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BRASÍLIA FECHA OS OLHOS PRA CORRUPÇÃO!

Romeu Zema · 08/05/2026 · 45 min · Romeu Zema
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▶ 00:00:00 Bom dia. Prazer estar aqui com vocês na rádio Mais Brasil. Sempre uma satisfação enorme estar aqui com os gaúchos, mineiros e gaúchos sempre se deram muito bem. >> Eu É verdade. É verdade. Um histórico de, aliás, do ponto de vista, por exemplo, de revolta com carga tributária, temos coincidências na história, né? Em Confidência Mineira e a Revolução Farropilha tem guardam semelhanças, né? Exatamente. E eu falo que são os dois povos, acho que mais característicos do Brasil, não é isso? O

▶ 00:00:32 T o a >> concorda? Nós temos muitas assim raízes. Parece que as nossas raízes são mais profundas. >> É verdade. A gente faz umas cacacas também, né? A gente aqui no Rio Grande do Sul já elegeu Olívio e Tarso, lá em Minas, o Fernando Pimentel, né? >> Nós também somos iguais. >> Não, quando eu digo que a gente guarda as semelhanças, a gente vai longe, né? [risadas] Mas lá eles foram mais competentes em Minas Gerais, sabe? Aqui eu acho que eles precisaram de 8 anos para arruinar o estado. Não foi isso? Lá em quatro

▶ 00:01:03 eles conseguiram. A eficiência em Minas foi maior, sabe? >> Foi, foi não. Aqui a gente pegou >> eficiência em destruir. >> Em destruir isso. É eficiência em fazer o mal. Exato. >> É verdade. Tem isso. Mas o Mas o Pimentel foi reeleito lá? Não lembro >> não. >> Ele não foi, né? Para você ter ideia, ele tentou a reeleição dele em 2018, quando eu me candidatei pela primeira vez, ele teve 15% dos votos. >> Depois, em 2022, ele tentou deputado federal e ficou, acho que em terceiro

▶ 00:01:35 suplente. Não conseguiu um ex-governador, não consegui deputado federal. Em 2022, o PT de Minas não lançou o candidato a governador e não vai lançar esse ano, porque tem um candidato com a marca PT em Minas é você lançar eh não sei aí um produto que ninguém quer comprar, sabe? >> Ele já não, ele já chega na prateleira com a validade inspirada, né? Vencido. Exatamente. É, eu não sei que produto aí

▶ 00:02:05 recentemente deu tanta dor de cabeça, né? O PT que no Rio Grande do Sul também não vai ter candidato próprio pela primeira vez desde que foi fundado, né? Né? Então também não vai ter. >> Então >> acho que os mineiros e gaúchos aprenderam um pouco a lição. >> É a gente táa falando sobre a questão. Vai >> adoraria acreditar nisso, mas nós vamos ter alguns nomes aqui na eleição deste ano que nós vamos ver eleitos, mas eu não quero nem falar aqui para não dar. >> É, mas enfim. Eh, nosso assunto aqui era

▶ 00:02:35 a anistia, né? A dosimetria deve ser votada aí até o final do mês. E ontem vocês foram questionados, né, Zema, Caiado e Aldo Rebelo a respeito desse assunto. Ah, o senhor já deu declarações de que eh é a favor não só da anistia, mas também [suspirando] de uma punição, né, pros pros ministros que vem cometendo essas atrocidades, rasgaram a Constituição e e transformaram em qualquer coisa, menos na na na regra brasileira basilar, né, na carta magna. Eh, qual é o caminho para isso? Porque quando se fala que vai

▶ 00:03:07 que os presos políticos vão ser anestiados, tem gente que diz assim: "Não, mas algum esquerdista vai entrar com uma ação e o Supremo vai anular a anestia. Como é que faz quando isso acontecer? Se acontecesse?" >> Ó, eu acredito muito que o Brasil precisa de uma liderança com credibilidade, um presidente que chegue lá com um histórico irretocável. E é possível isso. Nós temos bons candidatos no Brasil

▶ 00:03:39 e quando você consegue eh uma liderança que direciona, uma liderança que menciona, nós estamos aqui muito mais para olharmos para o futuro, em vez de ficarmos aqui remoendo o passado, com toda a certeza, eh, nós temos condição de avançarmos e lembrarmos também que o Senado vai ter um papel importantíssimo. Estou ao lado aqui do Marcel, ele e o

▶ 00:04:11 próximo senador gaúcho Sanderson. >> Sanderson, >> o Sanderson, Marcel e Sanderson e outros mais de outros estados estarão eh fazendo uma diferença gigantesca e precisamos melhorar a governança também. Eu sou favorável a que quando a maioria dos senadores queiram um processo de impeachment, que não seja nenhum presidente que venha a barrar, como tem acontecido hoje, a

▶ 00:04:41 impedir a engavetar uma investigação. É, fica muito claro que lá em Brasília hoje nós temos esquemas em que todos quase estão contaminados e a grande luta lá hoje em Brasília não é lutar por um Brasil melhor, mas lutar para poder eh salvar a sua pele e salvar a pele do amigo que fez a mesma o mesmo crime ali que você cometeu ou

▶ 00:05:12 algo semelhante. e uma mudança de liderança eh muda muito. Eu falo que em Minas Gerais, quando eu assumi e fiquei lá 7 anos e 3 meses, eu nunca recebi uma proposta indecorosa, porque desde o primeiro dia, e eu repeti constantemente, conte comigo para fazer o que é legal. No dia que você se desviar da lei, conte comigo para ser investigado. Então, eu acho que nós precisamos é de seriedade no setor público. Na hora que

