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Ronaldo Caiado no CB Poder do Correio Braziliense
Ronaldo Caiado · 08/04/2026 · 27 min · Ronaldo Caiado
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▶ 00:00:00 Olá, CV Poder no ar ao vivo em clima de esquenta para as eleições 2026. Aqui [música] na TV Brasília e redes sociais do Correio Brasiliense, eu, Denise Rotemburgo e meu colega Carlos Alexandre de Souza, recebemos o [música] pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado. Ele que é [música] do PSD aos 76 anos, natural de Anápolis. O médico e ortopedista acaba de deixar o governo de Goiás para se apresentar como alternativa ao eleitor.
▶ 00:00:31 Caiado já foi candidato em 1989. E aqui uma curiosidade para você. Ele lá atrás fundou o PSD para ser candidato à presidência e agora ele surge como um candidato do PSD, mas convidado pela presidência do partido, pelo [música] presidente Gilberto Cassab. E diante ali de um partido que hoje em dia tem uma das maiores estruturas partidárias do [música] país, você pode participar do nosso programa nas nossas lives no
▶ 00:01:01 YouTube [música] e Facebook. Lembrando que o nosso conteúdo também está disponível nos principais tocadores de podcast e vamos trabalhar. Caiado, muito bem-vindo ao CB Poder. É um prazer recebê-lo aqui. Primeiro eu que agradeço, Denise, de tantos anos aí, mais uma oportunidade aqui nesse debate do CB Poder e também o Carlos Alexandre. E eu tenho certeza que eu vou ser muito bem sabatinado por vocês, pelo conhecimento que vocês têm, não só da política nacional, mas da vida
▶ 00:01:33 como ela é hoje no Brasil. E eu espero aqui poder me apresentar para muitos que às vezes não me conhecem, não é verdade? e poder também colocar as minhas posições em cada um dos temas que forem aí levantados pra gente pautar. >> Pois é, o senhor deixa o governo de Goiás com uma aprovação de 85%, é quase um recorde nacional. E eu queria saber o que que o senhor traz de novo, o que que o eleitor pode esperar do seu programa de governo, especialmente na
▶ 00:02:04 área da economia. A gente vê o governo nesse momento muito preocupado aí com a questão dos combustíveis, aumento de preços provocados inclusive pela guerra, né, lá no Irã. E eu queria saber o que que o senhor traz de novidade aí nessa área econômica. >> Bom, o que eu trago de novidade é exatamente dizer que eu sou um político que não é de likes, nem de polarização, nem de gritaria. Eu sou um político de entregas. Se eu
▶ 00:02:34 cheguei ao patamar hoje de ser reconhecido com índices que oscilam de 85 a 88% no meu estado, eu me preocupei em poder atender as pessoas e dar a dimensão que Goiás precisava dela, tirando da corrupção, tirando da criminalidade, sendo o primeiro lugar na educação, sendo o primeiro lugar hoje na inteligência artificial, na transparência dos gastos públicos, os programas sociais que mais emancipam,
▶ 00:03:06 obras de investimento, tendo um percentual do orçamento aí o mais alto que já se viu no meu estado de Goiás, resgatando o equilíbrio fiscal. Goiás era Capag C indo para Capag B. não tinha menor condição ali de se quer contrair um empréstimo. Então, essas mudanças, você vê que nós tratamos eh todos aquelas áreas que são funções de um governador do estado. Eu não fiquei restrito apenas um item no governo. É
▶ 00:03:38 lógico que a segurança pública ela deu o alicerce da governabilidade e a partir daí nós fomos avançando em cada um. Você cita neste momento uma situação sobre combustíveis, Denise, não tem nada mais que atesta a incompetência do governo do que essas crises recidivantes em problema de combustível. >> Por que que >> o Brasil? Por que, Carlos? Veja, o Brasil nós temos hoje
