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MEGAOPERAÇÃO POLÍCIAL NO ALEMÃO E NA PENHA | ANÁLISES RENAIS | 28/10/2025

Renan Santos · 28/10/2025 · 144 min · Renan Santos
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▶ 00:00:18 Olá, meus queridos amigos. Boa tarde a todos. Esse dia que é estranhamente especial em muitos termos, né? Deixa eu baixar aqui. Muito especial em muitos termos, tá? Eh, naturalmente, eh, todo mundo que acompanha o noticiário sobre violência sabe o nosso discurso sobre o enfrentamento ao crime e sabe obviamente que o crime organizado precisa ser morto. Quando eu digo morto, é, os seus principais líderes não não têm como ser mantidos na cadeia, tal qual Marcinho VP

▶ 00:00:48 ou com Marcola. Eles vão ser mortos em combate. Olha, ele tava lá na casa dele, os meninos estavam atirando, prum, tomou tiro, morreu todo mundo. Nesse instante, grande parte da população do Rio de Janeiro, por parte da população trabalhadora do Rio de Janeiro, tá cercada, tá sitiada com vagabundo tacando drone com bomba. Conforme nós alertamos, nós fomos os primeiros do debate público no Brasil a alertar. precisa ser feita uma guerra, precisa ser convocado à forças armadas, precisa ter direito penal do inimigo. Nós avisamos que quando o crime organizado passar adotar as estratégias de

▶ 00:01:19 guerrilha que a gente vê a Ucrânia adotando com drones, operações que são muito baratas e que não são detectáveis, são quase impossíveis de ser brincado, ou seja, técnicas de guerrilha moderna do modelo de guerra ultra moderno que tá acontecendo hoje na Ucrânia, na própria Palestina, o bicho vai pegar. Era para ter destruído antes. Eu fui em podcasts, eu já escrevi sobre isso, já me viram falando aqui. Pois bem, tá acontecendo. Comando Vermelho hoje utilizou desse tipo de aparato para enfrentar a

▶ 00:01:49 polícia, para aterrorizar a população. E o estado e o estado do Rio de Janeiro, mormente o município do Rio de Janeiro, a capital tá tomada por uma guerra. Eu acho muito engraçado que uma das imagens tem dos caras sendo presos, coloca lá os caras sendo conduzidos, né? Veja só o cabelo. Veja só o cabelo do rapaz ali. Tá. Não é esse riso. Volta aí, caceta. Olha só o cabelo. Que interessante. Que cantor tava com esse cabelo recentemente? Só para saber quem que usava o cabelo vermelho. Obviamente uma homenagem ao comando

▶ 00:02:19 vermelho. Quem eu tava usando esse cabelo recentemente, senor Rafa Mea Riso. Só para lembrar. Oruan. E aí vem fala que não tinha relação quando nós apresentamos o PL antioruã, que é um PL que tornou este assunto, essa discussão toda pública. Ah, ninguém queria falar sobre isso. Ninguém queria vir a público tratar do assunto. Não, veja só, é censura. Ai, o MBL tá aqui no lac. O MBL só acerta porque o MBL é o único grupo que tá certo. O MBL é o único grupo que sabe que assim que tá sol lá fora, que tá de dia, que agora

▶ 00:02:49 não é meia-noite, agora não é 11 da noite. Nós somos o único grupo que tá acordado avisando o óbvio. E pois bem, o óbvio chegou. O Rio de Janeiro está numa situação de guerra, de conflito armado. E o presidente da República do Brasil está mamando o senor Donald Trump agora em viagem internacional para comemorar que ele derrotou o Bolsonaro. Ah, eu derrotei o Bolsonaro agora. O Trump gosta de mim com aquele bando de prostituta em rede social divulgando, tudo feliz. Ai, olha só, o Lula tava com

▶ 00:03:19 uma postura muito correta quando tava sentado ali. Isso aqui é, estamos para vocês que nosso discurso nunca foi exagerado, que a gente nunca teve, vamos dizer, uma suposição. E veja, volta a imagem. Você chegou a botar na tela a imagem ou não do rapaz? >> Olha a imagem aí. Essa imagem é do quê? Olha só que interessante. É o mesmo grupo, é a mesma indumentária, é o mesmo tipo. E não adianta vir falar: "Ai, mas olha só, estão estão prendendo os meninos negros. Isso aí é um

▶ 00:03:49 vagabundo. É um vagabundo. Não tem recuperação para esses caras também. Não venham com a conversa tipo: "Ah, não, agora esperamos que após presos a gente vai recuperar". Não, cara, a recuperação deles consiste em ficar 30 anos afastado da sociedade para não dar mais trabalho para ninguém. 30 anos afastado da sociedade, no mínimo. Isso aí não é gente, isso é animal. Isso é animal disposto a trocar tiro com a polícia para colocar a vida das pessoas em risco. Isso não é gente. Não importa se E vocês vem aí, né? Tem branco, tem paro, tem preto, tem para todo mundo. Dá para colecionar aí.

▶ 00:04:21 O que interessa é o seguinte, é vagabundo, é cana ou é morte? Hoje é dia de morte. Hoje é dia de levar a óbito uma série dessas pessoas. Peço para vocês orações pro nosso amigo bruxo, pré-candidato a vice-governador do Rio de Janeiro pelo partido Missão, que tá na pista enfrentando esses caras. Hoje enquanto, né, tava dia desses estava lá o Nicolas, né, vamos dar o nome dele, parece que ele fica bravo quando é citado. O Nicolas tava parabenizando o faccionado

▶ 00:04:52 Pose do Rodo, tá? Ah, olha, parabéns. Posto do rodo mesmo. Nicolas que ficou com medo de entrar com um projeto que envolve transformar esses grupos em organizações terroristas, tá? Tava lá. Ai, pose do rodo, parabéns. Enquanto o bruxo, pré-candidato a vice-governador do Rio de Janeiro, tá lá na pista podendo tomar tiro, fazendo enfrentamento com esses caras. Peço suas orações por ele e pelos soldados da Polícia Militar do Rio de Janeiro que estão agora fazendo enfrentamento a esses caras. Nesse instante para si o a situação do Rio de Janeiro é

▶ 00:05:23 de guerra. E veja só, esse aqui é o nosso discurso de campanha, tal, lógico que todo mundo tá copiando. Eu eu eu não ligo. Eu eu não me importo de de assim, leve todo o discurso embora e Lula, você declare guerra. Declare guerra. Não me importa quem seja. Declare guerra. Enfrente, destrua todos esses caras. Ontem, por coincidência, ô, liga o ar condado, isso aqui tá um forno, por favor. Ontem esses caras tavam comentando, ai, o Oruan é

▶ 00:05:53 candidato dis que bom, gente do céu, é guerra. É bom que o Oruan seja atrevido. É bom que o Orã tire foto de terno para falar que ele será deputado estadual. É bom que isso aconteça. É ótimo. É ótimo que o Comando Vermelho finalmente esteja botando as manguinhas de fora e mostre seu arsenal pesado. É bom que a Polícia Militar do Rio de Janeiro fale: "Não tenho meios de fazer esse enfrentamento". Porque ninguém mais vai ficar fingindo normalidade nisso aqui. Chega de fingir normalidade. Isso país não é normal. Esse país é uma febre. A

▶ 00:06:23 gente tá permanentemente febre e fica fingindo tá tudo bem. Não tá. Não tá. Nós precisamos eliminar esses caras. E vocês me desculpam, morte, morte e morte. O sangue dos assassinos do povo brasileiro tem que correr nas ruas. Nós vamos purificar o Brasil com o sangue desses caras. Eles são o objeto de sacrifício, não nós. Não é o corpo do trabalhador que é

▶ 00:06:55 o objeto de sacrifício. O objeto de sacrifício é o deles. A polícia tem que executar sua missão histórica. E para isso a gente precisa de líderes sérios que estarão dispostos a fazer o que precisa ser feito, a colocar a própria pele em risco e não ficar só no discurso igual o Cláudio Castro. Discurso, discurso, discurso. Oh, Estados Unidos, saia do discurso. Saiam do discurso,

▶ 00:07:25 >> pessoal. Like na live para fazer esse canal crescer. >> Olha, cara, o Lorenzi falou: "Renan, esse é o mesmo argumento que o Eduardo usou quando falou que era melhor Lula solto, porque todos veriam os problemas melhor dele." Não, pelo amor de Deus, não. Eu estou falando que eu quero o Luan preso amanhã. Ele quer o Lula solto. Eu estou falando que o Ouruã solto e é atrevido falando que é candidato é melhor para nossa causa. Mas eu quero ele preso. O Eduardo queria ele solto, você não tá entendendo. Não é igual o discurso. Eu por mim quero Ouã preso. E se de preferência assim se a gente, se o Oruan vier a óbito nas

▶ 00:07:56 próximas horas, eu ficarei muito feliz. Vou comemorar. O Eduardo gostaria de ver o Lula solto, vivo e muito bem de saúde. Pelo amor de Deus, você não tá entendendo? Nós precisamos disso. Não há outro caminho. E poxa, isso é uma das poucas coisas que pode nos tornar uma nação. Nós não seremos uma nação se nós ficarmos só nessa fingição, só nesse discurso bacharelesco, só nos especialistas que são convocados na Globo News para ficar dando suas respectivas opiniões. Não. Uma nação se

▶ 00:08:28 constrói com ação. Uma nação se constrói com história. Uma nação se constrói com um povo unido com uma missão e com um inimigo. Veja, nós temos um inimigo muito claro. O bandido é o inimigo. O bandido é o nosso bode expiatório. O bandido, esse esse grupo de pessoas que fica brotando por aí e se organizando e crescendo na sua vida, se baseando no terror que eles geram sobre os outros. Ele é um inimigo óbvio, mais claro. Ele é um inimigo inconteste. Não há como dizer: "Ah, não, esse aí não é um inimigo". Você pode discutir se há

▶ 00:08:59 outros inimigos e existem outros e nós teremos que enfrentá-los, mas há um inimigo óbvio que é o mínimo denominador comum do inimigo brasileiro, que um cara no Amazonas, há um cara no Rio Grande do Sul, um cara em São Paulo, um cara no Rio, todos vão concordar, todo mundo falar: "Não, pera um pouquinho, faccionados têm que ser destruídos". Isso aqui gera um fato gerador, um elemento gerador, um mito de uma nação. É disso que eu tô falando. Nós não seremos uma nação que inclui pretos, brancos, pobres e ricos se nós não encontrarmos algo que nos una e nos fale: "Nós faremos esse sacrifício em

▶ 00:09:29 conjunto por esta coisa". E me parece que este é o tema para fazermos o sacrifício conjunto. Tá claro para todo mundo? Todo mundo tem que cometer este ato. Todo mundo tem que participar desse ato. Todo mundo vai falar: "Eu vivi um momento em que o meu país eliminou esses caras". Pô, tá a bola tá pingando? A bola tá pingando e é óbvio que o PT vai tentar mitigar essa história, vai tentar mitigar, vai tentar diminuir, vai tentar chegar num acordo, que é isso que eles fazem. Vamos

▶ 00:09:59 lembrar, esse é um governo que recebeu membros do crime organizado até em dois ministérios, no mínimo. Isso que a gente sabe. Teve gente no Ministério da Justiça, teve gente no Ministério dos Direitos Humanos. Esse é um governo assim cuja ministra Niele Franco participou com o Barroso que e futuro ex-ministro do STF de um filme tocado por uma joint venture entre o comando vermelho e o PCC. Estamos falando de fatos, não há uma opinião aqui. Eu não confio nesse governo para fazer esse enfrentamento. Bom, põe, ó, vamos lá, vamos lá. Atenção, veja só como é que a essa

▶ 00:10:31 esquerdalha maldita tá que que tá falando. Olha, Marina do MST. A Marina do MST. Ah, Marina do MST, né? Eu não sei se é uma mulher branca, né, mas é uma mulher, vamos dizer, é mulher branca coded, vamos botar aqui, né? A Marina do MST, ela já tem uma opinião >> que é deputado estadual, né? Do PT, você não precisa do Oruan quando você tem a Marina do MST faz do trabalho. Vamos lá. O que acontece no alemão e na Penha não é operação, é massacre de estado. Cláudio Castra chama de segurança o que é na prática guerra contra o povo preto

▶ 00:11:01 e pobre. O Rio pede justiça, não caveirão. Mentira. O Rio pede caveirão. Até porque o sistema de justiça, que é o que vocês querem, eles não querem justiça. Eles não querem, eles querem sistema de justiça, que é uma coisa diferente. O sistema de justiça brasileiro, além de corrompido, ele é ineficiente. As nossas leis são retrógradas e estúpidas. As nossas leis permitem que o crime aconteça. O que essa moça quer não é justiça. Ela quer sistema de justiça, que é um paralisador das ações do estado contra o crime. OK? O povo quer caveirão. Alguém aqui não quer caveirão? Eu, na verdade, eu acho

▶ 00:11:31 que caveirão é pouco. Tem que ter tanque, tem que ter míssel, tem que ter evacuação e depois desfavelização. É isso que precisa ter. Nós não precisamos nada ali além disso. Nesse momento, qualquer conversa que venha esse tipo de de gente, é, né? Eu já olho assim com uma preocupação. R, estamos quantas pessoas dos dois canais, por favor? >> Estamos com 3600 no canal vermelho e dois no canal Renan. 5600 pessoas, todo mundo like na live,

▶ 00:12:02 vamos, vamos bombar essa live porque temos outras coisas para falar aqui também, tá? Eh, aí vai uma outra, né? Dani Monteiro do PSOL, não sei quem é essa figura, outra figura bizarra aí, ela tá dando sua opinião. Absurdo que faz Cláudio Casto, governador mais letal da história do estado. Desculpa, eu não concordo com você. Eu não concordo com você. Precisamos de um governador mais letal. Ele é muito pouco letal. O rio vai mal em todos os indicadores sociais e sua resposta contra baixa popularidade é a execução de mais uma chacina. Não podemos normalizar 20 mortes, pelo amor de Deus, é pouco 20

▶ 00:12:32 mortes. Se fosse 200, continuaria pouco. Desce aí, desce aí. O que que o que que o que que o povo dela tá falando? Povo do PSOL. Desce. Deveria ter sido 1. Ih, a galera tá, a galera, a galera tá escovando. A psolista. Sor está passando por um processo de escovamento. Lembrando, lembrando, organicamente falando, o que o PSOL e o PT hoje tem enquanto militância depende do dinheiro dessas ONGs e fundações que é injetado no

▶ 00:13:02 Brasil. Vocês não podem se esquecer, galera, mesmo hello, hello, que a militância desses caras em grande medida é artificial. Sená, como é artificial? Olha, muito simples. Para você ser um militante full time, full time, ou seja, você dedicar sua vida a uma atividade política, alguém vai ter que pagar suas contas. E quem paga essas contas? Se você não tem um grande crowdfunding, existem até quem tenha, né? O Felipe Neto, se quiser, monta um negócio aqui, outro ali. Mas como é que você pega uma ONG que não tem seguidor rede social, que o tema não é popular? Como é que você banca uma ONG que vai lá e tem um

▶ 00:13:32 orçamento de 15 milhão e meio por ano, às vezes 10 milhões por ano, de 20 milhões por ano? Ó, amigos, não tem segredo, é dinheiro gringo. E maior parte dessas ONGs, inclusive, elas são até bacanas. Elas abrem ali as suas prestações de conta e tem ali o dinheiro que vem dessas fundações gringas. Dinheiro gringo financia a militância política artificial dessa gentalha. E a militância artificial dessa gentalha trabalha pela agenda prócrime, a tal do direit agenda direitos humanos. E é sempre aquilo, eu já comentei com vocês, eles misturam agenda racial com agenda

▶ 00:14:02 de direitos humanos e falam o seguinte: "Toda vez que você combate o crime, você está matando pretos, portanto você é racista. O apartadide, eles vão misturar isso. É simples. Plão, mistura. Oh, o preto pobre, estou preocupado com isso porque ele vai ser assassinado pela polícia. Aí junta ali os assuntos e por isso nós temos que ter leis brandas. É isso. Você como é que é? Mas pega qualquer estatística que eles mesmos fazem. As pessoas que mais morrem são homens, presos e pobres. Só para vocês entenderem, tá? Eh, os mortos por crimes violentos no Brasil são acima de 90%

▶ 00:14:32 homens. Então, mais de 90% dos mortos são homens. Quem são esses homens? Não são homens brancos velhos. são homens pretos ou pardos jovens. E quem cometem esses crimes? Homens pretos ou pardos jovens. É isso, tá? É isso. Via de regra, é isso. Tá, tá d tá claro. Nós vamos ter que parar esses homens pretos e par dos jovens de matar outros homens pretos e paros jovens e todo o restante da sociedade que eles estão matando. Mas eles precisam ser becados. A gente sabe onde mais ou menos essa galera mora. A gente sabe as razões

▶ 00:15:03 pelas quais eles entram no crime, a gente sabe os sistemas de incentivo, todo mundo sabe, não é que é ciência de foguete, todo mundo sabe que precisa ser alterado na legislação e todo mundo sabe o que a polícia precisa para ir lá e brecar esses caras. Todo mundo sabe. Não existe, não é ciência de foguete, meus amigos. Banditismo não é uma invenção recente. Banditismo existe ao longo de toda a história e estados organizados já enfrentaram bandidos em outros lugares. Não é nenhuma novidade no primeiro, no terceiro mundo, não é. O que nós temos que fazer é aplicar o óbvio, fazer o

▶ 00:15:35 óbvio e fazer o óbvio bem feito. É um arroz feijão bem feito. Alguém falou arroz feijão? Não, Renan, tem que ser uma mcela, um choriço. Por quê? Porque é uma linguiça feita de sangue, né? Na prática é isso. E abandonar e assim ir para cima dessas ONGs, porque são esses caras os maiores manantenedores desse discurso suicida. Há um discurso suicida na sociedade brasileira que é mantido por essa gente. Então, o discurso suicida mantido por

▶ 00:16:06 esses caras tem que ser destruídos. Ponto. Destruído. Essas ONGs, nesse momento que nós estamos em guerra, não pode continuar recebendo dinheiro de fora. A a Open Society George Soros não pode mandar dinheiro pro Brasil. Tem que ser bloqueado em desse dinheiro. Por quê? Segurança nacional. Estamos num estado de emergência. Estamos enfrentando um estado invasor, que é o estado paralelo liderado pelo comando vermelho, pelo PCC. E esses caras estão tendo financiamento internacional. Bloqueio o financiamento. Acabou. Vocês entenderam? Acabou.