▶ 00:05:44 chega alguém sério, alguém de peso, as coisas começam a mudar naturalmente. Eu falo que é igual você chegar num lugar que tá todo mundo bagunçando, gritando, fazendo desordem. Põe um, dois policiais ali para andar. >> Hum. >> Eles não precisam fazer nada. A presença deles muda o ambiente. Então é isso que nós precisamos, líderes com [limpando a garganta] credibilidade no Brasil. E infelizmente o que nós temos lá em Brasília hoje é o contrário. É um

▶ 00:06:14 líder que nós temos lá, o presidente Lula, que dá a entender o seguinte: "Eu tô de olhos fechado para tudo que for errado. Eu até compartilho disso que vocês são do meu partido, já me apoiaram, façam o que bem entenderem aí. e eu não tô nem aí para nada. Então, quando tem uma liderança que sinaliza isso, o que vai acontecer é Banco Master, é o assalto aos velhinhos do INSS e muito mais. E lembrando que não é

▶ 00:06:45 falta de alertas do passado. Nós já tivemos mensalão, petrolão, lava-jato, mala de dinheiro, refinaria de passadina. Que mais, Marcel? Tem aí mais uma relação grande. >> A lista vai longe. >> Vai longe. >> Você falá no sítio no triplex do Guarujá. Tiplex. >> É o Tlex. É isso aí. >> Marcel os pedalinhos que não eram dos netos dele, mas tinha uns nomes um nomezinho na Pois é. Coincidência. >> Marcel te acompanha há pelo menos 13

▶ 00:07:16 anos. Verdade. >> Desde que a gente eh participou junto de dos primeiros eventos de mobilização, né, de demonstração de indignação. E era uma coisa tão simples e tão bonita, porque perguntava para as pessoas: "Por que que tu tá protestando?" Aí as pessoas respondiam por tudo isso, por conta por conta por conta de tudo isso que tá aí. as pessoas nem sabam protestando por eh eh esse protesto segue até hoje, Marcelo, e eu tenho acompanhar a tua carreira e me e uma

▶ 00:07:46 coisa que eu gosto muito de um político é a sua coerência e consistência. Obrigado. >> Então, eh, dito isso, eh, eu tenho visto também teu trabalho e eu eh vejo o pergunto para ti o seguinte: ao seres tu és pré-candidato ao Senado, cumprindo aí a nossa liturgia da mídia, nós temos que considerar o candidato como pré-candidato ao Senado, né? >> Eh, eu te pergunto o seguinte, primeiro dia do primeiro da primeira sessão no Congresso Nacional,

▶ 00:08:17 o que que vai acontecer? eleição >> no Senado. >> Eleição de um presidente do Senado alinhado com que o Brasil precisa. >> Quem quem será esse nome preferencial? >> Bom, nesse momento o preferencial é o Rogério Marinho. >> Muito bem, ficamos. >> Tá 4 anos no Senado liderando a oposição, vamos falar no português bem claro, comendo pão que o diabo amassou. >> Uhum. um cara preparado, de direita, radical na defesa das ideias, mas não radical na postura, sabe

▶ 00:08:48 dialogar com todo mundo. E eu já disse para ele, inclusive, eu chegando lá no Senado, sou o primeiro a fazer campanha para ele ser o presidente do Senado. Ele tá esperando, ele é um cara muito discreto também. Acho que nem tem que tá falando nisso. Nós temos que primeiro, porque assim, nós precisamos eleger a maioria do Senado. Gloco, eu vou trazer números aqui. >> Isso que eu ia te perguntar. maioria. >> Eu acho as pessoas entenderem o jogo e como nós vamos fazer a maioria no Senado. Tem gente que não se dúmeros. Em 2022,

▶ 00:09:18 eleição passada, foram eleitos 27 novos senadores. Governador, destes 17 estão conosco. 17 estão na oposição. >> Nós estamos falando de 60% para mais. >> 60% para mais. Uhum. >> Então, quer dizer, na eleição passada nós já fizemos um excelente trabalho dos 31 que votaram no Rogério Marinho, 31 ou 32, 31, se eu não me engano, mas 31 é o número que nós consideramos da oposição, certo? Se nós diminuírmos os

▶ 00:09:48 17 eleitos em 2022, significa que em 2018 nós elegemos 14. Ou seja, dos 54 eleitos em 2018, Guilherme, só 14 estão na oposição. >> Aham. Ou seja, dos 54 que virão a ser eleitos nessa eleição, se nós fizermos a metade, eu tô pedindo menos os 60%, nós estamos com 27, nós estamos com mais. 27 + 17 44. >> Ah, é? >> 27 + 17, 44. >> 44 81. >> É, então nós temos mais do que a maioria,

▶ 00:10:18 >> 54. >> Então vamos ter 54%. Então quer dizer o seguinte, se nós fizermos a metade do senador, se nós fizermos só o menos até do que o trabalho feito em 2022 e o clima tá para fazer mais. Porque com a indignação das pessoas com Supremo, o clima tá para fazer mais. >> Nós vamos fazer um presidente do Senado de direita e aí no primeiro dia já esse presidente vai dizer: "Ó, a partir de agora, Supremo, dentro do seu quadrado, nós vamos andar com esse processo de impeachment de ministro Supremo Tribunal Federal". >> Vocês acreditam que até lá a gente consegue pelo menos chutar um dos que estão lá? Não. Até o final do ano?

