TEM MAIS RATO NO BRASIL OU NOS EUA? | Zema em NYC - Ep.1
Romeu Zema · 09/06/2026 · 37 min · Romeu Zema
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▶ 00:00:00 Eu acho que vai ter muita surpresa aí pela frente. Até agora foi a ponta do iceberg. Eu quero tirar uma foto com esse ratão aqui. Tô achando que ele veio de Brasília para cá, ó. É o que mais tem em Brasília. Acho que os de lá são até maiores e mais gordos do que esse aqui. Diz que não tem rato aqui, né? >> [risadas] >> Hein? Todo mundo buzinando, impaciente,
▶ 00:00:31 estressado. Ó, e o que eu gosto aqui nos Estados Unidos é que do 12 pula direto para o 14. Aqui ninguém gosta de arriscar azar igual brasileiro. Muitas vezes arrisca não. Passando aqui a segunda-feira, vou ficar aqui segunda, terça, quarta e quinta em Nova York. Não contei, mas vamos ter aqui mais de 20 agendas nesses quatro dias. E essa semana eu tô satisfeito
▶ 00:01:01 porque vai ser muita caminhada, vai dar para fazer quase tudo a pé. Aqui em Nova York é tranquilo para andar a pé. Cidade bem plana, em primeiro lugar. Calçada larga, as ruas muito bem numeradas. Então você vai bem rapidinho aqui de um lado para o outro. Só quando a distância é muito grande para tomar um metrô ou então um táxi. Mas pelo que eu vi aqui, nossos compromissos
▶ 00:01:31 vai ser possível ir tudo a pé. Às vezes é uma caminhada aí de 15 minutos, 20. Mas nada que justifique estar pegando um carro, não. Essa primeira agenda aqui, nós já estamos aqui caminhando já tem uns 15 minutos e ainda temos mais uns cinco, 10 pela frente. E o melhor é caminhada, que dá uma mexida no corpo e trânsito muito ruim aqui. Pegar táxi, aplicativo não resolve muito não.
▶ 00:02:01 E vamos estar mostrando as nossas propostas aqui que são muito boas. Já foi feito em Minas Gerais, deu certo e agora é fazer no Brasil também e vai dar certo. Nosso hotel aqui não tem café em Nova York e nós vamos tomar agora um café em um fast food. Tem um cafezinho bom expresso no Burger King e no McDonald's. Tem uns lugares aí que o pessoal até para rentabilizar mais o aluguel, né, passou
▶ 00:02:32 a servir café da manhã porque só servir almoço e jantar acaba eliminando essa possibilidade de estar faturando na parte da manhã. E tem o McMuffin, tem um croissantzinho que eu gosto muito. Vem aí com ovo, com bacon. Dá para sustentar bem. Vamos ver se a gente encontra aqui no caminho. Eu sou totalmente favorável a alguns pontos de grandes cidades terem autorização
▶ 00:03:02 para fazer o que se faz aqui na Times Square, vira uma atração turística, um lugar aonde as pessoas acabam se reunindo. Eu sou contra a pichação, que é o que sobra no Brasil, infelizmente, ninguém é punido, contra morador de rua que fica causando transtorno para os pedestres, para quem mora e trabalha na nessas regiões. Agora ficar proibindo de colocar aí
▶ 00:03:32 esses sinais luminosos, principalmente se for em alguns quarteirões, nada contra. É, vi essa loja aqui que serve aí croissant, só café. Tava mais perto. McDonald's fica pra outra hora. ah,
▶ 00:04:05 Só esse um, please. Um, yeah. Yes, the regular, the the bigger one. Ok. O inglês milk não é aquele inglês inglês profissional não, mas dá pra se virar bem. Sempre bom variar, né? Pão de queijo muito bom, mas croissant também não é ruim não. >> Que pena, você errou.