▶ 00:04:08 a toda a nossa bacia petrolífera hoje explorada. Nós temos todo um pressal. Nós temos a capacidade de produzir energia e combustíveis próprios. Goiás, por exemplo, para você ter uma ideia, eu já estou produzindo o biometano produzido em Goiás, nas usinas de lixo e nas usinas de cana de açúcar, com a
▶ 00:04:40 finalidade de que é o combustível mais sustentável que existe no mundo. A minha frota na região metropolitana toda de Goiânia, circulando com biometo. O Brasil até hoje ele não foi independente do ponto de vista de combustíveis, porque realmente não teve uma política de continuidade. >> Como é que >> nós fizemos o etanol, >> nós fizemos o biometano, nós podemos avançar no diesel em 15% de
▶ 00:05:13 etanol de ou de biodiesel, na gasolina até 35%. Nós não temos uma refinaria hoje que funcione para poder atender toda essa produção nossa. de eh pressal, que é combustível fóssil, mas ele é um combustível leve, diferente dos outros poços de petróleo do Brasil. Então você tem toda uma mudança de conceito e que o Brasil ficou parado. O
▶ 00:05:43 Brasil não avançou em tecnologia, em inovação, em independência. Hoje nós temos independência alimentar, mas nós não temos independência de produção de combustíveis e nem de energia. >> Como é que o senhor avalia essa proposta do entre o governo federal e os estados para para subsídio, subvenção e também eh renúncia fiscal em relação a combustíveis? >> É um assalto aos estados e municípios. Assalto. Sabe por quê? Porque o governo que ele tá ganhando de
▶ 00:06:14 royalties hoje com o barril de petróleo a $, ele nunca viu na vida isso. O que ele tá faturando de royalties hoje, olha, isso merece ser calculado dentro de planilhas corretas que uns falam número, outro fala outro de uns falam até em R 50 bilhões de reais. Outra coisa, Carlos, ele impôs algo que o estado não pode impor. Eu, por
▶ 00:06:44 exemplo, não posso dizer, não podia, lógico, era governador, mas o governador, ele não pode dizer, ó, eu tenho um imposto de exportação da soja, eu tenho imposto de exportação. Não, nós não nós não jogamos imposto sobre exportação. O governo brasileiro criou de fato inédito um imposto de exportação de petróleo, que é o que ele mais faz. Uhum. >> Então hoje isso aí na balança comercial deve ser um dos maiores faturamentos do governo. E ele ainda falou para dar
▶ 00:07:14 subvenção, aí eu vou dividir uma parte minha uma parte dos estados e que atinge o município também. Então isso é um assalto aos municípios. Isso é uma falta de um governo capaz de saber que ele tem que ter políticas estruturantes na área de energia, de combustíveis, de amanhã condições de inteligência artificial, de avançar nessas áreas que serão as grandes demandas do mundo, já que do ponto de vista alimentar é a única coisa
▶ 00:07:44 que o PT combateu a vida toda e é o único setor que nós somos mundialmente respeitados é essa área da produtividade com respeito meio ambiente, mas também com tecnologias as mais modernas que existem no mundo. Então, é um governoéfalo, é um governo que ele se preocupa em discutir a polarização. Ele não tá preocupado com a educação, ele não tá preocupado com saúde, ele não tá preocupado com segurança pública, ele não tá preocupado com a dívida da pessoa. Cadeniz perguntou: "Mas e daí?
▶ 00:08:15 Hoje quanto por cento das famílias?" Os números são estratosféricos. Uns falam 50% do que a pessoa recebe por ano já está comprometido com dívidas. Outros dizem 80% das famílias brasileiras estão endividadas. Ah, eu vou fazer o desenrola, então vou pegar um outro programa para tentar resolver. Mas como você vai resolver se a causa determinante é uma taxa de juro de 14.75?