▶ 00:10:49 >> Eu acho pouco provável. é um corporativismo muito ou >> ou eles pedirem aposentadoria, como o Barroso pediu, por exemplo. >> É, pode até ser que eh a ficha caia para algum deles, mas eles são tão incompetentes que até isso eles não percebem que eles já já estão fritos, >> inviáveis e e se até ao cargo ainda. Eles já se inviabilizaram. Tó e Morais já podem ser considerados não ministros. É questão de tempo. Eh, eh, eh, é morte

▶ 00:11:19 cerebral já. entende? Irreversível. Estão lá achando que vão reverter. >> Não são mais ministros sinistros do Supremo. Sinistros >> são cadáveres. Já vamos deixar claro. São cadáveres em termos de de e e a credibilidade do Supremo com essas duas pessoas lá. Eu penso que os outros querem vê-los fora o quanto antes. Só que um corporativismo tão grande, né, que beira eh é é bom nem falar nome feio aqui, eh, que ficam lá mantendo, né, em

▶ 00:11:52 nome de uma boa convivência. Por isso que eu falo que é é preciso ter muito estômago às vezes no setor público, mas precisa ter limites também. Eu acho que estão exagerando lá. Nós temos bons ministros que, na minha opinião, deveriam se manifestar. Ontem conversando com o Marcel, ele me disse que a OAB do Rio Grande do Sul já se manifestou, né, contrária à OAB de São Paulo. E acho que todas deveriam, as associações de magistrados deveriam fazer uma nota de repúdio a esses

▶ 00:12:22 elementos lá do Supremo. >> Não, a última que eles fizeram foi quando o Supremo resolveu dar uma reduzida nos pinduricales. Aí eles se manifestaram, né? Tá aí o corporativismo, né isso? me pague que eu fico calado, né? Isso para mim não é ser servidor público, não. >> Pois é. E sobre o Lula, tá? Porque a gente sabe como esse negócio funciona. Uma notinha aqui, uma notícia plantada colá dando conta de que a última foi a Mônica Bérgamo, né? Eh, dando conta de que o Lula, quem sabe não concorra, né? Vocês acreditam que isso realmente pode

▶ 00:12:52 acontecer? E eu sei que quem entra numa disputa não pode escolher adversário, mas do ponto de vista de cenário eleitoral, eh, é melhor ou pior o Lula fora da disputa? Eu pergunto pros dois aqui, inclusive, Zema e Marcel. Ó, uma raposa velha como ele, eh, na minha opinião, vai esperar até um momento próximo ao limite ou ao momento limite para definir. E se ele vê que o cenário não tiver bom, ele vai colocar o corpo fora. Eh, com toda a certeza ele

▶ 00:13:24 não vai querer comprar desgastes. Ele sabe que eh muito provavelmente seria a última chance dele e deixando um país ainda arruinado, com uma dívida quase que incontrolável, é bem provável que ele pule fora do barco. Sim. Agora existem as forças internas do PT que sabe que eles não conseguiram preparar ninguém que tenha talvez a popularidade dele e que forcem ele a permanecer. É um

▶ 00:13:57 tanto quanto imprevisível fazer, na minha opinião, qualquer eh previsão nesse momento, mas é algo que pode acontecer sim. >> Lula, pode pular da barca. Marcel, >> eu concordo com a análise do Romeu e acrescentaria pro Lula perder essa eleição é pior do que ter ido pra cadeia, porque para ele é chegar ao final da vida dele depois de três mandatos presidente, depois de ter saído da cadeia para ser derrotado pelo povo nas urnas.

▶ 00:14:27 >> Seria, seria como se um jogador de futebol que foi muito bom for decrescendo e terminar num time de Vársia, >> não é isso, né? Na no banco de um time de Vársia. Sim, eu não quero correr o risco dele ganhar de novo. Não me entendam mal, >> mas o melhor cenário é derrotar o Lula nas urnas. >> Agora, se ele não concorrer, ainda melhor pro Brasil, porque assim, >> pois é, esse é o cálculo que eu tento fazer tentando me colocar na posição do do sujeito, ainda que ficou de modo contrariado, é saber o seguinte: se ele

▶ 00:14:58 não concorre, ele vai colocar dois que não vão ganhar a eleição. Ou é o Camilo Santana ou é o Fernando Hadad. Inclusive ele falou no Camilo Santana, você viu esses dias numa entrevista, disse que se ele não concorrer vai ser o Camilo. >> É o Camilo, porque eles têm que eles têm que ter uma franja em São Paulo e o único que tem essa competitividade mínima em São Paulo é o é o Fernando Adá. Então isso, >> então ele tá fazendo esse cálculo, né? Se ele não é concorrer, se ele não concorrer, eh não faz mais sentido ele concorrer nesse caso, porque ele vai botar tudo a

▶ 00:15:28 perder, né? O não, a não ser que ele seja maior que o PT. Será esse o raciocínio do Lula? Eu sou maior que o PT. O PT não me interessa. O que me interessa é a minha candidatura. Se eu não concorrer, pero, eu saio com alguma eh alguma repercussãozinha boa, mas os meus dois candidatos são defenestrados. Tanto em São Paulo, >> Lula não é bobo. Ele viu o que aconteceu nos Estados Unidos também. >> Ele não é bobo. Não tá ainda que nem o Biden, >> mas tá no caminho. >> Tá no caminho. Com certeza. tá no caminho e ele sabe disso e ele tá num

▶ 00:15:58 outro momento. Ele mesmo não tem celular e ele é um cara que ainda tá vivendo a política de 20, 30 anos atrás e fala besteira e a coisa repercute de um jeito como não repercutia no passado. ele sabe que não tá num bom momento, ainda mais com as pesquisas demonstrando, porque o cara que bota no na no Ministério da Comunicação Social, que é para fazer as comunicações institucionais do governo, um marqueteiro é um cara que tá mais preocupado com a sua imagem, com a imagem do governo, do que com a efetividade da política pública que o

▶ 00:16:30 governo propõe, não é isso? Então ele, na verdade, sempre esteve mais preocupado com a autoimagem. Bobo ele não é. Então, é possível sim que mais para frente ele analise e diga: "Ó, vou saltar fora". Como ele aliás, sempre fez na vida, porque para ele o que importa mais é a própria biografia. E como eu disse antes, para ele perder essa eleição é pior do que ter ido pra cadeia. O, muita gente aqui perguntando, por exemplo, quem seria o teu ministro da fazenda ou da economia, como foi o Paulo Guedes. Mas a a tônica maior aqui, eh,

