comemorar.