▶ 00:04:35 >> Da primeira vez que o senhor veio pra cá, governador, pra agora, o senhor nota muita mudança? >> Ó, você sabe que até que não mudou tanto não, mas teve um período, um, dois anos atrás, que tinha muita gente deitada nas calçadas, muita sujeira. Parece que de dois anos pra cá deu uma uma melhorada nessa questão aí. Você não viu gente aí deitada não, né? Ou você tem muito pouco? Não, muito pouco. >> É. >> Um ou outro que você vê, talvez pedindo dinheiro, mas aquele
▶ 00:05:06 aquela quantidade grande de mendigo pelas calçadas, igual a gente tem, não. >> Aquele prédio ali, como é que é estreito, né? Olha só. >> Exatamente. Ó. Tem o prédio de Chicago. >> Esse aqui é alto também. Olha aí, do lado direito. >> É. >> Olha só. >> Esse é mais novo também. Esse carrinho eu nunca tinha visto ele não. >> Seria lá. >> E diz que não tem rato aqui, né? >> [risadas] >> Hein? Será que tem mais que em Brasília ou não?
▶ 00:05:36 >> Não, Brasília tem mais. >> Tem? >> É. São mais nocivos, né? Perigosos. >> Os daqui não são tão nocivos não, né? >> Exatamente. >> Eles perturbam, mas dá pra ir tocando a vida. >> Exatamente. Agora os de Brasília afetam a vida de todos os brasileiros. >> Exatamente. Palito, né? [risadas] Não parece? >> Parece. >> É, a cidade aqui primeiro o inverno é insuportável, eu pelo menos não gosto de
▶ 00:06:06 frio não. Evito vir aqui dezembro, janeiro, fevereiro, março, a rua vira uma meleca de neve. Um frio muito desconfortável, você anda na rua e já tá procurando um lugar para poder entrar para poder ficar um pouco mais aquecido. Frio demais não é minha praia mesmo. Acho que até nasci no lugar certo que é o Brasil. Bom dia senhores. Bom dia.
▶ 00:06:36 Como vai? Prazer, tudo bem Alexandre? Ô, como vai? Exatamente. Já tivemos, já tem um tempinho. >> Acho que uns quatro, cinco meses? >> Mais ou menos isso, exato. Bom dia. Como vai? Tudo bem Guilherme? Tudo bem? É, dá para ver que quando tem uma obra aqui igual esse local que nós estamos passando às vezes a obra deixa a calçada até melhor, ó, ficou uma calçada coberta aqui.
▶ 00:07:06 Não é isso? >> Não toma chuva. >> Nem toma chuva. Eu quero tirar uma foto com esse ratão aqui. Tô achando que ele vem de Brasília para cá, ó. >> [risadas] >> Olha aqui o que que tem aqui, ó. >> Foi. >> Ó. Ó. Olha aqui, ó, acho que vem de Brasília para cá, ó. É o que mais tem em Brasília. Acho que os de lá são até maiores e mais gordos do que esse aqui. Vamos passar aqui em frente o prédio palito. Acho que é um
▶ 00:07:36 nome adequado, não é, Eric? >> Combina bem. >> Combina, ó. Olha só. >> Você acha de construir um desse em Araxá? >> Ó, eu acho que lá no Brasil precisava ter mais umas estruturas assim. Agora, a minha cidade natal, acho que ainda tem muita área para ocupar sem necessidade de prédios tão altos assim. Mas Belo Horizonte, São Paulo, com toda a certeza poderiam explorar melhor prédios iguais a esses que nós temos
▶ 00:08:07 aqui, que lá no Brasil parece que só Balneário Camboriú tá conseguindo levar adiante. >> Mas fica todo mundo sempre com pressa, rápido. >> Sempre. Todo mundo buzinando, impaciente, estressado. Por isso que o pessoal do interior de Minas vive bem. Ninguém tem o esse estresse que o pessoal às vezes de grandes centros enfrenta. Mineiro é um povo abençoado
▶ 00:08:37 mesmo. Povo de Ponte Nova não é abençoado? >> Esse estresse que Nossa Senhora, muito. É um pouquinho de trânsito só que lá tem. Mas todo mundo vai em casa almoçar, acaba o serviço com 10, 15 minutos tá em casa. >> Ó, é difícil ter uma trégua de silêncio igual deu aqui agora nesse pedaço. >> É, acho que aqui em Nova Iorque você tá precisando quase colocar um protetor auricular. >> Auricular, é barulho.