▶ 00:08:48 É um falso positivo. Eu vou dar para você, eu vou dar para você. Vou liberar o FGTS. Olha, eu vou fazer uma linha de crédito para você. Só que ele vai quitar aquilo e daqui a pouco tá a a o cartão de crédito dele, o empréstimo dele tá em 14,75. Você não acha? Vai para 22, 25% que é no mercado. >> Mas o governo não é responsável por essa taxa, né? Go governo é o banco central, né? >> Ló não tem nada a ver uma coisa com a outra. Zero zero. Denise. É, olha, isto aí é importante
▶ 00:09:20 que eu possa dizer. Banco Central, ele simplesmente controla um processo em que o governo é o maior tomador do dinheiro. Juro é exatamente o preço que você paga pelo dinheiro. Ora, se o governo é o que mais se endivida, só para você ter um um dado claro, >> ou seja, os dados do governo levam o Banco Central a tomar essa atitude. É isso? Não, lógico, o Banco Central é obrigado a tomar medidas para que aquilo
▶ 00:09:52 que o governo é irresponsável, perdulário, gastador, tá certo? De forma irresponsável, você vê que ele aumentou a dívida brasileira em 3 anos, R$ 870 bilhões deais. A dívida brasileira ela 72% do PIB, hoje ela é quase 80% do PIB. Mas não vamos fazer isso que isso fica meio difícil para as pessoas entender. Vamos fazer em número. Mais de 870
▶ 00:10:22 bilhões de reais o governo usou e aumentou o endividamento do governo. Olha onde é que ele buscou esse dinheiro no mercado. O que é que o Banco Central tem que fazer? Ô você ou controla seu gasto ou senão nós vamos ter que aumentar a taxa de juro, porque o risco hoje é muito alto, ninguém quer emprestar. Agora essa bomba fiscal, governador, ela vai ela vai estourar em 2027, independentemente de quem for ganhar, não é isso? >> Sim. Mas foi o que a Dilma dois. >> Uhum. >> É verdade. Você sabe, você vê o modelo petista é o mesmo.
▶ 00:10:53 >> Uhum. >> O modelo petista é exatamente igual. A Dilma sacrificou 4 milhões de empregos com tudo aquilo que ela fez no primeiro mandato dela. Quando ela chegou no segundo mandato, ela viu exatamente isso. Só que agora o Lula foi tão eh gastador, populista, tá certo? E totalmente e irresponsável com as contas públicas, né? Porque você não governa sem equilíbrio fiscal. Isso é condicionante.
▶ 00:11:24 Não, ele virou as costas para isso. Não interessa. Manda rodar a maquininha aí, manda produzir dinheiro e eu vou despejar dinheiro porque depois vem a produção e tal e melhora o seu problema. Isso nós estamos sabendo. Essa a Dilma fez, >> Bolsonaro fez, né? Lula quatro. Não, não, não. Veja bem, vamos. Olha, eu acho que o Bolsonaro cometeu vários erros, vários. Primeiro lugar, eu diria a você, se eu tivesse governado bem, o Lula não teria sido eleito, tá certo? OK.
▶ 00:11:54 >> Então isso aí eu concordo. Agora, uma coisa só, você só viu o a dívida PIB aumentar no governo na pandemia, quando ele entregou o governo, a proporção dívida PIB era de 72%. você teve um acréscimo da dívida PIB e todos os países do mundo tiveram em decorrência de gastos de um ataque à pandemia. Então, fora isso, você viu que ele entregou a 72%, >> mas não teve que ser feito agora nós
▶ 00:12:24 estamos hoje a quase 80% da dívida PIB, ou seja, são mais 870 bilhões de reais que o governo gastou aumentou branco >> aonde quem vai ser seu ministro da fazenda? >> Como >> quem vai ser seu ministro da fazenda? Denise, eu tenho escutado muitos, tá certo? Mas sempre com um respeito que eu tenho, mas eu eh não me arvoro aqui, não vou pousar aqui daquele, olha, eu sei todo, não. Eu tenho sensibilidade como
▶ 00:12:56 governei Goiás. As mudanças que você precisa de saber, elas são claras, não tem grandes assim descobertas, tá certo? Você precisa fazer reformas. Como eu fiz, um estado que eu recebi com 11 milhões em caixa e 6.8 bilhões em dívidas imediatas e 17 bilhões em dívida consolidada. Eu entrego o governo hoje com 9 bilhões