▶ 00:17:02 só um comentário breve, tal qual o Biden no Lula também às vezes dá sinais que tá perdendo contato com a torre, né? As manifestações dele são >> enfim, mas a tônica maior aqui >> boa, perdendo contato com a tônica. >> É, não tá o Mas >> desastre à vista. Exato. Muitas perguntas, a a maior parte delas aqui é no seguinte sentido, tá? Eu vou pegar de um mineiro aqui, inclusive, que tá acompanhando o programa, tá? Eu sou mineiro da cidade de Uberaba, mas agora morador de Porto Seguro, Bahia. Pergunte ao Zema, por que que não se juntam já no

▶ 00:17:34 primeiro turno e saem vencedores na primeira etapa direita? Tá, essa é uma pergunta. Veio aqui, por exemplo, do eh o Marcelo Rodrigues, ó, eu já ouvi que o Flávio Bolsonaro é a favor de mandato único, então por que que o Zema não vira vice dele e na próxima ele é o presidente? Por aí vai, né? O quão próximo teve essa essa essa essa composição de acontecer e ela já tá totalmente descartada, Zema? >> Bom, vamos por etapas aí. Primeiro, em agosto do ano passado, antes de eu

▶ 00:18:05 lançar a minha pré-candidatura à presidência da República, eu estive com o presidente Bolsonaro em Brasília para comunicá-lo em primeira mão, que eu iria me lançar como pré-candidato à presidência pelo Partido Novo. >> Uhum. E ele falou: "Zema, você tem todo apoio meu. Quantos mais candidatos à direita tiver na eleição de 2026, melhor será para a direita, mais forte ela

▶ 00:18:35 ficará." E nós assistimos esse movimento recentemente no Chile. >> Tivemos lá diversos candidatos da direita que no segundo turno fizeram um trabalho unidos. E aqui no Brasil isso demonstra como a direita é competente mais do que a esquerda, até no sentido de formar, ter bons nomes. Nós somos nomes, governadores bem avaliados, poderíamos tranquilamente lançar três,

▶ 00:19:06 quatro, cinco candidatos aí que a direita teria. Eh, até o momento tudo indica que seríamos eu, Caiado e Flávio Bolsonaro. Então, esse é um ponto a considerar. Outro ponto a considerar, o que saiu na mídia nas últimas semanas e meses sobre esse tema, eh, foram notícias frutos do comentário de alguém e não de nenhum convite formal, de nenhum,

▶ 00:19:36 >> mas se ele viesse, aceitaria. Então, eh, vou chegar lá. Então, o que saiu >> como bom mineiro daqui a pouquinho, >> o o o que saiu o que saiu foi nessa linha. Eh, eu respeito muito ele, me dou bem com ele, me dou bem com o Caiado. Agora eu levarei a minha pré-candidatura e candidatura até o final, porque eu tenho propostas que desagradam em muito a classe política tradicional. Eu venho do setor privado, sou do partido novo.

▶ 00:20:07 Você sabe que é o partido que mais tem batido nessa farra dos intocáveis. >> Nenhum outro partido tem batido tanto e nenhum outro candidato acho que chega perto de mim no que eu tenho batido nessa tecla. Eu fico até pensando, por que que os outros candidatos não batem tanto? Tem alguns até que nem falam nessa questão, que é a que mais tá causando indignação no brasileiro. Se um candidato a presidente não tem um posicionamento sobre isso, para mim,

▶ 00:20:39 [roncando] eu vejo que ele não quer grandes mudanças com relação ao que está lá em Brasília e nós precisamos de mudanças. Então, eh, eu sou muito nessa linha de que eu tenho propostas que, eh, de certa maneira são estranhas paraa classe política. Te dar um exemplo. Minas Gerais tem 300.000 funcionários públicos. Sabe quantos parentes eu levei pro estado? Ou quantos parentes meu tem algum contrato, se beneficiaram do meu

▶ 00:21:11 cargo? Fiquei lá 7 anos e 3 meses, zero. O pouco que a minha empresa vendia para o estado era pouquíssimo. Nós temos 3 milhões de clientes e o estado era um deles. Eu falei para nem vender mais pro estado. Hum. >> Entende? Para não gerar suspeita. Então eu acho que nós estamos precisando é de gente que vista essa camisa de servidor público e não vou ganhar uma eleição para ter alguma vantagem pessoal, enriquecer eu ou alguém da minha

▶ 00:21:42 família, que infelizmente é o que tem virado moda aqui no Brasil. Eh, transparência, eu falo que boa gestão rima com transparência. O Lula, os ministros dele lá, STF, voa para cima e para baixo. Daqui a 50 anos nós vamos ter acesso aos dados. >> Tudo que eu fiz de voo em aeronaves do governo de Minas Gerais, tudo que eu gastei no mês seguinte tá disponível, aberto para todo mundo ver e conferir.

▶ 00:22:12 Por que que lá em Brasília fica 50, 100 anos? Porque não pode mostrar. Então eu quero essas mudanças. Agora a política tradicional não quer, é porque muitas vezes já estão convivendo com isso e acham que isso é normal. Eu não acho normal. O, tem aqui no Rio Grande do Sul, acho que foi o Ricardo Gomes, que foi vice-prefeito de Porto Alegre, outro dia, escreveu numa rede social, eh, infelizmente tem uma, por exemplo, uma parcela do empresariado que fica indignada porque tem político vando em

▶ 00:22:43 jatinho, né, junto com o empresário, mas ela não fica indignada pelo fato, fica indignada porque não é o seu jatinho, ou ela que tá lá. [risadas] É >> que ó, ó. Eh, nós temos de deixar claro, tem políticos excelentes e péssimos políticos e tem empresários excepcionais e péssimos empresários. É, é só no Supremo que existe perfeição. Vamos deixar claro aqui. Tirando o Supremo, a magistratura.