▶ 00:09:07 >> indústrias que tem prensa fazendo muito ruído. >> Isso. >> Não é? >> Prensa automotiva, metalúrgica. Aqui é barulho 24 horas. Quando não é de obra, é de sirene. >> É de buzina. >> Buzina, muita buzina. >> Exatamente. >> Todo mundo atrasado. >> É. Atrasado no serviço. >> Opa. >> Opa. Bom dia.
▶ 00:09:37 Uai, bateu? >> Uai, o carro me soltou. >> Soltou de alguma coisa aí. >> Olha pra você ver. Ainda bem que eu vim para aqui, viu? >> É, sem fio. >> Tava sozinho? >> É. >> Até ontem caminhou muito. Ontem nós ficamos aí mais de duas horas andando. >> O relógio deu 22 minutos passo. >> O meu acho que foi mais ou menos isso. O Eric estava junto e marcou. Mas tava até confortável, né? Você pode ficar andando aqui uma hora, duas, que não transpira. >> Mas ficar parado dá, aí fica com frio.
▶ 00:10:07 >> Começa a ficar com frio. >> Caminhando. >> Tempo bom pra compromisso é isso, né? 15º, 20º. Um pouco mais frio que ar condicionado. Mas você tá em movimento sempre. >> É bom. >> Que se tivesse num verão mesmo, estaria o suor estaria escorrendo aqui agora. Marinho, vou pegar um cappuccino, tem uma máquina aqui. Aqui tem, ó. Deixa eu ver. Ah, vai até às 10:00 só. Ah, até bom saber que tem lugar pra
▶ 00:10:37 encher garrafa aí, ó. >> Dá pra treinar aí. >> Sendo uma esteira boa que inclina. >> Exatamente. Aí sim. >> fica bem feito. >> Esteira não vai precisar muito hoje, né? >> É, depois de tanta caminhada, esteira talvez só fazer um peso mesmo. Mas um hotel aqui, ó. Bem confortável. Mas nada de luxo. Vamos tomar o elevador aqui, lá no apartamento pra vocês verem. Dá pra subir aqui?
▶ 00:11:08 Ó, e o que eu gosto aqui nos Estados Unidos é que do 12 pula direto pro 14. Aqui ninguém gosta de arriscar, azar igual brasileiro muitas vezes arrisca não. Ó, meu apartamento tá aqui. >> [roncando] >> Apartamento bem confortável. Corredor longo, banheirinho que atende muito bem. E >> [roncando]
▶ 00:11:39 >> uma cama boa, que dá para dormir. Vocês concordam que não precisa mais do que isso, né? Quando é o povo que paga, tem muita gente lá de Brasília que coloca, vai para os hotéis mais caros do mundo. Mas para mim, tendo uma cama confortável, limpa e um bom chuveiro, está resolvido. Eu acho que é desse jeito que a gente tem de ter responsabilidade quando está gastando o dinheiro de quem trabalha muito e às vezes não ganha bem, que é o caso,
▶ 00:12:10 talvez, de 80% dos brasileiros. Eu acredito muito nessa responsabilidade. O tempo está fresco, né? Está bem agradável. >> assim também? >> Estava. >> Senhor, eu te falei já, eu fiz seis meses de faculdade aqui em Nova Iorque, né? >> Já tem um tempinho. >> Certo, 2000 e >> 10? 9? >> Mas foi no Bronx. A minha rua lá era 198. >> O Bronx está na ilha mais ao norte? >> Não, está no continente.
▶ 00:12:40 >> está no continente, isso. >> É. Só que segue a numeração, né? >> Segue, lá segue, entendi. >> Então você vai até >> É como se você for até a 180 aqui e vira à direita. >> É, não, aí você vai, é. >> Como se fosse isso, não sei se tem ponte lá, tem? >> Tem ponte, tem túnel também. >> Sim. >> É. Mas era bem bem lá para cima, tinha que uns 40 minutos de metrô. Para ir até lá. >> A sua residência era lá e a faculdade
▶ 00:13:12 também? >> Era lá. >> Aí você vinha aqui fim de semana, às vezes, para dar uma passeada só. >> A faculdade chama Fordham University. Foi boa a experiência, viu, velho? >> Ah, só que >> Você era bem mais novo, né? Aí é diferente, não é? 25 anos, não é isso? >> Foi não, nem isso. >> Nem isso. >> 22 eu acho. >> É, foi com a idade que eu vim também, só só que eu fiquei três meses só. >> Em Nova Iorque? >> Não, Connecticut, fiquei lá.
