O IGOR TOCOU NUM TÓPICO SENSÍVEL...
Romeu Zema · 04/07/2026 · 28 min · Romeu Zema
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▶ 00:00:00 Tô levando um remédio para dar jeito no Brasil. Quem acompanhar vai ver qual remédio que é esse. Aí rodei mais de 2 milhões de quilômetros para poder colocar essa empresa de pé. Troquei de carro 20 vezes a cada 100.000 km. Sugeri a gente fazer um cadastro dos amigos dos moradores de rua e passar os endereços para eles para eles acamparem na porta da casa dessas pessoas. Resultado desse
▶ 00:00:30 confronto, 28 criminosos mortos e encontraram lá dentro da fazenda um arsenal de guerra que seria utilizado para poder fazer essas ações aí contra bancos e caixas. A semana aqui em São Paulo, cheguei agora a pouco, tenho mais de 30 compromissos aqui. E esse número 30, você sabe, eu gosto muito dele. Acompanha aí para você ver. Vou dar entrevistas, vou ter uma série de reuniões para poder mostrar aquilo que
▶ 00:01:03 nós queremos fazer pelo Brasil e que já foi feita em Minas Gerais. >> Tem dia que é extremamente cansativo, às vezes hotéis nem tão bons. Hoje o hotel não tinha água quente, que é o mínimo que um ser humano merece. Mas estamos aqui mais um dia sorrindo, recebendo as pessoas. É isso aí. Fazer o quê? Não tem jeito. >> Bom dia a todos. Um prazer estar aqui com vocês. Fico muito, muito agradecido pela presença. Eu vou falar rapidamente da minha trajetória no setor privado, no
▶ 00:01:35 setor público e os planos que eu tenho para o Brasil. Eu venho de uma família de imigrantes italianos que desceu aqui em Santos e foi para Cravinho substituir mão de obra escrava há 128 anos atrás. Eu fui a quarta geração a administrar a empresa e coube a mim fazer uma reviravolta. Hoje o negócio de concessionárias representa 10%
▶ 00:02:05 do faturamento e o outro negócio que eu criei representa 90. Eu fiquei 30 anos abrindo lojas de móveis e eletrodomésticos em 470 cidades, a maior parte interior de Minas e também estados vizinhos. Meu pai ficou muito decepcionado quando eu não fui trabalhar com ele na concessionária, mas me emprestou o dinheiro, paguei ele de
▶ 00:02:36 volta como se fosse um banco e rodei mais de 2 milhões de quilômetros para poder colocar essa empresa de pé. Troquei de carro 20 vezes a cada 100.000 km. Então eu conheço Minas Gerais como poucas pessoas conhecem. acabar com as decisões monocráticas. O que que aconteceu duas semanas atrás? O Congresso voltou a dosimetria, a canetada lá de um ministro anulou um
▶ 00:03:07 voto de 400 parlamentares. Da forma que está funcionando, nós podemos fechar o Congresso porque o STF governa o Brasil. Então essa credibilidade dá para ser construída. É impossível continuar com alguns senhores lá no Supremo Tribunal Federal depois do que fizeram. E além disso, sempre me perguntam, eu já vou completar a sua pergunta numa outra questão. Ah, mas presidente que chega em Brasília fica
▶ 00:03:38 refém do sistema. Aí tem alguns pontos que eu quero dizer. Primeiro, eu tô indo para fazer diferença. Eu não importo de ser presidente impopular de um mandato, desde que eu consiga implementar as diferenças. Posso ser o boi de piranha, não tem problema nenhum. A minha missão no setor público não é me perpetuar, é fazer a diferença que é é exatamente o oposto dos políticos que só pensam em voto. Eu penso em fazer o certo. Então o
▶ 00:04:10 meu modelo mental é bem distinto. E o problema da educação são os incentivos errados. Nós temos na educação um pacto pela mediocridade. Não sei quantos de vocês que são aqui empresários que t nas suas linhas de produção ou na área de vendas pessoas que ganham por produção ou por venda. Os comissionados. Acho que todo mundo tem ou então sabe o que é. Na educação no Brasil, uma escola boa, uma