▶ 00:23:14 Deixa, deixa eu insirar que tem perfeição. >> Deixa eu insistir na pergunta. Vamos lá. Eh, chegando lá por julho, que é quando acontecem as prévias, né? Eh, somando as intenções de voto das pesquisas sérias. E aí indica uma vitória em primeiro turno daqui a pouco da direita liberal, liberal conservadora. Se vier o convite, tu aceita do Flávio para serviço? Ó, eu vou levar, como eu disse, até o final, eu quero enobrecer o debate. Eh, não é o fato só de eu ganhar que eu vou

▶ 00:23:44 contribuir com o Brasil, não. Eu quero levar propostas minhas do partido novo para que o Brasil ganhe com elas. >> Conseguir a tua postura porque tu não fechou a porta. >> É, não. E deixa eu só >> a política muda muito. A gente não sabe o que acontece nuvem aqui. Olha aqui, vamos lembrar 2018. 2018 eu era o terceiro, quarto colocado até 10 dias antes da eleição, >> entendeu? As coisas mudam e >> e se for o contrário, ele não poderia

▶ 00:24:14 ser chamado para serviço também? que pode, não pode. Não, eu faço, eu faço até para deixar claro aqui, eu faço essa pergunta porque o cenário nesse momento é é esse, mas inverter porque >> não e nós temos uma coisa interessante que tá acontecendo que é o seguinte, nós temos, olha, ontem a gente teve um painel com três candidaturas sérias. A gente pode discordar da postura do Aldo Rebelo, da ideologia dele, mas ele no painel ontem, quem assistiu no Fórum da Liberdade viu um cara com uma postura séria. Aí vocês pensam, imagina no

▶ 00:24:44 debate que é que é o que o presidente Jair Bolsonaro disse pro Zema, num debate o Lula sozinho de um lado e quatro candidatos do outro descendo a lenha no Lula. Não é muito melhor do que ter só o Flávio lá. Tem suas vantagens e obviamente tem suas desvantagens. da ideia de ter uma candidatura única, muitas vezes acaba aproximando todos os os setores da direita, mas não precisa ser no primeiro turno. Aqui no Rio Grande do Sul a estratégia foi um pouco diferente. Eu acho que isso mostra maturidade da política e principalmente

▶ 00:25:15 do novo. O Zema foi eleito sem apoio da classe política da primeira vez num partido que não tinha um vereador no estado de Minas Gerais. Aliás, tinha um só que é depois foi o vice dele, o Mateus Simões. Depois um vereador só de 800 e quantos municípios em Minas Gerais? 853. >> Imagina >> eu no primeiro turno, sabe quantos prefeitos me apoiaram? 853. Sabe de quantos eu tive apoio? >> Hã? >> Zero. E aí em 18? >> Em 18. zero. Então eu fui o candidato da

▶ 00:25:46 da antimáquina da anti do antisistema em Minas Gerais, claramente. >> Mas a maturidade do novo se revelou porque com o sucesso, o êxito do Zema, ele foi quem inaugurou esse negócio, esse mito que existia, quebrou o tabu do mito de que o novo não faz coligação. Nunca esteve isso no nosso estatuto, >> mas o novo sempre, principalmente no início, se manteve assim com uma eh linha de, ó, vamos primeiro fazer o partido crescer organicamente, o povo vê o que a gente tá fazendo, depois a gente

▶ 00:26:16 começa a fazer a aliança. Ele se reelegeu numa aliança com nove partidos, >> nove partidos. O Adriano e Joinville não foi diferente. >> Não foi diferente. E agora nós aqui no Rio Grande do Sul estamos junto com PL, estamos junto com Podemos, com Progressistas, com republicanos. O próprio Zema acabou de falar do Sanderson, que é nosso candidato ao Senado. Não vai ser o vice em Santa Catarina. >> Vai ser o vice em Santa Catarina, novo IPL em Santa Catarina. Exatamente. Da mesma forma que tá aqui no Rio Grande do Sul. >> Quem seria o teu ministro ideal da economia ou da fazenda, Z? >> Ó, o que eu quero é um ministro que leva

▶ 00:26:47 adiante planos de privatização, que leve adiante o fim dessa gastança desenfreada. Hoje nós temos um governo rico e um povo pobre. E na hora que a gastança diminuir no Brasil, nós, eu falo que tem um efeito dominor gigantesco. Olha só o que que acontece na hora que a gastança do governo federal reduzir. O mercado enxerga isso, vai falar: "Esse governo aprovou reformas, esse governo fez

▶ 00:27:17 mudanças e o cenário é que nos próximos 50 anos haja aí uma economia de 5, 10 trilhões de reais. Não sei quanto seria aí, mas é tudo, é só colocar numa planilha. Isso vai fazer com que a taxa de juros caia de maneira acelerada em 12, 15 meses. O Brasil vai passar a ter uma taxa de juro civilizada em vez dos quase 15% hoje, isso aí tem condição de

▶ 00:27:47 cair para 7, às vezes até 6% com um governo com credibilidade. Na hora que isso acontecer, qual que é o reflexo na economia? Primeiro, os investimentos vão triquadruplicar. Hoje tem projeto engavetado no setor privado que não é viável por causa do custo financeiro. >> Uhum. >> Eh, para quem tá nos escutando aqui, nós temos de lembrar o seguinte: se você

▶ 00:28:18 constrói um prédio para lugar de R$ 100.000, você quer que aquele prédio renda no mínimo hoje R$ 1.000 por mês, 1%. concorda? >> Hum. >> Eh, como juros no Brasil eh é caro, eh muitas vezes ninguém tá disposto a pagar R$ 1.000, >> mas na hora que o juros cair, você consegue colocar um prédio de R.000 de pé e cobrar R$ 500 de aluguel. Então você viabiliza para você e para quem vai

▶ 00:28:51 pagar o aluguel. Então é uma questão bem simples, matemática. Com o investimento aumentando, o que que vai acontecer? A indústria investe, a indústria moderniza. [roncando] Olha só que coisa bacana. A indústria fica mais moderna, equipamentos novos, máquinas novas, máquinas de 30, 40 anos vão ser colocadas para fora. É igual trocar um caminhão velho, um caminhão buscar eficiência. >> Buscar eficiência. >> Mais moderno significa mais competitiva.