▶ 00:13:42 Depois fiquei um mês em Oakland, lá perto de São Francisco. >> Intercâmbio da faculdade também? >> Não. O meu foi para aprender inglês. >> Nas férias? >> Não, não, eu tinha formado, trabalhei um período. E peguei esses 90 dias para aperfeiçoar o inglês. Aí foi um mês aqui em Connecticut, dava para vir aqui fim de semana, que é pertinho. Na época eu fiquei conhecendo
▶ 00:14:12 um alemão e um suíço. Naquela época o Brasil não tinha nem cartão de crédito internacional e eles tinham. Então eles alugaram um carro, nós rodamos lá bastante, Califórnia, Grand Canyon. 87. Tem muito tempo já. Eu estava recém formado. >> Na minha graduação também o visto podia ficar mais um mês e pouco ainda, né?
▶ 00:14:42 Naquele fiquei para viajar. Aí tem uma empresa de ônibus aqui, deve ter até hoje, que chama Greyhound. >> Ah, tem. Já peguei o ônibus deles já. >> Aí eles tinham um passe de 30 dias que eu pagava, sei lá, 300 dólares para poder usar livre por 30 dias. Aí eu saí aqui de Nova Iorque. Fui pelo meio do país até a Califórnia e voltei pelo sul. Fiz um loop assim. >> Ah, você foi de ônibus? >> De ônibus. >> Rodou muito então, hein? >> Mas parando, né, obviamente.
▶ 00:15:12 >> É. Costa a costa são 4.000 km, não é isso? Mais ou menos? É. >> Saí daqui, fui para Pittsburgh, Pittsburgh a Chicago. Saint Louis. >> Sim. >> E aí foi. atravessando o país e voltei ali por por baixo, pelo Arizona, Texas, Louisiana e >> Eu recordo que quando eu vim não tinha cartão de crédito internacional, os quem tinha era só quem era milionário, né? >> Uhum. >> Eu trouxe tudo em papel moeda.
▶ 00:15:43 Ficava andando com a pochete aqui amarrada, é. >> É. >> Pra viajar antes quem era brasileiro, muita gente só fazia assim, tinha o tal do trevo, trevo cheque, você lembra disso também? >> Não, eu não cheguei a usar não. >> Você mostrava o passaporte e assinava ali na frente e o banco te dava o dinheiro. >> Você sacava, né? >> Você sacava. >> É. >> Usei trevo cheque também. >> É. >> Hoje acabou isso, né? Hoje é uma facilidade. >> Mas o banco aqui era muito mais
▶ 00:16:13 burocrático do que no Brasil. É só uma das coisas que lá a gente se você até hoje tá assim, mas tá tá com um pouco mais adiantado essa história de crise econômica e tudo, o sistema bancário lá no Brasil acabou desenvolvendo. >> E foi a época que o meu inglês ficou melhor, que você fica aqui 90 dias conversando sem parar. Tendo aula de inglês, aí >> Tinha outro brasileiro que conversava ou não? Estava >> Essa escola que eu fui
▶ 00:16:44 tinha mas tinha muito na época, era japonês tinha um pessoal, tinha bastante expressão da Indonésia também. Mexicanos. Tinha alguns brasileiros, mas era mais desses países aí. Ficava no alojamento de faculdade americana comendo no bandejão. Aqui eu fiquei num quarto com um venezuelano.
▶ 00:17:14 Eu me recordo. >> É, porque o venezuelano era mais próspero, né? >> Era mais próspero e >> E lá em Oakland, eu fiquei no quarto com um suíço. Que foi o que a gente alugou o carro depois e e andou. Você terminou a faculdade e veio? >> Não, foi no meio. Eu fiz, foi intercâmbio da faculdade. Minha faculdade tinha um convênio com a faculdade aqui, aí eu fiz um semestre >> fora. Então foi igual meu filho fez.