▶ 00:13:26 800 milhões em caixa, pagando tudo em dia. Educação em primeiro lugar, saúde regionalizada, segurança pública nem se fala, com toda a tecnologia, com avanço hoje, área nossa de segurança com inteligência artificial, com softwares os mais sofisticados. junto a isso também nosso BI na área da educação, avanço nosso na área de ambiental. Então tudo isso é desenvolvimento do estado, aonde você tem gestão junto a isso, cuidado com o
▶ 00:13:59 gasto público. Você tendo respeito com o gasto, [música] com o gasto público, você não roubando e não deixando roubar, o estado é outro. Goiás hoje é outro. Eu eu tenho certeza que nós entregamos ao meu vice-governador, que ele também construiu comigo nesses três anos, um outro [música] estado de Goiás. Tá gua hoje é referência em qualquer uma das áreas que você colocar na pauta. Nós somos referência naquilo que o Lula, por [música] exemplo, tá discutindo hoje. Veja o tanto que esse governo ele não se
▶ 00:14:30 atenta para nenhum fato importante. Ele não tem [música] uma política de combustível, ele não tem uma política mineral, ele não tem uma política de inteligência artificial, ele não tem uma política energética. Então você vê que é só discutir no 8 de janeiro, só isso. É golpe, não é golpe, é golpe, não é golpe, é golpe, não é golpe. Essa conversinha bom pro próximo bloco, né? Esse vai ser um um para o nosso próximo bloco. Vamos chamar agora
▶ 00:15:01 o intervalo, um minutinho e a gente volta com mais CB Poder que recebe hoje Ronaldo [música] Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República [música] pelo PSD. Até já. E a gente volta com o segundo bloco do CB Poder, que recebe hoje Ronaldo Caiado, [música] ex-governador de Goiás e pré-candidato à
▶ 00:15:31 presidência da República pelo PSD. No primeiro bloco, nós falamos muito aqui da área econômica e eu queria entrar um pouquinho, governador, na área da saúde, que eu lembro lá atrás na época da pandemia, foi inclusive um dos motivos que o senhor rompeu com o então presidente Jair Bolsonaro por causa da questão das vacinas, da necessidade de fechar tudo. Enfim, o senhor como médico, o senhor teve ali uma postura completamente diferente do governo que o senhor apoiava. O que que o senhor pretende trazer de novo aí nessa área
▶ 00:16:02 que é tão importante pro brasileiro? >> Bem, Denise, primeiro que sou médico, né? Sou médico, especializei, trabalhei tantos anos da minha vida, na minha formação, que eu tenho um orgulho em nome dela, que é de cuidar das pessoas, de salvar vidas, né? Esse é o patrimônio maior que eu tenho como governador do estado, como você colocou, eu fui o primeiro a decretar o isolamento social no país. Eu fui o primeiro a enfrentar o processo, dizer: "Olha, vamos paraa vacinação, vamos pro isolamento,
▶ 00:16:33 salvando vidas, nós vamos recuperar a economia do estado." Tá aí, ó, o estado hoje que apresenta o maior percentual de crescimento do país. Então, você vê que nós, quando você sabe cuidar das pessoas, você tem um retorno. Então, eh, eu mantive a minha a minha coerência de comédico, qualquer ser humano que respeita a vida, né? Patrimônio que nós temos e como tal é algo que precisa das pessoas sentirem que tem um governador
▶ 00:17:03 que que aconcheg, que ajuda, que fala: "Olha, contem, eh, sempre com com a nossa posição." A saúde, eu diria a você, que foi algo que eu fiz. Eh, Goiás, por exemplo, ele tinha apenas um centro e que era Goiânia, Anápolis e Aparecida, que fazem parte ali de um circuito de 50 km. São apenas naquela região você tinha leito de UTI. Então, o cidadão que morava lá na divisa do Tocantins em São Domingos ou em