▶ 00:04:43 professora boa e uma escola péssima e uma professora péssima ganham a mesma coisa. Não há incentivo. E os sindicatos simplesmente controlam esse sistema, essa atividade e não deixam você colocar incentivo. Não deixam. Se uma professora, os seus alunos têm média nove e outra professora, os alunos têm média seis na mesma escola, elas vão
▶ 00:05:14 ganhar a mesma coisa. Se uma se dedica muito, tá qualificada, se esforça e a outra nada, ganham a mesma coisa. Aí as famílias ficam aliviadas, menos intervenção. É privatizar tudo. Como eu falei, em Minas já vendemos mais de 117 empresas onde o estado tinha participação. A Copasa daqui duas semanas vai ficar faltando a semilhos. O estado já tem muito que fazer na área da
▶ 00:05:45 saúde, da educação, que eu fui aqui questionado, da segurança pública, da infraestrutura e ainda vai querer administrar empresas. Ó, vou te dar aqui algumas notícias. Então, primeiro, candidato à vice, tá longe de ser definido, mas nós queremos alguém ficha limpa e as mulheres, com toda certeza tem muito mais ficha limpa do que homem. Paraa sua curiosidade, o estado de Minas tem 56.000
▶ 00:06:19 detentos. 56.000. Só 3.000 são mulheres. Você concorda que tem muito mais bandido homem do que mulher? Não é verdade, né? Eu fui o governador de Minas que mais nomeou mulheres desembargadoras para o Tribunal de Justiça. Também nunca nenhum outro governador nomeou as seis ou sete mulheres que eu levei pro Tribunal de Justiça. Pela primeira vez na minha gestão, nós tivemos mulher à frente da Secretaria da Agricultura, uma mulher à
▶ 00:06:51 frente da secretaria do meio ambiente, uma mulher à frente do Corpo de Bombeiros, Coronel Jordana. E agora o novo governador nomeou uma mulher para Polícia Militar também, pela primeira vez, uma comandante mulher essa semana agora. Então, em Minas mulheres estão indo muito bem. Nós vamos fazer o mesmo no Brasil. Acabei de chegar em São Paulo, já almocei aqui com uns 200 empresários, falei para eles das minhas
▶ 00:07:21 propostas e agora tô indo encontrar com o Igor do Flow Podcast, que todo mundo conhece e acompanha aí que agora mesmo eu tô lá com ele a caminho. >> E o senhor tá levando uma uma surpresa aí para ele, um remedinho diferente. >> Tô levando um remédio para dar jeito no Brasil. Quem acompanhar vai ver qual remédio que é esse aí. Esse remédio vai levantar o Brasil. Acompanhe aí para você ver. Ficar com >> com pé de fora com esse frio. Não.
▶ 00:07:51 >> Ah, cara, mas é que eu prefiro o conforto do chinelo do que o >> meu filho é assim também do desse rapaz. >> Fazer revê-lo. >> É, >> tentaram me colocar lá no Se eu fosse governador ainda estaria lá. Mas como eu deixei de ser governador foi pro STJ. Entendi. Isso é bom ou ruim? Ah, >> para mim não afeta em nada. Se tiver tipo a cadeia nós vamos. Não é [risadas] >> dá nada. >> É, eu tô precisando parar para para ler uns livros aí. Eu vou achar até bom. É,
▶ 00:08:22 [risadas] >> tá cheio aí, ó. >> É, você me manda uns lá bons. Tá bom, bom, >> viu? É, não tô tendo tempo. Eu vouar se tá tudo pronto e a gente já. Tá bom. Todo mundo. É porque eu tô fumando craque. Ah, [risadas] >> achei que ia falar que tá usando bom já. Pior que não. Eu tô eh, na verdade eu tô mais gordo, cara. Eu tava eu tava melhor no treino. Eu tô todo dolorido de treinar, >> Bom demais. >> Vai lá. Ó, o Pal ele é em termos de ano
▶ 00:08:52 antigo. Eu não sei se ele é 2010, 12 por aí. >> Hum. Ah, >> mas ele foi um carro que não rodou muito não. >> Não tem só 700 1000 km rodado. >> É, ué, eu tô falando com você, tem muito lá, ué. >> Não chega nessa quilom do carro. >> Qual que era o problema do carro? Fala para ele. >> As duas portas de trás não estavam abrindo por dentro. >> Então é porque tava lá com pino de criança. É, é com pino de criança.