▶ 00:17:45 Meu filho fez Poli lá em São Paulo e ficou um ano na Politécnica de Milão. >> De Milão? Aham. >> O curso dele que ia ser cinco anos acabou sendo seis. >> É, o meu era para ser quatro, eu fiquei cinco. >> Então foi a mesma coisa. Ele fez engenharia civil, mas esse essa extensão dele foi mais na área de negócios, então dele ele nem eliminou. >> Ah, nem tentou. O meu foi, foi aquele duplo diploma ou não? Foi o intercâmbio mesmo. >> Não, foi intercâmbio. Ele não tem diploma de lá, não.
▶ 00:18:15 >> Então >> FedEx é privado. E a a UPS é privada também. É. A UPS aí, ó. A FedEx foi criada pelo Fred Smith. Morreu tem uns seis meses, um ano. >> Ah, é? >> Já li a história dele. Foi um projeto que ele fez quando ele tava formando lá de um negócio novo que ninguém imaginava
▶ 00:18:47 que fosse esse sistema de entregas. 1900 e 70, por aí. Ele desenhou, nenhum investidor acreditou naquilo. E ele teve de levantar dinheiro no mercado com gente desconfiada, achando que aquilo não ia dar certo, mas cada um colocou um pouquinho e virou um sucesso. Tem gente que enxerga. >> Achava que não podia competir com
▶ 00:19:17 os Correios aqui. >> É, é o que não existia esse mercado de encomendas expressas, né? Que a medida que o mundo evoluiu. >> Gente, daqui a uma estatal de 20 anos Correios. >> Ah, mas muito mais. >> Ficava perdido, porque não tinha express na época. >> Ah, você andava com mapa na mão, né? Você você aqueles mapas você abria aqui para poder ver aonde era. Hoje você vai com GPS, guia de São Paulo,
▶ 00:19:48 guia de Belo Horizonte. >> Guia 4 Rodas, né? >> Isso, é. Para ver hotéis, não tinha nada de tela. Olha o tamanho do gato aí de pelúcia, ó. >> É para conquistar a namorada. >> É. >> Mas é investimento, hein? >> É, ficou bonito aí essas bandeiras. >> [música] >> Achado
▶ 00:20:18 de algum árabe, de algum Arábia Saudita. >> É, não, os presentes >> nota fiscal. >> Os presentes que eu ganhei estão lá na cidade administrativa. Ó, estamos aí mais uma vez. Chegamos juntos. Acho que se [roncando] eu ficasse aí um mês eu recuperava. Até tava falando com o Tiago, é, eu já tive com ele bem afiado, mas quando não pratica vai enferrujando. Não é? É igual condicionamento físico, né? Fique 30 anos sem fazer exercício
▶ 00:20:48 para ver o que acontece. Você pratica sempre? Ou não? >> Ah, menos que eu gostaria, vai perdendo um pouco também. Eu ouvi, ouço muito, né? Com série, essas coisas, tô sempre ouvindo em inglês. Agora falar é mais de vez em quando. >> É É a de quem trabalha numa empresa que precisa sempre utilizar, porque se você usa ali uma hora por dia, né, numa conversa você já tá praticando já. Assim, quando eu viajo para fora e e
▶ 00:21:20 fico, tipo, alguns dias, eu percebo que no terceiro, quarto, você já deu uma melhorada já. Vai Parece que relembrar é mais fácil do que aprender. Tem de vir naturalmente, é. Como vai? Tudo bem? Muito prazer, satisfação. Bom dia. Tudo bem, Vinícius? Satisfação. >> [música]
▶ 00:21:50 >> Estou aqui, né, em frente ao Rockefeller Center, que foi construído por uma família empreendedora, que é um marco aqui na arquitetura de Nova York desde os anos 1930, o que demonstra que muito do que tem aqui na cidade e nos Estados Unidos em prol das pessoas, foi feito pelo setor privado. No Brasil nós criamos a ideia de que o setor público é que tem de resolver tudo, quando o
▶ 00:22:20 empreendedorismo pode atuar, não tem muitas amarras, ele é capaz de trazer muito mais benefício. E não é só o Rockefeller Center, não. Rockefeller Center, tem também o Carnegie Hall, que também foi feito por outro empreendedor, que colocou bibliotecas no país inteiro. Embora no Brasil, infelizmente, nós temos os empresários