▶ 00:29:21 A indústria mais competitiva significa uma indústria que tem capacidade de exportar mais. é uma indústria que forma a melhor mão de obra. Em vez do sujeito tá dirigindo um caminhão da década de 70, 80, ele vai dirigir um caminhão novo que é cheio de computador. Ele vai ser um motorista mais qualificado. Dando só a título de exemplo, uma indústria mais competitiva é uma indústria mais produtiva também, porque ela vai melhorar a produtividade. E

▶ 00:29:52 produtividade é a chave para aumentar a renda. Um trabalhador numa indústria mais produtiva é um trabalhador mais bem remunerado. E outro ponto que às vezes ninguém atenta para ele, taxa de juros menor num país igual o Brasil, quantos por cir um celular parcelado, uma moto financiada, um carro financiado? Que que você acha? >> Imensa maioria, né? >> 80%, 70%, talvez até mais.

▶ 00:30:22 Todas essas pessoas hoje estão pagando uma prestação caríssima >> por causa da gastança do Lula, >> por causa da gastança do PT. >> No dia que os juros cair, como consequência da redução da gastança, todo mundo que tá aqui nos escutando, que paga a prestação do celular, do do computador, da moto, do carro, da casa, vai ter uma prestação menor. Então isso significa mais renda. menos

▶ 00:30:52 endividamento e o brasileiro tá sofrendo com endividamento hoje. Então é preciso atacar a Gastança. E eu quero um ministro que ataque, entendeu? É, é isso é que eu quero, um ministro que seja o mais pão duro possível. Vocês usam essa expressão aqui também, usam, né? É isso. Ele ele tá usando recurso público. Eu e eu vou fazer uma reforma administrativa. É o ministro que tope também alguns desafios. É necessário uma reforma administrativa.

▶ 00:31:22 Acabar com esses penduricalos tem que ter transparência. Então, eh, nós temos um teto de de salário e fica criando artifícios para burlar o teto. Parece que a lei não serve para >> Agora como é que tu lida com, desculpa, Claudio, eh, com funcionalismo numa numa situação como essa? Porque eh isso obviamente vai gerar choro e rangeiro de dentes. Fechar a torneira daqui a pouco é um reajuste que não vem, uma, sei lá,

▶ 00:31:52 faltar dinheiro para >> Ó, eu eu digo o seguinte, eh, eu tive uma grata surpresa como governador de Minas. Como é que foi em Minas? Porque o cenário lá também era caótico. >> É, é, nós temos de mudar algumas questões no setor público. Uma delas é uma questão de ter remuneração variável. Eu quero que quem é bom, é a grande maioria ganhe mais e que quem é ruim não só ganhe menos como muitas vezes saia do setor público. Você entende? Nós temos

▶ 00:32:23 de colocar um sistema, um processo onde os bons sejam reconhecidos. Uma boa professora hoje no Brasil ao lado de uma má professora. Ambas estão ganhando a mesma coisa hoje, não é isso, Marcelo? Nós temos de ter ferramentas para diferenciar. Vamos pegar no setor privado, aonde eu sempre atuei, um vendedor que vende o dobro do outro, ele vai ganhar o dobro do colega. >> Agora, no setor público, nós temos

▶ 00:32:53 professora que os alunos tiram nota nove e ganha igual a professora da sala ao lado, onde os seus alunos tiram nota quatro. Isso aqui que é pior ainda do que esse feito, Zema, o conhecido pacto pela mediocridade. Então, como a professora que faz o aluno consegue ensinar bem, tira nove, não tem um reconhecimento a mais, a outra professora que tá ganhando menos começa a puxar ela para baixo porque começa também ficar incomodado que

▶ 00:33:24 alguém tá trabalhando bem. Não, não pode tá trabalhando tão bem aqui no setor público. Você faz menos do tá fazendo, tá nos incomodando, tá nos gerando um desconforto. Quem trabalha mal tem que poder ser demitido. A estabilidade não é para proteger o mau servidor, é para proteger de interferências políticas no setor público. Aí tá certo. Não pode tá mudou o governador emitir todos os professores. Tá certo. Tem que proteger o servidor. Agora o servidor bom. É um é um escândalo hoje que a [roncando] maior punição para um juiz que é corrupto

▶ 00:33:55 receber uma aposentadoria compulsória. Não tem cabimento com salário integral. Tem que acabar esse tipo de mamata no setor público, ainda mais para quem é corrupto, para quem é criminoso. E o Zema tá alinhado com isso desde o início, porque ele conhece os instrumentos da iniciativa privada. Não atuou aquele saiu de Olha só, esse esse cara tá aqui do nosso lado. A gente talvez não conheça tão bem a história dele, quem tá nos assistindo. Ele quando começou a a administrar a empresa Zema lá tinha quatro lojas, tem mais de 400 que ele abriu de carro visitando todo o

▶ 00:34:25 estado, trocou mais de 20 vezes de carro. Não foi isso, Zema? >> É. Rodei 2 milhões de quilômetros dirigindo lá. Troquei 20 vezes de carro para poder fazer a >> abrindo loja a loja. Ele conhece a realidade, a barriga no balcão. Ele sabe como funciona o mundo real. Não só o mundo fictício que os políticos muitas vezes vendem pelo horário eleitoral, vendem nas entrevistas. Então esse é um mérito do Zema que a gente precisa reconhecer. >> É, eu eu vou jogar um bom, não é hard ball, é medium ball, né? Porque nós temos aí