▶ 00:09:22 Uma das portas tava sem a maçaneta no cara. Então entrou algum ladrão lá na minha casa. A última vez que eu andei nele, ele tava bom. Mas falando sério, >> a última vez [música] melhor que o senhor fizesse uma composição do Flá Bolsonaro, não fosse o candidato direto. Como é que o senhor encebeu essa declaração de um aliado?
▶ 00:09:52 >> Muita naturalidade, né? Quem acompanhou a fala toda sabe que isso é uma mera conjugação, uma mera ideia. O mundo perfeito sempre existe nas nossas cabeças e para mim o mundo perfeito seria ser candidato único também. Então isso não afeta em nada e continuo dando meu total apoio a ele e ele caminhando comigo. PSD novo em Minas Gerais estão caminhando lado a lado.
▶ 00:10:22 >> Bom dia. Acabei de chegar aqui em Sorocaba. Muitas entrevistas aqui, três pelo que eu vi na agenda e mais vários compromissos aqui. Vamos ter uma quarta-feira bem agitada com >> você do almoço do NT. Ah, perfeito. Exatamente. Eu era do agora eu sou apoiadora sua e Adriana. Tá junto com a Adriana. Muito bom. >> A vai ter presente, gente. >> Ela vem aí. Que coisa boa. Ótimo. Quero te pegar uma lembrancinha, >> ó.
▶ 00:10:52 >> Que Nossa Senhora continue te iluminando na construção. >> Muito grande. Muita grande. Olha que beleza. É um tijolinho. >> Veio veio da Nossa Senhora da Basílica de Nor, >> da Basílica lá de Aparecida do Norte. Muito agradecido mesmo. >> Que ela te abençoe. Obrigada pelo que você tá fazendo pelo nosso país. >> Terminamos a primeira. Estamos aqui já no segundo compromisso. Bom dia, >> governador. Bemvindo ao Bandeiras Empresarial. >> Como vai? Tudo bem você? >> Tudo bem. Sou o Luiz Salmeiron, sou R de inovação aqui. >> Tudo bem Luiz? >> Tudo bem. Sou um fã do seu trabalho,
▶ 00:11:22 viu? >> Ah, muito obrigado. Bom dia. Como é que vai? Tudo bem. >> Nosso diretor de comunicação aqui. >> Tudo bom, Tosição? >> Aqui é um shopping a céu aberto. Eu vi. Centro empresarial, que é um ecossistema com mais de 230 empresas aqui dentro. Ficou muito bacana. Bacana. Era uma indústria e foi adaptado. Tô vendo os galpões industrial. >> Indústria têtil, passou toda a transformação retrofit. >> Então que beleza. >> O centro logístico industrial até se tornar hoje aqui esse complexo em todo tipo de empresa aqui, desde
▶ 00:11:53 profissionais liberais, né, empresas de de consórcios, saúde, seguros, até um bedula pegando também. Então você tem um mix de coisas até a Jovem Pan, que hoje é a principal rádio, né, da nossa região aqui, tá aqui dentro. Vai ser bem recebido aí pela Você já tá na rádio há muito tempo. >> Não, eu sou do Bandeiras, aqui no Bandeiras. Isso. >> E o pessoal da rádio vai te receber a Lana da Jovem Pan. Tudo bem? >> Vamos lá. Isso, Alana. Vamos lá. >> Vamos lá. [música]
▶ 00:12:29 >> [música] [música] >> Como o deslocamento é curto, o pessoal pediu pra gente responder umas perguntas da audiência aqui. Pode ser? >> Pode. >> Um pessoal aqui perguntando sobre diminuição de impostos. Como é que você faria isso? >> Diminuir [roncando] impostos é fazer no
▶ 00:12:59 setor público o que todo setor privado faz, que aumentar a eficiência. Tem uma lei que fale, ó, o setor público precisa melhorar a eficiência e aumentá-la em pelo menos 1% ao ano e a medida que isso se concretizar repassar pros tributos, porque o que tem acontecido no Brasil é o oposto. É um setor cada vez mais gordo, ineficiente e mandando a conta pro pagador de impostos. >> Tem alguma alguma receita para fazer