▶ 00:16:37 Aí vai. É o quê? Você é um rapper? >> É um rapper. >> É sempre isso. Ô meu Deus. É sempre o rapper. O rapper e o funqueiro sempre tem uma opinião nessas horas. E nunca vi uma opinião boa vindo de um. Nunca me deram opinião de um rapper. Não, essa aqui tá com uma boa opinião. Nunca vem. A opinião é sempre a pior possível. Então vem esse Borges. Hora de criança na escola não é horário de operação. Rio de Janeiro pede não. Rio de Janeiro pede guerra. Guerra. Conversa. Baita de uma conversa mole. Conversa

▶ 00:17:07 sempre isso, né? Ai. Não. Na verdade, meu amigo, você não quer nenhuma operação, você não quer nada. Olha, o discurso dele é igualzinho do Oruan que falou: "Ã, a caneta mata mais que o fuzil". Ã, a caneta mata mais que o fuzil no que eu respondi ali embaixo. Não, não, não, não, não. Que você respondeu, Renan? >> Não vou falar. >> Responde. >> Não vou falar. Tá lá. É só ler. Você que botou na tela, Riso. Não fui eu. >> Formalmente quem eh obteve o comando que permitiu que um palavrão aparecesse aí

▶ 00:17:38 foi você, não eu. >> Palavrão. >> Ué, você sabe? Fala aí. Eu não sei, não consigo ler. Eu tô, tô, preciso de um óculos. >> Aham. >> Ué, se você botou isso, deveria saber, né? Tá para você tá legível. Eu tô sem retorno aqui. >> Eu vi só o só. >> Ah, entendi. Entendi. Muito engraçado. Ó, vejo o meu tipo de resposta para um cara desse. Vejo o tipo de resposta do Nicolas propósito do Rodo. Aí você tem que entender qual time você tá, que direita você é. Se você é da direita, mandou bem pose do rodo, que

▶ 00:18:08 é a direita do Nicolas, boa sorte. O que tá acontecendo hoje é também tua culpa. Se você é da direita do Vas F, sua P, que é que é a minha direita, bem-vindo, bem-vindo ao movimento Brasil Livre, movimento que vai mudar o Brasil. >> Pessoal, like na live para ajudar este canal a crescer. >> Estamos quantas pessoas nos dois canais somados? 4415 no canal do MBL e no do Renan 2345. >> Então, estamos com 6700. Opa, vamos

▶ 00:18:41 subir. Vamos buscar 10.000 pessoas hoje na live. Todo mundo dando like na live aí, galera. Tá? Ã, eu coisa que eu acho engraçado, né? Eh, é óbvio que a esquerda não tem resposta. E é óbvio que o que a esquerda, quando a esquerda vê uma operação paramilitar, com uso de drones, com uso de e o famoso guerilla warfare nas periferias, eles ficam e eh os seios dessas e analistas ficam em fica, né, ponteagudos, né, os

▶ 00:19:12 os rapazes apresentam e não não exatamente uma ereção, mas ele apresentam estímulos peristálticos preparando o seu intestino para receber eh uma visita, né? Este é o tipo de coisa que eles sentem. E porque eles sentem que é o seguinte, ó, meu Deus, meu Deus, as forças do lumpesinato se organizaram de modo a enfrentar esse sistema opressor. Ah, a revolta, ah, a revolução, eles estão

▶ 00:19:43 taradinhos, taradinhos. Tá, tá todo mundo taradinho. O solista que é um frouxo, tá taradinho, tá taradinho, tá taradinho. Tá, ão, tá tão doidos com isso aí. E lógico que é é como se fosse a realização do sonho. Eles levaram anos plantando direito penal mínimo, plantando discurso de direitos humanos, plantando eh ah, vamos desmilitarizar a polícia, plantando combate à polícia,

▶ 00:20:13 plantando gente de direitos humanos na imprensa. Vocês são culpados. Jornalistas que ficaram quietos por todo esse tempo. Vocês são culpados. Aí eu fico escandalado. Oh, o que aconteceu, meu Deus? O problema da violência. E aí surge assim: "Ai meu Deus, vai aumentar a polarização, hein? O discurso de ódio da esquerda, da direita vai crescer". Que discurso de ódio? Meu discurso é de paz, é de amor. E o meu discurso é completamente pacifista. Se você é uma pessoa de bem, você vai andar em paz na rua. E se você não é uma pessoa de bem?

▶ 00:20:43 Veja, você para mim sequer uma pessoa, portanto, questões de paz ou não paz, elas não existem. Elas não passam por você. Então, eu vou eliminar o problema. Apenas deixa a gente chegar ao poder. Apenas isso, isso. Apenas trabalhe para que uma onça, uma onça apareça lá no Planalto Central, lá no Cerrado, e inicieus trabalhos. É apenas isso, tá? Veja, eh, vamos dar uma olhada aqui que que você quer mostrar. ISO, >> não deixa só para ilustrar sua fala.

▶ 00:21:15 Vamos usar os números de operação. >> Vamos até agora. >> Bora. Operação mais letal do Rio deixa 60 mortos, sendo quatro policiais. Policiais aprenderam pelo menos 81 suspeitos e aprenderam 75 fuzis nas comunidades do alemão e da Penha no Rio. Pode ser. >> Essa comunidade desconhecida por qual facção? >> Chuta, galera. Qual é a comunidade que atua? Qual Qual é a facção que atua na Penha no alemão? >> Posso dar uma dica? >> Dica. Reportagem do Metrópolis. Quadro de

▶ 00:21:46 Oruan é encontrado em mansão de traficante do Comando Vermelho preso. [ __ ] aqui >> poxas. E quer dizer que o ouro é ídolo dos traficantes? Ah, mas deve deve ter algo de errado aí. Ele é só um músico. Ele só um artista. Temos que saber separar as duas coisas. Isso é uma expressão artística, tá? Vamos separar. Eu não vou separar nada. Nada. Você não tem que separar nada. Não caia, nunca caia nessa esparrela. Você

▶ 00:22:17 não vai separar nada. Você não separa. Na hora que vai comar. Ai, Renan, mas né? Não, ó, eu não vou separar. Oan é membro do comando vermelho. Rappers e artistas que estão defendendo agora o comando vermelho na guerra, eles têm lado. Se eles pudessem, é que eles não têm coragem. Eles estavam segurando o fuzil contra você. O Borges, esse rapper. Já já vem o mano Brown da. >> Não, mas o cara não >> é é ele é o Borge. É. Não é ele. >> Olha aí. É ele mesmo. Olha aí. É ele mesmo.

▶ 00:22:47 >> Caramba. >> Esse cara manobrado. Toda essa turma. É o seguinte, vocês têm lado, só não tem coragem de segurar o fuzil. Todo mundo que relativiza a guerra que tá rolando aqui tem lado. Não é o meu. É o lado de alguém aí que tá assistindo. O meu não é. Sempre v essa não. Veja bem. Não tem. Veja bem. Não tem. Veja bem. Ah, vamos lá. Atenção, Oruan tem uma opinião. Vamos ouvir. E é importante

▶ 00:23:17 ouvir. Lembremos, o Oruan, o Oruan foi o o o bicho que nós usamos para todo mundo olhar, falar: "Viu como tá naturalizado?" Oro é o maior aliado nesse processo importantíssimo de tomada de consciência do Brasil sobre o problema. Então, vamos ouvir o imbecil. O crime é reflexo da sociedade. O dia que eu ver a favela chorar e não vir aqui a falar desse sistema sujo, não vou estar sendo e minha alma sangra. Tirar o

▶ 00:23:48 fuzil existe o ser humano. Eu nunca vou achar normal a polícia entrar em uma favela e matar 70 pessoas quando o que sempre faltou foi oportunidade. Favela tem família. Favela não é a parque de versão da burguesia. Favela é o campo de concentração. Primeiro, cara, como é que um sujeito desse não sa, né? Ele é artista, em tese, ele tem um domínio da linguagem, né? Ele não sabe escrever. Ele não sabe escrever. O Isso mostra muita coisa, né? O pai dele traficou, matou, exerce domínio territorial, né?

▶ 00:24:21 Faturam milhões e milhões e milhões. E você foi incapaz de aprender falar português nesse tempo todo, cara. Você foi incapaz de aprender a falar português. Eu entendo assim, entendo as limitações, né? faz parte. A gente eh entendo que vai ter um limite aí, nem que você tentasse, a coisa ia passar muito, mas é muito ruim, né? Assim, mesmo uma pessoa simples, assim simples, um conseguiria dar uma melhoradinha. Não tô pedindo muito, tô pedindo só para assim no texto tem que

▶ 00:24:51 fazer algum algum sentido as vírgulas e a pontuação serem aplicadas direitinho. Não consegue não, amigo. É, não tô pedindo muito, você não precisa ser o drumon. Tô pedindo para você ser assim, chegar no nível de um pedreiro. Você não consegue, cara. Segunda coisa, eh, esse discurso dele é é cômico. Cômico. Por trás do fuzil tem uma pessoa. Se a

▶ 00:25:22 pessoa tá segurando um fuzil, Oroan, e todo mundo, né, direitos humanistas, se a pessoa tá segurando um fuzil, antes de tudo, ela não tá interessada em riso, em roubar um pão, que sempre vem aquela coisa, ah, o cara tava com fome, pegou uma arma para roubar um pão, é sempre um pão, né? Porque como o pão é um alimento que ele é meio santificado, né? Então o cara bota o pão na mesa, fala: "Não, ele foi roubar um pão. Ele não foi roubar um pão com um fuzil, >> tá? Um cara que tá com fuzil, que é uma

▶ 00:25:53 arma de alta letalidade, é uma arma de alto calibre, ele está utilizando e assim, ele está numa função de enfrentamento, ele é um soldado. Soldados matam e soldados morrem. Importante se o seu jeito está de livres potâne vontade segurando um fuzil, ou ele mata ou ele morre. Não tô interessado em saber se ele tem uma família. Eu não tô. Alguém aqui tem não, o cara tá confusindo na mão. E se ele tem uma família? Primeiro, eu já sei que pai ele não tem. Só para comer de a família dele é meia é meia família. é uma mãe irresponsável

▶ 00:26:23 e um pai canalha que nem nem esteve próximo. Então o seguinte, o sujeito tá com com fuzil, tá com arma de alto calibre, presume-se presume-se que ele está tentando atentar, ele está atentando contra a vida dos demais. Segurou o fuzil, tá atentando contra a vida dos demais. Tem que ter uma legislação muito clara. Só o cara apareceu portando fuzil, crime inafiançável, sem progressão de pena. Toma 50 anos de cana. Acabou. Só desistir ali. Fusão agora tá

▶ 00:26:54 segurando o fuzil. Não apontou para ninguém. Tá segurando o fuzil numa área pública. Tá numa rua, numa viela, de uma favela, tem que tomar tiro na cabeça. Acabou. Tum. Eliminou. Não existe discussão sobre isso. Ah, ele tem uma família. Ele que se tá aqui, ó. Já já, ó. Já já tem já temos aqui os turubatuba. O Galdino, tu Renan e Artur são os piores. Eles são escrotos. Eu sou escroto. Quer saber? Eu

▶ 00:27:25 sou. Eu sou escroto. Eu não sou, eu não tô aqui para fazer amigos. Você quer fazer amigo? Você quer um cara bacana? arrume. Eu não tô aqui para fazer amigo. A gente tem um país para construir. Ah, tem muita gente legal. Quer ver um cara que é boa praça para caramba? Ratinho Júnior, boa praça. O pai dele é o Ratinho. Legal para caramba. Leva todo mundo a maciota. Vai lá. Quer outro boa praça? O Lula. Você vai rir. Toma uma cachacinha. divertido. Eu sou escroto.

▶ 00:27:55 Eu só quero assim eliminar esses caras, voltar para casa e assistir corridas de Fórmula 1 dos anos 80, reprises, e ficar, hum, deixa eu ver. Legal motor BMW em linha que o Piqu usava. Eu quero isso. Se poupe de tentar ser meu amigo. Não quero ser amigo de ninguém, tá bom? Eu quero só fazer o que assim, a gente tem um tempo de vida curto, tem muita coisa para realizar. Eu quero realizar muita coisa. Não tô com muita vontade de ser legalzinho. Tem muita gente querendo ser legal aí. Vai lá ficar com

▶ 00:28:29 esse esse papo do seja carismático, ser bacana, pô. Tá todo assim, Brasil, né? [risadas] Brasil desde que virou democracia, né? E de 88, mas vamos voltar um tempo, desde que, né, os militares deram golpe, tivemos a república, começamos a ter candidatos por aí. Aí você vai ter as democracias de massa, os candidatos que apareceram no rádio, Getúlio, etc. Todo mundo. Depois que surgiu isso aí, um monte de gente simpática ganhou a eleição. O Cleitin é uma simpatia diverte tá cuidando do povo. Eu não vi nada dar certo com isso aí.

▶ 00:29:01 Eu não vi. Eu não tô aqui para fazer amigo. Vocês vão ter que estar aqui também para fazer amigo, meu amigo. Sua vida é curta. Você mora num país pobre, tomado pelo crime organizado, administrado por um bando de corrupto. Última coisa tem que querer ser amigo do cara. Eu não quero fazer amizade nem assim. Eu sou amigo do riso. Talvez alguns de vocês quando a gente vai no evento, eu troco ideia. Quem foi um evento do MBL sabe, troco ideia com todo mundo, porque a gente é é parceiro na mesma luta. Tudo. Por isso que eu sempre falo, se o Rizo é meu amigo, eu vou tirar foto com o Riso. Não, por isso que eu sempre

▶ 00:29:31 falo, não vai evento, fique querendo uma foto comigo. Você quer o quê? Uma foto, um conjunto de pixels. Serve para nada. Serve para nada. Não temos que ficar aqui simpatia de nada. Temos que fazer o que você fez. A gente tem história para fazer. Cara, o Brasil é um campo fértil para você botar seu nome na história. Ah, o Brasil é muito é muito difícil. Para muitos uma impossibilidade. Para mim um horizonte para colocar o meu nome na história, o nome dos meus amigos, nome das pessoas que acreditam nisso. Pô,

▶ 00:30:03 pelo amor de Deus, cara. Mar revolto que faz grande marinheiro ou não é? Mar calmo faz qualquer coisa. Mar revolto que faz o grande marinheiro, pô. estão dando pra gente o mar mais revolto possível. E aí só os mais corajosos e mais aptos vão poder participar. E você aí da geração Z, coringando, black pilando, meu amigo, é a é a chance de você botar teu nome na história. Tá mais fácil para você do que para qualquer jovem nos Estados Unidos, tá? Nós temos um Brasil

▶ 00:30:33 que é uma folha em branco para você escrever algo incrível, pô. Aí vem pedir a Não, vamos ser simpático com ninguém. Não tô afim, não sou simpatia. É isso, é isso. Nado. Estamos quantas pessoas nos dois canais? Iso, por favor. >> 5300 no vermelho mais 2800 no Renan.

▶ 00:31:03 >> Estamos o quê? 81. >> 8. >> Vamos lá. Vamos dando like aí. Vamos bater. Vamos bater. Pessoal, só pequena pausinha aqui rapidinho. Vocês viram que saiu hoje? Eu não sei se o Artur mostrou o novíssimo aplicativo. Atualiza aí, Riso. Porque, pô, esse Pedro Deirô que não bota fotinho também estraga a nossa timeline, né? Ah, tá. At. Bom, não atualizou. Vamos lá. Tinha que seguir outra pessoa aí para que >> eu F5 já. >> É que você tinha que seguir outra pessoa para ele atualizar a parte de cima. Esse aí é o nosso novo aplicativo do Valet Plus. O Rizo tá mostrando a versão web.

▶ 00:31:33 Hoje nós estreamos e diz assim, lógico que vai ter uma coisinha para melhorar aqui, um bug que arruma aqui a colar, lógico, hoje é o dia de estreia, mas cara, é revolucionário, o formato é revolucionário. E é revolucionário sim, porque ele se propõe a fazer três coisas básicas. Pessoas inteligentes, elas usam três redes sociais: Twitter para se informar com o dicionário internacional e para produzir suas pílulas de conteúdo. Spotify para ouvir podcast e Substack para ler texto. Falei: "Ah, é isso." Então vamos juntar as melhores

▶ 00:32:03 funcionalidades dos três num pacote só. E nós criamos o Valet Plus. Valet Plus é justamente isto. Valet Plus para vocês entenderem o que que é trabalho. E aí eu vou dar uma dica para vocês. Se eu mostrasse para vocês o Clube MBL, o final do Clube MBL que deu origem a isso, ele era um grupo de Telegram. Nós saímos de um grupo de Telegram no final de 2022 para uma rede social proprietária própria com um processo amplo e veló de evolução que vai permitir que criadores de conteúdo, inteligentes do Brasil inteiro, possam

▶ 00:32:34 ganhar dinheiro vendendo suas assinaturas. Você produz artigos no modelo substac, você vende assinatura, pode ter artigo aberto, artigo fechado, tudo isso sendo criado, isso pro criador. E para você que acompanha, cara, uma miria de grandes criadores de conteúdo, possibilidades de comentário, interação, é uma revolução o que tá sendo feito, tá? Uma revolução. E essa revolução, meus amigos, ela já tá de pé. Baixem o valet plus. Eu fiz o seguinte, eu meti o louco, eu liberei todos os cursos por 72

▶ 00:33:06 horas para vocês assistirem. Liberei tudo durante 72 horas, baixa o aplicativo e veja, está sensacional. E mais, hoje já tem atualização, eu vou fazer atualização todo dia, tal, tal. O time tá doido. Por quê? Porque isso aqui vai ficar algo incrível daqui um mês. É igual a revista Valete, quando ela começou aquela primeira edição, vocês lembram? Simples tal. Hoje eu tenho até vergonha dela, mas não tem que ter vergonha. Agora não tem que ter vergonha do clube BL. a coisa começa mais simples, ela vai tomando o corpo e ficando sensacional. Isto aqui é sensacional.