▶ 00:34:56 três candidatos da direita, é o Flávio Bolsonaro, nós temos o Ronaldo Caiado e temos o Romeu Zema. Os três candidatos são bons. Os três candidatos são bons. Os três têm projetos bons pro Brasil, tem uma postura diferente, tal. Mas nós temos que resolver uma questão moral do país. Questão moral do país é a impunidade. Nós temos uma impunidade que virou quase que um crachá. Quer dizer, para eu participar de, para eu entrar em

▶ 00:35:26 Brasília, eu preciso de um crachá de corrupto. Eu preciso ser um amigo do Daniel Vorcaro, eu tenho que tomar isk Macalan. E fica tudo por isso mesmo. E se ficar tudo por isso mesmo é que o brasileiro tá cansado. Nesse sentido, por que que eu devo votar? E nesse caso eu não preciso fazer essa pergunta pro Marcel. Eu já sei que o o Senado vai atuar nisso, mas eu pergunto pro candidato a presidente Romeu Zema, o que que o senhor vai fazer com relação a esta crise moral que assola o país?

▶ 00:35:56 >> Uhum. >> Porque assim, ó, nós temos problemas administrativos gravíssimos, problemas financeiros gravíssimos, mas nós temos um problema moral que é uma OD à corrupção, a OD à malandragem, a OD à impunidade. O que que o senhor vai fazer para acabar com isso? Porque é isso que o Brasil mais tem uma pesquisa do poder data ontem que fala que o principal problema que o Brasil quer ver resolvido diz respeito a esta impunidade do judiciário. Que que vamos fazer com relação a isso?

▶ 00:36:26 >> Bom, a tarefa não é fácil, mas tá longe de ser impossível. Eu falo que quando eh você tem um histórico, esse histórico acaba tendo um peso muito determinante sobre aquilo que você vai fazer. Eh, um médico cardiologista que já fez 5.000 cirurgias cardíacas, ele tá muito mais bem preparado para salvar um paciente do que um

▶ 00:36:57 recémformado ou do que do que um que só fez 500 e teve uma mortalidade muito grande. Concorda? >> Então, eu acho que o meu histórico me habilita a fazer essa operação tão difícil. Eu tive um governo em Minas Gerais de 7 anos e 3 meses, onde não teve escândalo, não teve corrupção. Eu falo que o meu governo, ele foi um governo muito ruim para a mídia, você entendeu? Ele não tinha notícia. Uhum.

▶ 00:37:27 >> A mídia vive muitas vezes de notícias picantes, de notícias negativas. Lá durante a minha gestão não houve. E eu tenho dito, eu estou indo para Brasília para fazer diferente. Eu tenho sido muito enfático. Vai ser fácil? Não, mas se o brasileiro me elegendo, eu chego lá tipo com uma certa carta branca, concorda? Para fazer mudanças. Eu vou chegar lá com uma

▶ 00:37:59 procuração. Eu te elegir não foi para você fazer o que os mesmos de antes sempre fizeram, não. Foi para fazer diferente. E vou propor todas essas mudanças. Eu quero um Senado atuante [roncando] com o Marcel, com o Marinho como presidente, fazendo impeachment de ministro quando esses absurdos estiverem acontecendo, mudando as regras. Nós vamos precisar mudar questões constitucionais. Se hoje a maioria dos

▶ 00:38:29 senadores não é suficiente para uma investigação em adiante, vamos mudar essa regra. >> Qualquer presidente não pode barrar a vontade dos eleitos, né? Hoje nós temos um presidente lá que parece que tem o rabo preso do Senado e que fica barrando. Eu também sou uma pessoa que >> só parece >> como só parece. É, só parece. Ironia aqui. >> Exato. Eu também sou uma pessoa que acredito muito que você já tendo essa credibilidade, você traz muita gente pro

▶ 00:39:01 seu lado. Isso aconteceu lá em Minas. >> Quando eu fui eleito >> no meu primeiro ano de governo em 2019, todo lá apostavam num impeachmanu, um sujeito que veio de fora da política, >> que nunca veio do setor público, entendeu? >> Não vai durar muito tempo. E muitos não duraram, né? Infelizmente isso aconteceu no Rio, aconteceu em Santa Catarina, eh, etc. Aí muitos, como eu eh não sobreviveram, mas nós não só fomos

▶ 00:39:31 reeleitos, como fomos reeleitos em primeiro turno e sempre tivemos um governo bem avaliado. Eu falo é porque eu levei para o setor público aquilo que eu sempre fiz no privado, que é montar bons times. Quando você tem gente competente e não cabo eleitoral, que é o que via de regra acontece no Brasil, ou um prêmio de compensação, né? eh para quem perdeu a eleição, como alguns partidos fazem muito, você acaba fazendo a diferença. Então, eu sou muito confiante que é possível, sim, fácil não

▶ 00:40:02 é. você vai eh ter de ter essa força política e eu penso que o novo presidente terá sim, ele vai chegar lá com esse endosso do brasileiro para fazer a mudança. >> Então se alguém, se o senhor nomear um chefe da Polícia Federal e algum juiz se pro senhor não renomear, o senhor vai manter a nomeação? >> Vou. Eu gosto muito, assim, eh, de ser extremamente cuidadoso no processo de seleção. >> Todo o meu secretariado em Minas é o

▶ 00:40:34 estado que tem menos secretarias no Brasil, apesar de ser o segundo mais populoso, são só 14. Todos foram selecionados, passaram por essas empresas de consultoria de recursos humanos, que no mercado aí eles se chamam de Red Hunter. Isso é que o Glauco tá lembrando aqui do episódio Ramagem lá no governo Bolsonaro, né? >> Raga, para mim ali foi muito um drama muito pesado. >> Quem é que mandava no governo? Quem mandava? Quem mandou >> foi o seu Alexandre Moraes, >> o Supremo Tribunal Federal na figura.