▶ 00:13:29 essa melhoria de eficiência? >> A receita é qual? é falar o seguinte: se você hoje tem um gasto de 1 milhão, daqui um ano você vai ter de ter um gasto de 990.000. >> Ah, é fazendo a mesma coisa, né? >> Fazendo a mesma coisa. >> Entrega o mesmo resultado por menos. >> Entregar o mesmo resultado por por menos, né? >> Tipo, utilizando inteligência artificial, alguma coisa assim, >> automação, inteligência artificial, processos mais eficientes, né? O que eu
▶ 00:14:03 dá para fazer tranquilamente, revisão de contratos, todo mundo faz isso, né? A economia cresce por causa do aumento da produtividade. >> Então, né? O governo não faz, né? >> Governo não é quando eu falo todo mundo, setor privado, quem não faz quebra. >> O senhor fez isso lá em Minas Gerais? >> Fizemos, eu acho que até muito mais do que isso. Nós reduzimos mais de 50.000 1 cargos lá no governo. A folha de pagamento representava 67%,
▶ 00:14:34 caiu para 49. >> É 67% da receita, né? >> Da receita. De 67 para 49 em 7 anos. Me parece que aí o aumento foi muito maior do que 1% ao ano. >> Tem tem um aqui que tá perguntando como é que o senhor vai resolver a bomba fiscal deixada pelo Lula. Ainda não deixou, né? Que ele ainda tá lá ainda. Eu acho que piorando ainda mais. Como é que você acha que resolve essa bomba? >> A receita vai ser semelhante ao que foi feito em Minas, né? reduzir gasto e dá
▶ 00:15:05 para reduzir muito e simultaneamente ir fazendo as reformas que vão eh fazer com que haja economia no futuro, economia de recursos públicos, que é uma reforma administrativa, uma reforma previdenciária, uma revisão dos benefícios sociais e cortar privilégio, cortar mordomia, ter um presidente que exemplo de economia, porque hoje nós temos exemplo de
▶ 00:15:36 gastança, só começar pelo presidente primeira dama e tudo isso conta. E quando tem alguém que dá exemplo, você costuma conseguir melhores resultados do que quando alguém que dá exemplos ao contrário. >> Mas como é que a gente, eu vou fazer uma pergunta que é um pouco mais polêmica, né? Como é que a gente reduz as despesas da primeira dama? Acho que primeiro a dama de tinha de viver só primeiro com o salário que o presidente ganha, né? E
▶ 00:16:06 não ficar tendo verba para viajar, verba para hospedar, verba para isso, para aquilo, como tem acontecido. Primeira dama, na minha opinião, tinha que de ser essa figura para tá próxima como esposa, né? que nós estamos vendo em Brasília, ela quer ser meio que uma ministra, né, de tudo, de aparecer, de estar junto, de opinar, de etc. >> Você acha que ela faz parte da farra dos intocáveis?
▶ 00:16:36 >> Com certeza. Se o presidente encontrou com o banqueiro bandido, é provável que ela estava junto também. Ela tá sempre tão próxima, né, de tudo que ele faz. Então é provável que tenha ou encontrado ou pelo menos ela pensa como os intocáveis também, né? A farra não tá necessariamente ligada ao banco, né? É um negócio um pouco maior do que apenas o banco. O banco é um pedaço da farra, né? >> É os intocáveis é um estilo de vida, né?