▶ 00:22:50 que muitas vezes acabam é querendo montar esquemas para ganhar e não partir para inovação, para eficiência. Então, é necessário mudar cultura tanto no público quanto no privado. >> Governador, se pudesse dar um conselho para a nova geração que quer empreender e ganhar dinheiro de maneira honesta, qual seria? >> Olha, o que eu sempre falei para os meus filhos, né? Estudar muito para ser um bom profissional
▶ 00:23:20 e usar o tempo enquanto você ainda é jovem, não tem filho, não casou, porque à medida que o tempo avança, ele vai ficando mais escasso. Enquanto a gente é jovem, ele é bem mais abundante. Você não precisa administrar casa, não tem filho para olhar, pode estudar mais. À medida que o tempo avança, o tempo vai ficando cada vez menor. Vem um trabalho que demanda muito
▶ 00:23:50 esforço, aí já sobra menos tempo para aprender, depois vem cônjuge, vem filho, vem casa para olhar. Então, o jovem tem de abraçar de unhas e dentes as oportunidades de estudar, de desenvolver profissionalmente, que muitas vezes pode ser através de cargos de trabalho desafiadores. Tanto é que é bastante comum hoje alguns jovens estarem aí mudando de emprego com uma certa frequência. Aí eles vão
▶ 00:24:21 testando aquilo que acham que é melhor, vão tendo experiências e mais aprendizados. >> Governador, prazer. Parabéns pelo seu trabalho. >> Muito obrigado. >> Saiba que em outubro estarei lá com você. Parabéns por estar representando o povo brasileiro. >> Conto com você. >> foto? >> Vamos lá. Tudo bem? >> Pode tirar foto? >> Quer que eu tire? >> Por favor. >> Você é de onde? >> Sou de São Paulo, mas acompanho muito, acompanhei esse governo. >> Muito obrigado. >> governador Paulo. >> Muito obrigado pelo apoio. >> Sucesso. >> Qual a sensação de ser reconhecido em
▶ 00:24:52 outro país? >> Ah, tem brasileiro no mundo todo, né? >> Cara, que legal, Daniel. >> Aonde a gente vai, sempre encontra. Melhor do que ser reconhecido é receber apoio. Acho que o brasileiro tá cansado de corrupção, de escândalo, de esquema. E como a nossa grande bandeira é essa, e nós já provamos em Minas que é possível fazer, o brasileiro tá aí com esperança de que
▶ 00:25:23 um novo presidente, um novo governo possa acabar com essa pouca vergonha que tem dominado Brasília, principalmente quando o Lula governa, que parece que ele sinaliza muito bem que as raposas podem invadir os galinheiros, que nada vai acontecer. E aí estamos vendo tudo isso. >> Boa tarde. >> Como vai? >> Olha, adoro seus vídeos. >> Ah, muito obrigado. >> Moro aqui há 36 anos.
▶ 00:25:53 Mas >> Tem se divertido aí com eles? >> Eu acho eles criativos, eu acho eles fora do Eu acho que eles fora da caixinha. E parabéns. E se der, eu vou tirar uma foto. >> Vamos, vamos tirar agora. >> Agradecer, né? A disposição do país, né? >> Força. >> Deus queira seja o nosso próximo presidente ou vice-presidente. Estamos >> Já mostramos lá em Minas que é possível consertar. >> Com certeza. >> E se deu certo em Minas, vai dar certo
▶ 00:26:23 no Brasil. >> Vai. >> Nós somos de Santa Catarina. Nós nunca elegemos PT. Mas eu postei falando "Olha, Santa Catarina nunca erra". Erra, erra 2,7%. Deu seis prefeituras de 296. Então assim, >> Deu seis PT ainda? >> É. É. >> Gosto muito do estado de vocês. O nosso prefeito de Joinville tá vindo pra vice-governador. Tá um novo lá, tá caminhando muito bem. Provavelmente o próximo governador em 2030. >> Não, isso já tá Mas isso é de lado, né?