▶ 00:17:34 Cavalcante, tá certo? Ele provavelmente se tivesse um problema, tendo um problema, ele não chegaria com vida, que é chamada mortes evitáveis se você regionaliza a saúde. E foi o que eu fiz, oito novos hospitais de média e alta complexidade para você poder atender essas regiões todas e você poder dar a chance pra pessoa que está fora da capital, teve um infarto, teve um AVC, teve um acidente,
▶ 00:18:04 ele poder ter a condição de não ir a óbito e ter um atendimento em tempo hábil. Agora, o que que ocorre? ocorre que hoje o governo Lula utiliza a verba da saúde para fazer muito mais, ao invés de ser uma municipalização, que aquilo que propõe o SUS é deformar o SUS. Ele hoje, por exemplo, eu tive que entrar no Supremo Tribunal Federal com uma ação contra o governo federal por não me repassarem R 1.hão2 milhões de reais só
▶ 00:18:37 em área específica de média e alta complexidade, com contas apresentadas e simplesmente não respondem. está aí porque o Caiado é candidato a a pré-candidato à presidência da República. Então é algo que é algo tão rasteiro, porque eu nunca discriminei uma prefeitura minha daquilo que é constitucional que eu devo repassar eles, seja no transporte escolar, seja na saúde, seja na alimentação, seja no
▶ 00:19:07 apoio que deve ser dado em situações de tragédia. Eu sempre estive ali fazendo uma diferenciação entre o gestor que sou e ao mesmo tempo o problema político eleitoral, que é um outro assunto que deve ser tratado no momento da eleição. Então, para você ter uma ideia, a a secretaria, o Ministério da Saúde, ele ele realmente fez uma prática que deformou totalmente a a saúde hoje no Brasil em termos de repasse. Para vocês terem uma
▶ 00:19:38 ideia, se você buscar apenas em 20 anos atrás, a União ela era responsável por 52% do custo da saúde no Brasil. Ela hoje tá com 40%. >> Ou seja, os estados e municípios foi repassado para estado e município. Não tem estado, não tem estado hoje que gasta 12%. >> Ele hoje tá gastando de 15 a 17. Não tem município que gasta 15, tá gastando de 25 para cima.
▶ 00:20:08 >> E a segurança pública, porque tem aí a PEC, >> essa segurança, >> quer que o senhor inclusive colocou isso como seu uma espécie de cartão de visitas, né, pra sua >> ganhamos e ganhamos. Você viu que a PEC do Lewandowski, do Lula, ela foi enterrada, tá certo? Na Sibéria e de Bruço, tá certo? Nãoé, aquela que foi apresentada lá, que você viu o que que ele queria só. Ele queria tomar dos governadores a prerrogativa de decidir
▶ 00:20:38 as diretrizes de segurança nos estados. E o Mendoncinha fez um texto maravilhoso. Você preservou essa condição, impôs ao governo federal que não tivesse discriminação, tá certo? devido devido à independência dos governadores, obrigasse que houvesse o repasso. É lógico que ela não vai passar pelo Senado, mas tá não foi conclusivo ainda, não foi eh promulgada ainda essa PEC, mas aquilo que ela saí
▶ 00:21:12 como eh legislação capaz de poder enfrentar o o o crime organizado. Porque se você buscar nos cinco mandatos do PT, a grande evolução que teve no Brasil foram das facções criminosas. A ista aqui expandiu em proporção que nunca viu na vida. as maiores multinacionais brasileiras é o PCC e o Comando Vermelho. Fora isso, em cada cidade do interior tem-se uma facção criada ali
▶ 00:21:42 naquela região, mas a corrupção desvairada, assaltando até aposentado. Então isso desacredita a estrutura do Estado junto ao cidadão. Cidadão não acredita no Congresso, não acredita no judiciário, não acredita no executivo. A única arma que ele tem agora vai ser exatamente o voto dele. Eu acredito que essa eleição de 2026 será um grande divisor e tenho a certeza absoluta que nós vamos romper essas bolhas aí da polarização. O Brasil não