▶ 00:17:06 um estilo de imaginar o mundo como se eles fossem ali superiores, eternos e como o próprio nome indica, intocável, né? Que vão estar ali para sempre, independentemente do sofrimento do brasileiro, de tudo que esteja acontecendo. E com certeza ela pensa assim também, né? Um deslumbramento com o poder. >> Moradores de rua, sujeira, fé, urina no centro, avir, senhor tem alguma solução
▶ 00:17:37 para isso? >> Moradores de rua para mim é um problema que só tem crescido no Brasil. Tá todo mundo fingindo que ele não existe e incomodando todo brasileiro que anda na rua, né? Primeiro, uma questão de segurança pública. Tem muito criminoso que se infiltra ali e que no momento adequado furta, rouba, problema de saúde, um pessoal que faz ali as necessidades no meio da rua. A minha
▶ 00:18:07 recomendação é a seguinte. Todo mundo gosta dos moradores de rua que alegam que são vítimas da sociedade. Eu sugeriria a gente fazer um cadastro dos amigos dos moradores de rua e passar os endereços para eles para eles acamparem na porta da casa dessas pessoas que são os amigos dos moradores de rua, já que eles gostam tanto, né? Eles podem estar cedendo a sua calçada para que esses moradores possam ter ali um conforto até
▶ 00:18:39 maior na porta da casa, da residência ou do comércio. calçada é pública, mas eles >> não devia nem >> estariam, vamos dizer, permitindo, né, já que eles gostam tanto, mas eu sou da opinião que a grande maioria dos moradores são dependentes químicos ou pessoas que têm algum tipo de problema mental e que precisam ser colocados numa instituição, queiram eles ou não, ou
▶ 00:19:11 seja, precisam ser levados mesmo que não concordem. >> Foi por isso que o senhor falou que ia guinchar os moradores de O senhor não falou isso, né? O senhor falou que tinha que ser igual guincha carro, né? >> Exato. Quem para um carro em cima de uma calçada hoje eu penso que amanhã esse carro não vai est lá, vai ser guinchado, não é? Agora tem gente que arma uma barraca numa calçada e que vai continuar lá um ano perturbando quem passa pela calçada, atentando contra a segurança,
▶ 00:19:42 criando problema de saúde, de higiene. Então eu eh trataria a questão dos moradores de rua nessa linha. Calçada é área pública, é área para as pessoas transitarem, igual rua é para carro transitar. E se alguém acampou numa rua, tá morando numa rua, está invadindo uma propriedade pública. Será que alguém pode entrar lá no palácio do Planalto e morar lá dentro? Aquilo lá é uma propriedade público lá, né? É, lá eles
▶ 00:20:13 conseguem manter os mendigos fora, né? >> É. >> Será por, né? Que lá é tão diferente daqui. >> Ali na calçada da praça dos três poderes >> e lá é cheio de lugar coberto, né? Lá dava para botar umas barracas boa ali debaixo, né? Exatamente. Que será que não pode lá? O senhor concorda com esse tempo? Porque as barracas na grande maioria das vezes, é distribuído pelas próprias prefeituras, né? E isso é isso é um jeito digno de morador de rua viver. >> Acho, eu falo que tem gente até que é boa, bem intencionada, né? que leva
▶ 00:20:44 refeição, que leva às vezes até alguma coisa de higiene, de limpeza, mas essas pessoas que querem ajudar tinham de levar isso para os abrigos que acolhem os moradores de rua, porque na hora que entrega isso na rua, você tá estimulando, incentivando a pessoa a permanecer na rua, já que ele passa a receber ali tipo um auxílio em que a permanência dele fica até mais fácil. Então, acho que nós temos e várias
▶ 00:21:15 prefeituras, pelo que eu tenho conhecimento, principalmente no Sul. Tive lá em muitas cidades, você não vê moradores de rua em cidades grandes, na região sul. Lá a Secretaria de Ação Social da Prefeitura, juntamente com a comunidade, adotaram medidas que t impedido que eles tomem conta da cidade, como tem acontecido em Belo Horizonte. É tão econômico que nem tem primeira dama. Você tem comentário para falar disso? >> É, esse tipo de gasto o estado de Minas
▶ 00:21:47 não teve não, né? Até nós utilizamos, né, como primeira dama a esposa do vice-governador, né, que assumiu aí, mas fazendo um trabalho, né, digno de reconhecimento aí na área de assistência social, que não tem nada a ver com a primeira dama do Brasil. >> Como é que você tá? Muito obrigado por ter aceitado o convite, viu? Um prazer de ter aqui. Prazer muito, muito privilegiado.