▶ 00:33:36 Isto é sensacional, tá? Então, bora que bora, meus amigos. Entrem e outra coisa, baixem o Valallet Plus, baixem o app, baixa tanto pro pro Android quanto pro pro Apple, né, pro iOS. E dica, entrem. Hoje todo mundo que entrar tá recebendo além na Valé de Tom Mês, tá? E é um dia especial, por favor, dia especial. vão receber o livro Ditos e feitos memoráveis de Sócrates. Eu vou autografá-lo, tá? E pros 10 primeiros ainda vai com o Criton, tá? Que é um dos

▶ 00:34:07 diálogos de Platão, os mais interessantes. Tá na mão. Bora todo mundo entrar. Bora todo mundo entrar, tá? Bora, bora, bora. E hoje, Renan, teremos uma live especial a partir das 5:30 para apresentar o novo aplicativo Light Plus com grandes convidados. >> Sim, >> hoje vai ser um dia sensacional aí no no aplicativo. Ã, prosseguindo aqui que eu quero eu quero continuar falando para vocês também. Outra coisa, muita gente

▶ 00:34:37 tá perguntando, eu vou comentar quinta-feira, eh, vai a julgamento o partido missão no TSE, tá? Então, o Partido Missão vai a julgamento. Eh, ah, por que vocês não estão fazendo festa? Por que que não estão divulgando? Porque nunca se sabe. Não tô falando que vão reprovar o partido. Eu acho que isso não tem nem sentido, mas nunca sabe. Ah, foi lá, atrasou. Ah, pediu visto. Então assim, maciota, calma. Trabalho sério, bola no chão, como foi feito até agora. Maciota, trabalho sério, bola no chão, como foi feito até agora. E vamos

▶ 00:35:09 continuar nosso trabalho. Vamos continuar nosso trabalho. Vai pro julgamento. Vamos trabalhar e vamos torcer para dar tudo certo para ser o mais rápido possível. E não tem motivo. A procuradoria mandou passar, o processo todo foi velocíssimo, as assinaturas foram coletadas e tudo em tempo recorde em no em todos os estados do Brasil. Ou seja, o nosso trabalho foi inigualável, tá? Eh, então vamos que vamos, tá? Bora. E assim, outra eh nós, eu gostaria muito aqui pro Valet Plus, tá? Eu preciso

▶ 00:35:40 fazer atualizações que vão melhorar ele muito rápido. Tô te pedindo de coração aberto. Todo o dinheiro que a gente colocar, vocês colocarem hoje entrando no Valet Plus, eu vou reverter, tô sendo bem claro, eu vou reverter para colocar mais eh mais ai programadores, desenvolvedores. Tem que botar dev ali que eu preciso fazer atualizações mais rápido. Me ajude nisso, cara. Entra, o produto é bom, o conteúdo é sensacional, melhorou muito o o que um dia foi o clube MBL Rizo, que era um grupo de Telegram e uma plataforma web. Vocês

▶ 00:36:10 lembram, quem lembra lá que você tinha que entrar para assistir uns vídeos, um negócio horroroso, era o que a gente tinha, né? Era bom comparado com os nossos concorrentes no universo da direita, nem tem. Aí depois virou o app que vocês tinham até ontem e hoje um negócio completamente novo, completamente novo. Então, pô, todo mundo quer entrar, além de ganhar o brinde, pô, você tá construindo um negócio, o negócio tá muito sério. E hoje assim, a a posso te falar, você sabe quanto quantas interações hoje já teve mais do que um dia normal do aplicativo antigo? >> Hã? 30 vezes

▶ 00:36:41 >> caceta, >> 30 vezes mais interações. Esse número só vai aumentar. É 30 vezes mais eh interações. É um appiv interativo. Você comenta, você constrói, você monta o quem você segue, você vai ter uma timeline específica só com quem você segue, você pode acompanhar artigo, podcast, ou seja, o nossa ideia de tornar um cara inteligente tá dada. Vamos lá. Ã, >> só mais algumas coisas, Renan. Quem entrar hoje vai concorrer a umbox,

▶ 00:37:11 né? >> Uhum. >> Então fala, divulga direito. >> Então explique qual a promoção. >> Não, você que sabe. >> Eu não sei que promoção é essa. >> Como não? Você tá lançando um negócio hoje? >> Então o que que é ris >> entrando hoje no aplicativo Valet Plus, você concorre a um box valet plus com várias revistas. A gente vai distribuir acho que 100, vai sortear 100 pessoas para ganhar em casa uma revista Valet. >> É só entrar, não precisa comprar nada. Só entrar. >> Vai no perfil Renan Santos lá no Valet Plus,

▶ 00:37:43 botou na lupinha. Deve tá ali nos mais populares. Não tá conseguindo clicar aí. Eu cliquei, tenta achar me achar. >> Aí achei >> isso. >> Te seguir. >> Segue agora. Clica lá. Clica lá no meu perfil. >> Eu não vou seguir o Artur, vou seguir. Não, tudo bem, tudo bem. Isso é isso. Só dar uma olhada uma coisa que eu quero mostrar. Tipo, você entender a

▶ 00:38:14 interação, todo estilo verso que tem no app. Ó, que legal. Clicou. >> Aí você vai lá na minha timeline do Renan, né? Peraí que acho que cliquei de novo errado. Eita! E aí, cadê?

▶ 00:38:44 >> Tô clicando, velho. >> Aqui, aqui no app tá maior rápido. >> No aplicativo tá mais rápido. Na versão web tá devagar. Que estranho. Aqui eu já entrei. Isso aí. Tá >> aqui, ó. Cliquei. Vai no Renan. Clica no Renan. >> Cliquei. >> Você tá, será que é na nossa internet aí que você tá usando? Porque >> é aqui não é para eu abrir rapidinho. >> Não. >> Queria mostrar. Eu já tô com 100 seguidores. >> Eu tô clicando aqui. Calma.

▶ 00:39:16 Vamos lá. Bom, não abriu aí. Que que saco isso. Tô divulgando o negócio. O negócio já já tá legado. Não sei se é ele ou se é a nossa internet. >> É ele. A versão web tá com tá um pouquinho mais devagar que a versão >> é >> é porque a versão do app tá tudo normal. >> Ah, tem um monte de gente no chat falando que a versão web tá lenta mesmo. >> Bom, vamos lá. >> Acontece com as melhores famílias ainda. Aconteceu outro dia na Apple. Isso aí, se eu não me engano. Aconteceu com o Elon Musk quando ele foi jogar uma bola no carro dele. Lembra disso? >> Sim, é verdade. Verdade. >> Então você tá no caminho certo. Tá.

▶ 00:39:47 >> Tá. Tá, meus amigos, vamos lá. Ã, sobre o partido, eu não quero ficar falando muito, eu só vou ficar quietão. Eu só vou ficar quietão. Amanhã vamos ficar quietão e vamos ver. Pode ser que amanhã seja um dia de muita festa, tá? Ou pode ser que amanhã seja um dia que a gente tem que esperar mais uma semaninha ou duas. É isso, tá? E prosseguindo aqui, senor Rafael Mea Riso. >> Fala, senor Ren Santos. Eh, quero quero voltar para essa questão da da guerra ao

▶ 00:40:17 crime. Temos algum tipo de declaração do governo atual? Temos. Você diz do Castro? >> Não, não quero. Vamos ver o do Castro, mas depois vamos ver do governo Lula. Essa é uma guerra que tá passando os limites de onde o estado deveria estar sozinho defendendo eh pro por uma guerra dessa que nada tem a ver. >> Pausa, pausa. Você imagina que você vai enfrentar um crime com um cara que não consegue fazer lá uma frase completa? Eu

▶ 00:40:48 não quero, Cláudio Castro, você não é o pior dos governadores, mas definitivamente, cara, não é essa postura, meu irmão. Não é essa. Você não consegue terminar uma frase, tá gaguejando. Volta do, olha só, do começo. >> Essa é é uma guerra que tá passando os limites de onde o estado deveria estar sozinho defendendo. É, pro para uma guerra dessa que nada tem a ver com a segurança urbana, realmente nós deveríamos ter um apoio

▶ 00:41:19 muito muito muito talvez até nesse momento até de forças armadas, porque essa é uma luta que já extrapolou toda a ideia de de segurança pública. Tudo aquilo que que tá lá na Constituição Federal extrapola completamente quando você tem essa quantidade de armas que vem através de tráfico internacional de de de de armas. essa quantidade de poder bélico que vem de um financiamento feito por lavagem de de dinheiro. Ou seja, não é mais só a responsabilidade do estado.

▶ 00:41:51 O estado tá fazendo a sua parte, sim, mas quando ela fala em >> Não, tá, não tá, não tá, não tá, não tá, definitivamente não tá, Cláudio Castro, você sinaliza melhor do que os anteriores, mas não tá, não tá. Você como governador do Rio de Janeiro tinha que tá berrando aos quatro cantos. Preciso de uma operação de guerra aqui no meu estado. Já você tinha que estar em Brasília batendo na porta, ó, sou governador do tinha que tá chamando todos os outros governadores da região Sudeste. Vocês não estão entendendo, cara, o que é ser governador de um

▶ 00:42:23 estado. Meu Deus do céu, nós não somos nada aqui. Eu olho para você todas as possibilidades que você, enquanto governador, tem, todas as milhões de possibilidades, todas as figuras para você articular, tudo que você pode fazer. Meu Deus do céu, tanta coisa à disposição para você ficar pensando dessa maneira convencional e gaguejar numa propaganda. Meu senhor, você é um governador. Você consegue parar o presidente da República. Bote a bancada do Rio de Janeiro para ficar fazendo obstrução.

▶ 00:42:53 Bote a bancar. Você foi eleito pelo bolsonarismo. Bote aqueles inúteis, aqueles pangarés daqueles deputados para obstruir. Não, pela anistia. Dani-se anistia. Ninguém liga. An. Que que que meu Deus do céu, sua cidade tá tomada e os políticos estão falando em anistia. Tá lá o Nicolas Ferreira. Ai uai. Vamos votar anistia. Não, Nicolas, vamos votar transformação do crime organizado em terrorismo. A anistia. Vocês não têm senso de prioridade nenhuma. A prioridade para vocês é o

▶ 00:43:24 Bolsonaro ficar elegível, porque vocês são uns canalhas. É isso que vocês são, uns porcos. E aí a situação vai degringolando e faltou homem, faltou líder o tempo todo, assim como falta homem. O Tarcío tá aqui em São Paulo com o PCC matando gente com metanol na bebida, com o PCC controlando o Porto de Santos. Ah, veja só, não vamos falar talquele jeitão, as milhões de possibilidades que um governador tem. O ratinho, quando o governo, quando o os índios paraguaios, terroristas

▶ 00:43:56 paraguaos, invadiram a fronteira e começaram a aterrorizar os agricultores brasileiros na fronteira lá com o Paraguai, lá no estado do Paraná, o Ratinho poderia ter passado fogo em todo mundo. Você acha que que iam tirar ele do mandato? O Ratinho se tornaria um líder nacional se ele tivesse ido para cima. Mas não, o Faquim deu uma ordem ilegal e o Ratinho se encadelou. Como todos se encadelam, não tem homem. De um lado você tem facção tacando bomba com drone. Do outro você tem governador aguardando o quê?

▶ 00:44:27 Uma resposta de quem? da Franco, ministra dos direitos humanos, do Lewandowski, ministro da justiça, da Janja, porta-voz do governo. Já parta do princípio que não existe essa institucionalidade, que o governo federal é o teu inimigo. Ele é o teu inimigo, governo federal. Já parta dessa premissa e pense fora da caixa.

▶ 00:44:58 Junte, junte o povo com você. Faça um pronunciamento em cadeia estadual, chame os representantes da imprensa de todo mundo e avise: "Vou, se se o governo federal não vai pra guerra, eu vou com meus soldados pra guerra aqui. Convoque governadores de outros estados para mandarem efetivos para te ajudar. Pense fora da caixa. Ô, ô, ô, Cláudio Castro, pense fora da Caixa. Deixe claro que se o governo federal quer se encadelar, que você vai pra

▶ 00:45:28 guerra, que o seu, que os seus policiais querem essa guerra. Pare de ser covarde. A situação é de guerra. Pare de fingir que não é e pare de lutar por uma institucionalidade que não existe. O governo federal está descumprindo a Constituição todo dia quando permite que o Comando Vermelho e outras facções tomem nacos do nosso território. Eles estão em flagrante descumprimento da Constituição. Ora, é óbvio. Veja as possibilidades. Eu

▶ 00:46:00 falei uma do Ratinho, falei uma desse Cláudio Castro, falo outra do Tarcío. Tarciso tinha que tomar o porto de Santos. Porto dos Santos é o lugar de quem escoa grande parte da droga que vai pra Europa e paraa África. Todo mundo sabe a rota caipira que pastor de São Paulo e esses caras todos querem ser presidentes. Oh, vão ser presidente. Vocês não vão ser presidente de nada. De nada. Vocês são frouxos. Todos vocês são frouxos, mentirosos e com uma imaginação de um de um pato manco.

▶ 00:46:33 Todas as possibilidades que vocês têm à disposição, vocês não andam. Aí faz o quê? Esse discurso vacilante, gaguejando aí? Bebê engata aí, ó Cláudio Castro, não adianta ficar também. Ã, Estados Unidos e ajudar aqui Estados Unidos. Que loucura é essa? que Estados Unidos que tem que derrotar eles são é você, os seus policiais.

▶ 00:47:03 Mas não é sempre esse jogo de empurra. Ah, não, agora preciso armadas. Precisa do quê? Daquele bando de menino que vai vestir uma farda sem nenhum tipo de experiência militar. Bota esses caras na rua. B na rua, sabe? Faz policiamento na rua. Ah, mas não quiseram. Beleza, vamos nós. Vamos nós. O Brasil tá precisando que os governadores parem de pensar na próxima eleição e pensem na próxima favela que eles vão tomar e pensem na próxima cidade que eles vão salvar, nas próximas vidas que serão resgatadas.

▶ 00:47:33 É isso que o governador tem que pensar e não na próxima eleição. Chama o Tarcísio, peça ajuda pra polícia de São Paulo. Ah, mas não pode. É. E aí, que o governo federal vai fazer? Vai botar o quê? O exército para matar a PM de São Paulo. Primeiro que perde. Segundo que não vai. Tudo que as próprias tropas não iriam. Qual é?

▶ 00:48:06 Não dá para fazer isso aí, galera. Não, não dá, não dá para não dá para agir com essa fraqueza. Eu tentei ligar no Rafa Luz, ele tava que a gente precisava ter uma opinião do Rafa. Rena, só para informar, >> hum, >> tá tendo tanto acesso no aplicativo que

▶ 00:48:38 ele tá instável. Ah, que saco. Ah, e aí? Mas vamos lá. Tô tentando ligar no Rafa. Acho que o Rafa não pode atender, governador. Tô ao vivo aqui.

▶ 00:49:11 >> Tá na live? >> Tô. Pode falar um segundo ou não? >> Eu tô na moto aqui. Tô chegando aqui para poder ficar mais próximo da sala de controle aqui, porque o Rio de Janeiro tá, as escolas estão emvorosas aqui. Eu tô na moto chegando aqui. >> E quer que eu te ligo em 5 minutos? >> Pode ser. Possível. >> Pode ser. Pode ser. Te lem 5 minutos. Então, >> valeu. >> Botar aí pro vídeo, então. >> Tá. Vamos vendo aí >> ceder e exceder inclusive as nossas

▶ 00:49:42 competências. Eh, já era para tá tendo um trabalho de de integração muito maior com as forças federais, o que nesse momento não tá acontecendo. Eh, o Rio de Janeiro viu em 2010 um o Brasil inteiro viu um trabalho de de integração e hoje o Rio tá sozinho. Acho que foi nesse contexto que a Cláudia falou e eu concordo com a com a fala dela e tomo para mim a fala da da nossa coronel Cláudia, porque é exatamente isso. o Rio tá sozinho nessa guerra e aí é muito

▶ 00:50:13 fácil criticar as forças estaduais, criticar o governador quando o estado tá eh talvez sim excedendo as suas as suas competências. Como nós jamais abandonaremos a população, se tiver que exceder, nós excederemos mais ainda. Eh, mas é, mas é Cláudio Castro, meu senhor, amanhã, se você resolver exceder esse limite, amanhã eu estou com bandeirinha do Rio de Janeiro, camisa do Flamengo e bandeirinha do aí

▶ 00:50:45 ajudando no que precisar, fazendo vaquinha pros policiais. Se você quer uma operação de guerra aí, faça, as pessoas estarão com você. Amanhã eu tô, eu paro tudo. Vamos botar a gente, vamos fazer campanha para todo mundo se juntar a você. Se você exceder o limite, como você colocou, nós nós nos juntamos. Você é você, é você, gente. Cláudio Castro, vamos lá. Vamos para cima. É isso, pô. Se é se você resolver fazer isso, estamos junto contigo.

▶ 00:51:15 É. Aí, vamos pressionar os outros governos. Aí eu quero ver as prostitutas do governo federal, esses aliados canalhas do crime organizado do do Partido dos Trabalhadores, do PSOL, essa gente imunda que ocupa o Palácio do Planalto de maneira ilegítima. Eu quero ver eles vão fazerem nada. Eu quero ver se os membros das Forças Armadas, os comandantes das Forças Armadas que gostam de tomar o Iscão nos clubes militares na frente da praia que tem aí no Rio de Janeiro, se eles vão ficar ainda tomando seu whiscão. Até quando vão ficar tomando seu whiscão com grana ilegítima que eles

▶ 00:51:46 retiram da gente? nessas aposentadorias multimilionárias que eles recebem, enquanto eles vem soldados da polícia morrerem e sem ter uma assistência de advogado gratuita que deveria ser dado para ele enquanto ele tá cumprindo o trabalho dele. Até quando os militares vão ficar só olhando? Então faça, provoque, cruze o Rubicão. Faça isso, Cláudio Castro. Estaremos com você. Ó o que eu tô falando. Estaremos com você. Se você for o homem a fazer isso, então vamos estar com você, Cláudio. Não tenha medo.

▶ 00:52:17 Não tenha medo. Tem que ir para cima desses caras. O que não dá? Ó lá, vamos botar aí. Cláudio Castro diz que pedido de ajuda às Forças Armadas foi negado e critica governo Lula. Governador Rio de Janeiro afirmou que o estado está sozinho no combate às facções e atacou medida determinada pelo STF. Rio teve ass de força nacional nos últimos dois anos. Ó só, é óbvio que o Lula ia falar isso pro Lula um pedido de um governador para as

▶ 00:52:47 forças armadas atuarem escancar a própria fraqueza. O Lula e o Lewandalves voltaram semana passada aquele projeto de enfrentamento aos factores. É sempre aquela coisa modorrenta e tal. O Lula quer as coisas no tempo dele. Só que o tempo do comando vermelho não é o tempo do Lula. O tempo do problema não é o tempo do Lula. O tempo do governo do Rio de Janeiro não é o tempo do Lula. O tempo da polícia não é o tempo do Lula. Pro Lula não dá. Eles não vão operar

▶ 00:53:19 assim. Conhecemos o PT. O PT gosta de fazer as coisas do jeito dele, no tempo dele, com a narrativa dele. Como tá aí? Não vai ter. Mais fácil o PT falar assim: "Ô, você vê, baixa a bola, dá uma segurada de onda aí, né? Dá segurada, vai na maciota aí, relaxa essa crise pra gente andar, senão a gente não consegue, né? Ou alguém duvida que pinte um diálogo, assim, é, certas coisas precisam ser lembradas, tá? ministro do STF, que foi

▶ 00:53:51 senador, andando, que foi ministro também do do foi ministro da justiça, do governo Lula, andando em favela da maré em complexo, aelle Franco andando sem capacete e alegando em área do comando vermelho, alegando ah, mas é a regra deles, tenho que respeitar o regramento deles, ou seja, aceitando a existência do estado do paralelo, portanto, descumprindo a Constituição, portanto, aliada do crime, portanto, alguém passível de ser presa. Um governo nosso tem que prender. Mari Franco e a Fundação Mariele Franco precisam ser assim profundamente investigadas.

▶ 00:54:21 Me parece, não tô falando que é, me parece que a gente junta muitas coincidências ali e me soa que é uma assim, me soa, posso estar errado aqui, uma entidade amiga do crime. Não tem não, não, não, não, não tem. Abre lá a Fundação Mari Franco, por favor.

▶ 00:54:54 Instituto, sei lá, Fundação, não é Instituto Mariel Franco. Vamos lá. Quem quem financia essa brincadeira? Quem somos? É, a gente já costuma ficar lá embaixo. Pode descer. Blá blá blá blá. Lista de apoiadores. Não tem contato. Caminhada. Centro de memória. O que fazemos? Julgamento.

▶ 00:55:26 Tô achando aí não. Bom, depois vejam aí quem financia isso. Eu realmente não achei no site. Estamos com 10.000 pessoas aqui na live, meus amigos. Like, todo mundo like na live aí. Vamos, vamos aumentar. Tá dado recado aí pro nosso querido governador, para quem tá achando que a gente tá aqui atacando o governador, saiba. A gente tá aqui incentivando o governador. Tenha coragem, Cláudio C. Você não tem mais nada a perder. Você não concorre à reeleição. Tão te

▶ 00:55:57 empurrando aí para uma eleição pro Senado. Você ficar lá pendurado no Senado sem fazer nada lá para defender o Bolsonaro no Senado. Sejamos honestos. Vai. Você tem mais o que fazer. Bote seu nome na história, Cláudio. Você vejam só. Olha só a história improvável de Cláudio Castro. O herói improvável, era um político do interior do Rio, sem nenhuma expressão. Topou ser vice do Witzel. Witzel cai, assume como governador, pega o apoio do Bolsonaro, é reeleito, é eleito, né? Ganha eleição e aí pinta a

▶ 00:56:28 bola, pinga para ele entrar pra história como alguém que dizimou o comando vermelho. Pô, uma história linda. Esse cara pode falar: "Cara, eu sou o herói improvável, né? Eu não sou como é que é o herói que o Rio merece, eu sou o herói que o Rio precisa". Era isso. Você pode entrar para Estamos, ó, conte com nossas legiões aí, ô querido Cláudio Castro. Apenas faça o que precisa ser feito. Vai para cima. Não tenha medo. Eu tenho certeza que a tropa estará com você. Deixa eu ligar pro nosso querido bombeiro Rafa aqui.