▶ 00:22:13 pode continuar vivendo >> essa situação que é inconcebível. Não se discute temas relevantes pra vida da pessoa. Nós só estamos discutindo algo que empobrece o debate e que fica um se alimentando do outro. >> É, esse é um ponto que eu queria eh mencionar. Governador, o senhor falou da polarização no primeiro bloco, voltou a falar agora. Eu não posso deixar de perguntar em relação a ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o senhor mencionou que eh vencendo a eleição, sendo eleito, o senhor assinaria um indulto para o
▶ 00:22:44 ex-presidente. Eu queria saber que o senhor deterasse para todos, to todo 8 de janeiro. >> Qual é, qual a leitura que o senhor faz isso? >> Exato. Veja, eh, vamos lá. você eh assume a presidência da República. Eu não tô inovando, não. Tô falando, eu tô fazendo o que o Jcelino Cubque fez. Se você quiser, eu tô copiando Jinich, certo? Lucian sofreu realmente uma tentativa de golpe. Aeronáutica rebelou
▶ 00:23:14 para derrubá-lo, o famoso Jacaré Kanga. E ele superou aquilo. Quero saber de uma coisa, deixa eu trabalhar, porque se o Jcelino Cubque fosse polarizar ali naquela hora, ó, não sei o quê, tentativa, eu sou vítima e não sei o quê, tal, falou, não passa a régua de hoje em diante acabou a brincadeira e vamos trabalhar. e foi o estadista que mais, quer dizer, foi o único estadista
▶ 00:23:44 que eu da minha geração, que eu conhecia no Brasil, tinha um plano de governo, que realmente teve metas de uma ousadia ímpar de fazer alterações da da da geografia brasileira em termos de oportun, ter visão eh de uma Transamazônica, de uma Belém Brasília, quer dizer, algo que que você nunca mais viu. Igual o Brasil depois entrou naquele enxuga gelo que
▶ 00:24:16 nada se resolve. que o Brasil perde espaço em tudo em manufaturado. O Brasil perde espaço em energia, em combustível, inteligência artificial e fica essa discussão rasteira, essa discussão pobre, essa discussão, pode dizer burra, porque não é a característica do brasileiro. Olha, eu vou dizer uma coisa, eu vou lhe contar rapidamente um fato, Denise, que me impressionou muito essa semana. Eu eu
▶ 00:24:46 isso não é defeito, gente, vocês me desculpam, mas eu tenho orgulho em nome do Flamengo, tá [risadas] certo? Sou flamingista, morei no Rio muitos anos. E o o Zico, né, da minha época, então era era o galinho de do de Quintino. E ele escreveu um livro agora é samurai do Quintino. De Quintino. Bom, e ele redata um fato que é importantíssimo isso, que eu acho que é o que nós estávamos conversando, Deniso. Ele diz o seguinte, que a mãe dele e a mãe do Roberto Dinamite iam juntos para o campo
▶ 00:25:16 futebol. chegava lá, tá certo? No estádio, ele e o Roberto Dinamite se atracavam. Terminado o jogo, a mãe, as mães chegavam, reuniam, ó, vocês todos aqui tomando café, almoçando, conversando [música] e tal, e vivia tudo aquilo. É o que eu conversava com a Denise, nós debatíamos num congresso aonde ninguém ficava correndo ali, nem era despachante de emenda impositiva, não. um congresso onde você tinha comissões, onde você não tinha voto virtual, aonde você tinha
▶ 00:25:46 debates construtivos, madrugadas adentro e dias aa e tudo isso mostrando o conteúdo do debate. E depois nós debatíamos, nós conversáamos ali no cafezinho, não tinha essa necessidade que eu a defendi uma tese, aí você não podia falar comigo. Esse patrulhamento é burro. Isso é de uma burrice ímpar. O Brasil não pode retroagir. O Brasil tem que ser um país. Eu sou democrata na essência. Eu já ganhei, eu já perdi. Eu nunca contestei campanha minha. Eu nunca
▶ 00:26:18 contestei votação. Abri o painel, ganhei, ó, ó. Ótimo, tal. Perdi também com mesmo respeito àqueles que ganharam. >> Você entende? Isto é democracia, meu amigo. Nós não podemos refluir, ficar nesse debate primário, n primitivo. >> Tomara que a política volte [música] então pro seu eixo. [risadas] >> Governador, candidato, pré-candidato, muito obrigada pela sua presença aqui. [música] Olha, o CB Poder fica por aqui e muito obrigada pela companhia. Até a
▶ 00:26:50 próxima. Tchau.