▶ 00:22:18 >> Que beleza. Ó, Brasil Paralelo. Com certeza você conhece. Acabei de chegar aqui, ó. Vou participar aqui de um programa bem bacana. acompanha aí [música] pediram para eu falar bem do jeito Bernardo de falar. A gente tá aqui no Brasil Paralelo, ó. E ó o homem lá, ó lá, ó. Zemão da massa. Ó o Brasil
▶ 00:22:50 paralelo. Fala a verdade como ela é, né? Não tem medo da Não tem medo dos fatos. E aí eu quero comentar a viagem que eu fiz, a missão que eu participei o ano passado a El Salvador, país da América Central, onde foi feita a experiência mais bemsucedida da história da humanidade em redução de criminalidade e homicídios. O número de homicídios em El Salvador reduziu mais de 99%.
▶ 00:23:23 Parece mentira. Mas é só pegar aí, entra na internet e d e dê uma olhada o que que foi feito lá nesse país, que eu fui conhecer, conversar com as pessoas e com as autoridades federais lá. Todo faccionado, todo membro de organização criminosa foi enquadrado como terrorista. E todo terrorista tem uma pena mínima de 25 anos sem direito a nenhum tipo de benefício. Tiveram de
▶ 00:23:56 construir presídios, mas na hora que os bandidos, em vez de ficarem na rua, ficaram dentro do presídio, teve essa diferença. Dá para fazer isso aqui no Brasil? tranquilamente que dá tranquilamente. E lá em El Salvador teve alguns efeitos colaterais que eu quero comentar aqui. Primeiro, encontrei com um turista brasileiro lá que vai lá 10 anos surfar. Ele me reconheceu e falou: "Zema, antes eu vim aqui em El Salvador,
▶ 00:24:28 os hotéis a mosca, ninguém. Hoje eu venho tudo lotado, turismo bombando, quantidade de turistas mais do que triplicou. Tive lá com o ministro da segurança pública e outros. Um deles me falou: "3.000 salvadorenhos que moravam em outros países, principalmente Estados Unidos, já voltaram para El Salvador. Nós temos 5 milhões de brasileiros fora e esse
▶ 00:24:59 número só cresce todo ano. Se alguém acompanha sabe disso. As pessoas viram que El Salvador passou a ser seguro, que passou a ter oportunidades de emprego, mas a maior diferença aconteceu para quem mora nas comunidades. Eu fui lá conversar com o dono do boteco de 10 m², fui conversar com o o motorista do aplicativo, fui conversar com a quitandeira que tava lá com a bandeja
▶ 00:25:30 vendendo na rua, fui conversar com estudante, fui conversar com um dono de uma mecânica e mais uns 30 e tantos. Todos falaram: "A minha vida melhorou muito. Ninguém quer voltar paraa situação antiga. Eles eram estorquidos. O dono do boteco tinha de pagar 300 por mês pra organização criminosa que controlava o território lá. Alguns deles, ou parentes de alguns já tinham
▶ 00:26:02 sido expulsos de casa porque tinha uma casa mais bonitinha. E o chefe lá do crime falou: "Eu é que vou morar aqui agora e se você não sai é tiro". Todos pagavam mais caro pela água, pela energia, pela internet. Então, a vida do cão. E hoje 60 milhões de brasileiros vivem dessa forma. Em 2021, em Varginha, a Polícia Militar de Minas detectou que 28 homens alugaram uma fazenda e
▶ 00:26:34 pensaram: "Será que é um retiro espiritual? Será que é para fazer lá uma churrascada de comemorar não sei quantos anos de formato?" E foram lá averiguar porque despertou uma suspeita. chegaram lá, foram recebidos a bala. Teve um confronto. Resultado desse confronto, 28 criminosos mortos e encontraram lá dentro da fazenda um arsenal de guerra que seria utilizado para poder fazer
▶ 00:27:05 essas ações aí contra bancos e caixas eletrônicos que geralmente são feitas de madrugada utilizando escudo humano pra polícia não poder atacar. Depois desse episódio, o cangaço, esse novo cangaço em Minas, praticamente foi embora. E agora em outubro nós vamos ter a oportunidade de decidirmos se nós queremos que o Brasil fique na mão desses intocáveis lá de Brasília, ou se
▶ 00:27:36 o Brasil vai ser dirigido por brasileiros de bem. É agora ou nunca? Muito obrigado.