▶ 00:56:59 >> Ele vai entrar por vídeo daqui 10 minutos, né? >> Ah, é. >> É >> maravilhoso. E galera, olha só. Naturalmente, se você é do Rio de Janeiro e de qualquer outra cidade no Brasil tomada pelo Comando Vermelho, se proteja, se proteja, se proteja, tá? Eh, familiares estão mandando mensagens, tá todo mundo com medo aí. Olha só, ó. Ó, Oran, morciana da

▶ 00:57:30 história do Rio. Matou, foi pouco, Oruan. Tinha que matar mais. Eu tô vendo você twitar. Não é suficiente. Se você tá twitando, não foi suficiente. Você tá twitando, é porque não funcionou. E repare que o discurso e o vocabulário e a lógica é a mesma da ONG. É a mesma doiro. O o o cara como Oran, ele ele se esconde atrás do argumento hongueiro, né, para ele ter um verniz de institucionalidade, para não parecer só um traficante filho do Marcinho VP,

▶ 00:58:03 né? Então eu aviso para vocês, cara, é guerra. É guerra. Nós precisamos de um discurso muito focado na guerra e nós precisamos dos melhores nomes do Brasil para isso. Os melhores nomes do Brasil juntos. Juntos. E nós temos uma guerra para vencer. É uma guerra que nós o Brasil vai vencer essa guerra. Você já parou para pensar que se a gente unir as forças corretas, fizer o arcaboo legal correto, nós vencemos essa guerra e nós refundamos o Brasil. É uma refundação mitológica,

▶ 00:58:34 institucional. As pessoas da nossa geração vão lembrar, cara, na minha, o Brasil era uma, você lembra como é que era o Brasil 30 anos atrás? Lembra? Era uma esculhambação. Sabe aquele bairro que mora tua mãe? Era tudo comiro. Sério? A Penha hoje um bairro de classe média. Era uma esculhambação. Sim. Tinha um cara que era filho do Marcinho VP, era famoso. Você acredita nisso? Nossa, as coisas eram malucas naquele tempo. Sim. Aí teve uma guerra, uns loucos puxaram um discurso, uma galera saiu ganhando a eleição, apareceu uma galera vestida de amarelo, depois eram soldados, tomaram

▶ 00:59:06 aí tudo, passaram a ripa em todo mundo. Nossa, nossa. É, se a gente aprende na escola. Ah, a escola que você tava cantando, nessa escola mesmo, pô. Que legal, pô. Que legal. Olha só. Não sabia que isso aconteceu no nosso bairro. Ah, o nosso bairro foi local das batalhas em que o campo que o comando foi sim. A famosa batalha da Penha em que as grandes lideranças do comando do vermelho foram destruídas pelas forças policiais do Rio de Janeiro. Tem aqui, a gente guarda, a gente fez até um museu aqui da Batalha da Penha, né? Temos aqui

▶ 00:59:37 a os bonés que eles usavam, as camisetas do Flamengo, todas perfuradas por bala. Guardamos aqui, tá? Tá aqui, ó. Museu muito aberto. As criancinhas visitam, pô. Que legal, que legal. É é gente, é isso aqui que a gente precisa fazer. Nada de o que eu tô falando. É assim, é isso. Esse é o daqui 30 anos. Pô, que orgulho, hein? Não, inclusive orgulho, né? A, sabe qual o problema que eu vou falar? É, as pessoas nem se lembram daquele tempo, né? Porque hoje tá todo mundo tanto dinheiro aqui no Rio, né? O Rio realmente virou um ponto turístico

▶ 01:00:08 internacional. Tá falando aí da Guanabara se tornar uma espécie de um de uma área semiindependente aqui, né? Um regime meio alá Dubai, né? Investimentos externos, muito gringo vindo para cá, muita gente que trabalhando com tecnologia se instalando, que a gente até esqueceu que precisou de uma batalha faz isso. Pois é, né? Pois é. É que hoje não tem mais ninguém na favela e agora acabaram lembrando. É, acontece. É isso. É. É.

▶ 01:00:38 Opa, deixa eu botar aqui. Fala, meu governador. >> Meu presidente. Muito boa tarde. >> Como? Estamos em estamos bastante tensos aqui com o que tá acontecendo no Rio de Janeiro e com o impacto que isso tá tendo na pra vida do carioca do Fluminense, né? Acompanhando bem de perto aqui. >> Como é que tá assim, como é que estão os relatos que você tá recebendo dos policiais? Não sei se o Martins mandou algum relato, como é que estão as coisas? >> Martins inclusive também tá por aí, tá? Ele pode, acho que ele pode até entrar se quiser. Só pede pro Rizo. Mandei o

▶ 01:01:09 contato dele pro Rizo aí, se o Rizo quiser mandar para ele. Então, eu tenho, eu tô mantendo um contato muito, muito próximo aqui. A última informação que eu recebi é que todas as aeronaves de polícia estão decolando, já estão operando. O aeroporto tá fechado, inclusive nesse momento. Eh, a gente tá com, se eu não me engano, quatro policiais tombados heroicamente em serviço. é outros feridos e algumas folgas já suspensas e esse impacto tá sendo um impacto tá se expandindo pro Rio de Janeiro, né? começou ali Penha e aí se expandiu pro

▶ 01:01:41 Rio de Janeiro. E eu só tô pensando na grande oportunidade que se tem agora de começar a acabar com o Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Se houvesse uma integração bastante grande das forças agora com logística, com logística, com equipamento, com material, com força, a gente tem uma grande oportunidade agora de ser o começo do fim do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. E isso começado heroicamente, bravamente pelas

▶ 01:02:11 forças policiais do Rio de Janeiro, >> que são elas tem que vencer essa essa vitória tem que ser das forças policiais do Rio. Ninguém pode tirar essa vitória deles. >> Concordo. Concordo 100%. E segundo o governador Cláudio Castro falou, né, já houve em outros momentos uma série de pedidos para o governo federal, especialmente para apoio de blindado, que os os blindados das forças armadas, eles são diferentes dos blindados das forças policiais, né? A operação é diferente, a movimentação do blindado é diferente e foi negada pelo governo federal. E aí, segundo o governador, ele

▶ 01:02:41 nem pediu dessa vez porque saberia que seria negado, né? Então, já fica uma pergunta aí, por que que nega, né? Por que que não tem interesse de apoiar as forças policiais do Rio de Janeiro pro encerramento? Agora tá, o cidadão carioca, cidadão fluminense refém dessa operação sem conseguir se deslocar. Vocês sabem, você já citou em live algumas vezes, eh, eu trabalho com segurança de escolas, proteção de escolas, eu tô com várias escolas. Eu até vou pedir desculpas ao pessoal que tá assistindo, porque eu tô com WhatsApp aberto aqui em contato com as escolas, porque eu tenho várias escolas fazendo

▶ 01:03:11 passeios escolares. As crianças estão presas nos locais, não conseguem se deslocar para voltar pra escola, as famílias obviamente muito nervosas, então é realmente uma operação que tá impactando o Rio de Janeiro, como há muito tempo não se vi impactar. E a e como é que tá do ponto de vista tático? Não houve nenhuma, não foi um confronto para tomar nenhuma área, foram para capturar alguns algumas lideranças ali do tráfego. >> Exatamente. Foi, tinham 100 mandados de prisão expedidos e inclusive para E por

▶ 01:03:42 que que foi nessa localidade em específico? porque ah é uma localidade que tem abrigado lideranças do Comando Vermelho do país. Então, se eu não me engano, 30 desses mandados de prisão são para lideranças do Comando Vermelho do Pará, que estavam abrigadas ali naquela região. Então, foi uma foi uma operação realmente para prender as pessoas que acabou tomando uma proporção muito grande. Muitos policiais envolvidos, né, civis, militares, muitos policiais envolvidos, mais de 2.000 policiais, uma operação muito grande. É, e você vê, e

▶ 01:04:12 aí, Renan, a gente, eu sou bastante crítico a muitas ações do governador Cláudio Castro, né? Todo mundo sabe disso, mas quando acerta, a gente precisa reconhecer, porque a gente não tá aqui para fazer a a a política do que eu só bato, eh, eu, enfim, eu só reclamo de tudo. Ah, a operação não vazou. O que a gente tem de informação agora é que não vazou quando a operação iniciou, não se tinha informação de que essa operação ia acontecer, o que é muito difícil que uma operação desse tamanho, que essa informação não vaze para alguém. Então, a informação não vazou e essa, inclusive

▶ 01:04:42 é uma das razões da guerra tá acontecendo, porque quando a polícia chegou ao local, as lideranças estavam lá na nos locais. Então, é uma operação que foi muito bem coordenada pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, que tá mostrando o resultado. Se eu não me engano, agora a gente já tá com mais de uma centena de fuzis apreendidos, o que já demonstra um outro problema. A gente vai precisar falar disso. Como é que chega tanto fuzil no Rio de Janeiro? como é que eles têm tamanho acesso a esse poder bélic porque especificamente no Rio de Janeiro, dado que a gente nem faz fronteira com Paraguai, a gente nem

▶ 01:05:13 faz fronteira no norte do país para entrar desses fuzis, como é que eles conseguem percorrer o país inteiro e chegar no Rio de Janeiro? Mas fato é, a operação tem sido, apesar de todo o transtorno, nós somos um estado em guerra, dominado por narcoterroristas. Uma vez que nós estamos em guerra, naturalmente numa operação desse monte, tem impacto para toda a sociedade, né? Mas é, foi uma operação que tá sendo muito bem realizada e com sucesso. Diversos narcoterroristas mortos,

▶ 01:05:43 infelizmente policiais tombados, infelizmente, e muitos fuzis apreendidos. Então é uma operação que tem sido até agora uma operação de muito sucesso. >> Você viu que a turma do, enfim, é é é clichê falou isso, mas a turma do PT, o pessoal tá criticando isso. O Ouro já veio ao público falar que foi a maior chacina da história, né? Eh, é bizarro. É, é, é um tanto quanto grotesco, mas a cobertura da imprensa, não sei se você reparou, ela não está canalha. Então esse é um ponto. Tem tratado marginal como marginal, tratando inclusive a Rede Globo tá

▶ 01:06:15 tratando assim, bandidos presos, marginais, presos, marginais, mortos em confronto, porque é a realidade é essa, a realidade é essa. E e obviamente eh esse grupo precisa manter a sua base, né? E a sua base tá ali, muita, muita base dessas pessoas dentro da comunidade. Tem muita gente que não quer o crime organizado ali, que quer levar uma vida digna, que quer uma escola bacana pro seu filho, que não quer que suspenda aula, etc. São pessoas em geral

▶ 01:06:45 de direita, muito alinhados com a religião protestante que não querem, mas tem muita base de voto da esquerda ali, especialmente pessoal e PT, muita base. Então, obviamente o pessoal, o PT precisam sinalizar pra base deles. Só que isso, quando o PT e o pessoal sinalizam pra base, ele dizendo que é um absurdo, ele enfraquece o agente de segurança, o policial que tá ali e e alguns morreram. Um policial que também tem família, que também é um trabalhador, que não quer morrer, que tá ali a serviço do estado. Lembra bem o que o Busnelo falou naquele

▶ 01:07:15 MBL News que a gente falou, né, o coronel Busnelo, né, que o policial ele ele perde a saúde, ele perde a vida, ele perde a liberdade. Então, quando o pessoal, o PT fazem essa essa essa esse posicionamento é extremamente perigoso. Do Oruan a gente, bom, do Oruan que é alinhado ao comando vermelho, a gente pode esperar qualquer coisa, né? E aí olha o perigo de ter o UAN deputado 01. Olha o perigo dele ter uma posição na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e falar sobre isso na posição de deputado, porque enquanto ele fala como rapper é um absurdo. É, é, é a

▶ 01:07:47 implantação da narcocultura, favorecimento da narcocultura, mas é ele como artista falando. Mas e ele como deputado falando isso? >> Sim. >> Um deputado que representa as forças de segurança do Rio de Janeiro. Ah, não representa. Representa. Se ele é deputado do estado do Rio de Janeiro, ele naturalmente está conectado às forças de segurança do Rio de Janeiro. >> Sim. E aí não não me surpreende, mas me deixa assim a a raiva até já passou, tá? Porque foram tantos anos escutando esse discurso, mas me deixa profundamente entristecido você ter político se

▶ 01:08:17 aproveitando de uma situação de guerra do Rio de Janeiro para culpar a polícia. >> Sim, é um clássico. >> É o é o É o clássico. Clásico. Agora assim, eu não quero ser otimista aqui, mas isso não tá ecoando mais. Isso não tá ecoando mais. Eu tô muito curioso para ver a resposta do governo federal para isso. Governo federal tava num clima de otimismo, porque tavam ali, ah, fechamos com o Trump, estamos amigo do Trump, né? O Lula tá favorito nas pesquisas. Vem uma coisa dessas e assim, falar não pro governador do Rio de Janeiro e negar necessidade da operação

▶ 01:08:47 para comprar o discurso direito humanista é uma crise contratada. Eles estão com um problemaço porque a base deles é contra isso. A base deles nitidamente é contra isso. Então eles estão, né? Eu eu estou curioso para ver porque eles estão com uma batata assim, não é nem quente, é uma batata, uma batata nuclear no colo, né? Ô, >> hum, >> perdão, perdão, perdão, conclua, perdão, desculpa. >> Não, não, não. Passo, passa a bola. O, a gente tá tratando de um estado que é, ele não é economicamente, né, a

▶ 01:09:19 locomotiva do país, né, obviamente já foi em algum momento, não é mais, mas a falar é é muito rico ainda. Royalty óleo, tem uma economia de gigante. >> É muito rico, é muito rico, é muito rico, mas a gente tá tratando ainda de um estado que é o estado de maior referência do país. Sim, >> ainda ainda é um estado que é uma locomotiva cultural, é uma locomotiva turística do país, é o estado que mais recebe turistas no país. Então a gente tá tratando de outros assuntos aqui que naturalmente eles estão conectados com segurança, né? Porque se eu tenho um

▶ 01:09:50 estado seguro, eu recebo mais turista, movimentação de economia, etc. Então a gente tá tratando de um estado que tem uma importância pro país gigantesca, além de ser o terceiro maior colégio eleitoral do país, né? São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. E aí eu tenho um presidente da República que a decisão dele agora é o seguinte: ou eu vou lá e eu vou jogar duro contra o crime organizado, ã, apoiando o governador do Rio de Janeiro, colocando as forças armadas à disposição do Rio de Janeiro e obviamente dentro daquilo que a Secretaria de Segurança Pública do Rio

▶ 01:10:21 de Janeiro tem como planejamento. As forças armadas são apoio, não são elas que tomam a decisão, elas são apoio das forças de segurança do Rio de Janeiro. ou eu vou me isentar disso e confirmar a fala que ele teve agora a pouco que o traficante é vítima >> do usuário. >> Então é uma é uma decisão agora que é o seguinte: ou eu vou me confirmar dentro desta fala que eu apoio narcoterroristas e trato ele como vítima, ou eu não, eu vou me posicionar como chefe de estado e vou apoiar um estado que está em

▶ 01:10:51 guerra contra um invasor estrangeiro. Qual a decisão que ele vai tomar? E essa decisão vai ser a decisão que vai pautar certamente o debate para 26. >> Sim, eu tô tô completamente completamente na tua análise. E uma pergunta, se de maneira novamente uma pergunta hipotética, mas não vou falar aqui como fazer, não dá para entrar em detalhe. esse tipo de coisa, nem se entra em detalhe, mas do ponto de vista de infra, se as forças armadas provém a

▶ 01:11:22 segurança das ruas, as forças policiais do Rio de Janeiro com apoio, por exemplo, de faz uma o presidente da República pode fazer isso, chama forças auxiliares, chama aqui de São Paulo garra, chama alguém de Minas, reforça aí a operação e a polícia do Rio de Janeiro toca a operação. Há contingente, há equipamento para fazer essas tomadas, para fazer essa destruição, essa tomada territorial. Porque hoje invadiram uma área fortemente armada do comando vermelho, só a polícia do Rio. >> Então, só só uma uma pequeníssima fração

▶ 01:11:54 da polícia do Rio de Janeiro, né? Diga-se de passagem, 2000 homens foram capazes de entrar lá e expulsar, porque teve tem imagem aí, não tô falando isso aqui da boca para falar, tem imagem dos traficantes fugindo, várias imagens de narcoterrorista se entregando à polícia. Então agora você imagina se a gente tem uma força de ocupação depois disso. Então a polícia chegou, tomou, prendeu, reocupou. Eu tenho uma força que vai manter a ocupação desse território e eu

▶ 01:12:24 desloco esses outros policiais para ocupar um outro território, obviamente de maneira planejada, porque o que aconteceu com as UPPs foi que houve um deslocamento massivo de marginais de pontos que eram dominados pelo Estado, reconquistados pelo Estado para outros locais que não tinham histórico dessa presença criminosa. E porque isso acabou, a PP acabou sendo uma ferramenta eleitoreira. Então o vereador do município ali, o deputado que é daquele município, queria uma OPP,

▶ 01:12:54 a o deputado que é da Tijuca, por exemplo, queria uma OPP ali e aí faz a PP e aí esse bandido se desloca. Não havia um planejamento para contenção do deslocamento desse marginal. Mas se há um planejamento, se h, segundo informações que eu recebi, ela foi planejada durante quase um ano. Isso é trabalho de inteligência. Não tem problema o tempo que você vai demorar para planejar uma ação, contando que essa ação seja efetiva, acolha o resultado efetivo, que é obviamente a a o cumprimento dos mandados de prisão, a apreensão de armas de guerra e o menor

▶ 01:13:24 número possível de óbitos dentro das forças de segurança e daqueles que são os efeitos colaterais, né, que são dos civis, né? H, e, e obviamente dentro de uma de inteligência é também eh fazer mais prisões, né, e menos óbitos, mas quando não é possível que a gente fala, portão fuzil, enfrentou o estado, só tem um caminho para você, meu amigo. Portou fuzil, >> só tem um caminho para você, >> ô Riso, desculpa, desculpa, desculpa. >> O, o sargento Martins tá no chat, tá?