▶ 00:41:04 frase que eu notei enquanto a gente tava falando aqui, que eu acho que até eu deixar registrado para falar mais vezes. >> Mais importante do que estarmos todos unidos em torno de um único projeto hoje a favor do Brasil é todos estarmos unidos, ainda que em diferentes projetos, contra o mesmo inimigo, que é Lula e o consórcio do PTSTF. Ah, certo. >> Acho que isso é mais importante hoje, mesmo que tenha vários projetos, que o inimigo seja o mesmo. >> Se tivermos vários candidatos na direita, não der para fazer uma

▶ 00:41:34 composição, muito mais importante é o quê? Que todos saibam, ó, o nosso inimigo é o Lula e o consórcio PT, STF. >> E no caso da eleição pro Senado, que é turno único, né? Eu lancei a campanha aqui, Fica em casa Rigoto, né? >> Porque eu o Rigoto não drena um voto da Manuela ou do Paulo Pimenta, mas eu acho que ele tem potencial paraar. pela pela pela figura dele. Ele é uma pessoa que contribuiu em muitos casos. Tenho algumas críticas também, me dou bem com ele, mas eu acho que nesse

▶ 00:42:04 momento que já estamos consolidados, Marcelo e Sanderson, e nós estamos, eu nem sei a posição do Rigoto, nunca ouvi sobre a questão do STF, por exemplo, >> eu tô perguntando o ar, tentando entrevistar ele aqui, não consigo, mas eu tenho 90 para nós já não saber já é um sinal, nós estamos já há muito tempo trabalhando essa pauta e a gente precisa, isso é uma coisa, você tocou num ponto fundamental, muita gente não sabe que vai ter duas candidaturas eleitas nesse ano, ou seja, o eleitor inclusive vai votar duas vezes, não vai votar uma Pessoal, muita gente não sabe de exemplo, >> muita gente inclusive esclarecida ontem,

▶ 00:42:35 gente esclarecida não sabia que tá com Então assim, nós precisamos eh lembrar que se nós não mudarmos a correlação de força no Senado, não vai mudar o Brasil. E o Rio Grande do Sul, para ajudar nessa mudança, tem que aumentar o número de senadores de direita, tem que aumentar, tem que botar mais um, porque a vez passada, quem foi? Para quem não lembra, se elegeram Heines, que é um excelente senador, inclusive votei nele na eleição de 2018. fiz campanha e o Paulo Paim. Paulo Paim, >> nós deixamos de fazer dois de direito. Então, se nós quisermos aumentar a

▶ 00:43:05 correlação de forças, aumentar o número de senadores de direito, o Rio Grande do Sul tem obrigatoriamente que mandar nessa vez dois senadores de direito. >> E se tem voto suficiente para eleger o Marcel, tem pro Sanderson, se tem pro Sanderson, tem pro Marcel, porque esse voto tem que ser. >> E daqui a pouco o Rigoto também daqui a pouco ainda vem junto pra campanha, desiste, nos apoia. Porque eu acho que ele não é o cara que vai nesse momento, não é o senador que o Brasil precisa nesse momento. Talvez outro. Eu repito, tenho ótima relação com ele. Aliás, ele ele é um cara que sempre teve um trato muito afável comigo e e com quem é de

▶ 00:43:36 direita e por isso que ele representa um risco também que a gente não precisa correr nesse momento de daqui a pouco inclusive não ter nenhum eleito da direita pode acabar acontecendo com esse tipo de candidatura. Então, eh, até eu fico aqui até peço, né, pro Rigot repensar e se juntar à nossa campanha depois, a pré-campanha nesse momento, >> por não s protestos aqui, na verdade, eu tô tô sendo fulminado ali pela equipe, eles estão preocupados por causa da agenda compromisso, mas >> é que o papo tá bom. Faço o convite aqui, eu e Glauco para que vocês

▶ 00:44:07 retornem essa bancada. Vários assuntos ficaram para trás aqui. Eu queria falar sobre, queríamos falar aqui sobre combate a crime organizado. É uma chaga no Brasil, vai ser tema da campanha. Eh, outros assuntos inerentes aqui ao Brasil, mas obrigado pela atenção, Zema. Volte ao Rio Grande do Sul mais vezes e venha aqui a nossa bancada da Rádio Mais Brasil. Marcel, ontem tá conosco aqui pela live, acho que é a primeira vez de manhã aqui, né? >> No teu programa primeira vez. Estive com Júlio esses dias também. Isso. >> E eu agradeço muito o carinho de vocês com a gente e principalmente nós agradecemos como brasileiros o trabalho

▶ 00:44:38 ergúlio que vocês fazem, que eu sei que não é fácil e a Rádio Mais Brasil realmente nos representa. Muito obrigado. >> Perseguidos pela pela esquerda aí. É troféu no instante, né? Não não vou dizer que é bom, mas é mas é troféu no instante. Governador Zema, desejo sucesso. Eu particularmente gosto de vários combates. Não gosto muito do negócio de vamos se juntar já. Não, acho que uma boa ideia >> é e e tem que ficar claro. Acho que nós não comentamos aqui no assessoria que tá desesperada aí. Dorival Golarte disse que saiu do novo, viu Zema? Por causa do Almoedo, mas volta. aconteceu foi

▶ 00:45:09 expulso. Zema e eu inclusive e outros líderes do Novo assinamos o pedido de expulsão. Liminarmente foi expulso. Depois ele mesmo, pelo menos ainda teve a decência de sair do partido para vocês verem o novo tá em outra fase. Se você quiser também se junte a nós, venha pro novo. Obrigado.