▶ 00:26:54 Mas isso é >> é você presidente do país, isso que a gente quer. >> Tu é o mais preparado. >> Ouvir o presidente a gente vai criticar ele. >> Ele cuida do corpo, da alma, do espírito, é isso que a gente precisa de um presidente para >> pessoa humana. >> É, é, todo mundo acha que eu sou, enceno algum personagem, mas sempre fui a mesma pessoa, quem me conhece sabe que não mudei nada como governador e nem vou mudar como presidente também. >> Passar. >> É. >> Empreendedor eu sei que estás fazendo uma filantropia, cuidando do nosso país. >> É, exato.
▶ 00:27:25 Muito obrigado aí pela presença. >> Desculpa interromper. Lembra de mim, de Indaial? >> De Santa Catarina. >> Tudo bem? Satisfação. >> Eu vim aqui lhe cumprimentar e dizer que estamos juntos, tá? >> Agradeço muito. >> Vamos bater um churrasco em tua casa. >> Vamos lá. Indaial, isso mesmo. >> E a esposa, Bruna. >> Olá, muito prazer, lógico. >> E a minha mãe é a sua fã. >> Ah, que >> Passei com ela o dia das mães e ela passou com os meus filhos. >> Sim. >> [risadas]
▶ 00:27:55 >> Os intocáveis estão tremendo em Brasília porque Romeu Zema chegou. Zema, obrigado pela presença aqui. Queria que você falasse um pouco dessa sua visão de Brasil. O que que o Brasil precisa para deslanchar de vez? >> Ó, o Brasil precisa de três choques. O choque moral, da ética contra os intocáveis que se consideram acima da lei. Um choque na gastança pública do Lula que está fazendo o Brasil ir para o abismo fiscal.
▶ 00:28:26 E um choque na segurança pública contra a criminalidade. 40.000 mortos por ano. No Brasil mata-se mais hoje do que em em todas as guerras do mundo somadas. No dia que o Brasil resolver esses três pontos e eles têm solução, nós vamos ter um país totalmente novo. >> Zema, é impressionante como não se fala mais de corte de gastos no Brasil, né? Parece que a gente vive num país das maravilhas. O governo perdeu essa pauta de contenção de despesas, essa pauta de austeridade e
▶ 00:28:58 vive realmente em outra, outro universo. Como é que a gente faz para retomar esse controle do estado eh, sobre a sociedade? >> Eu tenho dito que é colocar alguém que sempre procurou a vida toda, sempre teve de fazer aliás, aquela questão que todo brasileiro, 99 dos brasileiros sabem desde sempre, que é gastar menos do que ganha. Não é assim que os brasileiros vivem? Só que nós temos hoje, muitas vezes,
▶ 00:29:29 dentro do setor público, um Lula que sempre viveu às custas do estado e que sempre gasta mais do que ganha. E quem tá pagando essa conta é o brasileiro, que tá cada vez mais endividado, pagando juros mais altos e com uma vida pior do que tinha antes. Então, é, é isso é que eu falo, precisamos de um presidente e eu tenho um histórico de pagador de impostos a minha vida toda. Eu nunca fui recebedor de impostos. No dia que o Brasil tiver
▶ 00:30:01 um presidente pagador de impostos, que sabe como gerir, nós vamos ter um país melhor. >> Eles colocam os ricos contra os pobres, mas na verdade é o estado contra os cidadãos, muitas vezes, né? Senador, obrigado. >> É isso aí. >> Sucesso. Valeu. >> Para nós todos. Partido Novo tem só seis [música] parlamentares em Brasília, mas é um partido que faz mais diferença com seis do que grandes partidos com 30, 40, 50 parlamentares. Se partido fosse auditado por uma das
▶ 00:30:32 Big Four, vocês podem ter certeza que o Novo seria o único que teria um balanço aprovado sem nenhuma restrição, porque o que nós fazemos é o correto. Tanto é que não temos o rabo preso. No dia que nós tivermos, se acontecer algum parlamentar envolvido em algum escândalo, é provável que ele já tenha sido expulso do partido há muito tempo. Já expulsamos até ex-presidente do partido, porque ele foi apoiar o PT. Então dá para ver que nós
▶ 00:31:03 somos um partido que preza valores, princípios e não aquele partido de conveniência. E então, é, tô com muita fé. Esse ano nós vamos ter muita surpresa. Em outubro, o brasileiro vai decidir se ele vai querer que Brasília [música] continue com os intocáveis ou com os brasileiros de bem. É agora ou nunca. Obrigado. >> [aplausos]
▶ 00:31:34 [aplausos] >> Obrigado. Obrigado. Muito obrigado. >> [aplausos] >> Ó, um evento lotado. Acho que tínhamos lá mais de 250
▶ 00:32:06 pessoas. Não tinha mais porque não comportava mais. O evento promovido pela APEX, um público bem selecionado. E parece que o pessoal gostou da nossa mensagem. Tá todo mundo vendo que o problema do Brasil é a gastança, é a necessidade de um choque moral, é a necessidade de colocar criminoso, bandido atrás das grades. Não tem muito mistério não. Tá faltando é coragem, vontade de fazer.