▶ 01:13:55 Ele diz que tem informação para trazer aqui. >> A gente consegue colocar ele aqui? >> Sim, >> coloca ele aqui, por favor. Eh, só avisando uma coisa para vocês, é essa história do fuzil das coisas mais loucas que tem. Ninguém não há não há argumento que justifique a posse de um fuzil. Se você é um cara que está segurando um fuzil, uma arma de assalto, quando falando assalto, estou falando assalto. Estou falando assalto enquanto operação militar, tá? uma uma arma de alto calibre usado para operações militares ou paramilitares,

▶ 01:14:26 você não tem direito de ai não, eu tenho uma família igual a Oa tava falando ou eu eu est apenas colecionando aqui enquanto andava para uma viela ocupada pelo crime organizado. Não há o que fazer. Você estaca aquela arma, a polícia tem o direito de atirar em você e ponto. Portou o fuzil, morreu. Não, não tem. Se for aprendido, tem que ter assimedondo, 40 anos de cada um, >> tem que passar o resto da vida preso. Exatamente. Porque quem segura um fuzil, ele não tá disposto a dialogar. Ainda que ele não utilize aquele fuzil, só o fato dele portar este fuzil já indica

▶ 01:14:56 que ele não tá disposto a dialogar com ninguém. E e aí eu preciso, obviamente, proteger o policial e proteger o cidadão, me antecipando a uma possível ação criminosa desse marginal da lei. É, é isso. É simples assim. Entendeu? É simples assim. >> Sim. >> E aí agora a gente tem, então, a gente tem a a esse planejamento da da ação que demorou, foi um planejamento muito longo e que realmente tem se mostrou eh eh exitoso, né? Houve um êxito nessa ação

▶ 01:15:27 da das polícias. E agora é esperar o pós. Que que vai acontecer agora? Agora que a gente tá lá que matou uma penca de bandido, que prendemos outra, que prendemos fuzis, o que que a gente vai fazer? Qual é o próximo passo? E esse passo é decisivo pro nosso combate a a ao crime. Eu peço desculpas, eu sei que tá entrando no som do WhatsApp aí, gente. É porque eu não consigo estar fora aqui porque, como eu falei, eu tô coordenando aqui uma série de estruturas. Teu som tá tá muito OK, tá? Teu áudio, tua imagem estão perfeitos,

▶ 01:15:57 >> tá? >> Teremos o sargento Martins. >> Ele não respondeu zap. >> Ó, Sargento Martins está aqui no chat. Você não está respondendo o zap. O senhor Rizo tá te mandando mensagem com o link para você entrar aqui na live. Sargento Martins, por favor. Vai tocando aí, Ren vou ligar para ele aqui, >> ó. Ele tá no chef a escolha deles. Sargento Martins, entra na live. A [risadas] escolha é sua. >> Tô ligando para ele aqui agora. Pera aí, pera aí. Vai tocando aí, Renan, que eu vou ligar aqui pro nosso viu mensagem, viu? >> Ah, ele viu, >> viu. >> Ó, então, enquanto enquanto enquanto o

▶ 01:16:28 Rafa tá tá falando, só comentar aqui com vocês, tá? é este tipo de coisa, este tipo de fato, logo depois do que aconteceu lá no Ceará, situação do Ceará, eu não, eu vou até a próxima pergunta que eu vou fazer pro Rafa. A situação do Ceará talvez seja mais grave que a situação do Rio de Janeiro. A, o que eu soube, pessoas do Ceará, as forças policiais do Ceará não tem o mesmo tipo de experiência de décadas que a polícia do Rio de Janeiro tem no enfrentamento. E o governo do Ceará, por anos, nunca teve vontade política em fazer esse tipo de enfrentamento.

▶ 01:17:00 Ó, o sargento Martins tá aqui. >> Alô, >> Martin. Tá ouvindo? >> Ele acho que ele não tá escutando. >> Tá a camisa, a camisa, Renan. A camisa. Camisa do Martins. Olha ali a camisa do Martins. >> É, ele tá não, não. Tá com áudio.

▶ 01:17:30 >> Zero. É o bruxo ali, ó. [risadas] Ô Riso, tem que manda as instruções de novo. >> Mas isso, ô, ô, Renan, isso que você falou do Ceará é muito real. Eh, não sei se você viu, houve uma fala da porta-voz da Polícia Militar, tenente coronel Cláudia, se eu não me engano, já deixo aqui até minha minhas desculpas se eu errei o nome da oficial, ela falando que ela

▶ 01:18:00 que o que tá acontecendo no Rio de Janeiro é cede a capacidade da Polícia Militar. >> Algumas pessoas interpretaram, algumas pessoas interpretaram mal. Eu entendi perfeitamente o que ela falou. Ela disse que excede o trabalho policial. O que acontece no Rio de Janeiro não é trabalho policial. Quando você vai ao artigo 144 da Constituição Federal, tá lá dizendo: "Polícia Civil, trabalho de investigação, Polícia Militar, policiamento ostensivo, preservação da ordem pública." Que que a gente entende isso? É o policial que tá ali na rua,

▶ 01:18:30 que previne o furto, que impede um assalto. Não, o que a Polícia Militar do Rio de Janeiro faz, que é e a Polícia Civil que é uma que é heróico, que é de guerra. A polícia militar princípio do Rio de Janeiro operam em um cenário de guerra e mais de de guerrilha, porque hoje inclusive tinha um drone que jogou uma bomba nas guarnições. Um drone a gente tá isso, isso é usado na guerra da Ucrânia. Então é um cenário de guerra. Se é um cenário de guerra, as

▶ 01:19:01 polícias militar, as polícias civil militar que estão acostumadas a esse cenário de guerra erradamente, não deveria ter chegado nesse ponto, já tratam assim: "A gente precisa que haja uma uma intervenção de quem deve tratar de guerra." Ponto. Mas as nossas polícias aprenderam a operar assim, que não é uma realidade do Ceará, não é uma realidade sequer de nenhum outro estado da federação. Renato, >> é, a Bahia tá acontecendo isso. A polícia da Bahia, ela tem uma letalidade alta, mas o histórico de enfrentamento recorrente não não tem,

▶ 01:19:31 >> não é igual o o caso do Rio de Janeiro é um caso sugênis, porque a força policial ela aprendeu, ela tem ela tem a técnica, ela tem o treinamento, é uma coisa muito específica. E aí a gente vê esse avanço do comando verm que também tem teve o aprendizado dele enquanto facção nesses estados em que ele só que o que mais assusta é a falta de vontade política. >> Não, não deixa de ser curioso, Rafa, que o que o Comando Vermelho tá fazendo uma expansão nacional justamente em estados comandados pelo PT ou por aliados do PT, justamente lugares em que não há interesse político em fazer um enfrentamento mais enfático a eles.

▶ 01:20:01 >> Vamos voltar para que a gente falou. Era pro Lula ter ido à imprensa agora, ter ido sea cadeia nacional e falando, estamos agora alocando as forças especiais, comandos, fuzileiros navais, etc, para apoiar o Rio de Janeiro. Afinal, nós somos uma federação para apoiar o Rio de Janeiro. Não, você não ouve. Você ouve o governador dizer que pede e o governo federal não quer. Qual é o recado? É muito claro, não tem recado. É, é, é, é tomada de decisão. Eu tomei um lado, eu tenho um lado nessa história e não é o lado das forças de segurança. Não é o lado. Martins tá aí, Martins,

▶ 01:20:32 seja bem-vindo, meu irmão. >> Boa tarde, meu futuro governador. Boa tarde, meu futuro presidente. >> Boa tarde, Martins, nosso futuro vice-governador. >> Eh, primeiramente, cara, eh, eu peço uma oração pela vida dos policiais aí que foram tombados em combate, quatro colegas. A gente não fica feliz quando um colega cai. A nossa operação, ela não tem que ter nenhuma baixa, porque quem tem que morrer é o vagabundo, não é o policial. Quem escolheu o lado errado foi ele, não fomos nós. E por outro lado, cara, é uma operação

▶ 01:21:03 que a gente tem que exaltar os policiais, porque para quem não sabe, não é fácil você segurar um fuzil, você vestir com equipamento pesado, um colete, um coturno, e você tá dentro de um beco, de uma favela, tomando tiro, tomando granada, tendo um ambiente hostil com uma pequena parte da população que fecha com os vagabundos, que é aliada aos vagabundos, que passa informações da gente, localização da gente. Então nós temos no terreno ali verdadeiros heróis, né? Eu estava de

▶ 01:21:33 serviço ontem, fiz uma prisão, uma apreensão, saí hoje e parece que a gente já vai entrar de de prontidão. Eu particularmente liguei, pedi para ir pra operação lá. Hoje eu não ten cansaço, eu quero ir para lá, eu quero ir pro terreno, eu quero abater vagabundo, eu quero carregar corpo e eu não quero saber, meu irmão, eu quero saber que eles têm que ser espurgados. Eh, eu já tenho informações aqui que tem mais de 60 traficantes abatidos, né? E nossos quatro policiais, ou seja, 64 até agora

▶ 01:22:03 o o número, porém vão aumentar e eu espero que aumente, tá? Eu não tenho nemum mimim falar isso. Eu espero que aumente, porque, repito, a partir do momento que um cara prefere pegar um fuzil e confrontar a polícia, então a partir desse momento ele já escolheu a morte. Se ele quiser viver, ele vai viver uma vida decente, ele vai ser um cidadão de bem, ele vai pagar impostos, ele vai viver dentro da constituição. E voltando pra DPF, né, porque a gente tem essa DPF 635 que atrapalha muito a gente

▶ 01:22:34 e eles pregam, né, os direitos humanos eles pregam que quando a gente tá em um confronto, a gente viola o a a Constituição, né, os direitos constitucionais. Mas se um vagabundo ele tá ali portando um fuzil, mais de uma arma de guerra, ele já escolheu ser um narcoterrorista, ele escolheu ser um narcotraficante. Então ele não tem direito nenhum, ele não tem direito a nada. Ele tem dois direitos, ou a prisão ou a vala, ou prisão ou morte. Porque se ele não quiser isso, repito, ele vai ser um cidadão de bem e quem paga é o

▶ 01:23:05 cidadão que tá ali, o bom cidadão que mora na favela e o bom cidadão que tá ali no asfalto, passando no momento porque sofre com uma bala perdida, sofre com assalto diurnamente que estão sendo escula. O morador, o cidadão de bem tá sendo esculachado no Rio de Janeiro. Essa é a realidade, Renan. Essa é a realidade, Rafa. o cidadão carioca, ele tá sendo esculachado e nós temos hoje a melhor polícia do mundo. Eu tenho o máximo respeito a todas as polícias de todos os estados, mas nós temos no Rio

▶ 01:23:35 de Janeiro hoje a melhor polícia do mundo, porque enfrentar o que nós enfrentamos, você pode pegar esses homens que estão no terreno hoje, eu nem me coloco ali, eu coloco os meus amigos que estão lá e coloco eles no Iraque, coloca eles na faixa de Gaza, coloca eles entre a Rússia e a Ucrânia, eles vão operar e eles vão te entregar resultados. É isso, irmão. >> É uma força de guerra. É ou não é? É uma força de guerra permanentemente guerra. >> Força de guerra. Eu tenho uma informação que chegou aqui para mim agora, tá? Eu eu ainda vou confirmar, mas três

▶ 01:24:06 contatos já me confirmaram que o Doca, o Doca da Penha, o urso dono daquele complexo, foi abatido, tá? Eu tenho essa informação. Eh, eu preciso ter ela mais eh, mais confirmada ainda, mais precisa ainda. Mas três canais aqui já me confirmaram que ele foi abatido. Pode ser uma estratégia dele, pedir para alguém soltar isso aí para ele conseguir escapar, mas pode ser real, tá? Enquanto a gente vai concluindo a nossa live, eu vou recebendo aqui. Tem uma coisa, ô ô

▶ 01:24:38 Renan, que esse esse MC esse Oruan, né, quando ele se omiziou no complexo da alemão, ele falou assim: "Eu quero ver vocês me pegarem aqui. Venham aqui que eu quero ver se vocês pegam". Vou dizer uma coisa aqui para todo mundo que tá aqui, meus amigos. A Polícia Militar e a Polícia Civil do Estado de Janeiro entra em qualquer lugar do Rio de Janeiro. [aplausos] Não existe lugar no Rio de Janeiro que as nossas polícias não entram. É só deixar trabalhar.

▶ 01:25:09 Deixa trabalhar que a gente vai lá e te entrega o resultado. Diga-se de passagem por hoje. Um excelente trabalho, um excelente entrou no coração do comando vermelho, entregou resultados. Tem um vídeo aí, vocês acompanham aí as nossas redes, acompanham o MBL, acompanham o Renan, acompanham o Rafa. Nós vamos soltando os vídeos ao longo da noite. Eu tenho um vídeo aqui com mais de 20 traficantes se entregando e pedindo pelo amor de Deus, policiais, não matem a

▶ 01:25:39 gente, por favor. Nós estamos nos entregando. Os fuzis estão aqui, já tem um colega abatido aqui no chão e nós estamos nos entregando, tá? Os brabões se entregaram com medo de morrer, ou seja, dois caminhos, ou a morte ou a prisão. Então, não existe terreno no Rio de Janeiro que a polícia não entre. >> Martins, então para entender, né, aquela brabeza que eles cantam naquela, naqueles shows, naqueles festivais, é arma para cima, tod aquelas canções

▶ 01:26:10 exaltando o poderio deles. Quando a polícia tá próxima, aí não, aí desaparece. Aí eles botam meia dúzaia de otário para trocar tiro e morrer. >> E aí os os chefes, os caras ali vão tudo vão tudo se entregando. Porque é criada uma mitologia. Quando você faz essa DPF, igual o STF fez, quando você tem essas ONGs e e não permitem que basicamente passem leis que facilitem o trabalho e as operações policiais, você evita o confronto. E ao evitar o confronto, eles criam uma lenda de que eles são os brabos, que eles matam geral e tal.

▶ 01:26:40 Quando você tem um espaço de confronto, é surra, é derrota cachapante. Me parece, me corrija se eu tiver falando besteira, que o mito que eles criam a respeito deles próprios, de que eles são bravos, que eles são capazes, só existe, só é possível, porque a institucionalidade brasileira, o nosso sistema de justiça e a nossa política e parte da imprensa permitem isso, porque ao ao coibir a ação policial, eles criam essa zona em que o cara fica livre para falar o que ele pensa e

▶ 01:27:10 vender pro próprio morador o o monstrão, o brabão, que ele não é >> o brabo, né? internet. Você resumiu muito bem o brabo da internet. E e vai além disso, eh, a gente tava aqui hoje, o um traficante foi preso em julho por uma guarnição nossa do Patamo. A juíza soltou em agosto, a outra guarnição do Patam prendeu ele de novo, armas, drogas, ele foi solto. Ontem ele fugiu de mim pelo mato, entrou no valão, saiu

▶ 01:27:41 correndo o mesmo traficante. Ou seja, eu ia prendê-lo pela terceira vez. O mesmo traficante tem direito à liberdade. >> Martins, Martins, queria até propor um trabalho aqui pro nosso pro nosso pessoal que é muito bom nisso aí, a nossa nossa militante, a nossa galera, da gente levantar os presos e depois acompanhar quanto tempo esses caras vão ficar presos. Queria, eu queria muito ter essa informação, quem vai sair em audiência de custódia, quem foi, quem

▶ 01:28:12 vai ficar preso, quanto tempo vai ficar. Eu queria muito saber isso, muito saber desses 60, 70, 100 presos, quanto tempo eles vão ficar presos. Eu queria muito saber isso. >> Vamos criar isso. Monitor bom trabalho. É um bom trabalho pra nossa militância. >> É um monitor. A gente bota o monitor, nome de cada um e o status de cada um, porque é o é o monitor da impunidade pro pessoal ver. Olha aí, ó. Prendeu. Teve policial que morreu na operação pro sistema de justiça ir lá e soltar o cara logo em seguida. Porque assim, não duvidem, já já chega

▶ 01:28:42 um juiz ali, né, com a cheio cheio cheio de ideologia na cabeça. Tá aí, me parece que viu uma irregularidade aqui na operação. Caneta aí, ó. Volta lá, seja feliz, vai ser livre, né? Em geral, né? De acordo sempre com os juiz é um engenheiro aeroespacial que nós estamos perdendo. Estamos perdendo aí um um neurocirurgião. É sempre a conversa, né? e solta e solta o vagabundo. É legal ter isso. Outra coisa, o nome do juiz, a gente tem que começar a fulanizar igual fizeram com o marido lá, o ex-marido da Márcia Tiburi, né? Fulanizamos, botamos

▶ 01:29:14 o rosto, nome, >> aí o cara pula. A Márcia, deixa eu contar um negócio. A Márcia Tiburi, ela veio avisar, veio até em perfil nosso, ó, ele não é mais meu marido não. Até, até ela tirou, [risadas] tirou. Não é mais a Não é mais teu marido não, mas era quando os dois foram ser refugiados lá na lá na Espanha e na França. >> Pergunta ela se existe uma lógica no casamento, né? Porque ela falou que existe uma [risadas] lógica no assalto que casar com ela é pior que assalto, velho. >> Eh, aqui, Renan, chegou uma informação aqui, ó. ONGs de direitos humanos de

▶ 01:29:45 esquerda estão na cidade do da polícia botando o dedo lá no rosto dos policiais e exigindo respostas no na cidade da polícia no Rio de Janeiro. No momento, como a gente mandar a galera >> exigindo respostas e perguntando por que os meninos estão mortos na mata, por que tá aparecendo muito corpo, porquê dessa desse dessa operação que para eles é um massacre, mas eles não dizem que os meninos entraram em confronto com os policiais. Então o policial ele tem total direito de revidar injusta

▶ 01:30:15 agressão. E digo para essas ONGs, preparem a carcaça de vocês porque vai aparecer mais corpinho. >> É maravil. E outra coisa, tá na hora da gente tratar essa ONG, ó, essas ONGs, como parte do aparato institucional do crime. Oueiro, lugar de hongueiro que tá ligado ao tráfico é cana. É a mesma coisa. A única diferença é que ele não porta fuzil, ele porta uma coisa mais perigosa, que é um laptop, né? que é a credencial de jornalista, que é isso que os caras saem, que é o aparato, né, que

▶ 01:30:47 não mata diretamente, mas que indiretamente tá matando. Quem mata mais? Um cara, um bandido com fuzil ou ou um deputado ligado ao PSOL que impede um projeto de lei que passa e que coíbe o crime. O deputado em escala mata muito mais, o hongueiro mata mais porque eles geram escala, eles geram a defesa institucional desses caras. Ah, e muito, muito blogueiro, muito podcaster também que tem um microfone que tem um alcance gigante e fala com um grupo muito grande de pessoas justamente

▶ 01:31:17 sempre, sempre atacando a posição das polícias e do estado e sempre defendendo vagabundo. É impress não falha um Eu entendo quando a gente fala assim, e a gente falou isso muito em live, a gente fala muito em live isso, tá? Por que que ele tá entrando no crime? OK? A gente vai lá combater o sintoma e não tá combatendo a origem do problema. OK, eu eu eu eu tô de acordo. Por que que ele entra no crime? Tá bom. Só que no momento que ele entra no crime, acabou. A escolha tá feita. Então o trabalho que

▶ 01:31:48 a polícia faz é excepcional. Cara, eu sou eu sou muito fã do Martins, cara. No dia que o Martins aceitou seu nosso pré-candidato a vice, foi uma das maiores alegrias da minha vida, porque olha o padrão do cara que a gente tá trazendo aqui. Olha o nível do cara, o nível de conhecimento que o cara tem. Olha a paixão que o cara coloca no trabalho que ele faz. Então assim, quando e aí para valorizar o Martins, preciso entender o seguinte: ele pegou um fuzil, amigo, acabou, ele fez a escolha dele, acabou, OK? Ninguém tá dizendo aqui que a gente não vai tratar o que leva esse jovem a optar pela vida

▶ 01:32:20 do crime, que é absolutamente complexo. São muitas camadas e assim e a as pessoas vê a gente falando aqui numa live de 5, 10, 20 minutos, 1 hora e obviamente não dá pra gente aprofundar um assunto que tem trcas camadas e a gente precisa debater isso de maneira multidisciplinar e de maneira muito séria. Mas no momento que ele pega um fuzil, a escolha dele tá feita. Foi o que o Martins falou e eu preciso me antecipar ao mal que ele pode fazer com esse fuzil. >> Exatamente.

▶ 01:32:50 >> E aí vem um podcaster para dizer: "Não, mas é um problema social". Mas ninguém tá dizendo que não é, meu amigo. Ninguém tá dizendo que é um problema de educação. Ninguém tá dizendo isso, que não é um problema de saneamento básico, de dignidade das pessoas. As pessoas estão acostumadas a viver dentro daquele universo podre que tira dignidade das pessoas. Ninguém tá dizendo o contrário, meu amigo. O que a gente tá dizendo é o seguinte, a Polícia Militar não é papel da Polícia Militar fazer saneamento básico, meu irmão. Não é papel da Polícia Militar educar o jovem na escola. Existem muitos atores nesse

▶ 01:33:20 processo. O papel da Polícia Militar é evitar o crime me proteger. E se para isso ele tiver que tirar a vida de uma pessoa que tá portando o fuzil, ele vai tirar, meu irmão, porque ele não pode tirar a vida da minha filha. Ele não pode tirar a minha vida. Então assim, e essa galera fala para muita gente, cara, então esse cara tem que ser responsabilizado de alguma maneira, esse cara de tem que responsabilizar de alguma maneira por por esse fomento que ele faz ao crime organizado. Não, não pode passar batido isso. Não pode. Morreram até agora, infelizmente,

▶ 01:33:52 quatro policiais. São quatro agentes do estado, são quatro servidores públicos, são quatro pessoas que têm família. Isso não pode passar batido. Isso não pode passar batido. Isso não pode ficar esquecido. O policial sabe do risco que ele corre ser policial, tá claro. Todo mundo sa todo policial que entra sabe que ele corre. Só que não dá para você normalizar o tombamento, o falecimento de um agente de estado numa operação por um criminoso que domina um território que é um invasor estrangeiro. Não dá para normalizar isso, senhoras e senhores. A Polícia Militar do Rio de

▶ 01:34:22 Janeiro hoje, a polícia estão de parabéns. O que aconteceu hoje foi um sucesso no Rio de Janeiro. Não foi um sucesso completo, porque infelizmente morreram esses policiais. Qualquer discurso fora disso, para mim, na minha humildissíssima opinião, é discurso de apologia ao crime organizado. E eu, pessoal, eu vou fazer uma uma ideia que eu tive aqui. Vou fazer uma pergunta. Eu, o sargento Martins e o Rafa me digam se é adequado, tá? Porque lá lá no lá no Ceará a gente vai inaugurar uma placa em nome da

▶ 01:34:52 Antonia Ioni Rodrigues da Silva, que ela aquela mulher que negou a cometer um ato terrorista mandado pelo comando vermelho envenenar a comida dos policiais. Ela foi morta e a gente tá inaugurando uma estátua lá na lá na cidade dela, uma homenagem a ela. É nada perto do que ela fez, mas eh a gente tem que começar a lembrar as pessoas que tombaram. Mesma coisa é esses quatro policiais. Eh, vejam o que tipo de homenagem necessário a gente fazer. E eu posso pedir, por exemplo, para todo tudo que entrar, o Rizo pode pegar o Pix aqui. Aí você vejam se é adequado. Tudo que entrar de

▶ 01:35:22 Pix, eu imprimo, eu coloco na tela amanhã no Twitter tudo que entrar hoje de doação por Pix pra gente direcionar pras famílias. me digam se é adequado, porque eu eu faço isso, eu levanto esse dinheiro e a gente manda a doação do valor integral dividido para cada família do policial, >> porque às vezes não não pode, às vezes ponto da da da código de ético, não sei se se isso pode ali, entendeu? Não sei. >> Sim, sim, sim. É entrar nesse ponto. Primeiro a gente precisa encontrar em entrar em contato com os colegas que ombreiam ao lado dele, ombrearam ao lado dele com as famílias e saber se eles aceitam. Caso eles aceitem eu passo para

▶ 01:35:54 vocês e a gente faz >> faz uma campanha. É, é o mínimo. É o mínimo. E a gente também, vamos fazer homenagem. Ô Renan, outra coisa, eu fui à Brasília num projeto que eu e Martins conversamos, fui ao deputado federal Quim Catagui Guto Zacarias já apresentou em São Paulo. Olha a importância do que a gente fez lá. Um bando de deputado de direita, bancada da bala, super bravo. Nunca pensou nisso. Fui eu lá humildezinho aqui, ó. Tô aqui entendendo a importância. Eu e Martins aqui, um sargento da Polícia Militar, um cabo do

▶ 01:36:24 Corpo de Bombeiros. Vamos lá, deputada. É o seguinte, se tombar em serviço não pode demorar para pagar, porque esse policial muitas vezes ele é o ele é o ele é o provedor da casa, ele é o arrimmo da família dele, na maioria esmagadora das vezes. E aí ele faz, ele faz o ras, que é o serviço extra, ele faz, ele tem lá a segurança dele, tem alguma coisa que ele faz, então ele complementa o salário dele, acabou, isso não vai ter mais. Então o estado não pode demorar três, qu 5 meses para começar a pagar a pensão desse cara. Assustador. >> O estado não pode demorar para pagar o seguro dessa família. Não pode. Então tá

▶ 01:36:54 lá. Deputados federais, pelo amor de Deus, eu peço aqui em nome das forças e seguranças do Rio de Janeiro, aprovem esse projeto o mais rápido possí. Eu fui lá, King, o King, o deputado, o Kim Cataguier, realmente assim, eu sou muito fã do Kim. Ele me recebeu em Brasília, ele conversou, botou a assessoria dele ali à disposição, vamos conversar, vamos entender a melhor maneira de fazer isso e a gente vai levar isso paraa frente. Olha a importância disso. Quer dizer, são quatro famílias agora que vão passar um tempo desamparadas e aí quando o Mart conseguir contato, se as famílias toparem, vai ser maravilhoso. A gente

▶ 01:37:24 bota os piqus na live aqui, faz, recolhe e distribui, porque é um tempo para receber esse esse dinheiro que obviamente não traz a vida do policial de volta, mas pelo menos não deixa a família desamparada. Então, olha a importância desse projeto de >> olha a importância que que o Congresso tem para ajudar as forças de segurança do Rio de Janeiro. >> Outra coisa, eu me disponibilizo aqui pelo MBL a entrar em contato com alguns dos melhores criminalistas do Brasil para todos os advogados, todos os policiais que precisarem de assistência policial, eh, desculpa, assistência jurídica, porque, né, vai, muitos casos

▶ 01:37:55 ali vão virar processo. Já já soube que o Ministério Público já tá questionando, né, o que que aconteceu já o Ministério Público já está fazendo aquele trabalho que é [risadas] se precisarem também está totalmente à disposição. Eu consigo, eu entro em contato com os advogados com vou atrás de algums dos melhores criminalistas do Brasil e coloco à disposição dos policiais da operação também, tá? Eu faço isso agora. Então, precisou de assistênciaal, assistência jurídica, vou arrumar advogados que eu tenho certeza que são muito superiores a todos esses promotores ideologizados. E se o Martins

▶ 01:38:28 também veio, for adequado, eu não quero fazer nada que não seja adequado, eh a gente também faz uma campanha para para ajudar os policiais que tombaram em batalha aí. Isso aí, isso aí é o mínimo que a gente não tá fazendo, a gente tá fazendo só para colocar aqui, >> tá? O que é nós como instituição MBL aqui no ar condicionado, o que eu tô fazendo não é nada. Vocês dois que estão aqui conosco, vocês viveram na pele? O que tá na rua? Vivem na pele, o o Martins tá nativa, vai eventualmente hoje para para enfrentamento com esses caras, se for o caso. E vocês e vocês

▶ 01:38:59 sabem. Então assim, o que a gente faz aqui é o mínimo. A galera que tá aqui na internet também é o mínimo, mínimo, mínimo, mínimo. Eu não tô fazendo nesse sentido nada além da nossa obrigação, porque a gente dispõe de meio de ação. Hoje a gente é um grupo grande, então é é o mínimo. Então apenas vejam se adequado. Fica aí a critério, não só de vocês, mas dos familiares e dos próprios policiais. também não os que tombaram, mas os que estão eventualmente precisando de assistência, a gente consegue ir atrás da melhor assistência possível. >> Sim, Renan, >> eh, fala um minutinho aqui só de de operacionalidade, uma coisa rápida aí pro pessoal. O que que acontece? Se eu

▶ 01:39:29 vi que que foi negado aí eh o auxílio das forças, né, de de do governo federal, né, a importância da gente ter ali, estudar um exemplo, um exército, a importância da gente ter um exército ali com os carros blindados e com as equipes ao entorno das favelas, porque é feita uma uma logística, um estudo e todo um padrão de uma operação, um monitoramento, as tropas no terreno, quantos tem ali dentro, quem são as lideranças, para onde correm e eles

▶ 01:40:00 geralmente eles correm pra área de mata e nós temos policiais no terreno no momento operando na área de mata e o confronto tem sido constante na área de mata, tanto no complexo do alemão quanto no complexo da Penha. A importância do governo federal, eh, eu costumo falar disso porque o nosso governo federal, eu tenho que falar assim, né? O nosso governo federal, ele há pouco tempo ele falou que os traficantes eles são vítimas, né? são vítimas dos usuários, são vítimas do sistema e agora ele

▶ 01:40:31 parece que negou o auxílio da da das forças do governo federal. E é importante porque se a gente tiver ali embaixo dentro de uma operacionalidade, a gente tiver os blindados, a gente vê os nossos guerreiros, nossas forças militares abordando, revistando veículos, como que esses narcotr terroristas vão sair de dentro da favela, como que eles vão tirar as armas, o dinheiro, que é outra parte onde a gente tem que bater, porque você precisa quebrar as pernas deles. Quando

▶ 01:41:02 a gente afeta o dinheiro deles, eles não vão ter recursos. para para compra de armamentos. Eles não vão ter recursos para comprar moradores que se vendem para eles. Eles não vão ter recursos para corromper. Até os corruptíveis vão ficar na merda, diga-se assim. Então, seria de extrema importância o governo federal junto com o governo estadual atuando no terreno para fazer um cerco dentro dessa comunidade, porque a gente já tem os nossos guerreiros, a gente já

▶ 01:41:33 tem a melhor polícia do mundo lá dentro operando diretamente contra eles, diretamente no confronto. E ali fora, ao entorno, a gente teria essas forças abordando, não deixando passar nada, fazer aquele pente fino e e os nossos outros companheiros na folga, se voluntariando, se dedicando, porque se você quer ter um Rio de Janeiro melhor, você tem que se doar. Eu falo isso para meus colegas e eles falaram até hoje comigo. Ele falou assim: "Martins, eh, a gente é operacional, tu é operacional, a gente gosta de combater, a gente gosta de

▶ 01:42:04 pegar esses cara, mas tu vem politizando bastante as coisas nos últimos tempos." Eu falei para ele, cara, a nossa polícia é política e a gente só vai mudar o Rio de Janeiro com a política. Então, se você votar errado, você vai pagar lá na frente, porque eh eh a nossa vida é feita de escolhas e as nossas escolhas elas têm consequências. E nós temos que ter a consciência de arcar com as consequências dos nossos atos. Digo isso para os traficantes, eles fazem as escolhas deles e tem as

▶ 01:42:34 consequências. hoje estão pagando pelas escolhas que fizeram. Então, esses órgãos aí do MP, dos direitos humanos, eles não têm que cobrar dos nossos heróis. Os nossos heróis já estão numa zona de conflito, já estão numa zona de confronto e você ainda tem que aturar um intelectual de ONG botando o dedo na cara de um policial cansado, de um policial que acabou de trocar tiro, que ele acabou de ver a vida dele passando, que ele acabou de lembrar que a família dele tá em casa esperando ele e chega lá um engomadinho

▶ 01:43:04 falando besteira, cobrando besteira. Então eu politizo sim, porque nós temos que votar certo, nós temos que colocar pessoas decentes, nós temos que colocar pessoas que não se vendem, que não tem rabo preso com ninguém e que tem o direito e a opção de escolher quem ele quiser no seu no seu corpo e eh jurídico, no seu corpo político, para você fazer uma boa política, um bom governo, cuidar bem da população. Aí o meu

▶ 01:43:35 parceiro hoje que é operacional, ele ele me ouviu e falou: "Cara, tá certo, nós vamos passar a politizar mais isso e nós vamos tentar abrir os olhos da população de bem, da nossa tropa, para que nós possamos colocar pessoas lá que briguem pela gente com uma caneta, que nós aqui no terremos, no terreno vamos brigar com fuzil". Repito, precisamos colocar pessoas lá que briguem por nós com uma caneta para que nós tenhamos amparo para

▶ 01:44:07 brigar aqui no terreno com os fuzis. >> Cara, >> é isso. >> Eu só posso bater palma, cara. >> É isso. Até porque a função do homem público, a função do político, estrito senso, é atentar e atuar em nome do bem público e só em nome do bem público e atentar e atuar em nome do bem comum. E o quando o cara age contra o bem comum, ele tá ajudando o inimigo. E é isso. Chega, tá muito pesado. A partir do momento que a a caneta na balança tá

▶ 01:44:38 pesando junto com o dinheiro do do tráfego e dinheiro dessas ongs, o outro lado não consegue vencer. A gente tem que tirar o peso da caneta do lado de lá. A caneta tem que estar do lado de cá. A caneta tem que est no nosso peso. A caneta tem que estar junto com a arma, junto com o fuzil no nosso lado da balança. Nosso lado da balança tem que vencer. Por isso que a a política é fundamental. E por isso que a gente não tem que ter vergonha em usar o termo que você utilizou. Nós precisamos politizar no melhor sentido do termo. Os espaços de poder têm que ser colocados à disposição das pessoas de bem para que o certo seja

▶ 01:45:08 feito. A gente vive numa república. O conselho de república é R pública, coisa pública. O interesse público acima de tudo. Não é do interesse público que esses caras continuem mandando dentro das áreas de favela. Não é do interesse público que você não consiga fazer uma operação que não vaze por conta daquela DPF maldita que saiu do STF. Não é do interesse público que você tenha artistas defendendo e fazendo apologia ao crime organizado. Não é do interesse público que você tenha dinheiro circulando entre eles na maior naturalidade. Não é do interesse público que o pose do Rodo tenha circulado quase

▶ 01:45:38 R 300 milhões deais nos shows dele, de acordo com ele que é era grana normal e não lavagem de dinheiro. É tudo muito óbvio. É tudo muito óbvio, mas falta homem. O lance é seguinte, tá faltando homem disposto a correr os riscos e fazer o que precisa ser feito. A geração que pegar e fizer isso, e essa é real, a geração que meter a cara e fazer o que precisa ser feito, vai entrar pra história. É isso. Nós precisamos entrar pra história. É isso. E a gente tem, cara, tem pessoas fazendo coisas históricas

▶ 01:46:08 nesse instante, né? Não só os quatro que tombaram, mas os que participaram das operações, os que trocaram tiro com vagabundo, que perdeu. História tá sendo feita todo dia. Se os que E aí indo no que você falou, se os que detém a caneta contassem a história certa e validassem ela, aí tinha um país diferente. É isso. Só que o que a gente tá vendo, né? E assim, vamos aguardar, né? É a parada do estado, Ministério Público. Oh, o que que aconteceu aí? Que estranho, ó. Tô de olho. Ministério Público já. Hongueiro,

▶ 01:46:39 ON que recebe dinheiro gringo e que recebe dinheiro paraestatal. Políticos, gabinetes de deputados do PT, pessoal que já estão empová lá no Twitter, tudo empovorosa. A gente tem que tirar a caneta da mão deles. Esse é o esse é o ponto. A caneta tem que ser tirada da mão deles um jeito de outro. E esse é o trabalho. E eu concordo gente. >> É. e lembrar também a a eles, né, que aqui ninguém tá falando que que nós somos assassinos, não. A polícia não é assassin não, para deixar bem claro para

▶ 01:47:09 eles, para que eles eh costumam tentar reverter tudo. Eles sempre são assim, eles não conseguem e eh um debate e e tentam reverter sempre a situação. Nós estamos ali no terreno com objetivo de prender esses narcoterroristas, né? Só ele se entregou, ele abaixou o fuzilzinho dele ali, ele deitou, ele vai sair dali preso. Só que se ele mete a mão e dá um tiro no no no policial, ele dá um tiro na gente, a gente tem que revidar injusta agressão. Aí quando ele dá um tiro aí que eu gosto mesmo. Ah, tu quer dar tiro, pai? Então vamos embora. Vamos embora. Aí nós vamos pegar mesmo, nós vamos arrebentar.