▶ 00:32:37 e nós temos. Em Minas, nós já provamos que não é só discurso, que é prática, que dá para colocar isso para funcionar. >> [risadas] >> Exato. Como vai? Muito obrigado. Bom, boa tarde. Ah, eu estou caminhando aqui hoje. A caminhada já está suprindo um pouco. Mas lá no hotel tem uma academia até boa. Eu vou querer ir lá assim que tiver aí um intervalo maior.
▶ 00:33:11 Prefere esteira que a rua? Estando no hotel até prefiro. A a a não ser que eu esteja num num hotel que está lá no meio da mata, que aqui você vai trombando nos outros, você concorda? Eu já corri aqui. Você mais desvia do que corre. É, é, é, é muito. Tarde, moças. Que bom ter presença feminina aí. É satisfação. Boa tarde para também. Satisfação.
▶ 00:33:45 Ah, o Alessandro do Morges, está legal. Vou falar, ele está aqui em Nova York, ele me falou. Ele veio para essa semana. Bom, eu quero é agradecer a presença de todos. Como eu disse, estou muito confiante. É, e depois de oito anos na política, eu passei a ver [música] a a a grande oportunidade que se tem no setor público e que dá para fazer diferente, como eu falei.
▶ 00:34:16 Uma das coisas que mais me orgulham de ter sido governador [música] de Minas foi o que nós fizemos na merenda escolar. Para vocês terem ideia, na época do PT, se investia na merenda escolar de Minas Gerais 24 milhões por ano, 24. No ano passado, nós investimos e esse ano vai ser mais um pouco, 530 milhões [música]
▶ 00:34:46 de reais na merenda escolar. Dá para ver que o que existia antes era uma merenda extremamente precária. Era uma sopa que falava que era sopa, na verdade era uma água com alguns grãos de arroz. Só isso já vale a pena de você ir numa escola estadual [música] e ver que 1 milhão e meio de crianças estão tendo hoje uma merenda digna, que não é muito diferente daquela que eu como na minha
▶ 00:35:16 casa. E precisamos de mais gente envolvida na política no Brasil. Tem muita gente boa, tem muita gente competente que fala: "Eu [música] não vou me envolver não, porque é uma atividade criminosa", como eu sempre pensei. Mas [música] dá para ir e fazer corretamente. Nós já mostramos isso aí. E o Então eu vejo que tem aí uma oportunidade fenomenal para quem quiser participar da política. E o Brasil [música] precisa de muita gente
▶ 00:35:47 boa. E à medida que os bons avançarem, os ruins vão sendo eliminados. Em Minas, nós já conseguimos. O PT não lançou candidato a governador em 2022 e não vai lançar esse ano. A comparação ficou tão difícil, [música] tão discrepante que eles nem arriscam. Então, por hora, vamos dizer, a o vírus lá em Minas está incubado, não vai atacar ninguém,
▶ 00:36:17 >> [música] >> né? E nós precisamos fazer o mesmo no Brasil. Muito obrigado. >> [aplausos] >> Eu acho que vai ter muita surpresa aí pela frente. Até agora foi a ponta do iceberg.