▶ 01:47:40 Só que eles têm a opção deles. Se entrega bonitinho igual se entregaram hoje, foi pra área de mata ou deu tiro foi pro confronto. Eu fico, cara, eu tô me irmão, [ __ ] padre >> no veneno. >> Eles ficam na internet aí gritando, dizendo que faz, acontece, que são bravos, que são isso. Tá aí o resultado. Tá aí o resultado. O o o é faca na caveira, não. A faca brilha e a caveira sorri. meus amigos do BOP que estão lá, tem amigos particulares que estão lá hoje. Eh, irmão, eu vibro muito com os

▶ 01:48:12 cara, cara. Eu vibro muito, muito. Eu sou muito fã dos caras. Eu sou eu sou fã dos meus amigos, meu irmão. Eu sou fã dos meus amigos, cara. Isso aí, [ __ ] os caras estão fazendo pelo Rio de Janeiro. Acho que todo cidadão de bem hoje deveria dobrar o joelho e orar por esses caras, valorizar esses caras, agradecer, parabéns, por parabéns porque esses caras fizeram, cara. Eu me fala um cidadão de bem que tem coragem hoje de entrar numa favela dessa daí, né? Não é coragem, nem digo coragem, né? É, é ele entrar aí, ele tá e eh entregando a

▶ 01:48:43 vida, porque não tem como você pisar hoje numa favela dessa dominada por esses caras. Eles têm que entender, Renan, que a favela não é deles. Favela não é deles. É do é do cidadão de bem, é do estado. O estado entra onde quiser. E aí é onde entra a parte que eu sou fã do Renan, sou fã do Rafa. O estado vai entrar e vai dar toda a estrutura que o morador da favela precisa e merece. E

▶ 01:49:13 não aquela falsa sensação que o traficante de dar uma bicicletinha, uma bola no Dia das Crianças. comprado com o dinheiro do sangue de guerreiros tombados e cidadãos de bem tombados e com com a extorção do próprio morador, né? O cara tira com uma mão com a extorção do morador e aí dá uma bicicleta. Toma aí. >> Sim, sim. É. E tem e tem aqueles que vão pra rua queimar pneu, fechar ônibus, tem que ser criminalizado, são marginais,

▶ 01:49:43 são vagabundos. foi pra rua, queimou o pneu, fechou a via, tirou o trabalhador do ônibus para queimar o ônibus. É vagabundo, tem que ser penalizado, tem que ir para presídio, tem que pagar pelos atos da mesma forma que o traficante paga. >> Absolutamenteível isso aí. Hoje, ó, nós já estamos aqui no momento, ó, >> linha vermelha fechada, linha amarela fechada, Washington Luiz na altura de Caxias fechada, viatura atacada na linha vermelha do do BPVR. As nossas polícias já estão se se organizando, porque os

▶ 01:50:14 traficantes mandaram fazer isso para chamar a atenção para que eles consigam sair de lá de dentro onde eles estão encurralados. Essa é uma estratégia do do crime organizado, principalmente do comando vermelho, tá? Caso alguém não saiba aí. >> É isso. É, ô Martins, eu ia falar exatamente isso, o pessoal entender que não é do Rio de Janeiro. Eh, às vezes pessoal, mas pera aí, mas o confronto não era ali na Penha, no alemão e tudo, mas por que que tem um ônibus queimado na ilha do governador? é justamente para essa dispersão de força do estado para que eles consigam empreender fogo. Essa é uma essa essa é uma estratégia que o

▶ 01:50:44 comando vermelho usa bastante aqui. Então ele vai fazendo barricada, atacando fogo, etc. Aí foi o que o Martins falou: "Como é que esse cara não vai ser preso? Esse cara que manda todo mundo desembarcar, tacar fogo no ônibus, como é que esse cara não vai ser preso? Esse cara tem que passar pelo pelo menos uma década na cadeia pensando no que ele fez. Pelo menos para começar uma década na cadeia. Ah, mas eu taquei fogo nomes, né, meu amigo? Você causou um transtorno gigantesco pro estado do Rio de Janeiro, pro cidadão do Rio de Janeiro. Você causou pânico, você fez uma movimentação das forças policiais, o que naturalmente tirou efetivo de uma outra operação que

▶ 01:51:14 tava acontecendo. Meu amigo, o que você fez é um embaraço administrativo de segurança gigantesco. Você vai ficar 10 anos preso refletindo sobre isso. Terrorismo, cara. >> Sim, exatamente. Uma criança, >> tudo que nós estamos falando que tá dentro de um ano com a mãe, uma criança dessa, um trauma que a criança fica. Sim, >> né? >> Tudo que a gente é muito louco. Tudo que a gente tá falando aqui é terrorismo por puro e simples. >> Se a gente fosse descrever sem botar nomes o que o Comando Vermelho faz ali nesses complexos, eh, você fala, foiid questionário, foi o Ramas, foi a

▶ 01:51:45 Al-Qaida, foi o ETA, ninguém saberia distinguir. São práticas de terror recorrentes. E agora com práticas, eles modernizaram aquilo que a gente estava falando que iria acontecer. aconteceu. Estão usando o drone. Já já eles vão vir com esse tipo de guerra, de estratégia de guerra ultra contemporânea que a gente tá vendo na Ucrânia, em que o cara monta numa biboca um drone. É super barato montar um drone, um drone com explosivo, cara monta e começa a fazer atentado terrorista para pegar. Vai ser ou toma logo essas áreas ou esses caras

▶ 01:52:15 vão começar a fazer o uso de certos artefatos. E vamos lembrar, a polícia não pode, né? Montar um drone bomba, a polícia não vai poder. Os caral no ML News. Exatamente. Fala, [risadas] fala, >> Renan, deixa eu te passar aqui. Utilizaram hoje drones bombas. O Comando Vermelho utilizou drones bombas e jogou bombas nos nossos policiais e nos moradores da Não quiseram nem saber, subiram com drone. Tenho, eu tenho vídeos aqui, vou mandar aí depois para vocês. Eles utilizaram hoje, tá, os drones de

▶ 01:52:46 bombas. Nós estamos numa guerra, isso é terrorismo. Eles utilizaram os drones e jogaram bombas nos nossos policiais. >> Isso é tema assim, Rio de Janeiro. >> O o governo federal não tratar isso como organização terrorista e não basicamente botar todo o aparato do estado. É loucura. Disseram que o Lewandovski tava lá no Ceará relativizando a história toda. Não, veja bem, vamos ver, vamos fazer, vamos acontecer, estamos preocupados. Sempre aquela conversinha mole.

▶ 01:53:16 Então >> mesmo Lewandowski que disse que a polícia prende mal e por isso a justiça solta. Quer dizer, o problema é do policial. Mas levant, olha o Rio de Janeiro hoje. Olha os policiais que morreram no Rio de Janeiro hoje. Olha, olha o tamanho do problema que a gente tem no Rio de Janeiro hoje. Olha o crime organizado usando táticas de guerra, de guerrilha no Rio de Janeiro hoje. E a polícia que prende mal. Quantos desses marginais que ali estavam enfrentando a polícia já não foram presos antes? Ó o que que o que o Martins falou agora h pouco e a polícia que prende mal, pelo amor de Deus. O cara foi preso com

▶ 01:53:46 fuzil. Não precisava nem falar nada. Tinha que chegar na delegacia e falar: "Fuzil, vai aqui, toma 40 anos, precisa nem perder tempo de 40 anos." Tá aqui preso com fugiu. Fuzil, tá bom? Acerteira é lá. Tá preso 40 anos. Obviamente, né, gente? Vamos cumprir o devido processo legal, direito de defesa, etc. Mas não, ele sai, ele sai, ele sai pela [ __ ] da frente da delegacia. >> Sim. A galera não entende assim. Imagina assim um o qual o estímulo, qual o sistema de estímulo e recompensa pro policial? Ele pega o bandido, corre o risco, leva lá e o cara sai fora pela porta da frente. É, é ridículo. É, é, é

▶ 01:54:19 assimoso. É, é um país completamente invertido. Ô, Riso, é, dá para colocar no ar ou não dá? Ó, o Lewandowski se pronunciou. Vamos ver se ele expressou sua solidariedade, sua lealdade à forças de segurança. Já dá para fazer uma avaliação da operação do Rio de Janeiro, dizer se foi bem sucedido ou não. >> Olha, eu estou aqui a distância do Rio de Janeiro e fora de Brasília também tenho acompanhado pelos jornais. Eu sei que foi uma operação bastante cruenta, segundo notícia, tem mais de 80 mortos. Lamentavelmente morreram agentes de

▶ 01:54:51 segurança pública e pior ainda, pessoas comuns, pessoas inocentes. É de se lamentar isto. Agora, eu queria enfatizar que o combate à criminalidade, seja ela comum, seja ela organizada, se faz com planejamento, com inteligência, com coordenação das forças, enfim, não posso julgar porque não estou eh sentado na cadeira do governador, mas quero apresentar a minha solidariedade às famílias dos policiais mortos, minha

▶ 01:55:21 solidariedade às famílias dos inocentes que também pereceram nesta operação. e colocar à disposição das autoridades do Rio para qualquer auxílio que for necessário. >> É a velha sabonetada. Primeira coisa, deixa eu comentar, mostrar para vocês na no título da matéria. Não sei se o Rizo consegue botar aí na tela pra gente ver, não aí, né? Vai vai pro Twitch, né? No Twitch, veja só o que a Globo News coloca, ó. Eh, o combate à criminalidade, blá blá blá blá blá, fecha aspas, que é fala dele. Aí

▶ 01:55:52 prossegue o jornalista do Globo News. Diz Lewandows que após a operação mais letal da história do Estado de Janeiro, o que eles estão tentando agora colar é que foi a operação mais letal e a operação letal como um problema. Eu acho no mínimo curioso que ela seja colocada como a ma letal enquanto o argumento levantar que ó, qualquer operação tem que ser feita com inteligência, não sei o quê, tá, tá? Porque a construção, que é uma construção sinuosa e ele tá no calor do momento, é a construção de mostrar, ó, se tivesse mais inteligência não morria tanta gente, não morreu o inocente. É, é, é aquele tipo de desenho

▶ 01:56:22 que é um desenho muito sinuoso e malandro. Eu conheço esse cara, eu tive aula com ele na faculdade, conheço bem o jeitinho. É um advogado, é um sujeito, a palavra que defin ele é um sujeito sinuoso. A palavra dele sempre tem curva, ele vai na curva. O que ele tá fazendo é isso. Ele tá amaciando o discurso, sabendo que agora o calor do momento é ruim para eles, mas já sinalizando as vítimas inocentes, colocando essas vítimas inocentes que se se houveram me solidarizam como algo pior do que os policiais se colocaram ah, vamos dizer no enfrentamento. E me

▶ 01:56:52 desculpe, o policial é o homem que foi fazer o enfrentamento, o homem que se colocou nessa posição de guerra, é a grande vítima, porque o ato de coragem partiu dele e aí construindo, né? inteligência. Eu sei onde vai par esse discurso. Eu sempre falo, você viu um político de esquerda falar em inteligência no combate ao crime, infelizmente, bota a mão na carteira que você vai ser assaltado. Não vai vir nada. Não vem nada. E ele só vai ficar culpando qualquer tipo de operação que tem algum grau de letalidade contra a bandidagem. Isso aqui eu eu conheço a figurinha.

▶ 01:57:22 >> Anoto. Anota o que eu vou dizer. Podem anotar aí. Eu vou dar uma de Artur do Val agora. Anotem e podem me cobrar depois. Se em dois, três dias a gente não vai tá falando de investigação e punição de policial por causa dessa dessa operação. Pode escrever se não vai ter gente falando: "Não, temos que investigar". Há relatos de que o bandido tinha se entregue, não há relatos de que não tinha arma. >> Pode escrever o que eu tô falando aí. Pode escrever o que eu tô falando aí. Não dou, três dias para começar a ver

▶ 01:57:52 uma mudança da narrativa da coisa. E o Lewandowski, que tá numa posição importantíssima da nossa república, ele podia ter a seguinte fala: "Pessoal, Polícia Militar, Polícia Civil do Rio de Janeiro fizeram uma operação. Quero parabenizar os policiais, meus sinceros sentimentos, à família dos policiais que tombaram, etc. Estou agora enviando o, sei lá, vice-ministro, não sei se existe esse posto lá, o meu secretário nacional de segurança pública enviando o comandante do exército, comandante da Marinha,

▶ 01:58:23 comandante da aeronáutica para ver como é que nós podemos auxiliar para que esse território nunca mais volte para mão de criminoso. Não, mas ele prefere falar: "Não, mas aí é planejamento, inteligência". Aquela fala de quem não é da área de segurança, né, Martins? Que a gente fala quando fala assim, precisa ter inteligência, tá? Mas mas o que que é inteligência policial? Ah, precisa ter planejamento. Sim, mas houve planejamento. Planejamento muito extenso. Um ano de planejamento para essa operação. Então assim, ela não foi frutífera. Olha o termo que ele usou. Nem nem nem sei repetir o termo que ele usou. Nem consigo repetir. >> Cruento. Foi uma foi uma uma uma foi uma

▶ 01:58:53 operação muito cruenta. Em vez não foi uma operação exitosa. >> L de um lado, Rafa, olha só. De um lado uma operação cruenta. De outro a necessidade de inteligência. Ora, se você não tem inteligência, presumo que você seja burro. Aí quando você é burro você toma atos, vamos dizer, impensados, cruéis, cruentos também, né? Eh, sanguinolentos. É isso. A é a oposição entre civilização. Ele é o civilizado e é o sargento Martins aí é o bárbaro. É isso.

▶ 01:59:24 >> E foi que a gente falou desenho que desenho que ele construir. >> A gente falou já tá claro. Eu e Renan a gente estava aqui tentando conjecturar qual seria qual sinalização esse governo do PT faria depois dessa operação. E a gente falando aqui, ah, o Lula tem uma batata muito quente na mão, etc. Mas Renan nem precisou, nem passou muito tempo, a gente já sabe qual vai ser o discurso, qual vai ser a narrativa. Ele não vai dizer, pô, olha, foi uma, foi um erro, um absurdo que aconteceu, mas ele vai ali dar fazer a sinalização pra base

▶ 01:59:54 dele, né? Ah, tivesse planejamento, talvez não tinha acontecido assim, etc. e nunca vai assumir uma posição firme. Vamos lá agora, vamos garantir aquele espaço, vamos garantir aquele terreno. Governo federal, já mandei acionar a família dos policiais que estão mortos para colocar toda a nossa estrutura à disposição das famílias aqui. Não, não tem. perde oportunidade de fazer a sinalização que deveria ser feita, mas ele faz a sinalização pra base dele, obviamente. E aí, gente, pelo amor de Deus, ele tá tratando de 2026 aqui. Ele já está tratando de 2026 nessa fala

▶ 02:00:24 dele. Ele não está tratando do problema de segurança pública do Rio de Janeiro, ele está tratando de 2026. Exatamente. Para mim, eu pode falar, >> na minha humilde opinião, se a polícia chegou no local onde os traficantes ficam, encontrou ali os traficantes, abateu 60 traficantes que reagiram, a operação foi inteligentíssima, que me perdoe, o senhor ministro, foi de

▶ 02:00:54 extrema inteligência, monitorou, encontrou, tentou prender. Eles reagiram, foram abatidos, super inteligentes a operação. Parabéns aos policiais que estão lá na operação e quem fez todo o trabalho de inteligência. >> E a operação foi um sucesso. Então, toda qualquer construção retórica que um vem um cara como Lewandowski tentar fazer era meramente uma construção retórica. Ela só é palavra ao vento. Eu sempre

▶ 02:01:25 falo isso. Percebam, toda vez que você vê alguém falando em inteligência na hora. Não, veja só, para combater o crime precisamos de inteligência. Você presume, portanto, que ninguém está abusando. Todo mundo é burro. Só existe burro no campo. E aí existem uns iluminados que tem a tal da inteligência, o aparato de inteligência. E esses caras sabem o que fazer. Esses caras estão que falam em inteligência tão no poder no Brasil desde o governo Fernando Henrique. Há muito, eles estão muito tempo no poder. Mesmo discurso, o número de homicídios estourou, especialmente nos anos do governo do PT.

▶ 02:01:55 A ocupação territorial pelo crime estourou. Então eu não vi até agora a inteligência deles, porque essa inteligência poderia se manifestar em projetos de lei, alterações no na AEP, alterações na na lei penal, alterações em coordenação em poder executivo e judiciário. Nunca houve, nunca houve. Teve nada. Então não, a tal da inteligência que eles falam que dependia deles, que eles têm a careta, nunca veio. Eu acho no mimo curioso isso, né? E aí, mas essa é a oposição, pode anotar. Já já vai vir pro que o Rafa falou que é,

▶ 02:02:26 ah, olha só, alguns tentaram se render, mas, né, execução e sumar já aparece aquele Otávio Guedes na Globo News. Aquele é típico. Olha, estamos falando de possíveis execuções sumárias. Combater o crime é importante, mas temos que entender que a polícia tem procedimentos adequados. Ó, para que não havia uma bor ali no pode anotar, vai vir a Otávio Guedada lá da Globo News. Aí eles vão, eles vão alterando porque hoje a população tá totalmente a favor da operação. Amanhã a população tem que

▶ 02:02:57 ir pro trabalho e tal e mas vai est o jornalista. A gente tem que ficar vigilante. A gente tem que vigilante para não deixar colar o papo furado. A gente não pode esquecer que teve uma operação no litoral de São Paulo contra o PCC. Foi a mesma coisa. >> Deu dois, três dias, o governo federal falou: "Execução, execução sumária, olha lá, execução, ó, estão executando mesmo. É um caminho que não pode deixar. A gente não pode, definitivamente a gente não pode deixar ir pro caminho narrativo que esses caras querem levar. Ô Renan, desculpa, ô Martins, desculpa

▶ 02:03:27 aqui. É porque eu sabia que eu tinha uma uma lembrança de uma fala do Lula. Eu achei aqui a fala do Lula. Ele ele fala aqui em 2000, vou dizer o dia exato aqui que eu achei a matéria, 27 de outubro de 2023, ele fala o seguinte: "Lula diz que não decretará GLO no Rio e não quer forças armadas nas favelas brigando com bandido do anos atrás. Então tá tá tá claro qual

▶ 02:04:00 é o lado, né? dois anos falou isso aqui. >> Aí, >> eu já percebi o lado desde aquele boné que que que colocaram aquele boné com com a sigla vermelha de CPX lá, que muita gente me me confrontou aí. Ah, CPX é complexo, sim. Mas quando você vai no coração do complexo do alemão com um boné com as letras vermelhas, que é o coração do comando vermelho para fazer campanha, você tá do lado de quem? >> Uhum. Vamos lá nós dois entrar numa

▶ 02:04:31 favela dessa daí para poder pedir voto numa época eleitoral, numa campanha eleitoral, sem ter um confronto, onde um ministro entrou e e não teve confronto nenhum, tenta entrar numa área conflagrada dessa daí. Então a gente já sabe qual lado foi escolhido, né? >> Sim. Eh, eu recebi uma pergunta aqui que até importante, Rafa, para você, Renan, eh, pode ser que concorde com isso. Me perguntaram aqui, Martins, com essa operação no complexo, os traficantes que

▶ 02:05:01 conseguem fugir, eles não prejudicam outras áreas? E aí, onde entra um plano de governo do Rafa, que eu eu pensei nisso aqui agora, Rafa, você já anota isso daí. Os batalhões tem que ter uma atenção melhor, um melhor amparo, um melhor, uma melhor logística, eh um número de policiais que cubram todas as áreas desse batalhão que hoje nós temos, por exemplo, um batalhão de Magé, hoje nós temos um déficit de 67

▶ 02:05:31 policiais, então tem áreas que poderiam estar sendo cobertas que não não podem ser porque o efetivo é baixo. Então você dando uma atenção para esses batalhões, você consegue cobrir o interior, a região metropolitana, a Baixada Fluminense e aí esses policiais dessas áreas eles vão cuidar desse desse município, dessa área que ele que ele atua. E é importante dentro dessa logística, por exemplo, o policial que ele ele mora perto do batalhão, ele

▶ 02:06:01 atua ali naquela área do batalhão. Não um policial que mora em Petrópolis e ele vai atuar lá na Barra da Tijuca. Olha a distância que o cara percorre, o trânsito que ele percorre, né? O tempo, o tempo que ele gasta e eh psicologicamente, fisicamente. Então, eh para esse cara render, né, já fica um pouco mais difícil. Então, você já já prepara isso, já nota isso, Rafa. O o policial ele trabalhar mais próximo, os batalhões terem uma logística adequada,

▶ 02:06:31 um amparo adequado, as viaturas adequadas para que eles possam cuidar. daquele município onde eles atuam. E aí você vai ter uma operação no alemão, quem espirrar pra Baixada, os policiais da Baixada ali já estão preparados, já tem um cerco e vão pegar também. Quando você tiver uma operação na Baixada, você vai ter um um batalhão bem amparado no interior e ali eles vão cuidar ali do interior para não deixar chegar lá onde eles já chegaram, já estão chegando.

▶ 02:07:02 Você vê hoje uma região dos Lagos onde onde é um local que que as pessoas gostam de curtir, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Angaras dos Angra dos Reis, cara, eh que já é outra região, mas Búzios, quero falar de Búzios, hoje você tem guerra de tráfico, Renan. Em Búzios, onde é uma terra conhecida pelo pela grande visitação dos argentinos, do do grande turismo no Rio de Janeiro. Busos hoje você tem uma área conflagrada, guerra de facções e busos. Então, se você pega um batalhão ali que cobre área de busos, que é o 25, o batalhão de de Cabo Frio ali, arraial do cabo, e deixa

▶ 02:07:33 esse batalhão bem amparado, com bastante policiais, com bastante viaturas e os caras trabalhando bem, você acha que o tráfico vai crescer ali, vai querer ficar ali? >> É, não é refúgio, né? Como é que ele vai se refugiar no Maracim? >> Não vai. >> Exatamente. Tá anotado aqui. Já fique anotado como um plano de governo, tá, Rafa? >> Já tá. Aliás, dia 7 de novembro teremos a reunião para fechar o plano de governo de segurança pública no Rio de Janeiro. Uma reunião bem grande, inclusive Renato Batista vai estar na reunião também. Eh,

▶ 02:08:04 então a gente tá levando muito a sério isso, muito muito muito a sério. E isso é uma uma questão que está no plano no domínio de uma área, como é que eu faço para esse marginal não migrar para uma outra área e aí tornar uma área que era um pouco menos conflituosa numa área conflituosa? Então, obviamente, precisa. E aí é é esse é o planejamento que a gente tá falando, é esse é o trabalho de inteligência que tem que acontecer. Trabalho de inteligência não é deixar de operar, não é operar justamente entendendo o ponto que eu tô, o ponto que eu quero chegar, quais são as

▶ 02:08:34 consequências disso, quais são as variáveis disso aqui para eu poder minimizar as variáveis que prejudicam a resposta de segurança pública e conseguir ser exitoso naquela operação. É isso a inteligência policial, utilizando o melhor recurso, as melhores ferramentas, com menos gasto público e preservando a vida dos agentes envolvidos. Isso, isso é inteligência policial. É assim que a gente vai trabalhar. >> E aí? Sim. E aí é onde entra o nosso inteligentíssimo Renan aí, né? Que é a retomada de territórios com prender o matô. Nós vamos lá retomar aquele território. Se rendeu, a gente prendeu. Se não se rendeu, matou. Simples.

▶ 02:09:04 >> Acabou. >> Parabéns, Jenã. >> Acabou. E aí vamos urbanizar. E aí quando começou a urbanizar, aí acabou a história. Começou a urbanizar vias abertas para não ter a famosa viela, vias abertas, câmeras, arborização, escola bem feita. sem a presença do crime. Aí, aí o bicho pegou. Aí o bicho pegou porque a gente tem que transformar aquele em bairro correndo. >> O último lugar que complexo da Penha vai ser, vai ser o refúgio para um novo comando vermelho. >> Não vai dar para se refugiar lá, aquilo vai virar baixo. >> Que é que foi o questionamento que eu

▶ 02:09:35 trouxe, Renan. OK. Agora fomos lá no coração do comando vermelho, mostramos que temos que temos força, que a nossa polícia tá muito preparada, é a melhor polícia do mundo, entramos lá, prendemos as pessoas, matamos os criminosos que enfrentaram a Polícia Militar, etc. Tá? E agora? E esse esse agora, esse depois de hoje é que vai mostrar se a gente vai ter sucesso ou não combate ao crime organizado no Rio de Janeiro. É o depois. É o ag. E agora? E agora que a gente tá aqui, o que que a gente vai fazer? Aí foi o que o Martins falou. Olha que importante que era ter as

▶ 02:10:05 forças armadas ali no entorno, fiscalizando o entorno. E a Polícia Militar continua operando lá dentro, buscando os fuzis, buscando o paiol do crime organizado, buscando aonde estão armazenados os entorpescentes, buscando dinheiro. Olha que importante isso. Então, olha que olha que importante que seria essa integração. Olha, olha a oportunidade que o governo federal tem, perdeu de mostrar força, de mostrar que tá do lado da população e não do lado do crime organizado. Olha a oportunidade que foi perdida. Esse pós aqui é importante, chegar lá, reurbanizar, via

▶ 02:10:35 larga, batendo sol na casa das pessoas. Gente, não bate sol na casa de muita gente dentro da comunidade. Eu falei isso na nossa no nosso congresso. A, o índice de tuberculose na comunidade da Rocinha, da Rossinha é 11 vezes maior do que no resto do estado do Rio de Janeiro, porque não não bate sol lá. Essas pessoas precisam de dignidade. Elas precisam olhar o estado e falar: "Nossa, é muito melhor o estado tá aqui do que o criminoso, vagabundo marginal tá aqui." Então não é só a força, a força entrou. Beleza? Mostramos que temos força, que sabemos fazer, que

▶ 02:11:05 vamos para esse combate, a força entrou. E agora? E o pós? E agora? E a escola? Um monte de escola fechada hoje. A gente não quer. A gente quer escola aberta o tempo inteiro, escola de qualidade. A gente quer um saneamento básico para essa pessoa. A gente quer que ela consiga se deslocar, que ela chegue bem na casa dela. É esse pós que vai ser o diferente do Rio de Janeiro. E esse é um plano que nós temos, que tá publicado em livro, tá no livro amarelo para quem quiser ver. Não é coisa da nossa cabeça, não. É muito pesquisador envolvido nisso aí. É muita gente bacana que sentou, que

▶ 02:11:35 estudou, que sabe que tá falando envolvida nisso. Então assim, é esse pós é que é importante. O enfrentamento ele é fundamental, a gente vai pro enfrentamento. Mas e o pós? Eu quero saber do pós. Eu quero saber da molecada numa escola de qualidade, eu quero saber de um curso técnico profissionalizante, bacana. Eu quero que o menino da comunidade sonhe em ser policial, sonhe em ser bombeiro. Eu eu quero isso. Eu quero que ele olhe o policial e diga: "Eu quero ser igual esse eu quero ser igual o Martins. Eu quero igual o Oliveira, amigo nosso, paramédico do BOP. Baita cara, baita policial, estudou aba, trabalha lá

▶ 02:12:05 atendendo policiais que são baleados em operação. Eu quero que o menino olhe isso, Renan. E e não é possível que eu sou um sonhador maluco. Não é possível que eu esteja aqui tendo devaneios de como vai acontecer o Rio de Janeiro. Não, não é possível. Não é possível. A gente hoje tá com uma oportunidade, me lembra até o Tropa de Elite, né, ô Martins, que ele liga lá 01, nós estamos com uma oportunidade boa aqui hoje, hein? A gente tá com oportade de começar a ter um Rio de Janeiro melhor. >> É isso. Só lembrando, o menino que vai parar no crime, ele em geral mora nessas

▶ 02:12:36 regiões periféricas. Ele não teve a figura paterna presente. Essas são as duas grandes características, quase ausência total de figura paterna e e regiões periféricas. Esse rapaz, ele tá na escola, ele pode até não ir na aula, não frequenta direito, não tem atenção. O estado sabe onde ele tá. Se o estado tiver um acompanhamento, esse menino, tudo que ele precisa de disciplina e de cuidado masculino, porque em geral eles tm a mãe, tem a avó, o pai não tá presente.

▶ 02:13:07 Se você tem o acompanhamento presente, por isso que eu sou a favor da escola militar, especialmente nesses casos, o garoto vai conhecer um policial, vai falar: "Você quer essa disciplina? vem ser um de nós. Para um garoto desses que teve esse abandono, tem essa superdição, tudo que ele precisa é um exemplo. Fala: "Eu quero você". Ele vai aceitar a disciplina, ele vai querer a disciplina, ele vai querer o grupo, ele vai querer a participação, ele vai querer o regramento. Até porque sabe onde eles vão procurar isso? No crime organizado. O crime organizado oferece procedimentos, regra, hierarquia, tudo que ele não teve em casa e tudo que a

▶ 02:13:39 escola hoje nesses modelos socioconstrutivistas se nego a dar ele. Não, você é um protagon. Não é. O garoto tá louco, ávido por um grupo, por um pertencimento. Os que não vão para crime organizado vão para torcida organizada, às vezes vão para outros outros caminhos. Mas eles vão sempre procurar essa coisa que é o que o homem quer. O que o homem jovem quer, pertencimento, causa, hierarquia. possibilidade de crescimento. É isso. Esse garoto seria um perfeito quadro para se juntar à polícia. Em vez dele tá, né, servindo de mão de

▶ 02:14:09 obra barata para esses vagabundos do crime organizado. Em geral, um rapaz carente, carente de atenção e sem um exemplo masculino para que ele se espelhe. Existem os exemplos claramente. Em vez da gente dar oan e o poslo, vamos dar como exemplo os homens da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Vamos botar eles próximos junto com o professor, junto com professor de educação física. esse cara fala: "Ah, isso aqui é o ex isso aqui que eu você e dá esse amparo". É, isso vai fazer diferença. Aí você acaba que esse que é um dos elementos com a força de reposição deles. O o o

▶ 02:14:40 segredo do crime organizado, desculpa fazer esse devaneio, mas é que assim, eu sempre entro meus devaneios históricos. O que que fez Roma ser a potência que ela foi? Muita gente discute, era o form, era o a estratégia, era o dinheiro. Dinheiro, Cartago tinha tanto dinheiro quanto Roma. estratégia política, estratégia militar, os gregos e o e o todos os descendentes do Alexandre tinha de monte. Os romanos tinham uma estratégia que era uma máquina de reposição de forças militares. Então, quando a Roma dominava uma cidade, aquela cidade se tornava vassala de Roma e a elite local

▶ 02:15:12 participava do recrutamento de novos soldados junto com Roma para outras conquistas. Então, quanto mais estados eles mais eles conquistavam, mais gente eles recrutavam. Então, toda vez que alguém atacava a Roma, Roma tinha uma força imparável de recrutamento de novos membros, novos homens para suas forças. Aí não tinha como enfrentar. O Aníbal uma vez ganhou uma batalha gigante contra os romanos. Romanos construíram outras legiões, deu um, dois meses, estava pipocando gente. Não tinha como parar Roma nisso. Nesse sentido, o que que o tráfico faz? Ele ocupa regiões. Aí, nessa região ele faz recrutamento. Então, ele tem uma máquina de

▶ 02:15:43 recrutamento que não para. Então, você fala: "Pô, mas parece que eu tô enxugando gelo". Lógico, se a gente não tomar essas áreas, eliminar o tráfico de lá e evitar o recrutamento, eles vão ficar recrutando gente nova. Então, a gente precisa evitar a máquina de recrutamento. O tráfico não para porque eles não param de recrutar. Tem que cortar o recrutamento também. >> E a gente sabe de onde vem. As estatísticas todas mostram quem é o tipo de rapaz que eles recrutam, de onde vem, como surgem, qual a situação dele. OK, vamos focar ali. A gente sabe onde eles moram, a gente sabe essas pessoas em geral estão recrutadas em escolas. Eles

▶ 02:16:13 são recrutados na infância. Vamos cortar. cortou a máquina de recrutamento, aí não resta muita coisa pros caras. >> Exatamente. Ô Renan, falou muito bem. Parabéns, cara. Me deu uma aula aí, gostei muito. E pegando um gancho nessa situação, teve um policial do Rio de Janeiro aqui nosso, policial do BOP, que após eles estabilizarem o terreno, veio uma criança ali na favela e foi conversar com o policial e perguntou a ele o que que era aquela lente em cima

▶ 02:16:43 do fuzil. Aí o policial falou: "Isso é uma luneta". Aí o o garotinho interagindo com o policial, ele falou: "Dá uma olhada aqui". Aí o policial pegou a luneta, deixou o garotinho dar uma olhadinha, né? Isso aqui é pra gente ver mais próximo. Aí o garotinho olhou, ficou encantado ali com a lente ali da luneta. Você acredita, irmão, que vieram políticos de esquerda exigindo a prisão desse policial porque ele interagiu com a criança, mas eles não disseram que aquela criança tá todos os dias ali vendo os traficantes para lá e para cá,

▶ 02:17:13 usando drogas, escutando músicas horríveis, horripilantes e sendo mais influência para essa criança. Quando um policial despertou esse brilhante olhar do garotinho, aquele desejo no coração de ir lá próximo do policial, alguns políticos maléficos foram lá e nossa, que absurdo, o policial do BOP mostrando a arma pro para uma criança. Ridículo, né, irmão? Ridículo. >> Não, bizarro. E é assim, e é que este é o jogo dos da

▶ 02:17:44 caneta que vocês disphaem. Esse é os caras, a gente tem que arrancar a caneta na mão deles. >> É. É mais fuzil, mais fuzil atendendo a polícia e menos caneta na mão do vagabundo. Por incrível que pare mão do vagabundo é que garante o fuzil na mão do bandido. Esses caras tm que se dessa maneira. Pessoal, deixa eu fazer um pedido. Eu vou ter que encerrar a live daqui a pouco, porque a gente vai ter uma outra live daqui a pouco e a gente vai que desligar e ligar ela. Eh, eu queria falar duas coisas. Um, vocês disseram que vocês vão fechar o plano de combate ao crime no Rio de Janeiro, o plano de governo daqui a pouco. Queria

▶ 02:18:14 convidar vocês para para fazer uma exposição do do plano no festival nosso, nosso Congresso Nacional que vai acontecer agora no final de novembro, dia 29 de novembro em São Paulo. Haverá pelo menos 4.000 pessoas lá pagantes. Vai ser um evento gigantesco e vai ser uma honra ter vocês ahã contando e mostrando qual o plano de ação. Será um aprendizado para todo mundo, até porque eu não nem tive a oportunidade de contar para vocês. O exemplo de vocês tá arrastando. Eu tô recebendo, não só eu, o Renato, que tá cuidando da da missão, contatos de muitos membros de forças

▶ 02:18:44 policiais ao redor do Brasil inteiro e falando: "Quero me disponibil, quero estar nessa guerra, eu quero tocar guerra aqui no estado". E eles estão vendo isso, estão está, o exemplo tá arrastando e a responsa que vocês têm já tá maior do que a responsa que vocês têm em campo e a responsa da candidatura. Vocês meio que vão apontar o caminho paraos outros estados. Então, eh, é aquela coisa, a missão dada, missão cumprida. Eu conto muito com vocês nisso. E o palco é de vocês, tá? E esse enfrentamento precisa ser feito e dia 29

▶ 02:19:14 é hora de inspirar muita gente. A gente vai começar uma revolução nesse país. É essa a real. É uma revolução. É uma revolução baseada no exemplo. E vamos colocar aqui para irritar os caras na inteligência. na inteligência que o não tem burro aqui, não tem [ __ ] aqui não. >> Eu queria Martins, quer agradecer aí? Depois eu vou fazer um convite ao pessoal no final aí do é do Rafa. Não quero dizer para vocês que nós nós que eu digo são meus irmãos aí da força, nós não entramos em uma guerra se nós não

▶ 02:19:45 acreditarmos na vitória. E eu falei isso para você, ô Rafa, eu acredito na vitória do Rafa Luz. Eu acredito na vitória, Renan Santos. Eu acredito nessa família MBL. Desde o começo, quando você me convidou, eu falei para você que eu acredito e quando entraram algumas pessoas numa live que a gente fez que ficaram assim: "Ah, mas eu não sei se você não sabe, meu amigo, então você passa a saber. Nós vamos ganhar. Nós viemos pra Vitória. E eu acredito no Rafa. Eu acredito. Eu não não entro em uma guerra pensando em perder. Eu não

▶ 02:20:15 entro em uma guerra achando que eu vou tombar. Não, eu entro na guerra para vitória. Eu entro na guerra para salvar, para fazer o bem. Então eu acredito no projeto, irmão, e quero que as pessoas que me acompanham, eu quero que as pessoas de bem, o cidadão de bem, acreditem também, porque nós vamos chegar lá e vamos entregar o que estamos falando aqui. Nós vamos entregar pro cidadão de bem aquilo que ele merece. Um abraço, muito obrigado pela

▶ 02:20:45 oportunidade, Renan. Rafa, é uma honra estar aqui com vocês. >> Uma honra é a nossa. Uma honra é a nossa. Muito obrigado por tá por est aqui compartilhando sua opinião conosco >> e vamos vencer essa guerra. São só >> pessoal só agrade, perdão, Renan. Pessoal, só agradecer aqui mais uma vez Renan 01 ao convite aí para participar de mais uma live. Obrigado. Eh, eu espero ter contribuído. A galera que quiser discutir, debater isso mais, a gente tá fazendo esse trabalho no Rio de Janeiro, pode chegar a se aproximar, entender, que o plano ele é muito grande, não dá para ficar colocando tudo aqui. Então, se deem uma chance de

▶ 02:21:16 escutar o que a gente tá pensando, as pessoas que estão com a gente. Tem gente muito importante, muito séria com a gente, fazendo coisa. Vou agradecer aqui o Lucas Arjona que foi faz a nossa parte ambiental e me dá aula. Eu tenho aula com ele de educação ambiental, de engenharia ambiental, enfim. Ah, Coronel Busnelo que tá tocando a parte de segurança. A gente tem uma galera muito bacana da de educação, enfim, todo mundo tá ajudando. Muito obrigado eh a toda a militância do Rio de Janeiro que tá acreditando demais também nisso. Então, muito obrigado a todo mundo. E eu só vou, eu vou terminar aqui, além de agradecer, queria quem não foi ao

▶ 02:21:47 congresso, vá ao congresso, vai ter oportunidade de me ver lá e o Martinz, a gente falando sobre segurança. Coronel Bela provavelmente vai também te apresentar isso lá. Então vá, se você tá sem grana, tem um cupom lá, Rafa 10, joga o cupom lá, Rafa 10, para você ter um desconto para você, mas vá, vá, que é para você entender o que a gente tá falando na profundidade que a gente tá falando. Teve um general gaulei chamado Breno, né, que ele disse uma frase que é muito importante, né, que é a vai victis, né, que é ai dos vencidos. Eu só tenho uma coisa para dizer quando a gente conseguir atingir o nosso

▶ 02:22:17 objetivo, que é ai dos vencidos e os vencidos não seremos nós. >> Maravilhoso. Ó, ó. >> Obado, bom. >> Glorioso. E lembrando que Breno foi o homem que derrotou Roma. >> Breno derrotou os romanos, o grande Breno, né, que provocou inclusive a a criação num trauma em Roma que fez Roma se tornar se tornou excelente. Sigam como te segue, Rafa? @bombeirorafa. Sigam lá. Martins é @sargento SGT_Martins

▶ 02:22:47 14. >> Não é isso >> aqui, ó. Não esqueçam. >> 14 não tá aparecendo. Traz mais para cá. >> Não tá aparecendo. Traz mais cá. Pera aí. >> Não, mais mais pro outro lado. Mais pro meio. >> Aí, >> aí chega para trás a mão aí, ó. >> Oi. >> Esse é mais bravo. >> Isso não é propaganda. Isso é uma tatuagem dele. Ok, pessoal. Obrigado, obrigado, Renan Riso. Obrigado mais uma vez por pela moral aí, todo mundo. Obrigado, >> valeu, valeu, >> obrigado a todos. Tamo junto, tamos

▶ 02:23:17 junto. E vamos vencer, vamos vencer. Obrigado a todos. Ã, deixa eu fazer um pedido. Todo mundo que mandou super chat, Riso, tira os prints do super chat, eu respondo. Eu vou fazer um podcast em áudio, respondo o super chat no aplicativo do Valet Plus, >> beleza? >> Hoje à noite, que que você acha? >> Ótimo. >> Tá, será, estará respondido no aplicativo, ó, 18 Valet Plus. Muito obrigado. Respondo no aplicativo. Então basta ir lá na sessão Renan Santos que estará respondido hoje à noite. >> É isso? >> É isso. >> Então vamos encerrar a live agora, pessoal. Mais uma vez os PBA serão unidos no podcast gratuito no aplicativo

▶ 02:23:50 Valete Plus. Ã, deixa eu, eu tô me ouvindo? Tô me ouvindo. A gente vai encerrar essa live agora. Vamos fazer agora uma super live de lançamento do novo aplicativo Valet Plus aqui no canal vermelho. Caso você seja no canal vermelho, fique que vai ter redirect. Até daqui a pouquinho. Renan fica aqui com a gente. 5 minutinhos, 10 minutinhos a gente volta. E é isso, pessoal. Valeu,